segunda-feira, 13 de julho de 2026

Suspeito de golpe milionário usava sobrenome de delegado para aplicar golpes em MS

G1 MS

Dinheiro apreendido em um dos endereços da operação Ofir, em Campo Grande, MS (Foto: PF/Divulgação)

A coincidência do sobrenome Peró, de acordo com a Polícia Civil, era uma artimanha a mais para os integrantes de uma quadrilha aplicarem golpes não só em Campo Grande, mas, em todo o país. Ao chegar nos alvos, a investigação aponta que um dos suspeitos se dizia primo do delegado e do pai dele, com a intenção de dar mais credibilidade ao golpe. Além disto, em fevereiro de 2016, o G1 denunciou que o nome do juiz Odilon de Oliveira também estava sendo usado por golpistas.

 

“Algumas pessoas, como a dona de uma joalheria, desembargadores amigos da família e também parentes, entraram em contato nos dizendo que um desses estelionatários se identificava desta forma. Nós então alertamos de que poderia ser um golpista”, afirmou ao G1 o delegado Fabio Peró, titular da Delegacia Especializada de Repressão à Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras).

 

Além de se identificar como primo do delegado Peró, o suspeito de 55 anos dizia ser parente do médico e ex-reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Manoel Catarino Peró. No caso do juiz federal Odilon de Oliveira, atualmente aposentado, os envolvidos prometiam o recebimento de lucros de até R$ 15 milhões.

 

Na ocasião, conforme afirmou em entrevista, o magistrado foi alertado do uso indevido do nome e encaminhou um ofício para a Polícia Federal (PF), pedindo providências sobre este fato.

 

Nessa quarta-feira (22), a Justiça estadual converteu de temporária para preventiva – quando não tem data para acabar – as prisões de dois envolvidos presos durante a operação Ouro de Ofir, deflagrada no dia anterior pela Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Goiás e Brasília. Estes homens seriam os líderes da quadrilha. Um dos suspeitos continua foragido.

 

A conversão aconteceu porque na casa dos suspeitos foram encontrados sete revólveres e pistolas, além de muita munição. Advogados até levaram 100 salários mínimos em dinheiro para pagar a fiança de um dos presos, mas, foram informados que a mudança impedia a soltura.

 

No caso do outro suspeito, não coube fiança. O motivo, segundo a polícia, é que na casa dele foi encontrada uma luneta de mira de uso restrito das Forças Armadas, além de já ter respondido por estelionato em Primavera do Leste (MT).

 

Um quarto homem está foragido. Sobre ele cabe um mandado de prisão temporária por envolvimento com o esquema que prometia a devolução alta em dinheiro em troca do investimento na empresa. Ele é de Goiânia.

 

Insistência

 

Mesmo após a Polícia Federal deflagrar a operação Ouro de Ofir, na terça-feira (21), prender integrantes do esquema e apreender objetos de luxo, na tentativa de desarticular uma suposta quadrilha que aplicou golpe milionário em cerca de 25 mil pessoas pelo país, corretores continuam a incentivar os investidores.

 

Um áudio conseguido pela PF mostra um homem que se identifica como Crispin tentando mostrar que a situação está tranquila e que o dinheiro prometido será repassado a quem assinou contrato com a empresa na promessa de receber valores muito maiores em troca.

 

“Boa tarde, grupo de futuros milionários do Brasil. Estamos aqui mais uma vez. Eu, Crispin, para falar com vocês. Tranquiliza-los. E dizer que estamos juntos. Estamos aí. Agora é só aguardar essa liberação aí. Ele está abrindo as contas. Tem um tempo, vai lá e abre mais, de acordo com os contratos que vão sendo feitos. O dinheiro vai ficar bloqueado. Quando tiver todas as contas pontas, tudo pronto, ele vai lá e manda liberar tudo de uma vez só”, diz a gravação.A Polícia Federal informou nesta quarta-feira (22), por meio de nota enviada à imprensa, que os três alvos de prisão temporária, sob custódia na sede da superintendência, permanecem no prédio, em Campo Grande. A PF comunicou ainda que está analisando todo material apreendido, inclusive os contratos firmados entre clientes e suspeitos investigados.

