sábado, 28 de março de 2026

Gleice defende mulheres, educação pública e democracia na abertura dos trabalhos da Alems

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul realizou nesta terça-feira (3), a Sessão Solene de Instalação da 4ª Sessão Legislativa da 12ª Legislatura.

A cerimônia marca oficialmente o início dos trabalhos parlamentares em 2026. Durante a solenidade, a deputada estadual Professora Gleice Jane (PT) utilizou a tribuna para defender a centralidade das mulheres nas políticas públicas, a valorização da educação, o trabalho digno e o fortalecimento da democracia no Estado.

Ao refletir sobre o início de 2026, a parlamentar destacou a necessidade de avaliar os desafios herdados de 2025, especialmente o aumento da violência contra as mulheres. Gleice Jane lamentou que o ano tenha começado com o registro de dois feminicídios no estado e afirmou que o enfrentamento a esse cenário exige mudanças estruturais, que vão além da atuação da segurança pública.

“Não haverá política de segurança suficiente se não mudarmos o comportamento de uma sociedade que naturaliza a submissão dos corpos das mulheres. É preciso enfrentar essa lógica e construir políticas que garantam proteção, dignidade e direitos”, afirmou.

No campo nacional, a deputada ressaltou avanços recentes, como a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação das grandes fortunas, medidas que, segundo ela, contribuem para a construção de um país mais justo. Ao mesmo tempo, apontou como prioridade para 2026 o debate sobre o fim da escala 6×1, defendendo trabalho digno e mais qualidade de vida para os trabalhadores.

Outro ponto central do discurso foi a defesa da regulamentação das redes sociais e das mídias digitais, especialmente em um ano eleitoral. Para a deputada, a ausência de regras claras coloca em risco a democracia e expõe mulheres e crianças a situações de violência, assédio e desinformação. Gleice Jane reforçou que, assim como outras mídias já são regulamentadas no país, as plataformas internacionais também devem seguir regras que garantam segurança e responsabilidade.

No âmbito estadual, a parlamentar destacou preocupações com a educação pública. Gleice Jane cobrou a realização de mais concursos públicos e criticou os processos de terceirização no setor educacional, que, segundo ela, desrespeitam profissionais contratados e fragilizam a qualidade do ensino. Mato Grosso do Sul, apesar de pagar bons salários aos efetivos, está entre os estados com menor número de professores concursados.

A deputada também defendeu que a saúde pública seja tratada com responsabilidade, alertando para os riscos da terceirização e da privatização dos serviços, e reafirmou a necessidade de um Estado que humanize suas políticas.

Ao abordar o tema da humanização, Gleice Jane incluiu a defesa do meio ambiente, denunciando a contaminação dos rios pelo uso excessivo de agrotóxicos, e a proteção dos animais, relacionando essas pautas à formação ética da juventude e ao respeito à vida.

Encerrando o pronunciamento, a deputada afirmou que 2026 deve ser um ano de fortalecimento da democracia e de construção coletiva de políticas públicas. Segundo ela, colocar as mulheres no centro das decisões políticas é fundamental para atender às necessidades de toda a população, em sua diversidade de territórios, realidades e experiências.

“Nós, da bancada do PT, seguiremos debatendo e construindo políticas públicas junto com o povo de Mato Grosso do Sul, com diálogo, compromisso social e defesa incondicional da democracia”, concluiu.

Fonte: Assessoria

Afastamentos por transtornos mentais disparam no Brasil e acendem alerta sobre saúde mental no trabalho

Por trás de planilhas e estatísticas, um problema silencioso vem se tornando cada vez mais visível no Brasil: o adoecimento mental relacionado ao trabalho. Dados recentes analisados pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) mostram que os afastamentos por transtornos mentais cresceram quase 80% em apenas dois anos, entre 2023 e 2025, gerando um custo estimado de R$ 954 milhões em benefícios pagos pelo INSS.

