Produzido pela Plug Produções, Eu te amei essa noite, é o primeiro curta da produtora, que já tem em seu currículo as séries GUATEKA e NATASHA, todas produzidas em Dourados.(Foto: Divulgação)
Eu te amei essa noite é primeiro curta-metragem como diretora da produtora Ana Ostapenko que estreia dia 13 de novembro, próxima segunda-feira, às 19h no MIS – Museu da Imagem e do Som.
O curta, com cerca de 11 minutos, foi gravado em dois dias na cidade de Dourados- MS, em agosto, “Eu te amei essa noite conta a estória de Clara, que tem um relacionamento conturbado com Fernando, está passando alguns dias na sua cidade natal e após mais uma briga com o marido decide passear pela cidade em busca de um pouco de paz, quando encontra Marcos, um velho amigo, que também teve um dia difícil e resolve ir para um bar da cidade. Eles se encontram e dão início a uma noite de confissões e boas lembranças.
Produzido pela Plug Produções, Eu te amei essa noite, é o primeiro curta da produtora, que já tem em seu currículo as séries GUATEKA e NATASHA, todas produzidas em Dourados.
Segundo a diretora, Ana Ostapenko “o filme trata de relações relâmpago, como forma de se acumular boas lembranças e rever pessoas que fizeram parte da nossa vida, Clara é uma mulher forte, que não se abala por pouca coisa e durante o filme ela mostra isso ao público”.
Serviço
EU TE AMEI ESSA NOITE
Quando: 13 de novembro de 2017
Horário: 19 horas
Onde: MIS- Museu da Imagem e do Som, Av. Fernando Correa da Costa,0559, 3º Andar
Uma das novidades para este ano é que, na área vip da festa (camarotes / mesas) haverá mesa com frutas e frios. (Foto: Divulgação)
Acontece no dia 23 de dezembro, a partir das 23h, nas dependências do Batayporã Tênis Clube (BATEC), a 23ª edição do Baile do Hawaii de Batayporã, que, este ano, terá como atrações o “Grupo Sempre Tem” e o “Dj. Ailton”.
Além das atrações, o público vai conferir um ambiente decorado e preparado especialmente para receber um dos eventos mais tradicionais da região. Uma das novidades para este ano é que, na área vip da festa (camarotes / mesas) haverá mesa com frutas e frios.
No bar da festa, além de cervejas e refrigerantes, haverá drinks, mix de bebidas variadas e caipirinha de vodka. Marque na sua agenda, dia 23 de dezembro, a partir das 23h, acontece o 23º Baile do Hawaii de Batayporã.
Tanto os ingressos da área vip quanto da pista poderão ser parcelados em até três vezes no cartão!!! Convites a venda em Batayporã na Japão Conveniência e Tukinha Conveniência e, em Nova Andradina, na Dedé Fest. Informações via celular / Wthatsapp (67) 9 9994 -5664 e (44) 9 9927-0944.
Nina despeja no caderno seus pensamentos mais nobres e mais frívolos, além de desenhos, letras de música, poesias, e trata um retrato sincero de seus pais ausentes, de seus irmãos problemáticos, mas amorosos, de seus amigos e de outros personagens com quem convive. (Foto: Divulgação)
Manu Gavassi lançou nesta semana, nas melhores livrarias do país, seu livro de estreia intitulado “Olá, Caderno”.
A história é uma ficção adolescente escrita a partir de entradas de um diário, ou melhor, caderno.
A personagem principal é Nina, garota de 17 anos, que como tantos adolescentes sabe o que quer da vida, mas não tem muita certeza sobre quem é ou como se encaixa no mundo. E a partir de sua perspectiva ácida e bem-humorada, divide com o leitor suas experiências, paixões, alegrias, dúvidas e tristezas.
Nina despeja no caderno seus pensamentos mais nobres e mais frívolos, além de desenhos, letras de música, poesias, e trata um retrato sincero de seus pais ausentes, de seus irmãos problemáticos, mas amorosos, de seus amigos e de outros personagens com quem convive.
