quinta-feira, 30 de abril de 2026

Trump ataca papa sobre a guerra: É pecado?

As recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, direcionadas ao Papa Leão XIV, reacenderam um debate delicado: até que ponto críticas a líderes religiosos, especialmente em temas como guerra, podem ser consideradas moralmente aceitáveis?

A história toda começou após o pontífice se posicionar publicamente sobre a guerra no Oriente Médio, reforçando o papel da Igreja em condenar conflitos armados e defender a paz. A resposta de Trump veio em tom crítico, questionando a postura do líder religioso diante do cenário internacional e chamando o Papa Leão XIV de “fraco”.

Foto de Donald Trump: Casa Branca/ Foto do Papa Leão XIV: Vatican News

Após isso, Donald Trump publicou uma foto em suas redes sociais, onde apareceu com as roupas de Jesus.

Para Leão XIV vira alvo de Donald Trump

Diante da repercussão, a discussão ultrapassou o campo político e ganhou contornos éticos e religiosos.

Afinal, criticar o papa ou qualquer autoridade religiosa é pecado?

Para entender a questão, o iG conversou com o teólogo Ailton Gonçalves Dias Filho, professor de Ética e Cidadania da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas, para entender melhor se a tradição cristã condena ou não crítica em si.

Segundo ele, o próprio papel da Igreja inclui o diálogo com a sociedade, mesmo quando há discordâncias. Nesse sentido, críticas podem ser legítimas, desde que feitas de forma honesta.

Por outro lado, ele destaca que o posicionamento do pontífice segue um princípio central do cristianismo: a defesa da paz. De acordo com o especialista, a postura do Jesus Cristo é essencial para compreender esse posicionamento.

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Nesse contexto, o posicionamento do papa estaria alinhado à própria base da fé cristã, que historicamente se coloca contra conflitos e violência. Ainda assim, o teólogo faz uma ressalva importante: a forma como as críticas são feitas também importa e muito.

O episódio evidencia não apenas tensões entre política e religião, mas também um dilema contemporâneo: como equilibrar liberdade de expressão, respeito e valores éticos em um mundo cada vez mais polarizado.

No fim das contas, segundo a visão teológica apresentada, criticar não é pecado, mas a maneira como isso é feito pode dizer muito sobre quem critica.

O bloqueio no estreito de Ormuz

A tensão em torno do Estreito de Estreito de Ormuz voltou ao centro das discussões internacionais nos últimos meses, em meio à escalada de conflitos no Oriente Médio. A região, considerada uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e uma das mais importantes, tem sido alvo de ameaças recorrentes de bloqueio, especialmente por parte do Irã.

Em resposta, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na área, alegando a necessidade de garantir a liberdade de navegação e evitar impactos na economia.

Com isso, um grande medo antigo voltou: o de que qualquer tentativa de fechar o estreito poderia desencadear uma crise internacional de grandes proporções, como uma guerra.

O governo americano, sob liderança de Donald Trump, chegou a adotar um tom mais duro contra Teerã, enquanto aliados no Golfo também manifestaram preocupação com possíveis ataques a navios petroleiros.

Fonte: Portal IG

 

Operário fica no zero com o CRAC pela Série D do Brasileiro

Mais um empate do Operário FC na Série D do Campeonato Brasileiro. Pela segunda rodada, neste domingo (12), o Galo enfrentou o CRAC, no Estádio Genervino da Fonseca, em Catalão (GO), e o jogo terminou igual em 0 a 0.

O placar passou em branco muito graças à excelente atuação do goleiro Luiz Felipe, com excelentes defesas, parando o ataque goiano, principalmente no segundo tempo.

O resultado não muda a situação do time sul-mato-grossense que segue na quarta posição do Grupo A11, agora com dois pontos, enquanto o time goiano vem em seguida, com um.

Nas outras partidas da chave, sábado (11), o Ivinhema FC conquistou um excelente resultado ao vencer, fora de casa, o Uberlândia-MG por 2 a 1 e se isolar na liderança com seis pontos. A segunda posição é do Betim-MG que, em casa, venceu o Abecat-GO, por 1 a 0, e agora tem quatro pontos.

