sábado, 18 de abril de 2026

Ciclone chega ao litoral catarinense nesta terça

O mau tempo está longe de aliviar no litoral catarinense. Depois da chuvarada que causou estragos e alagamentos na região desde a manhã de segunda-feira, a Defesa Civil estadual alerta para a chegada de um ciclone a partir da tarde desta terça-feira, junto com o avanço de uma frente fria.

Segundo a previsão, os temporais começam pelo oeste entre a manhã e o início da tarde e avançam ao longo do dia para as outras regiões do estado. Nos planaltos e no litoral, a chuva mais forte deve aparecer entre a tarde e noite, com risco de alagamentos e danos por causa do vento.

A quarta-feira deve ter mudança no tempo com o afastamento da frente fria, mas o ciclone extratropical na costa do Rio Grande do Sul e do Uruguai deve reforçar os ventos do centro para o leste de Santa Catarina. Esse sistema também empurra uma massa de ar mais frio, o que derruba as temperaturas no estado.

No litoral, a sensação de abafamento ainda pode continuar nas horas mais quentes, mas a queda deve ser sentida à noite. As mínimas ficam entre 15 e 17 graus, enquanto as máximas variam entre 20 e 27 graus.

O mar também segue mexido. Nesta terça-feira, as ondas ficam entre 2 e 2,5 metros e podem chegar a 3 metros em alto-mar. Na quinta-feira, o vento volta a apertar no litoral e as ondas podem subir para até 3,5 metros.

A Defesa Civil orienta a população a buscar abrigo durante os temporais e a ficar longe de janelas, árvores, placas, muros e postes. Em caso de alagamento, a recomendação é não atravessar ruas tomadas pela água nem pontes e pontilhões submersos. Também é importante ficar atento a sinais de deslizamento e evitar atividades no mar enquanto a agitação continua.

Região segue no sufoco

Balneário Camboriú, Camboriú, Itapema e Itajaí já sentiram o peso da chuvarada desde segunda-feira. Em Balneário Camboriú, o acumulado passou de 156 milímetros em 24 horas. Em Camboriú, ficou acima de 125 milímetros no mesmo período. Em Itapema, foram mais de 124 milímetros em 24 horas, com os maiores estragos no centro e em Ilhota.

Em Itajaí, a situação apertou entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça-feira. Os bairros mais afetados foram Santa Regina, Portal 1, Portal 2 e Espinheiros. Segundo a Defesa Civil municipal, o acumulado chegou a 207,20 milímetros entre 19h30 e 3h51. Uma família ficou desabrigada.

A chuvarada também mexeu com a rotina das escolas. Balneário Camboriú e Camboriú suspenderam as aulas em toda a rede municipal na segunda-feira.

Nesta terça, as aulas voltaram na maior parte das escolas de BC, exceção do CEM Taquaras e do NEI Odácia Tereza Damázio. O NEI Odácia Tereza Damázio retoma as atividades às 13h30, mas o Berçário I e o Jardim I seguem sem aula.

No CEM Taquaras, as aulas da tarde continuam suspensas por falta de energia. Em Itapema, a suspensão atingiu o CMEI Soldadinho de Chumbo, na rua 115B, e a Emeti Maria Inez de Oliveira, no bairro Ilhota.

Em Itajaí, as aulas da rede municipal foram suspensas na manhã de terça-feira. À tarde, 11 unidades seguem com as atividades paradas para limpeza e manutenção.

Agora, as cidades correm para limpar ruas, consertar estragos e retomar a rotina depois da chuvarada.

Fonte: Diarinho

 

Como os EUA usam IA para lançar ataques letais em minutos

Os Estados Unidos têm recorrido a um aliado não convencional na campanha contra o Irã: a inteligência artificial. No centro dessa estratégia está o Project Maven, sistema que cruza dados e imagens para identificar alvos e mapear o cenário de combate.

Quando foi criado em 2017, o projeto surgiu para apoiar analistas militares diante da avalanche de imagens geradas por drones. Até então, o trabalho era feito manualmente: operadores precisavam examinar quadro a quadro para identificar possíveis indícios.

Agora, o projeto é visto pelo governo dos EUA como um facilitador da tomada de decisão no campo de batalha. Isso porque, ao analisar dados como imagens de satélite e registros de drones, reúne dados em uma única tela, filtra informações, identifica possíveis alvos e sugere como atacá-los.

No mundo das big techs, o Project Maven sofre críticas éticas pelo uso de IA para ações militares.

