quinta-feira, 28 de agosto de 2025

“Crise” no Ministério da Saúde deixa pacientes sem medicamento em MS

Assessoria

 

Prateleira com remédios na Farmácia Central de Campo Grande (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Atraso na licitação, também na compra e entraves judiciais são uma herança, no governo Bolsonaro, que atingiram seu ápice em 2019 e provocam a maior crise na compra de medicamentos de alta complexidade dos últimos anos no Ministério da Saúde. Com estoque zerado, 25 medicamentos não são repassados aos estados.

 

Além dos 25 medicamentos – remédios para tratamento de câncer, para auxiliar na receptividade de órgãos transplantados e doenças crônicas -, outros 18 devem acabar em menos de 30 dias. O alerta é do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), que enviou ofício ao Ministério no dia 12 de março.

 

Em Mato Grosso do Sul, o destaque é para falta de cinco medicamentos na Casa da Saúde. Um medicamento para tratar artrite reumatoide, três para hepatite B e um para esclerose múltipla. Por meio da assessoria de imprensa, a SES (Secretaria Estadual de Saúde) destacou que “se não houver a entrega do Ministério da Saúde, outros medicamentos podem vir a faltar”.

 

Presidente do Conass e secretário de saúde do estado do Pará, Alberto Beltrame explica que são R$ 5,3 bilhões orçados para compra de 134 medicamentos de alto custo. “Por isso a compra é centralizada no Ministério, que distribui aos estados para que entreguem para uso de pacientes da alta complexidade, normalmente são pacientes com doenças crônicas e com tratamento de uso contínuo, como, por exemplo, transplantados. O que está acontecendo não é de agora, mas se arrasta há um tempo, há uma intermitência na entrega, não tem sido regular a distribuição”, diz.

 

Beltrame destaca que uma portaria do Ministério estabelece que os estoques sejam mantidos por, no mínimo, três meses, que os medicamentos “vem baixando ao longo do tempo e 25 estão com estoque zerado”. “Além disso, 18 estão com estoque menor de 30 dias, essa falta tem acarretado prejuízo para os pacientes que deixam de receber tanto para manutenção quanto para início do tratamento novo”, comentou.

 

“Cada medicamento que está faltando tem um problema específico, ou a licitação não foi concluída e o contrato ainda não foi assinado, não entregou medicamento, ou procedimento de licitação teve problemas judiciais, tem vários motivos para a questão ter emperrado e colocado os estados em uma grave crise de abastecimento. O Conass tem alertado para esse problemas desde 2018, e reforçou nesse comunicado dia 12 de março”, enfatizou.

 

Beltrame chamou a questão de “crise humanitária”. “No momento que inicia o tratamento e não pode continuar o tratamento temos um problema de caráter humanitário. O que tinha aguardado na fila um transplante de rim e falta o medicamento que evita rejeição, o que se pode dizer para um paciente desse, e corre o risco de ter o órgão rejeitado?”, declarou.

 

O presidente do Conass explicou que a questão tem culminado em ações judiciais que acabam responsabilizando os estados pela falta de medicamentos. “Estamos sugerindo que as compras sejam feitas para um ano. É um problema de planejamento que está criando uma dificuldade operacional e de logística na gestão atual, o Conass alerta novamente porque em função desse problema crise está se agravando”, afirma.

 

Por meio de nota, o Ministério da Saúde declarou que desde janeiro mantém esforços para regularizar o abastecimento de forma centralizada, “uma vez que muitos processos não foram iniciados no tempo devido e, por isso, as entregas estão ocorrendo de modo intempestivo”.

 

Segundo o Ministério, a expectativa é de assinatura dos contratos de compra para regularização do abastecimento “de grande parte dos fármacos” ainda no mês de maio.

 

A nota cita a ampliação da compra para um ano, “o que proporcionará maior condição de previsibilidade dos estoques atendendo a Lei de Licitações 8.666/93. Antes, muitos processos eram para abastecimento de 3 a 4 meses. Medidas emergenciais também estão sendo adotadas para garantir o abastecimento imediato, como remanejamento de estoques e antecipação da entrega de medicamentos por laboratórios contratados”.

 

O Ministério da Saúde destacou que as informações estão sendo compartilhadas com o TCU (Tribunal de Contas da União) e demais órgãos de controle.

