terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Bloqueios em rodovias provocam desabastecimento na Ceasa/MS, mas fluxo deve ser normalizado em breve

Bloqueios nas rodovias verificados em vários estados nos últimos dias impediram a chegada de mercadorias à Ceasa/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul). Isso se deve, conforme pontua o secretário da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, mais em consequência das interdições ocorridas fora de Mato Grosso do Sul do que dentro do Estado, especificamente. “Isso mostra, claramente, como os bloqueios afetaram diretamente os consumidores. Imediatamente tivemos um aumento de preços e a diminuição na oferta de produtos com apenas alguns dias de paralisação”, afirmou.

Entretanto, já estando praticamente todas as rodovias liberadas, o fluxo de cargas tende a se normalizar e a oferta de produtos na Ceasa/MS também será restabelecida nos próximos dias. “Já percebemos desde ontem uma melhoria no fluxo e estamos com a expectativa de que até amanhã a gente já tenha uma regularidade no número de caminhões chegando na Ceasa e, consequentemente, no fornecimento”, continua o secretário.

Conforme levantamento da diretoria da Ceasa/MS, nos dias 1º e 2 de novembro houve drástica redução na entrada de produtos, ficando entre 70% e 80% a menor do que em dias normais. Em comparação com terça e quarta-feira passadas, houve uma redução de 50% na chegada dos caminhões, passando de 108 para 54 veículos, sendo que, em sua maioria, os caminhões que conseguem chegar trazem cargas do próprio Mato Grosso do Sul. Geralmente, a Ceasa/MS recebe, em média 1.547 toneladas de mercadorias nas terças e quartas-feiras. Mas nessa semana (dias 1º e 2), o total não passou de 600 toneladas.

Os comerciantes da Ceasa/MS estão com estoque regular de alguns produtos menos perecíveis, como batata, cenoura e cebola. No entanto, segundo o diretor da Central, Daniel Mamédio do Nascimento, disse que os preços já começam a subir, refletindo a diminuição da oferta. A batata, por exemplo, saiu de R$ 110,00 para R$ 180,00 o saco de 25kg. Um aumento substancial de 62%.

Todos os produtos tiveram entrega reduzida, com destaque para o abacaxi, que é trazido de SP, MG, PA, AL, BA, MA e MS. Esse produto não teve nenhuma entrada registrada na quarta-feira (2). Para se ter outro parâmetro comparativo, na segunda-feira da semana passada (24/10) a Ceasa/MS recebeu 63.243 toneladas de abacaxi e nessa segunda-feira (31), apenas 21.120 toneladas. Uma redução de 70%.

A cebola, que é trazida de SP, MG, GO, MT, SC, RS e também de Mato Grosso do Sul, teve diminuição de 77% do volume total nesses dias, passando de 57,1 toneladas na semana passada para 13,46 toneladas no início dessa semana.

Outro produto destacado é a melancia, oriunda dos estados de BA, ES, MT, SP, GO, MG, RN, RS, TO e MS. Não houve registro de entrada do produto na terça-feira, e o total contabilizado na semana foi de 5,05 toneladas. No mesmo período da semana passada a Central recebeu 41 toneladas de melancia.

Goiaba, maçã, melão e pêra também entram na lista dos produtos que não registraram entrada na Ceasa/MS nesses dias de paralisação.

“No geral, a diminuição na entrada de mercadorias foi de aproximadamente 65%, prejudicando não só os vendedores como também os compradores que não conseguem chegar para comprar e levar para seus municípios”, afirma Daniel Mamédio.

“A tendência, segundo os permissionários questionados, é que se não normalizar até neste sábado, haverá a falta de várias mercadorias, além do aumento expressivo nos preços dos produtos que ainda restam no estoque”.

Fonte: Portal do MS

Inflação muda comportamento dos brasileiros, mostra pesquisa

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Pechincha

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

Fonte: Agência Brasil

Com terceira queda seguida, dólar fecha o dia cotado a R$ 4,80

Após ter fechado o pregão da última sexta-feira (20) com queda de 0,98%, o dólar continuou a recuar frente ao real nesta segunda (23), e fechou o dia cotado a R$ 4,8075 – queda de 1,31% e bem abaixo da média móvel linear dos últimos 50 dias.

