Segundo o Page Six, Gal quer Brett Ratner fora da franquia. (Foto: Divulgação)
Gal Gadot estrelou o filme Mulher Maravilha, que quebrou diversos recordes de bilheteria. Uma segunda produção já está para ser produzida, mas ela só terá a atriz novamente no elenco caso o filme não contribua de nenhuma forma com diretores acusados de assédios sexual nos últimos tempos.
Segundo o Page Six, Gal quer Brett Ratner fora da franquia. A empresa do diretor, RatPac-Dune Entertainment, tem um acordo com a Warner Brothers para a produção do filme e com isso ele ganharia parte dos lucros arrecadados.
Brett foi acusado por Ellen Page de ter atitudes homofóbicas e abusivas antes do início das gravações de X-Men – O Confronto Final em 2006. Além disso, Olivia Munn e outras atrizes disseram que Ratner as assediou, e por isso Gal não quer que ele se beneficie com o filme.
A cantora Anitta foi eleita a melhor artista brasileira pelo quarto ano consecutivo no MTV Europe Musica Awards, que aconteceu em Londres neste domingo. Em um vídeo exibido no final da transmissão da cerimônia pelo canal de música, a cantora agradeceu pela homenagem e se adiantou: “Até o ano que vem. Tomara que a gente ganhe de novo”, afirmou.
Neste ano, os outros artistas concorrendo foram Alok, Projota, Karol Conka e Nego do Borel. A categoria definida por voto popular foi criada em 2012 e já foi vencida pelas bandas Restart e Fresno, antes de Anitta.
Muitas cores e brincadeiras irão contagiar as crianças de Campo Grande a partir do dia 18 de novembro, quando será inaugurado o Natal do Shopping Campo Grande. A decoração tem como tema um dos maiores sucessos infantis dos últimos tempos, Peppa Pig, com atividades especiais. No mesmo dia, a partir das 15h, será a chegada do Papai Noel ao centro de compras, completando a magia e encanto do Natal.
Princesas, fadas, duendes e soldadinhos de chumbo vão trazer muita emoção para os adultos e crianças que estiverem presentes. A programação também inclui mágico, malabaristas e músicos animando a festa, pintura de rosto, muita pipoca e algodão doce, entre outras brincadeiras e atrações. Tudo isso na Praça Central do estabelecimento, de forma gratuita para os participantes.
Na decoração, o playground da Peppa Pig, uma parceria com a Entertainment One (eOne), traz a porquinha Peppa Pig. Do desenho animado para crianças em idade pré-escolar mais amado, é ela quem estará em meio a uma decoração divertida com réplicas de cenários que podem ser vistos na animação. O ambiente é lúdico e colorido, reunindo diversas atividades interativas para as crianças. Para contagiar ainda mais as famílias da cidade, motivos natalinos, luzes, festões e árvores também farão parte da decoração para garantir que a experiência natalina no Shopping Campo Grande seja ainda melhor.
No centro das atenções estará uma grande árvore de Natal com uma estação de trem em sua base. Nesse espaço, as crianças poderão conferir um cineminha que exibirá um episódio da animação, em um ambiente confortavelmente preparado para os pequenos. Outra brincadeira desenhada será um trenzinho dividido em três vagões, onde cada um terá uma atividade diferente para a criançada: quebra-cabeça vertical, cama de gato e piscina de bolinhas, todos interligados por um tubo de passagem. Por fim, a brincadeira acaba em um escorregador.
Duckie Thot está como Alice no ensaio fotográfico para o calendário da Pirelli 2018 (Foto: Alessandro Scotti/Pirelli / Divulgação)
A Pirelli apresentou seu Calendário 2018, realizado pelo fotógrafo Tim Walker, no Manhattan Center, em Nova York, ontem (10).
A obra, produzida em maio, faz um releitura de um dos maiores clássicos da história “Alice no País das Maravilhas” e conta com 18 atores, modelos, ativistas políticos e músicos encarnando as personagens.
Durante a apresentação, o CEO da Pirelli, Marco Tronchetti Provera, afirmou que o tradicional Calendário celebra a diversidade e a liberdade. “Não há fronteiras, não há discriminações”, disse o italiano sobre a reinterpretação da clássica história de Lewis Carroll.