Como é na prática?

Uma demonstração do Departamento de Defesa em março mostrou como funciona a plataforma.

Veja o passo a passo:

Integração de dados: o sistema reúne informações de sensores e imagens em uma única tela, permitindo visão do campo de batalha.

Filtragem: o operador seleciona e organiza os dados na própria interface.

Identificação de alvos: ao detectar um elemento suspeito, o sistema transforma a informação em um alvo.

Classificação: os alvos são organizados por tipo, o que orienta a tomada de decisão.

Sugestão de ataque: a plataforma cruza dados e indica escolhas.
Decisão e ação: o operador escolhe uma das opções e inicia a operação.

Execução integrada: todo o processo ocorre no mesmo sistema.

Segundo o chefe de IA do departamento, Cameron Stanley, graças ao programa, o que antes exigia programas diferentes e horas de trabalho humano agora leva minutos.

“Estávamos fazendo isso em cerca de oito ou nove sistemas, onde humanos estavam literalmente movendo detecções de um lado para o outro para chegar ao nosso estado final desejado”, disse.

Do Google à Palantir

A Palantir é a empresa responsável pelo software de IA que alimenta o projeto. Mas essa não foi sempre a realidade.

Quando o projeto começou, em 2017, o Google era responsável pelo seu desenvolvimento. Mas questões éticas acerca do uso de IA em conflitos armados fizeram a big tech desistir.

Em 2018, mais de 3 mil funcionários da empresa assinaram uma carta aberta para denunciar que o contrato ultrapassava uma linha vermelha. De acordo com a AFP, engenheiros da empresa chegaram a pedir demissão.

Isso fez com que o Google se recusasse a renovar o contrato. A empresa, então, publicou uma carta ética sobre IA que excluía qualquer participação em sistemas de armamento.

Em fevereiro do ano passado, contudo, a empresa alterou sua política de inteligência artificial (IA) e removeu uma cláusula que proibia o uso da tecnologia para o desenvolvimento de armas e vigilância.

Após a desistência do Google, a Palantir ocupou o lugar no projeto. Desde então, passou a liderar o fornecimento do Project Maven, com sua tecnologia de inteligência artificial formando a base central de funcionamento do programa.

A Palantir é uma empresa americana de tecnologia especializada em análise de dados, conhecida por softwares usados por governos e forças de segurança. A empresa é alvo de críticas por fornecer tecnologia ao ICE, usada em operações contra imigrantes e alvo de debates sobre direitos civis.

Os resultados
 
O Pentágono e a Palantir se recusaram comentar sobre o desempenho do Maven na guerra com o Irã. Entretanto, segundo a AFP, o ritmo dos ataques americanos mostra que o projeto provavelmente acelerou o processo de seleção de alvos e de disparo.

Nas primeiras 24 horas da Operação Fúria Épica, iniciada em 28 de fevereiro, as forças americanas atingiram mais de mil alvos.

Uma reportagem publicada pelo jornal norte-americano The New York Times em 2024 aponta que o Maven enfrentou o seu primeiro teste real na Guerra da Ucrânia, mas ali o software enfrentou um problema.

Segundo o jornal, a guerra evidenciou que é difícil aplicar tecnologia avançada em um conflito que ainda se parece com guerras do passado, baseadas em trincheiras e artilharia pesada.

Fonte: Portal G1

Tripulação deve chegar à Terra na sexta após sobrevoarem lado oculto da Lua

A tripulação da missão Artemis II está retornando para a Terra após realizarem o feito histórico de atingirem a maior distância para o nosso planeta na noite da última segunda-feira, 6, ao sobrevoarem o lado oculto da Lua.

A viagem de volta deverá durar quatro dias, com previsão de que os astronautas pousem no Oceano Pacífico na sexta-feira, 10.

Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, os tripulantes da missão Artemis II, da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço dos Estados Unidos (Nasa), são agora os humanos que viajaram mais longe do planeta Terra. O recorde foi batido às 14h56, no horário de Brasília, de segunda-feira.

A missão bateu a distância feita pela Apollo 13, em 1970, já que os astronautas da Artemis II passaram por trás da Lua, sobrevoando uma parte nunca antes vista. Neste momento, a tripulação perdeu o contato com a Terra durante 40 minutos.

A Apolo 13 atingiu 400.171 km da Terra ao pousar na Lua, enquanto a Artemis II ultrapassou a distância em 6,6 mil km, atingindo uma distância máxima de 406.771 quilômetros.

