domingo, 3 de maio de 2026

Dourados tem 6.411 notificações e 2.204 casos confirmados de Chikungunya

O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e no perímetro urbano do município, confirmou nesta quarta-feira, através do Informe Epidemiológico número 30, que o município atingiu a marca de 6.411 notificações para a doença, com 2.204 casos confirmados, 4.959 casos prováveis, 1.462 casos descartados e 2.755 casos em investigação.

As autoridades de saúde pública alertam para a gravidade do problema, com colapso da estrutura hospitalar.

“A situação segue extremamente preocupante, com superlotação da rede pública de saúde e avanço da doença em diversos bairros de Dourados”, alerta Marcio Figueiredo, secretário municipal de Saúde. “Precisamos do apoio de todos no combate aos focos do Aedes aegypti e somente com união de esforços vamos vencer essa guerra contra o mosquito”

O volume de internações por complicações da Chikungunya continua elevado, com 41 pacientes ocupando leitos nas unidades hospitalares de Dourados. O Hospital Indígena Porta da Esperança (Missão Caiuá) está nesta quarta-feira com 2 pacientes internados, enquanto o Hospital Universitário HU-UFGD contabiliza 22 leitos ocupados com pacientes com agravamento da doença.

O Hospital Cassems tem 5 pacientes internados, enquanto o Hospital Regional do Governo do Estado, inaugurado recentemente, tem 7 leitos ocupados. No Hospital da Vida são 2 pacientes internados em razão de complicações da doença e no Hospital Evangélico Mackenzie são outros 3.

A situação ainda é mais grave Reserva Indígena de Dourados. De acordo com números do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública, são 2.337 casos prováveis de Chikungunya nas aldeias Bororó e Jaguapiru, com 1.461 casos confirmados, 639 casos descartados, 876 casos em investigação, num total de 2.976 notificações. Dos 8 pacientes que tiveram o óbito confirmado em razão de complicações pela Chikungunya, 7 eram moradores da Reserva Indígena.

VACINAÇÃO PREPARADA

A Secretaria Municipal de Saúde inicia no dia 27 abril a campanha de vacinação contra o vírus da Chikungunya. A campanha faz parte das estratégias definidas dentro do Plano de Ação de Incidente para o Enfrentamento da Chikungunya. “Nem todas as pessoas poderão tomar a dose em razão das contraindicações estabelecidas pelo Ministério da Saúde”, explica Marcio Figueiredo, secretário municipal de Saúde e coordenador-geral do COE.

A Secretaria Municipal de Saúde está capacitando os profissionais de enfermagem e vacinadores, preparando-os para esclarecer as pessoas sobre as restrições e identificar eventuais comorbidades antes de aplicação da vacina.

“Esse  esquema vacinal será mais lento, já que antes de receber a dose o público alvo precisa passar por avaliação do profissional de saúde”, alerta Márcio Figueiredo. Nesta sexta-feira (24) ocorrerá a distribuição das doses para todas as salas de vacinação do município, incluindo as unidades da saúde indígena. Na segunda-feira (27), a prefeitura inicia a vacinação em todas as unidades de saúde.

De acordo com as regras definidas pelo Ministério da Saúde, apenas pessoas com mais de 18 anos e menos de 60 anos poderão receber a vacina contra Chikungunya. A exceção são gestantes ou lactantes; pessoas que façam uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em altas doses; pessoas com imunodeficiência congênita; pessoas que estão em tratamento de câncer com uso de quimioterapia e radioterapia; transplantados de órgão sólido; transplantados de medula óssea há menos de 2 anos; pessoas com HIV/Aids; pessoas com doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide; pessoas com duas dessas condições médicas crônicas: diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, arritmia cardíaca, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, obesidade (maior que IMC 30), doença hepática crônica, câncer (tratamento ou remissão).

A vacina também não pode ser aplicada em casos de pessoas que tenham tido Chikungunya nos últimos 30 dias; que estejam em estado febril grave; que tenha recebido outra vacina de vírus atenuado nos últimos 28 dias; que tenha recebido vacina de vírus inativado nos últimos 14 dias.

Fonte: Assecom

Ana Paula fica chocada ao ver porcentagem de votos que recebeu

Ana Paula Renault foi consagrada a grande campeã do BBB 26 com 75,94% na noite desta terça-feira, 21. Ao ver a porcentagem que lhe rendeu a vitória do programa, a mineira ficou incrédula.

