quinta-feira, 14 de maio de 2026

Profissionais 50+ ganham espaço no mercado de trabalho

O mercado de trabalho brasileiro ainda encontra dificuldades para incluir profissionais mais experientes, mesmo com o avanço do envelhecimento da população.

Ao mesmo tempo, iniciativas voltadas ao público 50+ começam a ganhar espaço, com empresas adotando modelos mais flexíveis de contratação para facilitar a entrada desses profissionais.

Dados recentes do IBGE mostram que pessoas com 60 anos ou mais já representam cerca de 15,8% da população brasileira, um crescimento relevante em relação à última década, o que começa a redesenhar o perfil da força de trabalho no país.

Em alguns casos, o movimento ainda avança de forma gradual, mas cresce a percepção de que esse público traz repertório, visão de longo prazo e maior capacidade de lidar com diferentes situações do dia a dia. Uma das respostas tem sido a adoção de cadastros contínuos de currículos, que permitem manter uma base ativa de candidatos e agilizar contratações à medida que novas posições são abertas.

O Banco Mercantil, instituição financeira especializada no público 50+, trabalha nesse formato. Essa modalidade mantém oportunidades abertas de forma contínua para essa faixa etária e utilizando um cadastro de currículos que é consultado conforme surgem novas demandas.

Na prática, isso aparece no dia a dia das equipes. Diferentes trajetórias entram nas discussões e acabam influenciando a forma como os problemas são analisados e resolvidos.

Segundo Aline Carneiro, coordenadora de Recrutamento e Seleção do Banco Mercantil, a estratégia já faz parte da cultura da instituição. “Olhar para o público 50+ já faz parte do nosso dia a dia. Quando isso chega à contratação, conseguimos trazer para dentro do banco pessoas que entendem melhor o cliente que atendemos. Um dos exemplos é o Acelera+, lançado em 2025, que ampliou o programa de estágio para profissionais a partir dos 45 anos. Desde então, 41 pessoas dessa faixa etária passaram a integrar os times”, afirma.

“Ser estagiária 50+ no Banco Mercantil tem sido uma experiência transformadora. Voltar ao ambiente corporativo e aprender ao lado de diferentes gerações trouxe mais confiança e abriu novas possibilidades para a minha trajetória”, conta Júnia Oliveira, do time de Talentos e Cultura.

Já Suely Jovial, da agência do Mercantil em Londrina (PR), vê a oportunidade como um recomeço profissional.

“Chamo essa nova fase de recomeço. Após 37 anos de trabalho, veio a aposentadoria, e foi quando vi o anúncio da vaga no LinkedIn e resolvi encarar esse desafio. Pensei: ‘tenho experiência, posso contribuir e ainda aprender coisas novas’. Mesmo formada e com duas pós-graduações, encarei esse desafio como estagiária, afinal, sempre gostei de me sentir útil e não tenho pretensão de parar tão cedo. O trabalho e os desafios diários que ele traz me fazem sentir viva, atualizada, e com muitos sonhos a realizar. Nunca tive medo de recomeços, pois às vezes temos que dar 2 passos para trás para recomeçar. Sei que estou pronta para qualquer desafio”, compartilha.

Os interessados podem cadastrar seus currículos na plataforma de recrutamento do Banco Mercantil. As oportunidades são atualizadas ao longo do ano, de acordo com a demanda das áreas.

Fonte: Assessoria

 

Tempo começa a mudar hoje e frio pode chegar a 5°C nos próximos dias

O tempo segue quente e seco em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (7), mas o cenário começa a mudar já durante a noite com a aproximação de uma frente fria acompanhada por instabilidades e risco de temporais.

Municípios do extremo sul podem enfrentar temperatura na casa dos 5°C nos próximos dias.

Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), o avanço do sistema, aliado à atuação de um cavado pré-frontal e à formação de um ciclone extratropical conhecido popularmente como “ciclone bomba”, deve provocar chuva forte, rajadas de vento e queda acentuada nas temperaturas em praticamente todas as regiões do Estado.

