O Ceim (Centro de Educação Infantil Municipal) Sebastiana Vieira, entregue no último sábado (10), no Parque da Nações I, foi destaque na página do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.
A unidade de educação infantil vai disponibilizar 176 vagas para crianças cadastradas na rede municipal de ensino. Com 1.118 m² de área construída, a unidade conta com oito salas de aula, sendo quatro voltadas para o berçário. A creche possui ainda laboratório de informática e sala de leitura, além de blocos administrativo e de serviços gerais.
“A estrutura será entregue pronta para receber os novos alunos. O aumento no número de vagas disponíveis facilita o acesso para as famílias da região que buscam a rede municipal de educação”, destacou a secretária de Educação, Ana Paula Benetiz Fernandes.
O projeto segue o padrão desenvolvido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC).
O prefeito Alan Guedes ressalta que assumiu a administração do município com quatro obras de CEIM paradas. Esta é a primeira a ser entregue e até o fim do ano a expectativa é que outras duas sejam concluídas. “Até o fim de 2022 nós teremos entregue todas as quatro obras dos CEIMs que estavam abandonadas quando assumimos o mandato”, pontua.
A obra foi destaque na página e no Instagram do FNDE (Foto: reprodução/Instagram)
As medidas são tomadas para não gerar confusão entre os imunizantes (Foto: Assecom)
Dourados possui 36 UBS (Unidade Básica de Saúde), destas, 23 participam do esquema de vacinação contra a Covid-19 e Influenza. Os imunizantes são disponibilizados em unidades diferentes para evitar aglomerações. Aqueles que fazem parte do público alvo de cada campanha devem levar identidade, cartão do SUS (Sistema Único de Saúde) e comprovante de residência no momento da vacinação.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Edvan Marques, as medidas são tomadas para garantir o funcionamento da campanha e não gerar confusão entre os imunizantes. Aqueles que se enquadram nos dois esquemas de vacinação precisam fazer um intervalo de no mínimo 14 dias, entre as doses, para que tenham o desempenho esperado.
“Essa é uma recomendação do Instituto Butantan que produz a Coronavac no Brasil, que é uma das principais vacinas aplicadas em Dourados. Com isso, nós estamos orientando a população de acordo com a solicitação do instituto, que teme efeitos colaterais, como a perda da eficiência da vacina caso esse prazo não seja cumprido”, explica.
No município existem 15 unidades urbanas que disponibilizam as doses de Influenza. Sendo elas: Novo Horizonte, Seleta, Cuiabazinho, Vila Hilda, Campo Dourado, Carisma, Piratininga, Chácara dos Caiuás, Maracanã, Cabeceira Alegre, Parque das Nações, Jockei Clube, Guaicurús e Bem Te Vi. Nesta primeira fase serão vacinadas crianças de 6 meses a crianças de 5 anos 11 meses e 29 dias, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde.
Já a imunização da Covid-19 ocorre em nove unidades, sendo elas: Altos do Indaiá, Ouro Verde, Parque das Nações I, Quarto Plano, Vila Rosa, Idelfonso Pedroso, CSU, Parque do Lago II e Vila Vieira. Que são disponibilizadas para idosos de 62 anos ou mais,pessoas com 60 anos ou mais com doenças imunossupressoras, oncológicos com doença ativa em tratamento, transplantados de órgão sólido ou de medula óssea e renais crônicos, pneumopatias crônicas graves, portadores de doenças cardiovasculares crônicas que tenham sido submetidos a procedimentos operatórios; doença cérebro vascular, obesidade mórbida e cirrose hepática.
Pessoas acima de 18 anos também são contempladas aqueles que possuem síndrome de down, anemia falciforme, coagulopatias hereditárias, pessoas com deficiências permanentes que apresentem limitação motora ou incapacidade, incapacidade de ouvir e enxergar e deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, podem buscar unidades de saúde.
Em Mato Grosso do Sul a campanha será dividida em três fases (Foto - Divulgação)
A Campanha de Imunização contra a Influenza em Mato Grosso do Sul será realizada entre 12 de abril e 09 de julho. A meta é vacinar 90% de 1 milhão de pessoas que compões os públicos prioritários até o final da campanha. “As ações de imunizações continuam a ser extremamente importantes para a proteção contra a influenza e devem ser mantidas apesar de todos os desafios frente à circulação contínua ou recorrente do Coronavírus”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende.
