sexta-feira, 27 de março de 2026

Vacina contra o HPV é aliada do Novembro Azul

Assessoria

 

A Sociedade Brasileira de Urologia mantém sua recomendação de que homens a partir de 50 anos devam procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada da saúde prostática. Aqueles da raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos por motivo de fatores genéticos, implicando em risco maior. O uso da vacina HPV protege contra as verrugas genitais e provavelmente contra a neoplasia prostática, sendo indicada para os homens a vacina quadrivalente, contendo os tipos 6, 11, 16 e 18 do vírus HPV, aprovada no Brasil para meninos e homens de 9 a 26 anos.

 

Com pelo menos 200 variações do vírus em circulação, aproximadamente 40 tipos de HPV causam doenças sexualmente transmissíveis, com as chamadas lesões anogenitais, que atingem órgãos sexuais masculinos e femininos e podem se manifestar também na boca. Destes, 18 variações podem causar câncer.

 

O Novembro Azul busca conscientização da sociedade, particularmente dos homens, a respeito da saúde masculina, destacando a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. No Brasil ocorrem mais de 10 mortes a cada dia de homens com câncer de próstata.

 

O mês de novembro é dedicado principalmente para quebrar o preconceito masculino de ir ao urologista e, quando indicado, realizar o exame de toque retal.

 

A atividade de diagnóstico precoce, permitindo identificar o tumor prostático em fases iniciais, se demonstra importante para que se estabeleçam medidas eficazes e seguras, diminuindo a mortalidade.

 

“A vacina cobre quatro variações do vírus, mas atinge 85% dos casos de câncer, além de boa parte dos casos de DSTs. Como as relações sexuais são a principal forma de transmissão, há muito tabu, preconceito e receio em falar abertamente sobre vacinação e prevenção. Mas é justamente por isso que a vacinação começa com as crianças, antes do início da vida sexual, para que elas possam chegar protegidas à fase adulta. A vacina existe há dez anos e apesar disso o que se vê é que o número de casos segue em evolução, não para de crescer”, explica Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunit&a acute; Centro de Imunização. Ele ainda ressalta, que há mais vacinas importantes indicadas ao homem, de doenças que podem ser graves e são imunopreviníveis, tais como hepatites, varicela, meningites, coqueluche, herpes zooster, entre outras.

 

O câncer de próstata é comum, o segundo ou terceiro em frequência, variando em diferentes comunidades, sendo que, se diagnosticado precocemente, apresenta elevado potencial de cura, o que torna importantíssima a identificação dos indivíduos pertencentes a grupo de risco para o desenvolvimento da doença.

 

Por outro lado, sabe-se que o Papiloma Vírus Humano (HPV) é capaz de induzir câncer em vários tecidos, tendo sido o HPV associado com o câncer de pênis, de ânus e provavelmente de próstata em homens. Esse fato transforma os infectados por HPV em grupo de risco, mas lamentavelmente, os homens habitualmente não têm sintomas de HPV, exceto por alguns que desenvolvem verrugas que podem ocorrer na região anal, no pênis, escroto, virilha ou nas coxas.

Ricos em vitamina C, laranja e mamão ajuda a aumentar defesas do corpo

Assessoria

 

Laranja e mamão são ricos em vitamina C (Foto - Divulgação)

A primavera é, para muitos, uma estação agradável. Porém, mesmo com temperaturas amenas, é necessário manter os cuidados com a saúde. Para refrescar-se e hidratar-se, a laranja e o mamão são excelentes alternativas.

 

As frutas são ricas em nutrientes, principalmente vitamina C – que auxilia na cicatrização, contribui para o bom funcionamento do organismo, aumenta as defesas do corpo, previne gripes e resfriados, ajuda na absorção do ferro, além de melhorar o movimento intestinal e facilitar a digestão.

 

Além desses benefícios, cada fruta possui nutrientes excelentes para a saúde. O mamão é rico em licopeno e betacaroteno – essenciais para o coração, a visão e a pele – e fonte de vitamina A e antioxidantes, que fortalecem o sistema imunológico e combatem os radicais livres. “Ainda, possui potássio, minerais, ferro e vitamina B2.

 

Esse complexo nutritivo aumenta a resistência dos ossos, ameniza a fadiga e ajuda a normalizar as taxas de colesterol no organismo. O mamão também é um bom aliado para as pessoas que seguem uma alimentação regrada e precisam emagrecer”, destaca a nutricionista  Letícia Tizziani.

