G1 MS

O jovem chegou às 13h10, no Patronato Penitenciário da capital sul-mato-grossense acompanhado dos advogados. A instalação do equipamento durou cerca de 20 minutos. Ele entrou e saiu da unidade sem falar com a imprensa.
Segundo Benedicto de Figueiredo, que defende o estudante, o cliente não bebeu e o sinal estava aberto para ele. Sobre a alta velocidade, apontada pela polícia, o advogado preferiu não se pronunciar sobre o assunto.
A tornozeleira eletrônica é uma das determinações impostas pela Justiça para a soltura do rapaz, que foi concedida provisóriamente no domingo (5), após o pagamento de fiança no valor de R$ 50 mil feito, em espécie, pelo advogado do rapaz.
A juíza Eucélia Moreira Cassal determinou ainda que o estudante se apresente mensalmente para informar e justificar suas atividades, com início em até cinco dias após a libertação. Ele está proibido de se ausentar de Campo Grande sem autorização judicial, deve entregar o passaporte em até 48 horas e não sair de casa durante a noite e nos dias de folga.
O acidente
O acidente ocorreu no cruzamento das avenidas Afonso Pena e Doutor Paulo Machado, na madrugada de quinta-feira (2). Carolina Albuquerque estava com o filho de 3 anos quando o carro foi atingido pela caminhonete que era dirigida pelo estudante de medicina, de 23 anos.
O filho da advogada foi internado na Santa Casa. O menino quebrou a clavícula e teve fratura de costelas. Ele recebeu alta do hospital na tarde de domingo (5).
Segundo a perícia, o motorista, que fugiu do local após o acidente, estava em alta velocidade e testemunhas disseram que ele apresentava sinais de embriaguez.
O estudante de medicina se apresentou à polícia no sábado (4). O jovem procurou a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro e se entregou. De acordo com a polícia, foi cumprida a prisão preventiva do suspeito, decretada pela Justiça.