Segundo o levantamento, depressão e transtornos de ansiedade lideram as causas de afastamento, refletindo uma combinação de fatores como sobrecarga laboral, insegurança profissional, jornadas extensas e dificuldade de acesso a cuidados preventivos em saúde mental.

Para o médico residente em Psiquiatria Lucas Pacini, os números escancaram um problema que já vinha sendo observado na prática clínica. “Esses dados não surgem do nada. Eles refletem pessoas que passaram meses — às vezes anos — ignorando sinais claros de esgotamento emocional, acreditando que o sofrimento fazia parte da rotina profissional”, afirma.

Pacini destaca que, em muitos casos, o afastamento ocorre apenas quando o quadro já se tornou incapacitante. “Existe uma cultura de normalização da ansiedade, da insônia e do cansaço extremo. O problema é que o corpo e a mente têm limites. Quando esses limites são ultrapassados de forma contínua, o adoecimento se instala”, explica.

O médico ressalta que transtornos como burnout, depressão e ansiedade não aparecem de forma abrupta. “Eles se constroem aos poucos, em silêncio. A pessoa continua trabalhando, produzindo, cumprindo metas, mas já está funcionando no automático. Quando finalmente busca ajuda, muitas vezes já precisa se afastar”, diz.

Além do impacto financeiro para a Previdência Social, Pacini chama atenção para o custo humano do problema. “Cada afastamento representa alguém que perdeu qualidade de vida, autonomia e, em muitos casos, identidade profissional. A conta não é só econômica — é emocional, familiar e social.”

Para o psiquiatra, os dados reforçam a necessidade de mudar a lógica de cuidado em saúde mental no ambiente de trabalho. “Psiquiatria não deve ser vista como último recurso, quando tudo já desmoronou. Ela também é prevenção. Identificar sinais precoces e intervir antes do colapso reduz afastamentos, recaídas e sofrimento”, afirma.

Pacini defende que empresas e trabalhadores precisam abandonar a ideia de que buscar ajuda é sinal de fraqueza. “Cuidar da saúde mental é uma estratégia de sustentabilidade humana. Nenhuma produtividade se sustenta à custa do adoecimento”, conclui.

Especialistas apontam que ampliar o acesso a acompanhamento psicológico e psiquiátrico, promover ambientes de trabalho mais saudáveis e combater o estigma em torno dos transtornos mentais são passos essenciais para frear a escalada dos afastamentos. Caso contrário, os números tendem a continuar crescendo — com impactos cada vez mais profundos para o país.

Fonte: Assessoria

Mato Grosso do Sul tem representante na elite da arbitragem nacional

O assistente Eduardo Cruz, do quadro de árbitros da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), passa a integrar o seleto grupo composto por 72 profissionais contratados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Para fazer a seleção, a entidade utilizou critérios técnicos de alto nível, além do selo Fifa, foram analisadas as médias de avaliação de desempenho nas temporadas 2024 e 2025 para chegar a um modelo com quatro pilares centrais:  treinamento técnico, saúde e performance, tecnologia e governança/estrutura.

Para Estevão Petrallás, Presidente da FFMS, esta conquista é fruto de um trabalho desenvolvido pela Comissão de Arbitragem da Federação, que tem à frente dos trabalhos o Diretor Augusto Ortega.

“É muito importante para a arbitragem de Mato Grosso do Sul termos um representante entre os árbitros que vão compor o quadro permanente da CBF. São profissionais que se dedicam e buscam sempre o aperfeiçoamento para que as partidas sejam conduzidas de forma correta. Este trabalho vem sendo desenvolvido criteriosamente pela Comissão de Arbitragem e pela Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul, junto à CBF”.

Treinamento

Neste ano, em parceria com a CBF, a Comissão de Arbitragem desenvolveu um Treinamento Integrado para árbitros e assistentes que aconteceu em janeiro, em Campo Grande, onde os profissionais receberam instruções teóricas, físicas e práticas em várias situações que acontecem durante as partidas, entre elas entradas e disputas, faltas táticas, leitura e posicionamento, análises de campo, manipulação de resultados e informações em súmulas.

