sexta-feira, 20 de março de 2026

Indústrias de MS já registram saldo positivo de 2.552 novos postos de trabalho

Assessoria

 

Em cinco meses, o setor industrial de Mato Grosso do Sul, que é composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, já acumula saldo positivo na geração de empregos de 2.552 novos postos de trabalho, conforme aponta levantamento realizado pelo Radar Industrial da Fiems. De acordo com os dados disponibilizados, de janeiro a maio, as indústrias do Estado registram saldo positivo graças às 26.174 contratações e 23.622 demissões.

 

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, nos últimos 12 meses, o saldo também segue positivo, com a abertura de 1.740 postos de trabalho na indústria estadual, que é resultado de 57.223 contratações e 55.483 demissões. “No mês de maio, o saldo também foi positivo em 332 postos de trabalho, fruto de 4.963 contratações e 4.631 demissões”, acrescentou.

 

Principais segmentos

 

O economista relata que, no ano, o saldo positivo pode ser creditado às indústrias de alimentos e bebidas (+991), química (+628), da construção (+590), da borracha, couros, peles e similares (+86), do papel, papelão, editorial e gráfica (+85), extrativa mineral (+78) e de produtos minerais não metálicos (+72). “Com relação aos últimos 12 meses, o saldo positivo é relativo às indústrias de alimentos e bebidas (+1.866), metalúrgica (+172), extrativa mineral (+159) e mecânica (+138)”, citou, completando que no mês de maio os melhores desempenhos foram nas indústrias de alimentos e bebidas (+114), do papel, papelão, editorial e gráfica (+102), química (+72) e da construção (+71).

 

Ezequiel Resende acrescenta que, graças a esse bom desempenho, o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou maio de 2019 com 123.579 trabalhadores empregados, indicando elevação de 0,26% em relação ao mês anterior, quando o contingente ficou em 123.261 funcionários. “Atualmente a atividade industrial responde por 19% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás dos setores de serviços, que emprega 194.621 trabalhadores com participação equivalente a 29,9%, da administração pública, com 133.910 empregados ou 20,6%, e comércio, com 127.265 empregados ou 19,6%”, pontuou.

 

Detalhamento

 

Em Mato Grosso do Sul, de janeiro a maio, 117 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 3.821 vagas geradas pelos segmentos de fabricação de álcool (+680), abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+482), abate de reses, exceto suínos (+468), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (+216), serviços especializados para construção não especificados anteriormente (+206), obras de terraplenagem (+127), fabricação de açúcar em bruto (+116) e catering, bufê e comida preparada (+106).

 

Em relação aos municípios, constata-se que em 47 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a maio de 2019, proporcionando a abertura de 3.050 vagas, com destaque para Campo Grande (+429), Naviraí (+410), Aparecida do Taboado (+372), Itaquiraí (+205), Maracaju (+193), Paranaíba (+161), Sidrolândia (+153), Coxim (+152), Chapadão do Sul (+115), Corumbá (+102), Nova Andradina (+101), Dourados (+84), Bataguassu (+81), Paraíso das Águas (+67) e Nova Alvorada do Sul (+56). Por outro lado, em outros 26 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 498 vagas, sobressaindo Selvíria (-98), Três Lagoas (-95) e Ponta Porã (-52).

Cesta básica registra alta de 4,01% em Dourados

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por intermédio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica em 10 supermercados da cidade. O levantamento foi feito nesta terça-feira, 2 de julho.

 

Nesta pesquisa foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos. Os itens estão sendo divulgados nesta pesquisa.

 

Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro. O quilo da batata apresentou diferença de 616,49% entre o menor e o maior preço; o quilo da cebola teve diferença de 405,15% entre o menor e o maior preço; o quilo da carne bovina (paleta) teve diferença de 150,19%; a dúzia de ovos teve diferença de 163,88%; já o alho, 200 gramas, apresentou diferença de 226,02%.

 

Foram encontrados 20 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor preço para o com maior, como, por exemplo, o sal, o sabão em pó, a goiabada e o creme dental.

 

A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa é de 83,7%.

 

Em relação á pesquisa do mês de junho de 2019 houve alta de 4,01% no valor global dos produtos.

 

O Procon alerta que o consumidor deve ficar atento às especificações contidas nas embalagens, como, por exemplo, prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

 

O telefone do órgão de defesa do consumidor é 3411-7754 ou 151.