Dia D de vacinação contra a gripe é neste sábado em Dourados

Assecom

 

População alvo da campanha deve procurar as unidades básicas de saúde neste sábado para receber a vacina contra Gripe (Foto - Divulgação)

Este sábado (4) é o Dia D da 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2019. Em Dourados, todas as 36 unidades de saúde do município terão equipes inteiramente disponíveis para realizar a vacinação dos grupos de risco elencados pelo Ministério da Saúde como prioritários.

 

A vacinação será feita das 8h às 17h e as equipes também prosseguirão com a atualização das carteiras vacinais de gestantes e crianças. De acordo com o diretor do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, farmacêutico Emerson Eduardo Corrêa, a pessoa que tiver alguma pendência em relação às vacinas que devam tomar poderá receber a dose. “O importante é que as equipes estarão exclusivamente disponíveis para a vacinação nesta data”, diz.

 

Os grupos de risco são crianças e gestantes, mulheres que deram à luz muito recentemente, trabalhador de saúde, professores, povos indígenas, idosos com 60 anos ou mais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que cumpram medidas socioeducativas, presos, funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. Por determinação do Ministério da Saúde, a partir deste ano os profissionais das forças de segurança e salvamento passam a fazer parte do público-prioritário.

 

‘VACINÔMETRO’

 

Conforme o ‘Vacinômetro’, disponibilizado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (03) e que reúne dados da vacinação, a procura melhorou em Dourados nesta semana. A cobertura vacinal no município atingiu 26,15% nesta sexta, contra 17,98% registrados na segunda-feira (29/04). De uma população alvo de 76.629, foram aplicadas 20.035 doses da vacina. Vale ressaltar que os dados foram atualizados pelo Ministério da Saúde com a inserção dos grupos de forças de segurança e integrantes do sistema prisional e internos, saltando de 63 mil para 76 mil.

 

Gerente do Núcleo de Imunização, o enfermeiro Edvan Marcelo Morais Marques diz que é muito importante que as pessoas que pertençam a qualquer dos grupos de risco procurem uma unidade de saúde para receber a dose da vacina.

 

Para receber a vacina, as pessoas inclusas nos grupos prioritários devem procurar os postos de saúde, com documento de identificação, atestado para os portadores de doenças crônicas, e cartão de vacinação para gestantes ou crianças.

 

O Núcleo destaca que as vacinas trivalentes a serem utilizadas no Brasil, contêm três tipos de cepas de vírus e imunizam contra H1N1, H2N3 e Influenza B.

 

Com meta de atingir 80 mil pessoas, vacinação conta a gripe tem início no dia 15 em Dourados

Assecom

 

Dourados já recebeu parte das doses de vacina contra a influenza, da campanha de 2019 (Foto - A.Frota)

 

Na próxima segunda-feira, 15 de abril, a Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria de Saúde, dará início à campanha de vacinação contra a influenza. A ação abrangerá primeiramente grupos prioritários de crianças com idade entre seis meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias e gestantes. As doses serão disponibilizadas nas Unidades Básicas de Saúde e a meta do município é atingir 80 mil pessoas entre todos os grupos prioritários.

 

De acordo com o Núcleo de Imunização de Dourados, Departamento de Vigilância em Saúde, a orientação do Ministério da Saúde para a região Centro-Oeste é o início da campanha no dia 15 (exceto Campo Grande). Em Dourados, a primeira etapa (gestantes e crianças) seguirá até o dia 19 de abril.

 

A partir do dia 22 de abril, todos os demais grupos prioritários receberão as doses contra a Influenza. Fazem parte destes grupos as puérperas, trabalhadores em saúde, professores, população indígena com idade a partir de 6 meses, idosos com idade a partir de 60 anos, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estejam sob medida socioeducativa, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, além de pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.

 

De acordo com o gerente do Núcleo de Imunização, Edvan Marcelo Morais Marques, Dourados já recebeu parte das doses da vacina e estas começam a ser distribuídas nos postos de saúde a partir desta quarta-feira (10).

 

Ele cita que o Ministério da Saúde propõe que as cidades alcancem 90% do público de todos os grupos prioritários e essa designação será buscada em Dourados.

 

O dia “D”, previsto para o dia 04 de maio, será uma ação importante na busca de se atingir a meta de público. A programação para a data em Dourados está sendo definida pela Secretaria de Saúde.