Ela superou os 17,29% de Milena, que ficou com o segundo lugar, e os 6,77% de Juliano Floss, terceiro colocado. Chocada com os números, Ana Paula ficou sem palavras durante o Bate-papo BBB.

“Mas você trabalhou desde o dia um, Ana Paula”, justificou a apresentadora da atração, Ceci Ribeiro.

“Trabalhei”, reconheceu a veterana. “Era uma missão. Eu tinha conversado com o meu pai. Eu falei com ele que eu ia trabalhar”

No ranking dos campeões com maiores porcentagens de votos na história do BBB, a mineira aparece na quarta posição:

1 – Fael Cordeiro, BBB 12: 92%
2- Diego Alemão, BBB 7: 91%
3- Juliette, BBB 21: 90,15%
4- Ana Paula, BBB 26: 75,94%
5- Cida, BBB 4: 69%

Com embates frequentes contra rivais e laços de carinho e lealdade com aliados, Ana Paula Renault conquistou o prêmio de R$ 5,7 milhões com uma trajetória de protagonista dentro do reality show.

No momento do anúncio de Tadeu Schmidt, a jornalista também ficou incrédula e deixou até dúvidas se ia desmaiar ao saber da vitória. Na sequência, ela brincou e afirmou que seria necessária entrada da equipe médica.

Fonte: Portal Terra

 

“Cachoeira de sangue” revela o que está sob o gelo da Antártida

Um dos fenômenos mais intrigantes do continente gelado acaba de ganhar uma nova explicação científica. As chamadas Blood Falls( cachoeiras de sangue), na Antártida, não são apenas uma mancha superficial no gelo, mas sim um sinal visível de processos complexos que ocorrem nas profundezas da geleira. As informações são da Antarctic Science.

O que são as cachoeiras de sangue da Antártida

As Blood Falls consistem em um fluxo de água hipersalina rica em ferro que emerge debaixo da geleira Taylor, localizada nos Vales Secos de McMurdo.

A coloração vermelha intensa surge quando essa água, que não contém oxigênio, entra em contato com o ar, provocando a oxidação do ferro, um processo semelhante ao da ferrugem.

Agora, cientistas conseguiram ligar um súbito aumento desse fluxo avermelhado a uma queda mensurável na superfície da geleira acima. A descoberta reforça que o fenômeno está diretamente conectado a mudanças de pressão e ao movimento de água escondida sob o gelo.

O registro mais detalhado ocorreu em setembro de 2018, quando sensores instalados na geleira detectaram uma leve queda enquanto câmeras captavam o início do fluxo vermelho.

National Science Foundation/Peter Rejcek

O geocientista Peter T. Doran, da Universidade Estadual da Louisiana (LSU), correlacionou os dados e concluiu que a liberação da água estava associada à redução da pressão interna.

Ao longo de semanas, os pesquisadores observaram que a superfície da geleira afundou e depois voltou ao nível original, sugerindo um pulso temporário de drenagem abaixo do gelo. Apesar disso, a cobertura limitada de sensores ainda impede entender com precisão a frequência desses eventos.

Sob a geleira, a pressão se acumula à medida que o peso do gelo aprisiona água salgada em canais isolados do ar. Com o tempo, esse sistema não suporta a compressão e libera o líquido em pulsos repentinos. Pequenas mudanças na estrutura interna podem atrasar ou antecipar essas descargas, tornando-as difíceis de prever.

Outro fator essencial é o sal. Ele impede que a água congele, mesmo em temperaturas extremamente baixas, permitindo que o líquido permaneça em movimento por centenas ou até milhares de anos. Esse tipo de água, conhecido como salmoura, pode se concentrar ao longo do tempo devido a ciclos repetidos de congelamento.

A origem desses sais provavelmente está em depósitos minerais e rochas subterrâneas, oferecendo pistas importantes sobre o que existe sob a geleira Taylor.

O fenômeno não é novo. Exploradores já haviam registrado a coloração avermelhada em 1911, e a área segue protegida por regras ambientais rigorosas. Quando a água entra em contato com o ar, a mudança de cor ocorre em poucos minutos, facilitando a identificação de novos fluxos.

Equipamentos instalados próximos ao Lago Bonney também registraram mudanças durante o evento de 2018. Sensores térmicos detectaram queda de temperatura em profundidade, enquanto imagens mostraram a expansão da mancha vermelha ao longo dos dias.