A vacinação contra a influenza permitirá, ao longo de 2021, prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos e suas consequências sobre os serviços de saúde, além de minimizar a carga da doença, reduzindo os sintomas que podem ser confundidos com os da covid-19.
Em Mato Grosso do Sul a campanha será dividida em três fases. A primeira fase vai de 12 de abril a 10 de maio, onde serão vacinados crianças, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filho há pouco tempo), indígenas e trabalhadores de saúde.
A segunda fase será de 11 de maio a 8 de junho e serão vacinados pessoas com mais de 60 anos e professores. A terceira etapa da vacinação será de 09 de junho a 9 de julho e serão vacinados indivíduos com comorbidades ou deficiências permanentes, caminhoneiros, trabalhadores do sistema rodoviário e portuário, forças de segurança e das Forças Armadas, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas.
O Ministério da Saúde vai enviar um total de 1 milhão de doses de vacinas até o final da campanha. A Secretaria de Estado de Saúde recebeu o primeiro lote de 124 mil doses de vacina e distribuiu aos municípios em 08 de abril.
Como a campanha de vacinação contra influenza é simultânea com a imunização contra COVID-19, a recomendação é que seja priorizada a administração da vacina COVID- 19, para pessoas contempladas no grupo prioritário para a influenza e que ainda não foram vacinadas contra a COVID-19. Nestas situações, deve-se agendar a vacina influenza, respeitando o intervalo mínimo de 15 dias entre as vacinas.
Os outros grupos também continuam sendo vacinados (Foto - Divulgação)
Cumprindo o Plano Nacional de Imunização, a Prefeitura de Dourados, por meio da SEMS (Secretaria Municipal de Saúde), na campanha Dourados Vacina, continua a vacinação em idosos com 68 anos ou mais. A partir desta segunda-feira (29), idosos com 68 anos ou mais podem procurar a vacina nas unidades de saúde. O agendamento para este grupo não é obrigatório.
Os outros grupos também continuam sendo vacinados. Pessoas com 60 anos ou mais com doenças imunossupressoras, oncológicos com doença ativa em tratamento, transplantados de órgão sólido ou de medula óssea e renais crônicos, pneumopatias crônicas graves, pacientes portadores de doenças cardiovasculares crônicas que tenham sido submetidos a procedimentos operatórios também continuam sendo vacinados. Eles também podem procurar a vacina nas unidades de saúde sem agendamento.
A unidades com doses disponíveis são: Vila Rosa; Novo Horizonte; Iv Plano; Chácara Caiuás; Vila Vieira; Csu; Ouro Verde; Pq Das Nações I; Izidro Pedroso; Jardim Carisma; Jóquei Clube; Guaicurus; Jardim Maracana; Seleta; Bem-Te-Vi; Cabeceira Alegre; Altos Do Indaiá; Parque Do Lago II; Pq Das Nações II; Vila Hilda; Cuibazinho; Campo Dourado, e Piratininga. Atendimento em horário comercial (7h às 11h e 13h às 17h) de segunda a sexta-feira.
Trabalhadores de Saúde
Os trabalhadores de saúde que tenham 54 anos ou mais e que se encaixem neste grupo: “Médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da educação física, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares), agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio (exemplos: recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias, gestores e outros).
Inclui-se, ainda, aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares (exemplos: programas ou serviços de atendimento domiciliar, cuidadores de idosos, doulas/parteiras), funcionários do sistema funerário, Instituto Médico Legal (lML) e Serviço de Verificação de Óbito (SVO) que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados e; acadêmicos em saúde e estudantes da área técnica em saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios. Os trabalhadores que atuam nos estabelecimentos de serviços de interesse à saúde das instituições de longa permanência para idosos (ILPI), casas de apoio e cemitérios”, e os trabalhadores de saúde que manipulem fluidos ou secreções de pacientes suspeitos ou confirmados e que tenham 36 anos ou mais devem agendar a aplicação dos imunizantes. A Central de Agendamento está disponível nos telefones: (67) 9.8468 – 8399 / 8098 / 8259 / 9023. Eles serão vacinados no CCI (Centro de Convivência do Idoso) em horário comercial.
