sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Produção industrial de Mato Grosso do Sul inicia 2019 estável

Fiems

 

A produção industrial sul-mato-grossense ficou praticamente estável em janeiro de 2019, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 70 empresas no período de 1º a 13 de fevereiro de 2019. Pelo levantamento, em dezembro, 62,8% das empresas industriais de Mato Grosso do Sul tiveram estabilidade ou crescimento da produção, enquanto no mês anterior esse resultado foi de 62,5%.

 

“Esse desempenho já era esperado, pois o mês tradicionalmente não registra aumentos no ritmo de produção. Ainda assim, o índice de evolução fechou o mês acima da média histórica observada para o período em 2,6 pontos”, comentou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.

 

Ainda de acordo com ele, em janeiro, a ociosidade média na indústria sul-mato-grossense ficou em 33%. “Somado a isso, o índice de utilização fechou o mês em 43,4 pontos. Resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utilização da capacidade instalada foi inferior ao que era esperado para o período. Por fim, a sondagem mostrou que, em janeiro, a utilização da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 34,3% dos respondentes, igual ao usual para 52,9% e acima para 10%”, relatou.

 

Expectativa

 

Com relação ao índice de expectativa do empresário industrial, Ezequiel Resende detalha que, em fevereiro, 52,9% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos próximos seis meses, enquanto para o mesmo período 5,7% preveem queda. “Já as empresas que acreditam que o nível de demanda se manterá estável responderam por 41,4% do total, enquanto 3,1% não apresentaram resposta”, informou.

 

Já sobre o número de empregados 18,6% das empresas responderam que esperam aumento nos próximos seis meses, enquanto 7,1% apontaram que esse número deve cair. “Além disso, 74,3% das empresas esperam manter o quadro de funcionários estável”, ressaltou o economista.

 

Ezequiel Resende reforça que as exportações devem ter alta para 11,4% das empresas respondentes nos próximos seis meses, enquanto 2,9% acreditam que deva ocorrer queda. “As empresas que preveem estabilidade para suas exportações responderam por 11,4% do total e 74,3% disseram que não exportam”, detalhou.

 

Sobre a intenção de investimento do empresário industrial, em fevereiro o índice alcançou 62,3 pontos. “Esse é o melhor resultado desde junho de 2014, quando o indicador alcançou 64,8 pontos. O bom desempenho observado neste início de ano é resultado da elevação do número de empresas que disseram que devem investir nos próximos seis meses”, explicou o coordenador.

 

ICEI

 

Em fevereiro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) alcançou 69,3 pontos, indicando um pequeno recuo de 0,7 ponto quando comparado com o mês anterior. “Essa pequena variação interrompe uma sequência de quatro altas consecutivas. Porém, o ICEI encontra-se 11 pontos acima do registrado em fevereiro do ano passado e 14,7 pontos acima de sua média histórica”, detalhou o economista.

 

Em fevereiro, 1,4% dos respondentes consideraram que as condições atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora também foi apontada por 1,4% dos participantes e, com relação à própria empresa, as condições atuais estão piores para 7,1% dos respondentes. Além disso, para 48,6% dos empresários não houve alteração nas condições atuais da economia brasileira, sendo que em relação à economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 58,6% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 54,3%.

 

Para 44,3% dos empresários as condições atuais da economia brasileira melhoraram, enquanto em relação à economia estadual esse percentual chegou a 34,3% e, no caso da própria empresa, o resultado foi de 32,9%. Já os que não fizeram qualquer tipo de avaliação das condições atuais da economia brasileira, estadual e do desempenho da própria empresa responderam igualmente por 5,7%.

 

Expectativas para os próximos seis meses

 

Em fevereiro, nenhum respondente se mostrou pessimista em relação à economia brasileira ou estadual. Contudo, em relação ao desempenho da própria empresa, o pessimismo foi apontado por 2,9% dos empresários. Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situação ficou em 15,7%, sendo que em relação à economia do Estado esse percentual alcançou 18,6% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 12,9%.

 

Por fim, 81,4% dos empresários se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar, enquanto em relação à economia estadual esse percentual chegou a 78,6% e, no caso da própria empresa, 81,4% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado. “Os que não fizeram qualquer tipo de avaliação das expectativas em relação à economia brasileira, estadual e do desempenho da própria empresa responderam igualmente por 2,9%”, finalizou Ezequiel Resende.