 

Para receber a vacina, as pessoas inclusas nos grupos prioritários devem procurar os postos de saúde da sua região, com documento de identificação, atestado para os portadores de doenças crônicas, e cartão de vacinação para gestantes ou crianças.

 

O Núcleo destaca que as vacinas trivalentes a serem utilizadas no Brasil, contêm três tipos de cepas de vírus e imunizam contra H1N1, H2N3 e Influenza B.

 

Começa nesta quarta a campanha de vacinação contra a influenza em Campo Grande

G1/MS

 

Campanha de vacinação contra a influenza começa nesta quarta em Campo Grande (Foto: Reprodução/ TV Morena)

Começa nesta quarta-feira, 10 de abril e segue até o dia 31 de maio a campanha de vacinação contra a influenza em Campo Grande. A imunização será feita nas 68 unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF). A meta este ano é imunizar 90% do público alvo.

 

A previsão é de que o Ministério da Saúde disponibilize para Campo Grande 219 mil doses da vacina durante toda a campanha, que serão repassadas de forma programada seguindo cronograma pré-estabelecido em conformidade com a Secretaria Estadual de Saúde (SES).

 

Conforme a coordenadoria de Vigilância Epidemiológica da SESAU, o primeiro grupo a ser priorizado será o das crianças menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias) e gestantes , ampliando assim para os demais grupos a partir do dia 22 de abril.

 

Público-Alvo

 

Integram o grupo prioritário para receber a dose da vacina os indivíduos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores de saúde, professores de escolas públicas e privadas, indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

Dia D

 

O Dia D de mobilização da campanha está previsto para acontecer no dia 4 de maio. Todas as unidades básicas e de saúde da família estarão mobilizadas para vacinar as pessoas pertencentes ao público-alvo exclusivamente contra a gripe.

 

Trailer

 

Do dia 29 de abril ao dia 5 de maio a Sesau irá disponibilizar um trailer que ficará na Praça Ary Coelho para fazer a imunização contra a gripe. É estritamente necessário a apresentação de documento que comprove que a pessoa é pertencente ao grupo de risco.

Secretário de Saúde confirma valor de repasses para o SUS de Dourados

Portal do MS

 

Do total de R$ 8,44 milhões, somente para o Hospital da Vida foram pagos, no período, R$ 4 milhões (Foto - Divulgação)

 

O secretário estadual de Saúde Geraldo Resende confirmou, nesta quinta-feira (04.03), que o governo do Estado repassou, desde o dia 1º de janeiro deste ano até o dia 28 de março, o valor de R$ 8.444.517,67 para o Município de Dourados.

 

O montante é relativo a serviços contratualizados e compromissados dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os pagamentos constam repasses relativos a ações e serviços prestados pelo Hospital da Vida, UPA, SAMU, Saúde da Família (PSF), Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias, Hospital da Vida, Hospital Universitário (HU), entre outros.

 

Geraldo explica que, diferente do que setores do Município interpretaram, matérias veiculadas na imprensa douradense e estadual sobre os repasses a Dourados tiveram o objetivo de fazer uma prestação de contas à população acerca dos investimentos do governo do Estado na saúde local e regional.

 

“Os valores informados refletem a realidade do esforço do governo em atualizar os repasses a todos os municípios de Mato Grosso do Sul. São pagamentos nos quais não estão incluídos os investimentos no Hospital de Cirurgias Eletivas da Grande Dourados e nem os pagamentos de aparelhos que o Estado disponibilizou no Hospital da Vida, na Clínica da Mulher e na UPA”, afirma o secretário Geraldo Resende.

 

Valores

 

Do total de R$ 8,44 milhões, somente para o Hospital da Vida foram pagos, no período, R$ 4 milhões. Para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Dourados, foi R$ 1 milhão, além de R$ 1,1 milhão para o Hospital Universitário da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), R$ 350,8 mil para o SAMU e R$ 333,8 mil para pagamento de incentivo aos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias; além de R$ 306,7 mil para o Programa de Saúde da Família (PSF). O Estado também faz repasses para Assistência Farmacêutica (211,8 mil), apoio financeiro ao Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), Saúde Mental (CAPS), entre outros.