 

 

O esquema

 

O grupo atuava como instituição financeira clandestina, coptando valores normalmente acima de R$ 1 mil de investidores, com a promessa de recebimentos milionários. Os investidores eram induzidos a depositar quantias para ter uma lucratividade de mais de 1.000%.

 

De acordo com a PF , o grupo dizia ao investidor alvo haver uma mina de ouro já explorada e que os valores referentes às comissões de venda estavam sendo repratiados, vendidos e até mesmo doados a terceiros.

O grupo também prometia quantias milionárias com liberação de uma antiga Letra do Tesouro Nacional – LTN. Tudo isso mediante pagamento prévio.

 

Conforme a PF, os alvos da operação Ouro de Ofir, faziam contrato com o investidor. Papéis estes que não possuem lastro ou objeto jurídico plausível: os nomes eram Operação SAP e Aumetal. Também eram falsificados documentos de instituições públicas federais na tentativa de oferecer credibilidade ao que era repassado às vítimas

Entre os suspeitos de integrar o grupo estão advogados, consultores e servidores da Justiça.

 

Líderes

 

Segundo o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Cléo Mazzotti, há pelo menos dez anos os suspeitos vinham aplicando esse tipo de golpe, mas que nos últimos dois a metodologia foi aprimorada. Ele explica que o grupo tinha quatro divisões: os líderes, chamados de paymasters; os escriturários, que ficavam encarregados de recrutares os corretores, e estes, que por sua vez procuravam as vítimas, em redes sociais, grupos de wattsapp e até em em igrejas. “São centenas de corretores em todo o país. Nos acreditamos que alguns sabiam que era um golpe, outros não. Isso vamos verificar em uma outra fase da investigação”.

 

De acordo com Mazzotti, nesta etapa da investigação, que já dura pelo menos seis meses, o trabalho foi centrado nos líderes da quadrilha, os três paymasters, que foram presos com mandados de prisão temporária em Campo Grande. Na ação, deflagrada nesta terça-feira foram apreendidos mais de R$ 1 milhão em dinheiro, carros de luxo, 200 quilos de pedras preciosas e armas de fogo.

 

 

Além de Campo Grande foram cumpridos mandados de busca e apreensão também em Goiás e no Distrito Federal. Um pessoas está foragida e quatro foram levadas com condução coercitiva para prestarem depoimento.

Fachada

O delegado disse que para dar uma fachada de credibilidade ao golpe a quadrilha utilizava vários artifícios. Um dos membros, por exemplo, apresentava uma carteira de juiz federal arbitral e o outro se identificava como cônsul de Guiné Bissau. “Não existe essa função de juiz federal arbitral. O juiz arbitral é função particular, que atua em conciliações. E o membro do grupo se apresentava somente como juiz federal. A mesma coisa é com o que se apresentava como cônsul, que é uma função honorária. Eles usavam isso para dar status, dar mais credibilidade ao golpe”.

 

Nome da operação

Segundo a PF, Ouro de Ofir é baseado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso dela oriundo.

Homem é morto com golpes no pescoço em praça de Campo Grande

G1 MS

Um homem foi morto em uma praça localizada na avenida Bandeirantes, em Campo Grande, na madrugada desta quinta-feira (23).

 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, ele tinha ferimentos no pescoço causados por garrafa de vidro e não portava documentos pessoais.

 

Testemunhas falaram que ele costumava cuidar carros no local, era chamado de Afonso e antes de ser encontrado morto conversava com outra pessoa.

 

O caso foi registrado como homicídio. Nenhum suspeito foi localizado.

