quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Gleice Jane vota contra “Abril Verde e Amarelo” e alerta para risco aos movimentos sociais

deputada estadual Gleice Jane (PT) votou contra o Projeto de Lei 270/2025, de autoria do deputado Coronel David (PL), que cria em Mato Grosso do Sul o “Abril Verde e Amarelo”.

O projeto define abril como mês de conscientização sobre “a importância e a legitimidade da defesa da propriedade privada”. Gleice também orientou a bancada a rejeitar a proposta.

Para a deputada, a escolha do mês não é por acaso. Abril é, há décadas, o período de mobilização dos movimentos sociais do campo.

O Abril Vermelho, jornada nacional de lutas pela reforma agrária, lembra o Massacre de Eldorado dos Carajás. Em 17 de abril de 1996, 19 trabalhadores rurais sem-terra foram mortos pela polícia no Pará. No mesmo mês, os povos indígenas realizam o Abril Indígena, com atos pela demarcação de seus territórios.

Gleice alerta que sobrepor uma campanha oficial de “defesa da propriedade” às datas de luta dos movimentos pode acirrar conflitos e colocar em risco quem está nas ocupações, nos acampamentos e nas retomadas.

“Coloca em risco a segurança das pessoas que estão nas lutas, justamente por ser um projeto que está no mesmo período das mobilizações dos movimentos sociais. Por isso eu voto contra esse projeto e oriento a bancada também a votar contra, em defesa da luta pela reforma agrária, da luta pela demarcação de terra e de todas as lutas democráticas que existem neste país”, afirmou a deputada.

Mato Grosso do Sul tem um dos históricos mais graves de conflitos fundiários do país, sobretudo envolvendo os povos Guarani e Kaiowá. Por isso, Gleice defende que o papel da Assembleia é construir diálogo e soluções para a questão da terra, e não criar datas que estimulem o confronto.

Fonte: Assessoria

Ana Castela mostra gado de sua fazenda milionária no Paraguai

Um verdadeiro sucesso na música sertaneja, Ana Castela apresentou os primeiros animais da Fazenda Boiadeira, sua propriedade no Paraguai, em um vídeo compartilhado nesta terça-feira (13).

O registro mostra o gado correndo pelo pasto e acompanha a comemoração da cantora pela nova conquista.

“Fruto do meu trabalho e da minha família. Deus é bom demais”, escreveu a artista na legenda da publicação.

Ana Castela via Instagram

Fazenda é avaliada em R$ 10 milhões

Voltada à criação de gado, a fazenda é avaliada em R$ 10 milhões. Para investir na propriedade e na atividade agropecuária, a cantora conta com a ajuda do pai, Rodrigo Castela, que também administra uma fazenda da família em Mato Grosso do Sul.

Conhecida com  Boiadeira, Ana cresceu em Sete Quedas, município sul-mato-grossense na fronteira com o Paraguai.

A artista já falou em diversas ocasiões sobre sua ligação com a rotina rural, que inclui andar a cavalo, praticar esportes com os equinos e cuidar dos animais.

Fonte: Portal IG

Câmara de Dourados mantém sessões às segundas-feiras pela manhã

As sessões ordinárias semanais da Câmara Municipal de Dourados continuarão sendo realizadas às segundas-feiras, às 9 horas.

A Mesa Diretora mantém o ato administrativo publicado durante o período eleitoral, que transferiu as sessões do período vespertino para o matutino.

Na próxima segunda-feira (19), serão realizadas a 35ª e a 36ª Sessões Ordinárias. A realização de duas sessões na mesma data ocorre em razão da prorrogação da 35ª Sessão Ordinária, originalmente prevista para o dia 12 de outubro, feriado nacional.

O ato assinado pela Mesa Diretora também estabelece que as reuniões de pré-pauta sejam realizadas todas as sextas-feiras, às 10 horas. Esses encontros têm como objetivo organizar e definir as matérias que serão incluídas na pauta de votação das sessões ordinárias.

A população pode acompanhar os trabalhos do Legislativo presencialmente ou ao vivo, pelo canal oficial da Câmara Municipal de Dourados no YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaradourados

Fonte: Assessoria CMD

CPI do Tapa-Buraco proposta pela vereadora Luiza avança na Câmara com sete assinaturas

A vereadora Luiza Ribeiro  avança na articulação para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Campo Grande, destinada a investigar possíveis irregularidades nos contratos e na execução dos serviços de tapa-buracos na Capital.

O requerimento já reúne sete assinaturas e propõe uma investigação inicial de 120 dias, com análise dos contratos, recursos investidos, medições, pagamentos e serviços efetivamente realizados.

Além de Luiza, assinaram o requerimento os vereadores Jean Ferreira e Landmark, da bancada do PT, Marquinhos Trad, Maicon Nogueira, André Salineiro e Dr. Francisco.

A proposta surge diante de um problema que ultrapassa o desconforto cotidiano e compromete a segurança, a mobilidade e o patrimônio da população. Buracos espalhados pelas ruas provocam danos aos veículos, dificultam o transporte público e colocam em risco motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

A necessidade de fiscalização ganha ainda mais relevância diante das investigações conduzidas pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), que, conforme as informações reunidas pela parlamentar, já ajuizou 12 ações de improbidade administrativa relacionadas aos serviços de tapa-buracos. A Operação Buraco Sem Fim apura suspeitas de fraudes contratuais, irregularidades nas medições e pagamentos por serviços parcialmente executados ou não realizados.

Outro dado que preocupa é a redução de quase 70% na previsão orçamentária destinada à modernização e requalificação das vias urbanas. Enquanto em 2025 estavam previstos mais de R$ 132 milhões, para 2026 o valor caiu para pouco mais de R$ 40 milhões.

A redução exige esclarecimentos sobre as prioridades da administração municipal e seus possíveis impactos na manutenção da malha viária.

A dimensão do problema também aparece nas demandas encaminhadas à Câmara. Somente no primeiro semestre de 2026, das 24.673 indicações apresentadas pelos vereadores à Prefeitura, quase 9 mil estavam relacionadas à necessidade de serviços de tapa-buracos, demonstrando a recorrência das reclamações em diferentes regiões da cidade.

Luiza Ribeiro também cobra da administração da prefeita Adriane Lopes respostas a um requerimento aprovado pela Câmara que solicitava informações detalhadas sobre a execução dos serviços e que, segundo a parlamentar, permanece sem resposta.

Para Luiza Ribeiro, a questão central é garantir transparência, “A população de Campo Grande precisa saber quanto está sendo gasto, como os serviços são executados e por que os problemas persistem. Afinal, a manutenção das ruas é um serviço público essencial, e a população tem o direito de saber como seu dinheiro está sendo aplicado “,argumenta.

Fonte: Assessoria