O Concurso 2092 da Mega-Sena, que as dezenas serão sorteadas pela Caixa Econômica Federal na noite deste sábado (27), pode pagar um prêmio estimado em R$ 2,5 milhões.
O sorteio está previsto para as 19h (horário de MS), na cidade de Jequié, na Bahia. A maior parcela do prêmio vai para os acertadores das seis dezenas sorteadas.
A Mega-Sena paga prêmios também aos apostadores que acertam a quina e a quadra.
Quantidade de chuva refletiu também na qualidade da cana. (Foto: Divulgação)
A moagem da cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul atingiu 34,7 milhões de toneladas até 30 de setembro. O volume é 1,28% maior comparado ao mesmo período acumulado da safra anterior. Com relação à segunda quinzena de setembro, a quantidade de cana processada foi de 1,6 milhão de toneladas, 49,9% menor com relação a mesma quinzena de 2017.
De acordo com o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, o excesso de chuva na segunda quinzena de setembro foi o fator que influenciou o ritmo menor da moagem de cana. “A média histórica de chuva no mês de setembro é de 102 milímetros e neste ano o registro foi de 211”, explicou.
A quantidade de chuva refletiu também na qualidade da cana. Na segunda quinzena de setembro, a concentração de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de cana foi 2,46% menor com relação à mesma quinzena da safra passada, registrando 140,94 kg. No acumulado, o indicador se manteve crescente com 136,63 kg, 4,6% maior com relação ao ciclo anterior que foi de 130,61 kg.
Etanol e Açúcar – A produção de etanol hidratado teve queda de 25,5% na última quinzena. A produção do biocombustível foi de 87 milhões de litros, enquanto que no mesmo período de 2017 alcançou 116 milhões de litros. Já o etanol anidro, teve uma queda de 64,4% comparada à mesma quinzena do ano passado. A produção registrou 28 milhões de litros de anidro, enquanto que na mesma quinzena da safra passada atingiu 79 milhões de litros.
Na produção acumulada da Safra, o etanol hidratado se manteve crescente com relação ao mesmo período do ano anterior. Foram produzidos 1,7 bilhão de litros do biocombustível, um aumento de 46,6%. Já o anidro, registrou o volume de 556 mil litros, 16,9% menor com relação ao acumulado da safra passada. No total, a produção de etanol no Estado atingiu 2,3 milhões de litros, um aumento de 24% com relação ao ciclo anterior.
Com os impactos da chuva, a produção de açúcar, que já registrava queda ao longo da safra, foi ainda menor na última quinzena de setembro. De acordo com os dados da Biosul, nesse período a produção foi de 30 mil toneladas, uma queda de 75% com relação à mesma quinzena do ano passado. No acumulado, o açúcar registrou a produção de 749 mil toneladas, enquanto que no ano passado o volume foi de 1,2 milhão de toneladas, uma queda de 38,2%.
Mix de Produção – Apesar da desaceleração na moagem da cana, o mix de produção acumulado e quinzenal se mantém. Na última quinzena, o percentual foi de 86% para etanol e 14% para açúcar. Já no período acumulado, o percentual foi de 83% e 17%, respectivamente.
Setor de carnes ajudou a aumentar exportações do Estado (Foto:Divulgação/Fiems)
As exportações do setor industrial de Mato Grosso do Sul registraram aumento de 23% nos primeiros nove meses deste ano, em comparação com o ano passado. Celulose e carnes, bovina e de aves, foram responsáveis por alavancar a venda dos produtos para o mercado internacional. Os dados são da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul).
Conforme o levantamento, a indústria respondeu, em setembro, por 76% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul. Já o acumulado de 2018 representou participação de 60%. A receita com a exportação de produtos industriais foi de US$ 287,4 milhões.
Coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende afirma que Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Açúcar e Etanol” e “Couros e Peles” se destacaram em relação aos outros setores. Somados, eles representam 98% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior.
“A produção de celulose segue em expansão, registrando recordes consecutivos nos últimos anos. Tal resultado é derivado da demanda externa aquecida, principalmente na China e na Europa, que são os principais mercados de destino da nossa produção. O cenário continua positivo para 2018, com preços em elevado patamar e produção em crescimento”, comentou o coordenador.