 

Já a laranja é rica em açúcar e carboidratos, indispensáveis fontes de energia. Também auxilia no combate do colesterol ruim, no controle da pressão arterial, na prevenção de aterosclerose – acúmulo de placas de gordura, cálcio e outras substâncias nas artérias –, na correção de acidez no organismo, além de proteger contra o câncer de cólon, melhorar a circulação do sangue e ajudar no tratamento de problemas digestivos, complicações bucais e infecções.

 

Conforme a nutricionista, esses benefícios são resultados da concentração de potássio, tiamina, folato, vitamina E e carotenos. A vitamina C e as fibras também presentes na fruta reduzem o inchaço e a azia devido a produção de sucos digestivos, aumenta o nível de citrato na urina e previne pedra nos rins.

 

“Para tratar cálculo renal, o ideal é sempre buscar orientação médica. Porém, beber um copo de suco de laranja por dia pode ajudar a prevenir e a expelir as pedras. Já o suco de laranja com mamão, além de amenizar a sensação térmica, é recomendado, principalmente, para tratar a prisão de ventre. Os nutrientes da laranja aliados a papaína do mamão estimulam os movimentos intestinais e ajuda a eliminar as fezes”, complementa Letícia.

 

RECEITA

 

Para preparar o suco são necessárias seis laranjas, um mamão e gelo. Esprema as laranjas e reserve. Após, descasque o mamão, tire as sementes e corte em pedaços médios. Coloque o suco das laranjas e o mamão no liquidificador. Bata e sirva.

 

 

 

Curso no HU-UFGD aborda práticas assistenciais relacionadas ao covid-19

Assessoria

 

As atividades foram realizadas no modo presencial (Foto - Divulgação)

Entre os meses de agosto e outubro, profissionais que atuam no atendimento a pacientes suspeitos ou confirmados para Covid-19 participaram do curso sobre Práticas Assistenciais Para Controle e Manejo da Infecção Causada Pelo Novo Coronavírus (Covid-19), realizado pelo Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD).

 

O curso foi organizado em oito módulos, abordando diversos temas relacionados ao atendimento ao paciente com covid-19 (casos suspeitos ou confirmados). Ao todo, 114 colaboradores, entre enfermeiros, técnicos em Enfermagem, fisioterapeutas, médicos e residentes participaram ao menos de um módulo.

 

A iniciativa foi originada por uma demanda da Unidade de Terapia Intensiva Adulto, a partir da necessidade identificada pelos colaboradores envolvidos no processo de atendimento a esses pacientes em conhecerem o fluxo, as medidas e o tratamento dos casos de Covid-19.

 

O objetivo foi capacitar os colaboradores do HU-UFGD quanto às medidas de controle e manejo de casos potencialmente suspeitos ou confirmados da infecção humana pelo novo coronavírus. A capacitação foi prioritária e essencial para os colaboradores recém-admitidos pelo Processo Seletivo Simplificado e/ou que foram realocados nas unidades Covid (UTIs Adulto e Clínica Médica Covid).

 

As atividades foram realizadas no modo presencial e, para tanto, foi montada uma sala de treinamento para simulação realística das práticas. Os participantes foram divididos em várias turmas, respeitados os turnos de trabalho (manhã, tarde e noite), com, no máximo, oito pessoas em sala, para garantir o distanciamento necessário, cumprindo as medidas preventivas previstas pelos protocolos de contenção do covid-19.

 

O curso foi promovido pela Divisão de Enfermagem, com parceria da Unidade de Terapia Intensiva Adulto e do Núcleo de Educação Permanente do HU-UFGD.

 

 

Campanhas de vacinação são prorrogadas até 30 de novembro

Redação

 

Muito embora o Ministério da Saúde tenha divulgado a não prorrogação das campanhas de vacinação em território nacional, permitiu que cada Estado e Município atue independente neste quesito de continuidade das campanhas de vacinação contra a poliomielite, de multivacinação para atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade e contra o sarampo para a população de 20 a 49 anos de idade.

 

Diante disso, e entendendo a importância das campanhas de vacinação, a Secretaria Municipal de Saúde de Dourados, após reunião entre os departamentos de Vigilância em Saúde e Atenção Primária a Saúde, decidiu manter até o dia 30 de novembro de 2020 as campanhas de vacinação contra a poliomielite para as crianças de 01 a 05 anos de idade, atualização do cartão vacinal dos adolescentes menores de 15 anos de idade e a vacinação contra o sarampo para os adultos jovens de 20 a 49 anos de idade em todas as unidades de saúde urbanas e rurais do município, em horários normais de seu funcionamento.

