Ator, personalidade de televisão e ex-sargento R. Lee Ermey (Foto: Ethan Miller/Getty Images)
O ator americano e militar da reserva R. Lee Ermey faleceu aos 74 anos no domingo, anunciou seu agente, Bill Rogin. Ermey ficou conhecido por seu papel como o sargento Hartman no filme Nascido para Matar (1987), de Stanley Kubrick. O ator morreu por complicações de uma pneumonia.
“Todos sentiremos sua falta. Sempre Fi, Gunny. Boa sorte”, escreveu Bill Rogin no Twitter, usando o lema dos Marines dos Estados Unidos, a que Ermey serviu de 1961 a 1971, quando recebeu baixa por motivos de saúde.
Nascido em Emporia, Kansas, em 1944, Ermey conseguiu um papel em Apocalypse Now (1979) quando estudava arte dramática na Universidade de Manila, nas Filipinas. Participou de quase 60 filmes, frequentemente em papéis relacionados ao exército.
O filme sobre Edir Macedo e a fundação da Igreja Universal é protagonizado por Petrônio Gontijo.(Foto:Stella Carvalho/Divulgação)
A Globo irá exibir, pela primeira vez, anúncios vinculados à Record. No intervalo da sua programação, a emissora carioca irá veicular o trailer do filme ‘Nada a Perder’, sobre a vida de Edir Macedo, um dos maiores acionistas da concorrente. A transação comercial foi intermediada pela produtora Paris Filmes.
Os anúncios serão veiculados nos intervalos de Mais Você, Bom Dia Brasil, novelas, Fantástico, dentre outros, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Brasília e Manaus, segundo informa o Notícias da TV.
O filme sobre Edir Macedo e a fundação da Igreja Universal é protagonizado por Petrônio Gontijo.
O ator Dudu Azevedo (Foto: Munir Chatack/Record TV/Divulgação)
A Rede Record anunciou nesta quarta-feira a escalação do ator Dudu Azevedo para o papel de Jesus Cristo na nova trama bíblica da emissora. A novela ainda não tem data ou horário definidos — não se sabe, por exemplo, se vai substituir Apocalipse, atualmente em exibição.
O último trabalho de Dudu Azevedo foi na novela O Rico e Lázaro, em que foi um dos protagonistas, na pele do personagem Asher.
Geovani Martins, autor de O Sol na Cabeça, a última aposta da Companhia das Letras (Foto:Chico Cerchiaro/Companhia das Letras/Divulgação)
O Sol na Cabeça é um livro escrito das favelas no Rio de Janeiro, mas que ultrapassa as fronteiras físicas e sociais para falar sobre essa forma singular de humanidade que transita pela capital carioca em seus diversos espectros.
O escritor Geovani Martins nasceu em Bangu, morou na Rocinha e no Vidigal. Tem apenas 26 anos, e esse seu primeiro livro teve os direitos vendidos para nove países diferentes em tempo recorde para a editora, a respeitada Companhia das Letras.
O Sol na Cabeça (Cia. das Letras, 120 páginas, R$ 34,90) reúne 13 contos que foram elogiados pelo compositor Chico Buarque, pelo colunista Antonio Prata e pelo cineasta João Moreira Salles.
A temática dos contos passeia por todo o Rio de Janeiro, mas especialmente pelas favelas, dando voz ora a um menino fascinado por uma borboleta, ora a um cego que pede esmolas no transporte público, passando por estudantes universitários, crianças do morro e traficantes.
Em entrevista a EXAME, Geovani Martins fala sobre a abrangência do realismo de seus contos, suas principais influências literárias e conta dos planos para o futuro.
EXAME: O nome do livro é referência à música Trem Azul (composição de Lô Borges, sucesso na voz de Elis Regina)?
Geovani Martins: Não, não diretamente, apesar de eu gostar muito da música. Lógico que a música estava presente, mas era uma coisa mais implícita nas nossas referências de cultura, é uma expressão que ficou na nossa cabeça. O nome foi escolhido em reunião, porque eu cheguei na editora com o livro bastante adiantado, mas sem título. Até que o Ricardo, editor, sugeriu esse nome e todo mundo gostou – aliás foi o primeiro que todo mundo gostou.