No acumulado do mês de maio, a moeda norte-americana já recuou 2,79%. Com o desempenho, o dólar acumula queda de 13,7% em 2022. Depois de disparar no primeiro trimestre, o real perdeu fôlego a partir de abril, e se mantinha abaixo das máximas do ano, oscilando praticamente em sincronia com a performance do dólar no mercado internacional.

Na bolsa de valores, o Ibovespa fechou o dia no maior patamar em quase um mês, diante de ganhos em Nova York e impulso de ações de commodities locais.

Grandes bancos e a Petrobras foram as empresas que impulsionaram a alta. Segundo a agência de notícias internacionais Reuters, o Ibovespa subiu 1,93%, a 110.582,52 pontos, terceira alta seguida e maior fechamento desde 25 de abril. O volume financeiro foi de 23,3 bilhões de reais.

Fonte: Agência Brasil

Receita aguarda quase 12 milhões de declarações a 15 dias do fim do prazo

Faltando 2 semanas para o fim do prazo, a Receita Federal ainda aguarda quase 12 milhões de declarações do Imposto de Renda 2022. Até as 11h desta segunda-feira (16) foram 22.288.470 documentos entregues – cerca de 65% das 34,1 milhões de declarações esperadas este ano.

O prazo para enviar o documento sem multa termina em 31 de maio.

É obrigado a declarar IR em 2022:

Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado;

Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;

Quem obteve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

Quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;

Quem teve, em 2021, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;

Quem tinha, até 31 de dezembro de 2021, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

Quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2021.

 Lotes de restituição

De acordo com a Receita Federal, serão disponibilizados cinco lotes de restituição neste ano, nos dias:
31 de maio;
30 de junho;
29 de julho;
31 de agosto; e
30 de setembro.

Fonte: Portal G1

Pesquisa do Procon/MS encontra variação de até 257,14% nos presentes para os Dia das Mães

A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), divulgou pesquisa de preços dos produtos escolhidos como presentes nos Dias das Mães, como flores, perfumes, relógios e aparelhos celulares.

A pesquisa realizada no período de 26 de abril a 02 de maio em diversos estabelecimentos especializados para detectar as possíveis diferenças nos valores de comercialização.

As flores apresentaram maior variação de preços. O vaso pequeno de violeta teve variação de 257,14%, sendo o maior valor, de R$ 25,00 nas floriculturas Jardim do Édio e Marrocos, e com o menor valor, de R$ 7,00, na Tom Mudas. A menor variação foi de 20,00%, do Buquê com 3 Rosas Nacional, sendo o maior valor R$ 60,00 na Corbélia Flores e o menor valor, R$ 50,00, nas floriculturas Jardim do Édio, Lilys Blak, Marrocos, Nicareta e Rosalândia.

Os celulares tiveram variação de até 65,44%. O celular Smartphone Sansung S20 FE 128GB foi encontrado por R$ 4.299,90 na Havan e o menor valor (R$ 2.599,00) na Casas Bahia. A menor variação foi de 4,00% no Motorola Moto E7 Plus 64GB, sendo o maior valor, de R$ 1.299,00, na Casas Bahia, e o menor valor, de R$ 1.249,00, na C&A.

Entre os relógios, a maior variação foi no Relógio Lince Pulseira de Metal, com maior valor sendo R$ 289,99 C&A e o menor valor, de R$ 179,99, na Pernambucanas (variação de 61,11%). A menor variação (5,27%) no Relógio Condor Pulseira de Couro, sendo o maior valor de R$ 199,90 na Riachuelo e o menor valor de R$ 189,90 na Pernambucanas. No comparativo anual observou-se que nos itens Relógios, dos 9 comparados 2 tiveram decréscimo e o relógio Samart Watch apresentou menor variação, de 21,73%; já o relógio Mondaine pulseira metal ficou com menor variação, de 7,22%, 2 tiveram decréscimo.

No quesito perfumaria, a maior variação (43,50%) foi encontrada no perfume Flower By Kenzo feminino EAU de Parfum 30ml, vendido a R$ 329,90 na Renner e a R$ 229,90 na Riachuelo. A menor variação foi de 2,36% no preço do Miss Dior Feminino Eau de Parfum 100ml, sendo o maior valor R$ 829,00 na Anne Gachet e o menor valor, de R$ 809,90, na Renner e na Riachuelo. No comparativo Anual, a maior variação foi de 29,33% no Mis Dior Eau 30ml e a menor variação de 5,27% no Britney Spears Fantasy feminino Eau de Toilette 30ml.

