A atenção primária de Saúde de Dourados realizou 7.128 atendimentos apenas nas UBS (Unidade Básica de Saúde) durante os primeiros 10 dias de lockdown. Já os atendimentos para casos de Covid-10, estão sendo direcionados para o PAM (Posto de Assistência Médica) e na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que atuam como retaguarda para o HV (Hospital da Vida).
A UPA atendeu no período de 10 dias cerca de 117 adultos e 36 crianças, dos quais 65 foram no setor Covid da unidade. Até ontem (8), 6 estavam na área vermelha e 16 na área amarela, em que 11 estavam positivos e 08 aguardando resultado para verificar a existência da doença.
Mas, ontem (9), quatro pacientes da área vermelha foram transferidos para São Bernardo do Campo, em São Paulo, em busca de um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) disponível.
Já no PAM, os atendimentos relativos à Covid foram registradas 831 consultas das quais foram colhidos 637 exames RT-PCR, o mais confiável na identificação da doença. Já no bloco verde, em que são realizados atendimentos clínicos, foram identificadas 192 consultas médicas.
O diretor-presidente da Funsaud (Fundação dos Serviços de Saúde de Dourados), Jairo José de Lima, explica que as unidades que estão voltadas para o atendimento de saúde acabam, por vezes, ainda realizando outros atendimentos.
“Nós temos buscado atender nesses pontos apenas casos de Covid-19, mas algumas pessoas acabam buscando assistência médica e nós recebemos e cuidamos deste paciente. Com o encerramento das atividades do drive dos Bombeiros, na realização de testes para Covid, houve um aumento desta demanda nos últimos dias”, aponta.
Já o Hospital da Vida, que mantém seus atendimentos em outras patologias, realizou o atendimento ambulatorial de 574 pacientes, 92 internações e 150 altas neste período. Já no setor Covid, foram registradas 14 internações e 12 altas médicas.
A 23ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe entra em sua terceira fase a partir desta quarta-feira (9). Todos os grupos elencados pelo ministério da saúde podem receber a dose da influenza.
De hoje até o próximo dia 9 de julho, podem se vacinar: gestantes, mães com até 45 dias após o parto, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores, doentes crônicos, caminhoneiros, pessoas com deficiência permanente, membros das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas, motoristas e cobradores de transporte coletivo e trabalhadores portuários.
Em Dourados a procura segue baixa, apenas 26.256 doses foram aplicadas, o público alvo é 104.896, deixando a cobertura vacinal em 24,9%. “Lembramos que quem é do grupo prioritário para as duas vacinas, Influenza e Covid-19, você deve tomar as duas, respeitando o intervalo de 14 dias entre elas”, explica o secretário municipal de Saúde, Edvan Marcelo Marques.
As unidades de saúde urbanas, que estão vacinando contra influenza, são: Novo Horizonte, Seleta, Cuiabazinho, Vila Hilda, Campo Dourado, Carisma, Piratininga, Chácara dos Caiuás, Maracanã, Cabeceira Alegre, Parque das Nações II, Jockei Clube, Guaicurus, Vila Vieira e no Bem Te Vi.
Segundo o secretário de saúde, com a pandemia da Covid-19, a imunização contra a gripe se tornou ainda mais importante. A vacina deixa o sistema imunológico 80% protegido contra cepas do vírus influenza.
A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, podendo também causar pandemias. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de influenza podem variar de quadros leves a graves e podem levar ao óbito.
O Estado de Mato Grosso do Sul registrou, desde o início da Pandemia, mais de 263.613 pessoas que venceram a Covid 19. No entanto, e segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 10% dos pacientes que foram infectados pelo vírus apresentam algum tipo de sintoma permanente, mesmo após a cura.
Para uma parcela de acometidos, em especial os casos mais graves com internação, suporte em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ventilação mecânica apresentam maiores chances de eventuais consequências com possibilidade de persistirem.
Desde que surgiram os primeiros casos, em dezembro de 2019 na China, a literatura médica vem registrando sequelas que podem atingir diferentes partes do organismo. Até mesmo depois de meses do contágio e da alta médica, existe a chance de surgirem incidentes relacionados ao SARS-CoV-2.
De acordo com especialistas, pacientes que tiveram quadros graves que exigiram internação, suporte em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ventilação mecânica apresentam maiores chances de eventuais consequências com possibilidade de persistirem.
