sexta-feira, 10 de julho de 2026

Mato Grosso do Sul tem santa padroeira a partir de hoje

Diário MS

 

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Foto - Reprodução)

A Assembleia Legislativa aprovou no início da tarde desta quarta-feira o projeto de lei que institui uma santa padroeira para o Estado de Mato Grosso do Sul. E ela é Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

 

A votação terminou por volta das 13 horas e teve apenas um voto contrário, o do deputado estadual Maurício Picarelli (PSDB).

 

O projeto estava tramitando na AL há dois anos e surgiu por iniciativa do deputado Paulo Siufi (PMDB).

 

Agora, segue apenas para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Justiça do Trabalho de MS recebe selo prata do CNJ

Assessoria

 

A Justiça do Trabalho em Mato Grosso do Sul foi congratulado na categoria prata na avaliação do Selo Justiça em Números 2017, do Conselho Nacional de Justiça – CNJ. A premiação é concedida em reconhecimento ao investimento na gestão da informação e no cumprimento de normas de transparência dos tribunais de todos o país.

 

De acordo como Presidente do TRT/MS, Desembargador João de Deus Gomes de Souza o ouro só não veio pela diferença de apenas um porto percentual. “Este selo vem apenas referendar um esforço conjunto de magistrados e servidores que se empenham em entregar o melhor serviço àqueles que buscam a Justiça do Trabalho em todo Estado”.

 

“O reconhecimento do CNJ é consequência de muito esforço de todos da Justiça do Trabalho. Estamos a todo momento envidando esforços para sempre melhorar e alcançar melhores resultados no próximo ano”, completou o Presidente do TRT.

 

O Desembargador disse ainda que é importante frisar que a Justiça do Trabalho exerce um papel que vai além do “apenas julgar por julgar”: “Cabe a nós deixar algo maior para a sociedade, além de entregar Justiça aos que nos procuram, podemos fazer mais. Como por exemplo a reforma da Vara do Trabalho de Fátima do Sul, onde revitalizamos completamente o prédio para que aqueles que buscam a Justiça naquele município tenham melhores condições de atendimento. E ainda reformamos e reequipamos com instrumentos novos a escola de música da prefeitura que funciona anexa àquele prédio, e tudo sem utilizar recursos públicos”.

 

Ainda segundo o Presidente do TRT, novos projetos reafirmam a função social da Justiça do Trabalho, como a destinação de recursos oriundos de multas trabalhistas para construção de parquinhos infantis em escolas municipais e estaduais.

 

Números

 

Foram solucionados em 2017 cerca de 34.037 processos em primeira instância, número maior do que os casos novos distribuídos em todo Estado, que chegou a 31.618. Os dados são equivalentes ao período de 1º de janeiro a 30 de novembro e comprovam a eficiência do judiciário trabalhista.

 

No Segundo Grau destaca-se o empenho conjunto pela conciliação. O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul obteve em 2017 uma marca considerada histórica para a Justiça do Trabalho do Estado.

 

Os números mostram que durante o ano foram chamados para tentativa de conciliação 586 processos e deles resultaram 403 acordos. Um percentual de 68,77% atingindo a soma de R$ 30.875,066,28 em valores conciliados.

 

Dentre os processos conciliados destaca-se um acordo que solucionou de uma única vez 100 (cem) ações trabalhistas e quatro ações civis públicas contra uma empresa de Bataguassu, o que importou uma quantia de cerca de R$ 8 milhões, inclusive com a doação de um tomógrafo de última geração para a Prefeitura de Bataguassu e uma UTI móvel para o município de Anaurilândia.

 

Para o Coordenador do Nupemec/JT, Desembargador Nicanor de Araújo Lima, “o Núcleo atende a todas expectativas e atinge todos os seus objetivos quando os acordos são realizados. Essa é a essência da Justiça do Trabalho e a criação do Núcleo está mais que justificada”.

 

Modernização do Aeroporto de Dourados tem início em janeiro de 2018

Assecom 

 

Prefeita Délia Razuk durante a cerimônia de assinatura do termo de compromisso, no Ministério dos Transportes, em Brasília, ontem (Foto - Divulgação/Assessoria)

 

A prefeita Délia Razuk foi para Brasília ontem (19) e retornou com o presente de aniversário pelos 82 anos de Dourados, completados nesta quarta-feira, 20 de dezembro. Atendendo convite do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, a chefe do executivo municipal foi à capital federal assinar o termo de compromisso para a execução do projeto de reforma, ampliação e modernização do aeroporto municipal de Dourados, uma luta que começou tão logo ela assumiu o comando da mais importante cidade do interior de Mato Grosso do Sul.

