domingo, 15 de fevereiro de 2026

Professor Enio Ribeiro assume diretório do PSOL em Dourados

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Chapa “Por um PSOL do Tamanho das Nossas Lutas!” obteve 18 votos e venceu a eleição (Foto - Divulgação)

Assessoria

 

Chapa “Por um PSOL do Tamanho das Nossas Lutas!” obteve 18 votos e venceu a eleição (Foto - Divulgação)

 

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) realizou em Dourados, no domingo (28), plenária para discutir a conjuntura nacional e eleger um novo Diretório Municipal.

 

Duas chapas foram inscritas: Chapa 01, “Por um PSOL do Tamanho das Nossas Lutas!”, que obteve 18 votos (maioria), tendo como candidato a presidente o professor Enio Ribeiro, e a Chapa 02 “PSOL Fortalecido”, que tinha como candidata a presidente Yasmin Sabrina e obteve 11 votos.

 

No PSOL, o diretório é preenchido pelos membros das chapas concorrentes na proporção dos votos obtidos. Assim sendo, a chapa encabeçada pelo professor Enio, além da presidência, ocupará a maioria dos cargos.

 

O professor Enio Ribeiro milita nos movimentos sociais desde os anos 1980. Atualmente é membro da direção do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Dourados), na Secretaria de Formação Sindical. Filiou-se ao PSOL em 2015 e já disputou duas eleições pelo partido: foi candidato a prefeito de Dourados em 2016 e a deputado estadual em 2018.

 

Foi eleito presidente do PSOL Dourados tendo como principal base de apoio o Núcleo Popular do partido. Os integrantes da chapa são todos membros deste núcleo, o qual é constituído por lideranças dos movimentos sindicais e populares (professores, estudantes, jovens, mulheres e LGBTI+). Este núcleo foi criado em 2017 e desde então vem debatendo diversos temas: Direito à Cidade, meio ambiente, juventude, gênero, agroecologia. Esta mesma filosofia de trabalho será adotada para o diretório recém-eleito, visando, inclusive, desde já, a elaboração do Projeto Político do partido para Dourados.

 

O professor Enio Ribeiro afirmou que o PSOL em Dourados intensificará a sua participação nas lutas sustentadas pelos trabalhadores no campo e na cidade, debatendo temas nacionais e locais: reforma da previdência, dívida externa, violência, discriminação contra mulheres, negros, indígenas, LGBTI+, como educação, saúde, abastecimento popular, segurança, democracia participativa, entre outros.

 

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