sábado, 22 de janeiro de 2022
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FIM DO ANO: O que fazer com o 13º salário?

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Divulgação

Final do ano chegando e com ele um dos momentos mais aguardados por aqueles que estão com dívidas na praça, principalmente com o cartão de crédito e rotativo: o 13º salário. De acordo com a legislação trabalhista – CLT, ou Consolidação das Leis do Trabalho – seu pagamento pode ser realizado em até duas parcelas, sendo que a primeira parcela deve ser depositada entre 1º de fevereiro e 30 de novembro. E a segunda, até o dia 20 de dezembro. займ онлайн без проверки кредитной истории

Diante desse cenário, surge uma dúvida: o que fazer com o 13º salário? “Em resumo, a sugestão sempre é: tem alguma dívida? Use o 13º e pague-a. Não tem dívida? Invista, constituindo um fundo de reserva. Já tem um? Ótimo, agora sim pense em comprar algo para seus amigos e familiares”, ensina Sílvio Azevedo, educador e consultor financeiro do Banco Mercantil do Brasil.

Segundo Azevedo, o grau de endividamento da população brasileira é superior a 70% e o número de inadimplentes passa dos 25%, números que seriam melhores se as pessoas tivessem educação financeira. ‘’Dessa forma, analisar o fluxo financeiro e programar os gastos fixos, de viagens, lazer, restaurantes ou contas de banco, são de suma importância. E a educação financeira é o processo que vai aprimorar e acompanhar o indivíduo nessa busca por conhecimento para lidar com o dinheiro de uma forma mais consciente e inteligente’’, comenta.

A partir disso, a pessoa tem melhores condições de saber o que fazer com o seu dinheiro, pois a educação financeira leva à qualificação das tomadas de decisão. A ideia é converter todo o aprendizado em ações práticas, como controle de gastos, aplicações e investimentos, riscos e oportunidades, além de um planejamento da sua vida financeira.

O consultor financeiro do Banco Mercantil do Brasil sugere ainda que a pessoa saiba exatamente quanto ganha e quanto gasta. Além disso, que estabeleça metas de economia para o curto, médio e longo prazos. Outra dica do consultor é que se busque quitar contas atrasadas, além de ter uma reserva de emergência. Com isso, será possível ter uma visão, leitura e compreensão mais apurada da sua vida financeira, tendo conhecimento dos limites, dos riscos e das oportunidades.

Perfil de trabalhadores e gastos

Azevedo conta que existem três grupos de trabalhadores: os poupadores, os devedores e os que não guardam, mas também não devem. De acordo com ele, os poupadores já possuem reserva de emergência (seis meses do padrão de vida). Dessa forma, podem utilizar esse recurso a mais para algo no futuro, como um complemento da aposentadoria ou para o lazer, seja para presentes de final do ano, seja para uma viagem.

Já os trabalhadores que não se preocupam em poupar, mas também não possuem dívidas, a sugestão mais indicada é que guardem para as contas de início do ano. Caso sobre algum valor, Azevedo sugere que seja utilizado para a constituição de uma reserva de emergência.

Os devedores buscam quitar dívidas mais caras, com maior taxa de juros. E, caso sobre um valor, guardar para quitar contas de início do ano como IPVA, IPTU e matrícula escolar. “A lista do que pagar deve levar em conta a taxa de juros, em primeiro lugar. Assim, a fatura do cartão de crédito vem no topo da lista, seguida do cheque especial. Essas, se possível, devem ser quitadas na íntegra. Geralmente as instituições financeiras concedem bons descontos nas dívidas vencidas há mais de um ano”, aconselha.

Também existe a possibilidade, afirma Sílvio Azevedo, de o trabalhador utilizar o seu 13º salário em um investimento junto ao seu banco ou corretora. “Pensando no longo prazo, é sempre bom pensarmos em aumentar o nosso ‘bolo’ financeiro. As opções para investir são variadas e dependem do seu perfil de investidor, tendo possibilidades de títulos do governo, ações, fundos ou previdência. Existem diversas alternativas para utilizar o 13º salário, cada uma de acordo com seu perfil financeiro”, finaliza.

Fonte: Assessoria/Mercantil do Brasil

 

 

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