 

Ressalta que as unidades de saúde da Vila Cachoeirinha, Vila Índio e Jardim Santo André ainda permanecem com seus atendimentos como referência nas Síndromes Gripais.

 

O diretor

 

Edvan Marcelo, da Coordenação do Núcleo de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, destaca que as campanhas têm como objetivos reduzir o risco de reintrodução de diversas doenças no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

 

Diz ainda que mesmo diante do cenário do novo Corona-Vírus (Covid-19), há a necessidade de vacinar o maior número possível de crianças e adolescentes, adotando-se todas as medidas de proteção amplamente divulgadas, para diminuir o risco de contágio da doença, tanto entre os trabalhadores da Saúde como a população.

Vacinação contra o sarampo é estendida até 31 de outubro

Assessoria

 

Em Dourados, no ano de 2020 foram notificados dois casos, sendo um descartado e outro ainda em investigação (Foto - Divulgação)

 

A estratégia de vacinação indiscriminada contra o sarampo, para pessoas na faixa etária de 20 a 49 anos, iniciada em março deste ano, teve o prazo estendido, seguindo até o dia 31 de outubro para todo o Brasil.

 

A prorrogação da estratégia se deu em razão das baixas coberturas vacinais e o elevado quantitativo de pessoas suscetíveis ao adoecimento no país, sendo necessário redobrar os esforços sobre as ações de vacinação contra o sarampo.

 

A Gerência do Núcleo de Imunização, da Secretaria Municipal de Saúde, orienta as pessoas na faixa etária (20 a 49 anos) a procurarem a unidade de saúde mais próxima da sua casa para receber a vacina contra o sarampo.

 

CASOS

 

O Brasil registrou casos de sarampo em 21 Estados. Destes, 16 estados interromperam a cadeia de transmissão do vírus, e cinco mantêm o surto ativo – Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Amapá.

 

No Brasil, entre as semanas epidemiológicas 01 a 37 de 2020

 

(29/12/2019 a 12/09/2020), foram notificados 15.734 casos de sarampo, confirmados 7.939 (50,5%), descartados 7.177 (45,6%) e estão em investigação 618 (3,9%).

 

No Mato Grosso do Sul não é diferente, sete são os casos confirmados até o mês de setembro de 2020.

 

Já em Dourados, no ano de 2020 foram notificados dois casos, sendo um descartado e outro ainda em investigação.

 

Sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, transmissível e extremamente contagiosa. É uma doença grave, principalmente em crianças menores de cinco anos de idade, pessoas desnutridas e imunodeprimidas. A transmissão do vírus

 

ocorre de forma direta de pessoas doentes ao espirrar, tossir, falar ou respirar próximo a pessoas sem imunidade contra o vírus do sarampo, evidenciando a importância da vacinação.

 

VACINAÇÃO

 

A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) está disponível na rotina dos serviços de saúde, conforme indicações do Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações.

 

Entretanto, neste momento, a realização das ações de vacinação deve considerar o cenário epidemiológico da COVID-19, especialmente nas localidades onde há casos confirmados da doença.

 

Assim, tanto para a vacinação de rotina quanto para outras estratégias que visem interromper a cadeia de transmissão do sarampo, é necessária a adoção de medidas de proteção para os profissionais responsáveis pela vacinação e para a população em geral, buscando realizar a vacinação de forma segura, e ao mesmo tempo minimizar o risco de disseminação da COVID-19.

Dourados terá o dia “D” de vacinação para crianças e adultos neste sábado

Assecom

 

O dia “D” terá atendimento das 8h às 17h nas unidades de saúde (Foto - Divulgação)

 

Neste sábado (17), Dourados terá o dia “D” de vacinação, com ênfase nas três campanhas vigentes em outubro. O Núcleo de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde destaca que os atendimentos serão para a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite (crianças de 1 a 5 anos), Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes de até 15 anos de idade e Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo (população entre 20 e 49 anos de idade).

 

Conforme o Núcleo de Imunização, o objetivo é atender o maior número de pessoas possível, com atenção aos cuidados necessários diante da pandemia do coronavírus.

 

O dia “D” terá atendimento das 8h às 17h nas unidades de saúde do Izidro Pedroso, Vila Rosa, Seleta, Novo Horizonte, Altos do Indaiá, Idelfonso Pedroso, Parque das Nações II, Cuiabazinho e Maracanã.