Homem é preso por traficar 4 toneladas de maconha escondidas entre aveia e milho

G1 MS

Caminhão carregava quatro toneladas de maconha em MS (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Um caminhoneiro de 35 anos foi preso na madrugada desta quarta-feira (22) ao traficar quatro toneladas de maconha na MS-164, em Ponta Porã, região sul de Mato Grosso do Sul. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMR), o entorpecente estava escondido entre os sacos de aveia e milho.

 

A Polícia Federal (PF) afirmou que os oficiais da equipe receberam a informação de que um caminhão transportava a droga na rodovia. A Polícia Militar (PM), que já estava no local fazendo fiscalizações, foi acionada para interromper o percurso do veículo.

 

Segundo a PM, o motorista confessou que foi contratado para pegar a maconha em um posto de combustível e levar até a cidade de Goiânia.

 

Conforme as informações da PF, o suspeito foi preso. Tanto a maconha quanto o caminhão foram encaminhados à unidade da polícia na cidade, onde foi realizada a pesagem do entorpecente.

Filho de desembargadora de MS internado em clínica de SP volta para presídio

G1 MS

Filho de desembargadora estava internado em clínica paulista desde o dia 25 de julho (Foto: Reprodução/TV Globo)

O empresário Breno Fernando Solon Borges, filho da desembargadora e presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) Tânia Garcia Lopes, foi preso novamente nesta quarta-feira (22). Ele estava em uma clínica em Atibaia, no interior de São Paulo, sob alegação de transtorno mental.

 

A reportagem entrou em contato com a defesa de Breno, mas não obteve retorno até a publicação.

A prisão preventiva foi decretada pela 2ª Vara Criminal em Três Lagoas com base nas investigações da Operação Cérberus, deflagrada pela Polícia Federal no dia 13 de junho deste ano, que desarticulou uma organização criminosa especializada no contrabando de armas e que planejava o resgate de um detento na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande.

 

Breno havia sido preso no dia 8 de abril deste ano, em Água Clara, região leste do estado, onde foi flagrado com 129,9 quilos de maconha, 199 munições calibre 7,62 e 71 munições calibre 9mm.

Mesmo preso, no dia 14 de julho, o juiz de Três Lagoas expediu mandado preventivo contra o empresário após analisar indícios que demonstraram a participação de Breno nas ações criminosas que desencadearam a operação da PF.

A defesa ainda conseguiu converter a prisão do filho da desembargadora em internação em uma clínica no interior paulista e desde o dia 25 de julho Breno estava internado lá e o advogado foi escolhido para ser o tutor.

 

Insanidade mental

 

No processo do flagrante com armas e droga, a defesa alegou Transtorno de Borderline para justificar a transferência para uma clínica. No entanto, o juiz da comarca de Água Clara pediu um laudo de insanidade mental e suspendeu o processo até a conclusão.

 

O laudo realizado pelo psiquiatra forense Guido Arturo Palomba constatou que Breno sofre de condutopatia, um desvio de comportamento e que ele entende perfeitamente o caráter criminoso de uma ação.

 

O parecer da assistente técnica do Ministério Público do Estado (MPE), médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa da Silva, concluiu “ausência de nexo entre o transtorno mental do periciando e o ato criminoso em si por ele praticado”.

 

Por outro lado, o documento assinado pelo doutor em psiquiatria Talvane Marins de Moraes contradiz as duas avaliações. Segundo a avaliação médica, Breno “não era inteiramente capaz de se autodeterminar” por causa da pertubação da saúde mental.

Mega-sena acumula novamente e pode pagar R$50 milhões hoje

Caixa

 

A Mega-Sena segue acumulada e pode pagar, nesta quarta (22), o prêmio de R$ 50 milhões ao apostador que acertar os seis números da sorte. O concurso 1.990 será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte que está em Italva (RJ), estacionado na Avenida Herivelton Alves Marinho.

