Entre os dias 4 e 8 de março, a Praça Antônio João será palco da 1ª Feira de Flores Artesanais de Dourados. O evento é promovido pela Associação Brasileira Assistencial (ABA) e pelo Rotary Club de Dourados Cinquentenário, com parceria da Prefeitura, e acontece das 8h às 18h30.
A feira oferecerá uma grande variedade de flores deslumbrantes, mudas frutíferas e plantas ornamentais, além de diversas opções de orquídeas, com preços acessíveis e para todos os gostos.
A iniciativa acontece em um período especial, sendo também uma excelente oportunidade para quem deseja presentear no Dia Internacional da Mulher, celebrado em 08 de março, com algo que simboliza carinho e beleza.
Mais do que decorar, as plantas transformam ambientes, sendo uma oportunidade de investir para em salas de estar, escritórios, consultórios e etc. A feira também representa uma ótima oportunidade para profissionais da jardinagem e paisagismo, que buscam novidades e preços competitivos, possibilitando boas margens e investimento seguro.
A Feira de Flores tem caráter ecológico e social. Parte da renda obtida com a comercialização de mais de centenas de espécies será destinada à manutenção e ao custeio dos projetos da ABA – Residência Inclusiva – e às ações sociais do Rotary Club de Dourados Cinquentenário. Ao adquirir qualquer produto, o público estará contribuindo diretamente para a unidade da ABA em Dourados, fortalecendo um trabalho.
A Associação Brasileira Assistencial (ABA) é uma instituição social sem fins lucrativos, fundada em 31 de dezembro de 2004, com atuação no Mato Grosso do Sul. A entidade desenvolve o projeto Residência Inclusiva e promove o convívio comunitário de pessoas com deficiência.
Atualmente, a ABA mantém três Residências Inclusivas: duas em Campo Grande e uma Residência Inclusiva Regionalizada em Dourados, esta mantida por meio de Termo de Colaboração com a Secretaria de Estado de Assistência Social (SEAD), após aprovação em Chamamento Público. A instituição conta com equipe técnica especializada, cuidadores, auxiliares e voluntários, além de residências adaptadas e estruturadas para oferecer atendimento humanizado e qualificado.
A realização da feira conta ainda com o apoio do Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho e ABEVÊ Supermercados. A expectativa é que a comunidade prestigie o evento, adquira espécies diferenciadas e fortaleça uma causa que transforma realidades.
A Prefeitura de Dourados oficializou nesta quarta-feira (25) a adesão ao programa Conectando Gerações – Caminhos para Promoção da Intergeracionalidade, iniciativa do Governo do Estado lançada em 2025 com foco na aproximação entre jovens e pessoas com mais de 60 anos.
A solenidade de adesão ocorreu no Centro de Convivência do Idoso (CCI) André Chamorro, no Jardim Água Boa, com a presença do prefeito Marçal Filho, da secretária municipal de Assistência Social, Shirley Flores Zarpelon, do subsecretário estadual de Políticas Públicas para a Juventude de Mato Grosso do Sul, Jessé Cruz, além de autoridades locais e frequentadores dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e dos CCIs do município.
O programa é desenvolvido pelas Subsecretarias de Políticas Públicas para Juventude e para Pessoas Idosas, vinculadas à Secretaria de Estado da Cidadania de Mato Grosso do Sul, e tem como objetivo estimular a troca de experiências, saberes e histórias de vida entre diferentes gerações, promovendo respeito, cooperação e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
Durante o evento, o prefeito Marçal Filho destacou a importância da convivência entre gerações. Segundo ele, o encontro entre jovens e idosos reforça a ideia de que todos têm algo a ensinar e aprender.
O prefeito ressaltou que a experiência das pessoas mais experientes contribui para orientar os mais novos, enquanto a energia e a criatividade da juventude renovam o ambiente social. Para ele, é fundamental respeitar a história, viver o presente com responsabilidade e construir o futuro de forma coletiva.
o prefeito Marçal Filho destacou a importância da convivência entre gerações
O subsecretário Jessé Cruz, que tem participado do desenvolvimento do programa em várias cidades do Estado, classificou o Conectando Gerações como uma política pública construída a partir da sensibilidade e de dados concretos. Ele afirmou que a proposta busca enfrentar o distanciamento entre gerações em um cenário de mudanças aceleradas e relações cada vez mais mediadas pela tecnologia.