Como começou a escrever?
Eu sempre li muito, desde criança tenho hábito da leitura, e à medida que fui crescendo eu fui me interessando cada vez mais. Acho que comecei a escrever com 9, 10 anos, alguns versos, coisas mais soltas, músicas. Quando eu fiquei adolescente comecei a ler mais literatura nacional, tive contato com crônicas do Carlos Drummond de Andrade, elas me impressionaram bastante, e aí comecei a escrever com regularidade.
Então foi uma coisa que aconteceu naturalmente, e eu acho que sempre escrevi para poder fotografar os momentos. Pra mim sempre foi muito de necessidade, antes de pensar em ganhar dinheiro com isso eu já escrevia uma quantidade considerável. E aí com a resposta do público às coisas que eu publicava na internet, a resposta era muito boa e me dava confiança. A partir da Flup [Festa Literária das Periferias], quando eu apresentei meus contos, eu passei a considerar essa ideia de viver do que eu escrevia.
Você considera seus contos realistas?
É um realismo imaginativo, que se permite trafegar entre outros limites do fantástico, do absurdo. A vida, ela é assim, tem coisas que acontecem que são tão inacreditáveis que só podiam ser verdade.
Meus personagens são todos baseados em pessoas reais, não em uma pessoa, mas várias. Não tem como você se inspirar em pessoas e não ir pra um lugar mágico.
Eu acho que eu faço um realismo, que é o lugar de onde eu vejo essas cenas, e acho que está mais próximo do realismo do que outros estilos, mas não é só isso.
A intenção era fazer denúncia social?
A crítica social acompanha as situações. Eu queria contar essas histórias, e determinadas histórias eu não poderia contar sem falar da polícia; e aí eu retrato da maneira como eu vi a polícia até hoje, como ouvi até hoje.
Mas são coisas que andam em paralelo com as histórias, não tinha como descolar. Eu não quis me prender nisso, eu queria que as histórias fossem para outros lugares, e a crítica viria naturalmente; foi o que acabou acontecendo.
Quem são seus autores preferidos?
Meu autor preferido é o Machado de Assis, mas também gosto muito do Jorge Amado. Com o Cortázar, aprendi muito sobre conto; Gabriel García Marquez, Graciliano Ramos, e os músicos, sou muito influenciado pelo Chico Buarque, Caetano Veloso, Racionais, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor. São letristas que me dão ideias.
Alguma coisa já mudou com a notoriedade do lançamento do livro?
A minha vida inteira mudou. Eu me mudei no começo do ano, agora moro numa casa que meu quarto é maior do que a minha outra casa, isso é uma grande mudança. Na rotina de entrevista, de televisão, pessoas falando comigo dentro da livraria.
É difícil dizer, porque foi uma mudança muito grande. Eu meio que já esperava alguma mudança mas não tanto, não imaginava que o livro pudesse ter uma repercussão tão grande.
Quando eu comecei a escrever eu estava desempregado, minha mãe e minha namorada me apoiaram e aí a decisão já naquele momento foi não procurar outro trabalho.
Qual dos contos é o seu preferido?
Eu não tenho um preferido não, mas o que eu mais gostei de escrever, me diverti, me emocionei, o que mexe comigo até hoje é o Roleta Russa [que conta a história de um garoto fascinado pela arma do pai].
Você pretende publicar um romance depois desse livro? É sobre as UPPs no Rio?
Comecei a escrever no final do ano passado, é uma história que já vinha me acompanhando há algum tempo. É um movimento natural da minha história na literatura de buscar fazer o que eu ainda não sei.
Quando eu me inscrevi na Flup foi em contos, eu já fazia crônicas mas queria fazer algo que eu não dominasse, que eram os contos. E agora que eu terminei esse livro eu tô muito mais próximo de fazer um romance do que outro livro de contos.
É uma história que se passa entre 2011 e 2013, ambientada na Rocinha mas circulando pela cidade, que nem O Sol na Cabeça, e pretendo entregá-lo para a editora em 2020.