Durante esta quinta-feira, o calor ainda predomina.

Em Campo Grande, os termômetros variam entre 20°C e 31°C. Em Dourados, a máxima chega aos 33°C, enquanto Corumbá pode atingir 34°C e Porto Murtinho, 35°C.

O tempo permanece com sol e aumento de nebulosidade ao longo do dia, mas as mudanças mais intensas começam entre a noite de quinta e a sexta-feira, quando a frente fria avança pelo sul do Estado trazendo pancadas de chuva, trovoadas e ventos que podem superar os 60 km/h em alguns municípios.

Os maiores volumes de chuva devem atingir a faixa sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul. E

Em Dourados, a previsão indica acumulado de até 39 milímetros entre sexta e sábado, com máxima despencando de 31°C nesta quinta para apenas 19°C no domingo.

Fonte: Campo Grande News

 

Mínimas podem chegar a 7°C com avanço da frente fria

Nos próximos dias, o frio deve ganhar força principalmente na região sul, com mínimas previstas abaixo dos 10°C em cidades como Ponta Porã, Dourados, Sete Quedas e Mundo Novo, segundo o Climatempo.

Os dados indicam que, já entre domingo (10) e segunda-feira (11), os termômetros podem marcar entre 7°C e 9°C nessas regiões. Em Ponta Porã, por exemplo, a mínima pode chegar a 7°C, enquanto Dourados e Mundo Novo devem registrar valores próximos de 8°C a 9°C.

Sete Quedas segue a mesma tendência, com manhãs frias e presença de nevoeiro.

O cenário é típico de avanço de massa de ar frio, com madrugadas geladas e tardes mais amenas. Apesar da queda acentuada nas mínimas, não há indicativo de chuva nesses dias, o que favorece a formação de nevoeiro ao amanhecer e à noite.

Na Capital, Campo Grande, o frio também aparece. As mínimas devem ficar entre 9°C e 11°C, ainda abaixo do padrão recente, mas sem atingir os níveis mais baixos previstos para o sul do Estado.

Já em Corumbá, no Pantanal, o impacto é ainda menor. As mínimas permanecem mais elevadas, na faixa dos 15°C a 17°C, mantendo o padrão de temperaturas mais altas na região.

Fonte: Campo Grande News

Outono começa com calor no Sul e em Mato Grosso do Sul

A estação do outono, que começa nesta sexta-feira (20), começará com calor em Mato Grosso do Sul e nos estados do Sul do país.

As áreas mais afetadas pelo calor deverão ser o Rio Grande do Sul e a área oeste dos estados de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As temperaturas máximas deverão chegar, nesses locais, aos 38°C na sexta-feira (20) e no sábado (21), ultrapassando a média climatológica para o período.

No entanto, no final de semana, instabilidades devem amenizar temporariamente o calor nessas regiões.

A partir de segunda-feira (23), porém, as temperaturas deverão voltar a subir, com retorno das condições de calor ainda mais intenso.

“A formação e permanência de um sistema de alta pressão nos médios e altos níveis da atmosfera, centrada entre o Mato Grosso do Sul e o sul do Brasil ao longo dos próximos dias (especialmente entre os dias 20 e 23 de março), inibe a formação de nuvens nessas regiões. Com a maior incidência de radiação solar, a tendência é de intensificação do aquecimento nessas áreas”, destaca o Inmet na previsão.

Fonte: Agência Brasil

O alerta de calor de grande perigo que pode atingir 6,5 milhões no Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para uma onda de calor que deve atingir 511 municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná a partir desta terça-feira (3).

As principais áreas atingidas serão as regiões oeste e norte de Santa Catarina; sudoeste, noroeste, nordeste e centro do Rio Grande do Sul; e as regiões sudoeste, centro e sudeste do Paraná.

As capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba e o litoral dos três Estados não serão atingidos pela onda de calor. Ao todo, a população destes 511 municípios é de mais de 6,5 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE.