Prefeito anunciou junto com governo do estado e governo federal, 10 novos leitos no HV e outros 20 no HU (Foto: Leandro Silva)
O prefeito de Dourados, Alan Guedes, divulgou a implantação de novos 30 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em Dourados. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (26) em uma entrevista coletiva com o secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende, o secretário de Governo, Sérgio Murilo Mota, e o reitor da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Lino Sanabria.
“Tivemos uma reunião muito produtiva, para tratar do incremento de novos leitos de UTI na macrorregião de Dourados e ofertaremos 10 leitos para tratamento da covid-19 no Hospital da Vida e outros 20 no HU (Hospital Univesitário)”, detalhou o chefe do executivo municipal ao informar ainda que outros 20 leitos clínicos serão criados no município.
Segundo o secretário estadual de saúde, o governo irá correr contra o tempo para que, o quanto antes, essas novas vagas estejam em funcionamento. “Nós estamos trabalhando exaustivamente e vamos perseguir um prazo de quinze dias. Nós sabemos que existem desafios em todo país, sabemos da falta de EPIs, medicamentos, nós sabemos que o país também enfrenta a falta do chamado kit intubação, então, vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance. A situação é crítica no Mato Grosso do Sul e nós chegamos hoje a 70 óbitos, é o recorde desde o início da pandemia”, informou Resende.
Além dos 30 leitos anunciados, o prefeito falou ainda da abertura de outros 5 no Hospital Santa Rita, que ajudará a desafogar a saúde. Os leitos são uma parceria entre a Prefeitura e o Governo de MS. “Os leitos são cofinanciados. Como o custo desses leitos é superior, a prefeitura e o estado pagarão a diferença do repasse do Governo Federal”, destacou Alan Guedes.
No caso dos novos leitos do HU, o hospital, por meio da Ebeserh e UFGD, também terão papel estratégico na parceria, pois ficaram com a responsabilidade de oferecer toda estrutura, como pessoal, serviço de lavanderia e alimentação. Os novos leitos irão funcionar na nova Unidade da Mulher e da Criança (UMC), inaugurado recentemente em Dourados.
Todo o processo de vacinação dura, em média, de 5 a 8 minutos (Foto - Divulgação)
Nos últimos dois domingos, a SEMS (Secretaria Municipal de Saúde de Dourados) em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, via Corpo de Bombeiros, conseguiu imunizar 290 idosos com 77 anos ou mais no drive thru instalado no quartel da corporação, localizado na avenida Presidente Vargas, número 1.167, na Vila Progresso.
O balanço é referente aos dias 7 e 14 de março, conforme dados da pasta. Nesta modalidade de imunização, não é preciso fazer o agendamento prévio na Central. A vacinação acontece de forma espontânea, ou seja, o idoso precisar ir até o local munido do Cartão do SUS, RG e CPF para conseguir tomar a vacina.
O idoso chega no quartel, mas permanece dentro do veículo, nem precisa descer do carro. Um militar faz a primeira triagem para conferir se o idoso faz parte do público-alvo preconizado pelo Plano Nacional de Imunização. Caso esteja tudo certo, um agente de saúde pega o Cartão do SUS e passa os dados para uma equipe responsável pelo cadastramento no banco nacional de dados.
Após estas etapas, o agente de saúde informa de qual laboratório é a dose e realiza a aplicação. Nesta fase, eles dão as instruções sobre a aplicação da segunda dose e também tiram outras dúvidas que podem surgir.
Todo o processo dura, em média, de 5 a 8 minutos. Depois disso, o idoso é liberado com todas as dúvidas sanadas. É aconselhável que apenas um membro da família acompanhe o idoso na hora da vacinação, sendo obrigatório o uso de máscaras.
este quantitativo vai garantir que os municípios concluam a vacinação de grupos prioritários remanescentes (Foto - Divulgação)
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES) publicou nesta quarta-feira (10), a lista com o quantitativo das 30.600 doses enviada pelo Ministério da Saúde para Mato Grosso do Sul e que foram repassadas aos municípios. Campo Grande, Dourados e Ponta Porã foram os municípios que mais receberam quantitativo nesta remessa.
