Tarifa é uma nova sinalização para os consumidores (Foto: Divulgação)
A tarifa branca é uma nova sinalização para os consumidores sobre a variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo, informa a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A tarifa branca será oferecida para as unidades que são atendidas em baixa tensão, como residências e pequenos comércios. A partir de 1º de janeiro de 2018, todas as distribuidoras do País deverão atender aos pedidos de adesão à tarifa branca das novas ligações e dos consumidores com média mensal superior a 500 kWh.
Em 2019, deverão ser atendidas unidades com consumo médio superior a 250 kWh/mês e, em 2020, os consumidores de baixa tensão, qualquer que seja o consumo. Com a tarifa branca, o cidadão passa a ter a possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana em que consome a energia elétrica.
Se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia nos períodos de menor demanda (manhã, início da tarde e madrugada, por exemplo), a opção pela tarifa branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida. Nos dias úteis, a tarifa branca tem três valores: ponta, intermediário e fora de ponta. Esses períodos são estabelecidos pela Aneel, são diferentes para cada distribuidora e podem ser verificados no site.
Adesão
Da mesma forma que é possível aderir, se o consumidor não perceber a vantagem, ele pode solicitar sua volta ao sistema tarifário anterior, a tarifa convencional. A distribuidora terá 30 dias após o pedido para retornar o consumidor ao sistema convencional. Caso queira participar de novo da modalidade tarifária branca, o consumidor deverá cumprir um período de carência de 180 dias. A tarifa branca não se aplica aos consumidores residenciais classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em Lei, e à iluminação pública.
É importante que o consumidor, antes de optar pela tarifa branca, conheça seu perfil de consumo. Quanto mais o consumidor deslocar seu consumo para o período fora de ponta, maiores são os benefícios desta modalidade. Todavia, a tarifa branca não é recomendada se o consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e se não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta. Nessas situações, o valor da fatura pode subir.
Para ter certeza do seu perfil, o consumidor deve comparar suas contas com a aplicação das duas tarifas. Isso é possível por meio de simulação com base nos hábitos de consumo e equipamentos. Para aderir à tarifa branca, os consumidores precisam formalizar sua opção junto à distribuidora. Quem não optar por essa modalidade continuará sendo faturado pelo sistema atual.
Comércio comemora os efeitos da injeção de recursos feita pelo governo na economia estadual (Foto - Divulgação)
No primeiro fim de semana após a liberação do 13º dos servidores estaduais, o comércio comemora os efeitos da injeção de recursos feita pelo governo na economia estadual. Comerciantes contam que o movimento tem sido maior desde o pagamento de R$ 392 milhões ao funcionalismo, na quinta-feira (14). “Estávamos só esperando o 13º sair para comprar os presentes”, contou o bombeiro militar Adeilson Araújo, de 39 anos, que veio com a família de Aquidauana a Campo Grande para as compras de Natal. Na lista da família, há cerca de 30 presentes para os filhos, sobrinhos e crianças da igreja que frequentam, conta a esposa de Adeilson, Fabiana Nunes, de 28 anos. “Agora começa a jornada em busca dos melhores preços”, disse, animada.
Com uma boneca e um caminhão de brinquedo em mãos, a dona de casa Daiana Soares, de 29 anos, veio de Corumbá a Capital para uma consulta médica e já garantiu o presente dos filhos de 4 e 6 anos. “A gente não pode deixar as crianças sem presente”, comentou.
No início deste mês, o governador divulgou o calendário de pagamento do funcionalismo estadual que em 30 dias – de 4 de dezembro a 4 de janeiro de 2018 – injetará R$ 1,5 bilhão na economia do Estado. No caso do 13º, a liberação dos recursos que poderia ser feita até o dia 20 foi adiantada em uma semana para beneficiar o comércio. A medida foi elogiada pelo empresariado por ajudar a impulsionar as vendas.
Pelo Centro da Capital, o movimento já é o maior dos últimos dias, inclusive no trânsito. “O pessoal começou a receber e tem vindo. Os clientes falam que estão aproveitando o décimo terceiro para fazer as compras”, conta Gislaine Mendes, de 23 anos.
Funcionária em uma loja de enxovais para bebês, ela ressalta que as vendas dos últimos dias têm sido muito mais direcionadas a presentes do que consumo próprio dos clientes. “Já deu bastante diferença no movimento”, revela a vendedora Indianara Rodrigues, de 22 anos. A equipa da loja em que ela trabalha, na rua 14 de Julho, aumentou de oito para 15 pessoas, mirando o fluxo de fim de ano. “Para a semana que vem a gente espera um aumento ainda maior”, adiantou.
Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul (Fecomércio) com o Sebrae aponta que somente com as comemorações de Natal e Ano Novo (preparativos como presentes e ceia) sejam movimentados R$ 172 milhões na economia estadual.
A Prefeitura de Dourados, por meio do setor de fiscalização/pesquisas do Procon, realizou nesta quinta-feira (7), levantamento de preços de produtos mais consumidos na ceia de natal. A consulta foi feita em dez estabelecimentos comerciais da cidade e apresentou queda de 1,61% em relação à pesquisa publicada no dia 21 de dezembro de 2016.