O alerta vermelho é o de maior gravidade na escala do Inmet e indica situação de grande perigo.

Em casos de emergência, a Defesa Civil pode ser contatada pelo telefone 199.

Uma onda de calor é quando as temperaturas máximas ficam pelo menos 5°C acima da média histórica por cinco dias ou mais consecutivos, segundo critérios recomendados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) seguidos pelo Inmet.

O alerta vermelho do Inmet para esses municípios vale até sexta-feira (6/2).
Para outras partes do país, o Inmet prevê que as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do país ao longo do mês de fevereiro.

Nas regiões Norte e Sudeste, existe expectativa de chuvas acima da média durante o mês. Já no Sul e Centro-Oeste, haverá chuvas abaixo da média histórica.

Cuidados com a saúde
 
O Inmet alerta que ondas de calor aumentam o risco de desidratação, exaustão térmica e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias.

Sensações de cansaço, lentidão, tontura e mal-estar podem ser sinais de que o corpo está tendo dificuldade para lidar com o excesso de calor, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

A recomendação das autoridades é reforçar a hidratação, evitar exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia e buscar ambientes ventilados sempre que possível. Em caso de sintomas mais intensos, a orientação é procurar atendimento médico ou acionar a Defesa Civil.

Fonte: Portal G1

 

Até quando vai o calor extremo no país? Veja previsão

O calor extremo que afeta quase todo o país não deve dar trégua até o fim do ano, segundo os meteorologistas. A expectativa é de que a chegada de 2026 seja sob altas temperaturas..

🔴 E atenção: nem mesmo as noites devem ser mais frescas na maior parte das capitais nos próximos dias. Isso porque com as máximas altas ao longo do dia, as mínimas não conseguem chegar a patamares mais baixos.

⛈️É só no fim da primeira semana do ano que vamos ver o aumento da nebulosidade e de chuva, especialmente no Sudeste. Com isso, os máximas devem baixar — apesar de os dias ainda permanecerem quentes.

☀️🌧️Previsão para o Centro-Oeste
No domingo (28), a chuva ganha força em alguns momentos, especialmente no período da tarde, e a máxima fica em torno de 30 °C, ainda com sensação de abafamento.

Na segunda-feira (29), o tempo segue instável, com sol entre nuvens, pancadas de chuva mais frequentes e máxima próxima de 31 °C.

Já na terça-feira (30), a previsão indica chuva em vários períodos do dia, com temperaturas entre 22 °C e 30 °C.

De forma geral, em todo o Centro-Oeste, não há indicação de queda significativa nas temperaturas nos próximos dias.

Por que isso está acontecendo?

Segundo os meteorologistas, esse quadro está ligado à atuação de uma massa de ar quente sobre grande parte do país.

Isso faz com que as temperaturas já altas do verão cheguem a índices extremos, batendo recordes, como vimos nos últimos dias.

O cenário ainda se agrava nas capitais, principalmente nas áreas mais povoadas, em que há uma maior concentração de concreto, asfalto e pouca presença de árvores. Esse cenário retém o calor, tornando essas áreas ainda mais quentes.

Por causa dessa massa de ar quente, na última sexta (26), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso vermelho de grande perigo para onda de calor que vale até a noite da próxima segunda-feira (29). O alerta abrange oito Estados.

Esse é o grau mais alto na escala do Inmet. Veja:
🟡 Amarelo: perigo potencial
🟠 Laranja: perigo
🔴 Vermelho: grande perigo

O Inmet avisa que o calor extremo traz riscos à saúde. Em períodos de calor, é comum sentir o corpo mais lento, cansado e até tonto. Mas os efeitos das altas temperaturas vão muito além do desconforto (Entenda os sinais e o que fazer para proteger seu corpo do calor).

🌡️ Os meteorologistas definem que uma onda de calor acontece quando a temperatura fica pelo menos 5ºC acima da média por um período de cinco dias ou mais.