Depois de atingirem o marco, os astronautas da Artemis II receberam uma ligação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda no espaço. “Os humanos realmente nunca viram nada como o que vocês estão fazendo. É realmente especial”, disse o republicano.

“Os Estados Unidos não terão rivais no espaço ou em qualquer coisa que estejamos fazendo, e continuaremos liderando o caminho nesta jornada para as estrelas, esta incrível jornada para as estrelas”, complementou Trump.

“Vimos coisas que nenhum ser humano jamais viu, nem mesmo a Apollo, e isso foi incrível para nós”, disse o comandante Reid Wiseman, respondendo a uma pergunta de Trump sobre qual a parte mais inesquecível da missão.

Fonte: Portal Terra

 

Busca por desconto no IPVA cresce e autistas lideram a procura pelo benefício em MS

Em Mato Grosso do Sul, o que antes era ausência começa a se transformar em política pública efetiva. E, para milhares de famílias, isso significa algo essencial, ser visto, ser reconhecido e, finalmente, ser incluído.

A deputada Lia Nogueira (PSDB) tem se consolidado como a principal voz em defesa das famílias atípicas, levando o autismo para o centro do debate na Assembleia Legislativa. Mais do que garantir benefícios, sua atuação tem ampliado a discussão sobre a necessidade de políticas públicas permanentes, capazes de atender, com dignidade, quem convive diariamente com o cuidado.

Esse movimento não se resume a uma única iniciativa. Além da Lei nº 6.241/2024, que garantiu o desconto de 60% no IPVA, a parlamentar também tem apresentado e defendido propostas voltadas à ampliação de direitos para pessoas com autismo, desde projetos que fortalecem o acesso a serviços essenciais até medidas que priorizam atendimento e inclusão em diferentes áreas.

Parte dessas propostas já está em tramitação na Assembleia, reforçando um trabalho contínuo em favor das famílias atípicas.

A mudança ganhou força com a sanção da lei que passou a garantir o desconto no IPVA para pessoas com deficiência, incluindo, de forma mais efetiva, o público com autismo, que até então não tinha acesso ao benefício. Desde então, o impacto é visível.

Os números confirmam essa virada. Em 2026, Mato Grosso do Sul contabiliza cerca de 7 mil beneficiários ativos com o desconto. Entre os novos cadastros realizados a partir de 2024, pessoas com autismo já representam 43,7%, liderando a procura pelo benefício. Na sequência, aparecem pessoas com deficiência física (32,3%), além de casos de deficiência visual, síndrome de Down e deficiência mental, evidenciando o alcance ampliado da política pública.

A evolução também chama atenção. Após anos de crescimento tímido, o número de novos beneficiários praticamente dobrou entre 2023 e 2024 e seguiu em alta em 2025. Desde então, o estado acumula um aumento de 35,4% no total de contemplados, evidenciando o alcance da medida e sua capacidade de chegar, de fato, a quem precisa.

Para as famílias, no entanto, o impacto não cabe apenas em estatísticas. Ele se traduz em escolhas possíveis. Mãe de uma criança autista, Ariane Valensuela descreve, com sensibilidade, o que o benefício representa no dia a dia.

“A gente vive uma rotina de muitos custos, muitas renúncias. Esse desconto no IPVA faz diferença de verdade, porque é um valor que conseguimos direcionar para o que nossos filhos precisam, seja uma alimentação específica ou medicamento. É um alívio que chega na vida real.”

A deputada Lia Nogueira reforça que a lei nasceu da escuta ativa dessas famílias e da urgência em corrigir uma desigualdade histórica.

“O que antes era invisível hoje começa a ser reconhecido. Esse projeto é sobre dignidade, sobre dar condições para que essas famílias tenham um pouco mais de respiro. Não é um favor, é um direito. E o nosso compromisso é continuar avançando para que nenhuma mãe, nenhum filho, fique para trás”, conclui.

Fonte: Assessoria

Pé de Soja Solteiro será de 24 a 26 de abril em Laguna Carapã

O Município de Laguna Carapã prepara mais uma edição da tradicional Festa do Pé de Soja Solteiro, que todos os anos movimenta a região de fronteira de Mato Grosso do Sul. A 26ª edição do evento, que celebra o aniversário do município, irá acontecer entre os dias 24 e 26 de abril no Parque de Exposições Colorindo Pezzarico.

