Odilon alertou seguidores para os perigos da doença (Foto: Marcos Ermínio)
O juiz federal aposentado e ex-candidato ao Governo de MS, Odilon Oliveira, lamentou o falecimento de sua irmã Tereza de Oliveira, de 68 anos, na manhã desta terça-feira (8), em Campo Grande. Segundo Odilon, Tereza faleceu em decorrência da Covid-19, causada pelo novo coronavírus.
Na postagem, Odilon alertou seguidores para os perigos da doença e criticou o acolhimento da irmã no sistema de saúde pública. Segundo ele, apesar de fortes sintomas de Covid-19, principalmente dificuldade para respirar, Tereza teria recebido apenas receita do kit-Covid e foi orientada a voltar para casa.
“Não houve melhora, até falecer hoje cedo. Esta comunicação é apenas para alertar a todos vocês no sentido de que todos temos que redobrar os cuidados e nos convencer de que, no Brasil inteiro, o sistema de saúde está ruim. Só isto. Que Deus os proteja. Abraços”, pontuou.
O número de internados continua acima de 521 (Foto-Saul-Schramm)
O número de casos confirmados pelo novo coronavírus vem apresentando ligeira queda em Mato Grosso do Sul. Nas últimas 24 horas foram 238 registros de casos positivos na base de dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) abastecida pelos municípios.
O número representa um acréscimo de 0,4% no número geral de infectados pela doença que agora soma 54.363. Conforme os dados oficiais existem 2.942 casos aguardando encerramento.
Além da diminuição do registro diário de novos casos, a média móvel também apresentou ligeira queda e está em 649 novos casos diários registrados nos últimos 7 dias. De acordo com a secretária-adjunta da SES, Christine Maymone essa média já chegou a indicar 800 casos novos por dia no Estado.
Apesar dessa diminuição, os óbitos ocasionados pela Covid voltaram a subir, e o boletim epidemiológico desta terça-feira apresentou mais 17 vidas perdidas por complicações da doença, totalizando 987 mortes desde o início da pandemia. A taxa de letalidade se mantém em 1.8%, e a média móvel está em 14 óbitos diários na última semana.
Ao mesmo tempo, o número de internados continua acima de 521, e segundo os gestores a maioria está em hospitais públicos de Mato Grosso do Sul. Confira aqui o detalhamento do boletim apresentado nesta terça-feira.
A taxa de isolamento social mapeada no Estado nesta segunda-feira (7) foi de 45,2%, enquanto a Capital atingiu índice de 44,5%. Acesse aqui a relação completa de cidades sul-mato-grossenses.
Em todo o Estado, é possível entrar em contato no disk-covid pelo telefone 0800 647 0911 (Foto - Saul Schramm)
A iniciativa do Governo do Estado criada logo no início da pandemia para tirar dúvidas da população sobre o coronavírus já atendeu mais de 120 mil pessoas desde o começo de sua implantação, no dia 24 de março. Com isso, uma conta simples revela que por dia são mais de 750 chamadas, o que representa que a cada minuto uma pessoa recebe atendimento telefônico sobre a doença, considerando as 10 horas diárias de trabalho.
O teleatendimento é responsável, ainda, pelo agendamento dos exames nos drives-thru do Estado implantados nas quatro macrorregiões de Mato Grosso do Sul: Campo Grande, Corumbá, Três Lagoas e Dourados.
A realidade desse processo de atendimento é contada por Angela Rezende, cabo do quadro de praça do Corpo de Bombeiros Militar: “Eu tenho vivido muitas experiências lá dentro. De início observamos que a população estava muito alarmada e a nossa lista de solicitação era imensa”, ressalta Angela que reforça que as pessoas estavam e ainda estão assustadas.
As maiores dúvidas, segundo a experiência de Angela que atua no drive-thru instalado no quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Campo Grande, variam de tempo de espera do resultado ao tipo de teste que, de acordo com seus sintomas, deve fazer. “Nós sempre orientamos que a pessoa tem que ligar no disk covid. Temos grande satisfação de participar desta iniciativa porque estamos sendo úteis, assim como a utilização do nosso quartel, da nossa estrutura. A população tem tido grande respaldo conosco”.