Confiança dos micro e pequenos empresários cresce, diz pesquisa

Agência Brasil

 

Em janeiro, o Indicador de Confiança alcançou 65,7 pontos, o maior número desde maio de 2015 (Arquivo/Agência Brasil)

 

Os micro e pequenos empresários estão mais otimistas com a economia do país neste início de ano. Foi o que revelou levantamento feito pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

 

Em janeiro, o Indicador de Confiança alcançou 65,7 pontos, o maior número desde maio de 2015, início da série histórica.

 

Na comparação com janeiro do ano passado, a alta foi de 20,2% e de 3,9% em relação a dezembro. É a sexta vez consecutiva que o indicador fica acima dos 50 pontos.

 

O indicador varia de zero a 100 pontos, sendo que, acima de 50 pontos, reflete a confiança dos empresários com a economia. “Se confirmadas as expectativas ao longo de 2019, a confiança poderá se consolidar acima do nível neutro e encorajar os micro e pequenos empresários a investirem, iniciando um ciclo virtuoso para a economia. Porém, isso dependerá de um ambiente político estável para garantir que acordos avancem no Congresso Nacional”, disse José Cesar da Costa, presidente da CNDL.

Indústrias de MS encerram 2018 com saldo positivo na geração de empregos

Assessoria

 

O setor industrial de Mato Grosso do Sul, que é composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, encerrou o ano de 2018 com saldo positivo de 707 novos postos de trabalho, resultante de 56.227 contratações e 55.520 demissões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. De acordo com o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, trata-se do primeiro resultado positivo para um fechamento anual desde 2013.

 

Os maiores saldos positivos foram registrados para os segmentos da indústria de alimentos e bebidas (+798), indústria mecânica (+247), indústria química (+240), indústria metalúrgica (+218) e indústria da madeira e do mobiliário (+147). “O conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou o ano de 2018 com 121.027 trabalhadores empregados, indicando elevação de 0,6% em relação ao ano anterior, quando o contingente ficou em 120.320 funcionários”, detalhou Ezequiel Resende.

 

Atualmente, a atividade industrial responde por 19% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás dos setores de serviços, que emprega 184.809 trabalhadores com participação equivalente a 29%, de administração pública, com 133.910 empregados ou 21%, e de comércio, com 127.102 empregados ou 20%.

 

Detalhamento

 

Em Mato Grosso do Sul, no ano passado, 118 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 4.376 vagas Os destaques ficaram para as atividades industriais de abate de suínos, aves e pequenos animais (+512), obras de engenharia civil (+435), construção de edifícios (+294), fabricação de álcool (+283), abate de reses, exceto suínos (+266), fabricação de produtos de carne (+213), manutenção e reparação de máquinas e equipamentos da indústria mecânica (+213) e fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada (+196).

 

Por outro lado, 96 atividades industriais apresentaram saldo negativo em Mato Grosso do Sul, provocando o fechamento de 3.669 vagas nas atividades industriais de obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (-672), construção de rodovias e ferrovias (-584), fabricação de açúcar em bruto (-382), montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (-231), confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas (-184), atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão de redes (-160) e fabricação de biscoitos e bolachas (-133).

 

Em relação aos municípios, constata-se que em 44 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação em 2018, proporcionando a abertura de 3.182 vagas, com destaque para Campo Grande (+745), Dourados (+496), Nova Andradina (+187), Naviraí (+158), Chapadão do Sul (+146), Paranaíba (+141), Nioaque (+136), Ponta Porã (+132), Eldorado (+108), Sidrolândia (+98) e Itaquiraí (+78). Por outro lado, em 30 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, ocasionado o fechamento de 2.475 vagas, destacando as cidades de Três Lagoas (-791), Água Clara (-316), Rio Brilhante (-311), Maracaju (-185), Angélica (-174), Nova Alvorada do Sul (-152), Corumbá (-132) e São Gabriel do Oeste (-131).

