Gleice se tornou a queridinha do público do reality e acaba de levar para casa o prêmio de R$ 1,5 milhão. (Foto: Gshow/Globo)
Demorou 18 anos para o Big Brother Brasil incluir um participante do Acre em seu elenco. Mas Gleici fez valer sua participação: a estudante de 22 anos se tornou a queridinha do público do reality e acaba de levar para casa o prêmio de R$ 1,5 milhão.
Ela teve 57,28% dos votos, contra 39,33% de Kaysar, que ganhou R$ 150 mil. Ana Clara e Ayrton pegaram o terceiro lugar, com 3,39% dos votos, e ganharam o prêmio de R$ 50 mil.
A trajetória de vida de Gleici balançou o coração do público: nascida na periferia de Rio Branco, no Acre, ela teve acesso limitado a serviços básicos como educação, saúde, alimentação e moradia. Perdeu o pai ainda na infância, assassinado, e ajudou a cuidar da mãe, que enfrentou um câncer.
Em alguns momentos durante o confinamento, ela contou aos colegas mais próximos, como Ana Clara e Ayrton, que chegou a passar fome na infância e que muitas vezes foi para a escola sem comer. “Se alguém perguntava se eu tinha comido, eu falava que sim e inventava um prato”.
Mas se a história comoveu os telespectadores, dentro do programa a situação foi outra: Gleici sofreu bullying na casa e foi umas das líderes de paredões. Foi mandada quatro vezes para a berlinda, e sempre com muitos votos da casa. Mas o público a devolvia cada vez mais forte.
Um de seus momentos de brilho no reality foi o paredão bate-e-volta. Rejeitada dentro da casa, mas amada pelo público, Gleici foi enviada a um quarto secreto, de onde assistiu toda a casa durante dois dias, enquanto eles pensavam que ela estava eliminada. Ao voltar, fez justiça: emparedou sua principal algoz, Patrícia. Ganhou o respeito da casa e do público, que eliminou a cearense com rejeição.
ROMANCE
Gleici, que nunca tinha levado nenhum namorado para apresentar à sua mãe, conheceu no confinamento o curitibano Wagner, 35, com quem viveu um caso não muito tórrido, porém sincero.
Eliminado há duas semanas da final, o artista plástico fez até tatuagem para homenagear a amada, com quem espera continuar o romance fora do confinamento. Gleici é a oitava mulher a ganhar o reality e a terceira consecutiva, seguindo Munik e Emilly.
Gleici participante do BBB 18 (Foto: TV Globo/Reprodução)
Thiago Leifert anunciou na noite desta terça-feira, durante o Big Brother Brasil, que a final do reality show da Globo, na quinta-feira, será transmitida ao vivo para o Acre, que tem fuso horário diferente e sempre vê as produções da emissora mais tarde. A mudança na grade horária da Rede Amazônica — a filiada local da Globo — garantirá que o programa passe ao vivo no estado da finalista Gleici com duas horas a menos em relação ao horário de Brasília.
Com a alteração, os espectadores do Acre e de parte do Amazonas terão uma surpresa: o BBB começará logo depois da novela das 7, Deus Salve o Rei. A final do reality show, disputada entre Kaysar, Gleici e a família Lima, será transmitida a partir das 22h30 no horário de Brasília (ou às 20h30 no horário da região).
Fuso horário
O Brasil tinha um fuso horário único até 1913, quando o presidente Hermes da Fonseca instituiu um horário distinto para o Acre. Em junho de 2008, uma proposta de lei do senador Tião Viana (PT) foi sancionada, alterando para uma hora a menos em relação ao horário de Brasília — ou duas horas a menos, quando há horário de verão.
Em outubro de 2010, um referendo realizado junto à população determinou que 56,9% dos acreanos preferiam o fuso horário antigo. Em 2013, a presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que restaurava o horário original. A decisão passou a valer em novembro do mesmo ano.
Gleici, Familia Lima e Kaysar finalistas do BBB 18 (Foto: TV Globo/Reprodução)
A disputa está acirrada na final do Big Brother Brasil 18. Os três (ou quatro) favoritos chegaram à final sem grandes problemas. Kaysar conquistou com o histórico de refugiado de guerra. Gleici com a simplicidade e opiniões fortes.