Contatos do Disk-covid em Mato Grosso do Sul
Em todo o Estado, é possível entrar em contato no disk-covid pelo telefone 0800 647 0911, que atenderá as quatro macrorregiões do Estado: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá.
Em Campo Grande o número para contato é 67 3311 6262; em Três Lagoas o número é 67 3311 6264; em Dourados é o (67) 3311 6263. Em Corumbá, os telefones são 67 98472 8850; 984674573 ou 984732408.
Resultados dos drives-thru
Em Campo Grande, até o momento (04.09), 38.349 pessoas fizeram os exames RT-PCR, ou seja, de biologia molecular e os rápidos, sendo que deste total 5.760 deram positivo.
Já em Dourados foram 10.558 casos notificados, com 2.156 positivos. Na macrorregião de Três Lagoas, foram 4.256 casos notificados (575 positivos) e em Corumbá 6.519 notificações (1.991 positivos).
Adeptos ao método, Odette e Otto organizam festa para celebrar o aniversário em novembro. (Foto: Arquivo Pessoal)
Bastante difundida mundialmente, mas ainda “tímida” no País, uma terapia natural vem chamando a atenção dos campo-grandenses em busca de saúde e qualidade de vida. O Método Kovacsik chegou à cidade há cerca de um ano e, estimulando a energia corporal por meio de metais, é indicado para pacientes que lutam contra câncer.
Criado há cerca de 60 anos pelo cientista Estevam Kovacsik, o método promete eliminar o agente causador da doença, dando vitalidade a organismos debilitados utilizando metais energizados. Na Capital, quem pratica, elenca resultados, positivos.
A aposentada Maria Regina Rodrigues Vieira, 63, foi diagnosticada com câncer de mama em 2016. Chegou a fazer cirurgia e tratamentos convencionais, como radioterapia, quando foi apresentada à terapia alternativa. “É um tratamento energético, que me fortalece muito, dá disposição e me proporciona auto-conhecimento”, descreve.
Ela recebe assistência desde setembro do ano passado. A aposentada conta que o método utiliza a energia com conjuntos de metais, com sessões direcionadas às mãos e ombros e também conversas com atendentes.
“São ótimas atendentes, fazem toda a diferença. Eu estava me sentindo tão bem, que esquecia de me alimentar e exames indicaram suspeitas de retorno do câncer. Mas conversando com os terapeutas do método e com médicos, descobri que foi apenas susto. Mas fiquei atenta com o tipo de energia a qual estava exposta, como de esgotos. Até isso conta. Tem que estar tudo interligado e em harmonia”, acredita.
Regina relata que são indicados isolantes de “energias ruins”, que as pessoas podem pendurar no quarto, no escritório, no local onde permanecem por mais tempo durante o dia.
O casal Odete Aparecida Vieira, 69, e Otto Thomé Delas Chevia, 82, são assistidos pela prática desde quando moravam em Balneário Camburiú (SC), há mais de oito anos.
“Meu marido teve câncer no intestino, fez cirurgia, radio e quimio e, em Santa Catarina, conhecemos o Kovacsik. Era muito grave, mas ele foi melhorando. Estava sempe bem disposto, como se nem tivesse tido problema de saúde. Isso porque tinha 76 anos”, lembra.
Como também já foi diagnosticado com câncer de pele, há mais de 10 anos, continua freqüentando as sessões. Em junho do ano passado, foi Odete quem descobriu que estava com câncer no endométrio.
“Agora, vamos nos dois. Me sinto muito bem. É um tratamento complementar. Mantemos o tradicional, claro, mas essa energia que recebemos dos metais é essencial. É gratuito e comprovado cientificamente que traz resultados”, indica.
O casal reside em Campo Grande e está organizando, para o dia 10 de novembro, uma baita festa para celebrar os aniversários dos dois. Ela fará 70 anos, no dia 09 de novembro, e ele 83, em dezembro. “Resolvemos fazer uma só comemoração. Estamos animados”, diz.