“Olá, Caderno”, que tem ilustração de Nath Araújo, ilustradora e youtuber, na capa, está a venda em: Amazon; Americanas.com; Livraria Cultura; Livraria Curitiba; Livraria da Folha; Saraiva Online; e Submarino.
Artista da Universal Music, é hoje uma das cantoras de maior destaque de sua geração. A cantora já tem status de influenciadora digital, graças aos números alcançados no mundo virtual. São mais de 11 milhões de seguidores, sendo 4 milhões só no Instagram, e mais de 70 milhões de visualizações em seu canal no YouTube.
Agnes Varda é a homenageada na Semana do Documentário Francês, seu último trabalho "Os catadores e eu" será exibido na mostra. (Foto: Divulgação)
A mostra de documentário francês acontecerá de 6 a 9 de novembro, sempre às 19h, no Museu da Imagem e do Som (MIS) em parceria com a Aliança Francesa. A mostra faz parte do Festival Internacional Mois Du Doc. Este ano a homenageada será para a cineasta belga Agnès Varda com o filme “Os Catadores e eu”. Os filmes são legendados em português e a entrada é franca.
A diretora Agnès Varda anda pelo interior da França, afastada das cidades que concentram a riqueza e o luxo, acompanhando pessoas que sobrevivem de restos. Ela se mistura a catadores e coletores que vão até uma feira em busca de sobras de alimentos. Ao mesmo tempo, Agnès conversa com eles, que versam sobre os mais variados assuntos, de política internacional até tragédias pessoais.
A curadoria é da Aliança Francesa e conta com a ajuda do cinéfilo e cineclubista Thiago Andrade. Os temas estão presentes na agenda do mundo contemporâneo e os documentários são recentes. Pode-se esperar uma bela fotografia, crítica social e discussões muito atuais.
O primeiro filme “Em busca do sentido” foi exibido em setembro de 2017 com a presença da cineasta em Campo Grande. O título é muito sugestivo e narra os caminhos que o próprio Marc e o Nathanael percorreram em vários países do mundo para tentar responder a problemáticas contemporâneas do mundo capitalista. “Queimar o Mar” narra a Primavera Árabe dentro da perspectiva da Tunísia (gatilho). Já “Cineasta” traz a temática das mulheres como diretoras (de filmes).
PROGRAMAÇÃO
06/11 (segunda-feira) Em busca do sentido – En Quête de Sens (Marc De La Ménardière, Nathanaël Coste)
O documentário conta a história de dois amigos de infância, Marc e Nathanaël, que decidiram largar tudo para iniciar uma jornada em busca da solução dos questionamentos sobre os caminhos do mundo. A jornada dos jovens pelos continentes serve para que eles repensem sua relação com a natureza, com a felicidade e com o sentido da vida.
07/11 (terça-feira) Queimar o mar – Brûle la Mer (Nathalie Nambot, Berchache Maki)
Na sequência da revolução tunisina, após a queda de Ben Ali, 25 mil jovens Tunisianos foram para a Europa através de Lampedusa. Maki Berchache é um deles. De sua história, fragmentos de imagens, histórias, amigos que viajam ou se encontram em Paris.
Um filme é feito por uma mulher diferente de um filme feito por um homem? Por que há tão poucos filmes feitos por mulheres? Mais de 20 mulheres diretoras estão confiadas na sua profissão, no lugar das mulheres no cinema.
09/11 (quinta-feira) Os catadores e eu – Les Glaneurs et la Glaneuse (Agnès Varda)
Em toda a França, Agnès encontrou guindastes e recuperadores, coletores e buscadores. Por necessidade, chance ou escolha, eles estão em contato com os restos de outros. Seu universo é surpreendente. Estamos longe dos antigos que estavam colecionando as orelhas de trigo após a colheita. Batatas, maçãs e outros alimentos jogados, objetos sem mestre e pêndulo sem agulhas, esta é a realidade do nosso tempo.