Além da tradicional contagem dos pés de soja, a programação também inclui exposição de produtos e maquinários agrícolas, praça de alimentação, parque infantil e shows musicais. A entrada é gratuita.

Todos os anos, a premiação atrai produtores rurais de toda a região, de outros Estados brasileiros e até de países vizinhos, como Paraguai e Argentina. Segundo com o prefeito Itamar Bilibio, o concurso tem como principal intuito destacar as potencialidades de Laguna Carapã na produção de soja, além do caráter festivo e turístico.

“Laguna Carapã já é conhecida pelos altos índices de produtividade da soja e o Concurso Pé de Soja Solteiro vem para confirmar este potencial. É sempre uma alegria receber produtores e visitantes da região para celebrar esses resultados conosco”, destaca o prefeito.

Mato Grosso do Sul está em fase final da safra de soja 2025/2026, com previsão de aumento de 5,9% relação ao ciclo anterior e produtividade média de 52,8 sacas por hectare. Em Laguna Carapã, a área colhida do grão já ultrapassa os 95%, com excelentes resultados obtidos. Em algumas áreas, a produtividade média alcançou até 90 sacas por hectare.

“É muito gratificante ver o empenho dos produtores em busca de métodos e recursos para obter o melhor resultado a cada safra. E neste ano não é diferente, já que muitos tiveram resultados excelentes. A nossa festa valoriza justamente isso: a contribuição do produtor rural para o desenvolvimento de nosso município”, acrescenta Itamar Bilibio, que também é agricultor há mais de 45 anos.

Pé de Soja Solteiro

O evento faz parte das comemorações pelo aniversário de Laguna Carapã. Em 2026, o pequeno município da região sudoeste de Mato Grosso do Sul completará 34 anos de emancipação político-administrativa.

Todos os anos, o ponto alto da festa é o Concurso do Pé de Soja Solteiro. O termo refere-se a uma única planta de soja cultivada de forma isolada, fora da lavoura convencional, recebendo cuidados intensivos como adubação especial, irrigação e proteção manual contra pragas. O objetivo é alcançar crescimento extremo e produção recorde de vagens.

Em 2025, quem levou a melhor foi a produtora Rosemar Fonseca de Souza: o pé de soja produzido pela família somou 11.813 vagens com sementes – o segundo melhor recorde ao longo de 25 anos de concurso. Pelo primeiro lugar, ela levou para casa uma moto 0km, avaliada em R$ 20 mil. No total, foram 20 pés de soja inscritos na competição.

Para este ano, a premiação também será de uma moto 0km para o ganhador. Quem ficar em segundo lugar leva uma televisão 75 polegadas, e o terceiro colocado um aparelho de ar condicionado 12 mil BTU’s.

A festa contará também com o tradicional bingo, com sorteio de uma moto 0km, e o show de prêmios com sorteio de uma televisão 55 polegadas, um ar condicionado 12 mil BTU’s e três patinetes elétricos.

Shows musicais

Os shows com artistas nacionais e regionais são outro ponto alto da festa. Para esta edição, estão confirmadas as seguintes atrações: Rodrigo & Thayane, Gino & Geno, Fiduma & Jeca, Us Agroboy, Sabrina Monteiro, Bruninho & Davi, Bia Socek e Álvaro Assunção.

Fonte: Assessoria

Trump sobre Irã: ‘Uma civilização inteira morrerá esta noite’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “uma civilização inteira morrerá nesta noite” ao fazer um post na rede Truth Social nesta terça-feira (7), horas antes do prazo final dado por ele para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.

Após várias declarações dadas por autoridades iranianas mostrando que Teerã não deve ceder, Trump disse que não quer “que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá”, e condenou o atual regime, que está no comando do país há 47 anos.

“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. Contudo, agora que temos uma mudança de regime completa e total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE? Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!”, afirmou.

Em um pronunciamento nesta segunda-feira (6), quando detalhou o resgate dos pilotos dos EUA que tiveram seu caça abatido no espaço aéreo do Irã, Trump já havia dito que “o país inteiro pode ser eliminado em uma noite”.

Irã não dá sinais de que irá ceder e pede voluntários

Antes do post do presidente dos EUA, o Irã pediu na TV que sua população forme correntes humanas para proteger as usinas de energia do país, alvo de ameaças, juntamente com as pontes do país, quando o presidente norte-americano deu seu ultimato de 48 horas no domingo (5).