Vendas do varejo crescem 10,6% e MS tem 4º melhor desempenho do País

Portal do MS

 

Pagamento dos salários dos servidores em dia ajuda a manter comércio aquecido (Foto - David Majella)

As vendas do comércio varejista ampliado cresceram 10,6% em volume em Mato Grosso do Sul no mês de novembro de 2018, em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

É o quarto melhor resultado do País, perdendo apenas para Rondônia, Mato Grosso e Pará, conforme levantamento divulgado nesta terça-feira (15.01) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

O comércio varejista ampliado inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção. O desempenho de Mato Grosso do Sul superou em quase 5 pontos percentuais a média nacional, que foi de um crescimento de 5,8%.

 

Em Mato Grosso do Sul, o crescimento foi impulsionado pelas promoções da “Black Friday”, pelo aumento da confiança na economia e pelo pagamento em dia dos servidores, mesmo antes do anúncio do cronograma da injeção de R$ 1,5 bilhão, com o pagamento de dois salários e 13º em 35 dias pelo Governo do Estado.

 

De acordo com o presidente da CDL Campo Grande (Câmara dos Dirigentes Lojistas), Adelaido Vila, o pagamento do salário dos servidores em dia reflete diretamente nas vendas.

 

“Com o pagamento do salário, as vendas aumentam. De dezembro para cá, as consultas ao SPC [Serviço de Proteção ao Crédito], que funciona como um termômetro para medir as vendas, subiram 15%. Já o endividamento no comércio da Capital diminuiu 18%”, disse.

Procon de Dourados divulga pesquisa de material escolar e dá dicas ao consumidor

Assecom

 

O prazo para reclamar de produtos não duráveis que tenham apresentado problemas é de 30 dias (Foto - A.Frota)

 

A Prefeitura de Dourados realizou nesta sexta-feira, por meio da Procuradoria Geral do Município e do setor de Fiscalização/Pesquisa do Procon, pesquisa de material escolar em sete estabelecimentos comerciais da cidade. Foram pesquisados 70 itens.

 

Algumas das maiores diferenças de preço encontradas estão no papel almaço com pauta (938,46%), fita adesiva durex (622,22), cola colorida (445,45%) e apontador lápis simples sem depósito (406,67%).

 

Entre 43 produtos encontrados nos sete estabelecimentos desta pesquisa foi encontrada uma diferença de 67,3% entre o estabelecimento com menor preço e o de maior preço.

 

Conforme Mario Julio Cerveira, diretor do Procon/Dourados, esta pesquisa tem como principal objetivo fornecer ao consumidor uma amostra das diferenças de preços que ele pode encontrar no mercado de material escolar, chamando a atenção para a necessidade da comparação antes da compra.

 

“Os preços dos produtos podem ter variações consideráveis de um estabelecimento para outro, inclusive por ocasião de descontos especiais, promoções e, principalmente, diferença de marcas”, explica. “Por isso o consumidor deve fazer uma pesquisa em vários estabelecimentos, negociar descontos e prazos para pagamento. A compra em conjunto pode facilitar as negociações”, sugere.

 

O diretor do Procon também menciona que para garantir o orçamento doméstico no início do ano, já bastante comprometido com as faturas de compras do final do ano passado e de impostos e taxas para o ano vigente, “é fundamental racionalizar a compra de material escolar, buscando aproveitar materiais utilizados no ano anterior, que estejam em boas condições de uso”. Outra dica importante é promover e participar da troca de livros didáticos entre alunos que cursam séries diferentes.

 

“Na busca pelo menor preço é importante que o consumidor não se esqueça de atentar pela qualidade e procedências dos produtos, evitando ter de efetuar novamente compras de materiais que deveriam durar ao menos até o final do ano letivo”, completa.

 

Procon orienta consumidor a pesquisar antes de comprar material escolar e observar o que diz a lei (Foto - A.Frota)

 

OITO DICAS DOS PROCONS 

 

Aproveite a ocasião e leve seu filho para as compras

 

Comprar o material acompanhado pelos filhos pode ser um bom momento para educá-lo financeiramente, explicando o motivo da escolha dos itens e dos estabelecimentos. A criança poderá compreender melhor se tudo for explicado e acompanhado por ela, pois você mostrará na prática por que não está escolhendo o material que ela pediu.

