quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Flávio Bolsonaro apaga vídeo de carta e STF certifica sumiço

Após aberta investigação sobre propaganda eleitoral antes do tempo legal, o senador Flávio Bolsonaro (PL), removeu vídeo publicado em seu perfil do Instagram no qual lia a polêmica “Carta aos Brasileiros” escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro , seu pai.

No entanto, o sumiço da postagem foi documentado oficialmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (14), no início da noite.

A remoção do conteúdo acontece paralelamente ao avanço das providências impostas pelo ministro Alexandre de Moraes em cima dos Bolsonaros, nesta segunda (13).

O comunicado sobre o fato foi anexado no processo criminal do ex-presidente, no STF, pela Gerência de Processos Originários Criminais que ao anexar a mídia de forma definitiva na noite de ontem aos autos, acabou frutrada.

“Esta página não está disponível”

De acordo com a certidão oficial do Supremo, “não foi possível realizar a juntada do conteúdo disponível no link” do Reels do perfil de Flávio, com a plataforma exibindo a mensagem padrão de erro. O STF registrou formalmente em certidão que o endereço eletrônico apresentava o seguinte aviso:

“Post não está disponível – O link pode estar corrompido ou o perfil pode ter sido removido”. Diante a constatação do vídeo deletado, o órgão concluiu que “ficou inviabilizada a obtenção e a juntada do respectivo arquivos aos autos”.

Flávio Bolsonaro deleta vídeo onde lia a “Carta aos Brasileiros” escrita pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (Reprodução/Instagram)

“Pulou fora”

A conduta do senador em apagar a publicação aconteceu quase que simultaneamente a intimição do  ministro Alexandre de Moraes para defesa de Jair Bolsonaro se explicar sobre o caso.

Nesta terça, o STF determinou que os advogados do ex-presidente se manifestem no prazo máximo de 48 horas sobre se o “apenado” tinha planejado ou autorizou o manifesto de cunho eleitoreiro ser divulgado publicamente pelo filho mais velho.

A manobra indiscreta do senador em deletar o vídeo postado neste último sábado (11), repete comportamento apontado por Moraes em sua última decisão (13). Nela o magistrado estabelece sanção ao senador de não poder visitar o pai no período de 90 dias – coincide com período eleitoral – e destaca que Flávio já agiu de forma semelhante em 2025.

O magistrado relata que em em agosto de 2025,  Flávio Bolsonaro também apagou de suas redes sociais a transmissão de uma manifestação em Copacabana (RJ), em que comprova a participação ilegal do seu pai no ato, logo após a irregularidade repercutir fortemente na imprensa.

Segundo informações de interlocutores do Judiciário, a retirada do vídeo da plataforma não anula os efeitos jurídicos já instaurados. Como Alexandre de Moraes já tinha transcrito de forma integral o conteúdo da carta e o vídeo em sua decisão que definiu as punições ao parlamentar, a exclusão do conteúdo apenas impede acesso por novos usuários ao link na conta oficial de Flávio Bolsonaro.

A investigação sobre a suposta propaganda antecipada do senador que é pré-candidato a presidente da República segue tramitando na Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), que recebeu anteriormente as cópias das mídias originais enviadas pelo Supremo Tribunal.

Fonte: Portal IG

Mulher é presa após furtar roupas em lojas de Dourados

Uma mulher foi presa na tarde de segunda-feira (13) após ser flagrada furtando peças de roupas em uma unidade da Havan, em Dourados.

Durante a ocorrência, a Guarda Municipal descobriu que ela também havia cometido furto em outra loja da cidade pouco antes da abordagem, recuperando todas as mercadorias subtraídas.

De acordo com a ocorrência, por volta das 16h20, uma equipe da Guarda Municipal foi acionada pela Central de Comunicação e Monitoramento (CECOM) para atender a um flagrante de furto na Havan.

Ao chegarem ao estabelecimento, os guardas foram informados pelos fiscais da loja que uma mulher havia sido detida após tentar sair do local com produtos sem efetuar o pagamento.

Durante a revista em sua mochila, os funcionários localizaram uma calça e uma camisa, avaliadas em aproximadamente R$ 260,00. As peças foram reconhecidas como pertencentes ao estabelecimento.

Ainda conforme os responsáveis pela loja, a mesma mulher já havia praticado um furto no local anteriormente, em abril deste ano, ocasião em que teria levado mercadorias avaliadas em aproximadamente R$ 310,00. O caso já havia sido registrado junto à Polícia Civil.