Frank Underwood (Kevin Spacey) em cena de 'House of Cards'(Foto: /Divulgação)
Os produtores de House of Cards estão com um problemão: precisam decidir como resolver a sexta temporada da série, que já foi confirmada pela Netflix como a última, após seu protagonista, Kevin Spacey, ter sido acusado de assédio e abuso sexual por vários colegas de trabalho. Segundo o site da revista Variety, uma das possibilidades que eles estão considerando é a de matar, na história, o personagem do ator, Frank Underwood. Assim, o sexto ano seria protagonizado por sua mulher, Claire, interpretada por Robin Wright.
A produção fica por conta da empresa Media Rights Capital (MRC). A preocupação dos produtores é que surjam novas acusações contra Spacey e a situação se torne insustentável. Várias pessoas que trabalharam com Spacey no seriado afirmaram à CNN que ele assediava os funcionários e tinha comportamento “predatório”, transformando o set de filmagem em um ambiente “tóxico”.
Cancelar de todo House of Cards, por outro lado, traria outro problema para a MRC. De acordo com a Variety, 300 pessoas estão empregadas atualmente no elenco e na equipe da produção. Se a série desistisse da sexta temporada, essas três centenas de funcionários ficariam sem emprego.
O novo ano do seriado começou a ser produzido há pouco tempo, portanto, ainda daria tempo para encontrar uma solução para o personagem de Spacey. Os produtores estão avaliando o contrato do ator para verificar se podem seguir em frente sem ele. Os comentários do público no Twitter também mostram que não seria má ideia continuar sem Frank Underwood. Em seu perfil, a atriz Jessica Chastain sugeriu nesta sexta: “A Robin Wright já pode protagonizar House of Cards agora? Nós estamos prontos para isso”.
Apresentação será no Centro de Exposições e Lazer Mauricio Thomazini a partir das 20h (Foto: Divulgação)
Já é neste sábado (04) o show com o cantor e compositor Almir Sater que faz parte da programação do 54º aniversário de emancipação do município de Anaurilândia.
A apresentação do cantor sul-matogrossense, que é conhecido em todo o país, será nas dependências do Centro de Exposições e Lazer Mauricio Thomazini, e está prevista para acontecer a partir das 20h com entrada franca.
Ainda de acordo a programação, no dia da apresentação do cantor está programada diversas atividades culturais no recinto, envolvendo as escolas das redes estadual e municipal de ensino.
A apresentação do artista é também uma parceira da Secretaria de Cultura do Estado e Prefeitura Municipal. O show também faz parte das comemorações alusivas aos 40 anos de emancipação do Estado de Mato Grosso do Sul.
Além do show do sertanejo, outras atividades esportivas estão programadas para ocorrer durante todo o mês de novembro, tais como, campeonato municipal, prova de velocross, além de outros torneios esportivos e ainda a realização do Primeiro Desafio Chão Batido de Mountain Bike, que acontece no próximo dia 12 de novembro e espera reunir amantes da modalidade de toda região e estados vizinhos.
Beyoncé dublará Nala no novo filme do 'Rei Leão' (Foto: Christopher Polk/Getty Images)
Beyoncé confirmou nesta quarta-feira os rumores de que emprestaria sua voz à personagem Nala na adaptação da clássica animação da Disney O Rei Leão. A cantora anunciou a novidade com uma postagem em sua página no Facebook que mostra todo o elenco do filme, incluindo Donald Glover como Simba e James Earl Jones repetindo seu papel como Mufasa, como previamente noticiado.
Outros nomes confirmados na produção que será dirigida por Jon Favreau (da nova versão de O Livro da Selva) são Chiwetel Ejiofor como Scar, Alfre Woodard como Sarabi, a mãe de Simba, John Oliver como Zazu, e Billy Eichner e Seth Rogen como Timão e Pumba.
O longa, com roteiro adaptado da animação de 1994 assinado por Irene Mecchi, Jonathan Roberts e Linda Woolverton, chegará aos cinemas americanos em 18 de julho de 2019.