Entre as sequelas mais comuns estão tosse seca, cansaço, fraqueza muscular, dor de cabeça e perda de olfato e paladar. Os sintomas podem perdurar por algumas semanas.
Também há casos de problemas cardíacos, como miocardite (inflamação no músculo do coração) e pericardite (inflamação na membrana que reveste o órgão), que podem levar a sintomas como arritmias. Outra inflamação relatada por especialistas é a miosite, que acomete os músculos e provoca riscos de fraqueza aguda e generalizada.
O rol de infecções sérias desencadeadas pelo coronavírus envolve problemas pulmonares como a fibrose, um enrijecimento progressivo do pulmão capaz de ocasionar falta de ar e má circulação sanguínea. Além disso, podem ocorrer problemas neurológicos mais graves, como sequelas variáveis de AVC (acidente vascular cerebral).
A saúde mental também é afetada
Depois de cuidar dos dois filhos e do marido em 2020, todos com Covid 19, a profissional de saúde, Ana Flávia, 42 anos também se contaminou no início deste ano. Todos, felizmente, não tiveram complicações. Mas dois parentes não resistiram a doença. Há dois meses, Ana Flávia percebeu que estava se sentindo muito desanimada com a vida, uma tristeza frequente e choro fácil. Ao procurar um especialista, veio o diagnóstico inesperado: depressão. “Sempre fui muito forte nas adversidades, mas percebi que a Pandemia me deixou exausta emocionalmente”, revelou.
Na opinião da médica infectologista, integrante do COE/MS, Mariana Croda, que participa de um projeto de pesquisa sobre o assunto, as sequelas podem atingir inclusive pacientes com poucos sintomas ou assintomáticos. “A principal é a fadiga, esse cansaço, que pode durar alguns meses, mas é algo persistente. Vale ressaltar que ainda não temos um acompanhamento a longo prazo para definir qual o período que essas sequelas ficam, e se elas são permanentes, ou não”.
Segundo Mariana, há relatos de perda do olfato e paladar por mais de seis meses depois da doença e ainda sem a recuperação completa desses sintomas. “ O vírus causa manifestações neurológicas e isso pode se manifestar de várias formas: dores crônicas, dor de cabeça. Estamos vendo também outras doenças, como as de saúde mental, que também pode estar relacionado: depressivos, episódios de psicose, que também estão acompanhando a covid”.
Outra linha de estudo aponta para doenças de cunho autoimune, no pós-covid. “Quando seu corpo começa a produzir substancias não reconhecendo você como você mesma e ataca alguns locais e isso inclui as dores articulares, as artralgias, que são os problemas nas articulações, as artrites e algumas outras manifestações mais graves”.
Conforme a superintendente de Relações Institucionais, Eliana Dalla Nora, a maioria das sequelas atendidas pelo setor de reabilitação do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) são motora, seguida de problemas cardiológicos e oftalmológicos. Falta de visão, por exemplo, é um dos problemas detectados e necessita de reabilitação.
A vacina Sputnik V apresentou 78,6% de eficácia para evitar novas infecções da Covid-19 após a aplicação de apenas 1 dose em idosos na província de Buenos Aires, aponta estudo preliminar divulgado nesta quarta-feira (2) pelo governo argentino.
O monitoramento acompanhou mais de 180 mil moradores da capital da Argentina e da região metropolitana entre dezembro de 2020 e março de 2021 – cerca de 40 mil foram vacinados. Os resultados, com a metodologia e dados completos ainda não foram publicados em revista científica.
“O estudo indica uma eficácia de 78,6% para evitar casos de Covid-19, de 84,7% para evitar as mortes e de 87,6% para reduzir hospitalizações em pessoas de 60 a 79 anos”, disse em nota o governo de Buenos Aires.
A aplicação de apenas a 1ª dose da vacina foi registrada pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês) como Sputnik Light, uma forma de acelerar a imunização sem a necessidade de aplicar duas doses e garantir a eficácia da proteção.
O estudo argentino foi o primeiro realizado fora da Rússia que acompanhou este regime de aplicação de vacinas em um “cenário de mundo real”. Um levantamento anterior apontou 79,4% de eficácia neste formato de aplicação em pacientes russos, de acordo com o fundo.
