segunda-feira, 23 de março de 2026

Professores da UFGD palestram sobre aspectos relacionados ao uso de drogas

Assessoria

 

Professor Thiago Justino abordou aspectos do funcionamento do cérebro do usuário de crack e cocaína (Foto - Divulgação)

Mais do que formar jovens e adultos, a Universidade Federal da Grande Dourados entende que seu papel é produzir conhecimento que contribua com a sociedade. Por isso, muitos técnicos-administrativos, docentes e estudantes da UFGD participam de atividades sociais e de outras instituições públicas, entre elas o COMAD (Conselho Municipal Antidrogas de Dourados).

 

Nesta semana, o COMAD está realizando seu 1º Seminário de sensibilização da sociedade com relação ao uso abusivo de álcool e outras drogas. Dois professores da UFGD contribuíram palestrando no evento, trazendo dados de pesquisas científicas na área de neurociência, tratamento psiquiátrico, direito e ciências sociais.

 

O coordenador do curso de Medicina da UFGD, professor Thiago Paulizi Justino, apresentou informações sobre o funcionamento do cérebro da pessoa que tem algum tipo de vício. Ele explicou que o cérebro humano vai mudando ao longo da vida, mas que as drogas causam mudanças agressivas no funcionamento desse órgão vital. Estudos mostram que os usuários de crack e cocaína apresentam o funcionamento do cérebro comprometido pela droga mesmo após 3 a 6 meses sem fazer uso.

 

Thiago apresentou dados de pesquisas da área de neurobiologia para explicar como funciona o mecanismo cerebral que causa dependência. Segundo o professor, vários fatores podem determinar se uma pessoa será ou não adicta em relação às drogas que venha experimentar. A família é uma fonte de influência tanto pelo ambiente e exemplo de comportamento que oferecem aos filhos, como pela carga genética, que é alterada pela droga. O ambiente social e até mesmo a alimentação são fatores que podem influenciar o usuário de drogas a se tornar dependente químico.

 

“A adicção acontece em uma combinação de fatores, não podemos determinar previamente quem será adicto ou não. A pessoa pode nascer com uma carga genética propensa, e passar a vida toda sem vício algum. Por outro lado, temos pacientes que tem um quadro social, psicológico e físico que teria tudo pra dar errado e no entanto eles se recuperam. Nunca podemos perder a esperança. O que posso afirmar é que um tratamento de abordagem generalista não funciona. O tratamento tem que ser dinâmico e individualizado, cada pessoa, em cada fase do tratamento, tem necessidades diferentes, não podemos estabelecer um protocolo padrão”, detalhou Thiago.

 

Ele ainda enfatizou que o sistema de saúde precisa avançar bastante, especialmente no sentido de providenciar leitos de internação para dependentes químicos que queiram se tratar. Ainda, é necessário investir na formação de equipes multiprofissionais, contemplando terapia ocupacional, psicologia, assistência social, médicos clínicos, psiquiatras, e infectologistas.

 

Questão social

 

O professor Marcelo Campos, docente do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFGD, apresentou dados de pesquisas nacionais que apontam para a ineficácia das políticas de combate a drogas brasileiras.

 

Um dos problemas apontados por Marcelo é o fato de a lei nacional anti-drogas, estabelecida em 2004, não ter um critério para distinguir quem é usuário e quem é traficante. Comparando dados do Brasil e de outros países, e ainda fazendo uma análise do número de prisões efetuadas de 2004 a 2009 na cidade de São Paulo, Marcelo demonstra que muitas vezes a pessoa que é enquadrada como traficante não foi encontrada com uma quantidade grande de drogas. No entanto, aqueles que são enquadrados por tráfico apresentam um perfil social padrão: quanto menos escolarizado, quanto mais periférico for seu local de moradia, mais chance a pessoa tem de ser considerado traficante e não usuário pela polícia e pelo sistema de Justiça.