Enquanto Ana Clara e Ayrton, os representantes da família Lima, fizeram sucesso pela irreverência e relação pouco convencional.
Na quinta-feira, dia 19, contudo, apenas um dos três finalistas vai para casa com 1,5 milhão de reais no bolso.
Reino da Aventura proporcionou momentos de muita diversão aos pequenos (Foto - Divulgação)
O Shopping Campo Grande convida as crianças do Lar dos Sonhos Positivos para uma tarde divertida de atividades. As crianças brincaram na atração Reino da Aventura e, após a brincadeira, receberam lanches e refrigerante na Praça de Alimentação, oferecido pela lanchonete Bob’s em parceria com a ação.
A psicóloga da instituição, Marla Marlan, destaca que passeios como esse são importantes para o desenvolvimento das crianças. “É muito gratificante para nós, da instituição, poder trazer as crianças para brincarem aqui, porque o meio em que elas vivem é diferente, é importante elas saírem da rotina. E de longe podemos perceber o quanto elas ficam felizes com isso”, declara.
O Lar dos Sonhos Positivos, também conhecido como Afrangel (Associação Franciscanas Angelinas), atende crianças e adolescentes soropositivos ou que convivem com pessoas que possuem HIV, e seus familiares recebem apoio e atendimento integral de forma gratuita. Uma equipe multidisciplinar formada por assistentes sociais, psicólogas, nutricionistas, fisioterapeuta, educadoras sociais, entre outros profissionais, garante que cada criança atendida leve uma vida saudável e tenha a esperança de uma vida cheia de possibilidades.
Sobre o Reino da Aventura
O Reino da Aventura é um castelo inflável inspirado na época medieval que abriga muita aventura para a garotada, com diversas situações de desafio criadas em um circuito de atividades. Piscina de bolinhas, tobogã, cama elástica, escorregador inflável e descida no barco são parte da diversão, fazendo com que as crianças mergulhem no mundo da imaginação e da criatividade.
A idade mínima para pular na cama elástica é de três anos, a altura mínima para a Torre do Tobogã e o Barco de Trilhos é de 1,20m e o peso máximo para as brincadeiras é de 120kg. Crianças menores de quatro anos devem ser acompanhadas por um adulto.
“Jesus está me mudando de dentro para fora, todos os dias!”, disse o jovem cantor (Foto - Divulgação)
Reckless Love é uma das canções mais famosas do grupo de adoração contemporânea Bethel Music, e fala sobre o “esgamador, inesgotável e ousado amor de Deus”. A música foi tema de uma publicação do cantor Justin Bieber nas redes sociais, em um vídeo publicado no modo Stories, do Instagram.
A publicação, feita na última segunda-feira, 09 de abril, foi uma interpretação acapella e chamou atenção de seus seguidores, que identificaram os versos da canção.
“Não há nenhuma sombra que Você não iluminará, ou montanha que Você não escalará ao vir me buscar; não há parede que Você não derrubará ou mentira que Você não destruirá ao vir me buscar”, cantou Justin Bieber, no trecho da letra que faz referência à parábola da ovelha perdida feita por Jesus em Lucas 15.
“Ah, o esmagador, inesgotável, ousado amor de Deus! Amor que me persegue, luta até que eu seja encontrado, deixa as 99. Eu não teria mérito, eu não o mereço, ainda assim continuas a se entregar”, acrescenta a letra, entoada por Justin Bieber.
Escrita por Corey Asbury, pastor e ministro de louvor da Bethel Music, a música também tem muitas versões em português, sendo a mais recente lançada pelo cantor Paulo César Baruk.
Mudança
Justin Bieber tem se mantido fora dos holofotes na indústria da música e das manchetes dos portais de celebridade por causa de problemas com a Justiça. Levando a sério a suspensão da carreira, iniciada em agosto de 2017 com o propósito de cuidar da alma e reconstruir o caráter, o cantor estaria planejando lançar um CD de música gospel. “Jesus está me mudando de dentro para fora, todos os dias!”, disse o jovem cantor, em dezembro do ano passado.
