Vinícius (Flavio Tolezani) no julgamento por pedofilia, em 'O Outro Lado do Paraíso' (Foto:Divulgação/TV Globo)
Apesar do texto didático — de um didatismo que fez lembrar um certo desenho infantil –, o capítulo desta terça-feira de O Outro Lado do Paraíso registrou o recorde de audiência da novela desde a estreia. O episódio que levou à condenação do corrupto delegado Vinícius (Flavio Tolezani) por pedofilia marcou 46 pontos em São Paulo. A melhor marca da trama na cidade, segundo o Ibope, era de 44 pontos, registrados em 29 de janeiro, com a morte do vilão Natanael (Juca de Oliveira).
No Rio, o índice foi ainda maior: 48 pontos, também dois acima do recorde anterior na cidade, de 46, número alcançado nos dias 23 de janeiro e 19 de fevereiro.
Bruna Marquezine durante camarote no desfile das campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro (Foto: AgNews)
Encerrando as comemorações de Carnaval, Bruna Marquezine compareceu ao Desfile das Campeãs, na Sapucaí, no Rio de Janeiro, no último sábado, 17. A atriz curtiu a noite no “Nosso Camarote”, a convite de uma marca de roupa que ela anuncia nas redes sociais.
Bruna apostou em um body transparente da marca para a festa, customizado exclusivamente. Bruna também optou por uma calça legging de paetês, da grife Gucci, para compor a sua produção. A peça custa cerca de 7 000 reais no Brasil.
Para finalizar, argolas grandes e o penteado de cabelo meio preso deram um toque divertido no visual.
Matheus Loubet sofreu bullying antes do 'The Voice Kids' (Foto: Reprodução/TV Globo)
O primeiro dia de batalhas do The Voice Kids 2018 deixou muita gente emocionada. Jurados e espectadores se encantam com a voz das crianças, mas vê-los em processo de eliminação não é fácil para ninguém, principalmente para os candidatos. Durante o programa deste domingo, o participante Matheus Loubet, de 11 anos, foi responsável por emocionar a todos, após sua eliminação — e contribuiu para o recorde do programa, que pegou uma audiência aquecida do humorístico Escolinha do Professor Raimundo e chegou a 21 pontos no Ibope, melhor índice das suas três temporadas em São Paulo.
O menino de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, foi eliminado após Carlinhos Brown escolher o candidato Daniel Arthur. No entanto, seu discurso não foi de tristeza e sim de agradecimento.
“Eu só tenho aagradecer por eu estar aqui. Eu queria agradecer a tudo, aos meus amigos, meus familiares, você e principalmente a oportunidade que o programa me deu de participar, de fazer novos amigos, de cantar. E poder lidar com bullying e essas coisas, que é uma coisa que eu sofri e sofro até hoje”, desabafou.
Depois de brincarem juntos o carnaval no Recife, eles passaram alguns dias em Portugal. (Foto: Reprodução)
Ao que tudo indica, apesar de não falarem sobre o assunto, a ex-bbb Maria Melilo e o deputado estadual por Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, estão mesmo juntos. Depois de brincarem juntos o carnaval no Recife, eles passaram alguns dias em Portugal. A idade não parece ser um problema para o ‘casal’. Ela tem 34 anos e o parlamentar, 75 anos.
Maria e Jarbas evitaram ser fotografados juntos na viagem, ao contrário do que ocorreu no baile de carnaval que foram, na capital pernambucana o ‘Siri na Lata’. Nas fotos publicaas em seu perfil no Instagram, apenas ela aparece em alguns pontos turísticos de Lisboa.
Segundo o ‘Extra’, após a viagem, ela postou sua chegada ao Rio para assistir ao desfile das campeãs neste sábado (17). Maria está hospedada no Hotel Fasano, em Ipanema, na Zona Sul da cidade.
Em Portugal o casal se hospedou no Hotel Tivoli, no centro da capital portuguesa, cujas diárias custam R$ 800, e almoçaram no Restaurante Pinóquio, o preferido do político em Lisboa.
