O reforço ao combate do Aedes aegypti foi mantido em setembro com o repasse de R$ 30,4 milhões do Ministério da Saúde. A parcela vai beneficiar 3.148 cidades do País.
O envio dessa segunda parcela foi condicionado ao cumprimento de critérios como a realização do Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), essencial para antecipar ações de prevenção. Em janeiro, foi repassada a primeira parte do apoio, de R$ 91,2 milhões.
“Não podemos baixar a guarda diante de um vetor responsável por várias enfermidades. Por isso, subsidiamos estados e municípios com um reforço financeiro para a intensificação de ações que visam ao controle das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, principalmente, no verão, período de maior circulação desse vetor”, afirmou o ministro Ricardo Barros.
Em alguns estados, como Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, o repasse foi antecipado por causa da epidemia de febre amarela. No entanto, alguns municípios da BA, CE, MG e SP terão de restituir ao Fundo Nacional de Saúde os valores recebidos antecipadamente por não terem cumprido os critérios para o recebimento desses recursos.
Dengue
Em 2017, até 2 de setembro, foram notificados 219.040 casos prováveis de dengue em todo o País, uma redução de 84,8% em relação ao mesmo período de 2016 (1.442.208). Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa (87%), reduzindo de 678 óbitos em 2016 para 88 em 2017.
Chikungunya
Até 2 de setembro, foram registrados 171.930 casos prováveis de febre chikungunya, o que representa uma taxa de incidência de 83,4 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 34,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 261.645 casos.
Zika
No mesmo período, foram registrados 15.586 casos prováveis de zika em todo País, uma redução de 92,6% em relação a 2016 (211.487). A incidência reduziu 92,5%, passando de 102,6 em 2016 para 7,6 neste ano.
Chef André Rabelo, consultor da ABCS (Foto - Divulgação)
Com o objetivo de quebrar o mito de que a carne suína (proteína) faz mal à saúde, não pode ser consumida por crianças e que transmite doenças, a Rede Comper de Supermercados realiza nesta sexta-feira (29), às 17h30, na loja Spipe Calarge, em Campo Grande, oficina com o chef André Rabelo, consultor da ABCS (Associação Brasileira dos Criadores de Suínos). A ação faz parte da Semana Nacional da Carne Suína, que começou terça (26) e termina no dia 12 de outubro.
Conforme Márcio Silva, gerente nacional de açougues da Rede Comper, há estudos que comprovam que a carne suína não faz mal à saúde e que pode ser usada em uma grande diversidade de pratos, como lasanha, arroz carreteiro, hambúrguer etc. “Na oficina o chef vai ensinar a preparar três pratos e no fim será servido risoto com carne suína aos participantes”.
Quem quiser participar da oficina gratuita com o chef André Rabelo pode se inscrever em qualquer SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) das lojas Comper. A intenção, segundo Márcio, é divulgar os cortes, pratos que podem ser elaborados com o alimento e até benefícios à saúde, estimulando o consumo numa alimentação saudável.
Na oficina, os participantes aprenderão sobre os benefícios do consumo da carne suína, conferirão receitas e dicas de harmonização e acompanhamentos com o chef Rabelo, degustarão pratos e participarão do sorteio de brindes.
coordenador dr. Antonio Pedro; vice-coordenadora enfermeira Clarinie B. Fortunatti e os enfermeiros Denise Reginato, Valdecir Santana, Danielle Ribeiro, Ludelça Dorneles, Valdineia Andre e a psicóloga Silviane Krokosz (Foto - Divulgação)
A CIHDOTT (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes) realiza nesta quarta-feira (27) uma ação com foco na orientação referente ao processo de doação de órgãos para a comunidade. A atividade acontece dentro do contexto do Setembro Verde e será das 08h às 12h, na Praça Antônio João.
A comissão criada pela Funsaud – Fundação de Serviços de Saúde de Dourados – na gestão Délia Razuk atua no Hospital da Vida e visa aumentar o índice de captação de órgãos em Dourados. O trabalho já conta com números positivos. Conforme a coordenação do CIHDOTT, neste ano foram nove captações, de fígado, rins e córnea.
Na atividade no centro de Dourados, membros da comissão e profissionais da saúde esclarecerão sobre o processo à população. Clarinie Fortunatti, vice-coordenadora do CIHDOTT, cita que o trabalho de informar sobre o assunto deve ser constante, para se contar com um maior número de doadores.