Fonte: Portal do MS

Rendimento do trabalhador cai 9,7% em um ano, diz IBGE

O rendimento real habitual do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.489 no trimestre findo em janeiro deste ano. Isso representa quedas de 1,1% em relação ao trimestre encerrado em outubro e de 9,7% frente ao trimestre finalizado em janeiro de 2021.

Os dados, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), foram divulgados hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já a massa de rendimento real habitual (R$ 232,6 bilhões) ficou estável em ambas as comparações.

A pesquisa divulgada hoje também mostra que a taxa de desemprego ficou em 11,2% em janeiro deste ano, abaixo das taxas de outubro (12,1%) e de janeiro de 2021 (14,5%).

Subutilização
A população subutilizada, ou seja, os que estão desempregados, aqueles que trabalham menos do que poderiam e as pessoas que poderiam trabalhar mas não procuram emprego, chegou a 27,8 milhões de pessoas, quedas de 7,2% (menos 2,2 milhões) frente ao trimestre anterior e de 15,5% (menos 5,1 milhões) na comparação anual.

A taxa composta de subutilização (23,9%) caiu 1,9 ponto percentual em relação ao trimestre de agosto a outubro (25,7%) e 5,1 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2021 (29%).

A população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) permaneceu estável quando comparada com o trimestre anterior e caiu (menos 3,9 milhões de pessoas) na comparação anual.

A população desalentada, isto é, ou seja, aqueles que desistiram de procurar emprego, ficou em 4,8 milhões de pessoas, reduções de 6,3% (menos 322 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 18,7% (menos 1,1 milhão de pessoas) na comparação anual.

Empregos com carteira
O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo-se trabalhadores domésticos) foi 34,6 milhões de pessoas, 2% a mais (681 mil pessoas) que outubro e 9,3% acima (2,9 milhões de pessoas) que janeiro de 2021.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,4 milhões de pessoas) cresceu 3,6% (427 mil pessoas) em relação a outubro e 19,8% (2 milhões de pessoas) no ano.

O número de trabalhadores por conta própria (25,6 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 10,3% (mais 2,4 milhões de pessoas) no ano.

Os trabalhadores domésticos (5,6 milhões de pessoas) apresentaram estabilidade no confronto com o trimestre anterior, mas subiu 19,9% (mais 931 mil pessoas) no ano.

Fonte: Agência Brasil

Preço médio da gasolina em Dourados é de R$ 6,445, diz Procon

A Prefeitura Municipal de Dourados, por intermédio do setor de fiscalização do Procon, efetuou nesta quinta-feira, dia 3, a pesquisa de preços dos combustíveis. Foram pesquisados 39 (trinta e nove) estabelecimentos na cidade de Dourados e distritos, sendo comparados os preços do etanol, da gasolina comum e aditivada, do diesel comum e S10.

Segundo os dados divulgados pelo Procon, o preço médio da gasolina em Dourados é de R$ 6,445. Em novembro de 2021, o preço médio praticado era de R$ 6,603, houve uma queda de 2,4%.

A diferença entre o menor preço encontrado na gasolina comum (R$ 6,250) e o maior preço (R$ 6,949 ) é de 11,2 %. O preço médio do Etanol em Dourados é de R$ 5,265, sendo que em novembro era de R$ 5,652, queda de 6,83 %.

E em relação ao Diesel comum em novembro de 2021, o preço médio era de R$ 5,307 e nesta pesquisa apontou como preço médio o valor de R$ 5,579, uma alta de 5,13%.

O Diesel S10 apresentou nesta pesquisa o valor médio de R$ 5,612 e na pesquisa do mês de novembro de 2021 apresentou preço médio de R$ 5,457, mostrando uma alta de 2,85%.

O Procon informa que os consumidores poderão exigir a análise do combustível para descobrir o teor de álcool presente na gasolina, teste esse que será feito pelo próprio funcionário do posto de combustível na frente do consumidor.

Qualquer dúvida ou reclamação ligue 151 ou 3411-7754.

Fonte: Assecom

Dólar sobe mais e fecha perto de R$ 5,69, no maior valor desde abril

O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (6), renovando o maior patamar desde abril, à medida que a possibilidade de aumentos antecipados de juros nos Estados Unidos ofuscava expectativas de investidores em torno da reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central desta semana, que se encerra na quarta.