MC Loma e as Gêmeas Lacração, donas do hit 'Envolvimento' (Foto: Reprodução/Instagram)
Além de desbancar Vai Malandra, de Anitta, do primeiro lugar na lista Top 50 Brasil do Spotify, Mc Loma e as Gêmeas Lacração começam a ver o retorno do sucesso também em dinheiro.
O cachê para o show do trio subiu para 10 000 reais, valor quase 20 vezes maior do que o cobrado no início do ano, quando os contratos eram fechados de forma amadora, pela família. Até agora, são 40 shows marcados para as próximas semanas.
Para manter a popularidade, as artistas pretendem lançar um clipe por semana. O próximo sai amanhã, sexta-feira, pelo novo canal do YouTube Start World, da empresa de agenciamento de shows com quem as meninas fecharam contrato.
Evento automobilístico vai mostrar quem é o rei das pistas (Foto - Divulgação)
Acontece na cidade de Dourados (230 km de Campo Grande) o ‘Rachão 2K18’, um evento para quem gosta de aventura em quatro rodas. Mais de 80 carros já estão inscritos para o embate que ocorre neste domingo (18) no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, a partir das 9h.
Além do impacto nas pistas o evento automobilístico também mostra uma força social, pois fará arrecadação de alimentos que serão entregues à Casa de Reabilitação ‘Novo Olhar’.
De acordo o organizador Cezar de Leon o rachão oferecerá três premiações e um sorteio de uma televisão de 42 polegadas. “Como esse ano será em um local novo no ‘Parque de Exposições de Dourados’ contará com uma pista de 201 metros e 80 pilotos participantes e por isso a nossa expectativa de público é de aproximadamente 4.000 pessoas,”, explicou Leon
A caravana Mato-grossense MotorBull também está apoiando o evento, José Flávio , representante da marca destacou a importância de incentivar em ações esportivas como esta, principalmente agregada uma ideia social.
“Apoiar um evento como este significa reconhecer um projeto que tem a qualidade, a praticas esportivas que acabam unindo pessoas e principalmente neste caso, onde parte da verba é destinada a ações sociais da cidade”, enfatizou o representante de produtos automotivos.
Flávio disse que fará uma demonstração de um dos veículos MotorBull, que surpreendentemente anda sem óleo no motor. “Vamos fazer uma grande carreata, convidando as pessoas a participarem do ‘Rachão 2k18’ ” , pontuou.
Para agitar o evento, os organizadores convidaram o locutor Jackson de Balneário Camburiú, mas de 80 carros já confirmaram participação nas arrancadas. O valor do ingresso é de R$ 20,00 e mais um quilo de alimento não perecível. Crianças com menos de 10 anos de idade não pagam a entrada.
Ed Sheeran se apresenta na Jeunesse Arena na Barra da Tijuca no RIo (Foto: Marcello Sa Barretto/AgNews)
O príncipe Harry pediu pessoalmente ao cantor Ed Sheeran para tocar no seu casamento com a atriz americana Meghan Markle, marcado para 19 de maio.
De acordo com a revista americana Us Weekly, Sheeran é o cantor preferido do casal e a proximidade dele com a família real pode ajudar. Além disso, o cantor já demonstrou interesse em tocar no casamento, ao ser ordenado cavaleiro, em dezembro de 2017. “Sim, por que não?”, disse Sheeran à imprensa no dia da cerimônia.
Não seria algo inédito um artista pop tocar em um casamento da família real britânica. Na cerimônia do irmão, o príncipe William, com Kate Middleton, a cantora Ellie Goulding se apresentou na parte reservada aos familiares — e cantou a música da primeira dança do casal.
O critério de desempate das escolas só será conhecido nesta quarta.(Foto:Gabriel Monteiro | Riotur)
Ao todo, são 13 as agremiações que disputaram na Avenida da Marquês de Sapucaí o título de campeã do carnaval 2018.
Relembre os temas de cada escola de samba:
Império Serrano – homenageou a China e lembrou o sambista Arlindo Cruz
São Clemente – inspirada nas obras de grandes mestres da arte brasileira que tem ligação com a escola. O enredo lembrou o incêndio que destruiu parte da estrutura da Escola de Belas Artes em fevereiro de 2016.