Quadro

Dos 72 profissionais escolhidos, 20 são árbitros centrais – 11 deles do quadro da Fifa -, 40 são assistentes – incluindo 20 da Fifa -, e 12, também da Fifa, atuam como árbitros de vídeo (VAR). Ao final de cada ano, eles estarão passíveis a rebaixamento (pelo menos dois de cada função), com a consequente promoção de outros que tenham se destacado na temporada.

“Trata-se de uma mudança estrutural profunda e necessária, pedida há décadas por todos aqueles que amam nosso esporte. É um movimento que segue as melhores práticas de outras grandes federações do mundo. Uma pauta que precisava ser estudada com todos os setores do futebol e implementada com firmeza, mas que estava adormecida aqui na CBF. Como em outros casos, essa nova gestão resolveu encarar o desafio”, disse o presidente da CBF, Samir Xaud.

Mudança

A iniciativa marca o início do compromisso da CBF em dar um novo rumo à arbitragem brasileira, alinhando o futebol a padrões mais avançados. Para tanto, a entidade vai investir cerca de R$ 195 milhões para o desenvolvimento e profissionalização dos árbitros no biênio 2026/2027.

Além da remuneração específica, os 72 árbitros vão ser avaliados sistematicamente por observadores e uma comissão técnica contratada pela CBF. Receberão notas por uma composição de variáveis, como controle de jogo, aplicação das regras, desempenho físico e clareza na comunicação. Integrarão um ranking que será atualizado a cada rodada.

“Estruturado em quatro pilares estratégicos, o Programa de Profissionalização da Arbitragem (PRO) inaugura uma nova fase no futebol brasileiro. A iniciativa atende a uma demanda histórica do esporte e está em sintonia com o anseio de clubes, dirigentes, atletas, árbitros e, principalmente, dos torcedores”, disse Netto Góes, presidente do GT de Arbitragem.

Os pioneiros da profissionalização da arbitragem brasileira vão dispor de planos individualizados, com uma rotina semanal de treinos, e estarão sob monitoramento tecnológico. Eles vão contar com todo suporte na área de saúde e passarão por quatro avaliações anuais, com testes físicos e de simulação de jogo.

Haverá ainda uma rotina de capacitação, com imersões mensais, com aulas teóricas, testes e sessões práticas em campo. Poderão dispor também de recursos da análise de desempenho, com feedbacks individualizados após cada partida, em que discutirão lances polêmicos.

Fonte: Assessoria

Vírus Nipah preocupa o mundo: qual é o risco real para o Brasil?

O vírus Nipah, conhecido por causar surtos com alta taxa de mortalidade, voltou a preocupar autoridades de saúde após a confirmação de novos casos na Índia. O tema ganhou destaque internacional e gerou dúvidas sobre o risco de disseminação global e a possibilidade de chegada ao Brasil.

Identificado pela primeira vez no fim da década de 1990, o Nipah é um vírus zoonótico — ou seja, transmitido de animais para humanos — e pode provocar desde sintomas leves, como febre e dor de cabeça, até quadros graves. Em casos mais severos, a infecção pode evoluir para problemas respiratórios e encefalite, uma inflamação no cérebro que pode levar ao coma e à morte. Não há vacina ou tratamento antiviral específico, e o atendimento é baseado no suporte clínico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto está, por enquanto, sob controle. “O risco de disseminação do vírus Nipah é baixo, e nenhum dos mais de 190 contatos das duas pessoas infectadas na Índia testou positivo ou desenvolveu sintomas”, informou uma autoridade da entidade.

Os principais reservatórios naturais do vírus são morcegos frugívoros, animais que se alimentam predominantemente de frutas. Essas espécies, comuns em regiões da Ásia, podem transmitir o vírus ao contaminar alimentos ou por contato direto com secreções. Esse tipo de morcego não ocorre naturalmente nas Américas, o que reduz o risco de circulação do Nipah no Brasil.

