sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Defesa Civil vistoria nível do Rio Dourados em Itahum e orienta assentados do Amparo

A Defesa Civil de Dourados vistoriou na tarde desta quinta-feira o nível do Rio Dourados, no trecho que corta o Assentamento Amparo, no Distrito de Itahum, e orientou os assentados para os cuidados que devem ser tomados diante do alagamento em determinados pontos do rio.

“A intensidade das chuvas dos últimos dias fez o nível do Rio Dourados subir rapidamente e as áreas mais baixas, como na região do assentamento e na divisa com o município de Ponta Porã, no acesso ao Distrito de Nova Itamarati, ocorreram alagamentos”, explica Jhones Santana, coordenador da Defesa Civil de Dourados.

A equipe da Defesa Civil percorreu diversos pontos do Rio Dourados e orientou os moradores do Assentamento Amparo. “As situações mais críticas foram registradas nos imóveis construídos às margens do rio, principalmente naqueles que são utilizados como rancho para pescaria e até mesmo para moradia”, ressalta Jhones Santana.

“Nossa orientação foi no sentido de preservar a integridade física dessas pessoas e, também, proteger eventuais rebanhos que possam ficar isolados em razão das enchentes”, completa o coordenador da Defesa Civil.

Os moradores do Assentamento Amparo conhecem de perto a realidade do Rio Dourados e estão habituados com alagamentos em período de chuva intensa.

“Algumas pessoas precisaram retirar os móveis das casas mais próximas ao rio, que registrou o nível mais crítico na quarta-feira”, ressalta Jhones Santana. “Na quinta-feira, o nível do rio começou a baixar e se não voltar a chover forte a situação estará normalizada neste final de semana”, completa.

A Defesa Civil vistoriou a cabeceira da ponte que dá acesso ao município de Ponta Porã e constatou que não houve dano estrutural em razão das chuvas e do aumento considerável no nível do Rio Dourados.

“A situação mais crítica está concentrada na estrada rural, que está coberta por um espelho d’água, mas não houve desmoronamento e nem erosão, de forma que a situação será normalizada a partir do momento que a água começar a baixar”, explica Jhones Santana. “Também não houve necessidade de isolamento de nenhuma área e, tampouco, de interdição de imóveis em razão de alagamentos”, finaliza o coordenador da Defesa Civil de Dourados.

Fonte: Assecom

Samu reforça importância do acionamento rápido e da “Corrente da Sobrevivência”

Nesta sexta-feira, 16 de outubro, Dia Mundial da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), reforça a importância da conscientização da população sobre como agir diante de uma parada cardiorrespiratória (PCR).

O reconhecimento rápido da emergência e o acionamento imediato dos serviços de socorro são fundamentais para aumentar as chances de sobrevivência da vítima.

Segundo dados citados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no Brasil. Outro dado que reforça a importância da orientação pública é que a maioria das paradas cardiorrespiratórias ocorre fora do ambiente hospitalar, como em residências, locais de trabalho e vias públicas, onde a ação de quem presencia a ocorrência pode fazer a diferença até a chegada das equipes especializadas.

Nesse contexto, o Samu 192 destaca a chamada Corrente da Sobrevivência, conceito que reúne etapas interligadas de atendimento, desde o reconhecimento da emergência até os cuidados hospitalares após a reanimação.

O primeiro passo é identificar os sinais de uma possível parada cardiorrespiratória. Se a pessoa não responder aos chamados e não respirar normalmente, deve-se acionar imediatamente o SAMU, pelo telefone 192. Se necessário, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193.

Durante a ligação, o atendente poderá orientar os procedimentos iniciais até a chegada das equipes de emergência. Por isso, é importante seguir as instruções fornecidas e não interromper o contato sem orientação.

Ressuscitação cardiopulmonar ajuda a manter a circulação sanguínea e a oxigenação dos órgãos vitais até a chegada do socorro. (Foto: Divulgação/Assecom)

RCP IMEDIATA

Quando houver suspeita de parada cardiorrespiratória, iniciar rapidamente a ressuscitação cardiopulmonar pode ajudar a manter a circulação sanguínea e a oxigenação dos órgãos vitais até a chegada do socorro.

Em adultos, as compressões torácicas devem ser realizadas no centro do peito, em uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto. Para crianças e bebês, a técnica varia conforme a idade e o tamanho da vítima. Pessoas sem treinamento devem seguir as orientações do atendente do serviço de emergência.

Quando houver um Desfibrilador Externo Automático (DEA) disponível, seu uso pode ser decisivo em determinados tipos de parada cardíaca. O equipamento fornece instruções por voz e analisa o ritmo cardíaco, indicando quando o choque é necessário. As orientações do aparelho devem ser seguidas, mantendo a segurança de todos durante o procedimento.

