quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

17 estados e DF registram atos em defesa da Educação

Até por volta de 12h15, ao menos 53 cidades de 17 estados e do Distrito Federal haviam tido manifestações

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BRASÍLIA, 11h30: Manifestantes protestam nesta quinta-feira (30) na Esplanada dos Ministérios contra os cortes na educação (Foto: Reprodução/GloboNews)

G1

 

BRASÍLIA, 11h30: Manifestantes protestam nesta quinta-feira (30) na Esplanada dos Ministérios contra os cortes na educação (Foto: Reprodução/GloboNews)

 

Cidades brasileiras registraram nesta quinta-feira (30) protestos em defesa da educação. Até por volta de 12h15, ao menos 53 cidades de 17 estados e do Distrito Federal haviam tido manifestações.

 

Este é o segundo dia de protestos unificados pelo país contra os cortes anunciados pelo governo federal para o setor. Em algumas cidades, como Caruaru (PE), São Carlos (SP) e Teresina (PI), houve paralisação com adesão de professores em instituições federais de ensino.

 

Os primeiros atos ocorreram em 15 de maio, quando ao menos 222 cidades dos 26 estados e do Distrito Federal tiveram protestos em favor da educação.

 

No último domingo (26), houve uma nova onda de protestos, dessa vez em defesa do presidente Jair Bolsonaro. Os atos pró-governo federal e em favor de medidas como a reforma da Previdência e a ministerial se espalharam por ao menos 156 cidades de todas as unidades da federação.

 

Em Mato Grosso do Sul, estudantes, professores e indígenas fazem atos na capital, Campo Grande, e em municípios como Amambai, Anastácio e Dourados (Foto - Dyego Queiroz/TV Morena)

 

Entenda os cortes na educação

 

Em decreto de março que bloqueou R$ 29 bilhões do Orçamento 2019, o governo federal contingenciou R$ 5,1 bilhões da educação

 

Dos R$ 5,8 bilhões cortados, R$ 1,704 bilhão recai sobre o ensino superior federal

 

Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado

 

Os cortes e a suspensão motivaram os protestos de 15 de maio

 

Após os atos, o governo disse que liberaria mais recursos para a educação, mas manteve o corte anunciado em março

 

Nesta quinta, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos recomendou que o governo reveja os bloqueios

 

 

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