Os dados indicam que a drenagem da salmoura reduz a pressão na base da geleira, fazendo com que o gelo pressione mais o solo rochoso e desacelere seu movimento. Em um dos registros, houve uma queda de cerca de 1,5 centímetro na superfície, acompanhada por uma redução de quase 10% na velocidade da geleira.

Além disso, o fenômeno afeta o ambiente ao redor. A entrada de salmoura no lago pode alterar a estratificação da água, camadas estáveis que normalmente não se misturam, e redistribuir nutrientes, impactando formas de vida adaptadas a condições extremas.

Mapeamentos recentes também revelaram que essa água salgada pode percorrer longas distâncias subterrâneas. Sensores aéreos identificaram caminhos de até 4,8 quilômetros sob o solo, enquanto radares mostraram canais internos dentro da própria geleira.

Mesmo em condições extremas, a vida encontra um caminho. Microrganismos presentes na salmoura sobrevivem sem oxigênio, utilizando reações químicas com ferro e enxofre como fonte de energia. Estima-se que esse ecossistema esteja isolado há até cinco milhões de anos.

Com essas descobertas, as Blood Falls deixam de ser vistas apenas como uma curiosidade visual e passam a ser interpretadas como um ponto de liberação de pressão que conecta gelo, rocha e água em um sistema dinâmico e ainda pouco compreendido.

Os cientistas agora planejam ampliar o monitoramento da região para entender se mudanças climáticas podem influenciar a frequência desses eventos e revelar ainda mais segredos escondidos sob o gelo antártico.

Fonte: Portal IG

Gleice Jane destaca agendas do Governo Federal e reforça compromisso com MS

A deputada estadual Gleice Jane (PT) participou, na última semana, de agendas em Brasília ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ministros, parlamentares e representantes de movimentos sociais, reforçando o compromisso de levar para Mato Grosso do Sul as pautas prioritárias do governo federal.

Durante a passagem pela capital federal, a parlamentar esteve presente em um momento estratégico para a pauta trabalhista: o envio, por parte do presidente Lula, do projeto que trata do fim da escala 6×1, uma das principais reivindicações da classe trabalhadora. Gleice acompanhou a agenda e destacou a importância do debate para a melhoria das condições de trabalho no país.

Na ocasião, o presidente Lula reforçou que a proposta não prevê perdas para os trabalhadores.

“A ideia é a redução da jornada sem redução do salário. O que significa um pequeno aumento de ganho de produtividade. Ao invés de ter prejuízo, ele vai continuar com o mesmo salário, porque a diferença é produtividade. A tecnologia permitiu que produzisse mais, portanto o trabalhador ganha um pouco mais”, afirmou Lula.

Durante a agenda, Gleice também se reuniu com a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, com quem tratou de pautas relacionadas ao Mato Grosso do Sul, especialmente a situação enfrentada por comunidades indígenas diante do aumento de casos de chikungunya, em Dourados.

“A situação da chikungunya exigiu resposta rápida e coordenada. O que vimos em Brasília foi nosso presidente Lula atento à região, com orientações específicas para o atendimento dessa população”, pontua a deputada. 

Além dessa agenda, Gleice Jane participou da Marcha da Classe Trabalhadora e do lançamento do Plano Nacional de Educação, espaços de articulação e debate sobre direitos, desenvolvimento e políticas públicas estruturantes para o país.

Reconhecida como uma das principais vozes do campo progressista no estado, Gleice tem se consolidado como a deputada do presidente Lula em Mato Grosso do Sul, atuando como ponte entre as agendas federais e as demandas da população sul-mato-grossense.

“É nosso papel garantir que as políticas públicas construídas em Brasília cheguem na ponta, dialoguem com a realidade das pessoas e se transformem em melhoria concreta na vida da população”, afirmou a deputada.

Entre as pautas defendidas durante as agendas estão a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, o fortalecimento das negociações coletivas, o combate à pejotização e às fraudes trabalhistas, a regulamentação da negociação coletiva no setor público, o enfrentamento ao feminicídio e a defesa de uma educação pública de qualidade.

Professora da rede pública por mais de 16 anos, Gleice também destacou a importância do novo Plano Nacional de Educação como instrumento para garantir investimentos, valorização dos profissionais e ampliação do acesso à educação em todo o país.

