sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Patrícia Abravanel e Fábio Faria já não moram mais juntos

A apresentadora  Patrícia Abravanel , de 49 anos, e o empresário Fábio Faria, 49, estão enfrentando uma crise no casamento após o escândalo que expôs a relação do ex-ministro das Comunicações com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro . O casal já estaria, inclusive, morando em casas separadas.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (6), logo após a apresentadora surgir sem aliança  em um vídeo publicado nas redes sociais. De acordo com o jornalista Leo Dias, o casal continua oficialmente casado, porém, Patrícia estaria muito decepcionada e o futuro da relação ainda é incerto. No momento, uma reconciliação não está descartada.

Após a apresentadora aparecer sem o acessório simbólico, os rumores de uma possível separação ganharam ainda mais força nas redes sociais, no entanto, os boatos sobre possíveis traições durante as festas promovidas por  Vorcaro não foram confirmadas pelo casal.

Segundo o jornalista, Patrícia também teria antecipado as gravações de programas do SBT. Parte do conteúdo exibido pela emissora já estaria gravado, o que permitiria o afastamento temporário da apresentadora de seus compromissos profissionais.

Apesar do afastamento apontado pelo colunista, não há confirmação de que Patrícia e Fábio estejam se divorciando. Até o momento, o casamento segue oficialmente mantido.

Fábio Faria e Patrícia Abravanel estão morando em casas separadas, diz jornalista (Foto: Reprodução/Instagram)

A relação de Fábio Faria e Daniel Vorcaro

Com a quebra do sigilo de diversos processos envolvendo o Banco Master, Fábio Faria teve sua relação com Daniel Vorcaro exposta publicamente. Em setembro, a revista Piauí publicou uma troca de mensagens comprometedora entre o ex-baqueiro e o ex-político.

Em um dos diálogos obtidos pela Polícia Federal (PF),  Fábio e Vorcaro organizam uma festa de Halloween com 120 prostitutas e 60 convidados na tradicional casa noturna paulistana, Madame Satã. Faria teria, inclusive, confessado que mentiu para a esposa.

“É, eu sei. Mas, pô, eu, por exemplo, estou falando que vou dormir em Brasília, entendeu? É só pra dar confiança pros caras. Falou, pro Arthur todo mundo, pô, vai trazer todo mundo. Mandei aqui pro Toffoli. Pô, dá até para trazer o Alexandre numa dessa, entendeu?”, disse o político.

Após a divulgação dos diálogos, Fábio Faria negou sua participação no evento. Por meio de nota, ex-deputado afirmou que conheceu  Vorcaro em um fórum empresarial em 2023 e que, dias depois, transmitiu convites a amigos em comum a pedido do anfitrião.

Nesta semana, a revista voltou a expor a relação próxima entre Vorcaro e Fábio Faria. Desta vez, o ex-ministro das Comunicações surge em fotos durante festas e encontros luxuosos promovidos pelo dono do  Banco Master.

Em uma das imagens, Fábio Faria aparece sorrindo no chão  ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), que havia passado por um procedimento de implante capilar. O registro ocorreu durante uma viagem realizada em abril de 2024, sob o pretexto do 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias, evento milionário patrocinado pelo Banco Master.

Em uma viagem realizada em março do mesmo ano, Fábio Faria, o arquiteto Kiko Sobrinho, o empresário Pedro Mesquita e Daniel Vorcaro aparecem hospedados no hotel cinco estrelas The Connaught, em Mayfair, que tem diárias de 3,6 mil libras, cerca de R$ 25 mil.

A programação incluiu almoço privativo no restaurante de luxo Cipriani e festa no clubes Annabel’s Nikita, com a presença de dezenas de modelos contratadas pelo ex-banqueiro.

Fonte: Portal IG

Ministros indicam que revisão criminal de Bolsonaro deve ir a plenário

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm levado ao colega Kassio Nunes Marques a percepção de que uma discussão da revisão criminal da condenação de Jair Bolsonaro precisa ocorrer no Plenário da Corte, não em uma Turma.

Está é a visão também do presidente da Corte, Edson Fachin. Outros ministros têm levado a ele a preocupação com o tema.

O relator do pedido de revisão criminal, feito pela defesa do ex-presidente, é o ministro Nunes Marques, indicado ao STF por Bolsonaro.

Ele indicou nos últimos dias que quer dar andamento ao caso logo depois do segundo turno das eleições, no final de outubro. O movimento foi lido no universo da política como um aceno pelo favoritismo de Flávio Bolsonaro.

A interlocutores, Fachin tem afirmado que não demoraria a pautar o tema no plenário se fosse instado por Nunes Marques. O blog apurou a informação com pessoas próximas a ministros da corte.

Internamente, ministros do STF têm defendido que uma possível revisão criminal do processo que condenou Jair Bolsonaro só poderá ser analisada pelo plenário da Corte.

A avaliação é feita por ministros que têm se mantido à margem das disputas internas do Supremo nos últimos meses.

