segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Governador manda PGE e CGE acompanharem “Antivírus”

Reinaldo recebeu as primeiras informações sobre o caso ainda em São Paulo.

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O governador manifestou apoio às investigações e aguarda esclarecimentos dos órgãos de controle (Foto - Rodrigo Silva/TV MS Record)

Diário Digital

 

O governador manifestou apoio às investigações e aguarda esclarecimentos dos órgãos de controle (Foto - Rodrigo Silva/TV MS Record)

A PGEMS (Procuradoria Geral do Estado) e à CGEMS (Controladoria Geral do Estado) farão rigoroso acompanhamento da Operação Antivirus, deflagrada ontem (29), pelo  Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e que teve o Detran-MS como alvo principal.

 

A determinação é do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Conforme a assessoria de imprensa, o governador recebeu as primeiras informações sobre o caso ainda em São Paulo, onde cumpre agenda oficial desde a quinta-feira. O governador manifestou apoio às investigações e aguarda esclarecimentos dos órgãos de controle para definir as medidas legais cabíveis no âmbito da Administração Pública.

 

Não foi informado como ficará o comando do Detran-MS, já que o diretor-presidente Gerson Claro e outros diretores foram presos na operação. Porém, é aguardado que no retorno da viagem, o governador já anuncie nomes para ocupar os cargos vagos.

 

Presos

 

Além de Gerson Claro, também foram presos na Operação o diretor-adjunto do Detran-MS Donizete Aparecido da Silva, o chefe de departamento Erico Mendonça, o Diretor de Administração e Finanças Celso Braz de Oliveira Santos e o Diretor de Tecnologia Gerson Tomi. A prisão deles é preventiva, ou seja, não têm data para terminar.

 

Também foram presos suspeitos de envolvimento do esquema criminoso que teria fraudado licitações o ex-deputado estadual Ary Rigo, Jonas Schimidt das Neves, sócio da empresa DIGITHOBRASIL e seu secretário Claudinei Mastins Rômulo; José do Patrocínio Filho, Fernando Roger Daga e Anderson da Silva Campos, sócios e ex-sócio da empresa Pirâmide Informática; Luiz Alberto de Oliveira Azevedo, servidor público estadual lotado na Secretaria de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

 

Crimes

 

Segundo as investigações, os presos faziam parte de organização criminosa voltada à prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações começaram em 2015 e tem como objeto contratos celebrados entre empresas da área de tecnologia da informação/informática e o Poder Público Estadual.

 

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