Foram pesquisados produtos como panetones, carnes (suína, bovina, aves e peixe), frutas, enlatados e bebidas, num total de 52 itens. Foram encontrados 17 produtos com diferença superior a 100% do estabelecimento com menor preço para o de maior preço.
A diferença verificada entre o estabelecimento com menor preço e o com maior preço foi de 77%.
Entre os produtos desta pesquisa as maiores diferenças constatadas entre o maior e o menor preço foram do presunto tender kg, cujo menor preço encontrado é R$ 22,40 e o maior preço R$ 39,98, diferença de 78,48%. O panetone Chocotone 500 gr tem o menor preço em R$ 9,98 e o maior preço, R$ 31,95, diferença de 220,14%. Entre frutas cristalizadas 1 kg, o menor preço é R$ 9,50 e o maior, R$ 31,18,com diferença de 228,21%. Já a Sidra tradicional maçã 660 ml, o menor preço é R$ 4,19 e o maior, R$ 18,80,diferença de 348,69%.
O diretor do Procon, Mário Júlio Cerveira, alerta que o consumidor deve efetuar uma cuidadosa pesquisa de preço, avaliando sempre a relação preço x qualidade, ficar atento às informações contidas nos rótulos, como peso, data de fabricação, prazo de validade e condições de conservação.
“Deve ser sempre considerado o custo benefício do deslocamento no caso de estabelecimentos que estão apresentando produtos mais baratos que o da sua região”, observa, alertando que o consumidor deve sempre exigir a nota fiscal no ato da compra. Os telefones para falar tirar dúvidas ou reclamação são 151 ou 3411-7754.
A Black Friday, prevista para ocorrer nesta sexta-feira, 24, é um período com grande aumento de vendas online. A data, criada nos Estados Unidos e importada por outros países, como o Brasil, oferece descontos organizados pelo varejo.
Segundo dados do Google Brasil, a previsão é que as vendas online aumentem cerca de 20% durante a data. O cenário preocupa especialistas, uma vez que não são incomuns relatos de pessoas que já foram enganadas por lojas fraudulentas, tiveram dados de cartão de crédito roubados ou mesmo que se sentiram lesadas por valores de produtos diferente do anunciado.
O consultor de TI do escritório Pires & Gonçalves – Advogados Associados, Roberto Alessandro, alerta que os principais riscos da segurança nesse período são os sites que imitam lojas virtuais de grandes magazines. “Já vimos casos de sites tão perfeitos que a única diferença era uma letra no nome da empresa. Esses pequenos detalhes confundem o consumidor e o induzem a fornecer dados para sites especializados em roubar dados”.
Além de clones de sites, outra fraude bastante comum durante esses períodos é o phising – quando o consumidor clica em um link falso que o leva para um site malicioso. “Esses links piratas transferem o comprador para um ambiente totalmente projetado para roubar dados, então é comum encontrar pessoas que não reconhecem compras feitas no mesmo dia com aquele cartão”.
Para não cair nesses golpes, Alessandro alerta que é preciso prestar bastante atenção aos detalhes dos sites. “O primeiro detalhe é olhar para preços muito discrepantes. Se em todos os sites uma televisão estiver custando em torno de R$ 2 mil e naquela promoção do seu e-mail estiver custando apenas R$ 500, desconfie. Os descontos são atraentes, mas nunca serão com preços tão diferentes”.
Alguns sites internacionais de segurança divulgaram dados sobre as tentativas de fraudes ocorridas durante os grandes períodos de compras – Black Friday e Natal, que mostram um aumento de aproximadamente 31%, conforme esse estudo da ACI Worldwide.
Antes de comprar, previna-se! Uma boa forma de evitar cair em fraudes é tomando algumas precauções antes de realizar a compra. Confira as dicas:
Atualize o antivírus
Essa é uma medida importante que auxilia consumidores a não serem induzidos a comprar em sites piratas, por exemplo.
Cheque o site com cuidado
Veja se o site que deseja comprar possui credibilidade na rede. Uma boa maneira de checar é olhar a segurança – se possui cadeado e um https no canto esquerdo do endereço na tela.
Veja se alguém já reclamou
Olhar em sites especializados como o Reclame Aqui se a empresa sofreu muitas denúncias por parte de outros consumidores também ajuda a avaliar se aquela empresa é idônea!
E se a fraude já ocorreu, o que fazer?
Comprovada a fraude, o mais importante é identificar como reaver o prejuízo. Se estivermos diante de um problema de divergência de preços, a primeira providência é entrar em contato com a empresa e conversar sobre o ocorrido.
“Em dias de compras elevadas, é comum haver erros de digitação de preços, por exemplo. Recomendamos sempre conversar com a empresa para resolver a situação porque a própria justiça já reconhece essas discrepâncias como erro e não como uma forma de enganar o consumidor”, explica o advogado Maurício Salles, do escritório Pires & Gonçalves – Advogados Associados, especialista em Direito do Consumidor.
Salles ainda ressalta que as fraudes vêm caindo ao longo dos anos no Brasil. “As empresas brasileiras já aprenderam a lidar com esse volume concentrado de compras em um único dia e prepararam seus times para atender a demanda”.
Segundo dados do próprio Reclame Aqui, em 2016 foram registradas 2.900 reclamações, número bem menor que em 2015, quando foram registradas 4.400 queixas.