Destaques do estudo
186.581 pessoas com idades entre 60 e 79 anos foram acompanhadas pelas autoridades de saúde da região idosos com mais idade não foram considerados por ser uma amostragem pequena os pacientes foram vacinados entre 29 de dezembro de 2020 e 21 de março de 2021 pacientes que antes da vacina já se infectaram com o Sars-Cov-2 foram retirados do estudo 40.387 mil dos voluntários receberem a 1ª dose da vacina durante este período, 146.194 não foram imunizados – grupo usado para comparação
Sputnik V no Brasil
A Sputnik V vem sendo questionada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma das principais questões é que não deveria haver vírus capazes de se replicar em sua composição, e, segundo a Anvisa, os dados das pesquisas mostram que a Sputnik V tem isso.
A agência vetou pedidos de importação da vacina russa porque diz que não pode confiar na segurança, eficácia e qualidade do imunizante diante da ausência de informações que foram requisitadas.
Adenovírus replicante na vacina Sputnik V: entenda o que levou Anvisa a negar importação
Na próxima sexta-feira (4), a Anvisa deve apresentar o parecer sobre novos pedidos de importação do imunizante russo Sputnik V e do indiano Covaxin, ambos para o combate à Covid-19.
A Prefeitura de Dourados já aplicou mais de 19 mil doses do imunizante contra a Influenza, porém, esse montante representa apenas 18% da população do público alvo municipal contemplado pelo PNI (Programa Nacional de Imunização). A expectativa é vacinar até o fim da campanha cerca de 104.486 pessoas. A imunização teve início no dia 10 de abril e a procura está abaixo do esperado pelo município.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Imunização, Maura Barroso, um número maior de vacinados era esperado. “A procura nos postos tem estado abaixo do esperado e com a pandemia, a imunização contra a Influenza é ainda mais importante, já que a vacina deixa o sistema imunológico 80% protegido contra cepas do vírus influenza”, aponta.
Isso porque a vacina da gripe evita que o vírus influenza sobrecarregue o sistema respiratório, o que reduz o risco de contágio por coronavírus. O secretário municipal interino de Saúde, Edvan Marcelo Marques, aponta ainda que a vacinação é de extrema importância no momento devido a pandemia e caso seja contemplada a pessoa deve tomar os dois imunizantes.
“A população precisa buscar o posto mais próximo de sua casa que realize a vacinação. Muitos dos que estão sendo contemplados pela Influenza, também são contemplados pela vacina contra a Covid, mas nestes casos é importante cumprir o intervalo de 14 dias entre as doses”, destaca.
Nas três fases da campanha, a meta é aplicar 104.486 doses. A primeira fase, que teve como alvo as crianças (6 meses até menores de 6 anos), gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Quem está no grupo e não se vacinou, ainda pode procurar uma unidade de saúde para tomar a vacina.
Os grupos prioritários são definidos pelo Ministério da Saúde com base na vulnerabilidade de cada um. A próxima fase, que acontece entre 9 de junho e 9 de julho, abrangerá integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.
Onde encontrar a vacinação contra Influenza
As unidades de saúde urbanas, que estão vacinando contra influenza, são: Novo Horizonte, Seleta, Cuiabazinho, Vila Hilda, Campo Dourado, Carisma, Piratininga, Chácara dos Caiuás, Maracanã, Cabeceira Alegre, Parque das Nações II, Jockei Clube, Guaicurús e no Bem Te Vi.
A Secretaria de Estado de Saúde, através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/MS), enviou aos municípios de Mato Grosso do Sul comunicação em relação ao monitoramento da variante Indiana do Covid-19, após confirmação de casos no País. A SES reforça a necessidade da continuidade das ações de distanciamento social na prevenção ao Coronavírus.
Mato Grosso do Sul recebeu orientações da Rede do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do Ministério da Saúde em relação ao monitoramento da variante Indiana. A secretaria, através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso do Sul, encaminhou aos municípios comunicado em relação à nova variante. O Estado mantém o sequenciamento genômico das variantes do Covid-19.
Mato Grosso do Sul tem realizado o teste de antígeno nos municípios de fronteira para agilizar a detecção de pessoas com a COVID-19 e dar maior agilidade nas ações de prevenção e controle.
O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde divulgou comunicado sobre a confirmação no Brasil da variante B.1.617.2, mutação do vírus da Covid-19 na Índia, e também na investigação de pacientes suspeitos de estarem com a nova variante.
