quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Odilon diz que liderança em pesquisa pode aumentar devido à baixa rejeição

Juiz esclarece que muitos cidadãos sul-mato-grossenses ainda não sabem de sua aposentadoria e pré-candidatura.

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Assessoria

 

Trabalhadores resgatados em condições de escravidão em fazendas no Pantanal sul-mato-grossense, em 2017 (Foto: Divulgação)

O pré-candidato do PDT ao governo de Mato Grosso do Sul, Juiz Odilon de Oliveira, que lidera mais uma pesquisa de opinião – desta vez feita pelo instituto Datamax – acredita que seus índices vão crescer ainda mais, na medida em que ele se torne mais conhecido do eleitorado.

 

No Levantamento publicado ontem pelo portal de notícias Midiamax, Odilon tem 25,4% das intenções de voto, seguido pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com 22,6% e o ex-governador André Puccinelli (MDB), em 3º, com 21,9%.

 

“As minhas intenções de voto têm tudo para aumentar. A questão é que ainda não sou conhecido como político, como ocorre com meus adversários. Muita gente nem sabe que me aposentei da magistratura e sou pré-candidato ao governo”, destacou o pedetista.

 

Para Odilon, o que vai decidir o voto em outubro é a história de vida de cada candidato. “O povo cansou de ver tanto desmando e corrupção. Apesar dos esforços das autoridades no desenvolvimento de operações como a Lava Jato, muitos políticos não têm medo nem vergonha de continuar desviando dinheiro dos impostos para o ralo de corrupção. Com isso, roubam a merenda escolar, medicamentos dos hospitais e postos de saúde, e enfraquecem a capacidade de trabalho dos órgãos de segurança, expondo a população à sua própria sorte. Na campanha ao governo, vou empunhar a bandeira do combate incansável à sonegação e à corrupção, defendendo a honestidade, a transparência e o absoluto zelo pelas suado dinheiro dos impostos. Caso seja eleito governador, na minha administração quem roubar vai direto pra cadeia”, declarou Odilon.

 

A pesquisa Datamax apurou também que em quarto lugar na preferência do eleitorado aparece o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 2,6%. O candidato do PT, Humberto Amaducci, tem 1%, João Alfredo Daniezi (PSOL), 0,9% e Suel Ferranti (PSTU), 0.7% das intenções de voto. Dez por cento não votariam em nenhum dos pré-candidatos, 12,49% ainda não definiram em quem votar e 2,6% votariam em branco ou anulariam o voto. O Instituto ouviu 804 eleitores em Campo Grande, entre os dias 5 a 8 de abril. A margem de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral, tanto em âmbito estadual quanto federal, sob os números Ms-09178/2018 e br-08909/2018.

 

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