 

Conforme Marcelo, o governo brasileiro ainda centra foco em políticas de criminalização das drogas. O resultado é o aumento da população carcerária, mas com impacto ínfimo na redução de consumo e comercialização de drogas ilícitas. A solução seria se inspirar em outros países, onde as políticas de prevenção ao uso de drogas e redução de danos são reforçadas.

 

“A questão da droga veio sendo narrada pelo discurso médico e pelo discurso jurídico, que reforçaram esteriótipos: o tratamento que se dá à questão da droga ou é um caso de doença ou é um caso de polícia. E a lógica é que, sendo um doente ou um criminoso, essa pessoa que consome droga deve ser excluída da sociedade. Ao passar por instituições que o tratam como doente ou criminoso essa pessoa fica estigmatizada, mesmo depois que sai do tratamento ou da prisão. São vidas desperdiçadas pelo estigma. A questão da droga vai além de um caso médico ou de polícia, é um caso social complexo e deve ser tratado como tal”, defendeu Marcelo.

Universidade particular não pode ser responsabilizada por crise no Fies

Migalhas

 

O juiz Federal Guilherme Maines Caon, da 2ª vara de Uruguaiana/RS, julgou improcedente ação civil pública ajuizada pelo MPF contra uma universidade particular, isentando a instituição de responsabilidade pela crise do Fies em 2015.

 

 

O parquet pretendia que fosse reconhecido aos estudantes vinculados ao Campus de Alegrete/RS o direito à obtenção do financiamento de seus cursos superiores através do Fies, relativo ao primeiro semestre de 2015, levando-se em conta a fixação de patamar máximo de reajuste das mensalidades estabelecidas pelas gestoras do programa, de 6,41%. Além disso, pediu que a instituição fosse condenada ao pagamento de danos morais coletivos, no valor de R$ 5. mil para cada aluno prejudicado.

 

 

A alegação do MPF foi a de que a universidade reajustou as mensalidades em 8,4%, patamar que impediu os alunos de obterem a concessão e a renovação de financiamentos, uma vez que a União e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) estabeleceram, para o ano letivo de 2015, que apenas seriam concedidos financiamentos em relação a alunos vinculados a instituições de ensino que tivessem reajustado suas mensalidades em até 6,41%.

 

 

O magistrado, contudo, entendeu que, por se tratar de uma relação de consumo peculiar, em que o custo do serviço é financiado por meio de uma política pública, bem como pelo fato de que houve verdadeira mudança das regras e redução do valor orçamentário destinado ao Fies no início de 2015, houve motivação razoável para a instituição de ensino não manter o reajuste da sua mensalidade ao limite inicialmente imposto pelo FNDE, o qual, como visto, revelou-se inadequado.

 

 

Ainda segundo ele não há como se exigir que a universidade cumprisse em sua plenitude a publicidade veiculada no ano de 2014, haja vista as profundas mudanças que ocorreram no início de 2015 e que impactaram sobremaneira no volume de recursos disponíveis para o Fies.

 

 

“Entendimento em sentido contrário implicaria admitir a responsabilidade das universidades particulares de arcarem com a deficiência orçamentária da União, pois teriam que fornecer um serviço cujo valor pago seria inferior ao seu custo, obrigando as instituições de ensino a subsidiar os estudantes, o que não é admissível, haja vista que a política pública é de responsabilidade da União.”

 

 

O escritório Patriota Advogados representou a universidade no caso.

Vestibular UFGD/2018: Saiba quem pode solicitar isenção da taxa de inscrição

Assessoria

 

A UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) publicou, na semana passada, o edital do processo seletivo Vestibular 2018 e uma das dúvidas mais comuns diz respeito a quem pode solicitar isenção da taxa de inscrição e como isso pode ser feito.

 

De acordo com a Lei Federal Nº 12.799, de 10 de abril de 2013, tem direito à isenção o candidato cuja renda familiar per capita seja igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenha cursado o Ensino Médio completo em escola pública (ou como bolsista integral em escola privada).