 

A assinatura do Termo de Execução Descentralizada aconteceu no início da noite de terça (19), em cerimônia realizada no auditório do Ministério dos Transportes e comandada pelo ministro Maurício Quintella Lessa, que assinou o TED junto com a prefeita Délia Razuk e o general Claudio Coscio Moura, chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército.

 

A prefeita levou consigo para acompanhar o ato o ex-secretário municipal de Planejamento Urbano, José Elias Moreira, que foi o principal responsável pelo trabalho de articulação para que o projeto de modernização do aeroporto de Dourados tivesse sequência. Ela também faz questão de destacar o apoio do general ‎Lourenço Willian da Silva Ribeiro Pinho ,comandante da 4ª Brigada em Dourados, “um parceiro da administração municipal desde o início na caminhada para viabilizar o projeto”. Outro parceiro do projeto é o Aeroclube de Dourados, por meio de toda sua diretoria.

 

O Termo de Execução Descentralizada tem como objeto a execução de projeto e obras de ampliação e restauração da pista de pouso e decolagem, execução de nova pista de taxiway e pátio de aeronaves, áreas de escape (denominadas RESA’s – Runway End Safety Area); faixas preparada e de pistas, implantação do estacionamento de veículos, vias de acesso e terraplanagem necessária para edificações e serviços complementares para adequação de infraestrutura necessária para a operação do aeroporto, além de projetos de obras complementares.

 

Todo o projeto, orçado em R$ 49 milhões, será executado pelo Exército Brasileiro e a previsão de início das obras é para janeiro de 2018 e o prazo para conclusão é de 660 dias, ou seja, menos de dois anos.

 

ASSISTA:

 

Prefeitura de Campo Grande mais que triplica valor de plantão para médico que trabalhar no Natal e Ano Novo

G1 MS

Prefeitura aumentou o valor dos plantões que serão pagos aos servidores que trabalharem no Natal e no Ano Novo (Foto: Prefeitura de Campo Grande/Divulgação)

A prefeitura de Campo Grande mais que triplicou o valor do plantão de 12 horas que será pago aos médicos da rede pública municipal que trabalharem no Natal, dias 24 e 25, e Ano Novo, dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. O valor anterior da produtividade era de R$ 300 para essa carga horaria e havia sido definido em decreto do ex-prefeito Gilmar Olarte. O novo é de R$ 996,71 e foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (20), pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD). o Incremento é de 232,23%.

 

A regulamentação anterior do pagamento da produtividade aos servidores públicos de Campo Grande que trabalharem nos dias de festividades de fim de ano não tinha uma faixa específica para os médicos. A divisão era somente por funcionários que ocupavam cargo de nível superior, de nível médio, de nível fundamental e de nível elementar.

 

Já no novo decreto, foram criados enquadramentos específicos para médicos, dentistas, enfermeiros, outros servidores ocupantes de cargos de nível superior, de cargos de técnico e auxiliar de enfermagem, de nível médio elementar da área da saúde, de nível médio administrativo e de nível fundamental e elementar.

 

A nova redação reitera que o pagamento será feito aos servidores que fizerem “plantão eventual iniciado nos disa 24, 25 e 31 de dezembro, bem como, no dia 1º de janeiro, além das atividades próprias de seu cargo”. Confira abaixo uma comparação entre os valores que eram pagos anteriormente e os novos.

 

Pagamento do plantão de Natal e Ano Novo para os servidores públicos de Campo Grande

 

Cargo Plantão Valor anterior                    Novo Valor

Médico 12h R$ 300                                     R$ 996,71

Odontólogo 12h R$ 300                             R$ 895,82

Enfermeiro 12h R$ 300                             R$ 584,09

Outros de nível superior 12hR$ 300       R$525,08

Nível médio 12h R$ 150                          R$ 242,63 (saúde) e  R$ 228,16 (administrativos)

Nível fundamental 12h R$ 75                              R$ 172,01

Nível elementar 12h R$ 50                                   R$ 172,01

Fonte: Diário Oficial de Campo Grande

 

Cesare Battisti coloca tornozeleira eletrônica em Campo Grande

G1 MS

 

Battisti deixou a Delegacia Virtual, em Campo Grande (MS), sem falar com a imprensa (Foto: Alysson Maruyama/TV Morena)

O ex-ativista Cesare Battisti colocou tornozeleira eletrônica nesta terça-feira (19), em Campo Grande. O uso do equipamento foi determinado pela 3ª Vara da Justiça Federal, como uma das medidas do habeas corpus concedido em razão da prisão do italiano em Corumbá (MS), flagrado com U$ 6 mil e € 1.300 em um táxi estrangeiro, tentando entrar na Bolívia.