Na próxima rodada, domingo (19), às 16h, o Operário recebe o lanterna Abecat no Estádio Jacques da Luz, em Campo Grande. Nos outros jogos, o Ivinhema enfrenta o Betim no Estádio Saraiva e, no Parque do Sabiá, sábado (18), jogam Uberlândia e CRAC.

Fonte: Assessoria FFMS

Lia Nogueira reforça apoio ao Hospital da SIAS em Fátima do Sul

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) tem mantido em Fátima do Sul uma atuação voltada ao fortalecimento da saúde, com presença constante no município e apoio direto ao Hospital da SIAS (Sociedade Integrada de Assistência Social).

No domingo, (12), a parlamentar voltou a participar de uma mobilização em defesa da unidade ao acompanhar o leilão beneficente realizado em prol do hospital.

Desde o início do mandato, Lia Nogueira tem destinado recursos para reforçar a estrutura da unidade, reconhecendo a importância do hospital para o atendimento da população local e regional. De 2023 a 2025, já foram destinados R$300 mil em emendas parlamentares.

Para 2026, outros R$100 mil já estão garantidos e devem ser aplicados na compra de um ultrassom portátil, uma incubadora de transporte neonatal e dois berços aquecidos.

O apoio da deputada se soma à necessidade de fortalecer uma unidade que tem papel importante na rede de saúde da região.

O Hospital da SIAS atende pacientes do SUS e ajuda a sustentar a demanda de municípios do entorno, em um cenário em que a procura por atendimento cresce e pressiona estruturas maiores da macrorregião de Dourados.

Ao participar do leilão, Lia Nogueira reforçou esse vínculo com a unidade e com a comunidade que se mobiliza para manter o hospital em funcionamento e ampliar sua capacidade de atendimento.

“Quando a gente fala de saúde, a gente está falando de cuidado com as pessoas. Nosso papel é acompanhar de perto e ajudar a garantir estrutura para que esse atendimento continue acontecendo”, afirmou.

DOURADOS

Depois da passagem por Fátima do Sul, Lia Nogueira também esteve na Tradicional Festa da Comunidade Santa Isabel do Laranja Lima, distrito de Vila Vargas, em Dourados.

A participação no evento, que reuniu moradores em uma programação religiosa e festiva, reforça a presença da deputada nas comunidades do interior, especialmente em Dourados, cidade onde mora e começou sua caminhada política.

Fonte: Assessoria

Município investiga mais uma morte por Chikungunya em Dourados

O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e o avanço da doença no perímetro urbano do município, confirmou nesta segunda-feira (13) mais uma morte em investigação sob suspeita da doença.

Trata-se de um homem que tinha 63 anos de idade, que estava internado no Hospital Unimed e era morador do Parque das Nações II, região onde foi diagnosticado o avanço mais forte da doença e, justamente, onde as equipes de saúde encontram dificuldade para realizar as ações preventivas.

As notificações de casos suspeitos  de Chikungunya dispararam na região do Parque das Nações II e mesmo assim parte dos moradores não colaboram com as ações de combate aos focos.

“Não estamos conseguindo instalar as Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), espécie de armadilhas que funcionam com recipientes com água e uma tela impregnada com larvicida que chega a reduzir em até 66% os focos do mosquito Aedes Aegypti”, explica o secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, coordenador do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública.

O secretário revela que os agentes de controle de endemias estão encontrando dificuldades em instalar as armadilhas e também em fazer o controle dos focos.

“Moradores estão impedindo a instalação das Estações Disseminadoras de Larvicidas por acreditarem que as armadilhas vão atrair o Aedes aegypti para dentro da casa ou do quintal deles, quando na verdade o mosquito já está lá e nossa intenção é conter os focos”, explica o secretário.

O COE informou que agora são três mortes em investigação, entre elas uma menina de 10 anos, que estava internada no Hospital Regional de Dourados e não residia na Reserva Indígena.