 

A solicitação da isenção deverá ser feita pela internet, no ato da inscrição, mas é preciso ficar atento ao prazo: embora a inscrição para o Vestibular possa ser feita de 15 de agosto a 29 de setembro, quem tem direito a pedir o benefício deve fazê-lo até o dia 30 de agosto, mesmo prazo para entrega da documentação exigida.

 

Que documentação é essa?

 

O processo é simples: o candidato deverá apresentar um comprovante de vínculo com a escola pública e o CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal). Quem não tem CadÚnico, além do comprovante de matrícula, deverá apresentar os documentos comprobatórios de renda, que constarão do requerimento de isenção disponibilizado no ato da inscrição para o Vestibular, no verso da ficha. A documentação é específica para cada candidato, de acordo com a natureza da fonte de renda familiar e os dados que informarem. Para evitar futuros transtornos, não deixe para fazer a inscrição de última hora.

 

Isenção na taxa é diferente da reserva de vagas

 

É importante que o candidato se atente para o fato de que ter a isenção aprovada não garante automaticamente a concorrência a uma vaga pelo sistema de reserva de vagas.

 

A reserva de vagas é regida por outra legislação (Lei Nº 12.711, de 29 de agosto de 2012) e é preciso manifestar interesse por essa modalidade de concorrência no ato da inscrição. Isso quer dizer que, ainda que seja necessária a análise da renda em ambos os casos, a documentação necessária para efetuar a matrícula é diferente e acompanha declarações que o candidato precisa conhecer antes de optar pela concorrência na modalidade reserva de vagas.

 

Nesse caso, o Centro de Seleção orienta que, no ato da inscrição, o candidato confira a documentação para se certificar de que pode concorrer às vagas reservadas, evitando, dessa forma, a invalidação da matrícula. Para conferir a lista de documentos comprobatórios para concorrer às vagas reservadas, acesse o link: https://cs.ufgd.edu.br/download/EDITAL%20DE%20DIVULGA%C3%87%C3%83O%20PROGRAD%20%2021_An%C3%A1lise%20de%20Renda.pdf.

 

Lembrando que, este ano, a reserva de vagas para alunos de escola pública também incluirá o portador de deficiência, nos termos do artigo 4° do Decreto n° 3.298/1999, além de pretos, pardos e indígenas.

 

Saiba mais sobre a reserva de vagas em: http://portal.mec.gov.br/cotas/perguntas-frequentes.html.

 

Vestibular 2018

 

Esta edição do Vestibular UFGD oferece 962 vagas distribuídas em 32 cursos de graduação presencial. As provas estão marcadas para acontecer no dia 26 de novembro, nas cidades de Dourados e Campo Grande.

 

Acompanhe as novidades pela página do Centro de Seleção ou pelo Portal UFGD.

 

O edital completo do Vestibular, que deve ser lido atentamente por todos os candidatos, encontra-se em: https://cs.ufgd.edu.br/download/Edital_de_Abertura_PSV_2018_1.pdf.

 

Uems vai ofertar cursos de Inglês gratuitos

Notícias MS

 

Divulgação

A Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) conseguiu o credenciamento junto ao MEC (Ministério da Educação) para a criação de um Núcleo de Línguas (Nucli-IsF) pelo programa Idioma Sem Fronteiras. Anteriormente, essa abertura era somente para Instituições de Ensino Federais e as Estaduais possuíam apenas a função de aplicação do teste Toefl.

 

“Agora a Uems, que antes era apenas um centro aplicativo do teste de proficiência em Língua Inglesa, passa a ter um Nucli e abrir cursos de Inglês gratuitos para toda comunidade acadêmica, professores e funcionários”, explica o assessor de Relações Internacionais e Mobilidade da Uems, professor doutor Ruberval Franco Maciel.