Vila Isabel – com visual futurista, o enredo “Corra que o futuro vem aí” falou sobre o passado, desde a descoberta do fogo aos biocombustíveis até uma reflexão final sobre os caminhos da ciência.
Paraíso do Tuiuti – a escola apresentou uma crítica à atual situação política do país e à reforma trabalhista. Com o enredo “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, a Paraíso do Tuiuti desfilou com um “presidente vampiro” e “fantoches de pato amarelo”.
Grande Rio – uma homenagem ao Chacrinha em tom irreverente. O último carro quebrou na concentração, a 500 metros da entrada da Marques de Sapucaí, e atrasou o desfile.
Mangueira – “Com dinheiro ou sem dinheiro eu brinco” era o enredo da escola que fez questão de contar a história do carnaval no Rio, com foco na base popular e na festa de rua sem objetivo comercial.
Mocidade Independente de Padre Miguel – falando das semelhanças entre as culturas brasileira e indiana, a escola apresentou o enredo “Namastê… A estrela que habita em mim saúda a que existe em você”.
Unidos da Tijuca – a escola homenageou o ator, diretor e escritor Miguel Falabella, apresentando o enredo “Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”.
Portela – uma das campeãs de 2017, junto com a Mocidade, a Portela apresentou um enredo sobre os refugiados.
União da Ilha do Governador – o enredo “Brasil bom de boca” trouxe para a avenida os sabores brasileiros, cores, ingredientes e até aroma da culinária brasileira.
Acadêmicos do Salgueiro – inspirada em um enredo que homenageou Xica da Silva, há 55 anos, a escola fez um tributo às mulheres negras, cantando as “Senhoras do ventre do mundo”.
Imperatriz Leopoldinense – uma mistura entre realeza e ciência, a escola apresentou um desfile sobre os 200 anos do Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista e também foi palácio da família real.
Beija-Flor de Nilópolis – um paralelo entre o romance “Frankenstein” e mazelas sociais brasileiras fez com que a escola trouxesse para a avenida a corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva.
Primeiro vocalista da banda gospel Oficina G-3, pastor Luciano Manga, 56 anos, falou com exclusividade ao Estado Notícias nesta segunda-feira (12) pela manhã, no Alphonsus Hotel, onde esteve hospedado durante o final de semana, período em que participou do Congresso de Carnaval na IPI (Igreja Presbiteriana Independente), em Dourados. Na entrevista, ele relata experiencias em que vivenciou na banda e no mundo gospel e ainda sobre o quadro político atual. Confira:
Reprodução/Instagran
EN –Como surgiu o apelido ‘Manga’?
MANGA – Minha mãe me vestiu com a manga da camisa maior do que todas as camisas das outras crianças. Então um ‘gaiato’ olhou e disse: “olha a manga desse moleque”. Dai pegou… Dizem que seria bulling se fosse hoje [risos]
EN- Hoje você faz parte do Vineyard. O que mais te chamou atenção neste ministério?
MANGA – Eu conheci o movimento do Vineyard em 1998. Foi através de amigos norte americanos que tinham a ideia de implantar a igreja no Brasil e me envolvi com este projeto. Na verdade o que mais me chamou atenção do ministério Vineyard no Brasil foram as canções, que se tornaram muito mais conhecidas até hoje do que as igrejas da Vineyard, principalmente no aspecto da adoração. Isto é fruto de relacionamento, onde me envolvi fui convidado à implantar igrejas no Rio de Janeiro e é o que venho fazendo desde então.
EN – Já esteve em Dourados outras vezes?
MANGA – Se não me engano já é quarta vez que estive aqui em Dourados. Também já fizemos show com Oficina G3 em Campo Grande e Naviraí. Já em 1996 a banda veio em Dourados e por alguma questão eu não pude vir.
EN- Qual a sua impressão da cidade?
MANGA – Dourados é uma cidade extremamente hospitaleira, as pessoas são agradáveis e gentis. E vocês comem para caramba! [risos] Aqui eu vi a picanha mais bonita da minha vida [risos].
EN – Gostou do nosso tereré?