“Ainda existe muito tabu neste assunto e isto precisa ser trabalhado. Destacaremos que as pessoas que querem ser doadoras devem declarar essa vontade aos familiares em vida e mostraremos que os familiares precisam passar esse desejo adiante”, disse.
Ela explica que os órgãos são captados após a autorização dos familiares e ficam sob a responsabilidade da Central de Transplantes em Campo Grande e posteriormente da Central Nacional para os devidos encaminhamentos e atendimento da demanda.
A comissão coordenada pelo médico Antônio Pedro Bitencourt foi criada por orientação da prefeita Délia Razuk, sob a supervisão do secretário de Saúde Renato Vidigal e tem colocado Dourados com melhor projeção nacional quanto à captação de órgãos.
A atividade na quarta-feira contará também com a participação de alunos da rede municipal e acadêmicos. “Temos contado com total apoio da administração e levaremos a mensagem de salvar vidas pela doação de órgãos à toda a comunidade”, finaliza Clarinie.
Hoje (22) é o último dia da Campanha de Multivacinação 2017, que tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes. Os postos de saúde estarão abertos até o fim da tarde. Segundo o Ministério da Saúde, foram disponibilizadas 13 vacinas, para crianças até nove anos, e oito para adolescentes de 10 a 15 anos.
O alvo da campanha são crianças menores de 5 anos, crianças de 9 anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes estão convocados para atualizar a caderneta de vacina. Segundo o Ministério da Saúde, 53% desse público não estão com a vacinação em dia.
As vacinas disponíveis nesta campanha para crianças menores de 7 anos são: BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VOP (vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), vacina pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), vacina meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) e hepatite A.
As doses disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos são hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT (dupla tipo adulto), dTpa, vacina meningocócica conjugada tipo C e HPV.
Psicóloga de Dourados, Priscila Gatti, psicoterapeuta cognitivo-comportamental (Foto - Divulgação)
Mesmo alcançando um pouco mais de visibilidade na mídia nos dias atuais, falar sobre suicídio ainda é algo recente. Tendo em vista que apenas ouvíamos falar sobre esse tema quando uma figura pública tirava sua própria vida.
Debater sobre o assunto era algo inviável, principalmente, por se tratar de algo tão complexo e delicado. De acordo com a OMS, no Brasil ocorrem, aproximadamente, 12 mil suicídios por ano. No mundo todo, a cada 40 segundos, uma pessoa tira a própria vida.
A campanha nacional de valorização da vida “Setembro Amarelo”, criada em 2015, completa dois anos neste mês e tem como slogan os dizeres: “Falar é a melhor solução”.
Convidamos a psicóloga de Dourados, Priscila Gatti, psicoterapeuta cognitivo-comportamental, para falar um pouco sobre o assunto. “A maior dificuldade está no fato de que o suicídio ainda está em um momento delicado, pois a morte em si é um assunto cercado de estigmas e tabus. Com isso, a maioria das pessoas com ideação suicida, ou seja, que pensam no suicídio, não encontram abertura para falar do assunto e para expor seus pensamentos e, consequentemente, se sentem ainda mais sozinhas e desamparadas.
Pessoas que cometem suicídio ainda são vistas como fracas ou egoístas. O que precisamos compreender com urgência é que cada pessoa é única e os meus limites não são iguais aos seus limites. Isso significa que um mesmo acontecimento pode causar uma carga de sofrimento diferente em pessoas diferentes. Por isso, considerar egoístas as pessoas que pensam, tentam ou cometem suicídio é um equívoco.
Outro equívoco é acreditar que aqueles que “ameaçam” tirar a própria vida estão apenas querendo chamar a atenção e não irão chegar ao ato em si. Pessoas que pensam em suicídio são pessoas que se encontram sem esperanças, que não conseguem ver uma saída para seus problemas. Quem comete suicídio, está tentando acabar com a dor. Quando ignoramos essas pessoas, mostramos para elas que, de fato, elas não têm saída, estão sozinhas e que ninguém pode ajudá-las. Por isso, é importante que estejamos atentos a falas que demonstram desesperança, cansaço ou apatia. Pessoas com ideação suicida precisam, acima de qualquer coisa, serem ouvidas. Um diálogo aberto e empático é sempre a melhor forma de prevenção.