No entanto, quando for um caso de site clonado, é importante juntar as provas e entregar à polícia civil, responsável por esse tipo de crime. Embora as chances de reaver o prejuízo de pagar por produto não entregue sejam pequenas, o consumidor municia as autoridades a prenderem esses criminosos.
A Prefeitura de Dourados, por meio da Procuradoria Geral do Município e do setor de fiscalização do Procon, efetuou no dia 14 de novembro, a pesquisa de preço do combustível. Foram pesquisados 33 estabelecimentos na cidade e distritos. Foram pesquisados álcool, diesel e gasolina, todos comum.
O menor preço encontrado na gasolina foi de R$ 4,090; no diesel comum foi de R$ 3,490, diesel S10 R$ 3,050 e no etanol o menor preço praticado é de R$ 2,890.
A diferença entre o menor preço encontrado na gasolina (R$ 4,090) e o maior preço (R$ 4,299) é de 5,1%. No etanol a diferença entre o menor e maior preço é de 8,1%; no diesel comum é de 11,5% e no diesel S 10 é de 11,3 %.
O preço médio da gasolina em Dourados é de R$ 4,230 e em junho de 2017 o preço médio da gasolina nos postos em Dourados era de R$ 3,650, aumento de 16,0%. O preço médio do etanol nos postos em Dourados é de R$ 3,19.
O menor preço encontrado na gasolina em Dourados (R$ 4,090) é 0,14 centavos mais barato que o preço médio praticado (R$ 4,230) nos postos em Dourados.
O preço médio da gasolina, segundo a ANP (Agência Nacional de Petróleo) em Campo Grande, é de R$ 3,679; Ponta Porã R$ 3,808. E o etanol em Campo Grande é de R$ 3,010 e em Ponta Porã é R$ 3,098.
O Procon informa que os consumidores poderão exigir a análise do combustível para descobrir o teor de álcool presente na gasolina, teste esse que será feito pelo próprio funcionário do posto de combustível na frente do consumidor.
Para tirar dúvidas ou registrar reclamação ligue 151 ou 3411-7754.
O desconto de multas e juros chega a 95%, para os cadastrados no Simples Nacional.(Foto: Chico Ribeiro)
Os contribuintes com débitos decorrentes de penalidades aplicadas pelo descumprimento de obrigações acessórias referentes ao ICMS, inscritos ou não em dívida ativa, também podem aderir ao Refis, o Programa de Regularização Fiscal do Estado, para ficar em dia com o fisco estadual. O prazo para requerer os benefícios da Lei 5.071, que trata do assunto, começou no dia 16 de outubro e segue até dia 15 de dezembro deste ano. O desconto de multas e juros chega a 95%, para os cadastrados no Simples Nacional.
Para o caso de dívidas referentes a obrigações acessórias, a Lei prevê o pagamento em parcela única, com desconto de 70% do valor da multa correspondente; em duas a seis parcelas, redução de 50% da multa; de sete a 12 parcelas mensais e sucessivas, desconto de 40% da multa, e de 13 a 24 parcelas, redução de 30% da multa. Entre as chamadas obrigações acessórias estão o envio à Secretaria de Fazenda de documentos relativos ao recolhimento de ICMS, como a Guia de Informação e Apuração do ICMS. O não cumprimento das obrigações acessórias gera a aplicação de penalidades, como multas.
Parcelamento
O contribuinte tradicional que tenha dívida de ICMS de fatos geradores ocorridos até 30 de abril deste ano, terá desconto de 90% na multa e juros caso pague à vista. Se parcelar entre duas a seis vezes mensais, a redução é de 75% da multa e dos juros; de sete a 18 parcelas, desconto de 60% na multa e juros e de 19 a 36 vezes 50% de desconto na multa e juros. A regra vale para débitos inscritos ou não em Dívida Ativa.
Para as empresas do Simples Nacional, a Lei prevê que se a opção for pelo pagamento em uma única vez, o desconto é de 95% na multa; em duas a seis vezes, 80% de redução da multa; de sete a 15 parcelas mensais e sucessivas 65% de desconto na multa e de 16 a 30 parcelas 55% de redução na multa.
Os proprietários de veículos terão duas opções para pagar o IPVA vencidos até 31 de dezembro de 2016. Se pagar em até duas parcelas mensais, tem redução de 90% da multa e juros; de três a seis vezes, redução de 75% da multa e juros incidentes sobre o débito. Os débitos relativos ao Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD) sobre os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2016 poderão ser liquidados da seguinte forma: até duas parcelas mensais e sucessivas, redução de 90% da multa e juros; de três a seis parcelas, desconto de 75% da multa e juros correspondentes. O governador Reinaldo Azambuja tem reforçado que embora o Refis seja estadual, 25% do ICMS e 50% do IPVA são destinados aos municípios, e que a recuperação desses recursos vai ajudar as prefeituras no pagamento do 13º salário dos servidores.
Para auxiliar os contribuintes a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) criou um canal em seu site com todas as informações sobre o Refis. E também elaborou um informativo, com perguntas e respostas. Confira abaixo:
INFORMATIVO: PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO FISCAL – MS / REFIS-2017.
Qual o prazo de início e término de adesão ao Programa de Recuperação Fiscal?
Início: 16 de outubro de 2017.
