sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Pesquisa do Procon aponta variação de até 267% nos preços da cesta básica

O levantamento realizado entre os dias 1 a 4 de setembro, considerou 29 itens previamente definidos e identificou diferenças expressivas nos valores praticados pelos estabelecimentos.

Entre os produtos pesquisados, alguns apresentaram variações superiores a 250% entre o menor e o maior preço encontrado. É o caso da erva-mate para tereré de 500 gramas, com diferença de 266,94%; do sabão em pó de 800 gramas, com 266,87%; do extrato de tomate de 340 gramas, com 255,03%; e do papel higiênico com quatro unidades de 30 metros, cuja diferença chegou a 255,59%.

Também foram registradas variações significativas em outros produtos. O creme dental de 70 gramas apresentou diferença de 232,26%; a cebola, um quilo, de 190,64%; o leite em pó integral de 400 gramas, de 176,97%; e a farinha de mandioca torrada de um quilo, de 128,38% entre o menor e o maior preço encontrado.

Ao todo, 14 dos 29 produtos pesquisados apresentaram diferença superior a 100% entre os estabelecimentos. A lista inclui ainda itens como alho de 200 gramas, batata inglesa de um quilo, margarina de 500 gramas, sal de um quilo, sabão em barra com cinco unidades e sabonete de 85 gramas.

O levantamento também aponta que a diferença entre o estabelecimento que apresentou o menor preço médio da cesta e aquele com o maior preço foi de 30,64%. Na comparação com a pesquisa realizada em agosto de 2026, houve aumento de 3,57% no preço médio da cesta básica.

Para o Procon, os números reforçam a importância de o consumidor pesquisar antes de realizar as compras, já que a diferença de preços entre os estabelecimentos pode representar uma economia significativa no orçamento familiar.

“Além de comparar os valores, o consumidor deve observar atentamente as informações presentes nas embalagens, como prazo de validade, composição, peso líquido e demais especificações do produto”, alerta o diretor do Procon em Dourados, Lenilson Almeida da Silva.

Em caso de dúvidas, orientações ou reclamações, o consumidor pode entrar em contato com o Procon pelos telefones (67) 2222-1536 ou (67) 2222-1539, pelo e-mail procon@dourados.ms.gov.br ou, ainda, através do link: do link: https://procon.dourados.ms.gov.br/index.php?class=ReclamacaoForm

Fonte: Assecom

Próximo feriado de 12 de outubro vai garantir folga de 3 dias

Após o descanso prolongado de 7 de setembro, muitos já querem saber qual será a próxima data no calendário de folga . O próximo feriado nacional será em 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país. A data também marca o Dia das Crianças.

O feriado vai cair em plena segunda-feira, o que vai garantir novamente folga prolongada de três dias para quem não trabalha aos fins de semana. O descanso começa no sábado (10) e termina na segunda-feira (12).

Vale lembrar que, mesmo em feriados nacionais, nem todos os trabalhadores são dispensados.

A legislação permite o funcionamento de atividades consideradas essenciais e de outras categorias autorizadas a trabalhar nessas datas.

Restam cinco dos dez feriados nacionais de 2026.

No Rio Grande do Sul, ainda tem a comemoração do chamado Dia do Gaúcho, em 20 de setembro, data que marca o início da Revolução Farroupilha. Porém, neste ano, a data cai em um domingo.

E depois do dia 12 de outubro?

Ainda restam outros feriados nacionais em 2026. Entre eles, estão o Dia de Finados, em 2 de novembro, e o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, que podem render dias prolongados de folga. Veja as próximas datas:

Próximos feriados de 2026

12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
2 de novembro: Finados (segunda-feira)
15 de novembro: Proclamação da República (domingo)
20 de novembro: Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (sexta-feira)
25 de dezembro: Natal (sexta-feira)

E os próximos pontos facultativos?

Além dos feriados nacionais, algumas datas são consideradas pontos facultativos e podem render folgas em determinados casos. Confira:

28 de outubro: Dia do Servidor Público federal (quarta-feira)
24 de dezembro: véspera de Natal, após as 13h (quinta-feira)
31 de dezembro: véspera de Ano Novo, após as 13h (quinta-feira)

O que é ponto facultativo?

O  ponto facultativo é uma medida administrativa que permite a dispensa do expediente em órgãos públicos, mas não possui o mesmo peso legal de um feriado nacional.

Assim, repartições públicas costumam suspender o expediente ou operar em regime reduzido, enquanto empresas privadas podem decidir se irão funcionar normalmente.

Em casos de folga no setor privado, também pode haver compensação das horas posteriormente, por meio de banco de hora s, desde que exista acordo entre empregador e funcionário.