MANGA – Gostei muito do tereré. Ainda mais que fizeram um tereré pra mim sofisticado, com gengibre e limão.
EN- O que motivou sua saída da Oficina G-3?
MANGA – Na época eu estava pastoreando no Rio de Janeiro e eles (integrantes da banda) em São Paulo e neste período fui enviado ao RJ para implantar igrejas. Daí ficou difícil para conciliar na questão de pastorear, aconselhar pessoas, fora outros compromissos que eu tinha com a igreja e ainda conciliar os ensaios, pois eu tinha que ir em São Paulo para ensaiar. Isso ficou muito pesado, a logística ficou muito complicada. Então eu disse para eles: “não vai dar”. Na época também existia uma certa pressão da denominação para o projeto que estava acontencendo no RJ e tinha que ter uma dedicação maior. Não tinha realmente condições de fazer as duas coisas. Ficou inviável.
EN – Foi difícil essa ruptura com a banda?
MANGA – Foi muito difícil, pois era algo que eu gostava demais e também foi no período que a Oficina estava vivendo seu melhor momento. Tinha acabado de lançar o CD “Indiferença” e a gente ainda estava fazendo as canções que para mim foi o melhor trabalho da Oficina G-3. E também estavamos na iminência de gravar um novo CD. Então você imagina não poder participar daquilo que a gente pensou junto…
Pastor Luciano Manga falou com exclusividade ao Estado Notícias (Foto - Maurício Lemes)
EN- O que fica desta época de Oficina G-3?
MANGA- Fica a amizade e fica as lembranças da diversão, pois eu me diverti muito… Como eu me diverti, meu Deus! A gente ria o tempo todo e satirizava o outro o tempo todo. Qualquer coisa que um fazia já era motivo da gente satirizar. Era uma família, um momento muito importante na minha vida. Agora fica a lembrança também dos eventos, dos lugares que acabaram se tornando muito significativos e que marcaram muito a nossa presença e aquilo que aconteceu ali.
EN- Por exemplo?
MANGA – Tinha um evento que era feito na cidade de Vitória em uma rua chamada Rua da Lama, que eram eventos de rock roll, porém, não evangélicos. E nos convidaram para tocar neste evento, onde diria que 90% das pessoas não eram evangélicas. Então, eu diria que foi um marco! A Oficina tinha um marco, pois nós tocávamos e parávamos para transmitir a mensagem do evangelho e, era nesse momento que as pessoas eram tocadas, nós oravamos com as pessoas e, lógico, tem a ação sobrenatural de Deus e vidas foram realmente tocadas. Nós tivemos muitos testemunhos e muitas respostas extremamente positivas deste evento da Rua da Lama, que não era um evento de cunho evangélico. Me marcou bastante.
EN – Por falar em eventos, em seu livro você relata um dos principais eventos evangelísticos da década de 90, o “SOS da Vida”, promovido pela igreja Renascer em Cristo, onde reunia mais de 120 mil pessoas, como exemplo em 1994, no estádio Pacaembú, em SP. Daquela época para cá, o que mudou?
MANGA- Eu acho que mudou a proposta ministerial. As pessoas faziam eventos por uma questão mesmo de proclamação do evangelho. E o SOS da Vida tinha essa propósta de proclamar o evangelho.
EN – O público mudou ou o gospel mudou?
Manga participou do Congresso de Carnaval,neste final de semana na IPI de Dourados (Foto: Reprodução/Instagran)
MANGA – Eu acho que o gospel mudou. As pessoas deveriam entender que existe uma ferramenta que Deus nos deu que é a música! E você pode usá-la em prol da evangelização. Também é preciso saber como usa-lá e pensar em novas estratégias de como fazer que esta música alcance o coração de quem não conhece o evangelho. É por ai…
EN – Em que o casal Hernandes, líderes da igreja Renascer em Cristo acertou?
MANGA – Eles acertaram no foco, no comprometimento e na missão. Havia sim um desejo estrondoso de proclamar o evangelho, de trazer novas propostas e quebrar alguns paradigmas, que na verdade eram regras meramente humanas que não levavam as pessoas a lugar nenhum. Então estes tabus de uma certa forma foram quebrados. Daí sim tem o seu valor a Renascer.