A nova variante foi confirmada no Maranhão na amostra da tripulação do navio “MV SHANDONG DA ZHI, ancorado na área de fundeio, em alto mar, na costa de São Luís. No total, 15 tripulantes testaram positivo para Covid-19 e nove tiveram o diagnóstico negativo. Das seis amostras com maior carga viral para sequenciamento genômico enviadas ao IEC, todas apresentaram resultado positivo para B.1.617.2.
A Índia possui a segunda maior prevalência de casos confirmados de Covid-19 do mundo e uma incidência de casos nos últimos 14 dias de 410.89 por 100 mil habitantes. Na análise do nível de alerta em saúde aos viajantes, que se baseia na incidência de casos nos últimos 14 dias, a Índia está classificada como nível 4, muito alto (mais de 100 casos de Covid-19 por 100 mil habitantes), em que se deve evitar qualquer viagem para este destino, conforme recomendação da Centers for Disease Control and Prevention (CDC).
O número de casos positivos para a Covid-19 voltou a disparar em Mato Grosso do Sul nos últimos dias. Com mais 1.175 casos positivos apresentados no boletim epidemiológico desta segunda-feira (24), a média móvel, que calcula os testes positivos dos últimos 7 dias e indica tendência de alta ou queda, bateu novo recorde.
De acordo com o indicador, o Estado confirmou 1.702 novos casos por dia na última semana. A título de comparação, no início do mês a média móvel estava em 874 no dia 5 de maio, mas voltou a aumentar gradativamente.
Os municípios com mais casos confirmados são: Campo Grande (520), Dourados (64), Corumbá (56), Três Lagoas (50) e Rio Brilhante (48). O total de sul-mato-grossenses infectados desde março do ano passado está em 278.052.
No momento Mato Grosso do Sul possui 17.054 casos ativos da doença. Sendo, 15.886 em isolamento domiciliar e 1.168 pacientes internados em leitos clínicos (677) e unidade de terapia intensiva (491).
A fila de espera por um leito está em 231 pacientes. Na central de regulação de Campo Grande são 171, na central de regulação de Dourados são 54, e na central de regulação do Estado (Core) são 6 pacientes aguardando uma vaga.
Enquanto isso, a taxa de ocupação de leitos por macrorregiões está da seguinte forma: Campo Grande (101%), Corumbá (100%), Dourados (96%) e Três Lagoas (89%).
O novo boletim registrou mais 31 óbitos em decorrência da doença. Com a atualização, o número total de mortes por Covid em Mato Grosso do Sul passa a 6.492. A média móvel indica 37,6 vidas perdidas por dia na última semana.
Os municípios de residência das novas vítimas da doença são: Campo Grande (+14), Ponta Porã (+3) e Naviraí (2). Amambai, Anastácio, Cassilândia, Fátima do Sul, Itaporã, Jaraguari, Miranda, Nioaque, Nova Andradina, Paranaíba, Rio Verde de Mato Grosso e Terenos registraram um óbito cada.
Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES), Mato Grosso do Sul possui 1.409 amostras em análise no Lacen e laboratórios parceiros, e outros 8.163 casos sem encerramento pelos municípios.
Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado de Saúde nesta quinta-feira (20.5) orienta que as gestantes e puérperas que tomaram a primeira dose da vacina Covid-19 da AstraZeneca aguardem o fim da gestação e do período puerpério (até 45 dias pós-parto) para completar o esquema vacinal com o mesmo imunizante.
A Secretaria de estado de Saúde recebeu orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI), após a suspensão temporária do uso do imunizante para esse público, por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A Secretaria de estado de Saúde mantém suspensa a vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades. A vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades deverá prosseguir com a vacina da Pfizer ou Coronavac.
As gestantes e puérperas pertencentes a outros grupos prioritários (trabalhadoras da saúde ou de outros serviços essenciais, por exemplo), poderão ser vacinadas após avaliação individual de risco e benefício a ser realizada em conjunto com o seu médico.
Mato Grosso do Sul aplicou a primeira dose da vacina contra Covid em 6.777 gestantes e puérperas. 3.538 tomaram a D1 da vacina da Aztrazeneca, 3.131 a vacina da Pfizer e 108 a vacina da Coronavac.
Gestantes e puérperas que já receberam a vacina da AstraZeneca devem procurar atendimento médico imediato se apresentarem, nos 4 a 28 dias seguintes a vacinação, algum desses sintomas: falta de ar; dor no peito; inchaço na perna; dor abdominal persistente; sintomas neurológicos, como dor de cabeça persistente e de forte intensidade, borrada, dificuldade na fala ou sonolência; ou pequenas manchas avermelhadas na pele além do local em que foi aplicada a vacina.