Sedativos são utilizados para entubar pacientes graves de covid-19 (Foto: Divulgação/SES)
O Ministério Público do Estado vai investigar a falta de medicamentos para sedação e anestesia nos hospitais de Campo Grande, durante a pandemia. Parte do “kit entubação”, os itens são indispensáveis para pacientes graves contaminados pelo novo coronavírus.
Nos últimos meses, além da Santa Casa, o próprio Hospital Regional, referência no tratamento da covid-19, sofreram com a falta dos medicamentos. Em agosto, Mato Grosso do Sul apareceu na lista dos 22 estados com estoques de medicamentos para entubação, sendo dois remédios zerados: um anestésico e um bloqueador neuromuscular.
Conforme publicado na edição desta segunda-feira, do Diário Oficial do MPE, a promotora de Justiça, Luciana do Amaral Rabelo, 76ª Promotoria de Justiça da Comarca de Campo Grande, abriu, a pedido da Promotoria de Saúde, inquérito envolvendo a SES (Secretaria de Estado de Saúde) e a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública). A ação vai apurar a falta de medicamentos para sedação e anestesia.
O “kit entubação” tem 20 tipos de medicamentos, como anestésico e relaxante muscular, e é essencial para o tratamento dos pacientes de covid-19 que precisarem de respiração por aparelho. O próprio secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, chegou a demonstrar preocupação com estoque.
Em nota, a SES afirmou que os medicamentos são adquiridos diretamente pelos hospitais, mas repassou itens do “kit entubação” enviados pelo Ministério da Saúde para as unidades do Estado. Além disto, afirmou que foi aberto processo licitatório para a compra de medicamentos utilizando ata de registro de preços já existente.
A Sesau afirmou que o fornecimento de alguns destes medicamentos é feito somente pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde e pelo Governo do Estado. “O município não é responsável pela aquisição dos mesmos”.
Baixo isolamento social faz aumentar casos de Covid-19 nos municípios do interior (Foto - Divulgação)
A análise dos dados da pandemia da 33ª à 35ª semanas epidemiológicas – período de 15 a 29 de agosto – realizada com os microdados atualizados em 01 de setembro, mostra que os níveis de alertas cresceram nas diferentes microrregiões de saúde (MRS) de Mato Grosso do Sul. A metodologia, desenvolvida por um pesquisador da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), resume cinco indicadores em uma medida-resumo – o índice de morbimortalidade municipal por Covid-19 – e se traduz em níveis de alerta.
O resultado da análise, segundo Adeir Archanjo da Mota, expressa de que maneira os gestores públicos têm administrado a pandemia nos diferentes municípios que integram as MRS: “Observamos crescimento, ou em alguns casos, estabilidade com modesto crescimento no índice, em todas as microrregiões de saúde do estado com exceção da microrregião de Aquidauana. Ao considerar os alertas emitidos pelos pesquisadores, a gestão municipal decretou lockdown por sete dias e – embora seja um curto período de tempo – parece ter surtido efeitos positivos na redução dos números da pandemia”. Composta por Aquidauana, Miranda, Anastácio, Nioaque, Dois Irmãos do Buriti e Bodoquena, todos os municípios registraram queda nos níveis de alerta (Aquidauana de 5 para 4 e os demais de 4 para 3, com exceção de Bodoquena que permaneceu com nível de alerta 1).