Feriados podem movimentar o turismo

As folgas prolongadas também ajudam a movimentar o setor de turismo, já que muitos brasileiros aproveitam os dias de descanso para viajar, conhecer novos lugares ou fazer passeios.

Com mais dias seguidos de folga, o chamado turismo doméstico também pode ser favorecido, principalmente em destinos procurados durante os feriados.

Fonte: Portal IG

Ana Castela nega o uso de anabolizantes: “Não posso tomar bomba”

Ana Castela usou as redes sociais neste domingo (6) para esclarecer rumores sobre o uso de anabolizantes após chamar atenção pelo corpo musculoso. A cantora, de 22 anos, gravou um vídeo ao lado de seu personal trainer e pediu que os fãs checassem o físico de sua mãe, Michele Castela.

Na gravação, publicada pouco depois de a cantora postar um vídeo mostrando parte de um treino de musculação, ela explica que não pode fazer o uso de esteroides para não prejudicar sua voz. “Não posso tomar bomba, não posso ficar com a voz grossa, trabalho com isso”, disse.

Ana Castela  ainda falou sobre sua alimentação. De acordo com ela, quando está em casa, sem compromissos profissionais, consegue seguir uma dieta especialmente elaborada por profissionais. No entanto, quando está envolta na rotina de trabalho, afirmou que evita bebidas alcoólicas por conta dos cuidados com a voz, porém, admitiu que nesses momentos, consome alimentos não tão saudáveis.

Na sequência, Ana Castela surgiu no consultório de seu nutricionista e revelou que, apesar dos dias de curtição na Festa do Peão de Barretos, em que consumiu bebidas alcoólicas e alimentos calóricos, conseguiu reduzir o percentual de gordura de 20.4 para 14.4.”Olha aqui os meus resultados! Você pode falar dos meus métodos, mas não dos meus resultados”, brincou a artista.

Ana Castela nega o uso de anabolizantes (Foto: Reprodução/Instagram/@anacastelacantora)

O shape é de família

Ana Castela  ainda atribuiu a facilidade para ganhar massa magra à genética e citou o físico da própria mãe como exemplo. “E também minha genética ajuda muito! Depois ‘cês’ olha a minha mãe!”, disse a cantora.

Vale destacar que Michele Castela roubou a cena ao surgir exibindo braços e ombros torneados durante o 6º Leilão do Instituto Neymar Jr., em 3 de agosto. Aos 49 anos, a mãe da cantora arrancou elogios dos seguidores.

“A NASA já pode abrir uma pesquisa sobre essa família. Beleza, talento, carisma e um coração maravilhoso… vocês vieram completas”, escreveu uma. “A Michele está parecendo irmã da Ana Flávia!”, disse outra. “Lindíssimas!! Genética de milhões”, pontuou uma terceira internauta.

Fonte: Portal IG

Após frente fria, temperaturas voltam a subir nesta terça-feira

Após a passagem de uma forte frente fria para esta época do ano, que derrubou as temperaturas e provocaram instabilidades no fim de semana e no feriado, a terça-feira (8) será marcada pela elevação gradual dos termômetros no Centro-Oeste e pela redistribuição das chuvas pelas demais regiões do país.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), pancadas de chuva com trovoadas isoladas ainda estão previstas para o norte, leste e sudeste de Mato Grosso, além de grande parte de Goiás. No Distrito Federal e nas demais áreas do MT ocorrem chuvas isoladas.

Após o frio do feriadão, as temperaturas entram em elevação na região. A mínima será de 17 °C em Campo Grande (MS) e a máxima chega a 35 °C em Cuiabá (MT). A temperatura segue amena no Distrito Federal, com máxima de 27 °C em Brasília.

Sul

Em grande parte da Região Sul será mais um dia de sol e poucas nuvens, com o frio começando a diminuir. No Paraná, a nebulosidade aumenta. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o predomínio será de poucas nuvens e temperaturas baixas.

Há previsão de geada durante a madrugada e ao amanhecer no centro-leste do Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina. Entre as capitais, a mínima será de 8 °C em Curitiba (PR) e a máxima de 22 °C em Porto Alegre (RS).

Sudeste

A volta do feriadão no Sudeste terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Triângulo Mineiro. Chuvas isoladas ocorrem no centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Nas demais áreas da região, o céu fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.

O frio começa a diminuir no Sudeste. Entre as capitais, a mínima será de 11 °C em São Paulo. As máximas voltam a superar a marca dos 20 °C em todas as capitais, chegando a 25 °C no Rio de Janeiro (RJ).