Setores fortes – O grupo “Celulose e Papel” teve receita de US$ 1,41 bilhão, com aumento de 94% nos nove meses de 2018 com o mesmo período de 2017. Desse total, 97,6% decorrem da venda da celulose (US$ 1,38 bilhão).
Principais compradores, a China responde por US$ 758,8 milhões, a Itália por US$ 160 milhões, Holanda por US$ 129,1 milhões, Estados Unidos por US$ 92,7 milhões e Coreia do Sul por US$ 37,9 milhões.
No complexo frigorífico os valores da soma de janeiro a setembro deste ano foram de US$ 686,3 milhões. Esse número, no entanto, apresentou uma redução de 1% em relação ao mesmo período do ano passado. Do total arrecadado, 35,9% são das carnes desossadas de bovinos congeladas: US$ 246,3 milhões.
Os principais compradores desse produto foram Hong Kong, com US$ 139,6 milhões, Chile, com US$ 110,2 milhões, China, com US$ 49,9 milhões, Arábia Saudita, com US$ 44,2 milhões, e Irã, com US$ 42,9 milhões.
Os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) têm até hoje (28) para sacar o benefício fora dos critérios previstos em lei. Pela Lei 13.677/2018, a partir de amanhã (29) os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.
Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.
As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.
Direitos – Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.
Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.
Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Máquina colhendo milho em Mato Grosso do Sul (Foto: Lucimar Couto)
Mato Grosso do Sul já colheu 1.686.400 hectares de milho até essa sexta-feira (14), o que corresponde a 99,2% da área plantada no estado. A produtividade segue estimada em 68 sacas por hectare, afetada pela estiagem que atingiu seriamente as lavouras provocando perdas.
Segundo boletim da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), os trabalhos já terminaram em todas as cidades da região norte que são produtoras do grão: Alcinópolis, Camapuã, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Paraíso das Águas, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora.
Na região central, já foi processada em média 96,2% da área plantada. Rio Brilhante e Sidrolândia são os mais atrasados, tendo colhido 96,2% das plantações.
Já a região sul colheu média de 94,1% das lavouras. Bonito é a mais atrasada, tendo processado apenas metade das plantações. Em Bela Vista, os trabalhos estão entre 60% e 70%. Em Ponta Porã, ainda não atingiram os 90%.
Nesse mesmo período do ano passado, o estado já havia terminado a colheita do milho safrinha. Isso faz com que o ciclo 2017/2018 esteja 0,8 ponto percentual atrás dessa marca e 0,4 ponto percentual atrás da média dos últimos cinco anos, que é de 99,6%.
A Petrobras elevou em R$ 0,02 o litro da gasolina nas refinarias, nesta quinta-feira (13), para as distribuidoras. O novo valor, de R$ 2,2514, vigora a partir da meia-noite de sexta-feira (14). O diesel, por sua vez, não teve aumento, ficando em R$ 2,2964 o litro, mesmo valor praticado desde o dia 31 de agosto.
Nos últimos dez dias, o preço do litro da gasolina nas refinarias já subiu R$ 0,08. Em 30 dias, subiu R$ 0,33, quando o litro era vendido a R$ 1,9173. O valor é menor do que o praticado nos postos, que têm liberdade para estipular o preço e incluem custos com mão de obra, operacionais e impostos.
Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.
“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, explicou a estatal em nota.
De acordo com a Petrobras, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. “São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol, e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”
A maior parte do preço final da gasolina é decorrente dos seguintes componentes: 35% fica com a Petrobras; 15% é Cide, PIS/Pasep e Cofins; 29% é ICMS; 11% é o custo da mistura de álcool anidro e 10% são relativos à margem de lucro das distribuidoras e postos.
Dinheiro já poder recebido por trabalhadores na rede bancária (Foto: Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro e funcionários públicos com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) final 2 já podem sacar o abono salarial referente a 2017.
O recurso do Programa de Integração Social (PIS) e do Pasep está disponível a partir de hoje (13) até o dia 28 de junho de 2019.
O pagamento do abono do PIS/Pasep ano-base 2017 começou no dia 26 de julho e a liberação do dinheiro para os trabalhadores é feito de acordo com o mês de nascimento ou o número final da inscrição, a depender do programa.
