sábado, 7 de fevereiro de 2026

Preço do gás de cozinha cai 0,52% em relação a fevereiro

Assecom

 

O Procon de Dourados, por meio do setor de fiscalização, efetuou nesta segunda-feira (7), pesquisa de preço do gás de cozinha (GLP), botijão de 13 kg. Foram pesquisados 14 estabelecimentos na cidade.

 

O menor preço encontrado no gás de cozinha botijão de 13 kg, com entrega em domicílio, foi de R$ 70,00 e o maior preço foi de R$ 78,00. A diferença entre o menor preço e o maior para entrega em domicílio é de 11,4%.

 

Foram encontrados sete estabelecimentos praticando o preço de venda do gás de cozinha a R$ 75,00 e quatro estabelecimentos vendendo a R$ 70,00.

 

O preço médio do gás praticado em Dourados, segundo esta pesquisa, é de R$ 73,78. Em relação ao preço médio do gás encontrado na pesquisa realizada no mês de fevereiro/2018 (R$ 74,17) ocorreu queda de 0,52%.

 

O preço médio do gás de cozinha segundo a ANP (Agência Nacional de Petróleo) em Campo Grande é de R$ 71,47 e em Ponta Porã é de R$ 70,00.

 

O telefone do Procon/Dourados para esclarecimento de dúvida ou reclamação é 151 ou 3411-7754.

 

Receita aponta que há uma semana quase a metade dos contribuintes de MS ainda não tinham entregado o Imposto de Renda

G1 MS

 

 

Prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda termina nesta segunda, no último balanço divulgado pela Receita, quase a metade dos contribuintes de MS ainda tinham que fazer (Foto: Reprodução/TV Morena)

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2018 da pessoa física termina nesta segunda-feira (30), às 22h59 (horário de Mato Grosso do Sul). No último balanço divulgado pela Receita Federal, que apresenta dados até segunda-feira passada (23), das 400.000 declarações esperadas para serem enviadas no estado, somente 209.673 haviam sido transmitidas, o que representa somente 52,41% do total.

 

No Brasil, de acordo com a Receita Federal, no levantamento feito no mesmo intervalo de tempo, o percentual de declarações entregues é um pouco maior, 55,47%, o que representa que das 28.800.000 que devem ser enviadas ao órgão, apenas 15.977.960 haviam sido feitas até o início da semana passada.

 

Com o prazo terminando, a Receita Federal reafirma que o contribuinte de Campo Grande tem a disposição alguns canais para tirar suas dúvidas no momento de preencher a declaração, como o telefone (67) 3318-7200 e o-mail: e-mail: plantaofiscal.cg@rfb.gov.br.

 

As pessoas que são obrigadas a prestarem as informações e que não entregarem a declaração dentro do prazo estão sujeitas à multa, que varia de R$ 165,74 até 20% do imposto devido.

 

Declaração incompleta

Para os contribuintes que não tiverem todos os documentos necessários para entregar a declaração, uma opção é entregar a declaração incompleta e depois realizar uma declaração retificadora. Quem encontrou problemas na declaração já entregue também pode utilizar essa opção para corrigir os erros.

 

Para quem já entregou a declaração e vai retificar, é importante lembrar que ela deve estar no mesmo modelo da declaração original (completa ou simplificada). Também é necessário ter o número de entrega da declaração anterior para informar no novo documento.

 

Quem deve declarar?

De acordo com a Receita Federal, deverá declarar, neste ano, o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2017. O valor é o mesmo da declaração do ano passado. Também devem declarar:

Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;

Quem obteve, em qualquer mês de 2017, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

Quem teve, em 2017, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;

Quem tinha, até 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017.

 

Cesta básica em Dourados tem aumento de 1,2%, revela pesquisa

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por meio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica em dez supermercados da cidade. O levantamento foi feito nesta terça-feira, 3 de abril.

 

Nesta pesquisa foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos. Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro, onde o alho 200gr apresentou diferença de 325,84% entre o menor e o maior preço; o quilo da batata teve diferença de 104,40%; o quilo da farinha de mandioca apresentou diferença de 224,12% e a dúzia do ovo diferença de 131,21%.