 

Battisti chegou em Campo Grande próximo ao horário de almoço e foi para um restaurante próximo ao Patronato Penitenciário, onde fica a Delegacia Virtual, setor de colocação de tornozeleiras eletrônicas.

 

A defesa de Battisti pediu à Justiça para colocar o equipamento em São Paulo, mais perto da cidade onde mora, em Cananéia, porque estaria sem dinheiro para viajar até Mato Grosso do Sul. O pedido foi negado na semana passada porque a Secretaria de Administração Penitenciária paulista alegou “não haver disponibilidade para isso”.

 

 

Battisti é acusado de evasão de divisas. Ele foi preso em Corumbá, em outubro deste ano, ao tentar entrar na Bolívia com U$ 6 mil e € 1.300, cerca de R$ 25 mil, e ficou dois dias na cadeia.

 

Durante a audiência de custódia, Battisti alegou que ia para Bolívia para comprar materiais para pesca, casaco de couro e vinhos. Ele disse, na época, que não tinha autorização para deixar o Brasil, mas achava que o centro comercial estava em zona internacional — não em território boliviano.

 

De acordo com a Receita Federal, qualquer pessoa que esteja cruzando a fronteira do Brasil com mais de R$ 10 mil em espécie, seja em moeda nacional ou estrangeira, precisa fazer uma declaração chamada “Bens de Viajantes”.

 

Prisão

Antes de ser detido na fronteira, Battisti foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-262. Ele estava em um carro particular com outros dois passageiros. Mas por ainda estar em território nacional, o porte da quantia não configurava irregularidade.

 

Por se tratar de região de fronteira, os policiais rodoviários comunicaram a Polícia Federal, que realizou o acompanhamento do veículo até a divisa entre o Brasil e a Bolívia, no posto de fiscalização Esdras.

 

Liberdade

 

Na época, o juiz decretou prisão preventiva por considerar que ele ia fugir do país e para evitar uma extradição para a Itália. Havia indícios de evasão de divisa. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), ele estaria com valores que teriam que ser declarados às autoridades.

 

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) concedeu uma liminar. A decisão do desembargador José Marcos Lunardelli determinava a soltura imediata.

 

Convertida por medidas cautelares, Battisti não podia sair da região onde mora, no litoral sul de São Paulo, sem autorização da Justiça. Ele também deveria se apresentar todo o mês à Justiça. O italiano retornou à cidade paulista no dia 7 de outubro.

 

Caso Battisti

O ex-ativista de esquerda Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália em 1993 sob a acusação de ter cometido quatro assassinatos no país nos anos 1970. Ele era membro do grupo Proletários Armados para o Comunismo (PAC).

 

Battisti então fugiu para a França, onde viveu por alguns anos, e chegou ao Brasil em 2004. O ex-ativista foi preso no Rio de Janeiro em 2007 e, dois anos depois, o então ministro da Justiça, Tarso Genro, concedeu a ele refúgio político.

 

A Itália recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a concessão de refúgio para Battisti e pediu a extradição dele de volta ao país.

 

No julgamento realizado em fevereiro de 2009, os ministros negaram o pedido de liminar do governo italiano contra a decisão de conceder refúgio a Battisti, mas votaram pela extradição do ex-ativista. Entretanto, por 5 votos a 4, o STF definiu que a palavra final sobre a extradição caberia ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Em 31 de dezembro de 2010, no último dia de seu governo, Lula recusou a extradição de Battisti.

 

Neste ano, o governo da Itália apresentou um pedido para que o Brasil reveja a decisão do ex-presidente Lula. O governo italiano considera o caso Battisti “uma questão aberta” com o Brasil e tem esperança de que Michel Temer cogite rever a recusa da extradição, afirmou ao G1 uma fonte que acompanha as discussões com as autoridades do governo federal.