A moeda norte-americana subiu 0,13%, a R$ 5,6898. Veja mais cotações. É o maior patamar de fechamento desde 13 de abril (R$ 5,7161).

Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 0,42%, a R$ 5,6823, acumulando avanço de 1,56% na semana. No mês, acumula alta de 0,85%. No ano, o salto é de 9,69% frente ao real.

Cenário

Nesta semana, as atenções dos investidores seguem voltadas também para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que se reúne nos próximos dias 7 e 8 de dezembro para deliberar sobre a taxa básica de juros. A expectativa é de novo acréscimo de 1,50 ponto percentual (o que levaria a Selic para 9,25% ao ano).

Juros mais altos encareceriam o custo de apostas na alta do dólar contra o real, movimento que tenderia a beneficiar a moeda brasileira.

No entanto, disse ele, “a gente acaba tendo que disputar com os Estados Unidos”.

Sua fala diz respeito a sinalizações recentes de várias autoridades do Federal Reserve (Fed) de que o banco central norte-americano está preparando o terreno para acelerar o ritmo de redução de seus estímulos e possivelmente antecipar aumentos de juros para 2022, o que poderia limitar o efeito do ciclo de alta da Selic sobre o mercado de câmbio doméstico.

O próprio presidente do Fed, Jerome Powell, disse na semana passada que acredita ser apropriado discutir na próxima reunião do banco central o encerramento total de seu programa de compras de títulos alguns meses mais cedo do que o esperado, em meio a sinais de persistência da inflação alta nos EUA. Isso poderia abrir caminho para alta nos custos dos empréstimos.

“Competir com (aumentos de) juros nos Estados Unidos é difícil, porque investir lá é muito seguro; a maior economia do mundo não dá calote”, disse Schroeder.

Projeções do mercado

A projeção do mercado financeiro para a inflação de 2021 subiu de 10,15% para 10,18%. Foi a trigésima quinta semana seguida de aumento, de acordo com o Boletim Focus do Banco Central. Para 2022, subiu de 5% para 5,02%. Ou seja, a expectativa é de estouro da meta do governo pelo 2º ano seguido.

Os analistas também baixaram a previsão de crescimento do PIB deste ano, que passou de 4,78% para 4,71%. Para 2022, o mercado reduziu a previsão de alta do PIB de 0,58% para 0,51%.

Para a Selic, a estimativa foi mantida em 9,25% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. Para o fim de 2022, os economistas mantiveram a expectativa para a taxa Selic de em 11,25% ao ano.

Já para o dólar, a projeção subiu de R$ 5,50 para R$ 5,56 para o fim de 2021 e de R$ 5,50 para R$ 5,55 para o fim de 2022.

Fonte: Portal G1

Banco Central regulamenta Pix Saque e Pix Troco

O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, para incluir as modalidades de saque e de troco. A resolução foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União. https://www.cash-loans.net

As modalidades estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (29). Segundo o BC, a oferta dos dois novos produtos aos usuários da ferramenta é opcional, cabendo a decisão final aos estabelecimentos comerciais, às empresas proprietárias de redes de autoatendimento e às instituições financeiras.

Pix Saque

O Pix Saque permitirá que os clientes de qualquer instituição participante do sistema realizem saque em um dos pontos que ofertar o serviço.

Estabelecimentos comerciais, redes de caixas eletrônicos compartilhados e participantes do Pix, por meio de seus serviços de autoatendimento próprios, poderão ofertar o serviço. Para ter acesso aos recursos em espécie, o cliente fará um Pix para o agente de saque, em dinâmica similar à de um Pix normal, a partir da leitura de um QR Code ou a partir do aplicativo do prestador do serviço.

Pix Troco

No Pix Troco, a dinâmica é praticamente idêntica. A diferença é que o saque de recursos em espécie pode ser feito durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Nesse caso, o Pix é feito pelo valor total, ou seja, da compra mais o saque. No extrato do cliente aparecerá o valor correspondente ao saque e à compra.

Limite

O limite máximo das transações do Pix Saque e do Pix Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20h às 6h). De acordo com o BC, haverá, no entanto, liberdade para que os ofertantes dos novos produtos do Pix trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado aos seus fins.