Apesar de o regimento da Corte estabelecer que casos decididos por uma Turma podem ser revisados pela outra, esta seria a primeira revisão criminal no STF, o que, na avaliação desses ministros, justificaria a análise pelo plenário.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pela Primeira Turma. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia — que integram o colegiado.

🔎A Segunda Turma, de Nunes Marques, é formada pelos ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e André Mendonça.

Ou seja, no plenário, o destino seria incerto: quatro ministros votaram pela condenação na Primeira Turma: Moraes, Flávio Dino, a Cristian Zanin e Carmen Lúcia. Pelo menos mais um, o decano Gilmar Mendes, se manifestou favorável à condenação. Do outro lado, o ministro Luiz Fux votou contra a condenação.

Fonte: Portal G1

Com Sturion de volta, Naviraiense inicia treinos para Copa MS na segunda-feira

O CE Naviraiense inicia, na próxima segunda-feira (12), a preparação para disputa da Copa MS, torneio que fecha o calendário do futebol profissional em Mato Grosso do Sul na temporada 2026 e classifica o campeão como terceiro representante do Estado na Copa do Brasil.

Terceiro colocado no Campeonato Sul-Mato-Grossense, o Jacaré do Conesul vem com mudanças, já projetando o próximo ano, a principal delas no comando técnico. Claudemir Sturion, que passou pelo clube em 2022, quando foi vice-campeão, retorna para iniciar um novo projeto, que mira de imediato a Copa do Brasil e uma base para o próximo Campeonato Sul-Mato-Grossense, que começa em janeiro.

Segundo o presidente Carlos Talão, a montagem do elenco será, à princípio, modesta, mas evita adiantar nomes. “Para a Copa MS não vamos contratar muito. Nosso plano é trazer 13 ou 14 jogadores e completar o grupo com atletas das categorias de base. Todos devem ser apresentados no início dos trabalhos, na próxima semana”, explica.

Na Copa MS, o Naviraiense está no Grupo A e enfrenta na primeira fase, em turno e returno, o CD Sete de Setembro e o Dourados AC. A estreia acontece na segunda rodada, dia 1º de novembro, às 16h, no Estádio Virotão, contra o DAC. Na outra chave estão FC Pantanal, CE União ABC e São Gabriel EC.

Os dois melhores de cada grupo avançam para fase semifinal e os dois classificados nesta fase decidem o título em jogos nos dias 29 de novembro e 6 de dezembro, fechando a temporada estadual.

Fonte: FFMS

Cenário é favorável a impeachment de ministros do STF no novo Senado, mas processo é rodeado de incerteza

Na próxima legislatura, que começa em 2027, o Senado Federal deverá ter 54 de seus integrantes como favoráveis a impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo levantamento feito pela plataforma Ranking dos Políticos.

Numericamente, as cadeiras já seriam suficientes para aprovar um pedido do tipo, porque equivale aos dois terços necessários para uma condenação na Casa. Ainda assim, por ser inédito, um processo de impeachment de ministros no STF começaria rodeado por incertezas.

“O procedimento jamais saiu do papel. Desde a Proclamação da República, nenhum pedido de impeachment contra ministro do Supremo chegou sequer a ser lido no Plenário do Senado, e conhecer o rito em abstrato é muito diferente de submetê-lo, pela primeira vez, a um teste institucional dessa magnitude”, considera o advogado Arthur Richardisson, especialista em Direito Público.

Uma das primeiras dúvidas está relacionada ao quórum mínimo necessário para abrir um pedido de impeachment:

Uma das primeiras dúvidas está relacionada ao quórum mínimo necessário para abrir um pedido de impeachment:

1 – A  Lei nº 1.079, de 1950, prevê maioria simples para o recebimento da denúncia — o que seria equivalente a 41 senadores;

2 – Mas em uma decisão cautelar do próprio STF, o ministro Gilmar Mendes passou a exigir dois terços dos senadores também para o recebimento da denúncia. A liminar ainda aguarda ser apreciada pelo Plenário da Corte.

Outro ponto que pode vir a ser questionado é que a Constituição estabelece que o presidente do STF é quem deve comandar a sessão do Senado que decidirá sobre o impeachment.

O texto, porém, não define o que acontece se o acusado for o próprio chefe da Corte. “O sistema enfrentará perguntas que nunca precisou responder”, avalia Richardisson.

O que seria preciso para um ministro do STF sofrer impeachment? 

O advogado constitucionalista Adib Abdouni explica que as condutas puníveis de um ministro do Supremo estão previstas na lei de 1950, que define crimes de responsabilidade. “Ela menciona atividade partidária, desídia manifesta e comportamento incompatível com a honra e o decoro do magistrado”, afirma.

O rito começa a partir da denúncia de qualquer cidadão, passa por uma comissão especial e por duas deliberações preliminares até o veredito. Vale ressaltar, porém, que quem aceita ou não uma denúncia é o presidente do Senado.

O advogado Arthur Richardisson destaca que o impeachment de ministros do STF não pode ser feito com base em decisões meramente políticas.