EN- E onde foi que errou?
MANGA – Eu acredito que a Renascer foi crescendo e desfocou um pouco desta proposta, abrançando umas outras propostas teológicas, quem sabe a da “prosperidade” que hoje tem uma enfase muito forte em algumas denominações e, lógico, você vai para outro foco e você vai trabalhar tentando atingir um outro público. Essa é minha reflexão.
EN – Muitas bandas daquela época sairam do cenário da música gospel e outras simplesmente acabaram. Isso se deve a que?
MANGA – Para você dar continuidade é muito difícil. As pessoas vão se casando, tendo filhos, envelhecendo… Daí tem o momento que você tem que fazer um projeto de vida: “Eu quero viver de música o resto da vida?”. Pois muitas vezes você não tem tempo para estudar e para pensar em uma outra profissão. Por isso que alguns integrantes vão assumindo um outro lado e buscando uma outra função profissional para não viver só de música. Eu acabo vendo que algumas bandas vão terminando por causa disso, naturalmente.
EN – Incluindo a Oficina G-3?
MANGA – Já a Oficina esta completando agora 30 anos né. Então eles vão fazer um período sabático para eles refletirem o que irão fazer. Eu acho que tem a ver com isso. E agora?…. Você tem que olhar para frente, eles vão viver mais 20 anos juntos? A idade chegando, os filhos crescendo, alguns tentando uma Universidade, como que fica isso?.
EN – A amizade com os integrantes da banda continua?
MANGA – Nós tivemos um encontro em dezembro de 2017, que foi esta despedida do Oficina G-3, onde reuniu todo mundo. Foi memorável, marcante. Nos reecontrarmos novamente, incluindo musicos que fizeram parte da Oficina, bateristas, guitarristas… Veio o Luff, que é o Luís Fernando que está morando na Califórnia, o Valtão veio, o Tulio Regis…
Pr. Luciano Manga (Foto - Maurício Lemes)
EN – Sobre a IPI de Dourados, gostou do final de semana com a igreja?
MANGA – Gostei muito! Achei uma igreja com uma visão muito conteporânea, acolhedora e que está se preocupando com famílias, adolescentes e jovens. Se tem um grupo que a gente tem que ter um olhar muito carinhoso e preocupante são com os adolescentes. Acho que a gente tem que investir muito, pois são eles que vão dar continuidade. Tem que ter uma enfase forte neste seguimento.
EN – O Brasil vai dar certo?
MANGA – Esta é pergunta que não é dificil responder, até mesmo porque existem muitos pré-candidatos por ai. Mas eu tenho dificuldade de ver um candidato hoje apropriado para o momento brasileiro. Porém, há muitos candidatos que ainda não mostraram a sua cara né. Recentemente vimos ai a questão do Luciano Hulk, que não tem nada no aspecto político, onde temos um personagem diferente. Você vai ter o Bolsonaro que é uma outra proposta diferenciada desde então. Você pode ter o Fernando Collor retornando. Pode ter o Lula. Pode vir uma Marina e também pode vir um Ciro Gomes, que no quesito vida política eu diria que é um camarada que tem know how. Ele foi governador do Ceará e vejo nele alguém que tem bagagem política.
EN – Quais nomes ainda poderiam surgir?
MANGA – Outros nomes, como o Alckmin, quem sabe… Então, essa febre de Bolsonaro na hora que aparecer os nomes isso pode diminuir. Essa febre pode passar!
Regina Casé participa de ala em homenagem ao cantor Arlindo Cruz, durante o desfile da Império Serrano no Sambódromo da Marquês de Sapucaí (Foto: André Freitas/AgNews)
De volta à elite do Carnaval do Rio de Janeiro depois de oito anos, a Império Serrano desfilou na Sapucaí na noite deste domingo e fez uma bonita homenagem a um de seus torcedores mais ilustres, o sambista Arlindo Cruz. Se recuperando de um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido há quase um ano, Arlindo não pôde estar na avenida, mas foi lembrado no desfile de retorno da agremiação.