Tarifas

De acordo com o BC, não haverá cobrança de tarifas para clientes pessoas naturais (pessoas físicas e microempreendedores individuais) por parte da instituição detentora da conta de depósitos ou da conta de pagamento pré-paga para a realização do Pix Saque ou do Pix Troco para até oito transações mensais.

Para o comércio que disponibilizar o serviço, as operações do Pix Saque e do Pix Troco representarão o recebimento de uma tarifa que pode variar de R$ 0,25 a R$ 0,95 por transação, a depender da negociação com a sua instituição de relacionamento.

“A oferta do serviço diminuirá os custos dos estabelecimentos com gestão de numerário, como aqueles relacionados à segurança e aos depósitos, além de possibilitar que os estabelecimentos ganhem mais visibilidade para seus produtos e serviços (‘efeito vitrine’)”, diz o BC.

Fonte: Agência Brasil

Trabalhadores nascidos em janeiro podem sacar auxílio emergencial

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em janeiro podem sacar, a partir de hoje (1º), a sétima parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 20 de outubro.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, só podiam ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a rodada de pagamentos teve sete parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, receberam R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebeu R$ 375; e pessoas que moram sozinhas receberam R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio foi pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. O beneficiário precisava ter sido considerado elegível até dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continuou valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Fonte: Agência Brasil

Dono do supermercado Comper, Grupo Pereira investirá R$ 50 milhões em Dourados

A chegada da rede de supermercados cria 600 novos postos de trabalho em Dourados. O Grupo Pereira, que está entre as oito maiores redes varejistas do país, instala duas lojas do Supermercado Comper. A previsão de inauguração é para 2022 e conta com investimento de R$ 50 milhões.

Nesta sexta-feira (29) o prefeito Alan Guedes recebeu em coletiva de imprensa representantes do Grupo Valor, parceiros do Grupo Pereira,  Aurélio Rolim Rocha e Aurélio Rocha. Estiveram presentes os secretários municipais, Henrique Sartori (Governo) e Cleriston Recalcatti (Desenvolvimento), e o presidente da Câmara de Vereadores, Laudir Munaretto.

Alan Guedes ressaltou que a chegada da rede Comper na cidade mostra a visão e o arrojo do Grupo Pereira em investir numa das regiões que mais se desenvolvem no Centro-Oeste brasileiro. “Grandes empresas, de vários segmentos, estão se instalando em Dourados e as novas operações do Comper impulsionam ainda mais nossa política de atrair e incentivar a geração de receita e novos empregos”, destacou.

O presidente do Grupo Pereira, Beto Pereira, ressaltou que trazer o investimento para Dourados foi uma decisão estratégica, por se tratar da maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul, considerada o centro propulsor da “Grande Dourados”, composta por mais 11 municípios. Além de ser conhecida como Portal do Mercosul, por sua proximidade com a fronteira paraguaia, é um dos mais importantes polos agropecuários do estado.

“A escolha de Dourados para consolidar nossa atuação no Mato Grosso do Sul foi estratégica. A cidade é um polo agropecuário em pleno crescimento. Queremos ajudar no desenvolvimento da cidade e fazer com que cresça ainda mais e seja um bom lugar para se viver, trabalhar e construir histórias”, afirmou.

As lojas da Rede Comper oferecerão um sortimento completo, com excelência em produtos perecíveis: açougue com carne fresca, hortifrúti, padaria e rotisseria. E ainda traz a Adega Comper e uma gama de produtos importados, tudo para proporcionar ao cliente uma experiência de compra completa.

Fonte: Assecom

Petrobras confirma novo aumento da gasolina e do diesel

A Petrobras vai reajustar mais uma vez os preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras. Segundo comunicado divulgado nesta segunda-feira (25) pela petroleira, os novos valores passam a vigorar a partir de terça (26).

A alta já havia sido antecipada no domingo pelo presidente Jair Bolsonaro. Durante um evento em Brasília, ele afirmou que “infelizmente, pelos números do preço do petróleo lá fora e do dólar aqui dentro nos próximos dias, a partir de amanhã, infelizmente teremos reajuste do combustível”.

Com a alta, o preço médio de venda da gasolina passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro, um reajuste médio de R$ 0,21 por litro (alta de 7,04%). É o segundo reajuste no preço do combustível este mês. No último dia 9, a gasolina já havia subido 7,2%.