Durante a ocorrência, os guardas encontraram com a suspeita a chave de um veículo estacionado nas proximidades. Em vistoria no automóvel, após autorização da suspeita, foram localizadas outras três peças de vestuário. Questionada sobre a origem dos produtos, a mulher confessou que havia acabado de furtá-los na loja Marisa, localizada no Shopping Avenida Center.

A equipe então se deslocou até o estabelecimento, onde o gerente reconheceu tanto as mercadorias quanto a autora. Segundo ele, a mulher já é conhecida pelos funcionários por praticar furtos com frequência na loja. As peças recuperadas foram avaliadas em R$ 239,07.

Segundo os representantes dos dois estabelecimentos, todas as ações foram registradas pelo sistema de monitoramento por câmeras de segurança, o que reforçou a materialidade dos crimes.

Durante a abordagem, a mulher confessou a prática dos furtos e afirmou estar enfrentando problemas psicológicos.

Diante dos fatos, ela foi encaminhada à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), onde permaneceu à disposição da Polícia Civil para os procedimentos legais. As mercadorias recuperadas foram devolvidas aos respectivos estabelecimentos.

Fonte: Assessoria GMD

Após denúncia em Hospital Regional, Lia Nogueira cobra cumprimento de lei de proteção às pacientes

A denúncia de possível violência sexual contra uma paciente internada no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul trouxe à tona uma preocupação urgente sobre a segurança de mulheres dentro das unidades de saúde, especialmente quando estão sedadas, inconscientes ou em situação de maior vulnerabilidade.

Diante da gravidade do caso, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) apresentou requerimento ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul e à Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul, responsável pelo Hospital Regional, para saber se a Lei Estadual nº 6.100/2023, de sua autoria, estava sendo cumprida na unidade.

A lei determina que exames ou procedimentos em pacientes mulheres que causem inconsciência total ou parcial sejam realizados, preferencialmente, com a presença de uma profissional mulher. A medida foi criada para ampliar a proteção das pacientes em momentos de maior fragilidade.

O caso envolve uma paciente de 27 anos, internada no HRMS após complicações relacionadas à gravidez e ao parto. A denúncia é investigada pela Polícia Civil como estupro de vulnerável. O técnico de enfermagem suspeito foi afastado das atividades assistenciais pelo hospital e teve a prisão temporária cumprida, conforme divulgado pela imprensa.

Lia Nogueira reforça que a investigação deve seguir pelas autoridades competentes. A cobrança da deputada busca esclarecer se a lei estava implementada, se havia protocolo interno e se as equipes estavam orientadas para cumprir a norma.

“Essa lei foi criada para proteger mulheres em momentos de extrema vulnerabilidade. Diante de um caso tão grave, precisamos saber se os protocolos existiam, se estavam sendo aplicados e quais providências serão adotadas para garantir mais segurança às pacientes”, afirmou.

No requerimento, Lia Nogueira pede informações sobre a aplicação da lei no Hospital Regional, cópia dos protocolos internos, dados sobre fiscalização e esclarecimentos sobre eventual procedimento administrativo aberto para apurar falhas no cumprimento da norma.

A deputada também solicita que o Ministério Público informe se adotou alguma medida para fiscalizar o cumprimento da lei nas unidades hospitalares estaduais.

Segundo Lia Nogueira, hospitais, equipes e pacientes precisam ter clareza sobre esse direito. Ela lembra que já recebeu relatos de mulheres que reivindicaram a aplicação da lei em unidades de saúde e tiveram a presença de uma profissional mulher autorizada durante procedimentos.

“A lei está em vigor e precisa ser respeitada. As pacientes precisam conhecer seus direitos, e os hospitais precisam estar preparados para cumprir a norma. O que estamos cobrando é transparência, responsabilidade e medidas concretas para que nenhuma mulher fique desprotegida dentro de uma unidade de saúde”, destacou.

A parlamentar defende que o Estado reforce os protocolos voltados a pacientes mulheres em UTIs, centros cirúrgicos, exames com sedação, internações pós-parto e outras situações de maior vulnerabilidade hospitalar.

“Estamos falando de dignidade, segurança e confiança no serviço público de saúde. Nenhuma mulher pode se sentir insegura dentro de um hospital. Por isso, queremos respostas oficiais e providências efetivas”, concluiu Lia Nogueira.

Fonte: Assessoria

Zona azul gratuita busca criar vagas de estacionamento em Naviraí

A Prefeitura de Naviraí, por intermédio do Núcleo Municipal de Trânsito, em conjunto com a Associação Comercial e Empresarial de Naviraí (ACEN), implantará a partir do dia 03 de agosto de 2026 um novo regime de Estacionamento de Curta Duração em algumas vias na área comercial da cidade.

