terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Professora da UFGD conquistou o Prêmio Mercosul de Pesquisas em Políticas Sociais

O trabalho “O direito em educação no Mercosul: a realidade do Paraguai” é uma parte da tese de doutorado de Kellcia Rezende, que foi defendida em fevereiro deste ano, no programa de pós-graduação em Educação Escolar da Unesp de Araraquara.

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Kellcia Rezende Souza, professora da Faculdade de Educação da UFGD, recebeu prêmio pelo trabalho “O direito em educação no Mercosul: a realidade do Paraguai” (Foto: divulgação)

 Assessoria

 

Kellcia Rezende Souza, professora da Faculdade de Educação da UFGD, recebeu prêmio pelo trabalho “O direito em educação no Mercosul: a realidade do Paraguai” (Foto: divulgação)

O trabalho “O direito em educação no Mercosul: a realidade do Paraguai”, da professora da Faculdade de Educação, Kellcia Rezende Souza, recebeu na semana passada, em Assunção, o Prêmio Mercosul de Pesquisas em Políticas Sociais.

 

O prêmio está em sua primeira edição, foram 11 trabalhos selecionados e a organização é do Instituto Mercosul Social (ISM), do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e do Alto Representante General del Mercosur(ARGM).

 

O objetivo é promover o desenvolvimento das pesquisas no campo das políticas sociais regionais, incentivando a apresentação de trabalhos de pesquisadores e pesquisadoras residentes nos países do Mercosul (Argentina, Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Venezuela).

 

O trabalho “O direito em educação no Mercosul: a realidade do Paraguai” é uma parte da tese de doutorado de Kellcia Rezende, que foi defendida em fevereiro deste ano, no programa de pós-graduação em Educação Escolar da Unesp de Araraquara.

 

A tese “Direito à educação nos países membros do Mercosul: um estudo comparado” percebeu que há um avanço progressivo que permitiu a consolidação de um ordenamento jurídico educacional. “Já no tocante aos indicadores, notamos que a ampliação das matrículas nas etapas obrigatórias possibilitou maior inclusão, porém, com assimetrias entre as prioridades dos países. Se de um lado, Venezuela e Paraguai ainda enfrentam o desafio da universalização, por outro, Argentina e Uruguai se defrontam com as dificuldades inerentes as taxas de reprovação e evasão. O Brasil, embora tenha universalizado o Ensino Fundamental, terá que prover as condições reais para assistir a recente ampliação dos anos de escolaridade obrigatória”, informa Kellcia Rezende no resumo da tese.

 

 

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