 

“Desde o começo da atual administração, já foram pagos mais de R$ 275,6 milhões para todos os municípios do Estado, pois colocar em dia os repasses é uma determinação do governado Reinaldo Azambuja, independente de coloração partidária deste ou daquele prefeito. Nosso desafio é, junto com os gestores municipais dos 79 municípios, estruturar a saúde em Mato Grosso do Sul para fazermos a regionalização, e desta forma propiciar atendimento de qualidade o mais próximo possível dos cidadãos”, conclui Geraldo Resende.

Carne suína é muito mais saudável do que se pensa

Assessoria

 

Divulgação

 

As pessoas ainda têm muito preconceito em relação à carne suína e a associam a algo gorduroso que não fez bem à saúde, mas a realidade é completamente diferente disso.

 

O dia 31 de março é o Dia da Saúde e da Nutrição, que faz parte do calendário oficial do Ministério da Saúde e tem o objetivo principal de conscientizar a população sobre a importância da saúde e da boa alimentação. Por isso, o Secretário Cooasgo- Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste, Rainer Josef Ruiz Goehr, explica algumas características da carne suína. A cooperativa produz suínos há 26 anos é uma referência no mercado.

 

“O brasileiro consume pouca carne suína, em torno de 14 quilos por anos, já o europeu chega a 60 quilos. A carne suína é a mais consumida no mundo e por isso é preciso disseminar os benefícios dela”, afirma Rainer.

 

Ele ainda explica que cerca de 70% do consumo dos brasileiros provém de produtos industrializados, como presunto, salame e etc, e que a carne in natura é somente alguns cortes mais populares como o pernil. “O suíno também tem outros cortes, como o boi, dentre eles a alcatra, picanha, filé mignon, por exemplo”.

 

“A COOASGO não simplesmente produz suíno, mas sim produz carne. E se preocupa com o bem-estar animal, oferecendo um ambiente adequado, sem estresse para os suínos. Sem contar a alta tecnologia que está até na ração dos animais que tem nutrientes importantes que possibilitam o desenvolvimento saudável dele”, declarou o diretor.

 

Não é à toa que essa carne é rica em proteína e tem alto valor biológico, além de excelentes quantidades de vitaminas e sais minerais. Por fim, o presidente da cooperativa, Sérgio Marcon, ressalta a importância de se esclarecer os benefícios dessa carne, que além de fazer bem à saúde, ainda movimento a economia local.

Mato Grosso do Sul é o 3º estado em incidência da dengue

Assessoria

 

Mosquito Aedes Aegypti, principal transmissor da dengue (Foto - Divulgação)

 

Até o 21 de março, foram notificados 14.060 casos de dengue em MS, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, sendo o 3º estado em incidência da doença no País.

 

Já foram cinco mortes confirmadas no Estado, a última foi de um estudante de 11 anos da cidade de Dourados. As chuvas continuam intensas e o risco de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, principal transmissor da dengue, é grande. Por isso, os cuidados devem ser redobrados.

 

O Brasil é o país responsável pelo maior número de casos de dengue no mundo. Em 2018, Mato Grosso do Sul notificou 9.631 casos de dengue, com uma indigência de 362 casos a casa 100 mil habitantes.

 

Para evitar a doença, além da limpeza e não deixar água acumulada, é possível se vacinar contra a dengue. Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização, a clínica possui doses das vacinas. “A Imunização contra a dengue é muito importante, pois reduz drasticamente os casos graves da doença e também o número de internações”, explica.

 

A dengue é uma doença séria e quase metade da população mundial vive atualmente em áreas endêmicas.

 

A Dengvaxia – primeira vacina contra dengue 1,2,3 e 4 (recombinante e atenuada) atende:

 

Homens e Mulheres com idade de 9 a 45 anos, que já tiveram a doença, mas não poderá ser administrada em gestantes e lactantes

 

Protegerá contra os quatro sorotipos da dengue

 

93% de redução de casos graves da doença

 

81% de redução de hospitalizações

 

66% de redução de casos de dengue

 

Eficácia comprovada contra os 4 sorotipos

 

Doses da vacina: Serão três doses com intervalo de seis meses entre elas.

Vacinação contra a gripe em Dourados inicia no dia 15 de abril para crianças e gestantes

Assecom

 

Em 2018 a vacinação em Dourados foi considerada satisfatória (Foto - A.Frota)

 

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inicia no próximo dia 15 de abril, a vacinação contra a influenza, no contexto da 21ª Campanha Nacional. Conforme o Núcleo de Imunização de Dourados, do Departamento de Vigilância em Saúde, a vacinação inicia pelos grupos prioritários de crianças com idade de seis meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, e gestantes, que receberão a dose de 15 a 19 de abril.