Segundo o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, este quantitativo vai garantir que os municípios concluam a vacinação de grupos prioritários remanescentes e iniciem a vacinação para idosos a partir de 70 anos e acima de 60 anos com comorbidades.
“Nós vamos empregar 20 mil doses de vacina, dose um (D1), para idosos de 70 anos ou mais. E mais 7.900 para a realização da segunda dose (D2) para imunização do grupo pertencente a quarta etapa da primeira fase da campanha de vacinação do Estado”, explica o secretário.
A Resolução de nº 37/CIB/SES destaca que fica a critério dos municípios, iniciar a vacinação em idosos de 60 anos ou mais, desde que portadores de doenças imunossuprimidas, oncológicos com doença ativa em tratamento, transplantados de órgão sólido ou de medula óssea e renais crônicos, com o emprego dos imunizantes remanescentes dos demais grupos acima.
Trabalhadores da saúde a partir de 50 anos também poderão ser imunizados nesta fase. O quantitativo destinado a este grupo será de 2.700 doses.
Campo Grande foi o município que mais recebeu doses, com 10.990 doses, Dourados com 2.370 doses e Ponta Porã com 920 doses.
UFMS encontra nova variante da Covid-19 em 22 pessoas de MS — Foto: Thiago Duarte/Ascom Sesau
Pesquisadores da faculdade de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) descobriram 22 casos suspeitos da nova variante da Covid-19, chamada de P.1, no estado. O responsável pelo estudo é o infectologista e professor da UFMS, Júlio Croda, que afirmou: “a nova variante está no estado todo”.
Croda explica que as amostras dos infectados foram coletadas durante os meses de janeiro e fevereiro deste ano. O pesquisador disse que o laboratório da universidade recebeu análises pré-selecionadas com uma carga viral muito alta, após, testaram para à Covid-19 e detectaram o sequenciamento da variante P.1.
O infectologista disse que depois da confirmação, reportou os dados à secretaria estadual de Saúde (SES) e que até o momento não reconheceu os 22 casos da variante da Covid-19 encontrados pela faculdade de Medicina da UFMS.
Em nota, a SES informou que “40 amostras de controle de qualidade foram encaminhadas para análise de sequenciamento génico do laboratório da Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte (MG). Destas, 22 são de pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e 18 são do Laboratório Central de MS”.
No começo desta semana, na quarta-feira (3), o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, anunciou que Mato Grosso do Sul registrou o primeiro caso da variante brasileira P.1 do coronavírus em Corumbá.
O paciente é um homem de 37 anos que passou por Manaus em janeiro. O paciente chegou a ficar internado na UTI da Santa Casa de Corumbá e hoje está em recuperação em casa.
Croda alertou que a medida de prevenção contra a nova variante da Covid-19 não é diferente das já praticadas ao longo dos últimos meses. “Devemos aumentar o isolamento e as restrições, estamos perto do colapso e a nova variante deve ser responsável pelo aumento no número de casos”.
Esta é a primeira unidade móvel do hospital que atenderá a região centro e sul do MS (Foto - divulgação)
As moradoras de Dourados poderão contar novamente com a Unidade Móvel do Hospital de Amor, em parceria com a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS e com a Secretaria Municipal de Saúde, para realização de exames gratuitos de rastreio de câncer de mama e do colo do útero.
O atendimento iniciou dia 1 de março e vai até o dia 5 na Unigran, para este atendimento não há mais vagas disponíveis. Já, nos dias 8 a 12 de março o atendimento será realizado na Praça Antônio João. Para fazer o agendamento será preciso entrar em contato via WhatsApp pelo número (67) 99611-0371 em horário comercial e aguardar a confirmação do atendimento em até 3 dias úteis.
Nos Distritos, o atendimento será dos dias 15 a 19 de março no Distrito de Vila Vargas e dos dias 22 a 26 de março no Distrito de Itahum. As interessadas deverão realizar o agendamento nas Unidades Básica de Saúde (UBS) dos Distritos, o quanto antes. Devido ao protocolo de prevenção a COVID-19, o número de atendimentos na unidade móvel foi reduzido a 50%, serão realizadas em média 40 mamografias e 60 coletas de preventivo do Colo de Útero por dia.