 

Fique atento aos seus direitos

 

O prazo para reclamar de produtos não duráveis que tenham apresentado problemas é de 30 dias; no caso dos duráveis, o prazo aumenta para 90 dias. Nas compras pela internet, o consumidor tem 7 dias para se arrepender, contados a partir do recebimento do produto ou da data da assinatura do contrato.

 

Cuidado ao comprar de vendedores ambulantes

 

O preço dos produtos comprados em vendedores ambulantes pode ser menor, mas não há emissão de nota fiscal e muitas vezes os produtos não possuem certificação do órgão responsável. Canetas hidrográficas costumam ser um grande problema: caso falhem (e você não tenha visto na hora da compra), não conseguirá trocá-las. Comprem somente produtos que tenham o selo do INMETRO.

 

Fique atento aos produtos de marca

 

Nem sempre o material mais sofisticado é o mais adequado ou de melhor qualidade. Fique de olho nos preços de materiais com personagens e logotipos: eles costumam ser mais caros.

 

Compre em conjunto

 

Reúna-se com outros pais para uma compra coletiva. Alguns estabelecimentos concedem bons descontos para compras em grandes quantidades.

 

Troque livros

 

Participe ou incentive uma troca de livros didáticos com pais que possuem filhos com idades escolares diferentes. Comprando de segunda mão você pode economizar bastante.

 

Só compre o necessário

 

Confirme com a escola se toda a lista é realmente necessária para aquele ano letivo e verifique se há produtos da lista que você já possui em casa – mesmo se já foram utilizados por outra criança, eles podem ser reaproveitados.

 

Pesquise preços

 

O ideal é comparar valores em diversos pontos de venda, como papelarias, depósitos, lojas virtuais, lojas de departamentos e livrarias. Três a cinco estabelecimentos costumam ser suficientes para abranger os preços do mercado.

 

Pesquisa mostra que em 2018 a cesta básica teve aumento de 8,55% em Dourados

Assessoria

 

No mês de dezembro de 2018, a cesta básica de alimentos adquirida em Dourados ficou, em média, 0,82% mais barata em relação a mesma cesta comprada em novembro de 2018. É o que constata a pesquisa realizada pelos acadêmicos do curso de Ciências Econômicas da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Economia da Universidade Federal da Grande Dourados (FACE/UFGD), realizada na última semana de ano passado e primeira semana do ano de 2019.

 

Os produtos que compõem a cesta básica, conforme o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), e de acordo com a Lei Nº 399 que estabelece o salário mínimo são: açúcar, arroz, banana, batata, café, carne, farinha de trigo, feijão, leite, margarina, óleo de soja, pão-francês e tomate.

 

O preço da cesta básica adquirida em Dourados no mês de novembro ficou em R$ 384,82 – o que significa 40,34% do salário mínimo, no valor de R$ 954,00. No mês de dezembro de 2018, o trabalhador douradense teve que destinar uma quantia um pouco inferior a isso para a compra dos produtos componentes da cesta básica: R$ 381,68, o que equivale a 40% do salário mínimo vigente.

 

Já o acumulado do ano aponta que, em 2018, a cesta básica teve um aumento no custo em 8,55%, o que a equipe de pesquisa avalia como um crescimento alto. “Se levarmos em conta o comportamento da inflação, que fechou um pouco acima de 4% no ano de 2018, este aumento na cesta básica é elevado. O resultado dos preços da cesta básica anual é um indicador muito importante para toda a economia brasileira, já que reflete a situação dos preços na economia como um todo. Os potenciais investidores levam em conta a situação do mercado consumidor para a tomada de decisão ao investir recursos”, opina o professor Enrique Duarte Romero, coordenador da pesquisa.

 

Comparações com o Brasil

 

Em âmbito nacional, o maior preço da cesta básica foi registrado em São Paulo: R$ 471,44; seguida por Rio de Janeiro com R$ 466,75 e a terceira capital com maior preço da cesta foi Porto Alegre, com R$ 464,72.

 

Campo Grande teve registros do preço da cesta no mês de dezembro em R$ 422,88. Dessa forma, a cesta básica em Dourados é mais barata do que capital do Estado. “Registramos que a capital apresentou no ano de 2018 o maior aumento da cesta básica no país, que foi de 15,46%”, afirma Enrique.