A chegada das equipes de emergência permite a continuidade do atendimento com recursos e técnicas avançadas. Após a reanimação, a vítima precisa ser encaminhada para avaliação e cuidados hospitalares, conforme a indicação clínica.

Fonte: Assessoria

Metade de outubro já tem mais chuva do que o mês inteiro em 2025

A tradução em números da chuva acompanhada de granizo que atingiu Campo Grande nesta quinta-feira (15) ajuda a entender o tamanho do estrago.

O volume de ontem, atribuído aos efeitos do fenômeno El Niño, fez o acumulado do mês mais do que dobrar em relação ao mês inteiro do ano passado.

Conforme os dados da Defesa Civil, de 1 a 15 de outubro de 2026 a capital de Mato Grosso do Sul registrou um aumento de 135,91% na quantidade de chuva. Isso significa 2,3 vezes o volume comparado a todo o mês de outubro do ano passado.

Em nota divulgada no site da Prefeitura, a informação é de que, segundo dados do Cemtec-MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), só nesta quinta-feira foram 82 milímetros de chuva, acompanhada de queda de granizo e fortes rajadas de vento. Em um dia, choveu quase a mesma coisa que em todo o mês de outubro de 2025.

A consequência direta foi um festival de problemas por toda a Campo Grande, com a queda de árvores, danos a imóveis, transbordamento do Lago do Amor, trânsito caótico, carro engolido por cratera e famílias vendo as casas invadidas pela enxurrada.

O que está sendo feito – Ainda sem divulgar números  relativos às intercorrências decorrentes do temporal, a Prefeitura informou que,  para responder à emergência provocada por esse elevado volume de água, a atuação está concentrada na desobstrução rápida de vias tomadas por galhos e árvores, limpeza da rede de drenagem urbana, manutenção nos semáforos danificados e suporte social e habitacional às famílias atingidas.

Pelo menos 4 estruturas municipais estão envolvidas nas ações de resposta: a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, a Emha (Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários), os Cras (Centros de Referência de Assistência Social) e as secretarias e órgãos operacionais de serviços públicos.

Entre os apoios oferecidos à população, informou a prefeitura, a Emha atua na disponibilização de lonas provisórias para cobrir residências que tiveram telhados danificados pelo granizo ou pelos ventos, após avaliação dos casos. Aos Cras, cabe  monitorar seus territórios para prestar auxílio às famílias em situação de vulnerabilidade, com auxílio emergencial, como cestas de alimentos e cobertores.

Para esta sexta-feira, ainda existe previsão de mais chuva e por isso a orientação à população é evitar situações de risco.

“Durante temporais, a Prefeitura orienta a população a não se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda de galhos e descargas elétricas. Também é importante evitar atravessar ruas alagadas a pé ou de veículo, manter distância de fios caídos e não se aproximar de estruturas danificadas ou locais com risco de desabamento.”

Fonte: Campo Grande News / Por Marta Ferreira de Jesus https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/metade-de-outubro-ja-tem-mais-chuva-do-que-o-mes-inteiro-em-2025

Lula encosta nas pesquisas, e Flávio liga o alerta

Duas pesquisas divulgadas nas últimas 24 horas deram razão para Flávio Bolsonaro (PL) acender o sinal de alerta.

Em menos de uma semana, Lula (PT) reduziu pela metade a distância para o oponente, segundo o Datafolha. A diferença era de quatro pontos (52% a 48%) e agora é de dois (51% a 49%), dentro da margem de erro.

Em outro levantamento, do PoderData, ambos aparecem empatados com 50%.

A reação de Lula é resultado da mobilização nas ruas, que tirou os apoiadores da letargia, e de mudanças na estratégia digital.

A campanha petista adotou tom mais assertivo para falar sobre economia e direitos dos trabalhadores, que aponta estar em risco em um possível governo Bolsonaro.

A mudança tem dedo do senador Camilo Santana (PT-CE), que assumiu o leme no segundo turno e corrigiu a rota após uma série de broncas do comandante à equipe de comunicação.

De um tempo pra cá até vídeo na vertical, para se comunicar com o eleitorado mais jovem, Lula topou gravar.

Também entra na conta a vitória do governo na votação do fim da escala 6 por 1 no Senado, em um momento em que os efeitos da abertura da caixa de ferramenta, como o reajuste do Bolsa Família, a isenção nas tarifas dos combustíveis e o fim das bets, na percepção do eleitorado.

Flávio reage e tenta jogar Lula para o campo do populismo penal, a especialidade da turma. Por pouco a bancada do PL não emplacou na PEC da Segurança Pública um dispositivo para reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos, manobra abortada por Davi Alcolumbre (União-AP), por ora aliado do Planalto.

Sabendo da popularidade da medida (e também da sua ineficácia), Lula trincou os dentes e garantiu na sabatina do Jornal Nacional que é pessoalmente a favor da punição a jovens de 16 anos condenados por crimes hediondos. Só não era o tema da proposta em discussão no Senado, explicou, desviando da casca de banana.