Mais recentemente, na Páscoa, ele usou seu perfil no Instagram, com 98 milhões de seguidores, para falar do real significado da Páscoa e do propósito da Salvação: “Jesus mudou a minha vida. Páscoa não é sobre um coelho, é um lembrete de que meu Jesus morreu na cruz por meus pecados e ressuscitou dos mortos, derrotando a morte”.
Integrantes da escola fizeram uma roda de samba ao lado do caixão (Foto: AgNews)
O corpo foi velado ao longo da tarde na quadra do Império Serrano, escola do coração da sambista, em Madureira, na zona norte do Rio. O local esteve cheio durante toda a cerimônia.Integrantes da escola fizeram uma roda de samba ao lado do caixão.
Em coro, a quadra cantou sucessos da artista, como “Sonho Meu” (“Sonho meu, sonho meu / Vai buscar quem mora longe, sonho meu”), “Acreditar” (“Acreditar, eu não / Recomeçar, jamais / A vida foi em frente / você simplesmente não viu que ficou / Pra trás”) e “Alguém Me Avisou” (“Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho”).A música estava no sangue da carioca, filha de Emerentina da Silva, que cantava em ranchos nos quais o marido, João Lara, tocava violão de sete cordas.Alcione foi ao local prestar homenagem.
“Vim agradecer a Dona Ivone por ter existido”, disse ela. A cantora comentou também o pioneirismo de Ivone Lara como mulher compositora: “Ela já nasceu empoderada”. “Estou aqui como amigo e admirador. Eu às vezes ia na casa dela cantar um pouco. É uma pessoa que sempre foi uma ídola minha”, disse o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM).
Sobre o caixão foram estendidas bandeiras do Império Serrano e do clube de futebol América, pelo qual Dona Ivone torcia.O clima de celebração de sua vida e suas canções continuou no enterro, no qual parentes e amigos cantaram em coro seus sucessos.
O corpo da sambista foi sepultado numa gaveta na parede no cemitério de Inhaúma, na zona norte.”O artista não morre, ele muda de lugar, a música está aí, continua viva na nossa memória e emoções”, disse em vídeo Zeca Pagodinho.
Para Maria Bethânia, o samba sentirá bastante sua falta.Segundo o neto André, ela deixou cerca de 40 composições inéditas, algumas em parceria com ele próprio.Dona Ivone havia sido internada duas semanas atrás com insuficiência respiratória, dizem familiares. A causa oficial da morte não fora divulgada até a conclusão desta edição. A artista deixa um filho, Alfredo, dois netos e três bisnetos.
Kaysar abraça Gleici após prova do líder do 'BBB18' (Foto: TV Globo/Reprodução)
Dois dos favoritos ao prêmio do Big Brother Brasil 18 se garantiram na final do reality show nesta segunda-feira. Em uma edição movimentada — que teve eliminação, prova do líder e formação de paredão —, Kaysar e Gleici conseguiram uma vaga entre os finalistas do programa.
O sírio começou o episódio desta segunda emparedado, mas, como já era esperado, venceu com facilidade a disputa com Breno, que deixou a casa do ‘BBB18’ com 88% dos votos contra apenas 12% de Kaysar.
Prova-relâmpago
Em seguida, os participantes foram convocados para uma prova-relâmpago do líder no jardim. Em meio a dezenas de big fones, eles deveriam atender o verdadeiro. Mesmo com Ayrton em seu encalço, o sírio conseguiu chegar primeiro ao telefone correto e conquistou a liderança, que garantiu a ele um lugar na final. Na mesma hora, Kaysar já fez sua indicação ao último paredão: Paula. Coube então à sister escolher quem iria enfrentar. Ela colocou a família Lima na berlinda e, automaticamente, transformou Gleici em finalista.
DJ Alok faz apresentação no dia 11 de maio, na 54ª Expoagro (Foto - Divulgação)
Lazer e entretenimento tão estão entre os objetivos da 54ª Expoagro de Dourados, que será realizada na cidade de 11 a 20 de maio. A agenda de atrações musicais já está com datas marcadas e os organizadores esperam receber famílias inteiras no Parque de Exposições, local dos shows. Quem abre a programação de shows será o cantor Jefferson Moraes, seguido pelo DJ Alok, no dia 11 de maio.