Atualmente, o suicídio tem estado mais presente no nosso cotidiano. Além de estar ganhando maior representatividade na literatura, no cinema e na televisão, não é raro vermos notícias de pessoas famosas que cometeram suicídio. Isso tem contribuído para uma melhor compreensão do assunto, especialmente no que diz respeito ao fato de o risco de suicídio estar presente em qualquer realidade, independentemente da situação socioeconômica. No entanto, vale lembrar que a ficção não deve ser usada como base para o conhecimento, já que seu objetivo maior é entreter e não informar. Portanto, se estiver em busca de informações confiáveis, procure fontes seguras.
A saúde mental também tem ganhado cada vez mais espaço, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido para que a saúde mental receba a mesma atenção que a saúde física recebe. Os transtornos mentais estão diretamente relacionados ao risco de suicídio. Por isso, também é necessário que se compreenda mais sobre essas condições, especialmente a depressão e a ansiedade.
Além dos tabus que cercam a morte e o suicídio, há ainda uma série de estigmas que precisam ser superados no que diz respeito aos serviços de psicoterapia, que ainda são vistos de forma distorcida e pejorativa, o que tende a deixar as pessoas pouco confortáveis para procurar ajuda profissional. As Universidades oferecem atendimento psicológico gratuito realizado por formandos do curso de Psicologia e há também o Centro de Valorização da Vida (CVV), que possui diversos canais de comunicação para ouvir e oferecer apoio emocional às pessoas que estão pensando em suicídio.
Portanto, se você tem tido pensamentos suicidas, procure ajuda. Não tenha vergonha de falar sobre o que você sente e pensa. Se preferir, procure ajuda profissional. Pode estar sendo difícil ver uma saída agora, mas, ela existe. Há outras formas de acabar com a dor sem precisar tirar a própria vida.”
Acredita-se que a falta de sono prejudique a saúde mental porque não permite que o cérebro processe as novas memórias adquiridas e organize as mais antigas – o que pode colocar a pessoa em um ciclo vicioso de pensamentos negativos e repetitivos. (Foto - //iStock)
Quem tem dificuldade para dormir à noite pode estar em maior risco de desenvolver depressão e ansiedade. De acordo com um novo estudo publicado no periódico científico The Lancet Psychiatry, a insônia, que antes era vista como sintoma, pode ser, na verdade, a causa dessas doenças.
O estudo
No estudo, cerca de 3.890 pessoas que enfrentavam problemas para dormir foram divididas em dois grupos. O primeiro, depois de passar pela terapia cognitivo-comportamental, que visa reduzir fatores comportamentais que levam à insônia, apresentou 20% menos risco de sofrer de ansiedade e depressão, além de noites de sono 50% melhores, em relação ao outro grupo que não recebeu nenhum tipo de tratamento.
Como estratégia da terapia, os participantes foram aconselhados a manter diários, para registrar a progressão do sono ao acordar, ouvir fitas de relaxamento e não utilizar a cama para outras tarefas além de dormir, por exemplo.
Causa, não sintoma
“Os problemas de sono são muito comuns em pessoas com distúrbios mentais, mas por muito tempo a insônia foi banalizada como um simples sintoma. Esse estudo transforma essa velha ideia, mostrando que a insônia pode contribuir para o surgimento de problemas da saúde mental”, disse Daniel Freeman, principal autor do estudo, em nota.
Toda noite, uma em cada três pessoas enfrenta problemas para dormir. Acredita-se que a falta de sono prejudique a saúde mental porque não permite que o cérebro processe as novas memórias adquiridas e organize as mais antigas – o que pode colocar a pessoa em um ciclo vicioso de pensamentos negativos e repetitivos. “Nosso estudo fornece evidências de que o sono é um fator importante na compreensão dos problemas de saúde mental”, ressaltou Freeman.
Dormir pouco x relacionamentos
Outro estudo, realizado pela Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, mostrou que casais que dormem pouco brigam mais. Após analisarem 43 casais, que estavam juntos entre três e 27 anos, e seus padrões de sono, os pesquisadores concluíram que os casais que eram mais propensos a ser hostis durante uma discussão, tinham um padrão de menos de sete horas de sono.
