sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Praias lotadas são recado aos aspirantes a ditadores, diz Eduardo Bolsonaro

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Em crítica a governadores, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a lotação das praias pelo Brasil mostram vontade das pessoas em ter lazer (Foto - © Wilson Dias/Agência Brasil

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Em crítica a governadores, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a lotação das praias pelo Brasil mostram vontade das pessoas em ter lazer (Foto - © Wilson Dias/Agência Brasil

 

O deputado feral Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta 3ª feira (8.set.2020), no Twitter, que as praias lotadas no feriado de 7 de setembro significaram “1 recado aos aspirantes a ditadores”.

 

Segundo o filho do presidente Jair Bolsonaro, as pessoas sabem o que é melhor para si.

 

“As praias lotadas não significam apenas a vontade das pessoas em ter lazer, são também um recado aos aspirantes a ditadores. Quem sabe o que é melhor para si são as próprias pessoas, não os governantes hipócritas e autoritários”, disse.

 

Desde o início da pandemia, a família do presidente Jair Bolsonaro vem se posicionando contra medidas de restrição social determinadas por governadores e prefeitos nos Estados.

 

São Paulo

 

Nas praias do litoral, a Polícia Militar destacou cerca de 20 mil policiais para o patrulhamento ostensivo na orla e nos quiosques, bares e restaurantes durante o feriado prolongado.

 

Os policias usaram megafones para divulgar mensagens de conscientização e prevenção às aglomerações. A operação contou também com 200 profissionais da Vigilância Sanitária trabalhando na fiscalização e orientação dentro de estabelecimentos.

 

O movimento intenso de turistas nas praias paulistas já era esperado pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem). No fim de semana anterior (29 e 30 de agosto), a movimentação chegou a mais de 600 mil veículos, superando a média para um fim de semana, de pouco mais que 400 mil.

 

Rio de Janeiro

 

No feriado, as areias de Ipanema, Copacabana e Aterro do Flamengo receberam milhares de banhistas, entre cariocas e turistas.

 

Enquanto nos calçadões era grande o número de pessoas fazendo o uso de máscaras, nas areias o uso do equipamento era menor.

 

Os banhistas ficavam na areia e usavam guarda-sóis e cadeiras de praia, que não estão liberados pela prefeitura do Rio. O decreto do prefeito Marcelo Crivella autoriza apenas o banho de mar, e não a permanência na areia.

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