 

Trabalhadores autônomos somam 24 milhões no país, diz IBGE

Agência Brasil

 

Os trabalhadores por conta própria no país chegaram a 24 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio deste ano. O número é 1,4% superior ao registrado no trimestre encerrado em fevereiro deste ano (mais 322 mil pessoas) e 5,1% maior do que o observado no trimestre finalizado em maio de 2018 (mais 1,17 milhão de pessoas).

 

O contingente de trabalhadores autônomos no Brasil é recorde da série histórica, iniciada em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O crescimento desses trabalhadores contribuiu para o aumento da população ocupada como um todo, que ficou em 92,9 milhões de pessoas, 1,2% superior (mais 1,07 milhões de pessoas) ao trimestre anterior e 2,6% a mais (2,36 milhões de pessoas a mais) do que no trimestre encerrado em maio do ano passado.

 

A taxa de desemprego ficou em 12,3%, abaixo dos 12,4% de fevereiro e dos 12,7% de maio de 2018.

 

Outro segmento que puxou o crescimento da população ocupada foi o de empregados sem carteira assinada. No trimestre encerrado em maio deste ano, eles somaram 11,4 milhões de pessoas, crescendo em ambas comparações temporais: 2,8% (mais 309 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 3,4% (mais 372 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.

 

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi 33,2 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre anterior e subindo 1,6% (mais 521 mil pessoas) frente a maio de 2018.

 

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.289, uma queda de 1,5% em relação ao trimestre encerrado em fevereiro deste ano, mas estável na comparação com maio de 2018. A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 207,5 bilhões, estável em relação a fevereiro, mas 2,4% superior a maio do ano passado.

 

Subutilização

 

A população fora da força de trabalho (64,7 milhões de pessoas) caiu 1,2% em relação a fevereiro, mas permaneceu estável em relação a maio de 2018.

 

A população subutilizada, isto é, aquelas pessoas que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam, que não procuraram emprego mas estavam disponíveis para trabalhar ou que procuraram emprego mas não estavam disponíveis para a vaga, mais uma vez é recorde para a série histórica.

 

O contingente dessa população chegou a 28,5 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio deste ano, 2,7% a mais do que em fevereiro deste ano e 3,9% a mais do que em maio do ano passado. “As pessoas estão trabalhando, mas mais de 60% manifestam uma vontade de trabalhar mais e essa vontade não está sendo atendida. O mercado não absorve essa pressão”, disse a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

 

A taxa de subutilização ficou em 25%, superior aos 24,6% de fevereiro e de maio do ano passado. O número de pessoas desalentadas, isto é, aquelas que que desistiram de procurar emprego, ficou estável (em ambas comparações temporais) em 4,9 milhões, também um patamar recorde na série histórica.

Preços de produtos de festa junina têm variação de até 309% na Capital

Campo Grande News

 

Produtos típicos de festa junina foram alvos de pesquisa do Procon-MS (Foto: Divulgação)

Pesquisa do Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) divulgou pesquisa de preços de produtos de festa junina. De acordo com o levantamento, a maior diferença de valores encontrada foi de 309,09%.

 

Este percentual foi registrado na Maria Mole Dr. Oetker 50g, que foi encontrado por R$ 0,99 no Supermercado Duarte e por R$ 4,05 no Walmart. A Mostarda Fugini 190g apresentou variação de 289,98%, custando de R$ 4,59 no Assaí a R$ 17,90 no Extra.

 

A Salsicha Sadia kg foi encontrada de R$ 11,49 a R$ 32,90, diferença de 186,34%. O valor mais barato foi registrado no Pires e o mais caro no Fort. O kg da cebola roxa foi de R$ 5,25, no Assaí, a R$ 14,39, no Extra, variação de 174,10%.

 

Outro item de festa junina pesquisado e com grande variação de preços foi a Canela em Casca Ponzan 7g. O produto foi de R$ 1,29, no Fort, a R$ 3,15, no Extra, diferença de 144,19%.

 

A pesquisa foi realizada de 6 a 11 de junho em 9 estabelecimentos de Campo Grande. Foram divulgados os valores de 139 produtos.

Na véspera do Dia dos Namorados, pesquisa Procon da capital mostra melhores preços de produtos

Portal do MS

 

Para quem deixou para última hora a compra do presente para o Dia dos Namorados vale conferir a pesquisa feita pelas equipes da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast).