 

No município, o público-alvo é estimado em 79 mil pessoas e a vacinação terá como prioridade os grupos elencados pelo Ministério da Saúde. O ‘Dia D’ de vacinação está previsto para 4 de maio e o encerramento da campanha para o dia 31 de maio.

 

Conforme o Núcleo de Imunização além das crianças e gestantes, são prioritários os grupos de puérperas, trabalhadores em saúde, professores, população indígena com idade a partir de 6 meses, idosos com idade a partir de 60 anos, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que estejam sob medida socioeducativa, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.

 

Durante o período de vacinação de crianças e gestantes também ocorrerá a atualização da caderneta de vacinação com a oferta de demais vacinas constantes no calendário nacional. A partir do dia 22 de abril todos os demais grupos prioritários receberão as doses contra a influenza.

 

A aplicação das doses será feita, exclusivamente, nos postos de saúde ou unidades de saúde da família, não havendo ainda previsão de postos de vacinação volantes. Conforme o gerente do Núcleo de Imunização, Edvan Marcelo Morais Marques, para receber a vacina os usuários devem comparecer com documento de identificação, atestado para os portadores de doenças crônicas, e cartão de vacinação para gestantes ou crianças.

 

Em 2019, a população prioritária aumentou em 7 mil pessoas. Conforme explica Edvan, isto representa um crescimento natural da população que reflete na composição do público-alvo. “São crianças que passam a compor o grupo, são pessoas que passam a ter 60 anos, são pessoas que adquirem doenças crônicas, são as pessoas que chegam para morar no município. Tudo isso contribui para este aumento”, disse.

 

Conforme o Núcleo, as vacinas trivalentes a serem utilizadas no Brasil, contêm três tipos de cepas de vírus e imunizam contra H1N1, H2N3 e Influenza B. Segundo informado pela Secretaria de Estado de Saúde, a princípio, não haverá repasse de vacina além do previsto para quaisquer grupos.

 

“As pessoas que não se enquadram nos grupos prioritários devem tomar os cuidados recomendados pelo Ministério da Saúde, como lavar as mãos, manter locais arejados, evitar locais com acumulo de pessoas e, o mais importante, incentivar as pessoas que estão nos grupos prioritários a se vacinar”, finalizou Edivan.

 

Muita gente não sabe, mas cartão do SUS é obrigatório até para quem tem plano de saúde

Portal do MS

 

O cartão do SUS é documento obrigatório (Foto - Divulgação)

 

Muita gente ainda não sabe, mas o Cartão Nacional de Saúde (CNS), conhecido como Cartão do SUS (Sistema Único de Saúde), é documento obrigatório até mesmo para quem possui plano de saúde ou só realiza consultas particulares, conforme uma portaria do Ministério da Saúde.

 

A medida, em vigor desde 2012, tem como objetivo manter um banco de dados com “registros dos procedimentos ambulatoriais e hospitalares nos sistemas de informação do Ministério da Saúde, além de centralizar todas as informações do paciente (consultas, exames, medicamentos, procedimentos, hospitais, etc)”, de acordo com o texto da portaria.

 

Em casos de urgência e emergência, o paciente não deixa de ser atendido nas unidades públicas de saúde se não apresentar o cartão. Porém, para exames, consultas e cirurgias eletivas a apresentação é indispensável.

 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) faz um alerta para aqueles que ainda não possuem o cartão. Conforme o chefe da Divisão do Cartão Nacional de Saúde de Campo Grande, Flavio Kenzo Miyashiro em muitos casos a apresentação do documento é obrigatória, incluindo processos educacionais, como matrículas escolares e posse em concurso público, e até mesmo para receber os benefícios de programas sociais como Vale Renda, um programa criado pelo Governo do Estado.

 

“O Cartão do SUS é hoje um documento tão importante quanto o CPF. Ele é solicitado em matrículas escolares, em posse de concurso e até em programas sociais como o Vale Renda e o Bolsa Família. Quem não tem, não recebe”, explica Flavio.

 

Local de Cadastro

 

Os cartões do SUS podem ser feitos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF). “O cidadão pode comparecer a um desses locais, mais próximo de sua residência, portando RG, CPF e comprovante de residência. É gratuito”, diz.