Daniel Freitas, responsável pelos shows durante a Expoagro, afirmou que as atrações são para a “molecada” e também para o público mais maduro, com a vinda do Raça Negra. “Nesse dia, vamos ter mesas para quem quiser ficar mais confortável para curtir a atração”.
Com 23 anos de idade, o cantor paranaense Jefferson Moraes tem se consolidado no cenário da música sertaneja e tem viajado ao País levando o show de seu novo DVD, “Start in São Paulo”. Para a Expoagro, o músico promete trazer sucessos para animar o público. Já o DJ goiano Alok, que se transformou em um dos principais nomes da música eletrônica brasileira, destacando-se também no cenário internacional, sendo o único brasileiro no top 25 do mundo, em 2016.
As atrações não param por aí. No dia 12 de maio, sobe ao palco Fernando e Sorocaba, com canções que hit. A dupla, que se conhece há mais de dez anos, traz música, entretenimento e muita diversão em seus shows, compostos por um repertório autoral. No mesmo dia, também haverá o show com a dupla sul-mato-grossense, Paulo e Jean, que participa novamente da Expoagro, trazendo ao público suas músicas de sucesso.
No dia 16, a animação continua, desta vez por conta do Atitude 67. O grupo sul-mato-grossense ganhou notoriedade nacional após uma parceria realizada com o cantor Thiaguinho. A partir disso, shows em todo o Brasil passaram a ser mais constantes, com agenda sempre cheia. Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão os hits “Saideira” e “Cerveja de garrafa”.
Já no dia 18, Léo Verão e Daniel Freitas animam o público com o retorno da dupla em grande estilo. Jorge e Mateus também sobem ao palco neste dia, dando continuidade ao trabalho realizado ao longo dos mais de dez anos de carreira. No ano passado, a dupla lançou três singles (“Se o Amor Tiver Lugar”, “Medida Certa” e Contrato”), além de gravar o DVD “Terra Sem CEP”.
A programação de shows termina no dia 19 de maio, com a banda Raça Negra, que promete animar os visitantes da feira com seus hits de sucesso. O grupo formado em 1983, sendo considerado um dos pioneiros na vertente romântica, com forte influência do samba.
Datas:
11/05 – Jefferson Moraes / Dj Alok
12/05 – Fernando e Sorocaba / Paulo e Jean
16/05 – Atitude 67
18/05 – Léo Verão e Daniel Freitas / Jorge e Mateus
19/05 – Raça Negra
Expoagro
A 54ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Dourados em parceria com Daniel Freitas e João Paulo Paz, organizada pelo Grupo Sato e conta com o patrocínio da cervejaria Devassa, Governo de Mato Grosso do Sul, Prefeitura Municipal de Dourados, São Bento incorporadora e Senar/MS, com o apoio do Sicredi e tem a parceria da Aced – Associação Comercial e Empresarial de Dourados, da Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS -, e do Hotel Ibis e Hotel 10.
A entrada é gratuita todos os dias até às 18 horas. Nos dias de show, a cobrança será feita a partir desse horário e nos demais, a entrada será franca.
O jornalista Ricardo Vidarte, comentarista do SBT Esportes, estava na redação do SBT de Rio Grande do Sul, onde trabalhava, quando teve uma parada cardíaca (Foto: SBT/Divulgação)
Morreu na manhã desta segunda-feira o jornalista e apresentador Ricardo Vidarte aos 58 anos, em Porto Alegre. No SBT RS desde 2007, Vidarte sofreu uma parada cardíaca por volta das 9h, já durante o trabalho. Ele chegou a ser levado ao Hospital Mãe de Deus em Porto Alegre, mas não resistiu e morreu no local.
O gaúcho trabalhava como comentarista do SBT Esportes. Antes de ser contratado pela sucursal gaúcha da emissora de Silvio Santos, Vidarte atuou como apresentador da Rádio Gaúcha, e participou da cobertura de quatro copas do mundo.