Jessé alertou para o risco de desvalorização da experiência acumulada pelas pessoas idosas e reforçou que o projeto propõe desacelerar para reconhecer a importância da convivência, do diálogo e da construção conjunta de soluções.
A secretária Shirley Flores Zarpelon destacou que o projeto chega ao município como um convite à escuta ativa e à convivência respeitosa. Ela explicou que as ações serão desenvolvidas nos Cras e nos dois Centros de Convivência do Idoso durante as atividades de fortalecimento de vínculos já existentes.
Segundo a secretária, o material orientador do programa apresenta reflexões e sugestões práticas para promover a intergeracionalidade em diferentes espaços, abordando desde a desconexão entre gerações até propostas concretas de atividades compartilhadas.
Com a adesão ao Conectando Gerações, Dourados passa a integrar a política estadual voltada à construção de relações mais humanas e solidárias, reforçando o compromisso do município com a inclusão social e o fortalecimento dos vínculos comunitários.
As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira desde segunda-feira (23) deixaram até o momento 36 mortos dos quais 30 em Juiz de Fora e seis em Ubá, informou o Corpo de Bombeiros na manhã desta quarta-feira (25).
Há 31 pessoas desaparecidas em Juiz de Fora e duas em Ubá. Não há desaparecidos nem mortos em Matias Barbosa, outra cidade da região fortemente atingida pelas chuvas. O total de vítimas resgatadas com vida chega a 208.
Juiz de Fora teve 584 milímetros de chuvas acumuladas, o que faz do mês de fevereiro o mais chuvoso da história do município mineiro, com volume superior ao dobro do esperado para o mês. Até o momento, a prefeitura contabiliza mais de 3,5 mil desabrigados e desalojados. A Defesa Civil municipal registrou 772 ocorrências.
A prefeitura de Ubá informou que a cidade foi atingida por 170 milímetros (mm) de chuva em cerca de três horas e meia e que o Rio Ubá atingiu 7,82 metros.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, está em Juiz de Fora nesta manhã e disse que todo suporte humanitário aos desalojados está sendo providenciado.
“Esta madrugada seis vítimas foram localizadas. A previsão é que o trabalho dos bombeiros ainda deve durar até cinco dias. Há muito escombro, muita lama para ser removida”, afirmou o governador em entrevista ao programa Alô, Alô, Brasil, da Rádio Nacional.
Na tarde de ontem (24), o governo federal anunciou um repasse de R$ 800 a cada pessoa desabrigada na Zona da Mata de Minas Gerais. Os recursos serão pagos às prefeituras para a aquisição de itens de primeira necessidade.
“Nós temos centenas de pessoas desabrigadas, aí [este recurso] é para a prefeitura para comprar colchão, mantimento, roupa, enfim, para apoiar”, afirmou o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em entrevista a jornalistas, no Palácio do Planalto.
Também ontem (24), equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde deslocaram médicos, enfermeiros, psicólogos e outros profissionais para a região. As equipes de saúde levaram kits de emergência contendo medicamentos e insumos.
A Defesa Civil Nacional enviou na manhã de ontem (24) oito técnicos especialistas do Grupo de Apoio a Desastres (Gade). Os profissionais vão colaborar para acelerar as ações de assistência humanitária, para o restabelecimento de serviços essenciais e para a reconstrução nas cidades atingidas.
Chuvas continuam
Segundo a Defesa Civil estadual, são esperadas nesta quarta-feira (25) tempestades por todo o estado. Elas podem vir acompanhadas de acumulados pluviométricos de cerca de 40 milímetros, rajadas de vento superiores a 70 quilômetros por hora e eventual ocorrência de granizo.
Muita gente conhece pelo menos uma pessoa que já caiu em golpe. No período de entrega do Imposto de Renda, esse risco aumenta. Com quase 6 mil impressões nas últimas 48 horas, o termo “Receita Federal” voltou a ter alta procura nas buscas. Junto com o interesse, crescem também as tentativas de fraude.
Criminosos usam indevidamente o nome da Receita Federal do Brasil para enviar e-mails, SMS e mensagens por WhatsApp com supostas pendências no CPF, restituição liberada mediante pagamento de taxa, intimações urgentes ou envio de DARFs para quitação de débitos inexistentes. O objetivo é explorar o medo de bloqueio do CPF e a expectativa pela restituição.