De acordo com a pesquisadora da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Fernanda Vasques Ferreira, o resultado dessa microrregião de saúde é reflexo do nível de importância dado pelos gestores públicos à pandemia. “Quando são emitidos alertas, um gestor público reconhece a importância das pesquisas e toma providências no sentido de preservar a vida dos cidadãos, a população também passa a dar a dimensão de gravidade correspondente à realidade da pandemia. Isso contribui para que as pessoas respeitem os decretos com restrições mais severas, como também para que os números da doença recuem”, avaliou a professora, que pesquisa na área de Comunicação, Saúde e Políticas Públicas. Archanjo da Mota reitera a necessidade de vigilância em relação aos dados da Covid-19: “O que fica evidente é que, em certa medida, Aquidauana fez o ‘dever de casa’. Contudo, a microrregião precisa continuar um trabalho de conscientização e de restrições para prevenir mortes evitáveis”
CGR em alerta máximo
Enquanto os níveis de alerta da MRS de Aquidauana tiveram um sensível recuo, Campo Grande e Nova Alvorada do Sul registraram aumento significativo nos índices de morbimortalidade. Campo Grande continua com nível de alerta máximo (alerta 5) e Nova Alvorada do Sul saltou do nível de alerta 2 para 4. Respectivamente, os índices de morbimortalidade saltaram de 11,68 para 13,94 e de 1,00 para 3,90.
Na MRS de Campo Grande, os pesquisadores destacaram, também, o crescimento do nível de alerta de 2 para 3 de Chapadão do Sul. “A situação geográfica de Chapadão do Sul, no contexto do nordeste do estado, contribui para compreender o aumento dos indicadores deste município, com maior nível de interação espacial com a microrregião de Paranaíba, por meio das rodovias BR-158 e MS-306 (Mapa 1), do que com a capital”, explica Archanjo da Mota.
Variações
O acompanhamento dos índices de morbimortalidade tem mostrado aos pesquisadores como a doença evolui no estado. Na MRS de Paranaíba, todos os municípios registraram aumento nos índices de morbimortalidade e, por sua vez, nos níveis de alerta. Paranaíba saltou do nível de alerta 2 para o 3, Cassilândia saltou do nível de alerta 2 para o nível 4 e Aparecida do Taboado, do nível 3 para o nível 4.
A MRS de Três Lagoas registrou queda nos níveis de dois municípios: Água Clara e Brasilândia (recuaram do nível 2 para o nível 1). Os demais municípios dessa MRS – Três Lagoas índice de 0,98 para 1,38 – permaneceram com níveis de alerta, a b e c. Santa Rita do Pardo e Selvíria se mantiveram no nível 1, com índices decrescentes.
Dos cinco municípios que integram a MRS de Coxim, três registraram aumento nos níveis de alerta: Coxim saiu do nível 2 para 3, Rio Verde e Pedro Gomes do nível 1 para o 2. Alcinópolis se manteve com o nível de alerta 1 e Sonora registrou queda no nível de alerta: saiu do nível de alerta 3 para o 1.
Dos seis municípios que compõem a MRS de Jardim, dois deles – Jardim e Bonito – registraram mudanças. O alerta de Jardim recuou de 3 para 2 e o nível de alerta de Bonito subiu de 3 para 4. “Sabemos que houve abertura para o turismo ecológico em Bonito e, possivelmente, isso tenha impactado nos índices de morbimortalidade. Infelizmente, enquanto não houver vacina e não houver diretrizes para a condução desse momento pandêmico, teremos variações nos níveis de alerta a cada alteração de contexto”, explica Archanjo da Mota.
A MRS de Corumbá registrou aumento nos índices de morbimortalidade. Ladário saiu do nível de alerta 3 para 4, mesmo nível de alerta de Corumbá. “Os indicadores de Ladário refletem a dinâmica socioespacial da conurbação Corumbá-Ladário, com alto nível de disseminação do novo coronavírus na cidade de Corumbá e decretos pouco restritivos, é um grande desafio para a contenção da Covid-19 em Ladário”, contextualiza o pesquisador.
Os municípios de Ivinhema e Fátima do Sul registraram aumento nos níveis de alerta, saindo do nível 1 para o 2. Dourados se manteve no nível de alerta 3, mas apresentou crescimento no índice de morbimortalidade passando de 1,52 para 2,18.