 

Custo em horas de trabalho

 

Outro dado interessante que os pesquisadores apresentaram é o cálculo de quantas horas de trabalho são necessárias para se adquirir uma cesta básica na cidade de Dourados.

 

De acordo com a Constituição Federal de 1988, o trabalhador brasileiro deve trabalhar 220 horas mensais para receber, pelo menos, o valor estipulado como salário mínimo. Calcula-se assim, que no mês de novembro de 2018, um trabalhador douradense precisou trabalhar 88 horas e 44 minutos para pagar a cesta básica. Em dezembro de 2018, este mesmo trabalhador precisou de 88 horas e 1 minuto. “Isto representou um pequeno ganho do poder de compra do salário do trabalhador douradense comparado com o mês de Novembro/2018. Este ganho ocorreu devido à queda dos preços da Cesta Básica douradense no mês de Dezembro”, avalia Enrique.

 

Levando em consideração a determinação da Constituição Nacional – que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para cobrir as despesas do trabalhador brasileiro e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência – o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Dessa maneira, em novembro e dezembro de 2018, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.959,98, isso significa 4,15 vezes mais do que o mínimo vigente que é de R$ 954,00.

 

O que ficou mais barato

 

Dos 13 produtos que compõem a cesta básica, sete deles diminuíram de preço ao longo do ano de 2018. Café, banana e margarina são os produtos que tiveram maior diminuição de valor. Já produtos como o pão e o feijão tiveram um aumento bastante elevado.

 

“Destacamos o pão-francês que teve o maior aumento chegando a 52,90%, feijão com 25,59% de aumento e a carne com 10,43% de aumento repercutindo no aumento da Cesta no ano de 2018 por ser o principal produto que compõe a cesta”, detalha Enrique. “E mesmo quando temos uma queda dos preços, reforçamos nossa sugestão aos consumidores douradenses de que vale a pena a pesquisa nos diversos supermercados da nossa cidade. O supermercado que praticou o preço mais elevado da cidade foi de R$ 396,32 e o menor com R$ 346,74 reais com os mesmos produtos. Isto representa uma diferença de R$ 49,58; ou seja, 14,30% de economia, um ganho que consideramos compensa o sacrifício de percorrer vários estabelecimentos”, orienta o pesquisador.

 

O professor ainda aconselha a verificar os levantamentos realizados pelo PROCON do município, que no início de cada mês apresenta os nomes de estabelecimentos e os respectivos preços de cada produto.

 

MS tem quinto menor preço médio da gasolina do país, aponta pesquisa da ANP

G1 MS

 

MS tem na média dos preços uma das gasolinas mais baratas do país, segundo levantamento da ANP (Foto: Reprodução/TV Morena)

Mato Grosso do Sul tem o quinto menor preço médio da gasolina entre todos os estados do país. É o que aponta levantamento do G1 feito com base em dados da pesquisa semanal de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

Segundo a ANP, entre os dias 16 e 22 de dezembro, o litro da gasolina foi comercializado no estado em média a R$ 4,119. O valor foi mais alto apenas que a média do praticado em Roraima, com R$ 4,087; Amazonas, R$ 4,064; Santa Catarina, R$ 4,057 e Amapá, R$ 3,934.

 

A pesquisa da ANP foi realizada em 88 postos de sete cidades sul-mato-grossenses: Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas.

 

Nestas cidades os preços médios do litro do combustível foram os seguintes:

 

Corumbá R$ 4,475

Coxim R$ 4,378

Ponta Porã R$ 4,243

Nova Andradina R$ 4,241

Três Lagoas R$ 4,212

Campo Grande R$ 4,087

Dourados R$ 4,018

 

Etanol

 

Se no caso da gasolina, o preço é um dos mais baixos do país, em relação ao etanol os valores praticados em média no estado estão no meio da tabela. É o 12º menor. O levantamento da ANP foi feito em 86 postos de sete cidades sul-mato-grossenses: Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas. Confira os valores nestas cidades:

 

Corumbá R$ 3,588

Três Lagoas R$ 3,467

Dourados R$ 3,460

Ponta Porã R$ 3,425

Coxim R$ 3,424

Nova Andradina R$ 3,295

Campo Grande R$ 3,277

Governo paga nesta terça-feira R$ 500 milhões em 13º para servidores

Portal do MS

 

Os comerciantes comemoraram o anúncio do calendário de pagamentos (Foto - Dfivulgação)

O Governo do Estado injeta mais de R$ 500 milhões na economia nesta terça-feira (18.12) com o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores estaduais. Com o depósito do benefício, o Estado soma R$ 1 bilhão em pagamentos para o funcionalismo público só no mês de dezembro.