 

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na Poupança da CAIXA, receberá cerca mais de R$ 234 mil em rendimentos mensais, o equivalente a R$ 7,8 mil por dia. Ou, se preferir, pode comprar 333 carros de luxo ou 100 apartamentos de R$ 500 mil.

 

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) da quarta-feira em qualquer lotérica do país. Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas na Mega-Sena pelo seu computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios (quartas e sábados), quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

 

Rodoviária de Dourados conta com câmaras de segurança instaladas pela Prefeitura

Assecom

 

Câmeras em pontos estratégicos do terminal favorecem o monitoramento e segurança dos usuários (fOTO - A.Frota)

 

A Prefeitura de Dourados investiu em um sistema de câmeras no terminal rodoviário Renato Lemes Soares com funcionamento 24 horas. A ação foi encaminhada pela prefeita Délia Razuk e estruturada pela direção do terminal, com foco em oferecer mais segurança à população e aos comerciantes do local.

 

A instalação das câmeras em pontos estratégicos foi concluída e o monitoramento é realizado pela direção, sendo acompanhado também pela Guarda Municipal e Polícia Militar.

 

Conforme o diretor da rodoviária, Hélio Martins dos Santos, o projeto teve início no começo do ano e contou com investimento total de R$ 47 mil, de recursos do município. Foram 20 dias para instalação dos equipamentos e programas.

 

“É um grande passo para Dourados. O fluxo de passageiros é alto e dentro disso a prefeita direcionou esse investimento em segurança. Os equipamentos são de alta qualidade, com alcance excelente, e estão posicionados para uma visão geral para identificar e prevenir diversas situações que representem algum tipo de perigo”, pontuou.

 

Para o mês de dezembro a previsão é que 40 mil pessoas embarquem na rodoviária. O diretor destaca que o monitoramento foi iniciado em um momento muito oportuno e reforça o constante trabalho dos órgãos de segurança no local.

 

“Devemos fechar novembro com o embarque de pelo menos 36 mil pessoas e dezembro um número maior e com esse serviço conseguiremos acompanhar melhor essa movimentação. Destaco a atuação da PM e da GM para prevenção e coibição de crimes no terminal e o monitoramento vem como um diferencial nesse sentido”, destacou.

Pai liga para a polícia e denuncia o próprio filho que escondia arma de fogo em casa

Nova News

Filho que seria dono da arma não se encontrava na residência - (Foto: Divulgação/PM)

Em Ivinhema, a Polícia Militar foi acionada na noite dessa terça-feira (21) para atender uma ocorrência na Projetada I, no Bairro Água Azul. O solicitante, um homem de 47 anos, informou à guarnição que o seu filho possuía uma arma de fogo escondida em casa.

 

De imediato, a equipe de serviço foi até o local e, com autorização do proprietário adentrou na casa, e encontrou a referida arma dentro de uma caixa de som localizada no interior do quarto de seu filho, de 21 anos de idade, que não se encontrava na residência.

 

 

Diante dos fatos, o revólver calibre 32 foi recolhido e entregue na Delegacia de Polícia de Civil local juntamente com uma munição intacta e duas deflagradas para os procedimentos cabíveis.

 

Câmara de Dourados apoia Aduems na ampliação orçamentária da Universidade Estadual

Assessoria CMD

 

O presidente da associação alertou sobre os cortes na UEMS (Foto: Thiago Morais)

 

Durante a sessão ordinária desta segunda-feira (20), o presidente da Associação de Docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, (Aduems) André Martins Barbosa, ocupou a tribuna da Casa de Leis, para falar sobre a situação econômica da UEMS. Na ocasião, ele discorreu ainda sobre a audiência pública “Orçamento público e função social da UEMS”, que acontece no dia 24 de novembro, com o objetivo de debater os problemas de infraestrutura e recursos enfrentados pela universidade.