“Esse samba é para ele”, falou, muito emocionado, o filho Arlindinho, um dos compositores do samba-enredo da Império, à TV Globo. “É muito difícil desfilar na escola sem o meu pai, mas a gente vai lutar muito, a gente vai chegar lá. Vamos embora, Império. Vamos embora, pai. Vamos lutar.”
A mulher de Arlindo, Babi Cruz, também participou do desfile, e a filha do sambista, Flora Cruz, foi a terceira porta-bandeira da escola.
Ala especial
Amigos do sambista integraram uma ala especial em homenagem a Arlindo. Antes mesmo da comissão de frente, o grupo de 270 pessoas – que incluía a cantora Maria Rita e a apresentadora Regina Casé – cruzou a Sapucaí, vestindo calça branca e uma camiseta com a foto de Arlindo e a frase “O show tem que continuar”.
Bailinho com música ao vivo, pipoca, muita brincadeira e as mais diversas oficinas. Essa é a programação do Shopping Campo Grande para este Carnaval, que vai agitar a criançada e toda a família. Serão quatro bailinhos no espaço Tudo é Brincadeira, na Praça Central do estabelecimento: das 14h às 17h e das 17h às 20h, no sábado (10) e na terça-feira (13).
Entre oficinas de lança-confete, percussão, máscaras e malabares, o Grupo Musical Gato Mia toma conta da folia: muitas marchinhas de Carnaval, músicas infantis, músicas populares, brincadeiras de roda, brincadeiras cantadas e intervenções artísticas de teatro e circo. E tem prêmios também: as 20 primeiras crianças que chegarem fantasiadas para participar do bailinho ganham um ingresso para o Cinemark, um vale-brincadeira da Playland e uma cortesia para brincar na atração Tudo é Brincadeira.
O ingresso para cada sessão do bailinho pode ser adquirido na bilheteria do evento. O valor é de R$ 35,00 para as crianças, válido por 3 horas, acompanhados de um adulto não pagante. A hora adicional sai por R$ 10,00 por criança, e adultos adicionais pagam R$ 20,00 a sessão, sendo R$ 5,00 a hora adicional. Todas as crianças precisam estar acompanhadas por um adulto. A capacidade é de 200 pessoas por sessão.
Clientes que pagarem o ticket de estacionamento pelo aplicativo do Shopping Campo Grande terão valor reduzido e tarifa única para o dia todo.O app pode ser baixado gratuitamente pela Play Store ou Apple Store em smartphones ou tablets.
Luciano Manga (ao meio) foi um dos primeiros integrantes da banda Oficina G-3, que marcou época no estilo gospel (Foto - Divulgação)
Luciano Manga, ou pr. Manga, como é conhecido no meio gospel, estará no congresso que será realizado no período de carnaval, na IPI (Igreja Presbiteriana Independente) de Dourados, com início amanhã até a próxima terça-feira (13).
Ele foi o primeiro vocalista da Oficina G-3, um dos maiores grupos de rock cristão, surgido em 1987 por Juninho Afram, Wagner García e Walter Lopes. A banda alcançou relevância nacional através de três integrantes, nomeadamente Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos, os três membros mais antigos do conjunto. Já o pastor Manga, primeiro vocalista da banda, acompanhou o sucesso do grupo, resultando na gravação do primeiro LP ao vivo, em 1990.
Desde então, teve início a participação da Oficina G-3 em diversos festivais de músicas gospel, incluindo todas as edições do “SOS da Vida” promovido nos anos 90, pela Igreja Renascer em Cristo, onde surgiram outras bandas que marcaram época, como Resgate, Fruto Sagrado, katsbarnea, entre outras.
O evento em Dourados acontece no Espaço Esperança, localizado na avenida Weimar Gonçalves Torres, 3929, com início às 20 horas. Também contará com a participação do pastor Jodson Gomes, de Londrina – PR. A entrada gratuita.
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OFICINA G3
Pode não parecer, mas a banda de rock Oficina G3 nasceu de um Ministério de Louvor. E foi neste grupo 3 que Juninho Afram (guitarra), Wagner Garcia “Maradona” (baixo) e Walter Lopes (bateria) passaram a tocar juntos. Por causa da amizade, gosto musical e a mesma visão evangelística, eles passaram a encarar o Grupo 3, não apenas como um grupo para suprir a escala, mas como uma banda de verdade e acreditar que Deus tinha algo especial para eles.