“Minha leitura é que a chance de o impeachment ingressar efetivamente na agenda do Senado é hoje muito maior do que em qualquer momento da história recente. Isso não autoriza dizer que determinado ministro será afastado. Entre a vontade política e a perda do cargo há um processo constitucional, uma acusação individualizada, a prova dos fatos e a necessidade de sustentar, até o último voto, uma maioria extraordinariamente qualificada”, diz.

Os advogados também explicam que seria possível ocorrer mais de um pedido de impeachment por vez, mas não uma deliberação coletiva sobre o tema. “A responsabilidade é pessoal: cada integrante da Corte responde por fatos próprios e determinados, e cada imputação precisa corresponder a um crime de responsabilidade definido em lei”, explica Richardisson.

Ele complementa que “seria juridicamente inadmissível” afastar vários ministros de vez apenas porque uma maioria parlamentar diverge da jurisprudência predominante do Tribunal. Da mesma forma, o constitucionalista Adib Abdouni alerta que uma “remoção em bloco” de ministros do STF “converteria o Senado em instância revisora de acórdãos e feriria a separação de Poderes”.

Fonte: Portal Terra

Luiza Ribeiro celebra mais de 25 mil votos e destaca reconhecimento à sua atuação de oposição

A vereadora Luiza Ribeiro (PT) encerrou a eleição para deputada estadual com mais de 25 mil votos em Mato Grosso do Sul, resultado que, segundo ela, representa o reconhecimento de uma trajetória marcada pela fiscalização do poder público e pela oposição à gestão da prefeita Adriane Lopes em Campo Grande.

Luiza recebeu 25.474 votos em todo o Estado, sendo 21.037 somente em Campo Grande. Mesmo com uma votação expressiva, ficou na condição de suplente da bancada do PT na Assembleia Legislativa, que elegeu quatro deputados estaduais.

Na Capital, o desempenho de Luiza chama atenção também pelo contraste com a votação de Lídio Lopes, marido da prefeita Adriane Lopes. O deputado recebeu 7.575 votos em Campo Grande e foi reeleito com 20.801 votos em todo o Estado. Em 2022, havia recebido 32.412 votos na Capital, uma redução de 11.611 votos, equivalente a 35,82%.

Para Luiza, a diferença nas votações ajuda a compreender uma das leituras possíveis do resultado eleitoral em Campo Grande. Durante a campanha, a vereadora afirma ter encontrado eleitores que associavam seu voto justamente à postura de oposição e fiscalização adotada durante o mandato.

“Durante o processo eleitoral, nós vimos muitas pessoas declararem voto em razão da consistente fiscalização e oposição que fazemos à prefeita Adriane Lopes. Algumas pessoas diziam que votariam em nós porque reconheciam esse trabalho. E outras ainda lamentavam a possibilidade de Campo Grande perder uma voz de oposição na Câmara, uma voz que fazia esse enfrentamento e essa fiscalização”, afirma Luiza.

A vereadora avalia que os mais de 25 mil votos recebidos em todo o Estado, especialmente a votação expressiva conquistada em Campo Grande, demonstram que sua atuação política ultrapassou os limites da Câmara Municipal.

“Eu recebo esse resultado com muita gratidão. São mais de 25 mil pessoas que confiaram em nosso nome. É um reconhecimento de um trabalho que não começou na eleição e que não termina nela. Fizemos uma escolha muito clara de exercer o mandato com independência, fiscalizar a Prefeitura e defender as pessoas que muitas vezes não têm espaço para serem ouvidas”, destaca.

Embora não tenha conquistado uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa, Luiza teve votação individual superior à de alguns candidatos eleitos. O resultado, no entanto, também depende da composição partidária e da distribuição das vagas entre as legendas e federações.

Para a vereadora, a condição de suplente não diminui o significado político da votação alcançada.

“Existe também uma enorme responsabilidade diante dos mais de 25 mil votos que recebemos. Esse resultado mostra que existe uma parcela da população que reconhece a importância de uma atuação independente, de fiscalização e de oposição. É essa confiança que eu levo comigo”, afirma.

Luiza também destaca que, ao longo da campanha, ouviu manifestações de eleitores preocupados com a possibilidade de a Câmara Municipal perder uma voz de oposição à Prefeitura.

“Não podemos reduzir uma eleição a um único fator, porque são muitas as razões que levam uma pessoa a escolher um candidato. Mas também não podemos ignorar o que ouvimos nas ruas. Muitas pessoas falaram espontaneamente sobre o nosso trabalho de fiscalização e sobre a importância de manter uma voz independente na Câmara. Para mim, esse é um dos significados mais importantes desses votos”, conclui.

Com mais de 25 mil votos, Luiza Ribeiro encerra a disputa eleitoral com uma votação expressiva e com a reafirmação, segundo sua avaliação, de uma trajetória política construída a partir da fiscalização do poder público, da independência e da oposição à administração municipal.

Fonte: Assessoria