Especialista na área, Marcelo Luiz Szynkaruk Júnior alerta que há sinais claros de fraude. “A Receita Federal não envia boletos por WhatsApp, não solicita pagamentos via pix para liberar restituição e não ameaça prisão ou bloqueio em 24 horas”, afirma.
Marcelo explica que o endereço eletrônico é um dos principais indicativos. “As comunicações oficiais utilizam exclusivamente o domínio ‘gov.br’. Qualquer link fora desse padrão deve ser considerado suspeito.”
Outro golpe recorrente envolve o envio de DARFs falsos com código de barras ou QR Code adulterado. A orientação é conferir sempre o beneficiário do pagamento, que deve constar como Tesouro Nacional. O ideal é gerar a guia diretamente no portal e-CAC, dentro do ambiente oficial do governo federal, evitando pagar documentos recebidos por terceiros.
Também é comum a fraude da falsa restituição liberada. O criminoso informa que o valor está disponível, mas exige pagamento para “desbloquear” o crédito. A Receita não cobra taxa para liberar restituição. Quando devida, ela é depositada automaticamente na conta informada pelo contribuinte.
Se a vítima já fez o pagamento, a recomendação é comunicar imediatamente o banco para tentar bloquear a operação, registrar boletim de ocorrência e formalizar denúncia nos canais oficiais. Quanto mais rápido o contato com a instituição financeira, maiores as chances de recuperar o valor.
A principal orientação é preventiva: não clicar em links recebidos por mensagens, acessar apenas canais oficiais com domínio gov.br e ativar a autenticação em duas etapas. Informação e cautela são as melhores formas de evitar prejuízos.
Angélica, de 52 anos, compartilhou imagens de momentos especiais do feriado de Carnaval. A sequência de fotos foi publicada em seu perfil no Instagram nesta segunda-feira (23), e nos cliques, a boa forma da apresentadora chamou a atenção de seus seguidores.
Nas fotos, a loira surge deslumbrante, curtindo os dias de folga com a família na praia. O corpo sarado de Angélica, que é mãe de Benício, Joaquim e Eva, frutos de seu casamento com Luciano Huck, arrancou elogios de internautas.
“Maravilhosa”, escreveu uma. “Gente, que mulher é essa? Linda!”, indagou outro. “Linda! De fato, depois dos 50 é mais difícil manter a forma. O que faz para manter? Diga por favor”, indagou outra. “Angélica a mulher mais linda do universo, na minha opinião”, declarou outro usuário do Instagram.
Para curtir o litoral, a loira elegeu um biquíni prateado, que combinou com um óculos espelhado, dando um ar futurista e descolado ao look. Em outro momento, a artista surgiu usando um conjunto em um tom de terracota, que destacou o bronze e seu abdômen sarado.
A apresentadora também compartilhou uma imagem de suas pernas, exibindo a pinta, que é sua marca registrada. Longe da folia, a sequência de fotos contou com imagens de momentos especiais com a família, que posou reunida em um restaurante.
Apaixonada, Angélica publicou fotos do amado, o apresentador Luciano Huck. Em um dos cliques, ele aparece de costas, contemplando a paisagem paradisíaca. Em outros registros compartilhados por ela, o casal aparece juntinho, em clima de romance tanto no mar quanto em jantares sofisticados.
A deputada estadual professora Gleice Jane (PT) realizou, na tarde desta terça-feira (24), a entrega de uma emenda parlamentar no valor de R$ 50 mil para a Escola Estadual Padre José Scampini, em Campo Grande.
O recurso foi destinado à aquisição de projetores, ampliando o acesso à tecnologia e fortalecendo o processo de ensino e aprendizagem na unidade escolar.
A emenda atende a uma solicitação apresentada pela direção da escola, por meio do diretor Ivan Benito de Vasconcelos, da diretora-adjunta Jaqueline Regis Soares e do corpo docente da unidade.
Segundo a parlamentar, investir em tecnologia nas escolas é investir diretamente na qualidade da educação. “Os projetores são ferramentas importantes para tornar as aulas mais dinâmicas, ampliar as possibilidades pedagógicas e apoiar o trabalho dos professores em sala de aula. Tecnologia não é acessório, é parte do processo de aprendizagem”, afirmou.