Neste mesmo tempo Luciano Manga (vocal) e Túlio Régis (vocal), que também faziam parte da igreja, e já cantavam com eles no louvor, vieram para assumir definitivamente os vocais do G3. Com a saída de Manga, PG assumiu o vocal a partir do CD Acústico (1998), mas saiu em 2004 para abraçar uma carreira solo.
Hoje, o Oficina G3 é conhecida nacionalmente como uma das grandes – se não a maior – bandas de rock do momento. O som produzido pela Oficina não deixa nada a desejar ao das grandes bandas de rock fora do mercado gospel. Definitivamente, a diferença não está na qualidade e sim na mensagem. O grupo é formado por músicos capacitados e com talento reconhecido não só pelo segmento. Duca Tambasco é endorsement dos amplificadores Crate e das cordas Solez; Juninho Afram é endorsement dos amplificadores Crate, das cordas NIG e é colunista da revista Cover Guitarra; Mauro Henrique é professor e produtor musical.
O trabalho trouxe os grandes hits da banda em versões mais light – com instrumental mais moderado -, o que viabilizou a apresentação da banda em igrejas e não apenas em shows ou eventos. Diferentes influências. A primeira canção lançada pela MK, sua atual gravadora, foi também uma balada, “Perfeito Amor” (CD Amo Você 6), e ajudou a fortalecer a imagem do grupo por todo o país.
Grupo Sampri dispensa apresentações e cada show, traz a energia do Samba garantindo muita animação ao público (Foto - Divulgação)
O Clube Indaiá resgatou seu tradicional Carnaval e vai trazer à Dourados, na noite de amanhã, toda a energia do Samba e da Sapucaí com o Grupo Sampri, de Campo Grande. A folia vai acontecer na área das piscinas do clube e também será animada pelo Dj Rick Arruda.
Uma das novidades do carnaval deste ano, é que os foliões prestigiarão o desfile da grande final do concurso “Musa” e “Garoto Verão 2018”, a partir das 20h30, que teve sua primeira seletiva durante o “I Verão Indaiá Grande FM”, no dia 19 de janeiro.
Com um total de três seletivas, todos os candidatos e candidatas estão sendo avaliados por um corpo de jurados em trajes definidos pela coordenação do evento.
Além do prêmio, os vencedores também representarão a entidade em diversos eventos, bem como terão suas fotos ilustrando toda a publicidade.
Já a vencedora do concurso “Musa 2018” vai representar o Clube Indaiá no Concurso Musa dos Clubes Sociais do Brasil, que tem como objetivo selecionar uma representante que mostre a beleza e elegância das mulheres brasileiras durante o Congresso Brasileiro de Clubes 2018, que vai acontecer no dia 30 de abril na cidade de Campinas, estado de São Paulo.
No ano passado, Marcela Soares foi a musa eleita do Indaiá e representou o clube concorrendo com outras 21 candidatas de outros clubes do país. Marcela fez uma bela apresentação e continua a representar o clube nos seus eventos.
MATINÊ
A famosa matinê do Clube Indaiá também está de volta no carnaval deste ano. No domingo, a partir das 16h, a folia para a garotada acontece no Salão dos Presidentes e tem em sua programação um concurso de fantasia, apresentação de palhaços e pintura facial.
A animação também será com o Dj Rick Arruda e as crianças não pagam. O convite para os adultos custa R$ 10 para sócio e R$ 20 para não-sócio.
Já para o carnaval, o segundo lote dos convites está sendo vendido na secretaria do clube e na Banca do Jaime no valor de R$ 30 para sócio e R$ 40 para não-sócio. Já o convite do Espaço Kids custa R$ 10 para sócio e R$ 20 para não-sócio. Mais informações podem ser obtidas no telefone (67) 3426 4777.
