sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Catarinense anuncia compra de 50 mil bandeiras do Brasil para “libertar Bolsonaro” da prisão

Empresário diz que doará as bandeiras durante carreatas pró Bolsonaro

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Sérgio programa uma carreata em que as bandeiras seriam distribuídas para os cerca de 50 mil moradores (Foto: Divulgação)

Um patriota exaltado e defensor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surgiu nesta semana na internet anunciando a compra de um lote de 50 mil bandeiras do Brasil, as quais, segundo ele, servirão para “ajudar a libertar Bolsonaro” da prisão, cuja sentença está sendo cumprida na Papudinha, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado.

Sérgio Marinello, integrante do chamado Instituto Amarzinho — uma ONG de São Francisco do Sul voltada ao atendimento de crianças com transtorno do espectro autista —, surgiu na internet num vídeo gravado em São Paulo, onde comprou o lote de bandeiras verde-amarelas, segundo ele, para distribuição à população.

“São Francisco é a cidade mais patriota do Brasil, e acabei de comprar esse lote de bandeiras para levar para a nossa cidade. Vamos fazer uma passeata, uma carreata e acabar com a corrupção.” Segundo ele, Bolsonaro é o único político que não roubou a nação.

Sérgio programa uma carreata em que as bandeiras seriam distribuídas para os cerca de 50 mil moradores de São Chico, para ajudar na “libertação do mito”.

“Vamos acabar com esses políticos corruptos”, destaca Sérgio, que se apresenta na página do Instagram do Instituto Amarzinho. No mesmo espaço virtual, ele se apresenta como pré-candidato a deputado federal — sem, no entanto, identificar seu partido — e também canta músicas de Roberto Carlos.

O ativista político ainda fala nas redes contra a falta d’água que atingiu São Francisco do Sul neste verão e defende projetos voltados ao saneamento da ilha.

Em outros dois vídeos, ele se vale de um escudo do Capitão América para “pedir infraestrutura” para sua cidade, chamar os políticos de “putos”, além de percorrer ruas de São Paulo clamando pela libertação de Bolsonaro.

Fonte: Diarinho

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