sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Celulose fecha primeiro bimestre respondendo por 41% das exportações de Mato Grosso do Sul

Exportações do produto aumentaram 70,96% na comparação com mesmo período do ano passado.

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Celulose embalada em estoque em fábrica do produto em Três Lagoas (MS) (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)

G1 MS

 

Celulose embalada em estoque em fábrica do produto em Três Lagoas (MS) (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)

A celulose fechou o primeiro bimestre de 2018 na liderança do ranking de receita de Mato Grosso do Sul com as exportações. O estado vendeu para o exterior, conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), 656,3 mil toneladas do produto, o que resultou em um faturamento de US$ 272,160 milhões.

 

Essa receita é 70,96% maior do que a obtida no mesmo intervalo de tempo do ano passado, que foi de US$ 159,198 milhões. Representou ainda 41,04% de todo o resultado financeiro obtido pelo estado neste período, que foi de US$ 663,174 milhões. Na comparação dos dados parciais de 2017 com 2018, o faturamento das exportações de Mato Grosso do Sul cresceu como um todo, 14,30%.

 

Em contrapartida, a soja, outro dos principais produtos “Made in MS” vendido para o exterior, e que ocupa a segunda posição no ranking, registrou no acumulado de janeiro a fevereiro deste ano ante o mesmo período do ano passado, uma redução na receita com vendas internacionais de 45,86%, caindo de US$ 114,496 milhões para US$ 61,990 milhões.

 

Força da agropecuária

Dos 10 principais produtos exportados por Mato Grosso do Sul neste início de 2018, e que respondem juntos por 89,92% de todo o faturamento com essas operações, oito vem diretamente do agronegócio ou utilizam matérias-primas do setor.

 

Além da celulose, em primeiro lugar na lista dos principais produtos exportados, e da soja, que ocupa a segunda posição, o top dez sul-mato-grossense também é formado pela carne desossada e congelada de bovinos (US$ 58,485 milhões); pedaços e miudeza comestíveis e congelados de galos e galinhas (US$ 43,538 milhões); carne desossada fresca ou refrigerada de bovinos (US$ 31,218 milhões); milho em grão (US$ 30,238 milhões); açúcar (US$ 28,154 milhões); minério de ferro (US$ 26,064 milhões); farinhas e “pellets” da extração de óleo de soja (US$ 23,957 milhões) e manganês (US$ 19,794 milhões).

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