 

O governador Reinaldo Azambuja destaca que “vamos terminar o mandato cumprindo religiosamente com os pagamentos dos servidores”. Ele ainda acrescenta que o resultado foi possível mesmo em tempos de crise, com salários dos funcionários atrasados ou sendo pagos de forma parcelada em outros estados, graças ao trabalho de toda equipe. “Mesmo em anos difíceis da economia conseguimos pagar em dia”, frisa.

 

Os comerciantes comemoraram o anúncio do calendário de pagamentos, feito no início do mês pelo governador. A entrada dos salários dos servidores feita de forma programada e dentro do prazo ajuda a fomentar o comércio, com as compras de fim de ano.

 

“O comércio precisa demais desse dinheiro circulando. A maioria dos estados não vai pagar o décimo terceiro salário, 90% das prefeituras de Minas Gerais também não. Então, aqui é um grande alívio para os servidores e o comércio”, diz o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), João Carlos Polidoro.

 

No Camelódromo, os vendedores também aguardavam com ansiedade o pagamento do funcionalismo para alavancar as vendas. “As vendas disparam quando sai o 13º salário”, afirma o comerciante Eduardo Vinícius.

Começa hoje pagamento do sexto lote do Abono Salarial PIS de 2017

Notícias ao Minuto

 

Não haverá mais saques neste ano. (Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil)

O pagamento do sexto lote do Abono Salarial PIS (Programa de Integração Social) 2018-2019, referente ao exercício de 2017, começa nesta quinta-feira (13). O valor será disponibilizado para saque aos trabalhadores nascidos em dezembro que estejam cadastrados no programa. Para os servidores públicos, que são inscritos no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), não haverá mais saques neste ano.

 

A estimativa do Ministério do Trabalho é que mais de R$ 1,3 bilhão sejam pagos a aproximadamente 1,7 milhão de trabalhadores. Os correntistas da Caixa Econômica Federal, instituição bancária responsável pelo pagamento do PIS, tiveram os valores depositados em suas contas na última terça-feira (11).

 

Têm direito ao Abono Salarial PIS 2018-2019 os trabalhadores inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, que tenham trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias naquele ano, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos e que tiveram seus dados informados corretamente pelo empregador à Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

O valor do benefício é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Assim, quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, equivalente a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de um doze avos do salário mínimo, e assim sucessivamente.

 

Com a liberação do sexto lote, o Abono Salarial 2017 já contemplou os nascidos entre julho e dezembro. Em 2019, o benefício será concedido aos trabalhadores nascidos de janeiro a junho. O prazo final de recebimento para todos os trabalhadores favorecidos pelo programa é 28 de junho de 2019.

Dourados registra média de 60 empresas no ano e é melhor cidade de MS para se fazer negócios

Assecom

 

Dourados fechou o mês de outubro com a abertura de 54 novas empresas de um total de 538 formalizadas no Estadp (Foto A.Frota)

 

Dourados fechou o mês de outubro deste ano com a abertura de 54 novas empresas de um total de 538 formalizadas no Estado. Os números, divulgados pela Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul), indicam que o Município abriu 10,04% dos novos empreendimentos. Na média geral do ano, até outubro, as 60 novas empresas formalizadas revelam – conforme o ranking das 100 melhores cidades com população superior a 100 mil pessoas para se fazer negócio, divulgado pela revista Exame – a posição número 44 de Dourados.

 

O resultado do levantamento nacional, publicado na edição de 31 de outubro da revista, mostra que Dourados subiu 24 posições em relação ao ranking de 2017, quando apareceu na 65ª colocação entre as 100 melhor posicionadas do País. No ano passado, a média de novas empresas constituídas no Município foi de 45 portas abertas, depois de ter fechado 2016 com novas 47 inscrições formalizadas na média geral do Estado.