 

O Planalto nega que esteja reavaliando a permanência de Battisti no Brasil. A assessoria da Presidência da República afirmou que Temer “não está analisando o caso”, e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que “não tratamos desse assunto”.

 

No fim de setembro, os advogados de Battisti entraram com um pedido no STF para impedir a possibilidade de Temer decidir extraditá-lo.

 

O italiano nega envolvimento nos homicídios e se diz vítima de perseguição política. Em entrevista em 2014 ao programa Diálogos, de Mario Sergio Conti, na GloboNews, ele afirmou que “nunca” matou “ninguém”.

Homem morre em hospital após acidente em estrada de aldeia

G1 MS

Um homem de 30 anos morreu em hospital de Dourados, terça-feira (19), cinco dias após ser vítima de acidente na estrada da aldeia Porto Lindo, em Japorã, no sul do estado.

 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, ele seguia de motocicleta pela estrada e ao passar por um carro que seguia no sentido contrário, perdeu o controle da direção e bateu no automóvel.

 

O homem foi socorrido para o hospital de Japorã e de lá transferido para Dourados devido à gravidade dos ferimentos. O motorista do carro não ficou ferido.

 

O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.

Ladrões são baleados ao tentarem invadir produtora em Campo Grande

G1 MS

Polícia no local onde dois bandidos foram baleados, em Campo Grande (Foto: Reprodução/ TV Morena)

Dois bandidos foram baleados na madrugada desta quarta-feira (20) quando tentava invadir uma produtora no Centro de Campo Grande.

 

Um funcionário monitorava as câmeras de segurança por aplicativo de celular e viu os suspeitos tentando abrir o portão. Ele foi até o local e houve troca de tiros.

 

A Polícia Civil esteve no local, fez perícia e várias cápsulas foram apreendidas. Os suspeitos foram levados para a Santa Casa.

Carro com placas de SP é apreendido em MS com 100 quilos de maconha

G1 MS

Maconha estava em sacos no porta malas do carro (Foto: PRF/ Divulgação)

Um carro com placas de São Paulo foi apreendido com 100 quilos de maconha segunda-feira (18), na BR-163, em Mundo Novo, a 458 quilômetros de Campo Grande.

 

O motorista do veículo desobedeceu ordem de parada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), seguiu em alta velocidade e em uma estrada vicinal, fugiu a pé por um matagal.

 

No veículo abandonado foram encontrados 142 tabletes de maconha. O carro e o entorpecente foram encaminhados à Polícia Civil de Mundo Novo.

MP pede ressarcimento de R$ 20 milhões de dois ex-prefeitos em mais de 50 ações civis

G1 MS

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MP-MS) pede ressarcimento de cerca de R$ 20 milhões em mais de 50 ações civis públicas ajuizadas contra os ex-prefeitos de Ponta Porã Flávio Kayatt (PSDB), hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS), e Ludimar Novais (PDT).

 

A reportagem tentou contato com os dois ex-prefeitos de Ponta Porã, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

 

Segundo a investigação, foram encontradas graves irregularidades na execução de contratos administrativos de reformas de escolas municipais, na compra de toneladas de cascalho sem formalização contratual, no direcionamento e superfaturamento de licitações para o asfaltamento de ruas e situações ligadas à área da saúde.

 

Um inquérito civil instaurado em 2015, durante a segunda gestão de Kayatt, apurou a contratação de dezenas de médicos para trabalharem na rede municipal de saúde sem qualquer formalização contratual e parâmetros de honorários dos serviços prestados.

 

A situação foi considerada mais grave por causa de uma lei municipal de 2010 que estabelece critérios e condições para formalização de contratações temporárias, que foi violada. Ainda apurou a ausência de controle de frequência dos profissionais, tendo muitos recebido salários de R$ 42 mil até R$ 400 mil no período.

 

Nessa época, o Hospital Regional de Ponta Porã passava por uma das piores fases financeiras, com equipamentos sucateados e falta de condições sanitárias. De acordo com o MP, a desculpa dos gestores era sempre a mesma: “falta de recursos públicos para investimento”.

 

As dezenas de ações ajuizadas, além do ressarcimento do dano ao dinheiro público, pedem a condenação pela prática de atos de improbidade administrativa do ex-prefeito Flávio Esgaib Kayatt, do secretário de Saúde Josué da Silva Lopes e dos médicos identificados na investigação.