Importante lembrar que para a realização do exame preventivo Papanicolaou as mulheres precisam ter entre 25 a 64 anos e ter um ano de intervalo do último exame. Já para a mamografia é necessário ter, entre 40 a 49 anos, e um ano de intervalo do último exame, e entre mulheres de 50 a 69 anos, ter dois anos de intervalo do último exame.
Estes exames possibilitam o diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo de útero, ocasionando a realização de tratamentos muito mais rápido, menos agressivos e aumentando de forma exponencial as chances de cura. O Hospital de Amor segue protocolos internacionais, oferecendo um atendimento integral e humanizado às pacientes, com segurança e qualidade.
Unidade Móvel
A unidade móvel é um caminhão adaptado composto por uma recepção, um mamógrafo digital de última geração e uma sala de coleta de exame de Papanicolaou, para realização de exames de rastreamento do câncer de mama e do câncer de colo do útero.
A unidade móvel é uma parceria do Hospital de Amor com a Sicredi Centro-Sul MS: “Juntos pela Vida”, e irá atender as mulheres dos municípios de toda a região centro e sul do Mato Grosso do Sul, com a realização de exames gratuitos. Esta é a primeira unidade móvel do hospital que atenderá a região centro e sul do MS.
Este caso, faz parte dos três casos suspeitos que estavam em investigação (Foto - Divulgação)
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informa que o primeiro caso de infecção da nova variante do coronavírus foi confirmada na terça-feira (2) em Mato Grosso do Sul. Denominada de P1, a nova variante do vírus causador da Covid-19 foi registrada em um paciente do sexo masculino, de 37 anos, morador de Corumbá.
O homem apresentou sintomas da doença no dia 2 de janeiro deste ano e a confirmação laboratorial, via Lacen/MS pela metodologia RT PCR em tempo real, saiu no dia 8 do mesmo mês. O paciente teria contraído a Covid-19 durante viagem a Manaus (AM). Assim, constatou-se como um caso importado da P1.
O paciente ficou internado Santa Casa de Corumbá em UTI e hoje se encontra em recuperação em domicílio. Como fatores de risco, apresenta: imunossupressão e obesidade. Após investigação epidemiológica, considerando histórico de viagem a Manaus e data de início de sintomas, constatou-se como caso IMPORTADO de contágio.
Este caso, faz parte dos três casos suspeitos que estavam em investigação, sendo um já confirmado e dois que ainda permanecem a espera de resultado pela Fiocruz, sem data para envio.
A SES informa que tem se mantido vigilante quanto ao surgimento da nova variante. O Lacen/MS havia encaminhado 148 amostras de controle para sequenciamento genético no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Destas, foram recebidas 28 amostras cujo os resultados foram negativos para a nova variante, as demais foram descartadas. A partir deste mês, mais 43 amostras de controle serão encaminhadas para a Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais.
Critério para envio de amostras
A rotina de envio de amostras para sequenciamento genômico de Sars-CoV-2 deve atender as demandas recebidas através da Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias do Estado do Mato Grosso do Sul e do Ministério da Saúde.
Para o envio devem ser respeitados os critérios pré-estabelecidos pelo Ministério da Saúde conforme o que for o objeto de avaliação: se controle de qualidade laboratorial, se investigação de suspeita de reinfecção, se investigação de novas variantes circulantes no Brasil, etc.
Todas as amostras objetos dessas avaliações devem ser enviadas somente aos Laboratórios de Referência Nacionais pré-estabelecidos pelo Ministério da Saúde. No caso do Mato Grosso do Sul, este laboratório de referência é o IAL – Instituto Adolfo Lutz em São Paulo. A SES ressalta que os casos suspeitos foram encaminhados para a Fiocruz.
De uma forma geral as amostras devem ter sido testadas para Sars-CoV-2 e ter o valor de CT (cycle threshold) < 27. Para avaliação de controle de qualidade laboratorial selecionam-se amostras com resultados positivos, inconclusivos e negativos para Sars-CoV-2 de diferentes semanas epidemiológicas, diferentes faixas etárias, de pacientes que evoluíram a óbito, de diferentes regiões de abrangência, de área fronteiriça para outros estados e outros países, amostras de SG e SRAG.