A medida atende solicitação de comerciantes, através da sua entidade representativa e visa ampliar a rotatividade das vagas, proporcionando maior comodidade aos motoristas e facilitando o acesso ao comércio local, aos serviços públicos e às instituições de ensino, especialmente em locais de grande circulação de pessoas e veículos.

O Estacionamento de Curta Duração será implantado na Rua Alagoas, em toda a sua extensão, na Rua México, em toda a sua extensão, bem como no entorno da quadra onde está localizada a Escola Presidente Médici, abrangendo os trechos das Ruas México, Joaquim das Neves Norte, Panamá e Baltazar Rocha.

A medida funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h. Aos domingos, feriados e fora desses horários, as vagas poderão ser utilizadas normalmente, permanecendo o estacionamento sujeito apenas às regras gerais previstas na legislação de trânsito e à sinalização existente.

O tempo máximo de permanência nas vagas será de 30 (trinta) minutos, sendo indispensável a observância da sinalização implantada em cada local.

Quando expressamente indicado pela sinalização regulamentadora, o condutor deverá manter acionado o sistema de luz intermitente de advertência (pisca-alerta) durante todo o período em que o veículo permanecer estacionado.

O Estacionamento de Curta Duração será implantado na Rua Alagoas, em toda a sua extensão, na Rua México, em toda a sua extensão, bem como no entorno da quadra onde está localizada a Escola Presidente Médici, abrangendo os trechos das Ruas México, Joaquim das Neves Norte, Panamá e Baltazar Rocha

A utilização dessas vagas será inteiramente gratuita, não havendo cobrança de qualquer tarifa, taxa ou valor para sua utilização. A iniciativa busca exclusivamente promover maior disponibilidade de vagas e melhorar a organização do trânsito, permitindo que um número maior de pessoas tenha acesso aos estabelecimentos comerciais, serviços e demais atividades existentes nessas regiões.

A fiscalização será realizada pelo Núcleo Municipal de Trânsito, e o descumprimento das condições estabelecidas pela sinalização poderá sujeitar o infrator às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro.

A Prefeitura de Naviraí, o Núcleo Municipal de Trânsito e a Associação Comercial e Empresarial de Naviraí (ACEN) contam com a colaboração de todos os condutores para que a medida alcance seus objetivos. O respeito à sinalização e às normas de trânsito representa um compromisso coletivo com uma cidade mais organizada, segura e acessível para toda a população.

Fonte: Assessoria

McDonald’s reúne mais de 30 cursos gratuitos e com certificado

O período de férias escolares e universitárias pode ser uma excelente oportunidade para investir no desenvolvimento pessoal e profissional sem custo. Reforçando seu compromisso com a empregabilidade e a formação contínua, o McDonald’s convida estudantes e o público em geral a aproveitar o recesso para adquirir novos conhecimentos por meio da plataforma digital MCampus.

De forma gratuita e aberta ao público, a plataforma reúne mais de 30 cursos livres com certificação emitida pela Hamburger University, a universidade corporativa global do McDonald’s. Sem processos seletivos ou pré-requisitos, as capacitações são oferecidas em formato online e assíncrono, permitindo que cada participante organize sua jornada de aprendizagem de acordo com sua rotina.

A grade de conteúdos foi desenvolvida para atender às principais demandas do mercado de trabalho atual, com trilhas de aprendizagem voltadas a temas em alta, incluindo uma ampla jornada de capacitação em tecnologia criada em parceria com a Cisco.

“No McDonald’s, acreditamos que o acesso ao conhecimento pode abrir portas e transformar trajetórias. Por isso, investimos continuamente em iniciativas que contribuam para o desenvolvimento de talentos e fortaleçam a empregabilidade nas comunidades onde atuamos. Ao disponibilizar gratuitamente esses cursos, queremos apoiar estudantes e profissionais na construção de novas competências e prepará-los para aproveitar as oportunidades de um mercado de trabalho em constante evolução”, afirma Josane Julião, Reitora da Hamburguer University no Brasil.  

Entre os cursos disponíveis estão capacitações voltadas à empregabilidade, desenvolvimento profissional, empreendedorismo, inovação, tecnologia, inteligência emocional e atendimento ao cliente. Os conteúdos abordam temas como elaboração de currículo, preparação para entrevistas de emprego, marketing digital, transformação digital, negociação e influência, além de cursos de tecnologia, incluindo fundamentos de Python, cibersegurança, redes e proteção de dados.

Como se inscrever: O acesso é simples. Basta acessar a plataforma oficial pelo link https://campus.arcosdorados.net/, escolher o curso de interesse e realizar o cadastro. Ao concluir os módulos, o aluno recebe o certificado oficial da Hamburger University para impulsionar o perfil profissional e o LinkedIn.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 21 países e territórios dessas regiões.