Ricardo Vidarte será velado a partir das 20h desta segunda-feira no Cemitério João XXIII, na capital gaúcha. O enterro acontece na próxima terça-feira, 17, no mesmo local, às 10h30. O jornalista deixa um filho, Arthur, de 16 anos.
Felipe Neto já entrou em discussões públicas com pastores como Silas Malafaia e Marco Feliciano (Foto - Divulgação)
O youtuber Felipe Neto é um dos mais polêmicos criadores de conteúdo na plataforma de vídeos, e nos últimos anos, mudou seu perfil, criando material de entretenimento para crianças, difundindo valores a partir de um viés relativista. Nesse contexto, o pastor Otoni de Paula publicou um alerta aos pais que permitem que seus filhos acompanhem seus vídeos.
Felipe Neto já entrou em discussões públicas com pastores como Silas Malafaia e Marco Feliciano (Podemos-SP), com críticas agudas e espalhafatosas em relação à pregação pentecostal, defesa da homossexualidade e da tributação de igrejas. Agora, com a mudança de foco de seu trabalho para o público infantil, outro pastor denunciou a distorção de valores e princípios do youtuber. “Não se iludam com o cabelo colorido e a carinha de ‘amiguinho’ de Felipe Neto. O conteúdo de seu trabalho é altamente nocivo às nossas crianças”, escreceu o pastor em sua página no Facebook.
Ao longo do texto, o pastor pontua que Felipe Neto tem “cara de bonzinho” e “às vezes dá bons conselhos”, porém com um saldo amplamente negativo no que se refere à formação de caráter das crianças: “Tem sido uma destruição completa na vida de nossos filhos”, enfatizou.
“Mudanças de comportamento, rebeldia, uso de palavrões… são alguns dos distúrbios promovidos por essa cara em nossas crianças. Em vídeo por título ‘Ele ganhou a vida’, é possível ouvi -lo dizer: ‘filho da p(…), po(…), babaca, c(.)z(..) […] eu vou co(…) teu pai, vou transformar seu pai em gay, vou fazer ele se apaixonar por mim, depois vou dispensar ele, e fazer ele se matar seu merda’”, descreveu o pastor. “Esse vídeo é apenas um exemplo. Há outros na mesma ‘direção’”, acrescentou.
A preocupação de Otoni de Paula é que a inserção a esse tipo de vocabulário e raciocínio adulto está influenciando crianças de forma precoce e negativa: “Como um ser humano desse pode trabalhar com crianças? Ele junto com seu irmão são os ‘reis do YouTube’. Estão destruindo milhares de crianças com seus valores pessoais distorcidos e sem princípios”, disparou.
O pastor comparou os supostos “bons conselhos” de Felipe Neto à figura de satanás, “que também é capaz de dar bons conselhos e se transfigurar em anjo de luz pra enganar”, e frisou: “Felipe Neto vomita lixo na vida de crianças pelo Brasil e mundo afora”.
“Atenção pais, deixar seus filhos assistirem esse cara é entregar seus filhos a alguém que vomita imoralidades em palavras à nossas crianças e que gerarão comportamentos mais tarde distorcidos. Felipe Neto não é e nunca foi um exemplo a ser seguido por nossas crianças”, avaliou o pastor assembleiano.
Ator, personalidade de televisão e ex-sargento R. Lee Ermey (Foto: Ethan Miller/Getty Images)
O ator americano e militar da reserva R. Lee Ermey faleceu aos 74 anos no domingo, anunciou seu agente, Bill Rogin. Ermey ficou conhecido por seu papel como o sargento Hartman no filme Nascido para Matar (1987), de Stanley Kubrick. O ator morreu por complicações de uma pneumonia.
“Todos sentiremos sua falta. Sempre Fi, Gunny. Boa sorte”, escreveu Bill Rogin no Twitter, usando o lema dos Marines dos Estados Unidos, a que Ermey serviu de 1961 a 1971, quando recebeu baixa por motivos de saúde.
Nascido em Emporia, Kansas, em 1944, Ermey conseguiu um papel em Apocalypse Now (1979) quando estudava arte dramática na Universidade de Manila, nas Filipinas. Participou de quase 60 filmes, frequentemente em papéis relacionados ao exército.