 

Como a situação contratual dos profissionais começou a ser regularizada a partir da gestão do então secretário de Saúde Eduardo Rodrigues, já no mandato do prefeito Ludimar Novais, também pede-se a condenação de ambos à reparação do dano proporcional ao pagamento indevido dos profissionais médicos durante o ano de 2013. Mas isenta a punição de ato de improbidade.

Oficial do Exército é vítima de sequestro relâmpago em Campo Grande

G1 MS

Carro da vítima, onde ela foi mantida refém com dois bandidos (Foto: Reprodução/ TV Morena)

Uma oficial do Exército de 31 anos foi vítima de sequestro relâmpago na noite de segunda-feira (18), em Campo Grande. Um casal foi preso suspeito do crime.

 

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a mulher foi rendida por volta das 21h (de MS), em frente a um shopping, enquanto falava ao celular com amigos que estavam no centro comercial.

 

Armado com revólver calibre 38, o assaltante mandou a vítima ir para o banco de trás do carro e a comparsa dele, armada com faca, assumiu o volante.

 

O bandido sentou no banco de trás com a vítima e fez várias ameaças de morte para que ela sacasse R$ 2 mil em um caixa eletrônico.

 

Amigos que estavam com a vítima ao celular quando ela foi abordada desconfiaram de crime e acionaram a Polícia Militar (PM).

 

Policiais da Força Tática do 10º Batalhão se depararam com o veículo na rua Raquel de Queiróz, bairro Aero Rancho, quando eles seguiam para o caixa eletrônico. Os suspeitos não reagiram e a vítima saiu do carro em estado de choque.

 

No momento da abordagem, o assaltante jogou o revólver no assoalho do carro. Na arma havia seis munições intactas.

 

Segundo a polícia, foram presos pelo crime Barbára Nascimento Diniz, de 20 anos, e Diego Elizeu Miranda, de 34 anos. Eles vão responder por roubo qualificado pela restrição de liberdade da vítima.

 

 

Prefeitura firma convênio com Sesi para desconto a filhos de servidores

Assecom

 

Convênio assinado na manhã desta segunda-feira facilita acesso de filhos de servidores da prefeitura na escola do Sesi (Foto - A.Frota)

 

A partir do próximo ano letivo, que inicia em 29 de janeiro de 2018, filhos de servidores da prefeitura de Dourados terão direito a desconto de 10% na mensalidade da escola do Sesi.

 

Da rede privada, a escola oferece desde a educação infantil até o ensino médio e sua estrutura dispõe de acessibilidade, parque infantil, biblioteca, quadra de esportes coberta, internet,  além de laboratórios de ciências e de informática.

 

A assinatura do convênio, segundo a prefeita Délia Razuk, é uma conquista que contempla articulação da secretária Elaine Boschetti, de Administração, “que tem buscado parcerias para atender aos servidores da prefeitura”.

 

A prefeita disse que os alunos beneficiados pelo convênio deverão fazer a diferença com o conhecimento que irão adquirir na escola do Sesi, “uma instituição que é referência no Estado, em nosso município, e motivo de orgulho para todos nós”.

 

De acordo com a diretora Sibele Garcia, a Escola do Sesi de Dourados possui aproximadamente 800 alunos no Ensino Infantil, Fundamental I e II e Ensino Médio, nos turno matutino e vespertino. A mensalidade hoje é de R$ 387,85 para a Educação Infantil e R$ 524,48 para o Ensino Médio.

 

O estabelecimento, localizado na Vila Industrial, investe fortemente em robótica e é a primeira escola de MS a participarda fase nacional do Torneio FLL – First Lego League de nível internacional , que será disputado em Curitiba (PR), no mês de março de 2018.

 

A Olimpíada Brasileira de Robótica é um torneio científico com o objetivo de estimular jovens às carreiras científico-tecnológicas, identificar talentos e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro.

 

A Escola do SESI Dourados também neste ano foi 2º lugar nas Olimpíadas Brasileiras de Astronomia e Astronáutica em lançamento de Foguetes, esse evento ocorreu no Rio de Janeiro.

 

O convênio foi assinado pela prefeita Délia Razuk e a diretora da Escola do Sesi, Sibele Garcia, na presenças dos secretários Patrícia Donzelli (Governo), Elaine Boschetti (Administração), Joaquim Soares (Serviços Urbanos) e Sergio Henrique Araújo (Habitação) e o assessor especial Alexandre Mantovani.