A troca de ataques deve se intensificar na próxima semana, a última antes da votação.

Até lá, dois debates na TV aberta devem acontecer. É estreita a margem de eleitores indecisos a essa altura. Resta aos candidatos convencer quem já conquistaram a sair de casa e votar. E desanimar quem só o rival conquistou, num trabalho de desconstrução que seguirá a mil até o minuto final.

Fonte: Portal IG

Flamengo termina partida contra o Estudiantes sem acertar uma finalização

O Flamengo encerrou o confronto contra o Estudiantes, nesta quinta-feira (15 de outubro), sem acertar nenhuma finalização na direção do gol.

A equipe rubro-negra empatou por 0 a 0 com os argentinos, pela partida de ida da semifinal da Copa Libertadores, e encontrou dificuldades para criar oportunidades claras durante o jogo.

O time comandado por Leonardo Jardim terminou a partida com cinco finalizações, mas nenhuma delas foi na direção da meta defendida por Muslera.

O número chama a atenção pelo contexto da disputa, já que o Flamengo buscava construir uma vantagem fora de casa para chegar ao confronto decisivo em uma situação mais favorável.

A equipe rubro-negra teve dificuldades para superar a marcação do Estudiantes e transformar a posse de bola em oportunidades efetivas de gol. O empate sem gols manteve o confronto aberto para a partida de volta, sem vantagem para nenhum dos lados.

Com o resultado na Argentina, Flamengo e Estudiantes voltam a se enfrentar na quinta-feira (22 de outubro), no Maracanã, pela partida de volta da semifinal da Libertadores. Quem vencer garante a classificação para a final da competição. Em caso de novo empate, a vaga será decidida nos pênaltis.

Punição por conta de Paquetá, Carrascal e Varela

O Flamengo terá de pagar US$ 1,5 mil em multas pelos três cartões amarelos recebidos. Lucas Paquetá, Jorge Carrascal e Varela foram advertidos durante a partida disputada no estádio UNO, em La Plata.

De acordo com o regulamento da Conmebol para a competição, cada cartão amarelo na semifinal gera uma multa de US$ 500. O valor total equivale a aproximadamente R$ 8 mil, conforme a cotação do dólar.

Fonte: Portal Terra

Deputada Gleice Jane alerta para avanço da intolerância religiosa

A deputada estadual professora Gleice Jane (PT) manifestou preocupação com o avanço da intolerância religiosa no Brasil. Durante sessão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), na quarta-feira (14), a parlamentar relacionou os recentes ataques a igrejas católicas à violência historicamente enfrentada por religiões de matriz africana e comunidades indígenas.

A manifestação ocorreu durante pronunciamento do deputado Pedro Kemp (PT), que defendia a reeleição do presidente Lula, a continuidade das políticas sociais e a garantia dos direitos trabalhistas. Ao pedir a palavra, Gleice ampliou o debate para os riscos da violência e da intolerância.

“Eu queria ir para além desse debate da corrupção, falar um pouco dos conceitos ideológicos que estão em disputa nesse país neste momento e o risco de violência que a gente já vem acompanhando nesses dias”, afirmou.

A deputada lembrou episódios de violência religiosa em Mato Grosso do Sul, incluindo ataques a terreiros, incêndios em casas de reza indígena e ameaças contra mulheres das aldeias.

“Nós vimos diversas vezes, e combatemos aqui no Estado, ataques aos terreiros, ataques às casas de reza indígena. Foram ameaças às mulheres das aldeias, disseram para elas que iam queimá-las, como queimaram as mulheres na Inquisição”, declarou.

Gleice também demonstrou preocupação com os ataques recentes a símbolos católicos.

“Foram diversas igrejas invadidas, com destruição dos santos, ataques violentos aos padres e a Nossa Senhora. Que momento é esse que nós estamos vivendo na política, em que as pessoas deixaram de ter direito à sua liberdade religiosa?”, questionou.

Intolerância religiosa e democracia

Em setembro, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal investigasse denúncias de ataques a imagens sacras e espaços religiosos. Dados do Ministério dos Direitos Humanos apontam 2.774 denúncias de intolerância religiosa entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026.

Durante o pronunciamento, Gleice também criticou o uso da religião para alimentar conflitos políticos e relacionou a intolerância ao negacionismo científico e aos ataques a instituições de ensino.

“Que momento é esse que nós estamos vivendo? É a volta da Inquisição? É a volta de um momento em que se negava a ciência, do negacionismo?”, questionou.

Para a parlamentar, o debate ultrapassa a disputa eleitoral e envolve a garantia das liberdades fundamentais. “O que me preocupa é que futuro nós vamos ter diante de tantas ameaças e ataques a todo tipo de liberdade, de liberdade religiosa e de liberdade também da ciência aqui no país”, concluiu.

Fonte: Assessoria