 

Nas unidades de saúde dos distritos de Vila Vargas, Ithaum, Vila Formosa/Macaúba o atendimento será das 08h às 13h.

 

As campanhas têm como objetivos reduzir o risco de reintrodução de diversas doenças no país, além de oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

 

As ações desta campanha seguem neste mês em Dourados, por meio dos serviços de Atenção Primária a Saúde (Unidades de Saúde) em conjunto com a Vigilância em Saúde (Núcleo de Imunização).

 

Durante a semana, as unidades de saúde estão aptas para os atendimentos das crianças e adolescentes em sua rotina de atendimento, de segunda à sexta-feira, das 07h às 17h, à exceção das unidades Cachoeirinha, Vila Índio e Santo André, que têm seus atendimentos como referência nas síndromes gripais.

 

 

Calor intenso chama a atenção para prevenção ao câncer de pele

Assessoria

 

Somente em MS mais de 3 mil pessoas poderão ter a doença em 2020 (Foto - Divulgação)

 

Os últimos dias têm sido de sol escaldante e temperaturas acima dos 35 graus ainda pela manhã e, mesmo assim, muita gente esquece de usar protetor solar, um poderoso aliado na prevenção ao câncer de pele.

 

Existem dois tipos de câncer de pele: os não-melanoma e os melanomas. Os não-melanoma representam 94% do total dos casos de câncer de pele. Ambos estão ligados à exposição crônica ao sol em pessoas com mais de 50 anos e de pele e olhos claros. Quando tratados precocemente, podem chegar a altos índices de cura.

 

Já o melanoma é menos frequente, de pior prognóstico e mais alto índice de mortalidade. Surge como uma pinta escura ou sobre uma pinta ou sinal pré existente que pode crescer, mudar de cor ou apresentar sangramento. Acometem pessoas de pele clara, que têm muitos sinais e história de familiares próximos acometidos por melanoma.

 

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), 8.450 pessoas poderão ter esse tipo de câncer no Brasil em 2020.

 

O câncer de pele não melanoma é o mais frequente e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Apresenta altos percentuais de cura, se for detectado e tratado precocemente. Entre os tumores de pele, é o mais frequente e de menor mortalidade, porém, se não tratado adequadamente pode deixar mutilações bastante expressivas.

 

O INCA estima que, em 2020, cerca de 176.930 poderão ter esse tipo de câncer. Em Mato Grosso do Sul, estão previstos 3.490 casos. O HCAA – Hospital de Câncer Alfredo Abrão atende em média 80 pacientes por mês com essa neoplasia.

 

O Dr. Elcio Darlan Miranda, oncologista do HCAA, explica que “Muito se fala em câncer de mama, câncer de colo de útero, câncer de próstata, câncer de intestino e dos mais diversos tipos de câncer. Mas o mais frequente e muitas vezes neglicenciado, é o câncer de pele. Por ter uma mortalidade baixa, não é dada a devida atenção a ele, m pode causar sérios problemas e em alguns casos, até mesmo o óbito. Então, se você apresenta qualquer mancha ou nódulo na pele que chame a sua atenção, procure seu médico de confiança para o diagnóstico precoce e tratamento mais adequado”.

 

Prevenção é sempre o melhor caminho e, no caso, desse tipo de câncer é simples, mas precisa ser feita como uma rotina.

 

Confira alguns procedimentos que devem ser observados diariamente:

 

Evitar exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h;

 

Procurar lugares com sombra;

 

Usar proteção adequada, como roupas, bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas;

 

Aplicar na pele, antes de se expor ao sol, filtro (protetor) solar com fator de proteção 15, no mínimo;

 

Usar filtro solar próprio para os lábios;

 

Hidratar-se.

 

 

Dourados chega a 7.531 casos positivos e 98 mortes pela covid

Campo Grande News

 

Pôr do sol na Avenida Guaicurus, em Dourados; cidade tem 98 mortos pela covid (Foto: Franz Mendes)

Mulher de 54 anos, da etnia Guarani-Kaiowá, é a 98ª vítima da covid-19 em Dourados, a 233 km de Campo Grande. A morte foi anunciada nesta segunda-feira (5) pelo comitê local de enfrentamento à pandemia.

 

Portadora de comorbidade não revelada, ela estava internada em hospital público. O resultado positivo saiu no dia 28 de setembro e a paciente foi transferida para a UTI no dia 30. O quadro se agravou e ela morreu neste domingo (4).