Ocupação de UTIs
Dos 752 leitos de UTI no SUS do estado, 86,44% se concentram nos municípios de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá, que são pólos das macrorregiões de saúde. Esses municípios acumulam 81,39% na taxa de ocupação de leitos de UTI. Os municípios que apresentaram as taxas mais preocupantes em 01 de setembro, conforme dados do Painel Mais Covid-19 MS, são: Paranaíba, com 90%; Campo Grande, com 84%; Dourados, com 75%; Ponta Porã, com 73%, Corumbá, com 68% dos leitos de UTI e cem por cento dos leitos clínicos ocupados; e Três Lagoas, com 65% de taxa de ocupação de leitos de UTI.
“Os gestores sabem que podem reduzir os impactos da doença na vida das pessoas. Eles também sabem que as mortes são evitáveis. Resta saber quando serão responsabilizados pelos danos causados à vida da população, à saúde pública e coletiva e aos impactos negativos na economia pela retroalimentação da pandemia e pelo uso não racional dos recursos públicos da saúde”, questionou a pesquisadora em Comunicação, Saúde e Políticas Públicas.
Com novo adiamento, evento fica para maio de 2021 (Foto - Divulgação)
A direção do Sindicato Rural de Dourados comunica aos expositores, patrocinadores e ao público em geral que a entidade decidiu por novo adiamento da 56ª Expoagro, desta vez para 2021. Considerada a maior feira agropecuária do Estado, a 56ª edição da Expoagro aconteceria de 15 a 24 de maio no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, em Dourados, e chegou a ser adiada para setembro. No entanto, em cumprimento ao Decreto Municipal nº 2.511, de 06 de abril de 2020, que suspende a realização de eventos com aglomeração no município, a feira segue suspensa. A nova data para realização da 56ª Expoagro será de 14 a 23 de maio de 2021, desde que não haja impedimento imposto pelo poder público.
O Sindicato Rural de Dourados lamenta a situação que vem ocorrendo por todo o mundo, causada pelo novo coronavírus. A entidade entende a pertinência da suspensão e adiamento de eventos pelo poder público, incluindo a 56ª Expoagro, considerando a grande aglomeração e circulação de pessoas na feira, o que não é recomendável neste momento.
O Sindicato Rural de Dourados continuará acompanhando os fatos e as determinações do poder público e acredita que, com a ajuda e colaboração de todos, superaremos esta crise de saúde o mais breve possível.
Ingressos e passaportes
Quanto aos consumidores que já adquiriram ingressos e passaportes para os shows inicialmente agendados para acontecer entre 15 e 24 de maio de 2020, estes terão acesso à apresentação do mesmo artista, em caso de reagendamento para nova data entre 14 e 23 de maio de 2021.
Nos casos em que o show for cancelado, o consumidor que já tiver efetuado o pagamento terá direito a um crédito para o uso ou abatimento na compra de ingressos e passaportes para os shows que serão posteriormente agendados durante a realização do evento, conforme previsto na Lei Federal nº 14.046, de 24 de agosto de 2020.
Os números constam no boletim epidemiológico (Foto - Divulgação)
Com 883 novos casos de coronavírus, Mato Grosso do Sul já registra 49.820 casos confirmados desde o início da pandemia. Os números constam no boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, nesta terça-feira, dia 01 de setembro.
Entre os municípios com maior número de novas confirmações, Campo Grande aparece com 363 novos casos. Sidrolândia registrou com 93. Dourados com 52 novos casos e Corumbá com 39.
Dos 49.820 casos confirmados, 6.818 estão em isolamento domiciliar, 41.551 estão sem sintomas e já estão recuperados e 562 estão internados. Dez pacientes internados são procedentes de fora do Estado.
Na macrorregião de Campo Grande 72% dos leitos já estão ocupados, de Dourados 75%, macrorregião de Três Lagoas 45% dos leitos ocupados e macrorregião de Corumbá com 78% de ocupação.
Foram registrados ainda 27 novos óbitos, passando para 889 mortes pela doença em Mato Grosso do Sul, mantendo a taxa de letalidade em 1,8%. Os óbitos foram 14 em Campo Grande. Três em Corumbá. Dois em Naviraí. Vicentina, Nova Andradina, Ladário, Anastácio, Dourados, Ponta Porã, Bodoquena e Porto Murtinho registraram um óbito cada.