Professora da rede pública, Gleice Jane reforçou que a destinação de recursos para a educação parte sempre da escuta direta das comunidades escolares. “Eu faço questão de visitar as escolas, conversar com direções, professores e servidores. As emendas são construídas a partir dessas demandas reais, que surgem no cotidiano de quem vive a escola todos os dias”, destacou.
DOURADOS
Na segunda-feira (23), a deputada estadual professora Gleice Jane esteve na Escola Estadual Loide Bonfim, em Dourados, onde ouviu demandas apresentadas por servidoras do setor administrativo, com destaque para as profissionais da cozinha escolar.
A parlamentar já destinou uma emenda parlamentar no valor de R$ 50 mil para a realização de uma pequena reforma na cozinha da unidade, que em breve será entregue, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho das servidoras responsáveis pela merenda escolar.
De acordo com Gleice Jane, o setor administrativo da educação é formado majoritariamente por mulheres e enfrenta, há anos, condições precárias de trabalho. “São profissionais que lidam diariamente com fogo, gás, altas temperaturas, facas e panelas de pressão, muitas vezes em cozinhas sem estrutura adequada e sem condições ergonômicas mínimas”, explicou.
A deputada também chamou atenção para a ausência de concursos públicos para o setor administrativo. Segundo ela, o último concurso para essas funções foi realizado em 2008. “Essa é uma demanda histórica. Valorizar a educação também passa por garantir concurso público, condições dignas de trabalho e reconhecimento para quem mantém a escola funcionando”, afirmou.
Ainda em Dourados, a parlamentar destinou uma emenda no valor de R$ 50 mil para a construção de um parquinho na Escola Municipal Sócrates Câmara, voltado ao atendimento da educação infantil. A iniciativa reforça a importância do lúdico no processo pedagógico e no desenvolvimento integral das crianças.
“O brincar faz parte do aprendizado. Investir em parquinho é reconhecer a especificidade da educação infantil e garantir um ambiente adequado para o desenvolvimento das crianças”, concluiu.
Para as cerca de 70 mil pessoas que aguardaram mais de 16 anos para lotar o show de retorno do AC/DC ao Brasil, nesta terça-feira (24), a espera valeu a pena.
Mesmo com apenas dois dos membros da formação clássica, a primeira das três apresentações no país até o próximo dia 4 de março não deixou dúvidas aos fãs no MorumBIS de que esta é uma das maiores bandas do gênero em atividade.
Comandado pela guitarra ainda energética de um Angus Young agora com 70 anos, o grupo formado em 1973 elencou clássicos desde os primeiros minutos, pirotecnias e os famosos pulinhos, paletó (hoje verde, com direito a boné verde e amarelo) e bermudinha de seu líder.
A seu lado, o vocalista Brian Johnson provou que ainda segura os refrões estridentes mesmo aos 78 anos. Recuperado de um problema de audição que o afastou da banda por um tempo, em que Axl Rose assumiu o cargo, ele compensou a perda de potência vocal com uma alegria genuína de quem ama estar no palco.
Para se apresentar para um público cuja maioria com certeza tinha idade suficiente para ter assistido ao show único de 2009 no mesmo estádio, a dupla contou com três “novidades”.
Além de Stevie Young, que assumiu a guitarra de Malcolm Young (1953-2017) quando o tio se aposentou da banda em 2014, o baixista Chris Chaney e o baterista Matt Laug assumiram os lugares dos aposentados Cliff Williams e Phil Rudd.
Matt Laug, Brian Johnson, Angus Young e Chris Chaney em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026 — Foto: MRossi/Live Nation Brasil
Pouca gracinha e muitos hits
Apesar de batizar a turnê de “Power up”, nome do disco mais recente de 2020, apenas duas músicas do álbum fizeram parte do setlist.
Com isso, pauladas como “Back in black” – da obra de mesmo nome, segundo disco mais vendido da história – deram as caras logo cedo.
Para ser mais específico, o grande sucesso apareceu quase colado com a música de abertura, “If you want blood (you got it)”.
Nos primeiros versos, já ficou claro que, se a voz de Johnson já não era mais a mesma, os fãs se encarregariam de cantar o tempo inteiro juntos.
Entre as duas, o cantor encontrou tempo para uma das poucas interações com o público, já que o AC/DC não é muito afeito a essas coisas.