Os trabalhadores da saúde envolvidos na atenção pré-natal deverão estar atentos ao histórico vacinal das gestantes sob seu cuidado para fornecer as orientações adequadas. Ademais recomenda-se reforçar com as gestantes a necessidade de se manter as medidas de proteção não farmacológicas mesmo após a vacinação.
Após o atraso e a paralisação da produção de vacina contra a covid-19 por falta de insumos, o Instituto Butantan informou hoje (17) que um carregamento de matéria-prima para a CoronaVac chegará ao Brasil no dia 26 de maio. Segundo o Butantan, está prevista a chegada de um lote com 4 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina.
“O Butantan recebeu nesta manhã, da China, a previsão do envio de nova remessa de insumos ao Brasil para produção da vacina do Butantan. A chegada do novo lote com 4 mil litros de insumos está prevista para o dia 26”, disse hoje o governador de São Paulo, João Doria.
Hoje, mais cedo, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, já havia confirmado que os insumos chegariam ainda este mês ao Brasil.
A produção de vacinas contra a covid-19, no Butantan, estão paralisadas desde a última sexta-feira (14) por falta de insumos. Segundo o instituto, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China.
Na semana passada, o instituto e o governo do estado disseram que a Sinovac, farmacêutica chinesa parceira na produção dessa vacina, já havia fabricado 10 mil litros de insumo para serem enviados ao Brasil. Mas o governo chinês não estava autorizando o envio por causa de questões diplomáticas.
Hoje, entretanto, o instituto recebeu a informação de que parte dessa produção chega ainda este mês. Os 6 mil litros restantes aguardam autorização de envio pelo governo chinês. Ainda não há previsão de chegada desses insumos ao Brasil.
Ontem, em Botucatu, no interior paulista, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, negou que problemas burocráticos estejam atrapalhando o envio de insumos ao país. Para ele, a dificuldade de envio da matéria-prima é um problema mundial, que não afeta somente o Brasil.
O Instituto Butantan tem dois contratos assinados com o Ministério da Saúde para o fornecimento de vacinas para a população brasileira por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O primeiro contrato, para fornecimento de 46 milhões de doses, já foi cumprido. Falta ainda um contrato de 54 milhões de doses, previsto para ser entregue em agosto. Até este momento, o Butantan entregou 47,2 milhões de doses de vacinas ao governo federal.
A doação não é obrigatória e ocorre nos postos que vacinam contra a Covid-19
A Prefeitura de Dourados e a Sociedade de São Vicente de Paulo, conhecida como Vicentinos, realizam a ação “Vacine e Doe” no município, com o apoio do Ministério Público. A iniciativa convida o público-alvo da imunização contra a Covid-19 a doar um quilo de alimento não perecível a ser entregue nos pontos de vacinação. Importante ressaltar que a doação não é obrigatória para se vacinar. Trata-se de uma iniciativa de solidariedade.
De acordo com prefeito, Alan Guedes, essa é uma ação que reúne alimentos que serão encaminhados para famílias em estado de vulnerabilidade.
“Essa é uma ação de solidariedade, visto que muitas pessoas têm passado por necessidades, para contemplar famílias que perderam renda e tem tido dificuldade em se sustentar. Os Vicentinos já realizam esse trabalho de doção e estão recebendo uma maior demanda e com isso toda a comunidade pode ajudar um pouco”, conta.
Os Vicentinos ficarão responsáveis pelo recolhimento das doações. Os doadores devem se atentar à data de validade dos produtos. Além de alimentos, as pessoas podem doar também produtos de limpeza e de higiene pessoal. As doações serão recolhidas e distribuídas a famílias carentes e impactadas pela pandemia.
O secretário municipal interino de Saúde, Edvan Marques, explica que todas as unidades que estão realizando a vacinação contra Covid-19 recebe doações. “Fizemos isso para facilitar no momento da doação. Com isso, é só buscar procurar uma unidade de saúde e levar o alimento no momento da vacinação”, destaca.– Prefeitura de Dourados Assessoria de Comunicação Social
A imunização acontecerá nas unidades Guaicurus, Izidro Pedroso, Maracanã e Novo Horizonte (Foto - Divulgação)
A Prefeitura de Dourados, por meio da Sems (Secretaria Municipal de Saúde), realizará no sábado (8) o “Dia D” de vacinação contra a Influenza. A imunização acontecerá nas unidades Guaicurus, Izidro Pedroso, Maracanã e Novo Horizonte, das 8h às 16h.