Duckie Thot no ensaio fotográfico para o calendário da Pirelli 2018 (Foto: Alessandro Scotti/Pirelli / Divulgação)
Segundo Provera, a cada edição do Calendário Pirelli “nós deixamos a liberdade de expressão, a liberdade em todos os sentidos”. “É uma mensagem, mesmo que pequena, que queremos dar para um ambiente tão rico em contradições como esse que estamos vivendo”, acrescentou.
Já Walker afirmou que “não há nada mais mágico do que o mundo paralelo de Alice, que todos podem interpretar de maneira original, e pode ser visto por cada um de uma maneira diferente”. “Alice é uma história da minha infância, permaneceu no meu coração, é um modelo de fantasia. Pensando na época na qual ela foi criada, nós temos agora um mundo diferente e eu queria falar da Alice no nosso tempo. É uma metáfora sem fim para todos aqueles que nos sentimos próximos à essa história”, acrescentou Walker.
O fotógrafo contou com a parceria da diretora britânica de arte e cenografia, Shona Heath, e do estilista Edward Enninful, que criou os figurinos para o Calendário. “Sempre procurei ideias novas para subvertê-las, sempre procurei questionar o significado do conto e de seus momentos que saltam à vista para diferenciá-los o quanto mais fosse possível. Na realidade, nós estamos passando uma mensagem muito clara que continua profundamente fiel ao conto original”, destaca Heath.
Enninful, por sua vez, destacou a importância de contar a fábula “para uma nova geração”. “As suas Aventuras no País das Maravilhas refletem o mundo no qual vivemos, os obstáculos com os quais nos deparamos, a ideia de celebrar a diversidade. Fui criado em Londres e muitas vezes mergulhei no mundo fantástico dos contos de fada e de mistério. Alice sempre foi um dos meus personagens favoritos”, diz o estilista.
Fernanda Torres fala de seu novo livro: A Glória e seu cortejo de horrores! (Foto - Isabella Pinheiro/Gshow)
Em 1983, Fernanda Torres – então com 18 anos – subiu ao palco ao lado de Sérgio Britto e Paulo Goulart para encenar o texto “Rei Lear”, clássico de Shakespeare. “Tive ataques de riso incuráveis. Eu, morta em cena, e rindo, rindo muito!”
A lembrança foi reinterpretada no primeiro capítulo de “A Glória e seu Cortejo de Horrores”, terceiro livro da atriz e escritora. “A obra é um pouco sobre a história do teatro, do cinema e da televisão nessas últimas décadas, então, de certa forma, muito do que vivi está nessas páginas, só que na pele de outras pessoas.”
Fernanda Torres abre o álbum de fotos e relembra momentos importantes da carreira (Foto: Isabella Pinheiro/Gshow)
Foi para relembrar tantas histórias que Fernanda recebeu o Gshow em seu apartamento na Lagoa, Zona Sul do Rio, onde mostrou álbuns de fotos, falou sobre seus papéis mais marcantes – como a Vani do seriado Os Normais – e revelou curiosidades pouco conhecidas pelo público.
Com 38 anos de carreira, a atriz se diverte ao rever seus primeiros trabalhos. “O que penso quando faço uma retrospectiva da minha carreira? Que eu era muito ruim (risos). Toda vez que olho, falo: ‘como é que cheguei aonde cheguei?’ Era uma voz fina que não falava com ninguém”, exagera.
Com o passar do tempo, Fernanda desbravou caminhos e personagens no teatro, cinema e televisão. Mas foram suas incursões pela comédia, sobretudo na TV – como a Vani de Os Normais, a Fátima de Tapas e Beijos e a Maria Teresa de Filhos da Pátria – que lhe renderam um lugar especial no pensamento coletivo.
Fernanda Torres: atriz completa 40 anos de carreira em 2020 (Foto: Isabella Pinheiro/Gshow)
Apesar disso, o amor pelo ofício é algo que sempre esteve presente na vida da artista, que é filha de Fernando Torres e Fernanda Montenegro, dois pilares da dramaturgia nacional. “Muito cedo quis ser atriz, não só pelos meus pais, mas também porque a minha geração inteira – eu, Andréa Beltrão, Debora Bloch, Malu Mader, Patrícia Pillar e, um pouco mais nova, Cláudia Abreu – nós todos queríamos ser atores. Tinha uma questão geracional”, explica.