O filme sobre Edir Macedo e a fundação da Igreja Universal é protagonizado por Petrônio Gontijo.(Foto:Stella Carvalho/Divulgação)
A Globo irá exibir, pela primeira vez, anúncios vinculados à Record. No intervalo da sua programação, a emissora carioca irá veicular o trailer do filme ‘Nada a Perder’, sobre a vida de Edir Macedo, um dos maiores acionistas da concorrente. A transação comercial foi intermediada pela produtora Paris Filmes.
Os anúncios serão veiculados nos intervalos de Mais Você, Bom Dia Brasil, novelas, Fantástico, dentre outros, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Brasília e Manaus, segundo informa o Notícias da TV.
O filme sobre Edir Macedo e a fundação da Igreja Universal é protagonizado por Petrônio Gontijo.
O ator Dudu Azevedo (Foto: Munir Chatack/Record TV/Divulgação)
A Rede Record anunciou nesta quarta-feira a escalação do ator Dudu Azevedo para o papel de Jesus Cristo na nova trama bíblica da emissora. A novela ainda não tem data ou horário definidos — não se sabe, por exemplo, se vai substituir Apocalipse, atualmente em exibição.
O último trabalho de Dudu Azevedo foi na novela O Rico e Lázaro, em que foi um dos protagonistas, na pele do personagem Asher.
Geovani Martins, autor de O Sol na Cabeça, a última aposta da Companhia das Letras (Foto:Chico Cerchiaro/Companhia das Letras/Divulgação)
O Sol na Cabeça é um livro escrito das favelas no Rio de Janeiro, mas que ultrapassa as fronteiras físicas e sociais para falar sobre essa forma singular de humanidade que transita pela capital carioca em seus diversos espectros.
O escritor Geovani Martins nasceu em Bangu, morou na Rocinha e no Vidigal. Tem apenas 26 anos, e esse seu primeiro livro teve os direitos vendidos para nove países diferentes em tempo recorde para a editora, a respeitada Companhia das Letras.
O Sol na Cabeça (Cia. das Letras, 120 páginas, R$ 34,90) reúne 13 contos que foram elogiados pelo compositor Chico Buarque, pelo colunista Antonio Prata e pelo cineasta João Moreira Salles.
A temática dos contos passeia por todo o Rio de Janeiro, mas especialmente pelas favelas, dando voz ora a um menino fascinado por uma borboleta, ora a um cego que pede esmolas no transporte público, passando por estudantes universitários, crianças do morro e traficantes.
Em entrevista a EXAME, Geovani Martins fala sobre a abrangência do realismo de seus contos, suas principais influências literárias e conta dos planos para o futuro.
EXAME: O nome do livro é referência à música Trem Azul (composição de Lô Borges, sucesso na voz de Elis Regina)?
Geovani Martins: Não, não diretamente, apesar de eu gostar muito da música. Lógico que a música estava presente, mas era uma coisa mais implícita nas nossas referências de cultura, é uma expressão que ficou na nossa cabeça. O nome foi escolhido em reunião, porque eu cheguei na editora com o livro bastante adiantado, mas sem título. Até que o Ricardo, editor, sugeriu esse nome e todo mundo gostou – aliás foi o primeiro que todo mundo gostou.
Como começou a escrever?
Eu sempre li muito, desde criança tenho hábito da leitura, e à medida que fui crescendo eu fui me interessando cada vez mais. Acho que comecei a escrever com 9, 10 anos, alguns versos, coisas mais soltas, músicas. Quando eu fiquei adolescente comecei a ler mais literatura nacional, tive contato com crônicas do Carlos Drummond de Andrade, elas me impressionaram bastante, e aí comecei a escrever com regularidade.
Então foi uma coisa que aconteceu naturalmente, e eu acho que sempre escrevi para poder fotografar os momentos. Pra mim sempre foi muito de necessidade, antes de pensar em ganhar dinheiro com isso eu já escrevia uma quantidade considerável. E aí com a resposta do público às coisas que eu publicava na internet, a resposta era muito boa e me dava confiança. A partir da Flup [Festa Literária das Periferias], quando eu apresentei meus contos, eu passei a considerar essa ideia de viver do que eu escrevia.