O candidato a representante da entidade privada não poderá ter vínculo empregatício com o poder executivo, legislativo e judiciário (Foto - Arquivo)
A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, abriu na sexta-feira (28) o período de inscrições de representantes de entidades públicas e privadas que queiram participar do Núcleo Gestor Participativo (NGP) da Revisão do Plano Diretor Municipal de Dourados, criado por meio do Decreto n. 2.854 de 27 de agosto de 2020.
As entidades interessadas deverão se inscrever no prazo de 15 dias úteis a contar do dia útil seguinte à data da publicação do edital (a partir desta segunda, 31 de agosto). O ofício deve ser direcionado à Secretaria Municipal de Planejamento, no bloco D do Centro Administrativo Municipal, indicando seus representantes (titular e suplente).
Poderão se inscrever para participar do Núcleo Gestor Participativo representantes da sociedade civil públicas e privadas, organizações não governamentais, entidades de classe, entidades empresariais, associação de moradores, sindicatos e associações comerciais.
O exercício da função de membro do Núcleo Gestor Participativo é considerado serviço público relevante e não será remunerado. Entende-se por Entidades Governamentais, representantes de órgãos da administração pública, de entidades municipais e membros do legislativo; e Entidades Não Governamentais as vinculadas à sociedade civil do município,formados por associações de moradores urbanos e rurais e movimentos sociais legalmente constituídos; Entidades de Classes – constituídas por entidades de classe no âmbito municipal, vinculadas as questões do desenvolvimento urbano e rural; Entidades Empresariais e Comerciais – constituídas por entidades municipais representativas do empresariado, inclusive, cooperativas, voltadas à produção e ao financiamento do desenvolvimento urbano e rural; Entidades Sindicais – constituídas por entidades municipais de trabalhadores e empregadores (sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais de trabalhadores e da indústria da construção civil); e, Organizações Não Governamentais – ONGs ou Coletivos Organizados municipais, devidamente legalizados e voltados ao desenvolvimento urbano e rural.
Não se enquadram nos segmentos acima descritos partidos políticos, igrejas e seus movimentos de base, instituições filantrópicas, clubes esportivos, desportivos e recreativos, Lions, lojas maçônicas e Rotary, corpo discente de universidades, bem como toda e qualquer agremiação que tenha por atividade ações discriminatórias, segregadoras, xenófobas, entre outras.
O Núcleo Gestor Participativo deverá ser formado por 30 membros representantes de entidades, sendo 12 por Entidades Governamentais (37,5%) e 20 por Entidades Não Governamentais (62,5%). Para cada vaga será nomeado um titular e um suplente.
Cada entidade interessada, cujo segmento possua vaga disponível de acordo com este Edital, deverá indicar seus representantes por meio de ofício e realizar a inscrição dos mesmos, titular e suplente, diretamente na Seplan (Bloco D, no CAM). O candidato a representante da entidade privada não poderá ter vínculo empregatício com o poder executivo, legislativo e judiciário em qualquer esfera do governo (federal, estadual ou municipal) em nenhum momento do processo.
Foram confirmados mais 17 óbitos no Estado (Foto-Saul-Schramm)
O boletim epidemiológico do novo coronavírus em Mato Grosso do Sul apresentado nesta quinta-feira (27) indica um aumento de 2% no número de infectados. Nas últimas 24 horas foram confirmados mais 904 casos de Covid em 55 municípios. As cinco cidades com mais confirmações são: Campo Grande (+340), Corumbá (+95), Dourados (+65), Nova Alvorada do Sul (+58) e Sidrolândia (+33).
O número de mortes em decorrência da doença também subiu. Conforme dados apresentados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) foram confirmados mais 17 óbitos no Estado, sendo 11 deles em Campo Grande, três em Corumbá, um em Ladário, um em Chapadão do Sul e um em Mundo Novo. Com a atualização, chega a 800 o número de vidas perdidas pela Covid no Estado. A taxa de letalidade está em 1,7%. O boletim detalhado pode ser conferido aqui.