Faltando poucas horas para o prazo final dado por Trump para que Teerã reabra o Estreito de Ormuz – 21h no horário de Brasília -, Alireza Rahimi, identificado pela televisão estatal iraniana como secretário do Conselho Supremo da Juventude e dos Adolescentes, fez a convocação para “todos os jovens, atletas, artistas, estudantes e universitários e seus professores” e justificou: “As usinas de energia são nossos ativos e capital nacional”.

No passado, iranianos já formaram correntes humanas em torno de instalações nucleares em momentos de tensões elevadas com o Ocidente.

Mais cedo, nesta terça, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, já havia afirmado que milhões de iranianos estão “prontos para se sacrificar” pelo país.

“Mais de 14 milhões de iranianos valentes já declararam, até este momento, estar prontos para sacrificar suas vidas em defesa do Irã. Eu também tenho sido, sou e continuarei sendo alguém disposto a dar a vida pelo Irã”, afirmou Pezeshkian em publicação no X.

Segundo o presidente, esse número representa a quantidade de iranianos que responderam às campanhas da mídia estatal e de mensagens de texto que incentivavam as pessoas a se voluntariarem para lutar. No entanto, a população total do país é de mais de 90 milhões de habitantes.

De acordo com a agência de notícias Associated Press, em Teerã, o clima é sombrio. Falando em condição de anonimato, um jovem em uma cafeteria comentou como a situação estava se tornando cada vez mais desesperadora, com o país agora enfrentando a possibilidade de cortes de energia em larga escala.  “Sinto que estamos presos entre as lâminas de uma tesoura”, disse o homem.

Negociações não avançaram

Nesta segunda-feira (6), Irã e Estados Unidos rejeitaram o plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão.

O regime iraniano apresentou uma contraproposta e Trump chegou a elogiá-la, mas afirmou que ela ainda não era boa o suficiente.

De acordo com informações, pela proposta do Paquistão, o cessar-fogo da guerra entraria em vigor imediatamente e poderia permitir a reabertura do Estreito de Ormuz. Em seguida, as partes teriam entre 15 e 20 dias para concluir um acordo mais amplo.

A agência de notícias estatal iraniana Irna afirmou que o Irã não aceitou a proposta porque prefere negociar o fim total do conflito em vez de uma pausa temporária — que, para Teerã, daria tempo para os rivais prepararem uma nova leva de ataques.

Fonte: Portal G1

Câmara aprova programa “Nossa Dourados” para revitalização de espaços públicos

A Câmara Municipal de Dourados realizou, nesta segunda-feira (6), a décima Sessão Ordinária do ano legislativo. Os vereadores aprovaram, em segunda votação e por unanimidade, Projeto de Lei, proposto pelo Poder Executivo, que institui o programa “Nossa Dourados”, que busca fortalecer políticas de urbanização e conservação de áreas como praças, parques, jardins, canteiros e demais espaços comunitários.

Segundo a proposta enviada à Câmara de Dourados e assinada pelo prefeito Marçal Filho, o município enfrenta elevados custos anuais para garantir a limpeza, manutenção e revitalização dessas áreas. Ainda assim, a extensão dos serviços frequentemente gera, por parte da população, a percepção de descuido com a infraestrutura urbana, o que motiva a busca por soluções alternativas e mais eficientes.

O Projeto de Lei aprovado prevê o estímulo ao engajamento da sociedade civil e de empresas na conservação desses espaços, permitindo que parceiros assumam responsabilidades como manutenção, reformas, ampliação, paisagismo e limpeza. A iniciativa visa compartilhar a gestão desses locais, garantindo melhores condições de uso para a comunidade.

Como contrapartida, os participantes poderão divulgar suas marcas ou nomes nos espaços adotados, associando sua imagem a ações de interesse público. A expectativa é que o programa gere economia aos cofres municipais, possibilitando o redirecionamento de recursos para outras áreas essenciais dos serviços públicos.

Agora com o aval dos vereadores, o texto volta ao Poder Executivo para ser sancionado pelo prefeito Marçal Filho.

Outros Projetos

Na sessão, foi aprovado ainda Projeto de Lei proposto pelo vereador Dill do Povo (União Brasil) que institui o Dia Municipal da Inclusão Digital. Além desse, foram aprovados Projetos de Lei propostos pelo vereador Márcio Pudim (PSDB) que declaram de utilidade pública municipal o Rotary Club de Dourados Caiuás e a Associação Focinho Amigo (AFA).

Fonte: Assessoria CMD