Para investigação de suspeita de reinfecção devem atender os critérios de definição de caso. E em investigação aleatória de novas variantes circulantes selecionam-se amostras de pacientes que evoluíram a óbito ou que tiveram sintomas graves ou leves da doença, amostras de áreas fronteiriças com outros países, amostras com histórico de viagem para áreas de transmissão da nova variante ou ainda amostras com suspeitas de reinfecção. No caso de investigação não aleatória de novas variantes circulantes selecionam-se amostras de pacientes com histórico de viagem para áreas de transmissão da nova variante.
Sobre a P1
A linhagem P1 é uma variante de atenção (VOC, do inglês Variant of Concern), com circulação comunitária já reportada no estado do Amazonas e oeste do estado do Pará. Por sua vez, a linhagem P.2 apresenta a mutação E484K no domínio de ligação com o receptor na Spike e já circula em todas as regiões geográficas do pais. Ambas linhagens P.1 e P.2 são descendentes da linhagem B.1.1.28 em circulação no pais desde março de 2020.
Recomendamos a investigação clínico e epidemiológica dos casos e a investigação laboratorial de potenciais contactantes de pacientes que foram positivos para alguma VOC. As VOCs reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde são: B.1.1.7 (501Y.V1) – Surgiu no Reino Unido em dezembro. B.1.351 (501Y.V2) – Surgiu na África do Sul em dezembro. P.1 (501Y.V3) – Surgiu no Brasil no final de 2020.
A secretária estadual adjunta de Saúde de MS, Crhistinne Maymone — Foto: Reprodução/Redes Sociais
A secretária estadual adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, destacou nesta segunda-feira (22) alguns indicadores que classificou como preocupantes em relação a pandemia de Covid-19 em Mato Grosso do Sul.
Ela disse que o total de casos da semana passada, 4.987 praticamente permaneceu estável em relação a semana anterior, que foi de 4.985.
No entanto, a secretária-adjunta comentou que a média móvel de novos casos, 722 por dia, nos últimos 7 dias, é a maior desde 2 de fevereiro.
Ela explicou que isso, somado a um aumento da taxa de contágio de 0,92 para 0,93 na comparação dos últimos dias, indica que está ocorrendo um aumento gradual da doença.
Dados da Covid-19 desta segunda-feira:
Casos novos confirmados: 429
Total de casos do estado: 175.973
Mortes confirmadas nesta segunda: 20
Total de óbitos provocados pela pandemia: 3.224
Pessoas infectadas que estão em isolamento domiciliar: 6.435
Pessoas internadas: 512
Internados em leitos de UTI: 256
Taxa de ocupação de leitos públicos de UTI: 71%
Recuperados: 165.802
Nova estratégia para testagem
Já o diretor de Saúde e Assessor Técnico do Corpo de Bombeiros na SES, coronel Marcello Fraiha, falou sobre a desativação do drive-thru de testagem, no quartel dos bombeiros no centro de Campo Grande, e do fim da realização de testes na escola Lúcia Martins Coelho, também na capital.
Explicou que nas unidades de atenção básica da saúde do município houve uma sobra de mais de 10 mil vagas para testagem em janeiro e que, por isso, junto com uma redução das ligações para agendamentos de 36% na primeira quinzena de fevereiro, que não haveria sentido em manter duas estratégias paralelas de testagem.
Fraiha afirmou que em Dourados, Três Lagoas e Corumbá, os drives continuam a funcionar normalmente.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve receber até o fim da próxima semana mais 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra a covid-19. O material, que já vem pronto para ser aplicado, foi produzido pelo Instituto Serum, da Índia. A Fiocruz fará apenas a rotulagem para distribuição pelo Programa Nacional de Imunizações.
Mais 8 milhões de doses estão previstas pelo acordo com os parceiros AstraZeneca e Instituto Serum, mas ainda não há data prevista para o recebimento. Em janeiro deste ano, a Fiocruz já havia recebido 2 milhões de doses da vacina.
A estratégia de receber doses prontas é uma iniciativa paralela à produção própria feita pela Fiocruz, a partir da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).
Ministério da Saúde deve liberar 3,2 milhões de doses vacina da Coronavac até a próxima sexta-feira (Foto - Saul-Schramm)
A quarta remessa da vacina do Coronac chega até o final desta semana a Mato Grosso do Sul, garante o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, que afirmou que o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) comunicou aos secretários estaduais de Saúde, nesta segunda-feira (1º), que o Ministério da Saúde deve liberar 3,2 milhões de doses vacina da Coronavac até a próxima sexta-feira (5).