Término: 15 de dezembro de 2017
Quais os débitos abrangidos pelo REFIS-MS / 2017?
2016
Débitos de ICMS inscritos ou não em dívida ativa, relativos a fatos geradores ocorridos até 30 de abril de 2017; b. Débitos do Simples Nacional – ICMS, cuja cobrança tenha sido transferida para o Estado; c. Débitos de penalidades decorrentes pelo descumprimento de obrigações acessórias referentes ao ICMS, inscritos ou não em dívida ativa, cuja infração tenha ocorrido até 30 de abril de 2017; d. Débitos de ITCD – Causa Mortis e Doação, relativos aos fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2016; e. Débitos de IPVA – relativos aos fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2016.
Como saber o valor a ser pago com o benefício da Lei n. 5.071/2017?
Pelo site da SEFAZ ou PGE, informando o documento de origem do débito para pagamento em parcela única;
No caso de parcelamento, os débitos de ICMS e ITCD poderão ser calculados e apresentados ao contribuinte, ou ao seu representante legal, pelas Agências Fazendárias ou na Procuradoria de Controle da Dívida Ativa (PCDA) em Campo Grande, ou nas Procuradorias Regionais, nos outros municípios, no caso de débitos inscritos na dívida ativa;
Como fazer para aderir ao REFIS- MS / 2017?
Para pagamento em parcela única, poderá ser emitido o DAEMS pela Internet:
– No site da Sefaz, para débitos não inscritos na dívida ativa;
– No site da PGE, para débitos inscritos na dívida ativa;
2. Para pagamento parcelado de ICMS e ITCD, o contribuinte deverá apresentar seu pedido de parcelamento à Agência Fazendária de sua localidade, ou na Procuradoria de Controle da Dívida Ativa (PCDA), em Campo Grande, ou nas Procuradorias regionais, em outros municípios, nos casos de débitos inscritos na dívida ativa.
3. Para pagamento parcelado de IPVA, poderá ser feito mediante acesso à internet, nos sites da Sefaz ou PGE (a partir de 01 de novembro de 2017).
Documentos e procedimentos necessários:
Débitos em discussão administrativa ou judicial (seja para quitação ou para parcelamento):
– Requerimento formalizando a desistência do recurso ou da ação em trâmite administrativo ou judicial, para posterior apresentação de DAEMS de quitação ou do Pedido de parcelamento de débito, para informar no respectivo processo administrativo ou judicial.
2. Débitos objetos de denúncia espontânea deverão ser apresentados até 15 de dezembro de 2017, e o contribuinte deve apresentar o demonstrativo de débitos e termo de confissão (modelo instituído e disponibilizado no site da Sefaz).
3. Débitos tributários, inscritos ou não, de ICMS a serem parcelados:
– Documentos pessoais (RG, CPF ou CNH) do contribuinte;
– Documentos pessoais do representante legal, se houver, além dos documentos do contribuinte e procuração legal;
– No caso de Empresa Individual, requerimento de empresário;
– Nos demais casos, Certidão simplificada da JUCEMS ou última alteração do contrato social autenticada.
4. Débitos tributários de ITCD a serem parcelados:
– Guia de informação do ITCD, devidamente aprovada pela Unidade de Acompanhamento e Arrecadação de Outros Tributos – UNAOT;
– Termo de declaração do inventariante, no caso de espólio e documentos pessoais do inventariante e do inventariado;
– Nos casos de doação documentos pessoais do doador e do beneficiado.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
– PGE – Procuradoria de Controle da Dívida Ativa:
Rua sete de setembro, n. 676 – Campo Grande – MS
Telefones de contato: (67) 3322-7609/7610/7611.
– Sefaz – Central de Pendências Fiscais / UCOBC:
Av. Fernando Correa da Costa, n. 858 – Centro – Campo Grande -MS
Telefone de contato: (67) 3316-7520 (ICMS), 3316-7521 e 3316-7544 (IPVA).
– Sefaz – Unidade de Cobrança e Controle de Créditos Tributários:
Av. Desembargador José Nunes da Cunha, Bloco 02 – CEP: 79.031310 – Jardim Veraneio – Campo Grande – MS.
Telefones de contato: (67) 3318- 3317.
– Sefaz – Unidade de Acompanhamento e Arrecadação de Outros Tributos – UNAOT:
Av. Fernando Correa da Costa, n. 858 – Centro – Campo Grande -MS
A Expo foi realizada de 23 a 25 de outubro, no Sheraton Hotel, em Assunção.(Foto: Divulgação)
A participação de Mato Grosso do Sul na 9ª Edição da Expo Paraguay Brasil com uma delegação composta por 40 empresários sul-mato-grossenses de diversos segmentos, resultou no alavancamento de relações comerciais e institucionais entre o Estado e o país vizinho além de render o prêmio de melhor estande governamental no evento. A Expo foi realizada de 23 a 25 de outubro, no Sheraton Hotel, em Assunção.
“Tivemos uma participação exitosa graças à atuação conjunta do governo do Estado, por meio da Semagro, em conjunto com a Fiems e o Sebrae. Nosso objetivo foi o de estreitar as relações institucionais com o Paraguai, reforçando a política do governador Reinaldo Azambuja, que é de fomentar o desenvolvimento econômico dos municípios da fronteira”, comentou o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck.