 

Alguns casos específicos, como população prisional, estrangeiros ou pacientes que já estão internados, são encaminhados para retirar o documento na Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), quando estes ainda não possuem.

 

Desde 2016, a partir de um convênio com a Receita Federal, os recém-nascidos já saem da maternidade portando o Cartão do SUS e CPF – que são retirados nos cartórios dos hospitais ou maternidades – em Mato Grosso do Sul. “Isso facilita muito. Além das UBS e UBSF, os hospitais também tem acesso ao cadastro e podem fazer o cartão das crianças que ali nasceram”.

 

Para excluir a duplicidade de cartões, já que muitas pessoas possuem mais de um cadastro no SUS, o Ministério da Saúde publicou um portaria que exige, desde 2013, que pacientes passem pela atualização de cadastro ao serem atendidos nas unidades de saúde para consultas ou qualquer outro procedimento.

 

“Ainda existem pessoas que possuem mais de um número de Cadastro Nacional de Saúde. A intenção é ir eliminando esses casos de duplicidade. Então, desde 2013, temos até portaria que nos obriga a isso, fazemos a atualização de cadastro de pacientes para que o cidadão passe a ter apenas um número de registro. Dessa forma o banco de dados é muito mais eficiente”, diz Flavio.

UCP disponibiliza acompanhamento psicológico para universitários

Assessoria

 

Divulgação

A distância da família, a grande quantidade de conteúdo, a carga exaustiva de estudo e o convívio diário com a dor dos pacientes, podem explicar o grande número de estudantes de medicina que apresentam problemas psicológico. Recentemente um estudo realizado em 43 países mostrou que 27,2% dos estudantes de medicina tinham algum grau de depressão.

 

A análise dos dados da pesquisa aponta ainda que os futuros médicos têm fácil acesso a medicamentos e podem usá-los sem indicação, o que se torna um agravante em quadros depressivos

 

Preocupado com o bem-estar e a saúde dos seus universitários a Universidad Central Del Paraguay (UCP) está disponibilizando duas profissionais que vão fazer o atendimento e o acompanhamento dos alunos que necessitarem de tratamento.

 

O Espaço de Bem-Estar Estudantil é mais um serviço oferecido para os universitários de Pedro Juan Caballero que em breve estará à disposição também em Ciudad Del Este e Minga Guazú.

 

Segundo o diretor da UCP, Karlos Bernardo em alguns países este atendimento é obrigatório garantido por lei, mas que no Paraguai a iniciativa é pioneira e necessária, já que alguns casos de suicídio foram verificados nos últimos anos em Pedro Juan Caballero e outras cidades que são polos universitários. “Não tivemos nenhum caso extremo cometido por alunos da UCP, mas não podemos baixar a guarda e temos que nos manter vigilantes. E este serviço vai fortalecer os vínculos que temos com nossos alunos e será uma mão estendida no momento que eles precisarem”, disse ele.

25 municípios de MS ficam sem kits para garantir diagnóstico da dengue

Tatiana Marin

Do Campo Grande News

 

Exames que detectam a dengue em pacientes de todos os municípios de MS são realizados no Lacen, em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)

Ao todo, 25 dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul estão sem kits de exames para diagnóstico da dengue. Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde), o desabastecimento ocorreu em todo Brasil devido a falta do envio pelo Ministério da Saúde, fornecedor do insumo.

 

A sorologia da dengue é realizada pelo Lacem (Laboratório Central de MS) e Campo Grande é um dos municípios afetados pela carência. Entretanto, segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública), os diagnósticos na Capital são realizados pela avaliação clínica, com suporte do hemograma que é realizado nas unidades.

 

Nesta sexta-feira (8) foi publicada no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) a decisão da Prefeitura de Campo Grande de declarar situação de emergência, em função da epidemia de dengue que ocorre na cidade. A medida vai possibilitar ao município fazer compras, contratar pessoal e até realizar obras, sem precisar de licitação, além de buscar recursos estaduais e federais.