 

Ainda de acordo com o ranking da revista Exame, a pontuação de Dourados é de 11,466, à frente de importantes cidades do País, e primeira colocada em Mato Grosso do Sul. A capital, Campo Grande, aparece na 55ª posição (era a 37ª no ano passado), com pontuação 11,254. Dourados também supera, pelo menos, seis capitais brasileiras no levantamento que aponta as melhores cidades para fazer negócios: João Pessoa (52), Teresina (51), Salvador (62), Fortaleza (91), Manaus (93) e Belém (95).

 

O levantamento analisou 310 municípios com mais de 100 mil habitantes de todos os Estados. Juntos, eles representam 70,4% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional e reúnem 62% das empresas em atividades no País, responsáveis por 72,6% dos empregos formais, perfazendo ainda o equivalente a 56,5% da população brasileira. O ranking, que é elaborado desde 2014, leva em conta 42 indicadores em quatro frentes: capital humano, desenvolvimento econômico e social e infraestrutura.

 

“São números significativos e que revelam o acerto da política de desenvolvimento adotada pela prefeita Délia Razuk, quando orienta toda a equipe da Administração no sentido de facilitar a organização dos segmentos, proporcionando o apoio e a logística necessária ao fomento”, definiu a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Rose Ane Vieira, ao receber os dados apurados pela Jucems.

 

Capital humano valorizado

 

A secretaria considerou ainda mais satisfatório o fato de que, no fator ‘desenvolvimento humano’, Dourados ocupar a 28ª posição, com 4,042 pontos de um total de 10 possíveis. No levantamento de 2017, o Município ocupava apenas a 85ª posição; ou seja, “avançamos 57 posições em desenvolvimento humano em um ano, reflexo do compromisso com a qualificação e a humanização das pessoas”, avalia Rose Ane Vieira.

 

O município de Dourados ainda fechou o mês de outubro com 9.709empresas optantes no Simei (Sistema Microempreendedor Individual), contra 9.487 do ano anterior e 8.150 MEIs que haviam se formalizado até o mesmo período, em 2016. “O resultado principal disso tudo, sem dúvida nenhuma, é que estamos trabalhando para que as pessoas que procuram nossa cidade possam encontrar aqui as diferentes opções de empreendedorismo, com a diversidade econômica que a posição geográfica de Dourados oferece”, observa a prefeita Délia Razuk.

 

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 6 milhões neste sábado

Agência Brasil

 

O prêmio deste sábado (01) da Mega-Sena pode chegar a R$ 6 milhões a quem acertar as seis dezenas do concurso 2.102. O sorteio será às 19h (no horário de Mato Grosso do Sul), no Caminhão da Sorte, que está em Curitiba. Na poupança, o valor rende quase R$ 22,3 mil por mês.

 

O concurso 2.101, ocorrido na quarta-feira (28), não teve ganhador. As dezenas sorteadas foram 02, 08, 18, 37, 56 e 58. Neste mesmo concurso, 61 apostas acertaram a quina e receberam o prêmio de R$ 23.013,76 cada. Outras 3.852 apostas acertaram quatro números e levaram R$ 520,63 cada.

 

 

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 18h do dia do sorteio e podem ser feitas em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do Brasil. Também é possível jogar pelo computador, tablet ou smartphone.

Pagamento da segunda parcela do 13º pelo INSS começa na semana que vem

Notícias ao Minuto

 

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão receber a segunda parcela do 13º salário a partir da próxima segunda-feira (26). A primeira foi paga com antecipação, entre o dia 27 de agosto e 10 de setembro.

 

O depósito do abono de Natal, de acordo com informações da Folha de S. Paulo, segue o calendário de pagamento dos benefícios e vai até o dia 7 de dezembro.

 

Tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. Aqueles que recebem benefícios assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada e Renda Mensal Vitalícia, não têm direito ao abono anual.

 

Na primeira parcela, quem já era aposentado ou pensionista em janeiro deste ano recebeu exatamente metade do valor de seu benefício. Portanto, o valor final do pagamento feito a partir deste mês será o benefício menos o Imposto de Renda, se houver, e o que já foi pago pelo INSS na primeira parcela.

