terça-feira, 17 de março de 2026

Senador Nelsinho Trad garante R$ 727 mil para revitalização do Teatro Municipal de Dourados

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) destinou R$ 727.298,80 em emendas parlamentares para a revitalização e reforma do Teatro Municipal de Dourados, incluindo a aquisição de equipamentos. O repasse foi realizado no dia 13 de março e integra o conjunto de investimentos para a modernização do espaço cultural.

Segundo o senador, o recurso reforça seu compromisso com o desenvolvimento dos municípios de Mato Grosso do Sul.

“Essa é mais uma demonstração da nossa ação municipalista. Foram mais de R$ 20 milhões só das nossas emendas individuais para Dourados. Tenho com Dourados um compromisso de levar avante o seu desenvolvimento e o seu progresso”, afirmou o senador.

O prefeito Marçal Filho (PSDB) destacou a importância das parcerias institucionais para viabilizar obras estruturantes no município.

“O senador Nelsinho Trad tem sido um grande parceiro de Dourados e da nossa gestão, sempre atento às necessidades do município e garantindo emendas importantes para obras em diversos setores, desde a infraestrutura até a saúde, educação, turismo e cultura”, enfatizou o prefeito.

“Sempre afirmei que nossa gestão dará os créditos aos parlamentares que ajudam Dourados com emendas e ações. O senador Nelsinho Trad tem feito um trabalho importante em benefício da nossa cidade”, completou Marçal Filho.

De acordo com a prefeitura, o projeto prevê uma modernização completa do teatro, com melhorias na cenografia, iluminação, sistema de ar-condicionado, instalações elétricas e hidráulicas, além de acessibilidade, novas poltronas e paisagismo.

As obras de revitalização do Teatro Municipal de Dourados começaram em 27 de janeiro deste ano (Foto: Assecom)

Reforma

As obras de revitalização do Teatro Municipal de Dourados começaram em 27 de janeiro deste ano e têm prazo estimado de 10 meses para conclusão.

Localizado no Parque dos Ipês, o espaço estava fechado desde 2020 devido a problemas estruturais. Inaugurado em 1998, o teatro passa agora por uma transformação estrutural e tecnológica para voltar a receber espetáculos de diferentes portes e se consolidar novamente como um importante ponto da cultura douradense.

O financiamento da obra é composto por múltiplas fontes de recursos. Ao todo serão quase R$ 9,3 milhões investidos. Os valores são provenientes do Contrato de Repasse nº 939460/2022, firmado com o Ministério do Turismo via Caixa Econômica Federal, somados à contrapartida do município, governo do Estado, bancada federal e aos recursos do contrato de empréstimo BRA-33/2022 do Fonplata (Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata), no âmbito do Programa Desenvolve Dourados.

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) destinou R$ 727.298,80 em emendas parlamentares para a revitalização e reforma do Teatro Municipal de Dourados, incluindo a aquisição de equipamentos. O repasse foi realizado no dia 13 de março e integra o conjunto de investimentos para a modernização do espaço cultural.

Segundo o senador, o recurso reforça seu compromisso com o desenvolvimento dos municípios de Mato Grosso do Sul.

“Essa é mais uma demonstração da nossa ação municipalista. Foram mais de R$ 20 milhões só das nossas emendas individuais para Dourados. Tenho com Dourados um compromisso de levar avante o seu desenvolvimento e o seu progresso”, afirmou o senador.

O prefeito Marçal Filho (PSDB) destacou a importância das parcerias institucionais para viabilizar obras estruturantes no município.

“O senador Nelsinho Trad tem sido um grande parceiro de Dourados e da nossa gestão, sempre atento às necessidades do município e garantindo emendas importantes para obras em diversos setores, desde a infraestrutura até a saúde, educação, turismo e cultura”, enfatizou o prefeito.

“Sempre afirmei que nossa gestão dará os créditos aos parlamentares que ajudam Dourados com emendas e ações. O senador Nelsinho Trad tem feito um trabalho importante em benefício da nossa cidade”, completou Marçal Filho.

De acordo com a prefeitura, o projeto prevê uma modernização completa do teatro, com melhorias na cenografia, iluminação, sistema de ar-condicionado, instalações elétricas e hidráulicas, além de acessibilidade, novas poltronas e paisagismo.

Reforma

As obras de revitalização do Teatro Municipal de Dourados começaram em 27 de janeiro deste ano e têm prazo estimado de 10 meses para conclusão.

Localizado no Parque dos Ipês, o espaço estava fechado desde 2020 devido a problemas estruturais. Inaugurado em 1998, o teatro passa agora por uma transformação estrutural e tecnológica para voltar a receber espetáculos de diferentes portes e se consolidar novamente como um importante ponto da cultura douradense.