 

Notificações – Boletim epidemiológico da dengue emitido em 6 de março pela SES, aposta 9.684 notificações da doença em todo o Estado em 2019. Deste total, 4.876 foram registrados em Campo Grande. Mato Grosso do Sul tem 15 municípios com taxa de incidência acima de 300 notificações por 100 mil habitantes. São eles, em ordem decrescente: Figueirão, Três Lagoas, Sidrolândia, Água Clara, Camapuã, Selvíria, Rochedo, Corguinho, Mundo Novo, Campo Grande, Aparecida do Taboado, Vicentina, Coxim, Itaporã e Ribas do Rio Pardo.

 

Entre as notificações, 3.592 casos foram confirmados no Estado, sendo 2663 em Campo Grande. Neste ano foram confirma 3 óbitos por dengue, sendo um na Capital e dois em Três Lagoas.

 

A SES informa que, para sanar o problema e não prejudicar a população, a foi realizado um processo licitatório, com empenho já realizado. Os insumos serão entregues ainda nesta semana. A secretaria, porém, não informou há quanto tempo os municípios estão sem os kits e quantos diagnósticos deixaram de ser realizados por conta da carência.

‘Ato de violência e negligência’, diz Mandetta sobre pais que decidem não vacinar filhos

Midiamax

 

Mandetta citou a carteira como fator para baixa taxa de vacinação. (Foto: Minamar Junior)

A taxa de vacinação atingiu um dos níveis mais baixos nos últimos 16 anos, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), afirmou neste sábado (23) após entregar um tomógrafo ao Hospital do Trauma em Campo Grande, que pretende junto com a colaboração do Congresso, adotar vários conceitos para mudar este cenário.

 

“Já existem em alguns estados, municípios que colocaram a carteira de vacinação como uma maior valência de documentos”, afirmou o ministro.

 

Mandetta também explica que estados estão colocando a carteira de vacinação como prioridade nas matrículas de escolas no ensino público municipal e estadual. “Isso talvez seja uma boa iniciativa federal para gente deixar isso horizontal para todo país”.

 

Outras medidas para que as pessoas estejam mais orientadas sobre suas carteiras de vacinações, foi colocar nos exames que as empresas fazem de admissão e demissional, além do periódico. “Algumas outras medidas que valorizam a carteira de vacinação. Nesse momento nunca se pediu a regularidade vacinal, tem muita gente que às vezes nem sabe que a sua vacina não está em dia”, apontou.

 

Luiz Henrique Mandetta usou como referência a vacinação das crianças, que possuem esse direito, mas às vezes são ‘esquecidas’ pelos pais que não levam nos postos de saúde.

 

“O pai ou o responsável, tem que assumir esse papel de levar a criança, se ele acha que por alguma outra informação ele não vai vacinar uma criança, o MP tem entendido que é um ato de violência e negligência em relação a infância”.

Notificações sobre dengue crescem mais de cinco vezes em relação a 2018

Campo Grande News

 

O boletim epidemiológico da dengue divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) aponta que até 20 de fevereiro já foram notificados 5.737 casos de dengue no Mato Grosso do Sul. O número representa um aumento de 433% em relação ao mesmo período do ano passado, que recebeu 1.075 notificações da doença.

 

Ainda, a quantidade de notificações registradas até 20 de fevereiro ultrapassa a metade do número de casos notificados durante todo o ano de 2018, que foi de 10.706.

 

Segundo as estatísticas da SES com base nos dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) do Ministério da Saúde, o Estado vem registrando aumento das notificações há dois anos, depois de ter observado uma queda drástica de 2016 – que atingiu 65.505 notificações – para 2017 – com apenas 7.274.

 

Ainda conforme dados do Sinan, 1281 casos foram confirmados, sendo 934 deles em Campo Grande e 134 em Três Lagoas, onde uma idosa faleceu devido à doença.

 

Já o índice de incidência da dengue, que é a quantidade de casos por 100 mil habitantes, o município que lidera o ranking é Três Lagoas com incidência de 1322,6. Em seguida vem Figueirão, com incidência de 1234,6 e Sidrolândia, com 1080,6. Entre as 10 cidades com maior incidência, completam a lista Água Clara, Rochedo, Selvíria, Aparecida do Taboado, Vicentina, Camapuã e Corguinho. Campo Grande está em 11º, com 294 de incidência.

 

Zika e Chikungunya – As notificações de Zika quantificam 29 notificações até 20 de fevereiro, com dois casos confirmados, sendo um em Campo Grande e um em Corumbá. O boletim epidemiológico divulgado em período semelhante do ano passado mostra 26 notificações até o dia 9 de fevereiro de 2018, apontando estabilidade no número de notificações.