Até o momento, já foram registradas 6 mortes por Chikungunya em Dourados, todos moradores da Reserva Indígena. Uma morte de indígena ainda segue em investigação, enquanto as outras duas são de pessoas que moravam no Parque das Nações II.

As armadilhas fazem parte do controle dos focos

Números do Informe Epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública apontam que a situação epidemiológica nas aldeias indígenas de Dourados segue grave com 2.012 casos prováveis registrados, 1.461 casos confirmados, 479 casos descartados, 545 casos em investigação, totalizando 2.485 notificações e 399 atendimentos hospitalares. “As equipes estão trabalhando intensamente no enfrentamento à epidemia na Reserva Indígena e também para conter o avanço da doença nos bairros de Dourados”, enfatiza Márcio Figueiredo.

De forma geral, a situação epidemiológica em Dourados segue em alta, com 3.572 casos prováveis, 1.634 casos confirmados, 714 casos descartados e 2.652 casos em investigação. Dourados tem hoje 43 pacientes internados em razão de complicações por Chikungunya, sendo 6 no Hospital Porta da Esperança (Missão Caiuá), 16 no Hospital Universitário HU-UFGD, 5 no Hospital Cassems, 9 no Hospital Regional, 2 no Hospital Unimed, 2 no Hospital da Vida e 3 no Hospital Evangélico Mackenzie.

O Informe Epidemiológico destaca, ainda, que a curva de positividade da Chikungunya em Dourados manteve-se em níveis extremamente elevados ao longo do período analisado, o que indica intensa circulação viral.

“Ainda que haja leve redução, os valores permanecem muito acima dos parâmetros considerados adequados em vigilância epidemiológica, sugerindo que a epidemia segue ativa. A taxa de positividade é um importante indicador da intensidade de transmissão, sendo que valores elevados refletem maior circulação do agente infeccioso”, destaca o documento.

Fonte: Assecom

Detran-MS altera calendário de licenciamento 2026 para evitar transtornos

O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) publicou, na edição desta segunda-feira (13) do Diário Oficial do Estado, a Portaria nº 209/2026, que altera o calendário anual de licenciamento de veículos para o exercício de 2026.

A medida reorganiza os prazos de vencimento do licenciamento veicular das placas final 1 a 5, que passam a iniciar a partir de junho, às demais permanecem iguais. Finais 1, 2 e 3: junho; Finais 4, 5 e 6: julho; Finais 7 e 8: agosto; Final 9: setembro; Final 0: outubro.

A alteração foi necessária para evitar transtornos aos cidadãos durante o processo de licenciamento. Isso porque o Detran-MS identificou algumas inconsistências na comunicação entre sistemas da SEFAZ (IPVA) e Detran-MS (Licenciamento) que, em alguns casos, poderiam impedir a emissão do CRLV-e para quem está com o pagamento da parcela em dia.

“Essa alteração foi pensada para proteger o cidadão e evitar qualquer tipo de bloqueio indevido no licenciamento. Nosso objetivo é assegurar que quem está em dia com suas obrigações não enfrente dificuldades no acesso ao serviço”, destaca o diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade.

Com a mudança, o órgão busca garantir que cidadãos que estejam regulares, inclusive com parcelamentos em andamento, tenham garantido o direito de circular sem o risco de retenção dos veículos em fiscalizações.

A medida reforça o compromisso do Detran-MS com a eficiência administrativa, a segurança jurídica e, principalmente, com a prestação de um serviço público mais justo, transparente e acessível à população.

Fonte: Portal do MS

Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de 2 anos

O dólar fechou em queda de 0,29% nesta segunda-feira (13), cotado a R$ 4,9969. É a primeira vez em mais de dois anos que a moeda americana encerra abaixo de R$ 5. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,34%, aos 198.001 pontos, atingindo um novo recorde.

O resultado reflete os novos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O dia começou com os mercados em baixa após o fracasso nas negociações por um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã no fim de semana. Mais tarde, porém, novas notícias elevaram o otimismo dos investidores.