 

Hoje o comitê local informou que o município chegou a 7.531 casos positivos, sendo 27 deles nas últimas 24 horas. Apesar de a prefeitura anunciar em setembro que a cidade já enfrentava a segunda onda da doença, o ritmo de contágio se mantém estável.

 

De todos os infectados, 6.661 já são considerados recuperados, 763 cumprem isolamento domiciliar e 19 douradenses estão internados, sendo 13 em enfermaria e 6 em leitos de UTI. Outras 16 pessoas com a doença, mas residentes em cidades da região, também estão internadas em Dourados. A taxa de letalidade de Dourados continua em 1,3%, abaixo da média estadual, que é de 1,9%.

 

Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, a taxa de ocupação de leitos de UTI na macrorregião de Dourados é atualmente a maior de Mato Grosso do Sul. Dos 126 leitos disponíveis nas 33 cidades da macrorregião, 27% estão ocupados por pacientes com covid, 10% por casos suspeitos e 35% por pessoas internadas por outras causas.

Brasil registra 365 mortes por Covid e 8.456 novos casos em 24 horas

Agência Brasil

 

O balanço divulgado hoje (4) pelo Ministério da Saúde (MS) mostra 8.456 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Já são 4.915.289 casos desde o começo da pandemia. Além disso, foram registradas 365 novas mortes, totalizando 146.352 óbitos. Até o momento, 4.263.208 de brasileiros (86,7%) já se recuperaram da doença.

 

Os números mais baixos são comuns nos domingos, em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Contudo, os 8,4 mil novos casos registrados hoje são inferiores aos domingos anteriores. Os últimos três domingos (27/09, 20/09 e 13/09), por exemplo, foram registrados 14,3 mil, 16,3 mil e 14,7 mil novos casos respectivamente.

 

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, 505.729 pacientes estão em tratamento.

 

Covid nos estados

 

São Paulo, que atingiu ontem (3) um milhão de casos de covid-19, chegou a 1.003.902 casos acumulados de covid-19. Os outros estados com maior número de incidência no país são Bahia (315.440), Minas Gerais (307.199) e Rio de Janeiro (271.701). Já o Acre é tem o menor número de casos (28.672). Em seguida estão Amapá (48.628), Roraima (51.368) e Rondônia (66.623).

 

São Paulo também lidera o número de mortes, com 36.178. Rio de Janeiro (18.769), Ceará (9.051) e Minas Gerais (7.643) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Roraima (661), Acre (667), Amapá (716) e Tocantins (968).

Taxa de letalidade do coronavírus atinge 1,9% em Mato Grosso do Sul

Portal do MS

 

a taxa de letalidade, nesta sexta-feira, ficou em 1,9%, com 1.326 óbitos no total (Foto - Edemir Rodrigues)

O boletim epidemiológico desta sexta-feira (02) aponta que em Mato Grosso do Sul os casos confirmados do coronavírus já somam 70.828 pessoas. Em apenas 24 horas, 589 novos casos foram registrados.

 

Os números mostram que a doença continua avançando no Estado mas, segundo a secretária-adjunta da Saúde, Christine Maymone, a taxa de contágio caiu, alcançando 1%.

 

Em sentido contrário, a taxa de letalidade, nesta sexta-feira, ficou em 1,9%, com 1.326 óbitos no total. Em primeiro lugar nesse ranking, Campo Grande, com 572 mortes, é o município mais afetado.

 

Mato Grosso do Sul tem 456 pessoas internadas, sendo duas de outros estados, com 243 pessoas internadas em leitos clínicos e 215 em leitos de UTI.

 

 

Dourados terá três campanhas de vacinação em outubro

Assecom

 

O dia 17 de outubro, um sábado, será o dia “D” de mobilização nacional (Foto - Divulgação)

 

O Programa Nacional de Imunizações (PNI), por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizará no período de 05 a 30 de outubro de 2020, três campanhas de vacinação em Dourados.

 

Durante o período serão desenvolvidas as campanhas Nacional de Vacinação contra a Poliomielite; Nacional de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes até 15 anos de idade, e a Nacional de Vacinação contra o Sarampo para a população de 20 a 49 anos de idade.

 

O dia 17 de outubro, um sábado, será o dia “D” de mobilização nacional.

 

As campanhas têm como objetivos reduzir o risco de reintrodução de diversas doenças no país, como Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Tétano entre outras, além de oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e/ou erradicação dessas doenças.