Já o litro do diesel A passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,28 por litro (alta de 9,15%). A última alta do combustível havia sido em 28 de setembro, de 8,89%.

No ano, o diesel já acumula alta de 65,3% nas refinarias. Já a gasolina subiu 73,4% no mesmo período.

Nos postos, o preço médio da gasolina ficou em R$ 6,36 o litro na semana passada, com o valor máximo chegando a R$ 7,46, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, por sua vez, registrou preço médio de R$ 5,04 e máximo de R$ 6,42 o litro.

Petróleo e dólar em patamares mais elevados

A explicação para o aumentos dos preços dos combustíveis está em vários fatores, mas, principalmente, no valor do petróleo e no câmbio.

O dólar e a cotação do petróleo vêm tendo mais influência sobre os preços de combustíveis no Brasil desde 2016, quando a Petrobras passou a praticar o Preço de Paridade Internacional (PPI), que se orienta pelas flutuações do mercado internacional.

Na semana passada, o preço do barril de petróleo Brent – referência internacional – fechou acima em US$ 85,53, perto das máximas desde o final de 2018. No começo do ano, o preço médio estava abaixo de US$ 65.

Já o dólar atingiu R$ 5,6282, acumulando alta de mais de 3% na semana.

Segundo a Petrobras, o alinhamento de preços ao mercado internacional “se mostra especialmente relevante no momento que vivenciamos, com a demanda atípica recebida pela Petrobras para o mês de novembro de 2021”.

Parcela da Petrobras

Com os novos valores, a parcela da Petrobras no valor do litro de gasolina pago pelos consumidores nos postos passará a ser de R$ 2,33, em média.
Já no caso do diesel, a parcela da estatal será de R$ 3,34.

Fonte: Portal G1

Dólar tem alta e fecha na maior cotação desde abril

O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (11), em dia de baixa liquidez por causa do feriado de Nossa Senhora Aparecida na terça, mas com os investidores de olho nos próximos passos da política monetária norte-americana e nos temores globais de inflação.

A moeda norte-americana subiu 0,39%, vendida a R$ 5,5366. É a maior cotação desde o dia 20 de abril, quando havia fechado a R$ 5,5563.

Na sexta-feira, a moeda fechou com leve queda de 0,02%, cotada a R$ 5,5151. Na semana passada, a alta acumulada foi de 2,73%, maior avanço em sete dias desde a série finalizada em 9 de julho (+4,01%).

Com o resultado de hoje, o avanço no mês é de 1,67%, e no ano, de 6,74%.

Já a bolsa fechou em queda de 0,58%, aos 112.180 pontos.

Cenário

O dólar continua em patamares elevados, refletindo, entre outros fatores, a alta dos rendimentos dos títulos norte-americanos, disse à Reuters Luca Maia, estrategista de câmbio e juros para América Latina do BNP Paribas.

A taxa do Treasury de dez anos subiu recentemente para patamares superiores a 1,6%, principalmente por causa da sinalização recente do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, de que a redução das compras mensais de títulos do banco central dos EUA começará em breve, o que é visto como impulso global para o dólar.

“Powell foi mais enfático de que o ‘tapering’ (redução de estímulos) pode começar neste ano, e esse comunicado começou a colocar uma pulga muito grande atrás da orelha dos mercados”, disse Maia.

Alimentando expectativas de que o Fed começará a reverter sua postura expansionista, os preços do petróleo alcançaram máximas em vários anos recentemente, desencadeando um temor global de inflação, disse Maia.

“Esse impacto inflacionário é sempre pior para mercados emergentes”, explicou, ressaltando que o peso mexicano e o peso chileno, dois pares importantes do real, também foram prejudicados por uma dinâmica global menos favorável nas últimas semanas.

“A janela que a gente tinha para maior atratividade de ativos em emergentes vai se fechando.”
No Brasil, onde a alta dos preços também tem sido motivo de cautela, um dos principais motores para a depreciação recente do real foi a percepção de um Banco Central menos duro com a inflação do que o esperado. A taxa Selic está atualmente em 6,25% ao ano.

Enquanto isso, outras autoridades monetárias de países emergentes já começaram a elevar os custos dos empréstimos, ressaltou o estrategista, o que diminui a atratividade dos retornos oferecidos no Brasil quando comparados a outros lugares de risco semelhante.