Liminar determina remoção de palavras ofensivas, no prazo de 48 horas (Foto - Divulgação)
O ator Alexandre Frota e o grupo MBL foram obrigados a excluir das redes sociais postagens ofensivas sobre Caetano Veloso e Paula Lavigne. A decisão é do juiz de Direito Bruno Arthur Mazza Vaccari Machado Manfrenatti, da 50ª vara Cível do RJ, que determinou prazo de 48 horas para exclusão sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
Consta nos autos que as publicações acusaram Caetano de ter praticado suposto ato de pedofilia no início do relacionamento entre o cantor e Paula, visto que ela tinha 13 anos e ele, 40. Além disso, os dois foram acusados de integrarem uma gangue. Caetano e Paula acionaram a Justiça requerendo a remoção das publicações ofensivas.
Ao analisar o caso, o magistrado asseverou que as publicações teriam abusado do direito à livre expressão e manifestação concedido pela CF/88, porque se enquadram como ofensas com único intuito de depreciar a imagem dos autores. “Qualquer extrapolação dessa liberdade constitucionalmente garantida não pode ser mantida, mormente quando violadora de outros princípios trazidos pela Constituição, como a proteção dos direitos da personalidade.”
Sendo assim, deferiu liminar determinando a remoção, no prazo de 48 horas, das publicações das redes sociais e, também, de qualquer menção acusando Caetano Veloso da prática de atos de pedofilia, sob multa diária de R$ 10 mil.
No próximo dia 17 será realizada uma exibição do filme de curta metragem Caramujo-flor (1988), que faz parte da lista de obras cobradas no Vestibular 2018 da UFGD. O filme é dedicado ao poeta sul-mato-grossense Manoel de Barros. A exibição acontece às 19h, no auditório central da unidade 2.
A exibição será seguida de um bate papo com o cineasta Joel Pizzini, diretor do curta, e com os professores Paulo Nolasco e Gicelma Chacarosqui. Nolasco é especialista em cultura sul-mato-grossense e Chacarosqui é doutora em Comunicação e Semiótica, tendo defendido tese sobre a relação entre a obra literária de Manoel de Barros e o filme Caramujo-flor.
O curta acompanha a trajetória do poeta no Pantanal, sua obsessão com o mar e sua nova vida em uma grande metrópole, experimentando o cinema em sua poesia através de uma colagem de fragmentos sonoros e visuais. O elenco conta com Ney Matogrosso, Rubens Corrêa, Tetê Espíndola e aparições de Almir Sater e Aracy Balabanian.
A produção da sexta temporada de House of Cards foi pausada por tempo indeterminado seguindo as acusações de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey, ator que vive o protagonista Frank Underwood. (Foto: Divulgação)
A produção da sexta temporada de House of Cards foi pausada por tempo indeterminado seguindo as acusações de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey, ator que vive o protagonista Frank Underwood. A informação é do Deadline.
O anúncio foi feito pela produtora Media Rights Capital: “A MRC e a Netflix decidiram suspender a produção da sexta temporada de House of Cards até segunda ordem, para nos dar tempo de avaliar a situação atual e responder às preocupações do nosso elenco e equipe.”
Recentemente, o ator Kevin Spacey- intérprete do protagonista Frank Underwood – foi acusado de abusar de Anthony Rapp (Star Trek: Discovery), que tinha 14 anos de idade na época do ocorrido. Spacey se manifestou no Twitter, pedindo desculpas – saiba mais.
O caso fez com que Beau Willimon, criador de House of Cards, se manifestasse ao THR: “A história de Anthony Rapp é profundamente perturbadora. Durante o tempo em que trabalhei com Kevin Spacey em House of Cards, nunca testemunhei ou fiquei sabendo de qualquer comportamento inapropriado dentro do set ou fora dele. Dito isso, recebo com seriedade as informações desse comportamento e não há exceção. Eu sinto pelo senhor Rapp e apoio sua coragem”
Na última segunda-feira (30), a Media Rights Capital e a Netflix comentaram o ocorrido. “A Netflix e Media Rights Capital estão profundamente perturbadas pelas notícias recentes ao respeito de Kevin Spacey. Em resposta às revelações, executivos de ambas as empresas foram à Baltimore durante a tarde para uma reunião com o elenco e equipe, garantindo que eles continuem se sentindo seguros e apoiados. Como anteriormente previsto, Kavin Spacey não estará no set por hoje.”