 

O grupo alvo da vacinação contra a poliomielite são as crianças menores de 5 anos de idade. Na multivacinação, o público-alvo são as crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade. Serão ofertadas todas as vacinas do calendário básico de vacinação da criança e do adolescente visando diminuir o risco de transmissão de enfermidades imunopreveníveis, assim como, reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal. Quanto ao grupo alvo contra o Sarampo serão os adultos jovens de 20 a 49 anos de idade, aproveitando a oportunidade destes que irão acompanhar as crianças, assim neste período será ofertado vacinas, praticamente, para toda a família, na tentativa de eliminar os bolsões de suscetíveis, contribuindo sobremaneira com a saúde da comunidade.

 

O Ministério da Saúde, diante do cenário do novo coronavírus, destaca a necessidade de vacinar o maior número possível de crianças e adolescentes, adotando-se todas as medidas de proteção amplamente divulgadas, para diminuir o risco de contágio da doença tanto entre os trabalhadores da saúde e a população.

Covid-19 cresce em municípios de pequeno porte do Estado

Assessoria

 

pPesquisadores apontaram que houve um tímido recuo da pandemia em 15 municípios (Foto - Divulgação)

 

“A pandemia não acabou em Mato Grosso do Sul. Os gestores públicos precisam intensificar os cuidados”. Foi dessa maneira que Adeir Archanjo da Mota, pesquisador em Geografia da Saúde na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) definiu a situação da pandemia no estado ao ponderar os números da doença e a flutuação nos níveis de alerta da Covid-19 na comparação entre as 36ª e 38ª semanas epidemiológicas. Segundo a metodologia elaborada pelo pesquisador, pautada por uma medida resumo – o índice de morbimortalidade – a pandemia recuou em 15 municípios do estado, mas avançou em outros nove municípios de pequeno porte populacional, com menos de 25 mil habitantes. “Não há o que se comemorar. Nos municípios menores, houve um aumento significativo no número de casos da doença. Estamos perdendo vida, Campo Grande, Corumbá, Cassilândia e Dourados tiveram as maiores frequências de óbitos e estão mantendo níveis de alertas altíssimos. Isso é motivo de preocupação, embora a pandemia tenha apresentado um tímido recuo em outros municípios do estado”, esclareceu Archanjo da Mota.

 

Avanço da doença

 

A metodologia elaborada por Archanjo da Mota converte o índice de morbimortalidade (iMM) em níveis de alerta, que variam de 1 a 5. De acordo com a análise dos dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde do MS, na macrorregião de saúde (MRS) Campo Grande, Chapadão do Sul saiu do nível de alerta 2 para 4, Rochedo do nível 2 para 3, Rio Negro e Caracol subiram seus níveis de alerta de 1 para 2 conforme pode ser observado aqui. Na MRS de Dourados, Glória de Dourados subiu de 2 para 3 e Angélica de 1 para 2. Na MRS de Três Lagoas, Água Clara, Selvíria e Bataguassu subiu de 1 para 2. “É importante destacar que quando falamos de aumento no nível de alerta já estamos considerando uma situação de emergência sanitária. Nível de alerta é um sinal amarelo, indicando que a situação de saúde pública é grave”, explicou a professora da Universidade Federal do Oeste da Bahia, pesquisadora na área de Comunicação, Saúde e Políticas Públicas, Fernanda Vasques Ferreira.

 

Aumento da mortalidade

 

Dezessete. Esse é o número de pessoas mortas pelo novo coronavírus no município de Corumbá, ao saltar de 107 para 124 óbitos em apenas 14 dias. O município registrou aumento na taxa de mortalidade de 15,26 por cem mil habitantes no período analisado e registra a maior taxa de mortalidade na 38ª semana epidemiológica, ao registrar 111,28 por cem mil. A análise explicita, ainda, que esses municípios estão com a taxa de mortalidade muito superior à média nacional, que é de 64,9 por cem mil habitantes. “Novos estudos precisam ser realizados para compreender por que a mortalidade cresceu, expressivamente, em Corumbá e Ladário”, alertou Archanjo da Mota. Além desses, sete municípios também estão acima com a taxa de mortalidade acima da média nacional: Aquidauana, Vicentina, Guia Lopes da Laguna, Cassilândia, Anastácio, Dois Irmãos do Buriti e Aparecida do Taboado.