Impactos no Brasil

A Secretaria de Estado da Saúde afirma que não há casos suspeitos ou confirmados da doença no Brasil. O país conta com um sistema preparado para identificar vírus emergentes, mesmo aqueles que ainda não circulam oficialmente no território nacional.

Entre as estratégias adotadas está a vigilância baseada em eventos, que monitora situações fora do padrão, como doenças inesperadas, óbitos incomuns e agrupamentos de casos com potencial de emergência. A ação é coordenada pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), responsável pela detecção, notificação e resposta a eventos de risco.

Também há vigilância sindrômica e sentinela, que acompanha casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave, permitindo a identificação precoce de mudanças no padrão de circulação de vírus.

O Brasil dispõe de capacidade laboratorial por meio de centros de referência nacional e dos Lacens estaduais. Mesmo quando um vírus não está na lista de notificação compulsória, eventos incomuns são comunicados e avaliados conforme os protocolos de biossegurança.

Atualmente, não há orientações específicas à população sobre sintomas ou condutas relacionadas ao Nipah, já que o vírus não circula no país. Os serviços de saúde seguem os protocolos padrão de isolamento da Anvisa, e a vigilância permanece ativa diante do cenário internacional.

Fonte: Diarinho

 

Liandra participa da 1ª Caminhada Janeiro Branco

A vereadora Liandra da Saúde (PSDB) participou, no último sábado (31), da 1ª Caminhada Janeiro Branco, realizada no Parque dos Ipês, uma iniciativa da Associação Comercial e Empresarial de Dourados (ACED), por meio do Aced Mulher.

O evento marcou o encerramento das ações da campanha Janeiro Branco no município e reuniu a comunidade em um momento de conscientização, bem-estar e cuidado com a saúde mental.

A programação contou com caminhada, atividades físicas orientadas, alongamentos, além de orientações de saúde com profissionais da área, entre eles a enfermeira e mestre em psicologia Clarisse Peixoto, cadastrada ao Instituto Janeiro Branco. A iniciativa teve como objetivo reforçar a importância do cuidado emocional e psicológico, promovendo informação, integração social e qualidade de vida.

Durante o evento, Liandra destacou a relevância de ações como essa para quebrar preconceitos e ampliar o debate sobre saúde mental. Em sua fala, ela ressaltou que, embora o mês de janeiro chegue ao fim, a atenção ao tema precisa ser permanente.

“O Janeiro Branco chegou ao fim, mas a luta pela saúde mental continua. Cuidar da mente é um compromisso diário, que precisa estar presente durante todo o ano, nas famílias, nas escolas, nos ambientes de trabalho e também nas políticas públicas”, afirmou a vereadora.

Liandra também parabenizou a ACED e o Aced Mulher pela iniciativa e reforçou seu compromisso com ações e projetos que promovam o bem-estar emocional da população douradense.

Segundo ela, eventos como a caminhada ajudam a aproximar a informação das pessoas e incentivam a busca por ajuda quando necessário.

Fonte: Assessoria

O alerta de calor de grande perigo que pode atingir 6,5 milhões no Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para uma onda de calor que deve atingir 511 municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná a partir desta terça-feira (3).

As principais áreas atingidas serão as regiões oeste e norte de Santa Catarina; sudoeste, noroeste, nordeste e centro do Rio Grande do Sul; e as regiões sudoeste, centro e sudeste do Paraná.

As capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba e o litoral dos três Estados não serão atingidos pela onda de calor. Ao todo, a população destes 511 municípios é de mais de 6,5 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE.

O alerta vermelho é o de maior gravidade na escala do Inmet e indica situação de grande perigo.

Em casos de emergência, a Defesa Civil pode ser contatada pelo telefone 199.