 

Foram encontrados 12 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor preço para o maior como, por exemplo, os ovos e o papel higiênico.

 

A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa é de 49,00%.

 

Em relação à pesquisa do mês anterior houve aumento de 1,2% no valor global dos produtos.

 

O Procon alerta o consumidor para ficar atento às especificações contidas nas embalagens, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

 

O telefone do órgão de defesa do consumidor em Dourados é 3411-7754 ou 151.

Aneel autoriza aumento na conta de luz para consumidores do Mato Grosso do Sul

Agência Brasil

 

As novas tarifas passam a valer a partir do próximo domingo (Foto - Divulgação)

 

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou hoje o reajuste nas contas de energia elétrica para consumidores dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. as novas tarifas passam a valer a partir do próximo domingo e vão atingir um total de 2,3 milhões de unidades consumidoras em 314 municípios nos dois estados.

 

Para os consumidores atendidos pela Energisa Mato Grosso do Sul (EMS), o reajuste médio nas tarifas será de 9,87%. Para os consumidores residenciais das zonas urbana e rural, atendidos pela baixa tensão, o aumento alcançará 10,65%. Já as grandes empresas, que usam a rede de alta-tensão, terão aumento de 7,91%.

 

O reajuste faz parte da revisão tarifaria da concessionária, que ocorre periodicamente a cada cinco anos, segundo o contrato firmado na década de 1997. A EMS atende a maioria das cidades de Mato Grosso do Sul, atingindo um milhão de unidades consumidoras em 73 municípios do estado.

 

Já em Mato Grosso, o reajuste ocorrerá para os consumidores atendidos pela Energisa Mato Grosso (EMT). A empresa atende a 1,3 milhão de unidades consumidoras em 141 municípios de Mato Grosso. Para estes consumidores, a Aneel autorizou o aumento médio de 11,53% nas contas de luz.

 

As unidades do estado atendidas pela alta-tensão terão reajuste com efeito médio de 5,94%. Já para as unidades residenciais, o percentual é mais que o dobro. Para estes consumidores, o reajuste médio alcançará 13,98%.

Receita libera hoje programa da declaração do IR 2018

VEJA

 

O prazo para entrega do Imposto de Renda para Pessoa Física (IRPF) (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Receita Federal libera nesta segunda-feira o download do programa de entrega da declaração do Imposto de Renda de 2018. O prazo para envio começa no dia 1º de março.

 

Para este ano, a expectativa da Receita é que 28,8 milhões de contribuintes enviem suas declarações. No passado, 28,5 milhões prestaram contas ao Fisco.

 

 

Quem atrasar a entrega da declaração está sujeito ao pagamento de multa mínima de 165,74 reais, e máxima de 20% do imposto devido. O prazo para declarar se encerra às 23h59 de 30 de abril.

 

Veja abaixo quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda:

Quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a 28.559,70 reais;

Quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a 40.000 reais;

Quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

Quem teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a 300.000 reais;

Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição se encontrava em 31 de dezembro;

Quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda;

Relativamente à atividade rural, quem obteve receita bruta em valor superior a 142.798,50 reais;

Quem pretende compensar, no ano – calendário de 2017 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2016.

Receita Federal libera programa do Imposto de Renda Pessoa Física de 2018

Agência Brasil

 

O programa de preenchimento da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2018, ano base 2017, estará disponível nesta segunda-feira (26), a partir das 7h, no site da Receita Federal. O prazo para a entrega da declaração começa no próximo dia 1º e vai até 30 de abril.

 

Está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis, em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, deve declarar quem teve receita bruta acima R$ 142.798,50. A Receita Federal espera receber, este ano, 28,8 milhões declarações de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), 300 mil a mais do que em 2017 (28,5 milhões).

 

A declaração poderá ser preenchida por meio do programa baixado no computador ou do aplicativo Meu Imposto de Renda para tablets e celulares. Por meio do aplicativo, é possível ainda fazer retificações depois do envio da declaração.