 

Com o objetivo de obter maior número de oportunidades de itens por preços menores, equipes de pesquisa visitaram floriculturas, motéis, pizzarias e lojas de departamentos que comercializam relógios ou perfumes. Entre os estabelecimentos, a maior diferença percentual foi encontrada em floriculturas. O buquê com 3 rosas do tipo nacional, custa R$ 15,00 na floricultura Holanda na rua Ceará, enquanto no Pantanal Garden é adquirido por R$ 49,00, ou seja, 232,67% mais caro.

 

Os motéis se colocaram em segundo lugar, com 122,22% na variação de preços, uma vez que o Chega Mais oferece o pernoite em apartamento simples por R$ 90,00 e acomodação idêntica no Lumiere não custa menos que R$ 200,00. Bastante procuradas nessas ocasiões, pizzarias apresentam variação de até 72,41%, uma vez que na Luigi o rodizio custa R$ 31,90 e na Al Forno, R$ 55,00.

 

Os relógios são encontrados com percentuais um pouco menor. Na C&A, por exemplo, o relógio da marca Séculos, com pulseira de metal, pode ser adquirido por R$ 119,99, enquanto nas lojas Riachuelo e Renner o menor preço é R$ 199,90, o que significa diferença de 66,60%.

 

Em se tratando de perfumes foi constatado índice de 50,02% a mais na aquisição do Calvin Klein women (eau de parfum com 50 ml). O produto custa R$ 299,90 nas lojas Riachuelo e R$ 499,90 na loja Renner. Por último, a pesquisa verificou também os preços do sushi, bastante apreciado atualmente, que apresentou variação de 28,28%. Neste caso, no Madalena Sushi Bar o rodizio sai por R$ 38,90 enquanto no Sushi Mania, Oshente e Sushi Ya custa R$ 49,90.

Procon divulga pesquisa de cesta básica em Dourados

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por meio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor), realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica em 10 supermercados da cidade.

 

O levantamento foi realizado no dia 31 de maio e foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados produtos pré-definidos.

 

Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro. O quilo da cebola apresentou diferença de 373,74% entre o menor e o maior preço; o quilo do feijão teve diferença de 281,41%; a dúzia de ovos teve diferença de 117,06%. Já o alho, 200 gramas, apresentou diferença de 231,85%.

 

Foram encontrados 17 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com o menor preço para o maior, como, por exemplo, o sal, o sabão em barra, a goiabada e o creme dental.

 

A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa é de 63,4%.

 

Em relação á pesquisa anterior houve queda de 4,5% no valor global dos produtos.

 

O Procon alerta que o consumidor deve ficar atento às especificações contidas na embalagem, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

 

O órgão de defesa do consumidor atende também pelos telefones 3411-7754 ou 151.

 

Nova regulamentação para a qualidade do leite entra em vigor nesta quinta-feira

Assessoria

 

A partir de hoje (30), passa a valer a nova regulamentação referente ao setor do leite. As Instruções Normativas 76 e 77 do MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento apresentam novas regras de produção, transporte, acondicionamento e armazenamento que especificam os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e tipo A.

 

O diretor-tesoureiro da Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Frederico Stella, alerta para que os produtores fiquem atentos às adequações. “As IN´s se referem aos critérios para a produção de leite de qualidade e que ofereça segurança ao consumidor, além de descrever as características e qualidade do produto para a indústria. Os processos envolvem uma nova organização da propriedade, e requerem boas práticas de produção, além das capacitações dos trabalhadores rurais responsáveis pelo manejo cotidiano”.

 

Através dos cursos e da ATeG – Assistência Técnica e Gerencial do Senar/MS – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, os produtores podem receber orientações relacionadas às mudanças. “Com a ATeG em Bovinocultura de Leite, são atendidos no estado cerca de 850 propriedades rurais em 50 municípios. Os produtores têm acesso a capacitações que informam sobre as exigências das normas. A nova regulamentação assegura a melhoria dos processos de qualidade do produto”, afirma o coordenador técnico, Nivaldo Passos.

 

A nova regra foi publicada pelo MAPA em novembro de 2018. A partir deste dia 30 de maio de 2019, produtores e empresas que beneficiam o leite terão que obedecer as novas legislações. Para conhecer, na íntegra, o conteúdo das instruções normativas.

Preço do gás de cozinha varia até 17,6 % em Dourados

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por meio do setor de fiscalização do Procon, realizou pesquisa de preço do gás de cozinha, nos estabelecimentos da cidade. A variação entre os valores encontrados no produto chega a 17,6%.