Fonte: Portal G1
 

Com início neste fim de semana, verão terá menos chuva e mais calor

O verão começa no próximo domingo (21), às 12h03 (horário de Brasília), e deve ser de chuvas um pouco abaixo da média e temperaturas mais altas do que o normal em boa parte do país, segundo a Climatempo.

☀️Caracterizado pela elevação da temperatura em todo o país, no verão os dias se tornam mais longos do que as noites e as mudanças rápidas nas condições do tempo são comuns.

A estação mais quente do ano se estende até as 11h45 do dia 21 de março de 2026 e não deve ter influência de fenômenos climáticos como o El Niño e o La Niña.

“O episódio de La Niña que predominou na primavera vai terminar até o fim de janeiro de 2026. Assim, a maior parte do verão 25/26 será em modo de neutralidade no oceano Pacífico Equatorial”, explica a meteorologista da Climatempo, Josélia Pegorim.

Segundo os meteorologistas, um outro sistema deve ter muito impacto no clima no Brasil ao longo do verão: a Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul (ASAS).

🌀A Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) é um grande anticiclone, isto é, uma região na atmosfera onde a circulação dos ventos é anti-horária. Ela se localiza permanentemente entre o Brasil e a África e faz parte da circulação atmosférica global.

O sistema influencia o clima em parte do Brasil durante todo o ano, mas, quando está mais próximo do que o normal do país, as regiões Sudeste, parte do Nordeste e do Centro-Oeste têm redução nas chuvas.

“Como todo sistema de alta pressão atmosférica, o ASAS deixa o ar mais seco, o que reduz a nebulosidade e as condições para a chuva”, detalha Josélia.

A ASAS também dificulta a formação de grandes áreas de instabilidade, que provocam chuva persistente por vários dias. Além disso, causa irregularidade nas tradicionais pancadas de verão.

Verão menos chuvoso

Assim, principalmente por conta da influência desse sistema, o verão deste ano deve ser marcado por chuvas abaixo da média para a estação.

Segundo a Climatempo, os meses de janeiro e fevereiro devem ter temporais em todas as regiões do país, mas de forma irregular. Já em março, a tendência é de maior regularidade nas chuvas.

Temperaturas acima da média

Além da previsão de chuva abaixo da média em boa parte do país, a expectativa é que as temperaturas fiquem mais altas do que o normal para o período em grande parte do Brasil.

🌡️Por conta da ASAS, a estação deve ter uma maior ocorrência de veranicos, isto é, uma sequência de dias com temperaturas mais elevadas do que o normal.

Áreas do Sul e da fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai devem enfrentar períodos especialmente quentes, e que podem ser classificados com onda de calor.

Fonte: Portal G1

Marcado pela seca, inverno de 2025 foi mais frio que nos últimos 20 anos

A onda de calor dos últimos dias já mandou o recado: o inverno está acabando. Oficialmente, a estação termina no próximo domingo, 21. Neste ano, o período foi mais seco e registrou as temperaturas mais baixa em duas décadas. Os amantes do frio não tiveram do que reclamar em 2025.

De acordo com o meteorologista Ricardo de Camargo, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, os termômetros ficaram próximos da média histórica registrada entre 1991 e 2000.

“Comparado com os invernos imediatamente anteriores, nós tivemos um inverno mais frio, mais característico dessa época do ano, como se conhecia há umas duas décadas”, explica o especialista. Junho foi o mês que mais chamou a atenção, com anomalias negativas de temperatura especialmente no Sul do Brasil, mas com reflexos também em São Paulo.

Apesar das entradas frequentes de frentes frias, a chuva foi escassa. “Choveu menos que o normal nessa época do ano, que já é o período seco. Faltou organização da chuva pela entrada das frentes frias”, afirma Camargo. No Centro-Oeste e no Sudeste, a estiagem foi intensa, deixando reservatórios em níveis semelhantes aos de 2013 e 2014.

O meteorologista observa que essa condição de solo “muito mais seco que o normal” pode estar relacionada às mudanças climáticas, que vêm alterando o regime de precipitações. “Não temos mais aquela condição tão estável de período seco bem definido e período chuvoso bem definido”, ressalta.