O financiamento da obra é composto por múltiplas fontes de recursos. Ao todo serão quase R$ 9,3 milhões investidos. Os valores são provenientes do Contrato de Repasse nº 939460/2022, firmado com o Ministério do Turismo via Caixa Econômica Federal, somados à contrapartida do município, governo do Estado, bancada federal e aos recursos do contrato de empréstimo BRA-33/2022 do Fonplata (Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata), no âmbito do Programa Desenvolve Dourados.

Fonte: Assessoria

Educação midiática nas escolas é urgente, afirmam especialistas

Em meio ao avanço da desinformação, à proliferação de conteúdos manipulados por inteligência artificial e ao uso indiscriminado de dispositivos digitais por crianças e adolescentes, a discussão sobre a educação midiática ganha urgência nas escolas brasileiras.

O Projeto de Lei 1.010/2025, em tramitação no Congresso Nacional, reforça a necessidade de regulamentar e estruturar o uso de tecnologias no ambiente escolar; enquanto a publicação da Resolução CNE/CEB nº 2, de 21 de março de 2025, tornou obrigatória, em toda a educação básica, a integração curricular da educação digital e midiática e estabeleceu diretrizes nacionais para o uso de dispositivos digitais nas escolas.

O cenário internacional e nacional reforça a urgência do tema. O Fórum Econômico Mundial apontou a desinformação e os conteúdos alterados por inteligência artificial como o segundo maior risco global, atrás apenas dos eventos climáticos extremos.

No Brasil, o desafio é ainda mais evidente: o país ficou em último lugar em um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre a capacidade de identificar conteúdos falsos na internet, o “Questionário da Verdade”, realizado em 21 países.

Os dados de consumo de informação ajudam a dimensionar o problema. Segundo a Pesquisa de Percepção Pública da Ciência, do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), 73% dos brasileiros buscam informações sobre ciência, tecnologia, saúde e meio ambiente nas redes sociais, aplicativos de mensagens e plataformas digitais.

Ao mesmo tempo, 50,8% afirmam se deparar frequentemente com notícias que lhes parecem falsas. Em 2025, as redes sociais concentraram 78% dos anúncios, perfis e páginas fraudulentas identificados no país, de acordo com levantamento da Serasa Experian, que registrou mais de 37 mil tentativas de golpe digital ao longo do ano.

Proibir não resolve o problema

Diversos países ao redor do mundo discutem ou já aprovaram restrições ao acesso de menores às redes sociais, diante de preocupações com saúde mental, segurança e exposição à desinformação.

A partir desta terça-feira, 17 de março, começa a vigorar no Brasil a Lei 15.211/2025, chamada de “ECA digital”, que entre outros pontos, determina que contas de crianças e adolescentes de até 16 anos em redes sociais deverão ser vinculadas às contas de responsáveis, e proíbe a “autodeclaração” para acesso a conteúdo impróprio para menores em sites e plataformas.

Desde 2025, a restrição do uso de celulares nas escolas brasileiras passou a ser adotada como estratégia para reduzir distrações, melhorar a concentração e enfrentar problemas como cyberbullying e exposição excessiva às telas.

Na opinião de Audrey Taguti, diretora geral e pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo (SP), a medida tem contribuído para reorganizar o ambiente escolar e recuperar o foco pedagógico, mas a proibição, isoladamente, não responde à complexidade do cenário digital.

“Limitar o acesso precisa vir acompanhado de formação. Regular é importante, mas educar é fundamental. Não basta tirar o celular da mão do aluno dentro da escola se ele continua exposto a conteúdos manipulados fora dela. Precisamos ensinar como analisar, questionar e usar a tecnologia com responsabilidade”, afirma.

Escola é base para o desenvolvimento do senso crítico

É no ambiente escolar que crianças e adolescentes encontram espaço estruturado para aprender a diferenciar informação de opinião, identificar fontes confiáveis e compreender como circulam as notícias nas plataformas digitais. A escola, por reunir diversidade de ideias, mediação pedagógica e convivência coletiva, torna-se o ambiente mais adequado para o desenvolvimento do pensamento crítico.

Para Rodrigo Cunha, professor de Computer Science e Digital Literacy da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), a formação midiática precisa começar cedo.

“Embora essa geração seja frequentemente chamada de ‘nativa digital’, diversos estudos já demonstraram que familiaridade com tecnologia não significa, necessariamente, letramento digital. Saber usar aplicativos ou navegar nas redes não equivale a compreender criticamente como a informação circula, como algoritmos influenciam o que vemos ou como conteúdos podem ser manipulados.”