Isso não significa que aqueles que dormiam mais de sete horas por noite não discutam, mas o tom do conflito era diferente. “Quando as pessoas dormem menos, é um pouco como se elas olhassem o mundo através de lentes escuras. Seu humor piora. Elas ficam mais carrancudas. A falta de sono prejudica a relação.”, explicou Janice Kiecolt-Glaser, diretora de Pesquisa de Medicina Comportamental do Instituto Estadual de Ohio e líder do estudo, ao jornal americano The New York Times.
A pesquisa revelou ainda que, além de propiciar conflitos no relacionamento, a falta de sono prejudica a saúde ao aumentar os níveis de proteínas inflamatórias no sangue após as brigas.
Por outro lado, os cientistas concluíram também que quando um dos parceiros da relação descansou mais, foi possível atenuar o efeito negativo da privação do sono no outro. Quando pelo menos um dos cônjuges estava descansado, havia menos probabilidade de se envolver em conversas hostis do que quando ambos haviam sido privados de sono.
para esta campanha não existe uma meta específica de pessoas a serem vacinadas (Foto - Divulgação)
Tendo como público-alvo crianças e adolescentes, começa nesta segunda-feira (11) a campanha nacional de multivacinação. O objetivo é a atualização das cadernetas de vacinação para maior controle de doenças imunopreviníveis.
Em Dourados, a ação desenvolvida pelo Ministério da Saúde/ Superintendência Geral de Vigilância em Saúde é coordenada pela Vigilância Epidemiológica de forma integrada com a Secretaria Municipal de Saúde.
Os menores de 15 anos devem verificar quanto ao abandono ou atrasos de doses de vacinas nesse período. Diante da necessidade de regularização das dosagens, deve-se procurar o posto de saúde mais próximo de sua residência.
De acordo com Carla Ribeiro, gerente de imunização, as unidades de saúde já receberam um quantitativo de doses de vacina para atendimento da campanha.
“Os postos já estão preparados para atender a demanda com as vacinas de BCG, hepatite B, hepatite A, pentavalente e outras. Ainda nesta semana chega também um reforço da vacina de HPV”, disse Carla.
A gerente de imunização explica que para esta campanha não existe uma meta específica de pessoas a serem vacinadas, no entanto, “a pretensão é alcançar o maior número possível de crianças e adolescentes, visto que é comum o esquecimento de vacinas que têm ciclos ou que sofrem atrasos nesse período”.
Desta forma, diante de análise às cadernetas de vacinas, será feita a aplicação das doses corretamente. O atendimento dentro do âmbito da campanha, que segue até o dia 22 de setembro, será no horário normal de funcionamento dos postos de saúde, das 7 às 11 horas e das 13 às 17 horas.
DIA D
Neste sábado (16), as unidades de saúde funcionarão das 8 às 17 horas dentro da mobilização nacional. “O intuito é alcançar quem não puder regularizar a caderneta nos dias de semana”, explica Carla.
Serão oferecidas vacinas da rotina do calendário de vacinação do PNI (Programa nacional de Imunização).
O ministério da Saúde destaca que não tomar as vacinas corretamente pode contribuir para o reaparecimento ou aumento de algumas doenças.
Em comemoração ao Dia do Nutricionista, celebrado no dia 31 de agosto, o serviço de nutrição em conjunto com a gerência de Hotelaria da Santa Casa de Campo Grande irá realizar na próxima quarta-feira (30), o “1º Encontro de Nutrição da Santa Casa”. O evento será realizado no auditório “Carroceiro Zé Bonito”, a partir das 8h30. Os participantes receberão certificados de 8 horas/aula.
A programação conta com sete palestras e uma mesa redonda. Na primeira palestra será abordado o tema “Microbiota intestinal” com a nutricionista, Luciane Perez da Costa Fernandes. Em seguida, é a vez da Claudia Stela Gonzaga, abordar sobre “Nutrição Esportiva – Prescrição de suplementos, tipos de proteínas e horários de uso”. A última palestra do período da manhã é por conta da nutricionista, Maruska Dias Soares, com o tema “Desnutrição Hospitalar: como tirar esqueleto do armário”.
No período da tarde, a programação inicia às 13h30 com a palestra “Por que as dietas falham” com o coach, escritor e conferencista, Cristiano Acosta. Em seguida a nutricionista, Rosângela Ferreira, abordará o tema “Importância da nutrição em pacientes imunodeprimidos”. A palestrante, Camila Pereira Dourado, falará sobre “Conduta nutricional em pacientes queimados”. A última palestra fica por conta da nutricionista, Sabrina Maria Saueia Ferreira, com o tema “A importância dos prebióticos na infância”.