O secretário esteve na Expo no dia 24 de outubro, representou oficialmente o governo do Estado no evento e participou da conferência “Políticas Estatales de Internacionalización”, junto com o presidente da Fiems, Sérgio Longen. Em sua palestra “Desenvolvimento Integrado Brasil Paraguai – Cooperar para Desenvolver”, Jaime Verruck mostrou aos empresários e autoridades presentes os números da economia de Mato Grosso do Sul que credenciam o Estado como um dos melhores locais para investimentos e realização de negócios no Brasil.
“Apresentamos o ambiente favorável e competitivo que o governo do Estado está proporcionando em Mato Grosso do Sul, com produção recorde de grãos, incentivo às energias renováveis, fomento ao turismo, investimento em logística, enfatizando a Rota de Integração Latinoamericana e a hidrovia, além do intercâmbio de ciência e tecnologia. Já é certo que faremos novas participações no evento, tendo como parceiros o setor empresarial, a Fiems, o Sebrae, Faems e Fecomércio”, afirmou o secretário.
“Nossa percepção é de que o desenvolvimento pode ser conjunto e há uma relação positiva. A questão da fronteira é um grande problema, principalmente a segurança. Nossa proposta é o desenvolvimento conjunto da fonteira, que pode gerar a substituição futura do narcotráfico. E só conseguiremos isso com o desenvolvimento econômico”, finalizou.
Êxito empresarial e governamental
A Expo foi realizada de 23 a 35 de outubro, no Sheraton Hotel, em Assunção e ofereceu visitas técnicas para que os empresários conhecessem os serviços de armazenamento, distribuição, logística, além de assistir a palestras sobre legislação paraguaia.
Nos dias 24 e 25 foi realizada a Ruedas de Negócios, que promoveu 1644 reuniões entre empresários brasileiros e paraguaios, com volume de negócios estimado em US$65,8 milhões, em importações, exportações e acordos comerciais, em sua maioria de médio prazo.
Ao todo, 491 empresas se registraram para as rodadas, sendo 147 brasileiras. Dos oito estados participantes (MS, PR, SP, GO, RS, SC, ES, MG) Mato Grosso do Sul enviou a maior delegação de empresários, nos setores de construção civil e negócios imobiliários, serviços, alimentos e bebidas e estética.
Mato Grosso do Sul ganhou o prêmio de melhor estande governamental da 9ª edição da Expo Paraguay Brasil, em Assunção. No espaço, com 48 metros quadrados foi oferecido atendimento especializado da Semagro, Fiems e SebraeMS aos empresários paraguaios e brasileiros. O estande também ofereceu tour virtual 360 graus com as belezas de Bonito e abrigou reuniões com autoridades e empreendedores, tornando-se o mais frequentado pelas 2 mil pessoas que visitaram e participaram das atividades do evento.
A participação sul-matogrossense na Expo Paraguay Brasil foi organizada graças à parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso do Sul (Sebrae-MS).
Mato Grosso do Sul fechou 199 vagas de emprego formal em setembro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (19). O resultado foi menos negativo que o do mês de agosto e deixou o estado em 20º no ranking das unidades da federação.
As demissões superaram as contratações nos setores de construção civil (-562), agropecuária (-296), comércio (-71) e administração pública (-3). Por outro lado, tiveram variação positiva indústria de transformação (366), serviços (356), extrativa mineral (7) e serviços industriais de utilidade pública (4).
No ranking dos municípios sul-mato-grossenses com mais de 30 mil habitantes, Três Lagoas foi o que teve pior desempenho no Caged de setembro: perdeu 761 vagas. Também perderam postos Amambai (-18), Coxim (-17), Maracaju (-70), Naviraí (-20), Nova Andradina (-57), Ponta Porã (-38), Rio Brilhante (-59) e Sidrolândia (-12).
As contratações superaram as demissões em Campo Grande (292), Paranaíba (423), Aquidauana (35), Corumbá (121) e Dourados (195).
O ajuste do horário vale para os moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. (Foto: Reprodução)
Na madrugada deste domingo (15), os brasileiros devem adiantar o relógio em uma hora devido ao horário de verão. A mudança é adotada por 11 estados até 18 de fevereiro de 2018. Para conferir a hora certa, acesse a página do Observatório Nacional.
O ajuste do horário vale para os moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
O objetivo é aproveitar o maior período de luz solar possível para economizar energia. Com a mudança no relógio, o leste do Amazonas e os estados de Roraima e Rondônia ficam com duas horas a menos em relação ao horário de Brasília, enquanto Acre e oeste do Amazonas ficam com três horas a menos.
O chefe da Divisão do Serviço da Hora do Observatório Nacional (ON), Ricardo Carvalho, explica que a diferença de tempo entre o nascer e o pôr do sol durante o verão é maior nas áreas distantes da linha do equador, que divide a Terra entre os hemisférios Norte e Sul. É o caso das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.
“Quanto mais ao Sul, os dias tendem para uma maior variação ao longo do ano, sendo mais longos no verão e mais curtos no inverno. Por exemplo, em 1º de julho, no Rio de Janeiro, a duração do dia foi de 10h45, enquanto em Porto Alegre foi de 10h15. No verão, especificamente no dia 1º de dezembro deste ano, a duração do dia no Rio de Janeiro será de 13h07 e em Porto Alegre será de 13h56”, diz.