 

De acordo com André Martins, em 2017 foram destinados R$ 207 milhões, somando os aditivos, para a UEMS , porém o valor é insuficiente para manter as atividades de ensino, pesquisa e extensão dos 15 campus da universidade. “Dourados está sendo brutalmente atacada com estes cortes, porque têm quase 50% de todo o efetivo”, comentou.

 

O presidente da associação ainda apontou que uma emenda coletiva está sendo proposta para que seja modificado o orçamento proposto, passando para R$ 252 milhões anuais. André ainda ressaltou que a universidade recebe repasse de R$ 12 milhões mensais, porém o valor deveria ser de, no mínimo, R$ 16 milhões, para que todas as atividades sejam mantidas. “Nós contamos com os senhores para nos ajudar nesta luta”, ressaltou André.

 

O vice-presidente da Casa de Leis, Sergio Nogueira (PSDB), afirmou que os 19 vereadores apoiam a causa da universidade, lembrando que é necessário discutir sobre o financiamento da educação no Estado, para garantir um futuro digno para a população.

 

“Essa luta não é somente sua, mas é nossa. Nos somamos a eles, para que, enquanto vereadores, cheguemos até o governador para então, encontrarmos uma solução”, comentou Sergio Nogueira. “Colocamos-nos totalmente a disposição para levantarmos esta bandeira”, completou.

 

A Audiência pública será realizada na sexta-feira (24), às 13h30, no auditório do curso de agronomia da UFGD, localizado no Campus Unidade I.

 

Tribuna Livre

 

Em continuidade aos trabalhos, ao usar a tribuna livre, o vereador Cido Medeiros (DEM) requereu patrolamento, cascalhamento, compactação do solo e roçada de matagais nos Jardins Laranja Doce, Ayde e Pelicano.

 

Já Bebeto pediu à prefeita Delia Razuk (PR) a implantação de um semáforo na Rua Albertina de Matos Pereira, cruzamento com a Avenida Marcelino Pires. Também estudos visando o reaproveitamento do local onde era sediado a Patrulha Mirim, no Bairro João Paulo II.

 

O vereador Idenor Machado (PSDB) pediu a recuperação da Rua 20 de Dezembro, no Jardim Água Boa, da Rua Ramona da Silva Pedroso, na Vila Industrial, e também da Praça do Parque Alvorada.

 

O vereador Silas Zanata (PPS) solicitou providências sobre a realização do patrolamento e cascalhamento nos travessões Paloma, Barroso e Barbosa, no distrito de Guaçu. Ainda requereu a implantação de placas de grama para manutenção do campo de futebol do distrito de Macaúba.

 

Junior Rodrigues (PR) requereu pintura de sinalização das lombadas na Rua Manoel Rasselem, informações sobre a possibilidade do aumentado da linha de ônibus no Jardim Guaicurus e Dioclécio Artuzi, ligando o bairro ao centro da cidade, e a construção de poço artesiano no cemitério do distrito de Itahum.

PMA autua fazendeiro em R$ 5 mil por erosão que causava assoreamento de córrego

Assessoria

proprietário rural, de 68 anos, residente no Rio de Janeiro (RJ), foi autuado administrativamente e multado em R$ 5.000,00(Foto: Divulgação/PMA)

Policiais Militares Ambientais de Cassilândia realizavam fiscalização nas propriedades rurais do município e autuaram ontem (21), um proprietário rural em razão de degradação ambiental por processos erosivos. Uma voçoroca de grande proporção, que atingiu o lençol freático surgiu devido a falta de conservação do solo exigida em Lei, agravada pelo pisoteio do gado. O sedimento carreado do processo erosivo está contribuindo com o assoreamento do córrego Coletor que corta a propriedade.

 

O proprietário rural, de 68 anos, residente no Rio de Janeiro (RJ), foi autuado administrativamente e multado em R$ 5.000,00, pelos danos ambientais encontrados na propriedade. Ele também poderá responder por crime ambiental de destruir área de preservação permanente. Se condenado por este crime, poderá pegar pena de um a três anos de detenção.