Segundo Camargo, o saldo do inverno de 2025 foi marcado por frio mais prolongado em relação aos últimos anos e precipitação abaixo da média, o que reforça o alerta para a necessidade de monitoramento constante dos reservatórios e atenção à questão hídrica.

Fonte: Portal Terra

Defesa Civil alerta para calor elevado, chuvas irregulares e risco de tempestades na primavera

A Prefeitura de Dourados, por meio da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, divulgou o prognóstico climático para a primavera de 2025 em Mato Grosso do Sul, referente ao trimestre de outubro, novembro e dezembro.

O levantamento foi realizado pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima do Estado (Cemtec). A nova estação tem início em 22 de setembro e segue até 21 de dezembro, caracterizada como período de transição entre o inverno seco e o verão chuvoso, além de marcar o reflorescimento da flora.

Em Mato Grosso do Sul, a primavera costuma registrar algumas das temperaturas mais elevadas do ano, com destaque para outubro, historicamente o mês mais quente.

A previsão aponta que o trimestre será ligeiramente mais quente que o normal, aumentando a chance de ondas de calor, especialmente em dias de pouca nebulosidade e ausência de chuva. Diante desse cenário, a Defesa Civil reforça cuidados básicos, como evitar exposição solar nos horários mais críticos, ingerir bastante água e manter ambientes bem ventilados.

Outro ponto de atenção é a maior frequência de tempestades severas, acompanhadas de chuvas intensas, ventos fortes, descargas elétricas e, em alguns casos, granizo.

Para reduzir riscos, a população deve adotar medidas preventivas, como a limpeza de calhas e quintais, poda de árvores em áreas vulneráveis e atenção redobrada durante tempestades. A Defesa Civil já emite avisos em situações de risco e, em breve, em parceria com o Governo do Estado, lançará um novo canal de comunicação, que será divulgado no site da Prefeitura.

Vale recordar que de forma inédita em Dourados, a Prefeitura, por meio do Instituto Municipal de Meio Ambiente (Imam), realiza ações de supressão de árvores condenadas que apresentam risco de queda, visando aumentar a segurança de pedestres, veículos e imóveis, especialmente durante chuvas e ventos fortes.

O levantamento climático também aponta que as chuvas devem se apresentar de forma irregular em grande parte do estado, podendo ficar acima ou abaixo da média histórica. Apenas a região sudeste tem tendência de registrar índices ligeiramente abaixo do esperado.

Outro fator relevante é a atuação do fenômeno La Niña, com 71% de probabilidade de ocorrência entre outubro e dezembro. Apesar de sua influência indireta no clima sul-mato-grossense, o fenômeno pode intensificar extremos climáticos e contribuir para variações no regime de chuvas.

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil reforça seu compromisso com a prevenção, proteção e segurança da população de Dourados diante dos desafios climáticos da nova estação.

Fonte: Assecom

Estiagem prolongada e altas temperaturas elevam risco de incêndios florestais

Mato Grosso do Sul atravessa um período de forte criticidade climática, caracterizado pela combinação de estiagem prolongada, temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar.

De acordo com análise técnica elaborada pelo Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), esse cenário tem intensificado de forma significativa o risco de ocorrência e propagação de incêndios florestais em diferentes regiões do Estado.

Conforme a análise do Cemtec, nos últimos dias, a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica tem mantido o tempo estável, com céu claro a parcialmente nublado, ausência de chuvas e forte insolação.

As temperaturas máximas superaram os 38°C em diversas localidades, enquanto a umidade relativa do ar caiu para índices entre 8% e 15% em municípios como Amambai, Ponta Porã, Três Lagoas e Bataguassu. Valores abaixo de 30% já são considerados extremamente secos, favorecendo a propagação do fogo.