 

Outra opção é mediante acesso ao serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), no site da Receita, com uso de certificado digital.

 

Também estão obrigadas a declarar as pessoas físicas: residentes no Brasil que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; que obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, sujeito à incidência do imposto ou que realizaram operações em bolsas de valores; que pretendem compensar prejuízos com a atividade rural; que tiveram, em 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; que passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e assim se encontravam em 31 de dezembro; ou que optaram pela isenção do IR incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais para a compra de outro imóvel no país , no prazo de 180 dias contados do contrato de venda.

 

Multa por atraso

 

A multa para quem apresentar a declaração depois do prazo é de 1% por mês de atraso sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20%.

 

Deduções

 

As deduções por dependente estão limitadas a R$ 2.275,08. As despesas com educação têm limite individual anual de R$ 3.561,50. A dedução de gastos com empregadas domésticas é de R$ 1.171,84.

 

Novidades deste ano

 

O painel inicial do sistema terá informações das fichas que poderão ser mais relevantes para o contribuinte durante o preenchimento da declaração.

 

Neste ano, será obrigatória a apresentação do CPF para dependentes a partir de 8 anos, completados até o dia 31 de dezembro de 2017. Na declaração de bens, serão incluídos campos para informações complementares, como números e registros, localização e número do Renavam (Registro Nacional de Veículo).

 

Também será incluída a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto.

 

Outra mudança é a possibilidade de impressão do Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) para pagamento de todas as cotas do imposto, inclusive as que estão em atraso.

MS inicia 2018 com celulose em 1º nas vendas externas e como 2º maior exportador nacional do produto

G1 MS

 

 

Mato Grosso do Sul é atualmente o segundo maior exportador de celulose do país, segundo dados do MDIC (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)

O ano de 2018 começou com uma novidade na balança comercial de Mato Grosso do Sul. Em janeiro a celulose assumiu a liderança do ranking estadual de exportações, deixando a soja, primeira até então, na segunda posição. Além disso, o volume de vendas internacionais, manteve o estado neste início de ano como o segundo maior exportador brasileiro do produto, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

 

De acordo com o MDIC, no primeiro mês do ano, o estado vendeu US$ 327,591 milhões em produtos para o exterior. Desse total, 39,35%, o equivalente a US$ 128,935 milhões, foram resultado de embarques de celulose. A receita foi mais que o dobro da soja, que liderou o ranking estadual durante boa parte do ano passado e caiu neste início de 2018 para a segunda posição, com vendas de US$ 47,903 milhões, ou 14,62% do total do estado.

 

Com esse faturamento, Mato Grosso do Sul se manteve em janeiro como o segundo maior exportador brasileiro de celulose. Os embarques do estado representaram 18,06% dos US$ 713,609 milhões vendidos do produto pelo país neste período. O faturamento das empresas sul-mato-grossenses foi superado apenas pelo registrado pelas indústrias baianas, que no mesmo intervalo de tempo comercializaram para o mercado internacional US$ 161,302 milhões, ou 22,60% do total.

 

Conforme os dados do ministério, a celulose “Made in MS” foi vendidas para 25 países neste primeiro mês de 2018, sendo o grande comprador a China. A comercialização para o país asiático resultou em US$ 66,883 milhões, ou, 51,87% da receita total.

 

Em comparação com janeiro de 2017, quando Mato Grosso do Sul exportou US$ 96,855 milhões, os embarques deste começo de 2018 representam um incremento de 33,12%.

 

 

 

 

Em Dourados, preço da cesta básica tem queda de 1,4%

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por meio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica e constatou queda no preço dos produtos em 1,4% e relação à pesquisa anterior, de janeiro. A pesquisa foi feita em dez supermercados da cidade, nesta segunda-feira, 05 de fevereiro.

 

Conforme o Procon, nesta pesquisa foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos.

 

Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro. O quilo do alho, por exemplo, teve diferença de 168,57%; a margarina 500 gramas teve diferença de 130,26%; já a dúzia de ovos teve diferença de 100,67% e o quilo do sal apresentou diferença de 112,00%.