“A educação pública precisa estar no centro do projeto de desenvolvimento do Brasil. E isso passa por compromisso político, investimento e presença nos territórios”, completou.

ATUAÇÃO

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Gleice Jane tem se destacado como uma das parlamentares mais propositivas da atual legislatura, com atuação voltada à defesa dos direitos da classe trabalhadora, das mulheres, da educação pública e das populações em situação de vulnerabilidade.

Com base política em Dourados e atuação em diferentes regiões do estado, a deputada tem ampliado sua presença em agendas populares, audiências públicas e articulações institucionais, consolidando seu mandato como um espaço de diálogo e construção coletiva.

Para Gleice, o alinhamento com o governo Lula representa uma oportunidade de fortalecer políticas públicas no estado e garantir que Mato Grosso do Sul esteja inserido nas prioridades nacionais.

“Nosso compromisso é com quem mais precisa. Estar ao lado do presidente Lula é defender um projeto de país que olha para o povo e enfrenta as desigualdades”, concluiu.

Fonte: Assessoria

Guerra pode fazer maior produtor de camisinhas subir preços

O chefe da Karex, maior fabricante de preservativos do mundo, afirmou que a empresa elevará os preços em até 30% — ou mais — caso a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã continue a comprometer o fornecimento de matérias-primas usadas em seus produtos.

Goh Miah Kiat, CEO da Karex, disse a veículos de imprensa que os custos de produção subiram acentuadamente desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.

A empresa, com sede na Malásia, produz mais de 5 bilhões de preservativos por ano e abastece marcas globais como Durex e Trojan, além de sistemas públicos de saúde, como o NHS (Serviço Nacional de Saúde, na sigla em inglês), do Reino Unido. No Brasil, a marca Prudence tem preservativos fabricados pela Karex.

Goh deu as declarações em entrevistas à agência de notícias Reuters e à Bloomberg. A BBC entrou em contato com a empresa, mas não obteve resposta até o momento.

O fornecimento global de petróleo foi fortemente afetado desde que o Irã respondeu aos ataques aéreos dos EUA e de Israel com ameaças de atingir embarcações no estreito de Ormuz.

A medida praticamente interrompeu o tráfego na via marítima, causando grandes impactos nas cadeias de suprimentos globais.

Cerca de um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo, além de outros produtos petroquímicos, passa pela região do estreito de Ormuz.

A Karex depende de materiais derivados do petróleo, incluindo amônia, usada na conservação do látex, e lubrificantes à base de silicone.

Segundo Goh, a demanda por preservativos cresceu cerca de 30% neste ano, enquanto o aumento dos custos de frete e os atrasos no transporte agravaram a escassez.

“Em tempos difíceis, a necessidade de usar preservativos é ainda maior, porque há incerteza sobre o futuro, como saber se você ainda terá um emprego no próximo ano”, disse ele à Bloomberg. “Se você tiver um filho agora, será mais uma boca para alimentar.”

A alta nos preços dos preservativos ilustra como a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, que já sacudiu os mercados globais de energia, também está elevando os preços de outros produtos para os consumidores.

A Karex depende de materiais derivados do petróleo, incluindo amônia, usada na conservação do látex, e lubrificantes à base de silicone — Foto: Bloomberg via Getty Images

A guerra contribuiu para alta nas passagens aéreas, com tarifas mais baratas em classe econômica custando, em média, 24% a mais do que há um ano, segundo pesquisa recente.

Ao mesmo tempo, a interrupção de embarques pelo golfo Pérsico levou à alta dos preços de fertilizantes, medicamentos e à escassez de hélio, usado na fabricação de chips de computador.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de um terço dos fertilizantes do mundo, como ureia, potássio, amônia e fosfatos, normalmente passa pelo estreito de Ormuz.

No início do mês, a ONU alertou que os preços de açúcar, laticínios e frutas devem subir, pressionados também pelo aumento dos custos de transporte.
Além disso, passam pelo estreito um terço das matérias-primas essenciais para a produção global de medicamentos, incluindo analgésicos, antibióticos e vacinas.

A indústria de água engarrafada também enfrenta pressão, à medida que fabricantes têm dificuldade para obter matérias-primas.

Já as negociações de paz entre EUA e Irã permaneciam incertas na quarta-feira (22/4), após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que estenderia o cessar-fogo entre os dois países até que haja avanços nas conversas.

Vale notar que, desta vez, Trump não especificou por quanto tempo o cessar-fogo poderá durar.