 

A Uems terá direito, através de edital da Capes, a duas bolsas para professores de Língua Inglesa, que deverão concorrer alunos de Letras, com fluência na língua para ministrar os cursos. Essas duas bolsas são proporcionais a quantidade de alunos interessados no curso de inglês, que fizeram o teste de proficiência no Portal do Idiomas Sem Fronteira. “Aumentando o número de alunos cadastrados no Portal, que realizem o teste de proficiência, poderemos receber mais bolsas e abrir mais turmas.”, comenta.

 

Nos próximos meses, a Uems fará a seleção dos professores que atuarão nos cursos, através de edital específico. Os cursos de Inglês para a comunidade acadêmica deverão estar disponíveis em outubro.

 

Inscreva-se no Myenglishonline

 

Para participar do Myenglishonline, o aluno deve se cadastrar no Portal, responder todas as perguntas do teste socioeconômico e realizar a prova de proficiência. Essa prova indicara o nível de fluência em que o aluno se encontra. Nos níveis 1 e 2, o curso é totalmente online, pelo próprio portal do MEC. Já nos níveis 3 em diante, o aluno poderá escolher entre online e presencial. “Com essa nova modalidade do programa Idioma Sem Fronteiras, as Universidades ganharam com formação dos profissionais que vão ministrar esses cursos e no desenvolvimento linguístico dos seus alunos. O nível de proficiência dos acadêmicos e dos professores influencia nos processos de mobilidade acadêmica e internacionalização da Universidade”, enfatiza Ruberval.

Estados receberão R$ 394,4 milhões para alimentação escolar

Portal Brasil

Pnae atende alunos da educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (Foto: Divulgação/ MEC)

Estados e municípios receberão a sexta parcela de 2017 do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) até o próximo sábado (5). Ao todo serão repassados R$ 394.454.478,00 pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

 

Os recursos do Pnae são liberados em dez parcelas, para cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica. Apenas em 2017, a alimentação escolar já recebeu R$ 2,2 bilhões do FNDE.

 

“O Pnae é um programa extremamente importante, pois garante a alimentação de 40 milhões de estudantes por dia, o que representa 50 milhões de refeições diárias”, reforça o diretor de ações educacionais do FNDE, José Fernando Uchoa.

 

As regras do programa definem que um mínimo de 30% dos recursos transferidos devem ser utilizados na compra de produtos da agricultura familiar.

 

O Pnae atende os alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público).

Alunos da Reme voltam às aulas hoje

Assessoria

Município mantém o CALENDÁRIO ESCOLAR programado para 2017, com término do segundo semestre previsto para o dia 11 de dezembro(Foto: A. Frota)

Nesta terça-feira (01), 27.392 alunos voltarão às salas de aula nas 45 escolas da rede municipal de ensino, e 36 Ceim’s (Centro de Educação Infantil Municipal).

 

De acordo com a secretaria municipal de Educação, o município mantém o calendário escolar programado para 2017, com término do segundo semestre previsto para o dia 11 de dezembro.Estão programados seis sábados letivos neste segundo semestre.

 

As datas programadas para aplicação de exames finais nas unidades da Reme são os dias 13,14 e 15 de dezembro.

 

A Educação tem recebido atenção especial na gestão, principalmente no que se refere à valorização dosservidores. Logo no início do ano letivo, a prefeita Délia Razuk deu posse a centenas de concursados, que atuam nas unidades educacionais. Nesta semana, mais 186 servidores estarão sendo empossados para atuarem na Educação.

 

A Prefeitura de Dourados investiu ainda no transporte escolar. São 15 ônibus próprios e mais 46 de empresa contratadas para atender, em média, 5 mil alunos, num percurso diário de aproximadamente 11 mil quilômetros.

 

 

Inscrições para vagas remanescentes do Prouni começam na segunda-feira

Portal Brasil

 

Prouni concede bolsas de estudo, integrais e parciais, de até 50%, em instituições de educação privada (Foto: Agência Brasil/Arquivo)

As inscrições para o processo seletivo de vagas remanescentes do Programa Universidade para Todos (Prouni), para o segundo semestre de 2017, começam na segunda-feira (31) e vão até até 25 de agosto, para o candidato que não estiver matriculado em instituição de educação superior.