Uma onda de calor é quando as temperaturas máximas ficam pelo menos 5°C acima da média histórica por cinco dias ou mais consecutivos, segundo critérios recomendados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) seguidos pelo Inmet.

O alerta vermelho do Inmet para esses municípios vale até sexta-feira (6/2).
Para outras partes do país, o Inmet prevê que as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do país ao longo do mês de fevereiro.

Nas regiões Norte e Sudeste, existe expectativa de chuvas acima da média durante o mês. Já no Sul e Centro-Oeste, haverá chuvas abaixo da média histórica.

Cuidados com a saúde
 
O Inmet alerta que ondas de calor aumentam o risco de desidratação, exaustão térmica e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias.

Sensações de cansaço, lentidão, tontura e mal-estar podem ser sinais de que o corpo está tendo dificuldade para lidar com o excesso de calor, especialmente entre idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

A recomendação das autoridades é reforçar a hidratação, evitar exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia e buscar ambientes ventilados sempre que possível. Em caso de sintomas mais intensos, a orientação é procurar atendimento médico ou acionar a Defesa Civil.

Fonte: Portal G1

 

Famílias atípicas, saúde e Delegacia da Mulher estão no centro do trabalho de Lia Nogueira em 2026

Com o início do ano legislativo de 2026, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) volta às atividades na Assembleia Legislativa com prioridade para temas que já vinham sendo trabalhados nos últimos anos, como o apoio às famílias atípicas, a continuidade de serviços na saúde e o fortalecimento da rede de proteção às mulheres.

O objetivo é dar sequência a políticas que já saíram do papel e hoje impactam diretamente o cotidiano de quem depende do poder público.

Entre essas medidas está a lei que garante 60% de desconto no IPVA para veículos utilizados no transporte de pessoas atípicas, inclusive quando o carro está em nome do responsável legal. Em 2025, o benefício começou a aliviar o orçamento de famílias que vivem uma rotina intensa de terapias e deslocamentos.

Neste ano, o esforço se volta para ampliar o alcance da norma e facilitar o acesso à redução do imposto.

“Essas famílias não pedem privilégio, pedem condição mínima para continuar cuidando sem abandonar o próprio sustento” afirma Lia Nogueira.

Na saúde, a deputada acompanha a manutenção do atendimento em neuropediatria em Dourados, reativado em 2025 por meio de emenda, e a inclusão da psiquiatria infantil a partir deste ano com nova destinação de recursos.

Ao mesmo tempo, segue presidindo a Frente Parlamentar em Defesa dos Profissionais de Saúde e trabalha pela aprovação do projeto que prevê multa administrativa para casos de agressão e desrespeito a trabalhadores em unidades públicas. “Se o profissional de saúde trabalha com medo, o atendimento piora para todo mundo. Proteger quem atende é proteger quem precisa do SUS “, avalia.

Na proteção às mulheres, o foco é consolidar o atendimento 24 horas já em funcionamento na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Dourados (Deam). Lia Nogueira monitora as condições da unidade, cobra reforço em áreas como psicologia e atua para que a estrutura se mantenha preparada para receber as vítimas em qualquer horário, além de defender que o modelo sirva de referência para outras cidades polo do Estado. A deputada lembra que, quando a mulher encontra portas abertas e acolhimento, aumenta a chance de romper o ciclo de violência e registrar a agressão.

Ao avaliar o cenário para 2026, Lia Nogueira afirma que o ano será dedicado a acompanhar de perto o que já está em andamento e a apresentar novas respostas às demandas que surgem nas cidades e nas aldeias.

“Quero seguir perto das pessoas, cobrando e construindo soluções que apareçam na prática, no dia a dia, onde elas vivem e dependem do poder público” resume.

Nesse sentido, a parlamentar mantém o trabalho de fiscalização da execução de emendas destinadas a escolas, entidades sociais e associações de famílias atípicas, com a perspectiva de que os recursos continuem representando melhorias concretas nos municípios e nas comunidades indígenas.

Fonte: Assessoria