Às 15h30 inicia a mesa redonda “Desafios da equipe multiprofissional de Terapia Nutricional” mediada pela chefe do serviço de Nutrição do hospital, Lígia Benfatti. O evento é voltado para profissionais e acadêmicos da área. As inscrições serão realizadas no setor de eventos da Santa Casa com um investimento de R$ 30. As vagas são limitadas.
Para Lígia, o evento é uma oportunidade de transmitir conhecimentos técnicos para os profissionais e estudantes da área. “Campo Grande é carente de eventos para a área da Nutrição. Este encontro é uma oportunidade para os profissionais e acadêmicos atualizarem seus conhecimentos. É uma troca de experiência”, afirma.
Serão oferecidas vacinas da rotina do calendário de vacinação do PNI (Programa nacional de Imunização) (Foto: Divulgação)
A campanha de multivacinação para atualização de cadernetas de vacinação das crianças e adolescentes acontecerá de 11 a 22 de setembro. O objetivo é o maior controle de doenças imunopreviníveis.
O Ministério da Saúde/Superintendência Geral de Vigilância em Saúde, coordenação de Vigilância Epidemiológica realiza a atividade de forma integrada a Secretaria Municipal de Saúde de Dourados.
O foco é o atendimento aos menores de 15 de idade, de forma a verificar quanto ao abandono ou atrasos de doses de vacinas necessárias nesse período.
Desta forma, diante de análise às cadernetas de vacinas, será feita a aplicação das doses corretamente.
O ministério da Saúde destaca que não tomar as vacinas corretamente pode contribuir para o reaparecimento ou aumento de algumas doenças.
No período da campanha, crianças e adolescentes poderão comparecer ao posto de vacinação mais próximo de sua residência para realizar a atualização.
O atendimento nos dias da multivacinação será no horário normal de funcionamento das unidades, das 7 às 11 horas e das 13 às 17 horas.
No dia 16 de setembro, as unidades de saúde funcionarão das 8 às 17 horas para a mobilização nacional.
Serão oferecidas vacinas da rotina do calendário de vacinação do PNI (Programa nacional de Imunização).
As placas feitas de PVC são ilustradas com figuras que o paciente pode se expressar (Foto - Divulgação)
A Santa Casa de Campo Grande implantou nesta segunda-feira (21), um recurso que facilita a comunicação dos pacientes, que possuem dificuldades em se comunicar, com a equipe multiprofissional, melhorando o atendimento e a compreensão dos seus desejos. A iniciativa da “Comunicação Alternativa” surgiu por meio das dificuldades enfrentadas pelos profissionais em se comunicar com os pacientes incapazes de desempenhar a função comunicativa e foi implantada pelo terapeuta ocupacional do hospital, Adão Santos Moreira.
De acordo com Adão, a equipe multiprofissional revelou as dificuldades em saber o que o paciente necessitava, dificultando a relação da equipe e resultando em pacientes frustrados, nervosos e deprimidos. “Queremos melhorar a autoestima destes pacientes e, com isso, ajudar em sua recuperação. Quando uma pessoa fica impedida temporariamente ou de maneira definitiva de se comunicar pela fala, ela necessita de uma forma alternativa para desempenhar essa função comunicativa”, afirma.
A enfermeira da equipe multiprofissional de terapia nutricional, Carla Dalponte, afirma que a placa veio para facilitar e melhorar o atendimento daqueles que têm dificuldades de se expressar. “Sem a placa a gente não consegue se comunicar e isso deixa o paciente alterado, podendo até prejudicar sua recuperação. A placa vem para facilitar a comunicação e para podermos dar toda assistência que o paciente precisa. Facilita o nosso lado, mas mais que isso, levanta a autoestima do paciente que se sente, de alguma forma, independente”.
As placas feitas de PVC são ilustradas com figuras que o paciente pode demonstrar se está feliz, triste, zangado, com medo, se ele quer se virar, se ele quer silêncio, dormir, acordar, obrigado, se está com fome, se quer tomar banho ou ir ao banheiro, se está com frio, calor, entre outras características. Tem também palavras como “sim”, “não”, talvez”, além de números e letras do alfabeto.
A mulher precisa estar com a carteirinha de vacinação em dia antes de engravidar, mas quando isso não é possível, algumas vacinas podem ser tomadas. Também é interessante imunizar os adultos que terão contato com o recém-nascido.