A situação é agravada pela ausência de precipitações significativas. Em Campo Grande, Coxim, Corumbá, Dourados, Ivinhema, Paranaíba e Três Lagoas, não chove de forma expressiva há mais de 37 dias. Porto Murtinho lidera o registro, com 94 dias sem acumular mais de 10 mm de chuva.

O monitoramento meteorológico do Cemtec mostra que, em municípios como Três Lagoas, Paranaíba e Coxim, as condições críticas persistem há pelo menos 13 dias consecutivos, com temperaturas acima de 30°C e umidade relativa inferior a 30%. Essa combinação forma o chamado “triângulo do fogo”, em que calor e ar seco criam ambiente altamente favorável à ignição e rápida propagação das chamas.

Para os próximos dias, os índices de perigo de fogo permanecem em nível extremo, situação que representa alta probabilidade de incêndios de difícil controle, mesmo com emprego de meios aéreos. Já as previsões sazonais apontam para continuidade das condições adversas. Entre outubro e dezembro de 2025, a tendência é de temperaturas acima da média e chuvas mal distribuídas, o que deve prolongar a vulnerabilidade ambiental.

A conclusão da análise é de que Mato Grosso do Sul enfrenta um cenário crítico, que exige atenção redobrada para medidas preventivas, estratégias de mitigação e fortalecimento da capacidade de resposta, de modo a reduzir impactos ambientais, sociais e econômicos associados aos incêndios florestais.

Fonte: Portal do MS

Frente fria derruba temperaturas no sul de MS e tempo seco predomina no fim de semana

Mato Grosso do Sul terá um fim de semana marcado por contrastes climáticos. A passagem de uma frente fria nesta sexta-feira (5) derruba as temperaturas na região sul do Estado, enquanto o calor persiste nas áreas do norte, leste e Bolsão.

Já entre sábado (6) e domingo (7), o predomínio será de tempo firme e seco, mas com baixa umidade relativa do ar. Porém, a próxima semana começa com previsão de chuvas e possíveis tempestades devido ao avanço de uma nova frente fria.

A previsão indica sol entre nuvens e possibilidade de pancadas de chuva isoladas para esta sexta. O destaque do dia é a queda brusca das temperaturas no sul: em Ponta Porã e Porto Murtinho, os termômetros não devem passar de 17°C, enquanto no norte, em municípios como Paranaíba e Coxim, a máxima pode chegar a 35°C.

Na região sul, cone-sul e Grande Dourados, as mínimas variam entre 10°C e 14°C, podendo cair ainda mais em pontos isolados, e máximas entre 17°C e 26°C. No Pantanal e sudoeste, as mínimas ficam entre 13°C e 17°C, e máximas entre 18°C e 26°C. Em Campo Grande, a mínima prevista é de 18°C e a máxima entre 30°C e 32°C.

Fim de semana seco e com frio nas manhãs

Entre sábado e domingo, um sistema de alta pressão atmosférica mantém o tempo firme em praticamente todo o estado. Apesar do sol, a umidade relativa do ar deve cair para valores críticos, entre 15% e 35%, principalmente nas regiões norte, bolsão e pantaneira.

As manhãs devem ser frias no sul, com mínimas entre 8°C e 11°C. Ao longo do dia, as máximas sobem, variando de 20°C a 29°C. Em Campo Grande, os termômetros devem marcar mínimas entre 15°C e 18°C e máximas entre 28°C e 33°C. Nos municípios do bolsão e norte, o calor segue intenso, com temperaturas chegando a 37°C.

Segunda-feira com chance de temporais

Na próxima segunda-feira (8), o tempo muda novamente. O sol aparece, mas a nebulosidade aumenta gradualmente, e há previsão de chuvas fracas a moderadas em várias regiões.

Pontualmente, podem ocorrer tempestades com raios e rajadas de vento, principalmente no sul, devido à chegada de uma nova frente fria combinada com áreas de baixa pressão e o transporte de calor e umidade.

As temperaturas sobem em relação ao fim de semana: no sul, mínimas entre 17°C e 19°C e máximas de até 33°C; no Pantanal, termômetros entre 17°C e 22°C pela manhã e máximas de 38°C à tarde. Em Campo Grande, a mínima fica entre 21°C e 23°C, com máxima de 34°C a 36°C.