Para o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, caso se concretize, o Estado já tem expertise na distribuição de doses para os municípios. “Fizemos essa distribuição em menos de 24 horas e isto colocou o nosso Estado em primeiro lugar na distribuição de doses no país. Então, assim que o Ministério da Saúde fizer a distribuição na sexta-feira (5), haveremos de acionar a nossa logística para enviar as novas remessas das vacinas aos municípios até sábado (6)”.
Por ora, ainda não se sabe o quantitativo de doses a ser encaminhado pelo Ministério da Saúde ao Estado, mas espera-se que sejam suficientes para finalizar a imunização dos profissionais de saúde e dos idosos acima de 80 anos, e há probabilidade que se inicie na próxima semana, a imunização de idosos acima de 60 anos.
Geraldo Resende ainda afirmou que entrou em contato com diversos secretários municipais onde cobrou agilidade no processo de imunização, principalmente, para aqueles municípios que possuem população indígena aldeada. “Quero que os municípios que têm essa população melhorem a performance de vacinação nas aldeias. Em paralelo, tenho procurado conversar com os todos os municípios para resolver questões pontuais para que nós possamos garantir eficiência no processo de aplicação de doses assim como somos na distribuição das doses”.
Lançado na manhã desta segunda-feira (1º), o Vacinômetro MS, apontou que das 190.746 enviadas pelo Ministério da Saúde ao Estado, Corovac e Astrazeneca, já foram aplicadas 46.152 doses que corresponde 20.39% dos imunizados do grupo prioritário da primeira fase da Campanha de Vacinação Contra à Covid-19. Há ainda, um indicador que mostra o percentual de vacinados em relação à população geral de Mato Grosso do Sul, o índice é de 1,64%.
648 em situação de internação hospitalar de leitos clínicos (339) e leitos de UTI (309) - Foto:Saul Schramm
A Covid-19 segue avançando de forma exponencial em Mato Grosso do Sul. O cenário é classificado como “crítico” pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e pode ser observado em praticamente todos os indicadores da doença no Estado.
Para se ter uma ideia, existem 10.399 casos em aberto, sendo 3.812 amostras em análise no Laboratório Central e laboratórios parceiros, e outros 6.587 casos que aguardam a liberação dos resultados pelos municípios.
A atualização oficial desta sexta-feira (18) registrou 1.076 novos casos. Com isso, o número de confirmados desde o início da pandemia sobe para 119.079. A média móvel indica que o Estado confirmou 1.106 casos diários na última semana. As três cidades com mais confirmações nesta sexta-feira são: Campo Grande (+355), Dourados (+92) e Amambai (+62).
Dos 14.761 casos ativos em Mato Grosso do Sul, 14.113 estão em isolamento domiciliar e 648 em situação de internação hospitalar de leitos clínicos (339) e leitos de UTI (309).
O número de pacientes que não resistiram a doença sobe para 2.009 com as 16 mortes registradas no boletim epidemiológico de hoje. Entre os pacientes falecidos, 9 são de Campo Grande e 2 de Rio Verde. Angélica, Corumbá, Fátima do Sul, Jardim e Paranaíba registram um cada. A média móvel também se elevou para 1,6 óbitos ao dia.
O detalhamento do boletim Covid desta sexta-feira, 18 de dezembro pode ser conferido aqui
Situação de risco dos municípios
Na atualização dos dados do Programa Prosseguir nesta sexta-feira, o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, afirmou que a situação é crítica. “A situação é séria. Não há falta de recursos. Essa semana o governador Reinaldo Azambuja liberou R$ 27 milhões para as unidades hospitalares dos municípios.
A grande questão é a capacidade de ampliação de leitos de UTI. E por outro lado, a necessidade da gente diminuir a taxa de multiplicação e contágio pela Covid-19.
“Precisamos neste momento ter muita consciência e muita responsabilidade. E como a gente sempre falou aqui, o governo vai adotar as medidas necessárias, para que a gente contenha ao máximo a propagação do vírus. Sabemos das consequências na socioeconomia e debatemos isso diariamente dentro do Governo”, alertou ao pedir uma reflexão de responsabilidade durante as festas de fim de ano.