 

O órgão levantou os preços do produto na segunda-feira (21), em 18 estabelecimentos do município.

 

O menor preço encontrado no gás de cozinha botijão de 13 kg, com entrega em domicilio, foi de R$ 68,00 e o maior preço foi de R$ 80,00.

 

Foram encontrados sete estabelecimentos comercializando o gás ao preço de R$ 75,00 e três estabelecimentos com preço de R$ 70,00. Com preço de R$ 78,00 foram encontrados três estabelecimentos.

 

Com base no levantamento, o preço médio do botijão de 13 kg do gás de cozinha em Dourados é de R$ 74,61.

 

O telefone do Procon, para dúvidas ou reclamações é o 151 ou 3411-7754.

 

 

 

Com 122,4 mil trabalhadores, setor industrial é 4º maior empregador de Mato Grosso do Sul

Assessoria

 

No próximo dia 1º de maio, comemora-se o Dia do Trabalhador, uma data internacional dedicada aos trabalhadores e, mais do que representar a época em que empregados e empregadores têm para refletir sobre assuntos de interesse de ambos, o momento é marcado pelo alto número de desempregados no Brasil – 13,1 milhões de pessoas. Porém, na contramão desse dado negativo, o setor industrial de Mato Grosso do Sul alcança, no ano, 122.444 trabalhadores empregados com carteira assinada distribuídos por mais de 6 mil estabelecimentos industriais.

 

Em março, a geração de empregos pelo conjunto das atividades industriais do Estado obteve saldo positivo de 313 novas vagas, puxado pelas indústrias de alimentos e bebidas e de química, enquanto no ano esse número já está em 1.417 novas vagas, alavancadas pelas indústrias de alimentos e bebidas, construção, borracha, couros, peles e similares e metalúrgica. O montante de 122.444 trabalhadores empregados coloca o setor industrial como a 4ª atividade econômica que mais emprega em Mato Grosso do Sul, responde por 18,9% de todo o emprego formal existente no Estado, ficando atrás dos setores de serviços, administração pública e comércio.

 

Em relação aos municípios, constata-se que em 44 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a março de 2019. Entre as cidades com saldo positivo destacam-se Campo Grande, Aparecida do Taboado, Maracaju, Naviraí, Coxim, Paranaíba, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Paraíso das Águas, Chapadão do Sul e Três Lagoas.

 

Principais segmentos

 

Levantamento do Radar Industrial da Fiems aponta que, em números de trabalhadores empregados com carteira assinada, os principais segmentos industriais de Mato Grosso do Sul são: 1º frigorífico, 2º construção, 3º sucroenergético, 4º alimentos e bebidas, 5º metalúrgico, 6º têxtil, confecção e vestuário, 7º papel e celulose e 8º extrativo mineral. A indústria frigorífica fechou 2018 com 26.135 trabalhadores, seguido de perto pela indústria da construção com 22.137 empregados e pela indústria sucroenergética com 20.130 funcionários.

 

Depois aparecem as indústrias de alimentos e bebidas, com 8.750 trabalhadores, metalúrgica, com 8.058 empregados, têxtil, confecção e vestuário, com 5.562 funcionários, papel e celulose, com 3.032 trabalhadores, e extrativa mineral, com 2.239 empregados. Já as demais atividades industriais de Mato Grosso do Sul empregam juntas 21.916 trabalhadores, de acordo com levantamento do Radar Industrial da Fiems.

 

Recuperação

 

Na avaliação do presidente da Fiems, Sérgio Longen, a indústria já dá sinais de recuperação desde 2018, quando encerrou o ano com números positivos. “O que vem acontecendo em 2019 é essa consolidação, ou seja, cada vez mais o setor no Estado tem apresentado indicadores positivos, seja na geração de empregos, seja nas exportações de produtos industrializados”, argumentou.

 

Ele acrescenta que, se somarmos os três primeiros meses deste ano, o saldo positivo de geração de empregos com carteira assinada pelo setor é superior a 1,4 mil novos trabalhadores. “Trata-se de um saldo bastante significativo e que deve ser comemorado. A indústria, como outros setores da economia, enfrenta dificuldades e, quando os números são positivos, precisamos analisar os segmentos que vêm crescendo no Estado”, declarou.