Divulgação
SAMPRI
Criado em 2002, de forma inusitada, tal qual diversos grupos e bandas que adornam o cenário da MPB, o Grupo Sampri, nasceu de uma roda de samba de fundo de quintal. Da conversa calorosa e da batucada intimista veio a ideia de formar um grupo.
A partir de 2005, Sampri segue sua trajetória com 03 integrantes – Magally, Luciana e Renatinha -, que se apresentam em todo o Mato Grosso do Sul, sua terra natal, com shows em São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Santa Catarina.
Em 2013, o grupo lançou seu primeiro CD autoral, o álbum “Sampri – Um Bom Samba Faz Bem”. Três anos depois, o grupo se prepara para a gravação do segundo CD – “Resistência” -, por ser um dos únicos grupos do Estado de MS a manter a cultura do samba em evidência.
O diferencial do grupo é que cada uma das integrantes canta e toca um instrumento: Magally no cavaquinho; Luciana no pandeiro; e Renatinha no violão.
A linha de frente do grupo – pandeiro, cavaco e violão – é composta pelas três integrantes, que são irmãs. Cada uma se identificou com um instrumento diferente, muito embora a paixão pelo Samba seja unânime.
Movimentar grandes multidões não é exatamente o objetivo do grupo. A ideia central é contribuir com a MPB e eternizar a cultura tão bela do samba tradicional e seus nuances.
Jamie Dornan e Dakota Johnson regressam como Christian Grey e Anastasia Steele em 'Cinquenta Tons de Liberdade' sequência baseada na obra da escritora britânica E. L. James (Foto: Universal Pictures/Divulgação)
Finalmente a série erótica assinada por E.L. James encerra sua dolorosa presença nas telas do cinema – assim esperamos, na torcida para que nenhum spin-off seja feito. Cinquenta Tons de Liberdade estreia nesta quinta-feira sem a expectativa ou glamour do aguardado primeiro longa, Cinquenta Tons de Cinza, de 2015. De lá para cá, a franquia foi ladeira abaixo, tanto em termos de qualidade como de bilheteria. O filme de estreia tinha lá seu tom de elegância e humor, com a direção esforçada de Sam Taylor-Johnson. O segundo, Cinquenta Tons Mais Escuros, totalmente dominado pela autora, que se desentendeu com Sam e colocou o próprio marido Niall Leonard para escrever o roteiro, é um martírio — que arrecadou 200 milhões de dólares a menos que seu antecessor. O mesmo caminho já começou a ser seguido pelo longa de número três.
Os anos se passaram e Anastasia Steele (Dakota Johnson) continua a fazer cara de chocada quando o agora marido Christian Grey (Jamie Dornan) aparece com algum aparato de luxo caro e extravagante, como um jatinho particular para a viagem de lua de mel na França, ou quando compra uma mansão abandonada no meio do nada. Apesar de Ana dizer constantemente que o dinheiro não importa, a mensagem deixada nas entrelinhas sugere o contrário.
Os momentos românticos e as brigas continuam completamente amparados por sexo, a arma que resolve todos os problemas. Dakota e Dornan se esforçam, mas o casal tem a química de dois moluscos. Logo, a saga pouco tem do bom erotismo cinematográfico.
O filme começa com o casamento de Anastasia e Christian e a lua de mel, que é interrompida por um atentado mal explicado de Jack Hyde (Eric Johnson), ex-chefe da atual senhora Grey e dono do estereótipo completo do vilão. Até a metade do filme, já são óbvias as suas motivações. Mesmo assim, o roteiro tenta analisar, ao final, o que levou Jack a ser assim tão malvado.
Para fechar o pacote de erros está o uso equivocado da trilha sonora. Como narradores paralelos da história, as músicas pop são encaixadas com destaque entre um diálogo e outro, como pensamentos dos personagens. Caso de uma cena de sexo, complemento de uma conversa entre o casal protagonista sobre como punir quem fez travessuras, em que toca a canção Heaven, de Julia Michaels, que diz: “They say all good boys go to heaven. But bad boys bring heaven to you” (Dizem que os bons meninos vão para o céu. Mas os meninos malvados trazem o paraíso até você, em tradução livre). Bons ou maus, que descansem em paz, Anastasia e Christian.
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