A universidade americana Johns Hopkins divulgou ontem (26) um estudo que aponta que o Brasil superou os Estados Unidos em número de mortes causadas pelo novo coronavírus para cada 100 mil habitantes. Nesta quarta-feira completou seis meses do primeiro caso positivo de Covid no Brasil. Na última atualização, o total de vidas brasileiras perdidas por Covid estava em 117.665.
Isolamento social
No quesito isolamento social a quarta-feira (26) foi um dia atípico. Tanto Mato Grosso do Sul quanto a Capital do Estado, lideram os rankings que medem a taxa de pessoas que se mantiveram em casa. Embora sejam as melhores taxas mapeadas para o dia no País, os índices seguem abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que é de 70%. Mato Grosso do Sul registrou taxa de 41,5%, e a Capital 42,9%. Confira aqui as taxas de isolamento nos municípios do Estado.
Prefeituras de Dourados recebeu da Assomasul nesta quarta-feira, 26 termômetros para prevenção da Covid-19 (Foto - A.Frota)
A Prefeitura de Dourados recebeu da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) 26 termômetros para prevenção a Covid-19. A entrega ocorreu na manhã desta quarta-feira (26), na sala de reuniões do Centro Administrativo Municipal, em conformidade com as medidas de segurança exigidas durante o período de pandemia.
Os equipamentos doados ao município atenderão a demanda existente, conforme direcionado pela administração municipal, por meio de encaminhamentos do secretário de Saúde Jackson Farah Leiva, juntamente às equipes que têm atuado na linha de frente de combate a doença.
Certificados pelo Inmetro ( Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), os termômetros são munidos de sensor infravermelho, que mede a temperatura a partir do calor da superfície corporal da pessoa. Itens como estes já têm sido utilizados em Dourados, como, por exemplo, nas barreiras sanitárias instaladas nos pontos de acesso ao município e são ferramentas efetivas no combate a doença, já que alertam quando a temperatura corporal está elevada, sendo este um dos principais sintomas da Covid-19.
A iniciativa da Assomasul visa apoiar os municípios sul-mato-grossenses na prevenção e combate à doença. O gestor de informação da entidade, Santo Rosseto, disse que Dourados será uma das cidades que mais receberá os equipamentos por possuir a segunda maior população do Estado. Ele destacou ainda que a Associação, por meio do presidente Pedro Caravina, é sempre parceira para ações que beneficiam a população local em diversas áreas.
Marcos perpetuam o que o foi escrito no passado, nos lembram o enredo no presente e garantem que a história ainda viva no futuro (Foto-Saul-Schramm)
Monumentos são criados mundo afora para preservar memórias e marcar acontecimentos. As histórias que eles contam vão desde as civilizações antigas, a exemplo das pirâmides do Egito, até as contemporâneas, como o Cristo Redentor do Rio de Janeiro. Em Campo Grande, além de indicar aspectos históricos, as construções revelam a cultura, a tradição e a identidade do povo campo-grandense – formadas pelos povos originários do Brasil, os indígenas, e os imigrantes paraguaios, bolivianos, japoneses, sírio-libaneses e europeus.
Arquiteta da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Cláudia la Picirelli de Arruda explica, em linhas gerais, que os monumentos são construídos para “homenagear pessoas importantes e fatos extraordinários”. “Cria-se monumentos para guardar lembranças. Eles têm referência simbólica e importância histórica em nossa sociedade. E fazem uma relação entre espaço e tempo”, ensina.
Na avaliação do governador Reinaldo Azambuja, Campo Grande tem esculturas que estão diretamente ligadas a diversidade popular. “Terra de Almir Sater, Aracy Balabanian, Geraldo Espíndola, Glauce Rocha, Lídia Baís, Luan Santana, Munhoz e Mariano, Tetê Espíndola, Ique e tantos outros, Campo Grande tem monumentos e marcos culturais que refletem o talento e a pluralidade da nossa gente”, define o gestor.