O presidente Donald Trump afirmou que recebeu uma ligação das “pessoas certas do Irã” e que elas “querem muito fechar um acordo”. Ele acrescentou que, caso não haja um acordo, o resultado “não será agradável” para os iranianos.

▶️ Mais cedo, as declarações apontavam para uma escalada do conflito. Trump chegou a dizer que destruirá qualquer navio iraniano que se aproximar do bloqueio dos EUA no Estreito de Ormuz, como fez com embarcações no Caribe em operações contra o tráfico de drogas.

▶️ Nesta manhã, entrou em vigor o bloqueio anunciado por Trump a navios que circulem pela rota de ou para portos iranianos.

▶️ Dois petroleiros associados ao Irã deixaram o Golfo Pérsico nesta segunda-feira, enquanto outras embarcações passaram a evitar o Estreito de Ormuz. A medida abalou o mercado de transporte marítimo em um dos principais corredores do comércio global.

🛢️ O tipo Brent, referência global, subia 3,27% por volta das 16h, negociado a US$ 98,31 por barril. Já o WTI (West Texas Intermediate), usado como referência nos EUA, avançava 1,35%, a US$ 97,87.

▶️ No Brasil, o destaque foi o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. A expectativa de inflação para 2026 voltou a superar o teto da meta, em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio. Para este ano, a projeção do IPCA subiu a 4,71%, de 4,36%, na quinta alta seguida.

▶️ Investidores também acompanharam declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em eventos do Banco Mundial e do FMI.

Bloqueio naval ao estreito de Ormuz

Após um cessar-fogo cambaleante entre Estados Unidos e Irã na semana passada, Donald Trump prometeu implantar um bloqueio naval no Estreito de Ormuz a partir desta segunda-feira.

Segundo o Exército dos EUA, qualquer navio que entrar ou sair de um porto no Irã será interceptado. Em resposta, o Irã afirmou que poderá retaliar portos caso a medida seja efetivada.

Por causa da tensão, apenas poucos navios ligados ao Irã saíram do Golfo Pérsico, e o movimento na área caiu bastante. Ao mesmo tempo, há risco de conflito, já que o Irã avisou que pode reagir.

Mesmo com o bloqueio, os EUA disseram que não vão impedir a passagem de navios que não tenham relação com o Irã. Ainda assim, a incerteza já está afetando o transporte e o mercado de petróleo.

Rússia, China e União Europeia criticaram tanto o Irã quanto os EUA pela obstrução da rota. Em meio ao risco de uma nova escalada militar, o preço do petróleo voltou a subir.

No fim de semana, negociações consideradas históricas no Paquistão entre EUA e Irã terminaram sem acordo.

O vice-presidente americano, JD Vance, deixou o país após afirmar que as tratativas foram encerradas na madrugada de domingo (sábado no Brasil), após a recusa de Teerã em aceitar os termos de Washington para não desenvolver uma arma nuclear.

As conversas de “alto nível” duraram 21 horas e, segundo Vance, ocorreram com ele em contato constante com Donald Trump e outros integrantes do governo.

Vance afirmou a jornalistas que Washington precisa de um compromisso claro de que o Irã não buscará desenvolver uma arma nuclear nem os meios que permitiriam obtê-la rapidamente.

Já na tarde desta segunda Trump disse que recebeu uma ligação das “pessoas certas do Irã” e que elas “querem muito fechar um acordo”.

A jornalistas, Trump disse que seu governo foi procurado para negociar o fim à guerra, mas que Teerã não concordou com sua exigência do país “não possuir armas nucleares”. Afirmou que os EUA vão recuperar o material nuclear existente no país e que o presidente da China, Xi Jinping, “quer ver isso acabar”.

“O Irã não terá uma arma nuclear… Se eles não concordarem, não haverá acordo. Nunca haverá”, declarou. O pronunciamento aconteceu na Casa Branca, ao lado do Salão Oval.

Fonte: Portal G1