“Gracias”, disse o vocalista, meio confuso com o começo de sua primeira apresentação na perna da turnê pela América Latina.
O paletó se foi pouco depois, para as pancadas de “Thunderstruck” – em meio a gritos de “olê olê olê. AC. DC” da plateia. Em resposta ao riff e ao coro clássico, os fãs pulavam como se tivessem sido atingidos pelo trovão do clássico.
O badalar dos sinos, que já sinalizou uma interação direta do vocalista com o sino gigante que descia sobre o palco, hoje foi apenas um aviso de “Hell’s bells” – mais um ritual antigo da banda, atualizado para dias menos jovens.
No fim, o sorriso sincero de Johnson compensou a falta de malabarismos de alguém que já se pendurou no acessório.
Não que tenha feito muita falta. Para um show recheado com os hits de mais de cinco décadas de carreira, a maior reação do público vinha com os pulinhos de Angus. Em certo momento, alguém mostrava para uma companheira incrédula que aquele senhor de cabeleira branca tinha 70 anos.
Já sem o paletó, o guitarrista apareceu no palco, com fogo ao fundo, de chifrinhos na cabeça para “Highway to hell”. Em “Sin City”, lá se foi a gravata do homem, usada como arco para tocar a guitarra.
Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026 — Foto: MRossi/Live Nation Brasil
Canhões e reverência
Quando a energia de uma plateia já de certa idade ameaçava cair, a sequência de “Jailbreak” e “Dirty deeds done dirt cheap” trouxe todo mundo de volta – graças, em grande parte, à força da bateria de Laug. Um monstro.
Em “Whole lotta Rosie”, outra adaptação do ritual viu a boneca clássica que era enchida no palco ser substituída por uma versão virtual, apenas nos telões.
As diversas rodinhas na plateia nem perceberam a substituição. De certa forma, era difícil não reconhecer a beleza em um monte de marmanjo, que pouco antes se empurrava e se chutava durante “Let there be rock”, abrir espaço para um garotinho e jogá-lo para cima – para aplausos gerais.
O solo de mais de dez minutos de Angus, com direito a subida em plataforma elevada e passeio pela sacada do palco, quase calou os fãs. O silêncio como reverência a um dos maiores que já existiram ainda com total controle de seus dons.
Depois de outra paulada com “T.N.T.”, o adeus aconteceu como tem acontecido invariavelmente desde 1982, com os canhões – sério, tinham canhões no palco – de “For those about to rock (we salute you)”.
Não deixa de ser irônico que o provável adeus nesta última passagem pelo Brasil tenha sido uma saudação àqueles que, como diz a letra, estavam prestes a “fazer o rock”.
Mas, para quem esteve no estádio, rock não precisa fazer sentido. Aí estão Angus e Johnson, com seus mais de 70 anos, para provar isso.
Durante a 4ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Dourados, a vereadora Liandra da Saúde (PSDB) apresentou uma importante solicitação ao Executivo Municipal, voltada à melhoria da infraestrutura urbana no município.
A parlamentar encaminhou pedido à Prefeitura de Dourados para a elaboração e execução de um projeto de escoamento de águas pluviais na Rua Antônio Vieira Lima, localizada no bairro Greenville. A demanda surge diante dos constantes alagamentos registrados na via, principalmente durante os períodos de chuvas intensas.
De acordo com a vereadora, a ausência de um sistema adequado de drenagem tem provocado sérios transtornos aos moradores e comerciantes da região. “Os alagamentos comprometem a mobilidade, colocam em risco a segurança de pedestres e condutores, causam danos ao pavimento e às residências, além de prejudicar diretamente os estabelecimentos comerciais”, destacou.
Segundo relatos da comunidade, em dias de chuva intensa a água chega a adentrar os estabelecimentos comerciais da rua, provocando prejuízos aos empresários locais devido ao acúmulo de água. Moradores e comerciantes enfrentam dificuldades recorrentes para transitar pelo local e manter suas atividades normalmente.
Na justificativa apresentada em plenário, a vereadora reforçou que a intervenção é imprescindível e deve ocorrer por meio de um projeto técnico eficiente de drenagem pluvial, capaz de garantir infraestrutura adequada, prevenir danos futuros e assegurar melhores condições de qualidade de vida e desenvolvimento econômico para o bairro Greenville.
Fonte: Assessoria
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.