 

A PMA determinou a interdição da área para proteção e recuperação, com proibição de atividades agrícolas e pecuárias. O proprietário também foi notificado a apresentar projeto de recuperação de área degradada e alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental.

Jovens são presos e adolescentes apreendidos após roubo de carro e assaltos em Campo Grande

G1 MS

Arma, dinheiro, celulares e documentos apreendidos com jovens presos em Campo Grande (Foto: PM/Divulgação)

Dois jovens, de 18 e 20, anos foram presos e dois adolescentes, de 15 e 17 anos, foram apreendidos na noite de terça-feira (21), suspeitos pelo roubo de um carro que teriam usado para fazer assaltos na região sul de Campo Grande.

 

De acordo com a Polícia Militar, um dos adolescentes confessou que roubou o carro no jardim Aero Rancho. No início da noite, o grupo usou o veículo para assaltar uma farmácia no bairro Pioneiros.

 

A PM fez ronda e localizou os jovens no jardim Manaíra. No veículo foram encontrados um revólver calibre 38 carregado e uma arma de brinquedo.

 

Os policiais também recuperaram celulares, carteiras com documentos e dinheiro que foram roubados.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do bairro Piratininga.

Caso dos irmãos desaparecidos em MS após abordagem do DOF completa 100 dias

G1 MS

Jovens durante abordagem policial em Ponta Porã (MS) em agosto de 2017 (Foto: Reprodução/TV Morena)

O caso dos irmãos de 20 e 27 anos que desapareceram após abordagem de policiais do Departamento de Operação de Fronteira (DOF), no dia 12 de agosto deste ano, perto de um posto de combustíveis na linha da fronteira entre Ponta Porã (MS) e o Paraguai, completou 100 dias nesta semana.

 

O pai Claudinei Rodrigues fala que não aguenta mais ficar sem notícias. “Ninguém fala nada para mim, nem advogado, nada, nada. Não sei o que faço mais”, afirmou o aposentado.

 

Câmeras de segurança do posto registraram a abordagem. Um foi colocado na viatura e o outro no próprio veículo. Pelas imagens não é possível saber para onde seguiram. No mesmo dia do desaparecimento, o carro foi encontrado do lado paraguaio com um boné de uma das vítimas.

“Queria que a Justiça fizesse justiça. Será que vou viver o resto da minha vida assim, sem saber onde o guri tá?”, questiona o pai.

 

O diretor do DOF Coronel Kleber Haddad Lane já recebeu o relatório da investigação e tem 10 dias para avaliar o material e enviar o documento para a Justiça Militar. Os policiais que participaram da abordagem continuam afastados até o fim do inquérito.

 

A Delegacia Especializada em Homicídios de Campo Grande (DEH) cuida do caso. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Mato Grosso do Sul, montou uma comissão para acompanhar os trabalhos. Segundo o presidente da comissão, Luiz Renê do Amaral, até onde foi analisado a condução da investigação ocorreu dentro da lei.

Boato sobre cadastro biométrico causa tumulto no Cartório Eleitoral de Dourados

João Pires

 

Eleitores superlotaram o prédio do Cartório Eleitoral de Dourados, temendo multa e cancelamento de documentos (Foto - João Pires)

 

Notícia falsa que circula em grupos de whats-app já alguns dias causou colapso no atendimento do Cartório Eleitoral de Dourados. Desde segunda-feira (20) centenas de eleitores formam filas em frente ao prédio localizado no Jardim Londrina, para fazer o cadastro biométrico, temendo  multas de R$ 150,00 e cancelamento de documentos, como anunciado falsamente em textos e vídeos nas redes sociais.

Mesmo sem prazo definido, funcionários realizam o cadastro biométrico em Dourados (Foto - João Pires)

 

A reportagem do Estado Notícias esteve no local hoje (21) às 13 horas e constatou a imensa fila formada no pátio do cartório. “Cheguei aqui às 11 horas e nem quero saber se a notícia é falsa ou não, eu quero é ser atendida”, reclamava a dona de casa Cláudia Marcela.