Black Friday com preços altos e baixos na Capital

Diário Digital

 

As lojas abriram às 7h30, e haviam pequenas filas em frente os comércios (Foto - Luciano Muta)

 

Dessa vez nada de dormir na fila, e muito menos enfrentar filas imensas. As lojas abriram às 7h30, e haviam pequenas filas em frente os comércios, teve gente que foi com intenção de comprar vários itens, outros verificar preços e aqueles que foram em busca do que precisavam.

 

Dona Doralice, chegou às 7h20 da manhã, e estava na fila aguardando a loja abrir, disse “Olha eu vim em buscar de promoções de panelas, mas se os preços estiverem muito em conta eu vou levar o que puder, mas é claro que isso vai depender dos valores”.

 

O lubrificador, Moisés Leite afirmou que os valores estão os mesmo, e que vai levar só o ventilador porque está precisando. Já Maria José, chegou empolgada para levar um fogão, mas na loja ele não estava incluso na Black Friday, foi informada que o produto está em promoção o aplicativo, ela não pensou duas vezes e decidiu adquirir o fogão pelo aplicativo.

 

A aposentada Hermínia Lopes, foi as comprar, levou cinco itens e afirmou que em tudo está em promoção, mas deu pra aproveitar bem. A gerente Katielle Batista, e gerente de uma loja de vestuário há 2 anos, ela espera que no mês de novembro e dezembro aumentem, porque durante o ano o movimento foi pouco por conta das obras do Reviva Centro.

 

PIS começa a ser pago para nascidos em novembro

Portal Brasil

 

Trabalhadores nascidos no mês de novembro já podem contar com o Abono Salarial (PIS - Programa de Integração Social) calendário 2018/2019, referente a 2017.(Foo:

Trabalhadores nascidos no mês de novembro já podem contar com o Abono Salarial (PIS – Programa de Integração Social) calendário 2018/2019, referente a 2017. No caso de correntistas da Caixa Econômica Federal (CEF), os pagamentos começaram a ser realizados automaticamente neste terça-feira (13).

 

A partir da próxima semana, os demais beneficiários já podem procurar uma agência da Caixa ou casas lotéricas para receber. Os valores variam de R$ 80 a R$ 954, conforme o tempo trabalhado no ano passado. Os pagamentos do PIS, calendário 2018/2019, começaram a ser pagos em julho. Os recursos de todos os beneficiários ficam disponíveis até 28 de junho de 2019. O benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da CEF ou pelo telefone: 0800 726 0207.

 

Quem tem direito

 

Trabalhador inscrito no PIS ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) há pelo menos cinco anos. Além disso, é necessário que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. O empregador também precisa informar os dados do trabalhador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2017.

 

Como sacar

 

O beneficiário que tiver o Cartão do Cidadão pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da CEF. Caso não tenha o cartão e não tenha recebido automaticamente em conta, o valor pode ser retirado em qualquer agência da CEF. No caso de servidores públicos, a inscrição é no Pasep e o pagamento é feito pelo Banco do Brasil.

 

Ano-base 2016

 

Os trabalhadores que não sacaram o abono referente a 2016, que terminou em 29 de junho, tem uma nova oportunidade para sacar o benefício. O valor está disponível para saque até 28 de dezembro.

Cesta básica tem alta de 2,7% em Dourados

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por intermédio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor), realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica e constatou aumento em 2,7% no valor global dos produtos em relação ao mês anterior.

 

A pesquisa foi feita em dez supermercados da cidade, nos dias 05 e 06 de novembro. Foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos.

 

Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro. O alho 200 gramas apresentou diferença de 154,08% entre o menor e o maior preço; a cebola kg teve diferença de 213,48%; batata kg teve diferença de 143,88% e o feijão kg apresentou diferença de 45,23%.

 

Foram encontrados 14 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor preço para o maior, como, por exemplo, o extrato de tomate, a carne bovina (paleta) e o sabão em pó.

 

A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa é de 52,8%.

 

Dentre os produtos que tiveram alta em relação à pesquisa anterior estão a batata (38%), o composto lácteo (59%) e a cebola (56%). Já o alho apresentou queda de 15%.

 

O Procon alerta que consumidor deve ficar atento às especificações contidas na embalagem, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

 

O telefone do órgão de defesa do consumidor é 3411-7754 ou 151.