 

Sérgio Longen ainda comenta a massa salarial gerada pelo setor industrial sul-mato-grossense. “Em 2018, fechamos o ano com R$ 3,29 bilhões pagos aos 121 mil trabalhadores que tínhamos na época. Na prática, esse montante representa dizer que, no período de 2010 a 2014, o crescimento nominal médio da massa salarial do setor foi de 12,4% ao ano, saindo de R$ 1,63 bilhão para R$ 2,93 bilhões, enquanto no período de 2015 a 2018 o crescimento nominal médio ficou em 3,1% ao ano, indo de R$ 2,91 bilhões para R$ 3,29 bilhões”, detalhou, projetando para este ano uma massa salarial de R$ 3,41 bilhões, o que coloca em R$ 2.325,00 o salário nominal médio estimado para a indústria estadual.

Produção industrial segue estável na maior parte das empresas de Mato Grosso do Sul

Assessoria

 

A produção industrial sul-mato-grossense permanece estável em março deste ano na maior parte das empresas, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 77 empresas no período de 1º a 12 de abril. Pelo levantamento, em março, 54,5% das empresas industriais de Mato Grosso do Sul apresentaram estabilidade na produção, enquanto no mês anterior esse resultado foi de 58,1%.

 

“Já as empresas que apresentaram expansão responderam por 18,2% do total, contra 14,9% no último levantamento. O que sinaliza uma melhora no ritmo da atividade industrial na passagem entre os meses de fevereiro e março”, comentou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.

 

Ainda de acordo com ele, em março, a ociosidade média na indústria sul-mato-grossense foi de 33%. “Somado a isso, o índice de utilização fechou o mês em 42,8 pontos, sendo que resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utilização da capacidade instalada foi inferior ao que era esperado para o período. Por fim, a sondagem mostrou que, em março, a utilização da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 37,7% dos respondentes, igual ao usual para 51,9% e acima para 9,1%”, relatou.

 

Condições financeiras

 

Ezequiel Resende destaca que, de um modo geral, os empresários industriais de Mato Grosso do Sul se mostraram insatisfeitos com a margem de lucro operacional de suas empresas no primeiro trimestre de 2019, com o indicador alcançando 43,1 pontos. “Comportamento semelhante foi verificado em relação às condições de acesso ao crédito e situação financeira geral da empresa, com os indicadores alcançando 42,6 e 45,8 pontos, respectivamente”, declarou.

 

Em Mato Grosso do Sul, no primeiro trimestre do ano, 31,2% dos empresários industriais consideraram ruim a margem de lucro operacional obtida no período. Na mesma comparação, o acesso ao crédito foi considerado difícil por 20,8% dos empresários, enquanto 31,2% responderam não ter buscado crédito no trimestre. Já a situação financeira geral da empresa foi avaliada como ruim por 26,0% dos participantes e 32,5% responderam que houve aumento dos preços das matérias-primas utilizadas.

 

O coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems também informa que a Sondagem Industrial levantou as principais dificuldades enfrentadas pelos industriais de Mato Grosso do Sul no 1º trimestre de 2019. “Os empresários apontaram a elevada carga tributária, falta ou alto custo da matéria prima, falta ou alto custo de energia, inadimplência dos clientes, falta ou alto custo de trabalhador qualificado e falta de capital de giro foram os principais problemas apontados pelos industriais sul-mato-grossenses no quarto trimestre do ano”, elencou.

 

Expectativas

 

Com relação ao índice de expectativa do empresário industrial, Ezequiel Resende detalha que, em abril, 46,8% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos próximos seis meses, enquanto para o mesmo período 11,7% preveem queda. “Já as empresas que acreditam que o nível de demanda se manterá estável responderam por 39% do total”, informou.

 

Já sobre o número de empregados 19,5% das empresas responderam que esperam aumento nos próximos seis meses, enquanto 9,18% apontaram que esse número deve cair. “Além disso, 64,9% das empresas esperam manter o quadro de funcionários estável”, ressaltou o economista, reforçando que as exportações devem ter alta para 10,4% das empresas respondentes nos próximos seis meses, enquanto 3,9% acreditam que deva ocorrer queda. “As empresas que preveem estabilidade para suas exportações responderam por 14,3% do total e 66,2% disseram que não exportam”, detalhou.

 

Sobre a intenção de investimento do empresário industrial, em abril o índice alcançou 57,4 pontos, indicando redução de 3 pontos sobre o mês anterior. “Condição influenciada, principalmente, pela diminuição na participação das empresas que disseram ter certeza quanto à realização de investimentos nos próximos seis meses, que caiu de 10,8% para 6,5%. Comportamento semelhante também ocorreu em relação as empresas que disseram que provavelmente investiriam, com queda de 50% para 46,8%. Por fim, o índice varia de 0 a 100 pontos, quanto maior o índice, maior é a intenção de investir”, explicou o economista.