É preciso estar atento às mudanças, como a indicação da vacina Tríplice Bacteriana (dTpa-Difteria, Tétano e Coqueluche) que até há pouco tempo era a partir de 27 semanas de gestação, agora a indicação é com 20 semanas. Ela é importante, porque além da proteção contra a Coqueluche, a vacina dTpa também protege contra o tétano neonatal, infecção que pode ocorrer com instrumentos inadequados e contaminados usados para cortar o cordão umbilical. É importante tomar esse medicamento é devido ao aumento dos casos de Coqueluche em recém-nascidos e lactentes antes de 1 ano de idade, além de causar complicações mais graves, como as altas taxas de morte, pois os indivíduos contaminados estão mais susceptíveis a pneumonia, convulsões e danos cerebrais.
Durante a gestação também é preciso tomar a vacina da gripe, porque protege a mulher do vírus da gripe normal, também protege de quadros mais graves, como internações por bronquite, pneumonias e até a morte, devido a queda e imunidade. Quando tomar: A dose da vacina da Influenza pode ser prescrita em qualquer mês da gravidez ou em até 45 dias após o nascimento do bebê, para aquelas que não tomaram durante os nove meses, em uma dose única.
Outra bastante indicada é da Hepatite B, pois a doença não apresenta sintomas bem definidos, mas o indivíduo que contrair a doença pode ter vômito, dores musculares, náuseas e mal-estar (sintomas pertinentes a outras complicações também). A infecção durante a gravidez é uma via comum de transmissão, então é importante evitar que a mãe se infecte e não transmita ao feto ou ao recém-nascido. Crianças infectada com Hepatite B podem apresentar cirrose hepática e câncer hepático na fase adulta. Quando tomar: A vacina deve ser administrada em 3 doses, preferencialmente a partir do segundo trimestre da gestação, e é gratuita nos postos de saúde. Se a gestante já foi vacinada anteriormente, não há necessidade de reforço na gestação.
Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização muitas coisas são lembradas no pré-natal e as vacinas podem passar desapercebidas e são fundamentais. “Para uma gestação saudável e sem riscos, é preciso estar em dia com a imunização e evitar problemas durante os meses da gravidez”, afirma o médico.
Antes de tomar qualquer vacina é preciso consultar um médico para obter informações sobre o tempo de gestação e outros detalhes.
"O corpo humano não foi feito para ficar parado", afirma o médico (Foto - Divulgação)
Certo dia, o médico paulistano Drauzio Varella cruzou com um conhecido de colégio que não via havia muito tempo. Daquela conversa arrastada, um comentário do amigo o marcou: “Ano que vem, 50 – idade em que tem início a decadência do homem”.
Drauzio, que completaria meio século de vida no ano seguinte, ficou intrigado. Afinal, sentia-se bem, corria ocasionalmente e estava sem fumar fazia 13 anos.
E, principalmente, ainda tinha muitos projetos e desejos a realizar. Resolveu, então, propor um desafio a si mesmo: correria a Maratona de Nova York dali a um ano. E começou a treinar.
Hoje, aos 72, o médico é um maratonista com currículo invejável e já viajou o mundo atrás de provas de 42 quilômetros: esteve nas de Buenos Aires (Argentina), Boston e Chicago (Estados Unidos), Berlim (Alemanha) e Tóquio (Japão), entre outras. Autor de livros como Estação Carandiru, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de Não Ficção, acaba de lançar Correr (Companhia das Letras, 29,90 reais), em que oferece informações médicas sobre a corrida e relata sua experiência com a atividade.
Com franqueza, no livro admite que não é nada fácil deixar a preguiça de lado para praticar esportes e reafirma a necessidade de uma mudança de hábitos para que possamos desfrutar bem a vida e envelhecer com saúde. “Envelhecimento não tem que ser igual a doença. Um dia todos vamos ficar doentes e morrer, mas isso não precisa acontecer aos 40 anos, nem aos 50”, diz.