Recentemente anunciada como a última, a sexta temporada de House of Cards não tem previsão para retomar suas gravações mas tem estreia prevista para 2018, sem data definida. Seja como for, a Netflix já está planejando derivados do seriado
Decoração de Halloween é vista na Casa Branca, nos Estados Unidos - 30/10/2017 (Foto: Carlos Barria/Reuters)
Nesta terça-feira é celebrado o Halloween, uma das principais datas comemorativas dos Estados Unidos, que está ganhando cada vez mais fama no Brasil. Na cultura americana, é comum as crianças se fantasiarem e pedirem doces para os vizinhos, enquanto as casas são enfeitadas com adereços de terror. A origem, no entanto, remete à celebrações dos celtas, civilização da Europa que começou a se estabelecer em 2000 a. C.
Historiadores apontam, desde o século 18, que o Halloween é baseado no Samhain, antigo festival pagão que começava no dia 31 e durava mais três dias, comemorando o final do verão no hemisfério norte. Uma das características da celebração era o final da colheita, em que havia alimentos em abundância.
A comemoração do Dia das Bruxas que relembrou esses costumes foi formada entre 1500 e 1800 no Reino Unido, mas foi só depois desse período, que a tradição como conhecemos passou a ser formada nos Estados Unidos. Foi em solo americano em que símbolos como o das abóboras entalhadas e dos espantalhos aterrorizadores em milharais começaram a fazer sucesso.
No Brasil, o Halloween está ganhando cada vez mais espaço e possibilita que crianças e adultos se divirtam ao usar fantasias de terror. Desde 2003, uma lei federal ainda instituiu o Dia do Saci na mesma data, em homenagem à figura do folclore brasileiro.
Chris Hemsworth, mais humor e menos cabelo para filme 'Thor: Ragnarok' (Foto: Marvel Studios/Divulgação)
Chris Hemsworth encarna pela quinta vez o personagem que o tornou famoso mundialmente em Thor: Ragnarok. Mas quem se acostumou com o super-herói dos filmes anteriores vai ter uma surpresa, começando pelos cabelos, agora curtos. “Ele está bem diferente”, disse o ator australiano de 34 anos a VEJA, em Los Angeles. “É mais moderno. Uma versão mais solta do que antes. Tem menos daquela atitude ‘estou nesta posição por direito de nascença e sou o rei do universo’. Isso fica de lado, e ele se vê numa situação e num planeta onde ninguém se importa com quem ele é ou de onde veio, não há vantagem. Nem fisicamente é tão capaz. E vai ter de enfrentar seres muito poderosos.” Por exemplo, Hela, a vilã vivida por Cate Blanchett.
Na trama, Thor vai parar num planeta estranho liderado por Grande Mestre (Jeff Goldblum), levado por uma caçadora de recompensas (Tessa Thompson). Lá, reencontra Hulk (Mark Ruffalo) numa arena de gladiadores. Thor: Ragnarok também tem muito mais humor, graças ao diretor neozelandês Taika Waititi (O Que Fazemos nas Sombras), provando que o astro, além de tudo, tem talento para a comédia. Chris Hemsworth falou das mudanças, dos anos como Thor e da família. Confira abaixo:
Como encara essa nova fase do personagem? Eu estava meio cansado de mim mesmo e da minha interpretação do Thor. Assisti aos últimos filmes e pensei: “Que diabos estou fazendo?”. Me pareceu previsível. A culpa não era de ninguém, só minha. Senti que havia mais potencial no personagem que não tinha explorado ainda, então conversei com o Kevin Feige (presidente dos estúdios Marvel) sobre como reinventar o personagem. E Taika Waititi, nosso diretor, tinha uma visão tão única e um estilo tão diferente dos outros diretores. As mudanças se refletiram esteticamente: cortamos o cabelo, o figurino é diferente, tudo isso influenciou.
Como foi ter Cate Blanchett neste universo? Ela é incrível. É a pessoa mais pé no chão, disposta a trabalhar e com um grande senso de humor, não importa o que conquistou. Fiquei intimidado, claro, mas também empolgado.