Não é sobre as UPPs. Ele se passa no período da instalação das UPPs, mas é mais uma desculpa pra eu poder ter um recorte daquele tempo e traçar a história daquele período; é uma das coisas que estão ali, mas não o suficiente pra dizer que o livro é sobre isso.
Apresentação de Elza Soares no Teatro Municipal Arthur Azevedo (Foto: Rodrigo Antonio/VEJA)
Os fãs de Elza Soares pediram a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante show da cantora em Buenos Aires. A brasileira interrompeu a apresentação para lamentar a situação política do Brasil, e foi acompanhada por gritos de “Lula Livre”, em espanhol. O petista foi preso no último sábado, após ter seu habeas corpus negado.
“O meu país enfrenta um triste momento político e social. Querem matar os nossos sonhos, prender as nossas liberdades”, desabafou a cantora, no show realizado no domingo. Depois cravou: “Não irão conseguir!”. Elza foi seguida por uma ole à democracia e gritos em espanhol que pediam a liberdade do político brasileiro.
Após, sair da casa mais viagiada do Brasil, Viegas dá o recado: "A periferia vive" (Foto: Reprodução/TV Globo)
A produção do BBB bem que se esforça para manter a política longe do programa — e Thiago Leifert, sobretudo. Mas os participantes vira e mexe colocam o apresentador, um defensor da despolitização ampla, geral e irrestrita, em saia justa. Ao ser eliminado do reality show, neste domingo, com mais de 57% dos votos do público, o paulista Viegas pôs de novo o “Fora, Temer” no palco do programa.
“Viegas, você foi um grande jogador. Só faltou dançar um pouco”, disse Leifert ao recebê-lo do lado de fora do confinamento. Viegas nem se deu ao trabalho de responder ao gracejo e, na primeira oportunidade de falar, lançou um discurso político. “Eu venho de um lugar onde as pessoas não sonham mais, onde ninguém mais acredita na vida. Estar aqui pra mim, sem ter roubado ninguém, sem ter feito mal a ninguém, e mostrar que a Cohab do Juscelino vive, é muito bom”, disse. “A gente está cansado de ser arrastado todos os dias como a Claudia, morto como o João Vitor, esquecido como o Amarildo, preso como o Rafa Braga. Mesmo a gente gritando todo dia ‘Fora, Temer’, todos os dias a galera faz isso com a gente.”
Leifert não cortou a fala de Viegas, e ao final arrematou com um “Recado do Viegas! Pode ir ali abraçar sua família”. O músico obedeceu no ato, e foi aí que recebeu a notícia da prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. “Lula foi preso“, disse um dos conhecidos que o esperavam no palco do BBB. “Eita, p***”, soltou o músico.
A todos aqueles que resolveram esperar a estreia da segunda temporada de La Casa de Papel, a Netflix fez um teaser para lá de divertido com a cantora Sandy e a hashtag #ResolviEsperar para anunciar a continuação do famoso seriado espanhol.
Como é de conhecimento de muitos, Sandy sempre teve um comportamento exemplar quando adolescente e sua virgindade foi um assunto bastante comentado no passado. Atualmente, a cantora é casada, mãe do pequeno Theo e lida sem nenhum constrangimento sobre assuntos que envolvam sexo – tanto que faz até piada com isso.
No vídeo, estrelado pela cantora, Sandy afirma que é preciso “resistir e esperar a hora certa”. Outras pessoas também aparecem no teaser dizendo o quanto é importante não ceder às tentações.
A segunda temporada da aclamada série espanhola chegou nesta sexta ao canal de streaming e está disponível para todos aqueles que resolveram esperar e não assistiram aos episódios antes da estreia oficial.
Natalia Leite comanda o programa 'SuperPoderosas', da Band (Foto: Kelly Fuzaro/BAND)
Criada há cerca de sete anos pelas jornalistas Ana Paula Padrão e Natália Leite, a Escola de Você, curso digital voltado para o empoderamento feminino, vai ganhar uma bela vitrine a partir da próxima segunda-feira: a TV aberta. Às 9h50, Natália, que conheceu Ana Paula durante sua passagem pela Record e se tornou sua sócia em um portal para mulheres e na produtora de conteúdo Touareg, vai ao ar com o SuperPoderosas, que deve levar a uma escala maior, de público e de profundidade do conteúdo abordado, as aulas da Escola de Você.