A pesquisa foi feira com 40 fones de ouvido e, em 87% dos objetos, foi encontrada uma alta contaminação. (Foto - iStock/Getty Images)
Fones de ouvido de uso diário podem estar contaminados com até 10.000 fungos e bactérias que podem causar micoses e graves infecções, como otites e sinusites. A conclusão é de uma pesquisa da faculdade de biomedicina Devry Metrocamp, em Campinas, feita com quarenta fones (trinta do modelo que se encaixa na orelha e dez headfones, que têm contato com a parte externa da orelha) de jovens e adultos que tinham o hábito de compartilhar os aparelhos e não higienizá-los. Em 87% dos objetos foi encontrada uma alta contaminação que incluía a bactéria Staphylococcus aureus, que pode levar a infecções de pele e também das vias aéreas superiores, como as otites.
Entre os fungos detectados pelo estudo, que analisou os aparelhos por três meses, os do grupo Candida ssp são os mais preocupantes, de acordo com os pesquisadores, que foram surpreendidos pela alta quantidade de microrganismos presentes nos objetos. Esses fungos são difíceis de tratar e podem afetar alguns órgãos do ouvido, provocando doenças em pessoas com imunidade baixa.
Contaminação
No geral, todos os headfones que participaram da pesquisa estavam contaminados com a bactéria Staphylococcus aureus (que pode levar também ao desenvolvimento de meningites) em baixas quantidades. Por essa razão, seu uso é um pouco mais seguro.
A cera encontrada no ouvido é uma proteção que tem o objetivo de impedir a entrada de fungos e bactérias. Contudo, o uso frequente dos fones de ouvido (e também de cotonetes) pode reduzi-la, deixando o ouvido sem defesas.
De acordo com a equipe de cientistas, coordenada pela bióloga Rosana Siqueira, os fones internos entram em contato com essa cera e, quando não são limpos corretamente, entram em contato com diversos microrganismos que “grudam” no objeto. Ao serem encaixados nos ouvidos, o canal auricular fica abafado e em uma temperatura propícia à proliferação de fungos e bactérias. Se o ouvido estiver com pouca cera e o organismo com a imunidade reduzida, os fungos e bactérias encontrados nos fones podem levar a doenças, como as otites.
Limpeza
Para evitar as contaminações, os pesquisadores indicam a limpeza dos objetos com o álcool isopropílico, indicado para eletrônicos. A higienização deve ser feita com um cotonete ou algodão embebido com o produto e passado nas partes do aparelho que ficam em contato com a orelha e nos fios, todos os dias, antes e após o uso. Álcool comum ou água e sabão não são indicados, pois prejudicam os fones. No caso dos headfones, se a película de proteção do aparelho for rompida, o ideal é trocá-lo, para que não haja a contaminação.
Os médicos também não recomendam o compartilhamento dos fones, hábito que pode favorecer infecções, pois os fungos e bactérias podem passar de uma pessoa para outra.
Se houver dor de ouvido, incômodo ou sensação de diminuição de audição, o melhor é procurar um otorrino para que sejam feitos exames e o diagnóstico. O tratamento pode incluir o uso de antifúngicos, antibactericidas, anti-inflamatórios e analgésicos.
O aumento no montante ampliará o quantitativo de medicamentos disponibilizados à população.(Foto:Arquivo/Agência Brasil)
O Ministério da Saúde publicou, nesta terça-feira (15/08), portaria que altera o valor do repasse para a compra de medicamentos que fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF). Com a mudança, Estados, Distrito Federal e Municípios terão um incremento de 10% no valor total, passando de R$ 5,10 para R$ 5,58 por habitante/ano, conforme população estimada em 2016, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento no montante ampliará o quantitativo de medicamentos disponibilizados à população.
A medida só foi possível após a realocação dos R$ 100 milhões que eram destinados à manutenção da Rede Própria do Farmácia Popular. Grande parte do recurso era pra custear serviços administrativos, que chegavam a 80% do montante. A ampliação do repasse foi aprovada pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que reúne representantes dos estados, municípios e do governo federal.
Acesse a PORTARIA Nº 2.001, DE 3 DE AGOSTO DE 2017
Com esse recurso, eram mantidas 367 unidades próprias, que representam, apenas, 1% do total de unidades privadas credenciadas no “Aqui Tem Farmácia Popular”. Agora, além das 4.481 cidades participantes, o recurso também estará disponível para outros mil municípios, que estão fora do programa. Estes municípios passarão a ter maior acesso a medicamentos e insumos farmacêuticos que serão distribuídos nas mais de 41 mil unidades de saúde espalhados por todo o país.