Atualmente, a rede possui 2.500 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários. A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera, com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).

Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com/pt/

Fonte: Assessoria

Gleice Jane aciona MP e CNJ para apurar uso do nome de Lula em sistema do TJMS

A deputada estadual Gleice Jane (PT) encaminhou nesta terça-feira (14) representações ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), além de protocolar uma indicação na Assembleia Legislativa, solicitando a apuração de registros encontrados em um ambiente de testes do sistema e-SAJ do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).

Segundo a parlamentar, a denúncia chegou ao gabinete por meio de cidadãos que identificaram registros na chamada “Unidade de Teste DAJ – Uso Exclusivo TJ”, vinculada ao sistema de consulta processual do Tribunal de Justiça.

Após receber as informações, a equipe do mandato realizou consulta pública utilizando o termo “Lula” na pesquisa por nome da parte. Foram localizados 33 resultados. Parte deles corresponde a processos reais envolvendo pessoas que possuem “Lula” no nome e, por isso, não integra o objeto da representação. O pedido encaminhado aos órgãos de controle concentra-se exclusivamente nos registros vinculados ao ambiente de testes do próprio Tribunal.

Entre os registros identificados estão o nome completo “Luiz Inácio Lula da Silva” e variações como “Lula do Petralha”, “Lula Molusco”, “Lula Molusco Silva”, “Lula Loka” e “Lula Inácio Luiz da Silva Creu”, associados a diferentes procedimentos judiciais simulados e supostas práticas criminosas.

Para Gleice Jane, o questionamento não é a existência de ambientes de testes, utilizados rotineiramente no desenvolvimento de sistemas informatizados, mas a utilização do nome de uma autoridade pública em registros simulados de natureza criminal dentro de um sistema institucional.

“Defender a apuração rigorosa desses fatos não significa defender um partido político ou um governo. Significa afirmar que nenhuma instituição do Estado pode ser instrumentalizada para reproduzir manifestações de natureza político-partidária ou ofensiva.”, afirmou a deputada.

Na representação encaminhada ao Ministério Público e ao Conselho Nacional de Justiça, a deputada esclarece que o objetivo não é antecipar responsabilizações nem restringir a liberdade de expressão, mas verificar se houve utilização inadequada de estrutura pública em desacordo com os princípios constitucionais da impessoalidade, moralidade, neutralidade e respeito às instituições.

A parlamentar considera preocupante que o debate tenha sido reduzido ao caráter jocoso de alguns registros, quando o ponto central é a existência do nome completo de uma autoridade pública associado a procedimentos criminais em um sistema oficial.

Na avaliação da deputada, esse tipo de registro, quando divulgado sem contexto, pode servir como base para fake news, causar danos à reputação de pessoas e enfraquecer a confiança da sociedade nas instituições.

Além das representações, Gleice Jane protocolou uma indicação na Assembleia Legislativa solicitando que o corregedor-geral de Justiça do TJMS adote as providências necessárias para esclarecer os fatos, identificar eventuais responsáveis e promover as medidas administrativas cabíveis. O documento também foi encaminhado ao presidente do Tribunal de Justiça e ao procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Nas representações, a deputada solicita a realização de auditoria técnica para identificar a origem dos registros, verificar se foram criados por servidores, empresas contratadas ou outros responsáveis técnicos, esclarecer por que permaneceram acessíveis em ambiente público e preservar os elementos digitais necessários para eventual responsabilização, caso sejam constatadas irregularidades.

Para a deputada, se a mesma situação envolvesse o nome de um ministro do Supremo Tribunal Federal, de um governador, de um parlamentar ou de qualquer cidadão comum, a necessidade de esclarecimento seria exatamente a mesma, pois o que está em discussão é o uso adequado de sistemas públicos e a preservação da confiança nas informações disponibilizadas por instituições do Estado.

Agora, caberá ao Ministério Público, ao Conselho Nacional de Justiça e ao próprio Tribunal de Justiça analisar o conteúdo das representações e decidir sobre a instauração dos procedimentos cabíveis para apuração dos fatos.

Após a denúncia apresentada pela parlamentar e a repercussão do caso, o Tribunal de Justiça retirou os registros do ar. Para Gleice Jane, a medida é importante, mas não substitui a necessidade de uma investigação.

“Retirar o conteúdo é uma providência importante, mas a sociedade tem o direito de saber como esses registros foram inseridos em um sistema oficial, por quanto tempo permaneceram acessíveis, quem são os responsáveis e quais medidas serão adotadas para garantir que isso não volte a acontecer”, afirmou a deputada.

Fonte: Assessoria