O Ministério da Saúde organizou a Campanha de Vacinação para grupos prioritários em etapas. Neste sábado serão vacinadas crianças (6 meses até menores de 6 anos), gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. A imunização para este grupo vai até o dia 10 de maio (segunda-feira).
Na segunda etapa, que segue do dia 11 maio ao dia 9 de julho, serão vacinados idosos com 60 anos e mais e professores das escolas públicas e privadas. E depois pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.
A vacinação da Dose 1 e Dose 2 ocorrerá durante a semana (Foto - Reprodução/EBC)
A Prefeitura de Dourados, por meio da Sems (Secretaria Municipal de Saúde), ampliou a faixa etária de idosos a serem imunizados contra a Covid-19. Nesta fase serão vacinados: idosos com 60 anos ou mais; pessoas com comorbidades graves com 50 anos ou mais; pessoas com comorbidades com 18 anos ou mais; gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com 18 anos ou mais; trabalhadores da saúde que não manipulam fluidos com 50 anos ou mais, e trabalhadores da saúde que manipulam fluídos com 32 anos ou mais.
Como vai funcionar?
Idosos com 60 anos ou mais, pessoas com comorbidades graves com 50 anos ou mais, pessoas com comorbidades com 18 anos ou mais, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com 18 anos ou mais não precisam agendar a vacinação.
Para estes grupos a vacinação ocorrerá nas seguintes unidades: Altos do Indaiá, Ouro Verde, Parque das Nações, IV Plano, Vila Rosa, Idelfonso Pedroso, CSU, Parque do Lago II, Vila Vieira, Izidro Pedroso e nas unidades dos distritos (para moradores das regiões).
Quais comorbidades são contempladas?
Para as pessoas com 50 anos ou mais, são contempladas: doenças imunossupressoras; oncológicos com doença ativa em tratamento; transplantados de órgão sólido ou de medula óssea e renais crônicos; pneumopatias crônicas graves; portadores de doenças cardiovasculares crônicas que tenham sido submetidos a procedimentos operatórios; doença cérebro vascular; obesidade mórbida, e cirrose hepática. É preciso apresentar comprovante das comorbidades.
Já para pessoas com 18 anos ou mais, são contempladas: síndrome de down; anemia falciforme; coagulopatias hereditárias; pessoas com deficiências permanentes que apresentem limitação motora ou incapacidade; incapacidade de ouvir; incapacidade de enxergar; deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais. É preciso apresentar comprovante das comorbidades.
Quais documentos preciso levar?
É obrigatória a apresentação de documento com foto, CPF, cartão do SUS (se tiver) e comprovante de residência. Para as pessoas com comorbidades, é preciso levar comprovante das doenças. Para as grávidas é necessário levar o cartão gestante e para as puérperas a certidão de nascimento do bebê.
Onde posso tomar a Dose 2?
A vacinação da Dose 1 e Dose 2 ocorrerá nas seguintes unidades: Altos do Indaiá, Ouro Verde, Parque das Nações, IV Plano, Vila Rosa, Idelfonso Pedroso, CSU, Parque do Lago II, Vila Vieira, Izidro Pedroso e nas unidades dos distritos (para moradores das regiões).
Trabalhadores da Saúde
Os trabalhadores da saúde que não manipulam fluídos e que tenham 50 anos ou mais (Grupo 1) e os trabalhadores da saúde que manipulam fluídos com 32 anos ou mais (Grupo 2) devem se vacinar no CCI (Centro de Convivência do Idoso) Andre Chamorro. É preciso agendar a aplicação da vacina nos telefones: (67) 9.8468 – 8399 / 8098 / 8259 / 9023.
Quais são as profissões contempladas?
Grupo 1 – “Médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da educação física, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares), agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio (exemplos: recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias, gestores e outros). Inclui-se, ainda, aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares (exemplos: programas ou serviços de atendimento domiciliar, cuidadores de idosos, doulas/parteiras), funcionários do sistema funerário, Instituto Médico Legal (lML) e Serviço de Verificação de Óbito (SVO) que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados e; acadêmicos em saúde e estudantes da área técnica em saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios. Os trabalhadores que atuam nos estabelecimentos de serviços de interesse à saúde das instituições de longa permanência para idosos (ILPI), casas de apoio e cemitérios serão contemplados no grupo trabalhadores da saúde e a recomendação é que também sejam vacinados”.