No início deste mês, ele havia estipulado um prazo de duas semanas para o primeiro cessar-fogo. A medida ocorreu após declarações contraditórias em entrevistas à imprensa, nas quais afirmou que as negociações avançavam bem, mas também advertiu que consideraria retomar a guerra caso o Irã se recusasse a negociar.

Fonte: Portal G1

 

Juventude AG coloca camisas à venda com direito a ingresso para Copa LNF

O Juventude AG está na disputa de três competições nacionais neste primeiro semestre e quer ficar ainda mais perto do torcedor sul-mato-grossense.

O clube colocou à venda a camisa oficial que utiliza em seus jogos e, neste primeiro lote com uma condição especial: cada uma adquirida dá direito ao ingresso para assistir, no Ginásio Municipal Ulysses Guimarães, o confronto contra o Minas Tênis Clube pela Copa LNF, dia 26 de abril, domingo, às 12h30.

As camisas do JAG estão à venda nas lojas Salim Esporte e Sport.Com, parceiras do clubes na temporada, dos tamanhos M ao G3. O preço de R$ 120 inclui o preço da entrada para a partida, que custa R$ 20.

“O preço que vai sair cada camisa é quase o preço de custo de produção. Nossa intenção é que o torcedor que gosta e acompanha a equipe possa demonstrar esse apoio usando nosso uniforme. E esse combo com o ingresso é uma forma de retribuir esse carinho que estamos recebendo nesta volta de jogos oficiais em Dourados”, diz o presidente Thiago Altamore.

O calendário de jogos do Juventude AG nas próximas semanas é puxado. Antes do jogo contra o Minas Futsal, o time de Dourados viaja para São Luís (MA), onde enfrenta, nesta quinta-feira (23), o Balsas Futsal pela terceira rodada da Liga Nacional de Futsal Silver. Depois, no dia 2 de maio, joga em Brasília (DF) contra o Fidas Futsal pela rodada de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

No dia 6 de maio, mais uma partida longe de casa, agora no Rio Grande do Norte, contra o Apodi Futsal. Depois, duas partidas seguidas no Ginásio Ulysses Guimarães: dia 10, pela volta da Copa do Brasil, contra o Fidas Futsal, e no dia 14, pela quinta rodada da LNF Silver, contra o Concórdia Futsal-SC.

Para disputar a LNF Silver, Copa LNF e Copa do Brasil, o Juventude AG tem apoio do Governo do Estado, através da Setesc e Fundesporte, Comitê Brasileiro de Clubes – CBC, Prefeitura de Dourados, através da Funed, Sanesul, Fendt, Grupo FV, LOG Engenharia, Aço Telha, Aço Fort, MF CON, CECAD, Lubfil, Cassems, Oxisoldas, BC Construtora, Oximep, Salim Esportes e Sport.Com.

Fonte: Assessoria

Corinthians derrota o Barra pela Copa do Brasil

O Barra foi derrotado pelo Corinthians por 1 a 0 na noite desta terça-feira, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Jogando com o time reserva, o Timão levou a melhor no estádio da Ressacada, em Florianópolis, com o gol de Lingard no final da etapa inicial. Cerca de 14 mil torcedores acompanharam o confronto, para uma renda de R$ 2,6 milhões.

O único gol da partida saiu aos 46 minutos de jogo. Após cobrança de falta, a bola sobrou para Pedro Raul, que ajeitou de cabeça para Lingard chutar forte, de primeira, abrindo o placar para o Corinthians, para festa da maioria dos torcedores nas arquibancadas.

Na etapa final o Corinthians administrou o resultado, enquanto o Barra teve a chance do empate nos pés de Da Rocha já nos acréscimos. Em cobrança de escanteio, a bola sobrou nos pés do lateral esquerdo na marca do pênalti, mas ele mandou por cima da meta.

As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 14 de maio, em São Paulo. O Corinthians joga pelo empate para avançar, enquanto o Barra vai precisar vencer por um gol de diferença para forçar a disputa de pênaltis ou por dois gols de diferença para se classificar no tempo normal.

No próximo domingo, às 17h, o Barra joga pela Série C do Brasileiro contra a Inter de Limeira (SP), em sua Arena, em Itajaí. No mesmo dia, o Corinthians recebe o Vasco, às 16h, pelo Brasileirão.

Fonte: Diarinho