 

Grande movimento na fronteira de MS com a Bolívia dificulta a fiscalização da saída ilegal de dinheiro

G1  MS

O grande movimento está sendo utilizado por criminosos para a evasão de divisas, lavagem de dinheiro e até para a compra de armas e drogas(Foto: Reprodução)

O grande movimento da fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia, pela cidade de Corumbá, dificulta a fiscalização dos órgãos de segurança e controle, como a Polícia Federal e a Receita Federal, e está sendo utilizado por criminosos para a evasão de divisas, lavagem de dinheiro e até para a compra de armas e drogas.

 

O caso mais recente foi o do italiano Cesare Battisti, que foi preso em Corumbá, no dia 4 de outubro deste ano quando tentava entrar na Bolívia com € 6 mil e US$ 1,3 mil, o equivalente a R$ 25 mil. Horas antes, Battisti tinha sido parado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no posto de Controle de Miranda.

 

Ele disse que estava indo pescar com amigos no Pantanal, mas no carro não tinha nenhum material de pesca. Desconfiados, os policiais resolveram seguir o veículo e avisar os agentes que ficam na fronteira. Pela lei brasileira não é permitido sair do território nacional com mais de R$ 10 mil sem declarar à Receita Federal.

 

Na matéria do Fantástico, o delegado regional de Combate ao Crime Organizado na Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Cléo Mazzotti, explica que no caso de Battisti se entendeu que estava havendo evasão de divisas. “Ele estava saindo, na sua posse, com mais de R$ 10 mil sem declarar. Isso configura um crime de evasão de divisas e foi feito um flagrante com base nisso”.

 

O movimento intenso na fronteira dificulta a fiscalização. Simplesmente é impossível parar todos os carros que passam pela região. Além disso, a Polícia Federal acredita que Césare Battisti escolheu sair do Brasil por Corumbá por causa da localização estratégica. Basta atravessar a aduana e em poucos metros já possível comprar a moeda boliviana de cambistas clandestinos.

 

Do outro lado da fronteira está Puerto Quijarro. Os cambistas ficam sentados na calçada e trocam reais e dólares por bolivianos, sem qualquer controle das autoridades. Em busca dessa facilidade muita gente tem caído nas mãos da polícia.

 

O dinheiro cruza a fronteira de várias formas. Até na cueca. A pedido da Polícia Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), do Ministério da Fazenda fez um levantamento e encontrou movimentações de dinheiro suspeitas na região da fronteira.

 

O sistema emite um alerta quando é feito um saque acima de R$ 100. Entre janeiro de 2015 e julho de 2017, o COAF detectou saques suspeitos que somam R$ 790 milhões. O dinheiro é sacado na boca do caixa.

 

Um dos casos investigados pela Polícia Federal é relacionado a Fabrício de Souza Ribeiro. Ele é suspeito de chefiar uma quadrilha especializada em levar dinheiro para fora do Brasil. A reportagem mostra que o Fantástico teve acesso a detalhes da investigação.

 

Em uma das vezes em que foi pego em uma fiscalização na fronteira, estava com R$ 42 mil em dinheiro na cueca. Sua irmã, Fabiane, havia escondido o restante, R$ 36 mil, dentro do painel de um carro. Os investigadores descobriram que ela já tinha té alugado uma casa em Corumbá.

 

A cidade teria sido escolhida porque tem uma fronteira muito movimentada. “Você não consegue fazer uma fiscalização 100%, acaba fazendo por amostragem, mas se tenta fazer o máximo possível. Não dá para barrar, criar uma fila muito grande na fronteira”, diz o delegado da PF.

 

A Polícia Federal acredita que no caso de Fabricio, a família inteira esteja envolvida nos crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. A mãe dele, Elizeth de Souza Ribeiro, também fez depósitos de mais de R$ 2 milhões em contas de várias pessoas. Além dos filhos, ela enviou dinheiro para moradores de Rio Branco, no Acre, e Guajará-Mirim, em Rondônia. As duas cidades também ficam perto da fronteira com a Bolívia.

 

Segundo a Polícia Federal, uma das formas de lavagem de dinheiro na Bolívia é chamada de branqueamento de capitais. O dinheiro é enviado para o país de forma parcela, onde os criminosos se valem de diversos artifícios, como, por exemplo, a criação de uma empresa.