Norte

No Norte, a terça-feira segue com instabilidades sobre grande parte dos estados do Amazonas, Tocantins e no sudeste do Pará, onde ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas.

Há possibilidade de chuvas isoladas em outras localidades e tempo com muitas nuvens no norte do Pará e no Amapá. Em relação às temperaturas, a mínima será de 20 °C em Rio Branco (AC), e a máxima, de 36 °C em Rio Branco, Manaus (AM) e Palmas (TO).

Nordeste

Já no Nordeste, as condições para pancadas de chuva isoladas persistem sobre o centro-sul e oeste da Bahia, no sul e noroeste do Maranhão. Também há possibilidade de chuvas isoladas no centro-sul do Piauí e do Maranhão e na faixa litorânea da região Nordeste. Nas demais áreas, o dia terá muitas nuvens, mas sem chuva.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 °C em Aracaju (SE) e Maceió (AL), e a máxima chega a 33 °C em São Luís (MA) e 39 °C em Teresina (PI).

Fonte: Agência Brasil

Mendonça determina afastamento de diretor-geral da PF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

A decisão impõe ainda a abertura imediata de procedimentos investigatórios criminais e administrativo-disciplinares na Corregedoria da PF para apurar as circunstâncias de produção de relatórios de inteligência que monitoravam autoridades.

Mendonça determinou também a suspensão de qualquer produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência voltados a analisar a atuação funcional de magistrados, da advocacia pública ou da atividade de polícia judiciária.

O ministro solicitou a convocação de uma sessão virtual extraordinária da Segunda Turma do STF para referendar a decisão ainda nesta terça.

‘Monitoramento sistemático e coleta dirigida’

De acordo com a decisão de André Mendonça, o diretor-geral da PF encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Inquérito das Fake News, ao menos seis “relatórios de inteligência” produzidos de forma sigilosa entre 3 e 31 de agosto de 2026.

A peça processual revela que o próprio ministro relator vinha sendo submetido a um monitoramento ilícito e sistemático por parte da inteligência policial há mais de 30 dias.

Além de Mendonça, o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, também foi alvo de monitoramento e de “coleta dirigida” de informações.

Os relatórios elucubravam que a atuação de Messias em não recorrer de decisões judiciais nas operações “Sem Desconto” e “Compliance Zero” visava preservar “relação política com o relator”.

O documento da PF classificava a confiança daquela análise de cenário como “baixa”, mas justificava que o caso “autoriza monitoramento e coleta dirigida”.

Análises sob ‘matriz religiosa comum’ e críticas internas

Mendonça descreveu como “surreal” e “abjeta” a acusação de que a conduta do advogado-geral da União e do relator de não acatar solicitações da PF poderia ser explicada pelo fato de possuírem “matriz religiosa comum” e terem tido apoio de igrejas evangélicas em suas candidaturas ao STF.

Os relatórios também continham o que o ministro qualificou como “escancarada realização de juízo correicional” sobre as decisões jurisdicionais do STF, sobre o mérito técnico da AGU e até mesmo sobre o trabalho investigativo de outros delegados e agentes da própria Polícia Federal.

Segundo a decisão, uma das unidades de inteligência (UADIP) realizava um rigoroso escrutínio crítico do trabalho de delegados em investigações ativas.

Documentos apócrifos e manifestação de entidades

A fragilidade técnica dos relatórios foi apontada pelo ministro como “autoevidente”.

André Mendonça registrou que os documentos eram apócrifos, não tinham timbre, brasão, assinatura ou numeração, o que os tornava um “nada jurídico” que descumpria a Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública (DNISP).

Os próprios autores do material inseriram advertências de que as análises eram “sem valor probatório” e possuíam “confiança agregada baixa”.

A produção do material provocou reações imediatas de categorias técnicas.
A União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) publicou nota esclarecendo que a Inteligência de Estado “não se confunde com investigação criminal, tampouco com a elaboração de peças destinadas à formação de juízo acusatório”.

Por sua vez, o presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal (ADPF) declarou que a circulação do documento fora da corporação era “totalmente irregular” e manifestou estranheza com o fato de uma unidade de inteligência fazer esse tipo de análise.

Vazamento de investigações sigilosas

Outro ponto considerado de extrema gravidade pelo relator foi o vazamento de informações sigilosas decorrente da publicização desses relatórios.
O material continha detalhes sobre investigações em andamento e pendentes de decisão judicial envolvendo os políticos Antonio Rueda e ACM Neto.

Mendonça enfatizou que a divulgação prévia revelou as potenciais medidas cautelares aos alvos, “frustrando completamente a sua eficácia e prejudicando efetivamente as investigações”.