 

Foram encontrados 12 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor preço para o maior como, por exemplo, a esponja de aço e o biscoito de sal. A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa é de 38,8%.

 

Sal, alho e a carne bovina (paleta) são alguns dos produtos que tiveram queda de preço entre esta pesquisa e a efetuada no inicio do mês de janeiro de 2018.

 

O Procon alerta que o consumidor deve ficar atento às especificações contidas nas embalagens, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto. O telefone do órgão é 3411-7754 ou 151.​

Entidades projetam safra recorde de 8,7 milhões de toneladas de soja em Mato Grosso do Sul

G1 MS

 

MS deve colher na temporada 2017/2018 a maior safra de soja de sua história, segundo a Conab e o SIGA (Foto: Anderson Viegas / G1 MS)

Levantamentos recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (SIGA) do Sistema Famasul e Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), apontam que na temporada 2017/2018, o estado deverá colher a maior safra de sua história da oleaginosa.

 

A Conab, em janeiro, divulgou uma projeção de 8,701 milhões de toneladas do grão, e o SIGA, em seu mais recente relatório, mostrou uma estimativa um pouco maior, 8,736 milhões de toneladas. Em qualquer um dos cenários, o volume deste ciclo supera a produção colhida na temporada passada, que foi 8,575 milhões de toneladas, para a Conab, e de 8,532 milhões de toneladas, para o SIGA.

 

De acordo com a Aprosoja/MS, uma série de fatores ajuda a explicar a estimativa de produção recorde do grão este ano no estado, como, por exemplo aumento de área, que variou de de 3,1% a 4,7%, conforme a entidade que mensurou os dados, o investimento em tecnologia realizado pelo produtor nos últimos anos e as condições climáticas favoráveis, com grande volume de chuvas e ausência de veranicos (períodos de estiagem prolongada com altas temperaturas).

 

“Tivemos o melhor índice de precipitação dos últimos anos. As lavouras estão bonitas, carregadas, com bons tamanhos de vagens. É um ano atípico para Mato Grosso do Sul, sem veranico em dezembro e janeiro”, destaca o presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke.

 

Segundo a Aprosoja/MS, até sexta-feira passada (2), 24 municípios dos regiões central e norte do estado há haviam iniciado a colheita. Conforme a entidade, o trabalho segue em ritmo lento e em pequenas áreas.

Procon divulga segunda pesquisa de preços de material escolar em Dourados

Assecom

 

O setor de fiscalização/pesquisa do Procon de Dourados realizou nesta quarta-feira (31.1) o segundo levantamento de preços de material escolar em oito estabelecimentos comerciais da cidade. Foram pesquisados 74 itens. Em relação à pesquisa realizada em janeiro de 2017, ocorreu queda de preço de 5,3%.

 

Algumas das maiores diferenças de preço encontradas foram, por exemplo, no papel almaço com pauta – 958,33%; transferidor, 900,00%; pincel nº 20, 677,78%; e cola colorida, 531,58%.

 

Entre 42 produtos encontrados nos oito estabelecimentos pesquisados foi constatada diferença de 54,4% entre a loja com menor preço e o de maior preço.

 

O diretor do Procon, Mario Júlio Cerveira, explica que a pesquisa tem como principal objetivo fornecer ao consumidor uma amostra das diferenças de preços que ele pode encontrar no mercado de material escolar, chamando a atenção para a necessidade da comparação antes da compra.

 

Os preços dos produtos podem ter variações consideráveis de um estabelecimento para outro, inclusive por ocasião de descontos especiais, promoções e principalmente diferença de marcas. “Por isso, o consumidor deve fazer uma pesquisa em vários estabelecimentos, negociar descontos e prazos para pagamento. A compra em conjunto pode facilitar as negociações”, sugere.

 

Para garantir o orçamento doméstico no início do ano, já bastante comprometido com as faturas de compras do final do ano passado e de impostos e taxas para o ano vigente, é fundamental racionalizar a compra de material escolar, buscando aproveitar materiais utilizados no ano anterior, que estejam em boas condições de uso. Outra dica importante é promover e participar da troca de livros didáticos entre alunos que cursam séries diferentes.