 

ICEI

 

O Índice de Confiança do Empresário Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) alcançou em abril 62,8 pontos, indicando um recuo de 1,2 ponto, quando comparado com o mês anterior. “Registrando, deste modo, a terceira queda consecutiva após um período de forte alta acumulada entre os meses de outubro de 2018 e janeiro de 2019. Contudo, o atual resultado encontra-se 5,1 pontos acima do registrado em abril do ano passado e 8,5 pontos acima da média histórica registrada para o mês”, detalhou Ezequiel Resende.

 

 

Em abril, 18,2% dos respondentes consideraram que as condições atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 16,9% dos participantes e, com relação à própria empresa, as condições atuais também estão piores para 16,9% dos respondentes. Além disso, para 46,8% dos empresários não houve alteração nas condições atuais da economia brasileira, sendo que em relação à economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 53,2% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 48,1%.

 

Já para 27,3% dos empresários as condições atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto em relação à economia estadual esse percentual chegou a 20,8%. No caso da própria empresa, o resultado foi de 23,4% e os que não fizeram qualquer tipo de avaliação das condições atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da própria empresa responderam por 7,8%, 9,1% e 10,4%, respectivamente.

 

Expectativas para os próximos seis meses

 

Em abril, 10,4% dos respondentes disseram que estão pessimistas em relação à economia brasileira. Em relação à economia estadual, o resultado alcançou 11,7% e, quanto ao desempenho da própria empresa, o pessimismo foi apontado por 9,1% dos empresários. Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situação ficou em 24,7%, sendo que em relação à economia do estado esse percentual também alcançou 24,7% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 18,2%.

 

Por último, 58,4% dos empresários se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar, enquanto, em relação à economia estadual, esse percentual chegou a 55,8% e, no caso da própria empresa, 63,6% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. “Os que não fizeram qualquer tipo de avaliação das expectativas em relação à economia brasileira, estadual e do desempenho da própria empresa responderam por 6,5%, 7,8% e 9,1%, respectivamente”, informou o economista.

Ambulantes desistiram de carteira assinada para lotar calçadas na Capital

Tatiana Marin

Do Campo Grande News

 

Vendedores, ditos ambulantes, ocupam as calçadas do centro de Campo Grande. (Foto: Tatiana Marin)

Alguns deles aparecem cedinho para vender salgados e quando a maioria das lojas abre no Centro, já foram embora. Outros começam bem depois, lá pelas 9 horas e vão embora no final da tarde. Entre os vendedores ambulantes que voltaram a ocupar as ruas centrais há vendedores de frutas, artesanatos, salgados e produtos diversos. Em comum, eles têm a informalidade e boa parte garante que está ali por opção.

 

O desemprego afeta mais de 13 milhões de brasileiros e pode contribuir para o cenário, mas estes profissionais, autônomos, como alguns fazem questão de frisar, dizem que escolheram as vendas e “vão muito bem, obrigado”. Não pensam em procurar um emprego com carteira assinada. “Prefiro trabalhar para mim mesmo”, justificam.

 

Pelas ruas do centro, na manhã do dia 24 de abril, a reportagem conseguiu visualizar cerca de 40 vendedores no perímetro que compreende as ruas 13 de Maio a 14 de Julho, entre Afonso Pena e Dom Aquino. Somente na Afonso Pena, na calçada da Praça Ary Coelho, haviam 16, entre estes, a maioria de hippies vendendo artesanatos.

 

Fiscalização

 

Entre os diversos vendedores com quem a reportagem fez contato nas ruas da Capital, a relação com fiscais da Prefeitura diverge. Alguns veem a administração como parceira, outros falam de perseguição.

 

Segundo alguns vendedores, há um tipo cadastro para permanecerem dentro dos limites da Praça Ary Coelho, mas o movimento e as obras na 14 de Julho atrapalham a atividade no local. “Eles ‘estão deixando’ a gente ficar aqui (na calçada) por enquanto. Quando acabar a obra, não sei o que vai ser”, disse uma vendedora que não quis se identificar.