Conforme o calendário de pagamento, inscritos no Programa de Integração Social (PIS) e nascidos de julho a dezembro, recebem o benefício ainda este ano. Já os nascidos entre janeiro e junho, terão o recurso disponível para saque no ano que vem. No caso do Pasep, servidores com inscrição final 0 a 4 recebem os recursos este ano; de 5 a 9 apenas ano que vem.
A partir da liberação, o dinheiro ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento.
Telefones úteis ao trabalhador
Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro nas agências da Caixa Econômica Federal. Para saber se tem algo a receber, a consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou no telefone 0800-726-0207.
Para os funcionários públicos vinculados ao Pasep, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet e pelo telefone 0800-729-0001.
O valor que cada trabalhador tem para sacar é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente em 2017. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é R$ 80.
Além do tempo de serviço, para ter direito ao abono, o trabalhador já deveria estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
O abono salarial do PIS/Pasep é um benefício pago anualmente com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), abastecido por depósito feitos pelos empregadores.
Além do abono salarial, o FAT custeia o programa Seguro-Desemprego e financia programas de desenvolvimento econômico. Os recursos do abono que não são sacados pelos trabalhadores no calendário estabelecido todos os anos retornam para o FAT, para serem usados nos demais programas.
Abono ano base 2016
Também está aberto, desde 26 de julho, o novo período para o pagamento do abono salarial ano-base 2016.
Quase 2 milhões de trabalhadores não retiraram os recursos no prazo, até 29 de junho deste ano, por isso foi aberto um novo período.
O valor chega a R$ 1,44 bilhão e ficará disponível para os trabalhadores que ainda não realizaram o saque até 28 de dezembro.
Veranico, após abril, impactou negativamente na produtividade da safrinha em MS, segundo a Conab (Foto: Reprodução/TV Morena)
Em meio a reta final da colheita da segunda safra de milho em Mato Grosso do Sul, também chamada de safrinha ou safra de inverno, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgou nesta terça-feira (11) um novo levantamento que aponta uma redução da produção no estado de 32% neste ciclo (17/18) frente ao anterior (16/17), com o volume recuando de 9,609 milhões de toneladas para 6,536 milhões de toneladas.
Essa redução ocorre em razão da diminuição de 2,3% na área cultivada, de 1,759 milhão de hectares para 1,720 milhão de hectares e da produtividade sul-mato-grossense ter despencado neste ciclo 30,4%, caindo de 5.460 quilos por hectare (91 sacas por hectare) para 3.800 quilos por hectare (63,3 sacas por hectare).
O levantamento da Conab aponta o clima como o fator preponderante para essa quebra de produtividade nesta temporada. Segundo o relatório, “o clima se comportou bem, da germinação da cultura até o início de abril, quando ocorreu um veranico [período de estiagem com altas temperaturas] com duração de 40 dias na porção sudoeste, sul e sudeste de Mato Grosso do Sul [alguns dos principais polos do estado] provocando uma redução de 30% na produtividade dessas áreas. Devido aos atrasos em cadeia, a colheita de milho adentrará em setembro”.
A consulta ao quarto lote de restituição do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) 2018 será liberada a partir das 8h (no horário de Mato Grosso do Sul) de hoje (10). Esse lote também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.
A correção variará de 3,15% – para as declarações entregues em maio deste ano – até 105,27% para os contribuintes que estavam na malha fina desde 2008.
O índice equivale à taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada desde o mês de entrega da declaração até setembro deste ano.
O crédito bancário para 2.646.626 contribuintes será feito em 17 de setembro, somando R$ 3,3 bilhões.
Desse total, R$ 219,3 milhões são destinados a contribuintes com prioridade: 4.863 idosos acima de 80 anos, 36.308 entre 60 e 79 anos, 5.490 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 18.409 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone, número 146.
Inconsistências de dados –Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível verificar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento.
Nessa hipótese, o contribuinte pode fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.
A Receita oferece ainda aplicativos para tablets e smartphones para consulta à declaração e situação cadastral no CPF – Cadastro de Pessoas Físicas.
Com ele, é possível verificar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano.
Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento – por meio da internet – mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Apenas duas prefeituras de Mato Grosso do Sul poderão contar com mais recursos do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) em 2019, segundo resolução do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicada na edição do dia 29 de agosto no DOU (Diário Oficial da União).
Entre os 79 municípios do Estado, os que terão elevação no coeficiente de recebimento dos recursos constitucionais são Itaporã e Porto Murtinho.
A elevação dos valores leva em conta a estimativa populacional divulgada pelo órgão. No entanto, os prefeitos das cidades que porventura não concordem com a contagem terão 20 dias para entrar com recurso a contar da data da publicação da resolução, segundo adverte o presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Pedro Caravina (PSDB).
O prazo para recurso, segundo a entidade municipalista, se expira em 17 de setembro.
De acordo com o dirigente, o aumento médio anual do repasse para essas três prefeituras é de R$ 1,8 milhão a R$ 2 milhões por ano.
Com o aumento populacional, o coeficiente de Itaporã salta de 1.2 para 1.4, enquanto o de Porto Murtinho passará de 1.0 para 1.2, segundo as estimativas do IBGE.
O levantamento do IBGE aponta que a população de Itaporã era de 23.539 habitantes em 2017 e passou a ser de 23.886 moradores este ano, enquanto que Porto Murtinho tinha 16.879 habitantes no ano passado e agora possui 18.078 moradores.
CRITÉRIOS
Os percentuais individuais de participação dos municípios são calculados anualmente pelo TCU (Tribunal de Contas da União) e publicados em decisão normativa no Diário Oficial da União até o último dia útil de cada exercício financeiro.
O cálculo é feito com base em informações prestadas ao TCU até o dia 31 de outubro de cada ano pelo IBGE, compostas da população de cada município e da renda per capta de cada Estado.
A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul apresenta crescimento de 26% nos primeiros sete meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, aumentando de US$ 1,61 bilhão para US$ 2,04 bilhões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Na avaliação do presidente da Fiems, Sérgio Longen, quando se fala em exportações de industrializados, nos últimos 10 anos, a balança comercial do setor no Estado saiu de US$ 663,1 milhões em 2007 para US$ 3,05 bilhões em 2017, ou seja, um crescimento de 360%.
Mato Grosso do Sul vem avançando muito positivamente nas exportações (Foto - Divulgação)
“Isso é uma amostra clara do potencial de Mato Grosso do Sul no setor industrial, revelando o tamanho do campo para crescer que o Estado tem. Isso é uma conta muito clara de que Mato Grosso do Sul vem se industrializando a passos largos. Hoje, o que nós produzimos no Estado tem aceitação no mercado mundial, seja minério de ferro, celulose ou carnes bovina, suína e de aves”, pontuou Sérgio Longen.
O presidente da Fiems acrescenta que o Mato Grosso do Sul vem avançando muito positivamente nas exportações, o que contribui para a consolidação da indústria. “Quando você pega o mapa industrial de Mato Grosso do Sul, é possível verificar que diversos segmentos do setor estão crescendo em regiões que antes não tínhamos indústrias e o reflexo disso podemos constatar no aumento das exportações”, reforçou.
Se considerarmos apenas o mês de julho deste ano comparado com julho do ano passado, o aumento nas exportações de industrializados foi de 30%, saltando de US$ 228,8 milhões para US$ 296,7 milhões. De acordo com a avaliação do coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, esse foi o melhor resultado para o mês de julho dos últimos quatro anos em Mato Grosso do Sul.
“Em relação ao volume, no ano, teve aumento de 16%. Quanto à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 55% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano, a participação ficou em 58%”, destacou o economista, completando que os principais destaques ficaram por conta dos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Açúcar e Etanol” e “Couros e Peles” que, somados, representaram 98% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior.