 

Uma pessoa que tenha uma empresa no Brasil e que queira lavar dinheiro na Bolívia ela pode abrir uma filial, ou uma empresa do mesmo grupo econômico, ou as vezes até se utilizar de laranjas, empresas fantasmas, para enviar esse dinheiro para lá, o dinheiro o ilícito, e simular uma transação supostamente lícita, de uma compra ou de uma consultoria, enfim, de alguma forma, qualquer tipo de comercial, dando uma justificativa para que esse dinheiro retorne para o Brasil.

 

E quando o dinheiro que vai para a Bolívia não é lavado é usado pelo crime de outra forma, para comprar droga, armamento e munição. “A droga que vai ser introduzida no país está sendo paga e com dinheiro em espécie. E a possível manutenção de indivíduos vinculados a organizações criminosas nesses países exatamente para ficar foragido e também fazer a negociação do entorpecente pra trazer pra território brasileiro”, explica o delegado Cléo Mazzotti.

 

Corumbá é a principal rota de entrada de cocaína no Brasil. Prisões de traficantes acontecem todos os dias.

 

Para comprovar a facilidade, a equipe do fantástico simulou o interesse em enviar R$ 100 mil para a Bolívia. Os jornalistas foram até um ponto de táxi e já na primeira tentativa conseguiu um motorista que cobraria R$ 2 mil para levar o dinheiro e que sugeriu até o melhor local para esconder o dinheiro, um terreno que fica na fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

 

Em nota, o Exército informou que o terreno indicado pelo taxista não é mais responsabilidade das forças armadas, mas que continua pertencendo a União. A nota diz ainda que o Exército continua participando de operações com outros órgãos de fiscalização e controle, com as polícias Federal, Rodoviária Federal, Receita Federal e Polícia Militar.

 

A advogada da família de Fabrício e Fabiane disse que a defesa só vai se manifestar em juízo.

 

O Brasil faz parte de um tratado internacional para trocar informações sobre transações bancárias suspeitas, mas a Bolívia não assinou o tratado.

Sequestro de empresário termina com suspeito morto pela polícia e quatro presos em Três Lagoas

G1 MS

O sequestro de um empresário do setor de alimentação em Três Lagoas, no leste de Mato Grosso do Sul, na madrugada deste domingo (17) terminou com um suspeito morto em uma troca de tiros com a polícia e na prisão de outros quatro envolvidos, sendo duas mulheres. Um outro homem ainda está foragido.

 

Segundo o registro da ocorrência, o empresário foi rendido por dois homens armados quando chegava em casa, por volta das 0h30. Um deles o levou para o local conhecido como “Cascalheira”, as margens do rio Paraná, onde ele mantido algemado e com um cinto no pescoço. O outro assaltante levou a caminhonete do empresário.

 

Mesmo algemado, quando o empresário percebeu que o suspeito que o vigiava não estava mais no local, ele saiu caminhando em direção a indústrias que funcionam na região, onde conseguiu ser socorrido e a Polícia Militar foi acionada.

 

Com base nas informações do empresário, a PM fez rondas pela região e localizou o suspeito que estava vigiando a vítima na “Cascalheira”. Ele resistiu a abordagem e atirou nos policiais, que revidaram e o atingiram na região do tórax. Ainda foi socorrido e levado ao hospital Nossa Senhora Auxiliadora, mas resistiu e morreu.

 

A vítima esteve no hospital onde reconheceu o homem que morreu como o suspeito que o vigiava no cativeiro. Com ele, os policiais encontraram um revólver calibre 38, com quatro munições e dois celulares. Um dos telefones era o da vítima. O outro aparelho tinha mensagens dos outros integrantes da quadrilha.

 

Entre as mensagens, a do suspeito que tinha levado a caminhonete do empresário, apontando que já tinha chegado ao local combinado e que poderia libertar a vítima.

 

Outras mensagens eram de uma mulher, integrante do “grupo de apoio da quadrilha” e indicavam que o carro que iria buscar o vigia do cativeiro havia atolado e que outro veículo seria utilizado para fazer o “resgate”.

 

Com base nestas informações, os policiais fizeram buscas na região e conseguiram localizar os quatro membros deste “grupo de apoio, sendo que eram dois homens, com 20 anos, e duas mulheres, com 20 e 25 anos.