E trabalhar só com o Mark Ruffalo, em vez de com todos os Vingadores? Pois é, Mark e eu nunca tivemos um diálogo nos outros filmes. Eu brinquei: “Será que a gente sabe o nome um do outro?”. Neste pudemos criar uma dinâmica entre os dois meio Butch Cassidy e Sundance Kid, de dois caras num filme de estrada. O Hulk também está diferente, então realmente foi possível fazer cenas de camaradagem.
Como descreveria esses sete anos vivendo Thor? Fantásticos! Eu me lembro de estar em Vancouver, atravessando uma rua, com meu agente no telefone, me explicando os detalhes do que estava me comprometendo a fazer, provavelmente três filmes como Thor e três outros dos Vingadores. E me lembro de dizer: “Será que vou ficar marcado pelo papel?”. Graças a Deus não fiquei com isso na cabeça, porque tive as melhores oportunidades por causa de Thor.
Vê uma data de validade para o Thor? Como você disse, já interpretou o personagem cinco vezes. Robert Downey Jr., por exemplo, que faz o Homem de Ferro, já disse que quer parar em breve. Certamente é possível que em dado momento o público não queira mais ver esses personagens. Mas aqui realmente demos novo vigor a esse mundo. Entendo que muitos atores comecem a se sentir cansados e mal podem esperar para se verem livres do contrato. Eu penso de maneira oposta. Tive muita sorte e oportunidades com o personagem. Espero que o público tenha apetite para mais.
mais jovens, muito tempo é dispendido em se analisar e pensar em si mesmo. Quando você tem filhos, tudo passa a ser para eles e sobre eles, não mais sobre você. E isso é bom. Continuo trabalhando duro, mas me divirto mais. Em alguns dos meus filmes, não foi tão divertido quando deveria. Percebi que, se vou passar tantas horas longe dos meus filhos, então é melhor que seja legal e tenha a sensação de estar fazendo algo especial que eles também possam curtir. Meus filhos agora conseguem assistir e entender filmes. E eles vão ser os jurados mais honestos, vão dizer quando um filme é uma droga.
Verdade que você insistiu que o filme fosse rodado na Austrália, agora que se mudou para lá? Não insisti, mas sugeri. Na verdade, achei que jamais topariam. Mas a Disney, que é dona da Marvel, tinha rodado Piratas do Caribe lá. Eles se comprometeram a estudar a possibilidade. E no fim aconteceu.
Foi mais fácil para sua família visitá-lo no set? Como foi para eles? Minha filha tem 5 anos, e os gêmeos, 3. Para um dos garotos, tudo é incrível. A menina e o outro menino não acham grande coisa (risos). Na verdade um dos gêmeos, Sasha, sempre fala para os outros sobre seu irmão: “É, o Tristan ama Thor. Eu não ligo”. Mas eles visitaram o set e tal. Falei com o Tristan ontem à noite, e ele me perguntou: “Papai, você está trabalhando, lutando contra os monstros?”. Respondi que sim. Não que jornalistas sejam monstros, claro (risos).
Então você é um ator/super-herói para eles. É. Acho que eles não entendem direito o que é real e o que é fantasia. Por isso tive uma certa resistência a mostrar os filmes. Mas num voo minha sogra viu o filme com um dos meninos, e ele saiu correndo, dizendo “Papai Thor, pou!” e socando tudo. Pensei: “Ai, que beleza”.
O que acha que herdou do seu pai e da sua mãe? Meus pais dão muito valor ao trabalho e são muito humildes. Eu acredito ter herdado isso dos dois. E também acho que têm muito senso de humor e uma boa atitude frente aos obstáculos da vida. Uma coisa meio: “Bem, pelo menos tentei”.
Igor Cavalcante Medina (de pé vestindo roupa preta) em apresentação anterior da Cia. Municipal de Dança, de Caxias do Sul (Foto: Cia. Municipal de Dança/Divulgação)
Uma performance artística inspirada na brutalidade do cotidiano acabou com a internação do bailarino em um posto de saúde por suposto surto psiquiátrico. Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o bailarino Igor Cavalcante Medina, de 26 anos, apresentava sozinho o espetáculo “Fim” em uma praça no centro da cidade na manhã do último sábado quando guardas municipais e socorristas do Samu o abordaram.