Celulose e carnes
No grupo “Celulose e Papel”, a receita no período avaliado foi de US$ 1,12 bilhão, crescimento de 99% nos sete meses de 2018 comparado com a somatória de janeiro a julho de 2017, dos quais 105% foram obtidos apenas com a venda da celulose (US$ 1,09 bilhão), tendo como principais compradores China, com US$ 619,7 milhões, Itália, com US$ 123,9 milhões, Holanda, com US$ 89 milhões, Estados Unidos, com US$ 69,1 milhões, e Coreia do Sul, com US$ 31,5 milhões. “Atualmente o mercado global de celulose passa por um momento positivo, na onda da recuperação econômica dos Estados Unidos e Europa. Segundo a projeção de diferentes economistas, o ciclo do aumento de preços deve durar até 2019, uma vez que o crescimento da demanda é linear, enquanto que a oferta não acompanha o mesmo ritmo”, destacou Ezequiel Resende.
Já no grupo “Complexo Frigorífico” a receita conseguida na soma de janeiro a julho deste ano foi de US$ 483,4 milhões, uma redução de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, sendo que 34,7% do total alcançado são oriundos das carnes bovinas desossadas congeladas, que totalizaram US$ 167,8 milhões, tendo como principais compradores Hong Kong, com US$ 104,1 milhões, Chile, com US$ 77,6 milhões, China, com US$ 33,8 milhões, Arábia Saudita, com US$ 31,7 milhões, e Irã, com US$ 29,4 milhões.
“O recente desempenho do comércio brasileiro com os BRICS mostra como os produtores de carne do País estão direcionando seus esforços para a China na intenção de mitigar os impactos causados pela restrição russa à proteína animal. Atualmente, os embarques de carne para a Rússia pararam completamente, enquanto as exportações de carga refrigerada da China continuam crescendo. No segundo semestre, o forte desempenho da exportação de carne para a China seguirá pressionando a capacidade de todas as empresas de transporte marítimo”, ressaltou o economista.
Outros grupos
O grupo “Extrativo Mineral” aparece em terceiro com melhor desempenho, tendo uma receita de US$ 142,5 milhões no período analisado, aumento de 32% comparado com a somatória de janeiro a julho do ano passado, sendo que 80,6% desse montante foi alcançado pelos minérios de ferro e seus concentrados, que somaram US$ 89 milhões, tendo como principais compradores Argentina, com US$ 78,5 milhões, e Uruguai, com US$ 59,5 milhões.
“As exportações de minérios pelo Brasil devem crescer 2,5% neste ano, para 410 milhões de toneladas, em meio a uma expectativa de aumento de investimentos no setor, segundo projeções do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), que representa mineradoras responsáveis por 90% da produção mineral do País”, detalhou Ezequiel Resende.
Para o grupo “Óleos Vegetais”, a receita alcançou US$ 125 milhões nos sete primeiros meses deste ano, um crescimento de 107% na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para farinhas e pellets, que somaram US$ 79,9 milhões, tendo como principais compradores Tailândia, com US$ 46,2 milhões, Indonésia, como US$ 23,7 milhões, Vietnã, com US$ 10,6 milhões, Holanda, com US$ 9 milhões, e Espanha, com US$ 8,6 milhões.
“Um dos destaques da balança comercial do agronegócio deste ano é o farelo de soja. As exportações do mês passado foram 43% superiores, em volume, às de igual período de 2017. Os preços subiram 20%. Volume e preços maiores garantiram ao Brasil receitas, em julho, 72% superiores às de igual período do ano passado, segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior)”, pontuou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber, ainda este mês, a antecipação da primeira parcela do abono anual, o décimo-terceiro salário. O depósito do benefício será feito na folha do INSS, entre os dias 27 de agosto e 10 de setembro, conforme a Tabela de Pagamentos de 2018.
Terão direito à primeira parcela do abono anual 30 milhões de beneficiários. O governo federal estima que a antecipação vai injetar na economia aproximadamente R$ 20,6 bilhões, nos meses de agosto e setembro. A primeira parcela corresponde a 50% do valor do décimo terceiro.
Não haverá desconto de Imposto de Renda (IR) na primeira metade do abono. De acordo com a legislação, o IR sobre o décimo terceiro somente será cobrado em novembro e dezembro, quando for paga a segunda parcela.
Aposentados e pensionistas receberão 50% do valor do benefício. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro de 2018. Nesse caso, o valor será calculado proporcionalmente.
Quem recebe
Por lei, tem direito ao décimo terceiro quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. No caso de auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do abono anual será proporcional ao período recebido.