 

Recuo tímido

 

Embora não seja motivo de comemoração, os pesquisadores apontaram que houve um tímido recuo da pandemia em 15 municípios de MS. Na MRS de Campo Grande, os municípios de Aquidauana, Nova Alvorada do Sul e São Gabriel do Oeste diminuíram o nível de alerta 3 para 2; Jaraguari, Corguinho, Dois Irmãos do Buriti e Terenos do nível de alerta 2 para 1. Na MRS de Dourados, os municípios de Nova Andradina, Ivinhema e Fátima do Sul tiveram queda nos níveis de alerta, de 3 para 2. Já Juti, Itaquiraí e Sete Quedas, do nível 2 para o nível de alerta 1. Aparecida do Taboado e Paranaíba que compõem a MRS de Três Lagoas apresentaram queda para os níveis 3 e 2, respectivamente.

 

Prevenção

 

De acordo com a professora da UFOB, Fernanda Vasques Ferreira, é preciso oferecer um letramento sobre a doença para a população. “No Brasil, fizemos tudo ao avesso. As ações foram descoordenadas e muitos gestores públicos não se envolveram diretamente com a situação. Quando um líder político reflete sua preocupação com a preservação das vidas das pessoas nos seus discursos e nas suas atitudes, ele também ajuda a população a dar um significado para a crise sanitária que estamos vivenciando. Nem todos os líderes fizeram isso. O resultado é o que estamos vendo: quando controla a pandemia em um lugar, ela avança em outros e assim sucessivamente. A população já está cansada de ouvir falar da pandemia. Os cidadãos precisam ser ‘educados’ para a prevenção em saúde”, evidencia a pesquisador.

Alta taxa de contaminação por Covid-19 preocupa Secretaria de Estado de Saúde de MS

Portal do MS

 

Com total de 59.077 casos da doença, registro de 406 novos casos e 10 óbitos nas últimas 24 horas, o Boletim Coronavírus da Secretaria de Estado de Saúde (SES) deste domingo (13) apresentou uma média de 798/dia de testes positivos e 14,4/dia de óbitos por Covid-19 em todo o MS.

 

A taxa de contaminação é o maior desafio no momento. De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, ainda estamos com taxa muito elevada (1.12). O significado destes números, conforme Resende, é que cada 100 positivados podem gerar outras 12 (doze) contaminações. “Precisamos colocar a curva abaixo de 1 (hum) ”, ressaltou.

 

Dos novos casos registrados 165 são de Campo Grande; 51 de Dourados; 49 de Corumbá; 16 de Aquidauana; e 1 em Sidrolândia. Os óbitos foram 7 (sete) em Campo Grande; 2 (dois) em Dourados; e 1 (hum) em Itaporã.

 

Seguem internadas 524 pessoas, sendo 302 em leitos clínicos e 228 em UTIs, a maioria das internações por Covid-19, de acordo com o secretário. As maiores taxas de ocupação estão em Campo Grande, 75%; Corumbá 82%; Dourados 60% e 48% em Três Lagoas.

 

 

Acesse boletim Covid-19 aqui

Dia Nacional de Combate ao Fumo alerta sobre mortes causadas pelo tabagismo

Assessoria

 

Fumantes parecem ser mais vulneráveis à infecção pelo novo coronavírus (Foto - Divulação)

 

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, tem como objetivo reforçar as ações nacionais de sensibilização e mobilização da população para os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.

 

Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer, INCA, o tabagismo é responsável por mais de 8 milhões de mortes anuais no mundo, com estimados 7 milhões resultados direto do consumo do tabaco; enquanto outras 1,2 milhão de pessoas morrem em decorrência do fumo passivo.

 

Só no Brasil, são 157 mil mortes por ano. O custo anual para a saúde pública nacional é de R$ 57 bilhões (contra 13 bilhões em impostos recolhidos pela indústria). Apesar dos avanços na política antitabaco, ainda existem cerca de 20 milhões de fumantes no País.

 

Segundo o Dr. João Paulo Vendas, Diretor Clínico do Hospital de Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande, “o tabagismo adoece o pulmão e o torna mais suscetível a infecções e tudo que ocorre depois disso torna a condição do paciente muito mais grave, o câncer é um deles, a mortalidade de câncer de pulmão chega a 80% dos pacientes”.

 

E o tabagismo não é só um dos fatores do câncer de pulmão, outras neoplasias derivadas desse hábito podem ocorrer como cabeça e pescoço, estômago e bexiga. O grande número de mortes se deve ao diagnóstico tardio da doença.