O artista foi sedado e levado para o Pronto-Atendimento 24h, o Postão, conforme apuração de VEJA. O bailarino só foi liberado oito horas depois quando “acordou”, segundo um integrante da equipe enfermagem do Postão. A médica psiquiatra que atendeu o bailarino constatou que o artista não apresentava sinais de surto psicótico e o liberou.
“Cheguei no lugar (da apresentação) e a guarda municipal me abordou junto com o Samu. Foram invadindo sem me perguntar nada, já foram chegando. Eu falei que tinha autorização da prefeitura para estar ali, mas não quiseram me escutar. Disseram que eu tinha um surto psicótico. Me amarraram na maca e me colocaram na ambulância. Me deram uma injeção de tranquilizante e fiquei oito horas amarrados no Postão aguardando um psiquiatra atestar que eu estava lúcido”, disse Medina a VEJA.
“Falei que estava no meio de uma apresentação e não quiseram me escutar. Quando me abordaram eu estava declamando um poema. Se tivessem parado para me ouvir, isso não tinha acontecido. Eu não tinha como reagir porque eram cinco pessoas me segurando. Tentei conversar porque não dava conta de reagir. Na ambulância, um deles pressionou o punho cerrado no meu peito para eu ficar sem fôlego e parar de falar”, relatou o artista à reportagem.
Quando foi abordado, Medina fazia movimentos com o corpo e declamava uma poesia sobre questões de discriminação racial e social. “Mata, espanca, xinga , mutila, esquarteja, destrói, sangra, mas isso é só se for pobre, preto e sofredor”, dizia um trecho do texto decorado.
O bailarino é integrante da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul e apresentava performance da programação da 8ª edição do “Caxias em Movimento”, evento com dezenas de apresentações agendadas até o dia 5 de novembro. Procurada por VEJA, a prefeitura da cidade, responsável tanto pela Guarda Municipal, Cia. De Dança e Postão, disse por meio de nota que “está apurando as informações sobre a abordagem ao bailarino”. Os funcionários da prefeitura não estão mais autorizados a falar com a imprensa.
O diretor da Guarda Municipal disse ao Pioneiro, jornal de Caxias do Sul, que o departamento foi acionado para verificar o que estava acontecendo com o “homem parado” na praça. “O que chamou a atenção é que ele usava umas roupas da performance e tinha um arame farpado no pescoço. A equipe tentou falar com ele, mas o bailarino ficava mudo. Olhava para o céu, para cima e para baixo. De repente, começou a soltar frases filosóficas, citava a Somália a todo momento. Os guardas entenderam que poderia ter algum problema de saúde e acionaram o Samu”, disse ao jornal.
No material de divulgação do “Caxias em Movimento”, o espetáculo “Fim” é descrito como um “trabalho que aborda a violência e põe o corpo em evidência para trazer à tona as diversas formas de brutalidade do cotidiano, sejam elas físicas ou psicológicas. Os corpos vão sendo envenenados até a total desumanização. Será que já não somos nada mais além de um mero pedaço de carne incapaz de sentir, incapaz de resistir, incapaz de se rebelar?”.
A prefeitura disse ainda que “partir desta segunda-feira (30/10), a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Proteção Social (SMSPPS) começará a ouvir os relatos dos envolvidos para esclarecer a situação e dar os encaminhamentos necessários. Logo os fatos sejam esclarecidos, a prefeitura voltará a se manifestar oficialmente sobre o caso”.
Ninguém podia prever o fenômeno iniciado em 15 de julho de 2016.(Foto: Divulgação)
No princípio, Stranger Things era apenas uma série sobrenatural estrelada por Winona Ryder. Por mais que a Netflix esperasse um retorno positivo – o serviço de streaming requisitou antes da estreia que os irmãos Duffer planejassem um segundo ano – ninguém podia prever o fenômeno iniciado em 15 de julho de 2016. Oito episódios depois, em um fim de semana em frente à TV, a cultura pop ganhava novos personagens para amar e criar teorias mirabolantes em uma embalagem confortavelmente familiar – a quantidade de referências à década de 80 fez muita gente pensar que a série era o produto de um algoritmo da Netflix, reunindo os produtos favoritos dos seus assinantes.