Segundo Cunha, os estudantes já chegam conectados, consumindo vídeos curtos, memes e conteúdos virais diariamente, mas precisam aprender a transformar esse consumo em reflexão estruturada. “A escola tem o papel de orientar essa transição. Trabalhamos não apenas para limitar distrações, mas para canalizar o foco para atividades digitais que produzam benefícios reais e aprendizados transferíveis para outras áreas do conhecimento.”

Rodrigo afirma que o objetivo vai além do uso técnico das ferramentas. “É fundamental desenvolver postura, segurança e responsabilidade no uso das plataformas, especialmente em um contexto de abundância de dados e conteúdos gerados por inteligência artificial. Precisamos ensinar como analisar fontes, identificar vieses, compreender o funcionamento dos algoritmos e usar a tecnologia com intenção, consciência e ética.”

Fonte: Assessoria

Vereadores de Dourados aprovam projetos e alteração na composição da Mesa Diretora

A Câmara Municipal de Dourados realizou, nesta segunda-feira (16), a sétima Sessão Ordinária do ano legislativo. Os trabalhos foram abertos com a participação da Sra Jocirlei Aparecida Guilherme, presidente da Associação Douradown, na Tribuna Livre, que discorreu sobre a Trissomia do 21 no município e a importância da conscientização da sociedade.

Na pauta de votação, foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 197/2025, de autoria da vereadora Karla Gomes (Podemos), que dispõe sobre a valorização dos protetores de animais abandonados no município. Segundo a proposta, protocolada em novembro passado, “o Poder Executivo poderá adotar medidas que priorizem o atendimento aos protetores de animais devidamente cadastrados, nos programas e ações ofertados pela Coordenadoria de Proteção e Bem-Estar Animal e pelo Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde, com vistas a facilitar o atendimento emergencial de primeiros socorros, a avaliação clínica e laboratorial, a vacinação e a esterilização dos animais sob sua responsabilidade, na forma da lei e observada a disponibilidade orçamentária”. O texto segue agora para sanção do prefeito Marçal Filho.

Os vereadores aprovaram também projeto que altera o dispositivo que disciplina a composição da Mesa Diretora

Os vereadores aprovaram também o Projeto de Emenda à Lei Orgânica 001/2026 que altera o dispositivo que disciplina a composição da Mesa Diretora da Câmara de Dourados para incluir o cargo de Segundo Vice-Presidente. Segundo o texto “esta Emenda à Lei Orgânica entra em vigor na data de sua promulgação, produzindo efeitos a partir da eleição da Mesa Diretora subsequente à sua aprovação”.

Atualmente, a Mesa é composta pela presidente Liandra Brambilla (PSDB), o vice Inspetor Cabral (PSD), o secretário Rogério Yuri (PSDB) e o segundo secretário Márcio Pudim (PSDB), com mandato até o fim de 2026, quando deve acontecer uma nova eleição para o biênio 2027/28.

OUTRA DENÚNCIA

Os vereadores presentes ainda analisaram o pedido de denúncia contra a vereadora Isa Marcondes (Republicanos), protocolada pela Sra Irionetti Fátima Ferreira. Segundo texto lido em plenário, contendo 67 páginas, a parlamentar teria divulgado informações falsas e inverídicas, disseminação de ódio, atentatórias à honra e à imagem da denunciante e sua empresa, extrapolando a competência fiscalizatória com conduta sensacionalista, desrespeitando o Regimento Interno. O pedido foi aprovado por dez votos a quatro.

Em seguida foi instaurada a Comissão Processante e, por sorteio, foram designados os vereadores Sargento Prates (PL) como presidente, Inspetor Cabral (PSD) como relator e Márcio Pudim (PSDB) como membro.

Fonte: Assessoria CMD

Ataque contra mulher trans expõe escalada da violência em MS, afirma Gleice Jane

O ataque brutal contra uma mulher trans em Ponta Porã e a sequência de feminicídios registrados nas últimas semanas em Mato Grosso do Sul reacenderam o debate sobre a escalada da violência contra mulheres no estado.

Diante desse cenário, a deputada estadual professora Gleice Jane (PT) defendeu que o enfrentamento à violência de gênero precisa sair do campo das discussões e se transformar em políticas públicas efetivas.

No último fim de semana, uma mulher trans de 29 anos foi vítima de tortura em Ponta Porã. Segundo a Polícia Civil, ela foi atraída até a casa de um casal sob o pretexto de receber pagamento por um serviço de limpeza. No local, foi espancada com socos, chutes e objetos e imobilizada pelos agressores.