 

Tabagismo e Covid-19

 

Fumantes parecem ser mais vulneráveis à infecção pelo novo coronavírus, pois o ato de fumar proporciona constante contato dos dedos (e possivelmente de cigarros contaminados) com os lábios, aumentando a possibilidade da transmissão do vírus para a boca. O uso de produtos que envolvem compartilhamento de bocais para inalar a fumaça — como narguilé (cachimbo d´água) e dispositivos eletrônicos para fumar (cigarros eletrônicos e cigarros de tabaco aquecido) — também pode facilitar a transmissão do novo coronavírus entre seus usuários e para a comunidade.

 

Além disso, o tabaco causa diferentes tipos de inflamação e prejudica os mecanismos de defesa do organismo. Por esses motivos, os fumantes têm maior risco de infecções por vírus, bactérias e fungos. Os fumantes são acometidos com maior frequência de infecções como sinusites, traqueobronquites, pneumonias e tuberculose. Por isso, é possível dizer que o tabagismo é fator de risco para a Covid-19 e que é um agravante da doença: devido a um possível comprometimento da capacidade pulmonar, o fumante possui mais chances de desenvolver sintomas graves da doença.

 

Tratamento para quem quer parar de fumar

 

O Sistema Único de Saúde possui o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), que trata aquelas pessoas que querem parar de fumar, segundo dados do próprio programa, as ações educativas, legislativas e econômicas desenvolvidas no Brasil vêm gerando uma diminuição da aceitação social do tabagismo, fazendo com que um número cada vez maior de pessoas queira parar de fumar, evidenciando a importância de priorizar o tratamento do fumante como uma estratégia fundamental no controle do tabagismo.

 

O tratamento inclui avaliação clínica, abordagem mínima ou intensiva, individual ou em grupo e, se necessário, terapia medicamentosa juntamente com a abordagem intensiva. Quem fuma sofre de dependência química, ou seja, é alguém que ao tentar deixar de fumar, se defronta com grandes desconfortos físicos e psicológicos que trazem sofrimento, e que pode impor a necessidade de várias tentativas até que finalmente consiga abandonar o tabaco.

 

Entender o que acontece com o tabagista e suas tentativas de parar de fumar é fundamental para que se possa ter a real dimensão do problema.

Idosos também precisam de imunização

 Assessoria

 

Dia 26 de julho é comemorado o dia dos avós. Os idosos também precisam de cuidados como a vacinação, que está diretamente relacionada com a melhor qualidade e expectativa de vida. Pessoas imunocompetentes têm mais condições de enfrentar adversidades associadas à ação de vírus e bactérias, portanto, é um grande equívoco negligenciar a prevenção de danos à saúde por meio de imunobiológicos, independentemente da faixa etária.

 

As alterações imunológicas associadas ao envelhecimento ou imunossenescência fazem aumentar o risco de infecções que, em idosos, podem ser associadas com declínio funcional inespecífico e comorbidades, com manifestações clínicas diversificadas, promovendo nesse grupo populacional maiores taxas de hospitalizações e morbimortalidade. Esses são alguns dos aspectos que justificam a imunização como parte fundamental dos programas de prevenção e promoção da saúde do idoso.

 

Além disso, muitos indivíduos com mais de 60 anos encontram-se ainda em franca atividade profissional, com responsabilidades e contribuindo na renda familiar. Portanto, seu adoecimento pode acarretar, além de absenteísmo e prejuízo financeiro, a transmissão de doenças infecciosas à sua família, situação que pode prejudicá-lo ainda mais no trabalho, devido à necessidade, muitas vezes, de acompanhar o familiar doente. Outros aspectos importantes são: a proximidade entre avós e netos, sendo as crianças importantes agentes transmissores de doenças infecciosas; e as mudanças nos padrões da sexualidade, com o consequente aumento da incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre os maiores de 60 anos.

 

Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização envelhecer não significa necessariamente adoecer. “Um indivíduo pode envelhecer de forma natural, convivendo bem com o passar dos anos e mantendo-se ativo em todas as fases da vida. Todos devem estar atentos ao Calendário Nacional de Vacinação, não só para as crianças, mas para a população idosa também, que corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país”, explica.

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, até 2020 o número de pessoas com mais de 60 anos vai superar o de crianças menores de 5 anos pela primeira vez na história. No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2013), realizada pelo IBGE, a população idosa alcançou 26,1 milhões, o que equivale a 13% da população total do país.

 

Uma das principais vacinas para essa faixa etária é a pneumo 13 que imuniza contra a pneumonia, uma das doenças que mais atingem os idosos. Também há outras como hepatite A e B, febre amarela, Herpes Zooster e etc.