 

Seu Algeu conta que até ganhou a banca do prefeito Marquinhos Trad e que ele o apoia desde que trabalhava na antiga rodoviária. “Ele é mais compreensivo”, afirma. Outro vendedor que atua na calçada da Ary Coelho, na Afonso Pena e não quis revelar o nome, relatou ter tido sua mercadoria apreendida.

 

Produtos expostos na calçada no centro de Campo Grande. (Foto: Tatiana Marin)

 

Gabriel conta que ele e outros artesãos já tiveram não só o artesanato apreendido, mas também até material de limpeza. “Há uma lei federal que permite a exposição de artesanato em qualquer área pública. Por enquanto (durante as obras do Reviva) estamos aqui (na calçada da Ary Coelho). Vamos ver se depois eles vão cumprir a lei federal”, sustenta.

 

Com dados da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), a Prefeitura de Campo Grande estima que haja cerca de 100 ambulantes que passam pela área central da Capital e cita o Artigo 5º da Lei 2.909 de 28 de Julho de 1992, que instituiu o Código de Policia Administrativa do Município de Campo Grande onde determina que “é vedada a utilização dos logradouros públicos para atividades diversa daquelas permitidas neste código”. Portanto, realiza rotineiramente ações de fiscalização em todas as regiões.

 

Apesar de destacar que não há amparo legal para a atividade, em fiscalizações e monitoramentos, percebeu-se que “os ambulantes dessa região são geralmente pessoas de outras localidades (cidades/estados/países) e que estão apenas de passagem pela cidade” e “como a própria denominação já diz, são ambulantes, não permanecem num mesmo local”.

Preço do litro do leite registra média de R$ 1,03 no primeiro trimestre em MS

Assessoria

 

Nos três primeiros meses do ano, o preço do litro do leite em Mato Grosso do Sul subiu, aproximadamente, 14% em relação ao mesmo período de 2018. Entre janeiro e março do ano passado, o valor do litro não passou dos R$ 0,95, enquanto este ano o custo do produto já chegou a R$ 1,03.

 

Os dados são do Conseleite MS – Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Leite em Mato Grosso do Sul, divulgados pela equipe técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS.

 

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal – Iagro -, a produção de leite em Mato Grosso do Sul caiu 13,27% nos dois primeiros meses deste ano, em comparação ao mesmo período de 2018. Conforme os dados divulgados pelo Mapa, foram 35,7 milhões de litros de leite neste ano, enquanto 41,2 milhões foram captados em 2018.

Indústrias sucroenergéticas de MS aumentam produção de etanol em 24,5%

Assessoria

 

As 19 indústrias sucroenergéticas de Mato Grosso do Sul produziram, durante a safra 2018/2019, mais de 3,27 bilhões de litros de etanol, o que representa um crescimento de 24,5% em relação à safra anterior, consolidando o Estado como o 3º maior produtor nacional. Os dados foram divulgados pelo presidente da Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), Roberto Hollanda, durante coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (22/04), em Campo Grande (MS).

 

“Nosso mix de produção nessa safra foi muito mais voltado para o etanol por uma questão basicamente de mercado, sendo 15% de açúcar e 85% de etanol. Temos uma concorrência muito forte de açúcar com outros países e o preço acabou baixando, sendo mais interessante voltar a produção para o etanol. Além disso, vale a pena destacar que do total de etanol que produzimos, 10% ficam em Mato Grosso do Sul e 90% vão para outros Estados”, explicou Roberto Hollanda.

 

Ainda conforme o presidente da Biosul, o consumo de biocombustível em Mato Grosso do Sul ainda é pequeno, mas existe a perspectiva de melhora graças ao Renovabio, um plano nacional de biocombustíveis do Governo Federal para etanol, biodiesel e bioquerosene de aviação. “É um programa que busca incentivar o consumo de biocombustíveis sem ser em forma de impostos ou subsídios. Ele prevê de maneira muito inteligente até 2030 dobrarmos a participação dos biocombustíveis na matriz energética brasileira. Esse é um alento muito grande para o segmento e pode trazer um novo momento para o País num contexto de recuperação do segmento”, acrescentou.

 

Roberto Hollanda também destacou a influência das chuvas sobre os resultados da safra. “Nós saímos de uma safra muito ruim, que foi a de 2017/2018, por causa de chuvas inesperadas e fortes de geadas, e agora registramos um aumento de 5,4%, com um total de 49,5 milhões de toneladas processadas, o que nos consolida como o 4º maior Estado produtor de cana moída do País”, completou.