Aqueles que recebem benefícios assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada (BPC), da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito ao abono anual.
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber, ainda este mês, a antecipação da primeira parcela do abono anual, o décimo-terceiro salário. O depósito do benefício será feito na folha do INSS, entre os dias 27 de agosto e 10 de setembro, conforme a Tabela de Pagamentos de 2018.
Terão direito à primeira parcela do abono anual 30 milhões de beneficiários. O governo federal estima que a antecipação vai injetar na economia aproximadamente R$ 20,6 bilhões, nos meses de agosto e setembro. A primeira parcela corresponde a 50% do valor do décimo terceiro.
Não haverá desconto de Imposto de Renda (IR) na primeira metade do abono. De acordo com a legislação, o IR sobre o décimo terceiro somente será cobrado em novembro e dezembro, quando for paga a segunda parcela.
Aposentados e pensionistas receberão 50% do valor do benefício. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro de 2018. Nesse caso, o valor será calculado proporcionalmente.
Quem recebe
Por lei, tem direito ao décimo terceiro quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade. No caso de auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do abono anual será proporcional ao período recebido.
Aqueles que recebem benefícios assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada (BPC), da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito ao abono anual.
Soja sendo processada após a colheita em Mato Grosso do Sul (Foto: Famasul/divulgação)
Incertezas causadas pelo projeto de tabelamento do frete, recuo do dólar e pela crise comercial entre a China e os Estados Unidos afetaram as cotações internas da soja em Mato Grosso do Sul. O preço médio da saca caiu 3,22% e fechou em R$ 73,19 no começo da semana depois de atingir R$ 75,63 no dia 17 de julho.
Mesmo assim, a oleaginosa acumula alta de 2,45% no mês. Em relação ao mesmo período do ano passado, os valores estão 25,44% maiores.
Segundo boletim da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária), Chapadão do Sul soma 5% de saldo positivo no preço da soja em julho, o maior acumulado entre os municípios mesmo após a queda de 2% registrada na última semana, a menor entre as cidades pesquisadas.
Dourados, onde a soja chegou a ser comercializada por R$ 77, teve o menor avanço do mês até o momento acumulando 1,37% de acréscimo nas cotações. Atualmente o produto é cotado a R$ 74.
Na variação entre os dias 17 e 23 de julho, Chapadão do Sul teve a maior queda na saca da oleaginosa, que foi de R$ 75 para R$ 72. Isso representa retração de 4%. Em Ponta Porã, os preços despencaram de R$ 76 para R$ 73, baixa de 3,95%.
Até o dia 23 de julho, o estado havia vendido 76,60% da safra colhida em 2018, o que representa uma avanço de 13 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ciclo 2016/2017. Isso significa que o produtor tem aproveitado as janelas de comercialização, que são os momentos em que as cotações atingem bons valores, com cautela e analisando o cenário econômico.
Prédio da Receita Federal em Campo Grande (Foto: Liniker Ribeiro)
A Receita Federal libera nesta segunda-feira (16) o crédito bancário para contribuintes de todo o país referente ao segundo lote de 2018 das restituições do Imposto de Renda. Em Mato Grosso do Sul, o órgão disponibilizará R$ 84.322.136,01. A consulta ao segundo lote foi liberada no dia 9 de julho.
Também serão contempladas devoluções residuais de exercícios a partir de 2010. Mais de 51,5 mil contribuintes no Estado terão direito ao saque. Para saber se teve a declaração incluída no segundo lote, o contribuinte deverá acessar o site da Receita, usar o aplicativo para smartphones e tablets ou ligar para o número 146.
O acesso via internet é mais vantajoso, já que é possível saber se a pessoa caiu na malha fina. Nesse caso, é possível avaliar as inconsistências e fazer uma retificação. Caso o valor não seja depositado, o contribuinte pode entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a central pelo 4004-0001.
No primeiro lote foram contemplados 50.231 pessoas, com valor total depositado de R$ 82.581.078,82. O crédito do segundo lote, disponibilizado oficialmente hoje, é o maior da história. O valor ficará disponível no banco pelo período de um ano e, se ele não for resgatado, o cidadão deverá solicitá-lo por meio de formulário eletrônico.
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