“A medida não ocasionará nenhum prejuízo ao usuário. Pelo contrário, estamos ampliando o acesso e a oferta de medicamentos. Ou seja, não estamos terminando com o Farmácia Popular e sim fortalecendo a rede credenciada”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
O ministro lembrou que os medicamentos exclusivos na farmácia de rede própria representam menos de 7% da procura dos usuários. Ou seja, cerca de 93% dos usuários buscam medicamentos para hipertensão, diabetes e asma, disponíveis na rede credenciada do Farmácia Popular. “Os demais estão disponíveis, tanto nas unidades básicas quanto nas farmácias próprias das prefeituras”, ressaltou o ministro.
O Componente Básico da Assistência Farmacêutica destina-se à aquisição de medicamentos e insumos no âmbito da Atenção Básica à Saúde. A responsabilidade pela aquisição dos medicamentos deste componente é tripartite, ou seja, a União disponibiliza R$ 5,58 por habitante/ano, os estados, R$ 2,36 e os municípios, R$ 2,36. Os estados, o Distrito Federal e os municípios são os responsáveis pela seleção, aquisição, armazenamento, controle de estoque e prazos de validade, além da distribuição e dispensação destes medicamentos.
FUNCIONAMENTO NORMAL – O programa Aqui tem Farmácia Popular, parceria do Ministério da Saúde com farmácias privadas, continua funcionando normalmente. Desde a sua criação, o programa já atendeu mais de 43 milhões de brasileiros, o equivalente a cerca de 20% da população do país. A iniciativa já está presente em 80% do país, ou seja, em 4.463 municípios, contando com 34.910 farmácias cadastradas – cerca de 50% das existentes. Ao todo, são disponibilizados 42 produtos, sendo que 26 deles gratuitamente e o restante com descontos que chegam a 90%.
Em média, por mês, o Programa beneficia em torno de 9,8 milhões de pessoas, principalmente àquelas com 60 anos ou mais, que representam cinco milhões do total. A maior parte dos pacientes atendidos (9 milhões) acessa medicamentos de forma gratuita, sendo que os mais dispensados são para tratamento de hipertensão (7,2 milhões), diabetes (3 milhões).
A baixa adesão das faixas etárias à campanha de vacinação contra o HPV em Mato Grosso do Sul pode ocasionar um gave problema de saúde publica e colocar no alvo a responsabilidade das autoridades da saúde. É o que avalia o deputado estadual George Takimoto (PDT), ao reiterar apelo que fez ainda no governo Dilma Roussef para que toda rede publica fosse abastecida com estoques suficientes para cobrir a demanda, além de reforçar as campanhas preventivas com a mobilização da sociedade e o envolvimento dos governos estaduais e prefeituras.
O HPV (Papilovírus Humano) pode ser transmitido de mãe para filho no momento do parto ou pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas durante relação sexual. As suas vítimas potenciais são adolescentes e jovens. Até janeiro passado só as meninas eram vacinadas. Em junho foi incluído também o sexo masculino. O Ministério da Saúde redefiniu a faixa etária do publico-alvo para a imunização, ampliando a dos meninos, que era de 12 a 13 anos de iade e passou para 11 a 15 anos incompletos. As meninas em idade de vacinação estão na faixa entre nove e 15 anos.
CHAMAMENTO
Segundo Takimoto, a sociedade também possui sua parcela de responsabilidade, sem a qual uma campanha do gênero dificilmente alcança suas metas. “Porém, é necessário que os governos dos estados e municípios invistam no chamamento da população, antes capacitando a estrutura da rede de assistência por meio da disponibilidade de profissionais, de logística e de estoques para oferecer a prevenção”, afirmou.
Além da baixa adesão registrada pelo Ministério da Saúe, a preocupação de Takimoto leva em conta o aumento da demanda, que cresceu com a inclusão dos adolescentes do sexo masculino. A vacina é disponibilizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Para os meninos, a vacina tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual. Nas meninas, a vacinação proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal, lesões pré-cancerosas, verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus.
O INCA (Instituto Nacional do Câncer) aponta ocorrência de 18.000 casos novos de câncer do colo uterino no Brasil a cada ano. Aproximadamente quatro mil mulheres morrem vítimas dessa doença no país. Levantamentos do final do ano passado contabilizavam em Mato Grosso do Sul 93 mil adolescentes do sexo masculino, entre 11 e 15 anos incompletos, e 155 mil meninas de nove a 15 anos de idade.
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