As suspeitas contra o diretor-geral

A crise que culminou no afastamento de Andrei Rodrigues começou a se desenhar no início de setembro de 2026.

Em 2 de setembro, o Partido Novo acionou o STF solicitando providências para preservar a independência de investigações contra o diretor-geral da PF.

No dia seguinte, a legenda pediu a prisão preventiva de Andrei Rodrigues, alegando indícios de sua participação em uma suposta rede de influência criminosa liderada por Daniel Vorcaro.

Mensagens telefônicas do aparelho celular de Vorcaro faziam referências diretas ao nome “Andrei”, identificado pela PF como o diretor-geral.
A decisão de Mendonça também transcreve uma fala da jornalista Monica Waldvogel, da GloboNews, veiculada em 3 de setembro de 2026.

Segundo a jornalista, o próprio Andrei Rodrigues teria lhe confirmado que a PF elaborou cerca de cinco ou seis relatórios de inteligência para “consumo próprio e acervo” sobre o que consideravam irregularidades na condução de provas pelo ministro André Mendonça.

Conforme o relato, esses relatórios foram posteriormente solicitados por Alexandre de Moraes e embasaram a denúncia.

Precedentes

Para dar respaldo jurídico ao afastamento da cúpula da PF, André Mendonça justificou que a medida não é inédita e relembrou decisões históricas do próprio STF.

Entre os precedentes, o ministro citou a suspensão do mandato do então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em 2016, e o afastamento temporário do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em 2023.

Segundo Mendonça, a jurisprudência da Corte estabelece que nenhuma função pública — por mais alta que seja — está imune ao controle da Justiça.

O argumento central é proporcional: quanto maior o poder político ou a posição hierárquica do investigado, maior é o seu potencial de usar a estrutura pública para interferir nos rumos de uma investigação.

O que dizem o citados

Até a última atualização desta reportagem, nem Andrei Rodrigues nem Leandro Almada da Costa tinham se manifestado sobre a decisão de Mendonça.

Fonte: Portal G1

 

Gleice Jane reforça compromisso com valorização dos agentes de saúde em Mato Grosso do Sul

A deputada estadual professora Gleice Jane (PT) participou de reunião com representantes dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), reforçando seu compromisso com a valorização dos profissionais que estão diariamente nos territórios e têm papel fundamental na prevenção de doenças e na promoção da saúde da população sul-mato-grossense.

O encontro também contou com a participação do candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul Fábio Trad (PT), e sua vice, Dona Gilda, e teve como centro do debate as reivindicações apresentadas pelas categorias em uma carta aberta dirigida aos candidatos ao Governo do Estado.

Entre os principais pontos estão o fortalecimento da Atenção Primária e da Vigilância em Saúde, melhores condições de trabalho, capacitação e reconhecimento profissional, além da manutenção e do aperfeiçoamento do incentivo estadual previsto na Lei nº 4.841/2016 e do fortalecimento das parcerias entre Estado e municípios.

Gleice Jane destacou que essa valorização precisa alcançar também os Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e os Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN), trabalhadores fundamentais para garantir atenção à saúde e condições sanitárias adequadas às comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul.

A deputada mantém uma relação próxima com os agentes comunitários de saúde e vem acompanhando as reivindicações da categoria, defendendo que quem conhece de perto a realidade das famílias e atua diretamente nos bairros, comunidades, aldeias e demais territórios precisa ter condições adequadas para exercer seu trabalho.

Durante a agenda, Fábio Trad também assumiu o compromisso de estruturar um plano de valorização e proteção integral aos ACS e ACE. Entre as propostas apresentadas estão a garantia do incentivo estadual, melhores condições remuneratórias, atenção à segurança no trabalho e maior articulação entre Governo do Estado e municípios.

Para Gleice Jane, fortalecer esses profissionais significa também fortalecer o SUS e uma política de saúde que chegue às pessoas antes que o problema se agrave.

“São trabalhadoras e trabalhadores que conhecem as famílias, acompanham de perto suas comunidades e fazem a saúde pública acontecer todos os dias nos territórios. Valorizar ACS, ACE, AIS e AISAN é valorizar o SUS, a prevenção e o cuidado com a nossa população. Essa é uma luta que tem o nosso apoio e o nosso compromisso”, afirma Gleice.

A defesa é por uma política estadual construída com diálogo permanente com as categorias, garantindo reconhecimento profissional, estrutura, segurança e condições dignas para quem está na linha de frente do cuidado em Mato Grosso do Sul.

Fonte: Assessoria