Especialistas da UFRJ assinam nota técnica e recomendam suspensão de eventos e fechamento das praias (Foto - Divulgação)
Especialistas da área de saúde assinaram uma nota técnica que pede medidas urgentes para o combate ao crescimento dos casos de contaminação pelo novo coronavírus.
O documento é assinado pelo grupo de trabalho multidisciplinar de cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
As medidas sugeridas são:
Abertura imediata de leitos hospitalares;
Realização de ampla testagem;
Ampliação da oferta de transporte público;
Suspensão imediata de eventos presenciais;
Fechamento das praias;
Avaliação da decretação de lockdown (isolamento social severo).
“O aumento do número de casos é sustentado. Não se trata de uma flutuação, que aumenta em uma semana e diminui na outra. E é claro: isso tudo é fruto das aglomerações que vêm ocorrendo nos últimos tempos – inclusive nas eleições”, explicou o epidemiologista da UFRJ, Roberto Medronho.
Segundo ele, eventos ao ar livre, com máscaras e o devido distanciamento social, não apresentam riscos.
O número de pessoas concentradas em determinado local também é apontado como crucial para o controle da disseminação do vírus.
“Em parques ao ar livre, por exemplo, é possível fazer um controle da quantidade de pessoas que entram em saem. No entanto, em eventos sociais de grande proporções, como alguns bailes, onde não há uma fiscalização, a aglomeração é muito grande. O mesmo ocorre em bares, tanto em comunidades em comunidades mais vulneráveis do ponto de vista econômico, como também na Zona Sul do Rio. Toda e qualquer aglomeração, sem medidas protetivas, representa um risco elevadíssimo de transmissão”.
Para ele, ainda que não sejam tomadas medidas severas, não há dúvidas de que é necessário retroceder no afrouxamento das medidas de combate à Covid-19.
“Mesmo que não haja um lockdown total, em alguns setores e em algumas regiões, um retrocesso é necessário. Nós já estamos assistindo um colapso no sistema de saúde. Já tem pessoas que não estão conseguindo vagas em leitos hospitalares”.
O estado do Rio de Janeiro chegou nesta segunda-feira (30) a 22.590 óbitos e 354.354 casos confirmados de Covid-19, segundo balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde.
Em relação ao balanço de domingo (29), foram registrados mais 29 óbitos e 1.038 casos.
A média móvel de óbitos se estabilizou nesta segunda, em 80 por dia (-1%) depois de 13 dias seguidos crescendo. A de casos está crescendo (42%), com 2.238. É a maior marca desde 24 de agosto, quando estava em 2.387
Nesta segunda-feira (30), 364 pacientes estavam na fila de espera por um leito próprio para tratar a Covid-19 no Estado do Rio de Janeiro. Desse total, 210 eram para internação em unidades de terapia intensiva (UTI).
Enquanto a fila de pacientes aguardando por internação vem aumentando nos últimos dias, 1.750 leitos de hospitais na cidade do Rio estão impedidos de funcionar, ou seja, bloqueados para uso, segundo o Censo Hospitalar do SUS.
Medidas necessárias
Segundo Medronho, medidas mais duras, como a decretação de lockdowns, não devem ser descartadas.
“Locais mais desenvolvidos e que seguem a ciência, como países europeus, decretaram lockdown – alguns em escala nacional, outros em nível regional. É claro que aqui estamos muito cansados. A economia sofreu muito. Tivemos um momento em que a primeira onda não acabou e já se sobrepõe um repique ou uma segunda onda. Mas esta situação que vivemos agora já está impactando os serviços de saúde e já há pessoas morrendo”.
Para ele, as medidas de proteção são necessárias para garantir a todos a chance de uma proteção efetiva contra o vírus, que pode estar muito próxima.
“Nós já estamos com uma vacina prestes a ser disponibilizada. Só que para aqueles que morrerem agora, a vacina não terá nenhum efeito. Estamos assistindo um rejuvenescimento da pandemia. Os jovens contraem a doença e evoluem bem. No entanto, eles transmitem a Covid-19 para o núcleo familiar. Isso é muito preocupante”.
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