“O DNA é o mesmo, o formato é uma adaptação da EDV”, diz Natália Leite. “Vamos usar partes de aulas e os pilares – autoconhecimento, empoderamento, empreendedorismo – são os mesmos. A diferença é que na escola as aulas são curtas, de 2 a 5 minutos. Já na TV as especialistas têm quadros e terão a oportunidade de trabalhar assuntos mais profundamente.”
Segundo Natália, a ideia é ajudar mulheres a transformar suas vidas, passo a passo. “Mesmo que a SuperPoderosa que está em casa assista todo dia, há uma jornada até ela enxergar a beleza que há em si mesma”, diz a jornalista, já ensaiando o jargão do programa. “Autoconhecimento é um trabalho de formiguinha.”
Deixando uma trajetória de mais de 35 anos na emissora, a atriz Malu Mader é demitida da Globo. Ela já estava na corda bamba desde 2003 e acabou sendo dispensada em março desse ano com o final de seu contrato. Malu Mader teve sua última participação nas telinhas durante a série Malhação – Vidas Brasileiras, em que interpretou Melissa, mãe do aluno Felipe Kavaco (Gabriel Contente) da Escola Sapiência e esposa de Jairo (Daniel Dantas).
Considerada por muitos uma das maiores estrelas da Globo, Malu Mader não brilha nos papéis nobres da emissora desde sua interpretação como a bem-sucedida empresária e ex-modelo Maria Clara Diniz, em Celebridade (2003). Desde então, Malu Mader não obteve muito sucesso em suas escolhas e aceitou papeis como coadjuvante, além de participações especiais e pequenas aparições.
O motivo pelo qual Malu Mader é demitida é o corte de gastos que a emissora vem realizando nos últimos anos para compensar a perda de receita advinda da publicidade, dispensando veteranos como Maitê Proença e Pedro Cardoso, e mantendo apenas artistas de grande produtividade, que emendam um trabalho no outro.
Trajetória
Aos 16 anos, Malu Mader teve seu primeiro trabalho na Rede Globo como Dóris Ribeiro Cantomaia, em Eu Prometo, de 1983. Em 1985 participou da novela Ti Ti Ti, regravada em 2010, mas teve seu grande auge como protagonista da minissérie Anos Dourados, de Gilberto Braga, que foi sucesso de audiência da Rede Globo em 1986. Desde então, atuou em poucos papéis na emissora mas, apesar disso, Malu Mader não perdeu o carinho e amor de seu público. Agora, Malu Mader é demitida com 35 anos de trabalho no currículo.
Taylor Swift durante o New York Fashion Week - 09/09/2016 (Foto: Gustavo Caballero/Getty Images)
A Justiça do Texas, nos Estados Unidos, condenou um homem que perseguia a cantora Taylor Swift a dez anos de liberdade condicional, além de rastreamento permanente por meio de tornozeleira eletrônica e exames médicos periódicos. Segundo o site TMZ, em janeiro de 2018, Frank Andrew Hoover foi preso após mandar e-mails ameaçadores ao pai da cantora.
Não é a primeira vez que Hoover vai preso por perseguir Taylor. Em 2016, ele já havia sido detido por violar uma ordem restritiva que a cantora conseguiu após receber ameaças por e-mail. Nos e-mails obtidos pelo site, o “stalker” (perseguidor, em inglês) afirmava que a cantora e sua família são obras do demônio e que iria matá-los para livrar o planeta dos seus pecados.
Caso Hoover viole os termos da sua liberdade condicional, entre eles ficar pelo menos uma milha (cerca de 1,6 km) afastado de Taylor Swift e sua família, ele terá que cumprir a pena em uma prisão americana.
Gal Galdot no papel da Mulher-Maravilha (Foto: DC Comics/Divulgação)
Mulher-Maravilha foi o filme de super-herói que mais lucrou no ano passado, segundo lista divulgada pelo site americano especializado Deadline. O longa estrelado pela israelense Gal Gadot arrecadou mais de 820 milhões de dólares em bilheteria pelo mundo e se saiu melhor do que títulos como Homem-Aranha: De Volta ao Lar, Thor: Ragnarok e Guardiões da Galáxia Vol. 2.