 

Na busca pelo menor preço é importante que o consumidor não se esqueça de atentar pela qualidade e procedências dos produtos, evitando ter de efetuar novamente compras de materiais que deveriam durar ao menos até o final do ano letivo.

 

Oito dicas dos Procons para economizar na compra do material escolar:

 

1. Aproveite a ocasião e leve seu filho para as compras

 

Comprar o material acompanhado pelos filhos pode ser um bom momento para educá-lo financeiramente, explicando o motivo da escolha dos itens e dos estabelecimentos. A criança poderá compreender melhor se tudo for explicado e acompanhado por ela, pois você mostrará na prática por que não está escolhendo o material que ela pediu.

 

2. Fique atento aos seus direitos

 

O prazo para reclamar de produtos não duráveis que tenham apresentado problemas é de 30 dias; no caso dos duráveis, o prazo aumenta para 90 dias. Nas compras pela internet, o consumidor tem 7 dias para se arrepender, contados a partir do recebimento do produto ou da data da assinatura do contrato.

 

3. Cuidado ao comprar de vendedores ambulantes

 

O preço dos produtos comprados em vendedores ambulantes pode ser menor, mas não há emissão de nota fiscal e muitas vezes os produtos não possuem certificação do órgão responsável. Canetas hidrográficas costumam ser um grande problema: caso falhem (e você não tenha visto na hora da compra), não conseguirá trocá-las. Comprem somente produtos que tenham o selo do INMETRO.

 

4. Fique atento aos produtos de marca

 

Nem sempre o material mais sofisticado é o mais adequado ou de melhor qualidade. Fique de olho nos preços de materiais com personagens e logotipos: eles costumam ser mais caros.

 

5. Compre em conjunto

 

Reúna-se com outros pais para uma compra coletiva. Alguns estabelecimentos concedem bons descontos para compras em grandes quantidades.

 

6. Troque livros

 

Participe ou incentive uma troca de livros didáticos com pais que possuem filhos com idades escolares diferentes. Comprando de segunda mão você pode economizar bastante.

 

7. Só compre o necessário

 

Confirme com a escola se toda a lista é realmente necessária para aquele ano letivo e verifique se há produtos da lista que você já possui em casa – mesmo se já foram utilizados por outra criança, eles podem ser reaproveitados.

 

8. Pesquise preços

 

O ideal é comparar valores em diversos pontos de venda, como papelarias, depósitos, lojas virtuais, lojas de departamentos e livrarias. Três a cinco estabelecimentos costumam ser suficientes para abranger os preços do mercado.

Com proximidade da colheita de soja, produtor acelera escoamento de milho

Campo Grande News

 

Caminhões com carregamento de milho em fazenda de Maracaju (Foto: Lucimar Couto)

O número crescente de caminhões nas estradas de Mato Grosso do Sul é indicativo do momento atual do agronegócio: os produtores correm para escoar milho e liberar espaço nos armazéns para a soja, que começa a ser colhida em duas semanas. São estimados 1,7 milhão de toneladas de milho estocados, o que corresponde a 17% de toda safra.

 

Esse volume, estimado pela Granos, é historicamente alto e pode causar choque das safras de milho e soja. Em 2017, em igual período, havia volume inferior a 1 milhão de toneladas de milho, conforme informou o consultor da Granos, Carlos Ronaldo Dávalos. “O estoque de passagem deste ano está muito alto”, alertou.

 

O cenário se relaciona à oferta mundial elevada e a consequente desvalorização do milho. Histórico de cotações da Granos mostra que a saca de 60 quilos do cereal custava, em média, R$ 23,06 nas principais praças de Mato Grosso do Sul no dia 9 deste mês (último fechamento). Na mesma data de 2017, o valor médio era de R$ 27,06. Essa diferença representa queda de 14,78%.