De acordo com o boletim de ocorrência, um dos suspeitos pediu que a esposa aquecesse uma faca. Com o objeto quente, ele desenhou uma suástica nazista no braço da vítima, próximo ao ombro. Após as agressões, a mulher foi liberada sob ameaça de morte. O caso é investigado como tortura e lesão corporal.

Para a deputada, a violência sofrida pela vítima revela o nível de brutalidade que mulheres, especialmente mulheres trans, enfrentam.

“Esse caso é uma violência extrema, marcada pelo ódio e pela tentativa de desumanização. Nenhuma pessoa deveria passar por isso. Quando uma mulher é torturada por existir, toda a sociedade precisa se indignar”, afirmou.

Como parte das iniciativas para enfrentar a violência contra mulheres, a deputada é autora do Projeto Ampara, proposta que busca fortalecer a rede de proteção e acolhimento às vítimas.

A iniciativa prevê a criação de um protocolo de atendimento e acolhimento que articula diferentes instituições e espaços da sociedade para identificar situações de risco e encaminhar mulheres aos serviços de proteção.

“O Projeto Ampara nasce da necessidade de garantir que nenhuma mulher fique sozinha quando precisa de ajuda. Muitas vezes o feminicídio é o resultado de uma sequência de violências que poderiam ter sido interrompidas”, explicou.

Sequência de feminicídios 

O ataque acontece em meio a uma sequência de feminicídios registrados em Mato Grosso do Sul neste ano.

Em Ponta Porã, a enfermeira Liliane de Souza Bonfim Duarte, de 51 anos, foi morta a golpes de marreta dentro de casa pelo próprio marido, o subtenente do Corpo de Bombeiros Elianderson Duarte. Antes de ser atacada, Liliane ainda tentou proteger os três filhos do casal, pedindo que eles saíssem da casa. Dois adolescentes acabaram feridos na cabeça durante o ataque.

Em Anastácio, outro caso chocou o estado. Leise Aparecida Cruz foi encontrada morta dentro de casa. Inicialmente, o marido afirmou que se tratava de suicídio, mas durante as investigações acabou confessando que havia asfixiado a esposa.

Já em Paranhos, a indígena Ereni Benites, de 44 anos, morreu após um incêndio criminoso provocado dentro de sua casa. O principal suspeito é o ex-companheiro, que confessou ter iniciado o fogo usando um desodorante aerossol e um isqueiro.

Para Gleice Jane, a repetição desses crimes evidencia um padrão de violência que precisa ser enfrentado com urgência.

“Estamos vendo mulheres sendo assassinadas dentro de casa, por companheiros ou ex-companheiros. Isso mostra que a violência doméstica continua sendo uma das formas mais graves de violação dos direitos humanos no nosso país”, afirmou.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que Mato Grosso do Sul tem hoje a terceira maior taxa de feminicídio do Brasil. Entre 2021 e 2025, 181 mulheres foram assassinadas no estado por razões relacionadas ao gênero.

A parlamentar também destacou a importância de mobilizar toda a sociedade no combate à violência contra as mulheres. Nesse sentido, citou a campanha “Todos Juntos por Todas. Um pacto pela vida das mulheres”, iniciativa do governo federal que busca envolver instituições públicas, sociedade civil e especialmente os homens no enfrentamento ao feminicídio.

A campanha integra o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e reforça a necessidade de que homens também assumam responsabilidade no combate à violência de gênero, estimulando atitudes como interromper comportamentos violentos, dialogar com outros homens e denunciar agressões.

Tecnologia pode ajudar na proteção das vítimas

No âmbito nacional, novas propostas também buscam ampliar os mecanismos de proteção. Nesta semana, o Senado Federal aprovou um projeto que cria um sistema de monitoramento de agressores por meio de tornozeleiras eletrônicas integradas a sistemas de inteligência artificial.

A proposta prevê que a vítima seja alertada pelo celular caso o agressor descumpra a medida protetiva e se aproxime do perímetro onde ela está. O sistema também permitirá o acionamento automático das forças policiais.

Para Gleice Jane, medidas como essa podem contribuir para salvar vidas, mas precisam vir acompanhadas de investimento em políticas públicas e fortalecimento da rede de proteção.

“Não basta reconhecer que a violência existe. Precisamos agir para preveni-la. Isso significa fortalecer políticas de proteção, garantir acolhimento às vítimas e responsabilizar os agressores”, afirmou.

A deputada defende que enfrentar a violência de gênero exige compromisso permanente do poder público e da sociedade.

“Cada caso de feminicídio é uma tragédia que poderia ter sido evitada. Transformar indignação em ação é o caminho para proteger a vida das mulheres”, concluiu.

Fonte: Assessoria