Fonte: Portal do MS

Nova onda de frio pode atingir registro de 0°C em algumas localidades

A chegada de uma frente fria promete chuva e temperaturas muito baixas em Mato Grosso do Sul, no fim de semana em que se comemora o Dia dos Pais. Os termômetros podem chegar a zero grau em algumas localidades das regiões Sul e Cone-Sul do Estado, conforme Boletim Meteorológico do Cemtec/MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

A massa de ar frio começa a ser sentida já nesta sexta-feira (8), com mínimas de até 8°C nas regiões Sul, Cone-Sul e Grande Dourados, no sábado (9) cai para 3°C nas mesmas regiões e no domingo deve ficar em 5°C. Em Campo Grande, as temperaturas mínimas podem ficar entre 8°C e 6°C nos próximos dias.

As máximas não passam de 22°C na Capital. Com temperatura abaixo de 4°C e combinada com outras variáveis, como céu aberto e ausência de vento, pode ocorrer geada. Já as chuvas podem atingir sobretudo a metade norte do Estado.

Diante da probabilidade de frio intenso, a Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal), também vinculada à Semadesc, alerta para os riscos da hipotermia que tem matado milhares de cabeças de gado nos anos anteriores.

A hipotermia é causada pela exposição prolongada a baixas temperaturas, especialmente em animais debilitados ou mal-nutridos, alerta a Iagro em Nota Técnica. A falta de suplementação alimentar adequada, a ausência de abrigos contra intempéries, além de aspectos relacionados à idade, raça e localização dos animais na propriedade são fatores que agravam a situação.

No ano passado a hipotermia matou mais de 3 mil bovinos em 38 ocorrências registradas em 14 municípios. Em 2023 morreram pelo mesmo motivo 2.725 bovinos em fazendas de Mato Grosso do Sul. O risco, portanto, é real e alguns cuidados devem ser tomados para proteger o rebanho do frio.

A colaboração dos produtores é essencial para manter a sanidade do rebanho, garantir a segurança sanitária e alimentar do Estado, bem como preservar a credibilidade do setor produtivo de Mato Grosso do Sul no mercado nacional e internacional.

As medidas preventivas recomendas pela Iagro aos produtores para prevenir da hipotermia são: garantir suplementação alimentar suficiente, especialmente nos períodos secos e durante as frentes frias; providenciar abrigos ou áreas protegidas para minimizar os efeitos de condições climáticas extremas; manter o acompanhamento veterinário regular do rebanho; e seguir rigorosamente o calendário oficial de vacinação e manejo sanitário.

Em caso de mortalidade anormal de bovinos, a notificação deve ser realizada pelos canais oficiais da Iagro descritos na seguinte Nota Técnica.

Fonte: Portal do MS

Frente fria avança e muda o tempo em Mato Grosso do Sul

Os próximos dias em Mato Grosso do Sul serão marcados por variações nas condições climáticas, com previsão de tempo firme em grande parte do período, mas também com possibilidade de instabilidades pontuais, segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima).

As temperaturas previstas são:

• Sul, cone-sul e Grande Dourados: mínimas de 12°C a 16°C e máximas de 19°C a 28°C;
• Sudoeste e Pantanal: mínimas de 14°C a 18°C e máximas de 18°C a 27°C;
• Bolsão, leste e norte: mínimas de 15°C a 18°C e máximas de 27°C a 30°C;
• Campo Grande: mínimas de 16°C a 18°C e máximas de 26°C a 29°C.

. Esse cenário é resultado da combinação entre o transporte de calor e umidade, áreas de baixa pressão e a passagem de cavados.

Nesta segunda-feira (23), com o avanço de uma massa de ar frio, as temperaturas sofrem queda acentuada, caracterizando o fenômeno conhecido como mínima invertida, quando o dia começa com temperaturas mais altas e esfria ao longo das horas.