 

Para os estudantes já matriculados, o prazo para dar início ao processo é 30 de outubro. No total, há 77 mil bolsas remanescentes das 147.492 ofertadas na chamada regular referente ao segundo semestre de 2017, em 1.076 instituições privadas de educação superior.

 

Podem se inscrever aqueles que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e obtiveram nota média igual ou superior a 450 pontos, além de superior a zero na redação.

 

Professores da rede pública de educação básica, no efetivo exercício do magistério e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública, também poderão se inscrever para cursos de licenciatura, independentemente da renda.

 

A conclusão da inscrição assegura ao candidato apenas a expectativa de direito à bolsa, estando a sua concessão condicionada à comprovação de atendimento dos requisitos legais e regulamentares do programa.

 

Bolsas de estudo

 

O Prouni concede bolsas de estudo, integrais e parciais (de 50%), para estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições particulares de educação superior.

 

Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

 

No primeiro semestre deste ano, foram ofertadas 214.110 bolsas pelo programa, sendo 103.719 integrais e 110.391 parciais.

Professores do Estado aceitam reajuste parcelado

Diário Digital

 

A reunião contou com a presença de aproximadamente 400 participantes (Foto - Divulgação)

 

Os professores da Rede Estadual de Ensino Público aceitaram a proposta apresentada pelo governo do Estado de parcelar o reajuste salarial da categoria em duas vezes. Com isso, as aulas serão retomadas normalmente nesta quinta-feira, 27 de julho, e está extinta a possibilidade de greve. A decisão foi tomada em assembleia geral na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).

 

A reunião contou com a presença de aproximadamente 400 participantes, entre delegados representantes dos 74 Sindicatos Municipais dos Trabalhadores em Educação (SIMTEDs) que compõem, a Federação, vice-presidentes das 14 regionais, e delegados de base da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). “Seria melhor o cumprimento da legislação como foi aprovada em 2015, porém diante do quadro que foi debatido com a categoria, os trabalhadores e trabalhadoras em educação entenderam que é melhor manter essa politica de promoção de um ganho real nos últimos anos, apostando no cumprimento integral das etapas que estão sendo negociadas, e mantendo a integralização do piso até 2020, por 20 horas, em Mato grosso do Sul.

 

Uma politica que nos levou a um dos melhores salários do Brasil”, pontuou o professor Jaime Teixeira, presidente da Fetems. Conforme o dirigente, daqui pra frente será intensificada a negociação com o governo em relação aos funcionários administrativos em educação. Já foi estabelecido com o governo, a criação de uma Comissão de Negociação, específica para os administrativos, em busca da implantação de uma política de valorização da categoria. “Entendemos que há um déficit com os nossos trabalhadores e trabalhadoras administrativos da educação. Esse é um debate que será prioritário com o Governo”, disse o presidente da Fetems.

 

Veja os pontos da proposta do governo acatada em assembleia na Fetems: 

 

Garante o índice de equivalência de 78,16% para integralizar o piso por 20horas, no mês de dezembro de 2017, aplicando o percentual de 7,64% na tabela de dezembro de 2016, dividido em duas parcelas, sendo a primeira de 2,94% em setembro, e 4,7% no mês de dezembro; – Integralizar no mês de outubro de 2018 o índice do piso nacional a ser anunciado em 2018, garantindo em outubro de 2018 o índice de equivalência de 78,16%. O reajuste terá como base a tabela de dezembro de 2017, no entanto, havendo concessão de revisão geral aos demais servidores públicos o índice será aplicado, no mesmo período também aos professores, sendo este valor deduzido do índice do Piso Nacional quando da integralização em outubro de 2018; – Garante o índice de equivalência de 82,53% no mês de dezembro de 2018; – Definir o mês de maio como data base; – Mantém a convocação da mesma forma que no primeiro semestre; – Não haverá alteração no Estatuto dos profissionais em Educação.