Logo, a segunda temporada já começa muito diferente da primeira, com uma alta dose de expectativa para ser administrada pelos criadores, roteiristas e diretores, Matt e Ross Duffer, e pelo produtor-executivo e diretor Shawn Levy. A estratégia foi tratar o novo ano como uma continuação mais cinematográfica do que televisiva: Stranger Things 2 dizem os créditos de abertura. Ganchos são respondidos, mas o objetivo principal é ampliar o universo e os personagens em um grande filme de 9 horas (ou 8 horas e um longa derivado).
O plano dá certo. A temporada se divide como os três atos de um roteiro: os primeiros episódios reencontram personagens e estabelecem a ameaça (o Monstro das Sombras), a metade da temporada mostra as suas complicações e os dois últimos capítulos trabalham em torno da resolução. Elementos que parecem desimportantes em um momento ganham importância em outro e o grande mérito é como os Duffer amarram tudo ao final. A dupla sabe que não ganhou o coração do público só com mistérios e referências. A alma está nos personagens (e seu elenco perfeitamente escalado). Assim, ao mesmo tempo em que é um grande filme, Stranger Things sabe ser uma série de TV: há tempo para que todos os núcleos tenham a atenção merecida, há espaço para que todos tenham importância dentro da história.
Novas adições, como os irmãos Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery), encontram espaço para crescer em um arco criado para traçar um paralelo entre ameaças fantásticas de outras dimensões e o terror mundano, com efeitos igualmente devastadores em escalas diferentes. Bob Newby, o personagem de Sean Astin, também completa a trama, sendo usado tanto com uma peça para colocar a narrativa em movimento, como uma figura emocional (somado ao fato de ser easter egg afetivo dentro desse universo). Murray Bauman (Brett Gelman), o louco da teoria da conspiração, é outro usado com propósitos claros, mantendo o clima de paranoia da guerra fria.
As pontas soltas ficam com o laboratório de Hawkins. Dr. Owens (Paul Reiser), por exemplo, é inexplicavelmente bonzinho no mesmo ambiente em que antes reinava o Dr. Martin Brenner (Matthew Modine). Seu papel é limpar a bagunça deixada pelo vilão, mas seu o posicionamento ameno deixa muitas perguntas para a próxima temporada sobre o experimentos do Departamento de Energia. O mesmo vale para as revelações sobre o passado de Eleven (Millie Bobby Brown). Seu episódio solo – “A Irmã Perdida” -, que propositalmente destoa dos outros, inicia a sua autodescoberta, o seu amadurecimento, mas deixa novas evidências e velhos fantasmas para um outro momento.
Mesmo sem a amarra simples do primeiro ano – o desaparecimento de Will -, a série se mantém coesa. O foco são as novas relações entre os personagens, dividindo grupos para criar os conflitos que desenvolvam suas personalidades. O complemento são as referências – Caça-Fantasmas, Aliens – O Resgate, Gremlins, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, A Garota de Rosa-Shocking, O Ataque dos Vermes Malditos, O Exorcista, entre (muitas) outras do cinema, da TV , da música e dos games – que mexem com o imaginário do público, como se essa fosse uma grande brincadeira comunitária armada pelos Duffer. A série só peca quando tenta ser legal demais, quando a necessidade de inserir uma referência ou criar uma nova marca visual fica no caminho da lógica narrativa.
No todo, porém, Stranger Things 2 entende que não basta um orçamento maior para ser melhor e se mantém fiel às suas origens. A ameaça do Mundo Invertido cresceu, a série é mais ambiciosa visualmente, com belas tomadas abertas, bons efeitos visuais e uma montagem ágil, mas a conclusão permanece a mesma: é muito prazeroso assisti-la. Sai o impacto da surpresa da primeira temporada, fica a consistência para provar que esse não é um fenômeno vazio.
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