História
Criado em 1827, o Observatório Nacional é responsável pela geração, distribuição e conservação da hora oficial do País. “A geração da Hora Legal Brasileira é o resultado de um cálculo tendo como base as medidas de intercomparação de um conjunto de nove relógios atômicos mantidos em funcionamento contínuo na Divisão Serviço da Hora do ON, resultando na Escala de Tempo Atômico Brasileira, chamada internacionalmente de UTC (ONRJ), sendo UTC a sigla de Tempo Universal Coordenado e ONRJ Observatório Nacional Rio de Janeiro”, esclarece Carvalho.
A Pesquisa Comparativa de Preços de Brinquedos, realizada pela Prefeitura de Dourados, por meio do setor de Fiscalização e Pesquisas do Procon, tem como objetivo oferecer uma referência de preço ao consumidor por meio do menor e maior preço obtido dentro da amostra pesquisada.
As fiscais do Procon visitaram seis estabelecimentos comerciais localizados na área central e no Shopping da cidade de Dourados, entre os dias 05 a 06 de outubro, e coletaram os preços de bicicletas, bonecas, jogos, bolas, entre outros brinquedos.
Existem diversos fabricantes nesse segmento e cada um oferece ao consumidor vários tipos e modelos de brinquedos. Dos 42 itens relacionados nesta pesquisa, 28 itens são comercializados em mais de um dos estabelecimentos visitados.
As variações e os preços constatados referem-se aos dias em que foi realizado o levantamento, portanto, os valores atuais podem ser diferentes. Os preços praticados pelo mercado estão sujeitos à alteração conforme a data da compra, inclusive por ocasião de descontos especiais, ofertas e promoções.
É interessante que o consumidor analise a tendência geral de preços praticados pelos estabelecimentos, já que eventualmente um mesmo local pode apresentar o preço mais caro para um item e para outros ter preços mais convidativos.
O Procon de Dourados informa que o objetivo da pesquisa é esclarecer o público e que os seus resultados não poderão ser utilizados para fins publicitários.
Lojas com maior variedade de produtos, em relação ao total dos 42 itens:
Lojas Americanas – 20 itens (47.6%)
ExtraHiper – 11 itens (26.2%)
Havan – 15 itens (35.7%)
Popular Kids – 23 itens (54.8%)
Ri Happy – 27 itens (64.3%)
Big Presentes – 06 itens (14.3%)
Número de itens, por loja, com menor preço obtido:
Americanas – 11 itens
Havan –08 itens
A maior diferença de preço encontrada na pesquisa foi de 275,07% nos produtos:
Boneca Mini Princesa
Maior preço: R$ 149,99
Menor preço: R$ 39,99
Diferença valor absoluto: R$ 110,00
E a segunda maior diferença encontrada foi de 233,41% no produto:
Princesa – Mattel
Maior preço: R$ 99,99
Menor preço: R$ 29,99
Diferença valor absoluto: R$ 70,00
O Procon de Dourados-MS recomenda que, ao escolher um brinquedo, o consumidor:
• faça uma criteriosa pesquisa de preços, levando em consideração o custo-benefício dodeslocamento e a qualidade do produto;
• considere a idade, o interesse e a habilidade da criança;
• dê preferência a brinquedos educativos que estimulem a coordenação motora, ainteligência, a afetividade, a criatividade e a socialização;
• verifique se o item traz informações adequadas, claras e em língua portuguesa sobresuas características, qualidades, quantidade, origem, composição, preço e garantia;
• examine se na embalagem consta o selo de certificação Inmetro, que indica que o produto foi fabricado e comercializado de acordo com as normas técnicas. O selo deveapresentar a marca do Inmetro e a do organismo de certificação credenciado (IQB,Falcão Bauer, entre outros);
• apure se na embalagem constam ainda: descrição exata dos itens inseridos,identificação do fabricante (nome, CNPJ, endereço) ou do importador (caso obrinquedo seja importado), eventuais riscos que possam apresentar à criança, a faixaetária ou idade a que se destina e instruções de uso e de montagem.
O telefone do Procon é 3411-7754 ou 151 e o e-mail: procon@dourados.ms.gov.br
Alta no preço da gasolina ajudou a impulsionar aumento do índice de inflação em Campo Grande em setembro, diz IBGE (Foto: Reprodução/TV Morena)
Campo Grande registrou em setembro uma inflação de 0,33%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (6).
O percentual é o segundo maior entre as 13 capitais pesquisadas pela entidade, ficando atrás somente de Vitória (ES), que contabilizou 0,54% e se igualando ao de Belém (PA).
O índice registrado em Campo Grande ainda ficou acima da média nacional, que foi de 0,16%. No acumulado de nove meses de 2017, o percentual da capital sul-mato-grossense atingiu 1,13% e nos últimos 12 meses, 2,81%.
O IBGE aponta que dos nove grupos de produtos pesquisados pelo IBGE, o que teve alta mais expressiva na cidade em setembro foi o de transportes, com 1,55%.
O instituto ressalta que o grupo sofreu o impacto do aumento no preço da gasolina, que ficou em média, 2,13% maior na cidade de agosto para setembro, e ainda das passagens aéreas, que apresentaram alta de 23,73%.