Amanhã (24), são esperadas as temperaturas mais baixas do período, com mínimas entre 0°C e 2°C e possibilidade de geadas, especialmente no sul do estado.

Os ventos atuam inicialmente do quadrante norte e mudam para sul ao longo desta segunda-feira, com intensidade entre 40 e 60 km/h e rajadas pontualmente mais fortes.

Ainda de acordo com o Cemtec, entre os dias 26 e 27, há probabilidade de avanço de uma nova frente fria, que deve reforçar o ar frio e manter as temperaturas baixas em Mato Grosso do Sul até o fim do mês.

Fonte: Portal do MS

Frente fria começa a avançar pelo Brasil e deve pôr fim à onda de calor

O avanço de uma frente fria pelo Brasil ao longo deste fim de semana deve pôr fim à onda de calor que atua no país desde o fim de fevereiro. A previsão é que o sistema traga alívio para as regiões mais afetadas pelo calor extremo, segundo o Climatempo. Também há possibilidade de chuva e redução de temperaturas.

A expectativa é que a frente fria comece a atuar na noite do sábado, 8, no Sul do país, começando pelo Rio Grande do Sul. Ao longo do fim de semana, ela se estende em direção ao Sudeste, e chega de vez à região na segunda-feira, 10.

Existe ainda a possibilidade de temporais isolados no RS, mas o calor ainda deve persistir durante o dia. No domingo, 9, a frente fria pode provocar temporais nos três estados do Sul.

Quando termina a onda de calor?

A onda de calor continua até domingo, 9. Isso porque a frente fria precisa se deslocar mais para quebrar o bloqueio atmosférico, que é responsável pela longa sequência de dias quentes.

Os bloqueios atmosféricos são sistemas de alta pressão que ficam em níveis médios da atmosfera. Eles são responsáveis por intensificar a circulação do ar de cima para baixo, e favorecem o calor, impedindo a formação de nuvens de chuva. Os bloqueios também dificultam o avanço de frentes frias pelo interior do país.

Essa é a quinta onda de calor neste ano que afeta boa parte dos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiros.

Segundo o Climatempo, o fenômeno é responsável por deixar as temperaturas máximas de 5 a 7ºC acima da média em parte do Sul, em Mato Grosso do Sul e São Paulo.

O fim de semana ainda deve ser de muito calor no Sudeste, com chuva apenas na segunda-feira, 10.

No Centro-Oeste, os próximos dias também devem ser quentes, mas a chuva pode chegar já no domingo à noite. É possível que a frente fria provoque chuva forte principalmente no Mato Grosso do Sul.

Fonte: Portal Terra

 

Fim de semana terá tempo estável e aumento da temperatura em MS

A previsão para este fim de semana em Mato Grosso do Sul é da volta do tempo estável e aumento da temperatura, podendo chegar a 37°C no Estado, além de baixos valores da umidade relativa do ar.

Nesta sexta-feira (22) ainda segue com chuvas de intensidade fraca e moderada, com tempestades pontuais.

De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS), o tempo instável desta sexta ocorre devido a disponibilidade de umidade e a atuação de áreas de baixa pressão atmosférica que favorecem a formação deste cenário.

No sábado (23) e domingo (24) a previsão é de tempo firme com sol, devido a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica.

As temperaturas voltarão a subir, seguindo assim até a próxima quarta-feira (27). A umidade relativa do ar fica entre 15% e 45%. No entanto não se descartam tempestades pontuais, principalmente nas regiões norte, noroeste e nordeste do Estado.

Estão previstas entre 20-23°C e máximas entre 32-35°C nas regiões sul, leste e sudeste do Estado. Já para as regiões sudoeste e pantaneira sudoeste esperam-se mínimas entre 24-26°C e máximas entre 32-37°C. Na Capital a mínima será de 22°C e máxima de 33°C. os ventos devem ficar entre 30-50 km/h, pontualmente podem superar os 50 km/h.

Fonte: Portal do MS