“É difícil não se encantar com as esculturas que homenageiam a nossa natureza, os povos indígenas, nossos artistas e nossa identidade. Muita gente não sabe, mas eu nasci em Campo Grande e me emociono toda vez que vejo algumas dessas obras, que têm um inestimável valor artístico e de valorização e preservação da nossa história”, completa.
Monumento aos Cavaleiros Guaicurus (Foto - Edemir-Rodrigues)
Monumento aos Cavaleiros Guaicurus
A obra que homenageia os índios guerreiros da etnia Guaicurus. A construção de sete metros de altura tem 900 quilos e mostra um indígena montado a cavalo. Os nativos foram os primeiros da América do Sul a domarem os cavalos, trazidos pelos espanhóis. Em Mato Grosso do Sul, os remanescentes mais próximos dos Guaicurus são os índios Kadiwéus. A estátua foi construída em armação de ferro e é revestida com uma mistura de resina e pó de mármore. A autoria é do escultor Anor Pereira Mendes. Localização: Parque das Nações Indígenas, nos altos da Avenida Afonso Pena.
Nos próximos sábados, a ação continuará em regiões diversas (Foto - Arquivo)
A Prefeitura de Dourados continua o trabalho intenso de combate ao Aedes aegypti, com ênfase em saúde pública, em várias regiões da cidade. No dia 29 próximo, o “Sábado Sem Mosquito” acontece no Jardim Márcia, na Vila Guarani, Vila Ubiratan e no Parque das Nações.
A ação da Secretaria Municipal de Saúde, conta com apoio do IMAM (Instituto do Meio Ambiente) e Semsur (Secretaria de Serviços Urbanos) dentre outros apoiadores.
Nos próximos sábados, a ação continuará em regiões diversas, conforme demanda do município.
Viatura do Corpo de Bombeiros em atendimento no Hospital da Vida enquanto aguarda carro funerário (Foto - João Pires)
Apesar do número reduzido de casos positivos de Covid-19 no Estado, as internações em leitos hospitalares, UTIs e óbitos persistem em Dourados.
De acordo com o boletim epidemiológico desta terça-feira (25), o número de infectados chegou em 5.201 casos confirmados, destes, 4.429 estão recuperados, totalizando 719 casos ativos.
Pacientes internados somam 44 ocupações em leitos de hospitais, sendo 23 em enfermaria e 21 em UTIs. Com relação aos óbitos, foram contabilizadas 108 mortes, sendo 72 douradenses e 36 residentes em outros municípios.
Ainda segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura, nas últimas 24 horas foram registrados 36 novos casos de Covid-19.
Reginaldo ao lado da esposa Flávia (Foto - Reprodução/Facebook)
O empresário Reginaldo Rosa, 47 anos, proprietário da escolinha de futebol Pro-Gol, morreu na madrugada desta terça-feira (25) vítima da Covid-19. Ele estava internado em um hospital em Dourados há pouco mais de uma semana, onde apresentou complicações. Segundo consta, ele era hipertenso.
Reginaldo foi fundador do Procópios Boliche e estava à frente da Pro Gol por aproximadamente 10 anos. A escolinha é franqueada ao Grêmio de Porto Alegre, onde frequentemente tem contratado alguns alunos que se destacam durante os treinos.
De acordo com informações do site Folha de Dourados, Reginaldo esteve em Campo Grande antes de apresentar os sintomas, onde embarcou um filho no aeroporto para jogar no futebol de Santa Catarina.
“Ele voltou de Campo Grande e no outro dia já não se sentiu bem e ficou em casa. Como estava muito frio, ele não veio mais na escola e foi internado. Foi tudo muito rápido”, disse um professor de Educação Física amigo da família.
Reginaldo deixa a esposa Flávia e os filhos Júnior e Fernando.
Reginaldo em oração durante a participação dos alunos da Pro Gol em campeonato de futsal, na Capital (Foto - João Pires/Arquivo)
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