Nesta segunda-feira, o mercado financeiro subiu de 8,51% para 8,59% as estimativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano. Foi a 27ª alta seguida no indicador. Os economistas mantiveram a estimativa de crescimento do PIB em 5,04% para 2021. Para 2022, o mercado reduziu a previsão de alta de 1,57% para 1,54%.

O mercado financeiro também manteve em 8,25% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. Com isso, os analistas seguem estimando alta dos juros neste ano.

Para o dólar, a projeção para o fim de 2021 subiu de R$ 5,20 para R$ 5,25. Para o fim de 2022, a estimativa permanece em R$ 5,25.

Fonte: Portal G1
 

Pesquisa do Procon identifica variação de até 22,96% entre supermercados de Dourados

A Prefeitura de Dourados, através do Procon Municipal, realizou pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica em 12 supermercados do município. A pesquisa levantou o preço de 29 itens. Entre os estabelecimentos, a diferença no maior e menor preço pode chegar a 22,96%.

Entre os itens pesquisados, 13 apresentaram variação superior a 100% entre o maior e menor preço. As principais variações entradas foram: a erva mate tereré 1kg (381,29%), o creme dental 90gr (315,17%), a bolacha água e sal 400gr (223,90%), a margarina 500gr (180,60%) e batata 1 kg (100,00%).

De acordo com o diretor administrativo do Procon, Antônio Marcos Marques, no último mês, se comparado com a pesquisa de setembro, houve pouca alteração entre os produtos. “Os consumidores devem estar atentos às especificações dos produtos, tais como o prazo de validade, composição e peso líquido do produto, mas, no geral, os valores estão bem próximos do praticado no último mês”, explicou.

Outros produtos que também apresentaram variação maior que 100% são a goiabada, o sabão em pó, a cebola, o extrato de tomate, o macarrão e o sal.

Serviço: Em caso de dúvidas ou reclamações, entrar em contato com o Procon pelos telefones (67) 3411-7754 ou 151.

Veja a lista completa abaixo:

https://www.dourados.ms.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/PESQUISA-CESTA-BASICA-OUTUBRO-2021.pdf

 

Fonte: Assecom

Exportações de Mato Grosso do Sul sobem 16,5% com destaque para soja, celulose e açúcar

O mercado externo de Mato Grosso do Sul continua aquecido. As exportações de janeiro a julho acumulam saldo de US$ 2,8 milhões, sendo o resultado 16,5% maior que o mesmo período de 2020. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (05) pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Conforme a análise feita pela equipe econômica da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) e publicada na Carta de Conjuntura, as exportações somam US$ 4,232 milhões nos sete meses do ano, enquanto as importações acumulam US$ 1,340 milhão.

Com relação aos principais produtos exportados de janeiro a julho, a soja em grão aparece como primeiro na pauta de exportações, sendo responsável por 40,91% do total no Estado. No faturamento com as exportações há aumento de 25,82%, enquanto que no volume houve crescimento de 0,87%.

Em termos de grãos, o milho aparece em oitavo no ranking, com participação de 2,46% na balança comercial e crescimento de 139% no faturamento das exportações. “Assim como a soja, o milho é sazonal, o que significa que o volume enviado ao mercado externo oscila ao longo do ano. Com o fim da safra a tendência é as vendas aumentarem”, afirma o titular da Semagro, secretário Jaime Verruck.

O segundo produto mais exportado em 2021 é a celulose, com 20,21% de participação e redução, em termos de valor, de 16,7% em relação ao mesmo período de 2020. A queda é puxada principalmente pelo preço de comercialização da commoditie no mercado externo.

Destaque para o açúcar que passou de 2,4% para 4,39% a participação na balança comercial em 2021 e ainda teve aumento de 115% no faturamento das vendas ao mercado externo. A carne bovina, o farelo de soja e o minério de ferro também apresentaram aumento nas exportações e na participação no Estado.

Em relação aos produtos importados, Mato Grosso do Sul continua com a pauta concentrada na importação de gás boliviano, mas com queda de 6,76% no faturamento do combustível comprado da Bolívia no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado.

A China se mantém como principal parceiro internacional de Mato Grosso do Sul, sendo responsável por comprar 50,5% de tudo que o Estado exporta. Em 2021, elevou em 15,5% as importações, seguido pelos Estados Unidos que aumentaram 36% a compra de produtos estaduais e representam 4,76% do mercado.

Foto: Portal do MS