 

O governo irá encaminhar um Projeto de Lei para à Assembleia Legislativa com a íntegra do acordo para que haja a repactuação da Lei Complementar nº 200.

 

(Com informações da assessoria de imprensa da Fetems)

 

Inscrições para o Fies no segundo semestre começam hoje

Agência Brasil

A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31 de julho, quando também será aberta a lista de espera. (Foto: Divulgação)

As inscrições ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre deste ano começam hoje (25). Serão oferecidas 75 mil novas vagas aos estudantes que procuram um financiamento para cursar o ensino superior em instituições de ensino privadas. O prazo para as inscrições vai até sexta-feira (28).

 

As instituições e os cursos ofertados podem ser consultados na página eletrônica do Fies Seleção. A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31 de julho, quando também será aberta a lista de espera. Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), entre 1º de agosto e 8 de setembro.

 

Mudanças

 

Apesar das mudanças anunciadas no início do mês no Fies para 2018, neste semestre continuam valendo as regras atuais. Poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

 

A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, sendo que 100 mil serão ofertadas para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos a juro zero, incidindo a correção monetária.

Inscrições para o Fies começam amanhã

Agência Brasil

A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31, quando também será aberta a lista de espera.(Foto: Divulgação)

A lista de instituições e os cursos ofertados por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) poderá ser consultada a partir de hoje (24), na página eletrônica do Fies Seleção. As inscrições para o segundo semestre de 2017 começam nesta terça-feira (25) e vão até sexta-feira (28) .

 

No total, 75 mil novas vagas serão oferecidas aos estudantes que procuram financiamento para cursar o ensino superior em instituições de ensino privadas. A relação dos candidatos pré-selecionados será divulgada no dia 31, quando também será aberta a lista de espera.

 

Apesar das mudanças anunciadas no início do mês no Fies para 2018, neste semestre continuam valendo as regras atuais. Poderão se inscrever os estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

 

Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), entre 1º de agosto e 8 de setembro.

 

A partir de 2018, o Novo Fundo de Financiamento Estudantil será dividido em três modalidades. No total, o programa vai garantir 310 mil vagas, sendo que 100 mil serão ofertadas para estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos a juro zero, incidindo a correção monetária.

Projeto alternativo à Lei Harfouche começa a tramitar na Assembleia de MS

 

Tv Morena/G1 MS

 

Começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul um projeto de lei que prioriza a justiça restaurativa nas escolas como forma de combater a indisciplina.

 

A proposta, apresentada nesta terça-feira (27), dispõe sobre a implantação do Programa de Atividades com Fins Educativos nos estabelecimentos que compõem o Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul é autoria do deputado Pedro Kemp (PT).

 

O texto é um contraponto a outro projeto, que chegou a ficar conhecido como Lei Harfouche e que dá um caráter mais punitivo ao estudante que causar prejuízos nas escolas.

 

O autor do projeto explica que o texto é resultado de um estudo que envolveu professores, profissionais da educação, psicólogos, juristas e a Defensoria Pública.

 

Uma das sugestões é que, em casos de indisciplina, a direção escolar proponha acompanhamento psicológico ou de assistência social e que as ações não poderão submeter os alunos a situações de risco, vexatórias ou que causem discriminação ou constrangimento.

 

O projeto agora segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Se aprovado, vai à plenário para a primeira votação, mas, como os deputados entram em recesso dia 17 de julho, o texto deve ser votado só em agosto.

 

Os deputados terão mais tempo para analisar um dos assuntos mais polêmicos em pauta. A proposta é totalmente contrária ao projeto que chegou a ser batizado como Lei Harfouche. Essa matéria prevê a punição aos estudantes com mau comportamento. O aluno teria que limpar o que sujou e consertar o que quebrou dentro da escola.

 

A iniciativa que causou muita polêmica tramitou por dois anos na Assembleia, chegou a ser aprovada em primeira discussão, mas foi retirada da pauta e está em análise na Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR).