 

Já no setor de atendimento o tumulto foi ainda maior, devido ao número limitado de funcionários e cadeiras de espera. Como se não bastasse o colapso, um dos aparelhos de ar condicionado ainda apresentou defeito por conta do funcionamento excessivo. “Tem que colocar mais gente para atender, ninguém merece este calor aqui dentro!”, cobrou o aposentado Aldo Pereira.

 

Tumulto em frente em Cartório Eleitoral começou ontem por conta de 'fake news' (Foto - João Pires)

 

A reportagem conversou com o chefe da 18ª Zona Eleitoral, Conrado Rezende. Segundo ele, o cadastro biométrico realmente é obrigatório, por determinação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porém, deve ser implantado gradativamente em todos os estados, conforme a demanda.

 

Conrado esclarece ainda que no Mato Grosso do Sul, somente em Campo Grande existe o prazo obrigatório e  mesmo assim o eleitor pode procurar sua Zona Eleitoral até maio de 2018. “Sem multas de R$ 150 pelo não comparecimento”, ressalta.

 

EM DOURADOS NÃO PRECISA

 

Já em Dourados ou outro município do Mato Grosso do Sul, o prazo estipulado para o cadastramento biométrico não interfere em nada nas eleições de outubro de 2018, ou seja, o eleitor não será impedido de votar pelo não comparecimento no cartório Eleitoral. “Mesmo que a pessoa não faça o cadastramento antes das eleições, ela pode procurar o Cartório Eleitoral a partir de novembro do próximo ano, pois encerrando a eleição, abre-se um novo cadastro eleitoral, sem prazos e sem multas”, enfatizou. “Essa determinação de prazo aqui em Dourados não existe, nem por determinação do TSE em nem do TRE”, completou.

 

Notícia falsa gerou colapso no atendimento desde ontem (20) - Foto: João Pires

 

COLAPSO NO ATENDIMENTO

 

Com relação às reclamações dos eleitores que superlotou o Cartório de Eleitoral de Dourados desde ontem, Conrado Rezende explica que a estrutura de atendimento não suporta a demanda que praticamente triplicou em dois dias. “Estamos com uma média de 150 atendimentos por dia, ontem fechamos em aproximadamente 400 pessoas”, afirmou.

 

Ele exemplifica ainda que em Campo Grande, onde realmente é obrigatório, existem 80 cabines disponíveis no Cartório Eleitoral, além de pontos de atendimentos distribuídos nos bairros e órgãos públicos.

 

O QUE É

 

O Cadastro biométrico consiste na captação dos dados dos eleitores, como foto, assinatura e impressões digitais. É um aprimoramento da Justiça, oferecendo maior segurança no momento da votação. Este cadastramento já prevê a emissão documento único que a Justiça Eleitoral pretende implantar nos próximos anos, em tramitação no Congresso, considerando que cadastro eleitoral é muito seguro e nacional, diferente do cadastro dos documentos de identidades que são estaduais.

 

Centenas de pessoas formam fila em frente ao Cartório Eleitoral. localizado no Jardim Londrina (Foto - João Pires)

 

Veja o que diz a notícia ‘fake’:

 

Olha só o que o governo inventou para pegar dinheiro do povo, lançou uma lei para todos os eleitores fazerem a biometria mas não avisou nada para ninguém e o prazo vai até 7/12 quem não fizer vai pagar uma multa de 150,00 enquanto não pagar o seu CPF, RG, habilitação fica suspenso vc não vai poder dirigir nem usar RG nem CPF enquanto não pagar a multa , o prazo para não pagar multa é até 7/12, só que ninguém ta sabendo, vai ser um Deus nos acuda espalhem para o maior numero possível gente.”