Dos outros grupos de produtos, seis também registraram aumentos em setembro: “Artigos de Residência”, com 1,21%; “Comunicação”, 0,65%; “Despesas Pessoais”, com 0,62%; “Saúde e Cuidados Pessoais”, com 0,17%; “Alimentação e Bebidas”, 0,05% e “Vestuário”, 0,04%.
Apenas os segmentos de “Habitação”, com -0,91% e “Educação”, com -0,12%, contabilizaram reduções.
O levantamento apontou que na média, o gasto com presentes no estado deve ser neste Dia das Crianças em Mato Grosso do Sul de R$ 109,50 (Foto - Divulgação)
O Dia das Crianças deve movimentar com a compra de presentes e comemorações R$ 62,55 milhões em Mato Grosso do Sul neste ano. O valor é 17,45% maior do que o registrado no ano passado, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (2), pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF) e Sebrae-MS.
Do valor que deverá ser movimentado, 69,38%, o equivalente a 43,40 milhões, serão usados na compra de presentes e o restante, 30,61%, o que representa R$ 19,15 milhões, nas comemorações, que envolvem desde a alimentação em casa até passeios e viagens, entre outros.
A pesquisa ouviu 1.948 pessoas nas cidades de Aparecida do Taboado, Aquidauana, Anastácio, Campo Grande, Chapadão do Sul, Corumbá, Ladário, Dourados, Nova Andradina, Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas, entre os dias 13 e 25 de setembro.
O levantamento apontou que 52,26% dos entrevistados disseram que têm a intenção de presentear no Dia das Crianças, sendo que 49,67% vão destinar o mimo aos filhos, 22,25% aos sobrinhos e 12,58% aos netos.
As opções de presentes mais citadas pelos participantes do levantamento foram os brinquedos, com 53,37%; seguido por roupas, com 28,60% e calçados, com 8,62%. Antes da aquisição, 84,37% relataram que vão fazer uma pesquisa de preços.
A maioria das pessoas que vão presentear, 60,12%, comentaram que pretendem gastar entre R$ 1 e R$ 100; 79,91% disseram que vão comprar na semana do Dia das Crianças e 73,30% informaram que vão pagar em dinheiro.
A principal opção para fazer as compras serão as lojas do centro, que são citadas por 80,82% dos entrevistados. Para as aquisições, os atributos que serão considerados pela maior parte dos entrevistados serão os preços, citados por 33,67%, os produtos (qualidade, diferencial e design), com 33,67% de menções e o atendimento, com 17,30%.
A pesquisa do IPF e Sebrae-MS, indica que as comemorações deverão ser mais “tímidas” em 2017 no estado. De acordo com o levantamento, somente 26,39% dos participantes revelaram que pretendem fazer algum tipo de atividade.
Desse total, 54,86% vão investir em alimentação em casa, 18,57% em passeios, 8,86% em atividades ao ar livre. Uma quantidade significativa, 36,41%, relatou que pretende gastar nas comemorações entre R$ 51 e R$ 100.
O levantamento apontou que na média, o gasto com presentes no estado deve ser neste Dia das Crianças em Mato Grosso do Sul de R$ 109,50 e os gastos com as comemorações R$ 93,72.
Mato Grosso do Sul tem o quarto maior rebanho bovino do país, segundo dados do IBGE (Foto: Armindo Kchel/Embrapa Agropecuária Oeste)
Mato Grosso do Sul tem 5 municípios entre os 20 do país que possuem os maiores rebanhos bovinos, segundo dados da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) 2016, divulgados nesta quinta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com os dados tabulados pelo G1, no top 20 do ranking de rebanho bovino figuram as cidades sul-mato-grossenses de: Corumbá (2ª posição), com 1.820.000 animais; Ribas do Rio Pardo (3ª), com 1.148.050; Aquidauana (11ª), com 784.000; Porto Murtinho (15ª), com 698.000 e Três Lagoas (17ª), com 620.000.
Juntas, as cinco cidades representaram em 2016, 21,91% de todo o rebanho de bovino de Mato Grosso do Sul, que totalizou 21.800.990 cabeças.
Frente a 2015, quanto tinha 21.357.398 animais, o rebanho sul-mato-grossense cresceu 2,07%, conforme os dados do IBGE e representou no ano passado 9,99% do total de cabeças do país, que atingiu os 218.225.177.
Apesar do crescimento, o estado se manteve como o quarto em número de bovinos no país. Ficou atrás somente de Mato Grosso, com 30.296.096, Minas Gerais, com 23.637.803 e Goiás, com 22.879.411.
O crescimento da arrecadação federal em agosto fez o déficit primário cair no mês. Segundo números divulgados pelo Tesouro Nacional, as contas do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – fecharam agosto com resultado negativo de R$ 9,598 bilhões. O déficit é 52,7% menor que o registrado em agosto do ano passado (R$ 20,302 bilhões).
O déficit primário é o resultado negativo nas contas públicas antes do pagamento dos juros da dívida pública. No acumulado de janeiro a agosto, o déficit está em R$ 75,995 bilhões, o pior resultado da série histórica, que começou em 1997. O resultado, no entanto, está influenciado pela antecipação do pagamento de precatórios.