De todos os lançamentos de 2017, Star Wars: Os Últimos Jedi fica no primeiro lugar da lista dos mais lucrativos e Mulher-Maravilha cai para a sexta posição, atrás de A Bela e a Fera, Meu Malvado Favorito 3, Jumanji: Bem-Vindo à Selva e It: A Coisa.
A lista do site Deadline compara os filmes que mais deram lucro aos estúdios americanos, ou seja, o valor da produção é deduzido da quantia total arrecadada para a formação do ranking.
Mulher-Maravilha, dirigido por Patty Jenkins, ainda ganhará uma continuação, que tem previsão de estreia para 1° de novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Muitos boatos sobre a cerveja são espalhados na internet (Foto: Divulgação)
Em tempos de boatos e notícias falsas divulgadas em todos os meios, nos deparamos com dezenas de informações fantasiosas e incorretas, e nem a amada cerveja escapa dessa onda. Para ajudar os apaixonados pela nossa querida bebida, reunimos um time de mestre-cervejeiros para esclarecer alguns dos principais boatos que circulam por aí. Não caia em pegadinhas de 1° de abril e veja abaixo os esclarecimentos dos responsáveis por alguns dos principais rótulos do país:
1.Cerveja puro malte é melhor
A lista de ingredientes de cada cerveja depende do estilo e do perfil sensorial que o mestre-cervejeiro quer obter. Um exemplo: algumas das mais renomadas e clássicas cervejas belgas são “turbinadas” com açúcar para atingir um alto grau alcoólico sem ficarem encorpadas demais. Quanto aos cereais não maltados, famosos nas cervejas do tipo pilsen, eles estão de acordo com as receitas previstas para a standard american lager – nome técnico do estilo pilsen. O milho e o arroz, por exemplo, têm a função de reduzir o corpo da cerveja, tornando-as mais leve e mais fáceis de beber. O que determina a “qualidade” de uma cerveja é a escolha dos ingredientes e o cuidado nas etapas de produção – Laura Aguiar, mestre-cervejeira da Cervejaria Ambev
2.Quanto mais escura, mais forte é a cerveja
Não se deixe enganar pelos sentidos. Apesar da expectativa de uma bebida mais encorpada e forte, isso nem sempre é verdade. Existem cervejas claras de teor alcoólico mais alto, assim como cervejas escuras leves e refrescantes. A cor da cerveja é determinada principalmente pela cor de seus ingredientes, principalmente o malte. Ao final do processo de malteação do grão de cevada, ele pode sofrer um processo de torra muito similar ao do café, e dependendo da intensidade e da proporção determinadas pelo cervejeiro, poderá produzir uma cerveja mais clara, acobreada ou escura – Alexandre Levy, mestre-cervejeiro da Cervejaria Ambev
3.Cervejarias pequenas são “melhores”
Devido à escala de produção, as grandes cervejarias têm uma série de vantagens: acesso aos melhores ingredientes, melhor distribuição mais tecnologia, investimento em treinamento de funcionários e menor custo final por unidade – o que faz com que o produto seja vendido e reposto rapidamente, resultando em cerveja mais fresca na prateleira – Leonardo Antonelli, mestre-cervejeiro de Craft Beer da Cervejaria Ambev
4.O único motivo para o uso de cereais não maltados é baratear a produção de cerveja
O principal fator de escolha do tipo de cereal que irá fazer parte da receita é a característica final que o mestre-cervejeiro quer dar para a sua cerveja. Se quer uma cerveja mais leve e refrescante, vai usar cereais não maltados, como milho e arroz, ao lado da cevada. Se quer uma mais amarga, vai usar mais lúpulo, e assim por diante. Mas tudo depende sempre da receita: existem cervejas mais rebuscadas e caras que utilizam cereais não maltados em sua composição – Sybilla Geraldi, mestre-cervejeira Bohemia
5.Cerveja deve ser servida sempre muito gelada
Nesse caso a regra não tem nada de clara, já que algumas cervejas trazem aromas e sensações que se perdem quando estupidamente geladas. De forma geral, quanto mais forte e encorpada a cerveja, menos fria ela deva estar. O que não significa que você deva carregar um termômetro para conferir se o bar serve a bebida na temperatura correta. Se bebeu e gostou, está valendo! Por serem leves e delicadas, cervejas do estilo pilsen merecem ser servidas geladas. Mas quantos graus? O brasileiro costuma beber cerveja no limite do congelamento, muito em razão do nosso clima tropical, e não há nada errado nisso. Se você não gosta assim, faça do seu jeito – Leon Maas, mestre-cervejeiro Brahma
Kaysar abraça Jéssica após vitória na prova do líder (Foto: TV Globo/Reprodução)
Kaysar Dadour conquistou a liderança desta semana no Big Brother Brasil 18 na madrugada deste sábado, em uma prova de resistência que durou 29 horas e 45 minutos – a segunda mais longa da história do reality show da Globo. O refugiado sírio superou Jéssica e, além da imunidade, ganhou um carro.