 

Os quatro admitiram participação no crime. As mulheres disseram ainda que no local onde moravam havia munição e drogas. Na casa indicada, no bairro Santa Terezinha, os policiais encontraram quatro capsulas de pistola calibre 9 milímetros, arma de porte restrito, e 513 gramas de maconha.

 

 

Também encontraram quatro crianças, com 4, 5, 6 e 10 anos de idade, filhos das suspeitas. Eles estavam sozinhas na casa. O Conselho Tutelar foi acionado para socorrer as crianças.

 

Os quatro presos foram encaminhados para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) da cidade. Eles vão responder por sequestro e carcere privado, abandono de incapaz, associação criminosa, tentativa de homicídio, posse de arma de fogo de uso restrito, resistência, roubo e tráfico de drogas.

 

O suspeito que levou a caminhonete da vítima permanece sendo procurado.

Forte enxurrada arrasta carros com idosos e crianças dentro na Chácara dos Poderes, em Campo Grande

G1 MS

Enxurrada arrastou carros e impediu que bombeiros pudessem socorrer as pessoas que estavam nos carros (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

Uma forte enxurrada após a pancada de chuva que atingiu Campo Grande na tarde deste domingo (17), arrastou três carros que estavam com idosos e crianças dentro na região da Chácara dos Poderes, no noroeste, de Campo Grande. Ninguém se feriu, mas as pessoas sofrem um grande susto.

 

O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer as pessoas que estavam dentro dos carros, mas as equipes não conseguiram chegar até o local por conta do alagamento das vias. Com a redução do volume da chuva, a enxurrada perdeu força e as pessoas conseguiram sair dos veículos.

 

Os veículos ainda estão na área de mata para onde foram arrastados pela enxurrada. Os proprietários vão ter de acionar guinchos para retirar os carros do local.

 

Na região central, por exemplo, um toldo metálico de um imóvel vazio na avenida Calógeras quase esquina com a rua Marechal Cândido Mariano Rondon, foi arrancado pela força do vento e caiu na calçada. Não houve feridos, mas os bombeiros estiveram no local e isolaram a área.

Polícia investiga possível crime de homicídio em queda de avião no Pantanal de MS em 2016

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Restos do avião bimotor que caiu na fazenda Novo Horizonte, em Miranda (MS), em setembro de 2016 (Foto: Reprodução/TV Morena)

Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco) investiga possível crime de homicídio na queda do avião bimotor na fazenda Novo Horizonte, em Miranda, região do Pantanal de Mato Grosso do Sul, e resultou na morte do piloto Marcos Davi Xavier, de 38 anos, em setembro de 2016.

 

Os peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estiveram no local do acidente e depois de constatarem falha de manutenção, transferiu a investigação para a Polícia Civil.

 

“Esse crime também é de falsidade ideológica que deve ser punido. O atentado à segurança de voo dos diversos componentes que foram encontrados irregulares nessa aeronave”, afirmou Ana Claudia Medina, delegada da Deco.

 

Segundo o perito criminal Domingos Sávio, o laudo apontou que os cabos que deveriam ter sido trocados na manutenção preventiva acabaram travando no voo e impossibilitando o piloto de controlar a aeronave.

 

“Esse travamento que tinha nas roldanas e os cabos de aço que já estavam rompidos previamente em várias partes deles, apenas um ou outro estavam intactos, simplesmente por falta de manutenção”, afirmou o perito.

 

Outra irregularidade constatada foi em relação à documentação. O mesmo avião sofreu acidente em 2013 na mesma fazenda e não foi comunicado a Anac

 

 

“Constava apenas na documentação, mas na prática não foi feita [caderneta individual de voo]. Nós detectamos rebites não aeronáuticos e até mesmo massa plástica na aeronave”, explicou Sávio.

 

Acidente

Moradores da região disseram, na época, ter visto o avião voando baixo. Um funcionário da fazenda Novo Horizonte disse que o avião explodiu antes de chegar ao solo.

 

O contato com o avião foi perdido no dia 19 de setembro de 2016. A aeronave caiu em uma área de brejo a cerca de 30 km da entrada da fazenda. Na madrugada do dia seguinte, um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) localizou o corpo do piloto e os destroços da aeronave.

 

O local do acidente era de difícil acesso, em uma região alagada, a cerca de 52 quilômetros da área urbana. A força-tarefa da polícia encontrou asas das aeronaves a 250 metros e 450 metros.