 

Situação semelhante ocorre com a soja. Conforme Dávalos, há aproximadamente 570 mil toneladas de “soja velha”, da safra anterior, nos armazéns de Mato Grosso do Sul. O volume, também elevado, decorre da desaceleração da comercialização em um contexto de depreciação da oleaginosa. A cotação média da saca de 60 quilos era de R$ 63,5 no dia 9 deste mês. A redução é de 2,3% em relação ao valor médio de igual data do ano passado (R$ 65).

 

Oferta em alta – A tendência é de continuidade da trajetória de queda de preços, devido à oferta mundial elevada – no caso da soja, a quantidade a ser colocada no mercado é ainda maior, devido à colheita que tem início em fevereiro.

 

A alta oferta é impulsionada, sobretudo, pelos números dos estoques norte-americanos. Em relatório divulgado na sexta-feira (dia 12), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) elevou as estimativas para estoques finais de soja e de milho.

 

A quantidade relativa à soja ao fim da temporada 2017/18 aumentou de 445 milhões de bushels (12,11 milhões de toneladas) para 470 milhões de bushels (12,8 milhões de toneladas). Quanto ao milho, as projeções dos estoques finais foram elevadas de 2,437 bilhões para 2,477 bilhões de bushels (61,9 milhões para 62,9 milhões de toneladas).

 

 

Mesmo com chuva – Sem previsão de melhoria de preços e com necessidade de liberar espaço para a soja, os produtores aceleram o carregamento do milho, mesmo com as chuvas das últimas semanas. “De modo geral, o excesso de chuva atrapalha”, nota o agricultor Danilo Kudiess, 55 anos, que está há 20 anos em Maracaju, município com maior produção de grãos em Mato Grosso do Sul.

 

Em uma área de 5,3 mil hectares e com produtividade de 88 sacas por hectare, Kudiess conseguiu colher aproximadamente 150 mil sacas de milho em sua propriedade, a fazenda São Felipe.

 

Assim como os demais produtores do Estado, Kudiess estocou milho em grande volume. Desde dezembro, no entanto, ele vem acelerando a entrega do grão. Em dias de céu aberto, entre uma chuva e outra, caminhões têm feito o carregamento. Dessa forma, ele esgotará todo estoque de milho antes de começar a colher soja.

 

Na sexta-feira (12), 17 caminhões saíram carregados de milho da propriedade do agricultor e, nesta semana, outros carregamentos esgotam a quantidade armazenada, estimada pelo agricultor em 300 toneladas. “Vou começar a colher soja de 5 a 10 de fevereiro”, planeja. “Então, não vou ter problema com estoque de milho. Vai estar tudo zerado”, projeta o produtor.

Justiça começa a pagar hoje os atrasados a aposentados

O Dia

 

Os aposentados e pensionistas que ganharam ações judiciais contra o INSS no mês de novembro do ano passado podem sacar a partir de hoje os valores dos atrasados de correções e revisões dos benefícios. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) informou que começa a pagar nesta segunda-feira os valores a 2.431 segurados dos estados do Rio e do Espírito Santo. No total serão liberados R$ 38,5 milhões referentes aos processo que tiveram sentenças finais no penúltimo mês de 2017.

 

De acordo com o tribunal, do montante destinado pelo Conselho de Justiça Federal (CJF), cerca de R$ 30,8 milhões vão pagar 1.945 segurados do INSS que moram no Estado do Rio. Quatrocentos e oitenta e seis aposentados residem no Espírito Santo e receberão R$ 7,7 milhões a partir de hoje. Os pagamentos serão feitos por meio de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) que são limitadas a 60 salários mínimos (R$52,8 mil), ainda considerando o piso nacional de R$ 937.

 

Segundo o conselho, a verba é repassada diretamente aos tribunais federais regionais, responsáveis pelos pagamentos dos processos e pelo calendário de liberação. As RPVs são depositadas para os segurados em contas abertas pelo TRF em agências do Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal. O crédito é feito em nome de quem ganhou o processo.

 

Para verificar quanto e quando vão receber de atrasados, os segurados devem acessar pela internet a página do tribunal (www.trf2.jus.br). Lá, precisam ir ao menu à esquerda, procurar o campo Precatórios/RPV. e clicar em “Consultas”, depois em Pesquisa ao Público.