Tradicionalmente pagos em novembro e dezembro, eles passaram a ser pagos em maio e junho, piorando o resultado em R$ 18,1 bilhões. O Tesouro decidiu fazer a antecipação para economizar R$ 700 milhões com juros que deixam de ser atualizados.
Os precatórios são títulos que o governo emite para pagar sentenças judiciais transitadas em julgado (quando não cabe mais recurso). De acordo com o Tesouro Nacional, não fosse a antecipação, o déficit primário acumulado de janeiro a agosto totalizaria R$ 67,7 bilhões, abaixo do resultado negativo de R$ 75,995 bilhões registrado nos oito primeiros meses de 2016.
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Outros fatores que impulsionaram o déficit primário nos oito primeiros meses do ano foram a queda das receitas no acumulado de 2017 – mesmo com o crescimento registrado em agosto – e o crescimento de despesas obrigatórias, principalmente com a Previdência Social e o gasto com os reajustes do funcionalismo público.
De janeiro a agosto, as receitas líquidas caíram 0,7%, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mas as despesas totais cresceram 0,3%, também considerando o IPCA.
Em relação às despesas, a alta foi puxada pela Previdência Social e pelo funcionalismo público. Os gastos com os benefícios da Previdência Social subiram 6,7% acima da inflação nos oito primeiros meses do ano, por causa do aumento do valor dos benefícios e do número de beneficiários. Por causa de acordos salariais fechados nos dois últimos anos e da antecipação dos precatórios, os gastos com o funcionalismo acumulam alta de 10,7% acima do IPCA de janeiro a agosto.
As demais despesas obrigatórias acumulam queda de 8,3%, também descontada a inflação oficial. O recuo é puxado pela reoneração da folha de pagamentos, que diminuiu em 26,3% a compensação paga pelo Tesouro Nacional à Previdência Social, e pela queda de 25,4% no pagamento de subsídios e subvenções. Também contribuiu para a redução o não pagamento de créditos extraordinários do Orçamento ocorridos no ano passado, que não se repetiram este ano.
As despesas de custeio (manutenção da máquina pública) acumulam queda de 9,2% em 2017 descontado o IPCA. A redução de gastos, no entanto, concentra-se nos investimentos, que totalizam R$ 22,774 bilhões e caíram 36,2% de janeiro a agosto, em valores também corrigidos pela inflação.
Principal programa federal de investimentos, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) gastou R$ 14,145 bilhões de janeiro a agosto, redução de 45,1%. O Programa Minha Casa, Minha Vida executou R$ 1,873 bilhão, retração de 56,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Essas variações descontam a inflação oficial.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) está oferecendo áreas em Mato Grosso do Sul para exploração de petróleo e gás natural. A licitação para empresas interessadas será aberta nesta quarta-feira (27).
O estudo feito pela ANP revelou que 11 áreas em Mato Grosso do Sul, na Bacia do Paraná, podem ter potencial para a exploração de gás natural e petróleo. A área abrange 17 municípios: Água Clara, Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Brasilândia, Campo Grande, Deodápolis, Ivinhema, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Santa Rita do Pardo, Taquarussu e Três Lagoas.
Segundo o estudo da ANP, a Bacia do Paraná é classificada como Nova Fronteira, pois possui áreas geologicamente pouco conhecidas e barreiras tecnológicas ou do conhecimento a serem vencidas.
O geólogo Milton Saratt explicou que o estudo não deve causar danos ambientais. “A pesquisa inicial foi feita com pouco conhecimento do público. São pesquisas realizadas ao longo das estradas, através de caminhões, passaram despercebidas, não geraram dano. São situações bem localizadas.”
Ao todo, serão ofertadas áreas em nove bacias sedimentares do país, em um total de 122.615,71 km².
A ANP vai abrir licitação nesta quarta-feira. As empresas interessadas na exploração serão responsáveis pelo custeio e pelo estudo que vai identificar se de fato, existe algo pra ser explorado no estado.
Se ficar comprovado que Mato Grosso do Sul tem como explorar combustíveis fósseis, o impacto será positivo para a economia, de acordo com o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck.
“Se nós tivermos possibilidade de produção de gás natural em Mato Grosso do Sul, nós teríamos mais uma fonte energética, teríamos opção de royalties a esses municípios e teria possibilidade de diversificação da nossa base econômica. Então nós somos cautelosos, mas seria extremamente positivo para a economia do estado”, afirmou Verruck.
Mato Grosso do Sul ainda não possui produção de petróleo ou gás natural e não há áreas em fase de exploração no estado. Contudo, a área em oferta possui potencial para descobertas de gás natural em modelo exploratório análogo àquele do Parque dos Gaviões na Bacia do Parnaíba, que é atualmente a segunda maior produtora terrestre de gás natural.
Os bônus de assinatura mínimos variam entre R$ 381 mil e R$ 429 mil, de acordo com a ANP. Esta rodada de licitações tem por objetivos ampliar as reservas e a produção brasileira de petróleo e gás natural, ampliar o conhecimento das bacias sedimentares, descentralizar o investimento exploratório no país, desenvolver a pequena indústria petrolífera e fixar empresas nacionais e estrangeiras no país, dando continuidade à demanda por bens e serviços locais, à geração de empregos e à distribuição de renda.
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