 

Ele aproveitou para informar que o segmento sucroenergético no Estado é responsável por gerar 32.191 empregos diretos e 96 mil indiretos, a segunda maior massa salarial do setor produtivo e a maior massa salarial da indústria do Estado. “Vale destacar aqui a importância do Sistema S para a qualificação dos profissionais que atuam no segmento. Nós eliminamos o corte manual e precisamos de pessoas preparadas para usar adequadamente os equipamentos. Para isso contamos com o apoio do Senai para diversas capacitações em parceria com as usinas”, ressaltou.

 

Durante a coletiva, também foi divulgada a estimativa da Biosul para a safra 2019/2020, que iniciou em 1º de abril deste ano e vai até 31 de março de 2020. “Projetamos atingir 51 mil toneladas processadas, um crescimento de 3% da safra atual, com 16,38 toneladas por hectare. É um número significativo, mas que pretendemos melhorar, pois já chegamos a 80 toneladas de média. Além disso, esperamos produzir 1,1 toneladas de açúcar e 3,2 bilhões de litros de etanol, com um mix de 15% da produção voltada para açúcar e 81% para o etanol”, finalizou Roberto Hollanda.

Procon divulga pesquisa de chocolate e peixes em Dourados

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por meio do setor de fiscalização e pesquisa do Procon, efetuou na segunda-feira (16), a segunda pesquisa de preços de chocolates e peixes, produtos costumeiramente consumidos na Semana Santa. Foram pesquisados 138 itens em 14 estabelecimentos.

 

Nos preços dos chocolates a pesquisa atual detectou que o produto com maior diferença entre o menor e o maior valor foi o Ovo Baton lata 180g, encontrado a R$ 19,90 e a R$ 55,90, diferença de 180,90%; e o Ovo Diamante Negro 202g, que apresentou diferença de 100,46% entre o menor e o maior preço.

 

Trinta e quatro produtos (ovos de Páscoa) apresentaram diferença superior a 30% entre o menor e o maior preço.

 

Em relação ao preço de peixes houve diferença de 107,38% (Pintado inteiro kg) entre o estabelecimento com menor e maior preço. Já o Bacalhau do Porto kg apresentou diferença de 107,44% e o Filé de Tilápia foi encontrado com menor preço de R$ 19,90 e maior preço de R$ 35,49, diferença de 78,34%.

 

Em relação aos complementos uma grande diferença foi encontrada na azeitona verde 100g, com 281,88% do menor para o maior preço.

 

Nos peixes foram encontrados sete produtos com diferença maior de 50% de um estabelecimento para outro e, nos complementos, 13 produtos tiveram diferença maior que 50% entre o estabelecimento com menor e maior preço.

 

O Procon orienta os consumidores a compararem o preço antes da compra e verificarem a qualidade e a conservação dos produtos.

 

A pesquisa na integra esta á disposição dos consumidores na sede do Procon e no site da Prefeitura de Dourados. www.dourados.ms.gov.br. O telefone do Procon é o 151.

 

Procon realiza pesquisa e detecta diferenças que vão de 0,09% a 181,70% em preços de pescados

Portal do MS

 

Pesquisa realizada por equipes da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), nos primeiros dez dias deste mês de abril, tendo como foco peixes de água doce e salgada além de bacalhau (produtos tradicionais para consumo na Semana Santa) registrou a menor variação percentual de 0,09 % no caso do bacalhau (lombo), encontrado em apenas dois entre os estabelecimentos visitados. Em um deles o um quilo custa R$ 94,99 enquanto no outro, R$ 94,90.

 

Por outro lado, a maior diferença foi de 181,79% em relação à sardinha espalmada com 800 gramas, encontrada em três estabelecimentos. O maior preço registrado foi de R$ 21,98 e o menor R$ 7,80, conforme demonstra planilha em anexo. A pesquisa desenvolvida em 15 estabelecimentos localizados tanto na área central de Campo Grande como em bairros periféricos levou em consideração 59 produtos.

 

Do total de itens, 27 coincidiram com pesquisa realizada no ano passado permitindo que se estabeleça termos comparativos em relação à evolução dos preços. A pesquisa demonstra que dos 27 itens comparados, 59,25% , ou 16 deles, sofreram acréscimo nos preços comparativamente aos anos de 2018 e 2019, enquanto 40,75% tiveram decréscimo. Se considerarmos o preço médio dos peixes comuns, o acréscimo registrado entre os dois anos foi de 2,98%.