Você considera seus contos realistas?
É um realismo imaginativo, que se permite trafegar entre outros limites do fantástico, do absurdo. A vida, ela é assim, tem coisas que acontecem que são tão inacreditáveis que só podiam ser verdade.
Meus personagens são todos baseados em pessoas reais, não em uma pessoa, mas várias. Não tem como você se inspirar em pessoas e não ir pra um lugar mágico.
Eu acho que eu faço um realismo, que é o lugar de onde eu vejo essas cenas, e acho que está mais próximo do realismo do que outros estilos, mas não é só isso.
A intenção era fazer denúncia social?
A crítica social acompanha as situações. Eu queria contar essas histórias, e determinadas histórias eu não poderia contar sem falar da polícia; e aí eu retrato da maneira como eu vi a polícia até hoje, como ouvi até hoje.
Mas são coisas que andam em paralelo com as histórias, não tinha como descolar. Eu não quis me prender nisso, eu queria que as histórias fossem para outros lugares, e a crítica viria naturalmente; foi o que acabou acontecendo.
Quem são seus autores preferidos?
Meu autor preferido é o Machado de Assis, mas também gosto muito do Jorge Amado. Com o Cortázar, aprendi muito sobre conto; Gabriel García Marquez, Graciliano Ramos, e os músicos, sou muito influenciado pelo Chico Buarque, Caetano Veloso, Racionais, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor. São letristas que me dão ideias.
Alguma coisa já mudou com a notoriedade do lançamento do livro?
A minha vida inteira mudou. Eu me mudei no começo do ano, agora moro numa casa que meu quarto é maior do que a minha outra casa, isso é uma grande mudança. Na rotina de entrevista, de televisão, pessoas falando comigo dentro da livraria.
É difícil dizer, porque foi uma mudança muito grande. Eu meio que já esperava alguma mudança mas não tanto, não imaginava que o livro pudesse ter uma repercussão tão grande.
Quando eu comecei a escrever eu estava desempregado, minha mãe e minha namorada me apoiaram e aí a decisão já naquele momento foi não procurar outro trabalho.
Qual dos contos é o seu preferido?
Eu não tenho um preferido não, mas o que eu mais gostei de escrever, me diverti, me emocionei, o que mexe comigo até hoje é o Roleta Russa [que conta a história de um garoto fascinado pela arma do pai].
Você pretende publicar um romance depois desse livro? É sobre as UPPs no Rio?
Comecei a escrever no final do ano passado, é uma história que já vinha me acompanhando há algum tempo. É um movimento natural da minha história na literatura de buscar fazer o que eu ainda não sei.
Quando eu me inscrevi na Flup foi em contos, eu já fazia crônicas mas queria fazer algo que eu não dominasse, que eram os contos. E agora que eu terminei esse livro eu tô muito mais próximo de fazer um romance do que outro livro de contos.
É uma história que se passa entre 2011 e 2013, ambientada na Rocinha mas circulando pela cidade, que nem O Sol na Cabeça, e pretendo entregá-lo para a editora em 2020.
Não é sobre as UPPs. Ele se passa no período da instalação das UPPs, mas é mais uma desculpa pra eu poder ter um recorte daquele tempo e traçar a história daquele período; é uma das coisas que estão ali, mas não o suficiente pra dizer que o livro é sobre isso.
Apresentação de Elza Soares no Teatro Municipal Arthur Azevedo (Foto: Rodrigo Antonio/VEJA)
Os fãs de Elza Soares pediram a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante show da cantora em Buenos Aires. A brasileira interrompeu a apresentação para lamentar a situação política do Brasil, e foi acompanhada por gritos de “Lula Livre”, em espanhol. O petista foi preso no último sábado, após ter seu habeas corpus negado.
“O meu país enfrenta um triste momento político e social. Querem matar os nossos sonhos, prender as nossas liberdades”, desabafou a cantora, no show realizado no domingo. Depois cravou: “Não irão conseguir!”. Elza foi seguida por uma ole à democracia e gritos em espanhol que pediam a liberdade do político brasileiro.
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