 

O segundo projeto, sobre o mesmo tema, deixou exposta a falta de consenso entre os deputados, que poderiam ter unificado as ideias num mesmo texto.

 

Convocação de candidatos que ficaram na lista de espera do Sisu começa hoje

Agência Brasil

A lista de espera do Sisu foi aberta aos candidatos que não foram selecionados na chamada regular ou que foram aprovados somente para a segunda opção de curso, tendo ou não feito a matrícula. (Foto: Divulgação)

Hoje (26), os candidatos que ficaram na lista de espera da segunda edição de 2017 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vão começar a ser convocados. O chamamento dos estudantes para a matrícula será feito pelas instituições de ensino, mas os candidatos devem acompanhar as convocações da lista de espera na instituição pela qual tenha manifestado interesse.

 

A lista de espera do Sisu foi aberta aos candidatos que não foram selecionados na chamada regular ou que foram aprovados somente para a segunda opção de curso, tendo ou não feito a matrícula. A lista é restrita à primeira opção de vaga do candidato.

 

O Sisu é o sistema informatizado gerenciado pelo Ministério da Educação que oferece vagas no ensino superior público com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesse processo seletivo, foram ofertadas 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

Vale Universidade recebe inscrições a partir de segunda-feira

Assessoria

Em caso de seleção, o acadêmico habilitado deverá realizar estágio com carga horária de 20h semanais (Foto:Divulgação)

Com início nesta segunda-feira (26.6), às 8h, o período de inscrição para o Programa Vale Universidade abre novas oportunidades para o acadêmico que já está matriculado em um curso superior. Até o dia 14 de julho, às 16h, as inscrições, que são totalmente on-line, podem ser realizadas bastando o acadêmico acessar o site e clicar no banner que dá acesso à ficha de inscrição. O não preenchimento de qualquer uma das informações solicitadas no cadastro não permitirá a finalização do formulário.

 

O acadêmico do Programa Vale Universidade desembolsa apenas 10% do valor da mensalidade. Os outros 70% são pagos pelo Governo do Estado e os 20% restantes pela instituição de ensino superior na qual ele está vinculado.

 

A secretária de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho, Elisa Cleia Nobre, reforça a importância de se observar o período de inscrição. “Peço para todos os acadêmicos interessados que observem bem o período aberto para inscrição e não deixem passar essa oportunidade”, e ainda solicita o apoio de todos na divulgação dessa oportunidade. “Informe aos amigos pelas redes sociais e nas conversas do dia a dia para que esse benefício possa chegar ao conhecimento de quem mais precisa”, pontuou.

 

Entre os requisitos para inscrição no Vale Universidade, estão, por exemplo, renda individual igual ou inferior a R$ 1.448,00 e renda familiar mensal não superior a R$ 2.896,00; não possuir outro curso de graduação; ter residência fixa em Mato Grosso do Sul há mais de dois anos ou ainda, não ser beneficiado por qualquer outro tipo de benefício ou de auxílio financeiro, com a mesma finalidade do Vale Universidade.

 

Em caso de seleção, o acadêmico habilitado deverá realizar estágio com carga horária de 20h semanais, cumpridas em jornadas de quatro horas diárias no período matutino ou vespertino, compatíveis com o horário escolar, nas instituições indicadas pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), por intermédio da Superintendência de Projetos Especiais, a qual compete estabelecer os demais procedimentos para a efetivação do cumprimento do estágio.

 

O candidato deverá observar rigorosamente as resoluções a serem publicadas no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul e também divulgadas no site da Sedhast.

 

O que é o Programa Vale Universidade?

 

O Programa Vale Universidade, instituído pela Lei n. 3.783, de 16 de novembro de 2009, e regulamentado pelo Decreto Estadual n. 13.071, de 24 de novembro de 2010 e alterações, é implementado, coordenado e administrado Sedhast, com o objetivo de oferecer ao acadêmico universitário de baixa renda a oportunidade de aprimorar sua formação profissional, mediante concessão de benefício social.