Grupo 2 – Atuantes nos serviços de saúde público ou privado, onde manipulem FLUÍDOS ou SECREÇÃO de pacientes suspeitos ou confirmados. (Ex. dentistas, biomédicos, bioquímicos e seus respectivos auxiliares). É necessário apresentação de identidade profissional e declaração do estabelecimento de saúde, comprovando exposição e possibilidade de contaminação, devido atividade laboral.
Dose 2 Coronavac
O município de Dourados ainda não recebeu novas doses da Coronavac para terminar a imunização dos que ficaram sem a Dose 2.
Hemosul inicia a semana com estoque baixo para alguns tipos de sangue. A grande demanda é pelos tipos sanguíneos O- (doador universal) e O+ (Foto - Divulgação)
Por conta do baixo estoque, o hemocentro reforça que doadores que pertençam a outros tipos sanguíneos também são bem vindos. Para quem teve a Covid-19 ou tomou as doses da vacina recentemente é necessário observar os intervalos recomendados para doação. Vale destacar que o Hemosul atende unidades hospitalares de todo Estado, portanto é necessário manter um nível estratégico de bolsas para casos de urgência e emergência.
Para estimular e proteger a saúde de doadores, protocolos de segurança foram adotados como: distanciamento entre as cadeiras de espera e doação, uso obrigatório de máscara, álcool em gel disponível e também o agendamento prévio da doação que evita aglomerações.
O Hemosul reforça que aos sábados não há necessidade de programar a coleta, basta comparecer a unidade tendo em mãos documento oficial com foto, estar bem alimentado e bem de saúde, ter mais de 55 quilos, ter idade entre 16 e 69 anos, menores de idade precisam estar acompanhados do responsável legal.
Mais informações estão disponíveis no site ou nas redes sociais do Hemosul -@hemosulms
Hemosul Coordenador
Endereço: Avenida Fernando Corrêa da Costa, 1.304, Centro.
A vacinação com Dose 2 da Coronavac, em Dourados, poderá sofrer atrasos (Foto: Divulgação)
A SES (Secretaria de Estado de Saúde) informou que as pessoas que tomaram a Dose 1 do imunizante Coronavac, produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, terão que aguardar mais que 28 dias para tomar a Dose 2 devido a falta do imunizante.
Segundo nota técnica publicada no portal da SES, a falta da vacina é causada pelo atraso no recebimento de insumos para a fabricação da vacina pelo instituto Butantan. Na última remessa enviada ao Ministério da Saúde havia apenas 700 mil doses do imunizante para todo o país.
A SES pede que a população tenha paciência e compreensão com o retardamento, ressaltando que o atraso no envio das doses da Coronavac não compromete a eficácia da vacina nos pacientes.
Isso significa que a vacinação com Dose 2 da Coronavac, em Dourados, poderá sofrer atrasos. A Prefeitura informa que assim que receber novas doses do imunizante fará o chamamento público para que as pessoas recebam a Dose 2, já que todas as remessas que o município recebe chegam pelo Plano Nacional de Imunização.
O Ceim (Centro de Educação Infantil Municipal) Sebastiana Vieira, entregue no último sábado (10), no Parque da Nações I, foi destaque na página do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
A unidade de educação infantil vai disponibilizar 176 vagas para crianças cadastradas na rede municipal de ensino. Com 1.118 m² de área construída, a unidade conta com oito salas de aula, sendo quatro voltadas para o berçário. A creche possui ainda laboratório de informática e sala de leitura, além de blocos administrativo e de serviços gerais.
“A estrutura será entregue pronta para receber os novos alunos. O aumento no número de vagas disponíveis facilita o acesso para as famílias da região que buscam a rede municipal de educação”, destacou a secretária de Educação, Ana Paula Benetiz Fernandes.
O projeto segue o padrão desenvolvido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC).
O prefeito Alan Guedes ressalta que assumiu a administração do município com quatro obras de CEIM paradas. Esta é a primeira a ser entregue e até o fim do ano a expectativa é que outras duas sejam concluídas. “Até o fim de 2022 nós teremos entregue todas as quatro obras dos CEIMs que estavam abandonadas quando assumimos o mandato”, pontua.
A obra foi destaque na página e no Instagram do FNDE (Foto: reprodução/Instagram)
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