 

Quanto à febre do Chikungunya, foi observado um aumento de 20% no número de notificações. Em 2018, até 9 de fevereiro foram recebidas 65 notificações, quanto até 20 de fevereiro deste ano, foram 78. No entanto, não há casos confirmados da doença.

Mais uma captação de órgãos ocorre no Hospital da Vida em Dourados

Assecom

 

Dourados já é referência nacional na captação de órgãos para transplantes (Foto - Eduardo Scavassa)

 

O Hospital da Vida promoveu ontem (21) mais uma captação de órgãos em Dourados, por conta da autorização para doação da família de uma pessoa do sexo feminino, com 37 anos de idade, que sofreu um AVE (Acidente Vascular Encefálico). A captação foi dos rins e das córneas.

 

Todo o procedimento para possibilitar esse processo foi executado pela CIHDOOT (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), enquanto que a execução da captação e o encaminhamento ficaram a cargo de uma equipe de profissionais da saúde de Campo Grande.

 

No último dia do mês de janeiro deste ano equipe da OPO (Organização de Procura de Órgãos) da Santa Casa de Campo Grande, também esteve no Hospital da Vida em Dourados, para a captação de fígado, rins e córneas de um homem de 37 anos que teve morte encefálica por conta de AVC (Acidente Vascular Cerebral).

 

O fígado doado foi captado por uma equipe de Brasília, um dos rins foi encaminhado para São Paulo e o outro foi para a Santa Casa de Campo Grande. Na captação desta quinta-feira, as córneas foram para Campo Grande e os rins para o Estado de Pernambuco.

 

COMISSÃO

 

A Comissão foi criada em Dourados na atual administração municipal, por empenho da prefeita Délia Razuk e do então secretário municipal de Saúde Renato Vidigal. Ela é responsável por fazer todo o trabalho de abordagem e investigação de morte encefálica, realizando com urgência exames que possam detectar a possibilidade de doação e, encaminhar os potenciais pacientes a captação.

 

 

Dourados tem segunda captação de órgãos do ano

Assecom

 

Parte da equipe que participou da captação de órgãos nesta semana, no Hospital da Vida (Foto - A.Frota)

 

Nesta semana, Dourados registrou a segunda captação de órgãos de 2019. O trabalho iniciado com a criação da CIHDOTT (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), na gestão da prefeita Délia Razuk, tem alcançado destaque nacionalmente e possibilitado salvar vidas.

 

O procedimento foi iniciado à 00h30 de quinta-feira (31), no Hospital da Vida, sendo concluído com êxito às 4h30. Participaram profissionais do Hospital da Vida, integrantes da Comissão, e profissionais de Brasília-DF e de Campo Grande.

 

Foram captados rins, córneas e fígado. A CET (Central Estadual de Transplantes) com base na demanda existente direcionou os rins e córneas para unidade de saúde em Campo Grande e o fígado para unidade de saúde de Brasília.

 

Danyelle Radaelli de Assis Serapião, gerente do Hospital da Vida, destacou que, mais uma vez, toda a equipe envolvida garantiu o sucesso do procedimento. “Com muito profissionalismo e com trabalho durante a madrugada, realizamos a captação e temos se empenhado para divulgar a importância dessas ações para ajudar pessoas que muitas vezes aguardam por esses órgãos por anos, na fila de espera”, apontou.

 

De acordo com a gerente, a ação foi possível após a Comissão ter contatado a família de um homem de 37 anos, vítima de AVH (Acidente Vascular Hemorrágico) sobre a possibilidade da doação de órgãos. O consentimento foi imediato, segundo ela.

 

“Com toda sensibilidade quanto ao momento que a família enfrenta, a Comissão aborda o assunto da doação e diante da aceitação ocorre o procedimento. Os familiares deste último caso foram muito compreensivos sobre a grandiosidade do ato. Acredito que com o contato afetuoso de nossos profissionais com essas abordagens aos familiares, quando a ação for possível, continuaremos tendo sucesso neste trabalho”, pontuou.

 

O Corpo de Bombeiros e a Central do Ministério da Saúde contribuíram com a captação de órgãos.

 

Na primeira ação realizada no ano, os rins de um homem de 63 anos que teve morte cerebral, após cair do telhado de casa, foram enviados para Porto Alegre-RS.