 

É preciso ter o número do requerimento do processo ou do CPF do vencedor do processo ou da ação judicial que ganhou. Ao digitar o código, basta clicar em “Confirmar” para concluir a operação.

 

Para todo o país, o conselho liberou R$ 879,6 milhões que vão quitar matérias previdenciárias. Serão beneficiados 74.028 segurados do INSS, referentes a 67.434 processos finalizados no mês de novembro de 2017.

 

Ao TRF da 1ª Região (DF, MG, GO e AP, entre outros) foram liberados R$ 394,9 milhões para quitar 24.670 processos. Já o TRF da 3ª Região (SP e MS) recebeu R$ 141,9 milhões relativos a 9.220 pessoas.

 

O TRF da 4ª Região (RS, PR e SC) teve R$ 210,6 milhões para pagar 22.779 processos. O da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB) vai pagar R$ 93,7 milhões em 8.405 ações de 11.978 pessoas.

Cesta básica em Dourados tem queda de 2,1%, revela Procon

Assecom

 

A Prefeitura de Dourados, por meio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica em dez supermercados da cidade e constatou que em relação à pesquisa do mês de anterior houve queda nos preços dos produtos da cesta básica em 2,1%.

 

Nesta pesquisa, realizada ontem (9), foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos. Os itens estão sendo divulgados nesta pesquisa.

 

Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro, onde o açúcar 5 kg teve diferença de 57,45%; o alho 200 gramas teve diferença de 158,03%; já a dúzia de ovos teve diferença de 47,70%, enquanto que o quilo do sal apresentou diferença de 147,19%.

 

Foram encontrados 13 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor preço para o maior preço, como, por exemplo, o extrato de tomate 350 ml e o sabão em pó. A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço, conforme a pesquisa é de 48,7%.

 

Açúcar, arroz e a carne bovina (paleta) são alguns dos produtos que tiveram alta de preço entre esta pesquisa e a efetuada no início do mês de novembro de 2017.

 

O Procon alerta ao consumidor que fique atento às especificações contidas na embalagem, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

 

O telefone do órgão, para informações, é 3411-7754 ou 151.​

Conta de luz pode ter reajustes acima de 10% por causa da estiagem de 2017

AE

 

Falta de chuvas leva ao aumento do uso de usinas termelétricas, significando elevação no custo da geração de energia - (Foto: Divulgação)

A falta de chuvas de 2017 vai pesar no bolso dos consumidores em 2018. Após um ano com um volume de afluências abaixo da média, que levou a um elevado consumo de energia a partir de usinas térmicas, mais caras, a tarifa de luz deve subir em um ritmo maior neste ano. E isso mesmo considerando que o atual período chuvoso, iniciado em novembro, tem se mostrado mais favorável.

 

As projeções variam, mas os reajustes das tarifas de energia devem superar os 10%, em média. Uma parcela significativa desse reajuste vem do aumento do custo da energia, pressionado pelo déficit hidrológico (GSF), estimam especialistas.

 

Pelos cálculos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o déficit hidrológico médio de 2017 ficou em 79%, o que significa que as hidrelétricas geraram 21% menos do que o volume de energia que tinham direito de comercializar.

 

Para compensar a menor geração hídrica, foram acionadas termelétricas, que produzem uma energia mais cara, gerando custo adicional para o sistema. Esse custo deveria ser coberto pela receita proveniente das bandeiras tarifárias, mas tendo em vista o alto preço da energia de curto prazo registrado ao longo do ano, justamente pela geração térmica, o valor arrecadado não tem sido suficiente para fazer frente às necessidades.

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) chegou a elevar o valor da cobrança adicional com o acionamento das bandeiras, a partir de novembro, e ainda liberou um recursos proveniente de um outro encargo, a Conta de Energia de Reserva (Coner), de maneira a reduzir o descompasso entre gastos e receitas. Ainda assim, a projeção é de déficit significativo. Pelas regras do setor, quando a receita com as bandeiras tarifárias não é suficiente para cobrir os custos, as distribuidoras arcam com compromisso e, no momento do reajuste, o saldo dessa conta entra no cálculo da tarifa, de forma a zerar os passivos.