O vencedor da prova deveria ficar dentro de um carro e, de tempos em tempos, descer para carregar ou descarregar o porta-malas. Antes de Kaysar e Jéssica, os últimos remanescentes foram Viegas e Breno, que aguentaram mais de um dia de prova, sem comer ou urinar.
A prova terminou às 5h15 deste sábado, quando Jéssica não conseguiu colocar as malas no carro a tempo e foi eliminada. O recorde de tempo em uma prova do líder BBB segue sendo a vitória de Kelly, na 12ª edição, que 29 horas e 57 minutos.
A atriz Jennifer Aniston e o ator Adam Sandler (Foto:Netflix e Bennett Raglin/Getty Images)
Adam Sandler e Jennifer Aniston, que trabalharam juntos em Esposa de Mentirinha (2011), farão uma nova comédia juntos, Murder Mystery, desta vez para a Netflix, segundo o site da revista Variety. A história vai acompanhar um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Jennifer), que se tornam os principais suspeitos do assassinato de um idoso milionário enquanto eles estavam de férias na Europa.
A direção ficará por conta de Kyle Newacheck, do seriado Workaholics, e o roteiro será assinado por James Vanderbilt, roteirista de Independence Day: O Ressurgimento (2016) e O Espetacular Homem-Aranha (2012).
Murder Mystery será o sexto filme de Sandler e o primeiro de Jennifer na Netflix. De acordo com fontes ouvidas pelo site, os atores queriam voltar a trabalhar juntos há tempos, seguindo o sucesso de Esposa de Mentirinha, que arrecadou 214,9 milhões de dólares no mundo, com praticamente a metade disso só nos Estados Unidos.
A jornalista Mari Palma (Foto: Reprodução/TV GLOBO)
Acostumada a fazer entradas diárias nos programas matinais da Globo para informar as principais notícias do dia, Mari Palma se emocionou no “Encontro” desta quarta-feira (28). A jornalista foi deslocada para a equipe de esporte da emissora e recebeu os parabéns de Fátima Bernardes, ao vivo, pela novidade.
“Mari Palma, estou sabendo que você vai deixa o G1 para se dedicar a equipe de esporte da Globo. Parabéns!”, disse Fátima.
“Obrigada, Fátima!…Não quero nem falar porque vou chorar”, disse Mari.
A apresentadora acalmou a jornalista sobre o novo desafio e a encheu de elogios. “Mas não precisa chorar porque é ótimo o que vai acontecer. É uma notícia incrível, parabéns! Durante a Copa, quem sabe a gente não conversa? A gente volta a fazer um encontro ao vivo aqui. Parabéns pelo trabalho, muito merecedora você desta nova etapa. Muito orgulho de você fazer parte do nosso ‘Encontro'”.
Mari, 29, está na Globo há dez anos. Ela começou como estagiária em 2008. Dois anos depois, foi efetivada e passou pela edição do programa “Bem Estar” antes de chegar ao “G1 em 1 Minuto” em 2015. Ano passado ela participou do quadro “Fant360” do “Fantástico”. Com informações da Folhapress.
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