 

ASSISTA

 

Motocicleta furtada é recuperada pela PM em Dourados

Assecom 3° BPM

Ninguém foi preso.(Foto: Divulgação/PM)

Durante patrulhamento na região do Jardim Agua Boa, policiais da Rádio Patrulha do 3º BPM, recuperaram na noite dessa segunda-feira (20), uma motocicleta que teria sido furtada no último domingo em Dourados.

 

Os policiais faziam o patrulhamento pela rua Ernesto de Matos Carvalho, quando no cruzamento com a rua Hayel Bon Faker foi visualizada uma motoneta Honda C-100 Biz de cor vermelha com placa de Campo Grande/MS, e após checagem foi constatado que o veiculo teria sido furtado na noite do domingo em Dourados. Ninguém foi preso.

 

O caso foi encaminhado a DEPAC de Dourados para as providencias de praxe.

Polícia Federal faz operação em MS, GO e DF contra grupo que prometia lucros milionários

G1 MS

Relógios apreendidos na operação Ouro de Ofir, em Campo Grande, MS (Foto: PF/Divulgação)

Polícia Federal (PF) e a Receita Federal fazem nesta terça-feira (21), em Campo Grande, Terenos (MS), Goiânia e Brasília, operação de combate a grupo suspeito de estelionato.

 

Os policiais cumprem 11 mandados de busca e apreensão, quatro de prisão temporária e quatro de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois liberada.

 

Até a publicação desta reportagem, já tinham sido apreendidos diversos relógios, dinheiro, carros de luxo, pedras preciosas e armas de fogo. Entre os locais que os policiais estiveram, em Campo Grande, estão uma empresa de consultoria no bairro Monte Castelo, uma residência em um condomínio de classe média alta e outra em bairro de mesmo padrão.

 

O esquema

 

O grupo atuava como instituição financeira clandestina, coptando valores normalmente acima de R$ 1 mil de investidores, com a promessa de recebimentos milionários. Os investidores eram induzidos a depositar quantias para ter uma lucratividade de mais de 1.000%.

 

De acordo com a PF , o grupo dizia ao investidor alvo haver uma mina de ouro já explorada e que os valores referentes às comissões de venda estavam sendo repratiados, vendidos e até mesmo doados a terceiros.

 

O grupo também prometia quantias milionárias com liberação de uma antiga Letra do Tesouro Nacional – LTN. Tudo isso mediante pagamento prévio.

 

 

Conforme a PF, os alvos da operação Ouro de Ofir, faziam contrato com o investidor. Papéis estes que não possuem lastro ou objeto jurídico plausível: os nomes eram Operação SAP e Aumetal. Também eram falsificados documentos de instituições públicas federais na tentativa de oferecer credibilidade ao que era repassado às vítimas

Entre os suspeitos de integrar o grupo estão advogados, consultores e servidores da Justiça.

 

Nome da operação

 

Segundo a PF, Ouro de Ofir é baseado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso dela oriundo.

Homem foi executado com dois tiros e suspeita é de “guerra” entre grupos

Dourados News

Corpo estava dentro do veículo (Foto: Osvaldo Duarte)

A vítima do homicídio registrado na manhã desta terça-feira (21) no Jardim Guaicurus, em Dourados, foi identificada preliminarmente como Jean Silva, conhecido como Gordo, morador no Parque das Nações II.

 

De acordo com a perícia, dois tiros de pistola .45 atingiram o homem nas costas e no pescoço.

 

O corpo dele foi encontrado por populares no interior do Fiat Siena, com placas de Caarapó.

 

O veículo estava parado próximo a uma residência localizada na rua G-4 e dentro dele havia roupas e até uma espécie de máscara.

 

A polícia apura a ligação desse assassinato com outros crimes ocorridos recentemente no município, entre eles, a morte de Maurício Molina Matossi, no dia 13 de novembro, na Linha do Potreirito.

 

Não é descartado acerto de contas entre grupos rivais.