 

Considerando os dados até novembro, a Aneel indicou um saldo negativo de R$ 4,8 bilhões para compensação futura, por meio das bandeiras tarifárias ou dos reajustes mensais. A estimativa da Associação de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) indica que o déficit das distribuidoras com o custo hidrológico deve somar cerca de R$ 4,3 bilhões em 2017. A leve redução deve ser possível tendo em vista que em dezembro vigorou a bandeira vermelha patamar 1, que adiciona R$ 3 a cada 100 KWh consumidos, gerando receita para a Conta Bandeiras, ao mesmo tempo em que o déficit hidrológico e os preços da energia de curto prazo foram menores que o de meses anteriores.

 

No entanto, para janeiro, a Aneel definiu que a bandeira tarifária é verde – sem custo extra para os consumidores -, reduzindo o montante arrecadado na conta bandeiras. Com isso, o passivo a ser repassado para as tarifas pode ser maior.

 

ENCARGOS

 

Além do custo com o déficit hidrológico, os especialistas também citam os encargos setoriais como fator de pressão nas tarifas de energia. No final de dezembro, a Aneel anunciou um aumento de 22,88% na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o que corresponde a um impacto médio nas tarifas de 2,14%, com diferenças no peso da cobrança por regiões. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o impacto será de 2,72%, e no Norte e Nordeste, de 0,77%, segundo cálculos da própria agência.

 

Mas a TR Soluções calcula que o impacto médio deve ser maior, de 3,7% nas tarifas, chegando a 4,5% para consumidores das regiões Sul e Sudeste-Centro Oeste. A consultoria explica que sua estimativa é superior à divulgada pela Aneel porque a análise considera também o componente financeiro do aumento no encargo, não apenas o econômico.

 

A TR lembra que haverá o impacto da retirada de componente financeiro negativo nas contas da CDE, referente a um desconto dado da ordem de R$ 10,00 por MWh, por conta de uma cobrança a maior, e que fica em vigor até o evento tarifário de cada concessionária em 2018.

 

 

Carga tributária de 2016 cresceu e chegou a 32,38% do PIB

VEJA

 

Na comparação com 2015, o maior incremento na carga tributária do ano passado ocorreu no Imposto de Renda (IR) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) (Foto: reprodução/iStock)

A Receita Federal divulgou nesta quarta-feira, 27, que a carga tributária brasileira cresceu pelo segundo ano consecutivo em 2016, quando atingiu 32,38% do Produto Interno Bruto (PIB). Em relação a 2015, o aumento foi de 0,27 ponto porcentual.

 

De acordo com o Fisco, esse crescimento foi causado principalmente pelo Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT), mas conhecido como a Repatriação de Recursos no Exterior. Sem o programa, a carga tributária teria caído no ano passado, de 32,11% para 32,01% do PIB.

 

A União foi a maior responsável pelo aumento de 0,27 ponto porcentual (p.p.) na carga, com uma contribuição de 0,15 p.p., seguida pelos Estados (0,07 p.p.) e os municípios (0,05 p.p.).

 

Por outro lado, a União voltou a perder peso na distribuição total dos valores arrecadados, passando de 68,36% em 2015 para 68,27% em 2016. Na mesma comparação, a fatia para os Estados passou de 25,41% para 25,40%, enquanto a parcela destinada aos municípios subiu de 6,23% para 6,34%.

 

Na comparação com 2015, o maior incremento na carga tributária do ano passado ocorreu no Imposto de Renda (IR) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Já os demais impostos – incidentes sobre bens e serviços: PIS/Cofins, IPI, II ISS e ICMS – acompanharam o desempenho da economia em apresentaram queda em proporção do PIB.

 

A Receita lembra que o PIB no ano passado apresentou uma retração de 3,5%, sendo um recuo de 3,0% no valor adicionado a preços básicos e uma queda de 6,3% nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.