Em Dourados, professores da rede municipal fazem protesto e não descartam paralisação

João Pires/com assessoria do Simted

 

Educadores fizeram protestos em frente a Prefeitura de Dourados, durante toda a manhã de hoje (Foto - Adilson Domingues)

 

Durante assembleia na semana passada, dia 13,  os educadores da Reme (Rede Municipal de Ensino de Dourados) aprovaram um indicativo de paralisação contra o não cumprimento da Lei do Piso do Magistério e não pagamento do reajuste anual do administrativo.

 

A assembleia aderiu também à Greve Geral Nacional do dia 30 de junho contra as Reformas Trabalhista, da Previdência e a Terceirização. A paralisação da Rede Municipal deve acontecer em seguida, no início do mês de julho.

 

Durante a assembleia, a comissão de negociação repassou os informes das últimas reuniões com o Legislativo, Ministério Público e Secretaria Municipal de Educação. A valorização salarial não teve nenhum avanço e a prefeitura não realizou nenhuma proposta oficial durante a negociação.

 

PROTESTO

 

Durante toda a manhã de hoje (21) os educadores fizeram protesto em frente a Prefeitura de Dourados, para cobrar posicionamento com relação as revindicações da categoria. De acordo com o Simted, foram enviados ofícios para a Administração Municipal requerendo informações sobre o orçamento da Educação no município de Dourados.

 

Outras demandas, como o Difícil Acesso, Readaptados e Chamada do Concurso Público estão sendo acompanhadas pelos sindicalistas, que vêm cobrando respostas e melhorias para a Rede Municipal.

 

A categoria aprovou uma nova assembleia da REME para o dia 21 de junho, quarta-feira.

Seminário na Câmara de Dourados contribui para a discussão sobre o ensino médio em MS

Imprensa CMD

 

Comissão de Educação e Movimento por um MS Literário’ realizaram seminário na Câmara de Dourados (Foto - Thiago Morais)

O presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Dourados, Idenor Machado (PSDB), considera muito positivo o seminário realizado na tarde desta quinta-feira, dia 23, sobre “A Reforma do Ensino Médio e as Implicações para a Literatura em Mato Grosso do Sul”. Para ele, a discussão vai contribuir bastante para as ações na busca da qualidade do ensino no Estado.

 

O evento teve como palestrantes Elizângela Maia, do Simted (Sindicato municipal dos professores de Dourados); o professor doutor Adilson Crepaldi, da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul); Paulo Custódio de Oliveira, da UFGD (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e Joseley Adimar Martins, coordenador do Copem, na área de Política para o Ensino Médio.

 

Participaram também do evento e das discussões o deputado estadual Pedro Kemp, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, a professora Denise Portolan, secretária municipal de Educação e ainda Célia Regina Velasque dos Santos, do ‘Movimento por um MS Literário’. O movimento foi parceiro da Câmara na realização do evento. O moderador foi o professor Bruno Alves Moreira, da coordenadoria Regional de Educação.

 

Os demais membros da Comissão de Educação da Câmara, o vice-presidente Elias Ishy (PT) e Sérgio Nogueira (PSDB) também participaram ativamente dos debates.

 

A Comissão de Educação resolveu propor o evento para colaborar na discussão sobre as mudanças propostas pelo Estado no ensino médio. Entre elas a incorporação da disciplina de Literatura à de Língua Portuguesa.

 

O Estado alega que os estudantes não serão prejudicados com a alteração no currículo. Já os professores têm alertado para que a mudança significará o fim do ensino de literatura nas escolas.

 

“Foram colocados os pontos de cada parte. São informações que ajudarão a continuar o debate. A educação é a base para que as pessoas possam evoluir pessoalmente e profissionalmente na vida e a Câmara vai estar sempre atenta a esta questão e contribuir para melhora-la. Um futuro melhor passa pela qualidade na educação”, afirma Idenor Machado.