Apesar de todo o sucesso, foi justamente a partir de uma crise que a atriz se descobriu escritora. “Quando fiz 30 anos, tive uma crise. Não sentia mais o fôlego que tinha aos 20 e comecei a pensar que poderia ter feito outra coisa da minha vida. Foi justamente nessa época que comecei a escrever”, conta.
Apesar de “A Glória e seu Cortejo de Horrores” ser seu terceiro livro, a artista explica que, dessa vez, o processo criativo foi completamente diferente das duas obras anteriores – “FIM”, de 2013, e “Sete Anos: Crônicas”, de 2014.
“Quando escrevi o ‘FIM’, estava gravando ‘Tapas e Beijos’, então chegava da gravação e aquilo me aliviava. Agora, no ‘A Glória’, tirei um ano para isso. Não trabalhei como atriz nesse período e foi a primeira vez que tinha os dias inteiros para escrever.”
Coletivo e MPT/MS organizam encontro estadual para debater questão do trabalho indígena no MS (Foto - Divulgação)
Contando com a segunda maior população indígena do Brasil com cerca de 80 mil índios, será realizado no Estado neste sábado e domingo (10 e 11), o primeiro Encontro de Trabalhadores/as Indígenas de MS. O evento acontece nas dependências da UCDB (Teatro da Biblioteca) deve reunir índios de todas as etnias para debater a inserção e a situação destas comunidades tradicionais no Mundo do Trabalho.
A realização do encontro é do Coletivo de Trabalhadores/as Indígenas de MS, que tem como principal parceiro o Ministério Público do Trabalho (MPT) por intermédio da Comissão Permanente de Fiscalização e Investigação ao Trabalho Escravo em MS. Conforme José Carlos Pacheco, coordenador do Coletivo Indígena, além da integração entre as diversas etnias indígenas, o encontro tem um caráter de orientação e conscientização.
Durante o evento será lançado a cartilha “Contração de Indígenas”, que tem com proposta orientar os índios sobre seus direitos e a forma correta de contração no mercado de trabalho. A cartilha tem em suas paginas trechos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), da Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Estatuto do Índio e da Norma Regulamentadora 31, bem como a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) que versa sobre os direitos dos povos indígenas. “A cartilha será entregue para os presentes como um manual de instrução e de defesa dos índios contra a exploração de sua mão-de-obra”, observa Pacheco.
O coordenador comemora o fato da confirmação da presença de diversas delegações indígenas do Estado ao encontro deste final de semana. “Fomos em vários aldeias do Estado para falar sobre a importância da realização deste evento e fomos muito bem recebidos. Nossa expectativa é grande e esperamos um grande publico, que ira dialogar com o MPT que tem dois Procuradores envolvidos diretamente ao evento , sendo um de Dourados e outro de Campo Grande”, comenta José Carlos.
Conforme o IBGE (Censo 2010), Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população Indígena do Brasil, com mais de 77 mil, concentrados em sua maioria em são 8 povos: Guarani – Ñandeva, Guarani – Kaiowá, Kadiwéu, Kinikinau, Guató, Ofaié, Atikum e Terena. Neste encontro estadual, o objetivo é debater junto com o MPT/MS a realidade dos trabalhadores Indígenas e sua inserção no mercado de trabalho. “O ponto fundamental é discutir e propor estratégias de lutas pelos direitos trabalhistas e por criação de politicas públicas voltadas para este seguimento”, informa o coordenador do coletivo
PROGRAMAÇÃO
O I Encontro de Trabalhadores/as Indígenas de MS terá sua abertura oficial às 19h30min nesta sexta-feira, dia 10 de novembro, com a presença de lideranças indígenas, personalidades e integrantes do MPT/MS, além de outros convidados. O local será o Teatro da Biblioteca da UCDB (Avenida Tamandaré, 6000).
No sábado, dia 11, serão realizadas palestras e debates. A partir das 8h, o Procurador do Trabalho em Dourados, Jeferson Pereira vai abordar o tema Trabalhador Indígena e a Reforma Trabalhista”; às 9h30min, o tema da palestra será “a importância do trabalhador indígena no mercado de trabalho” e será proferida por Moacir Paulet (coordenador da Comissão Permanente contra o trabalho escravo do MPT/MS) e por José Carlos Pacheco, do Coletivo Indígena de MS; às 10h30min o tema será “Direitos Humanos e o Trabalhador Indígena”, que será abordado pelo Procurador do Trabalho em Campo Grande, Jonas Ratier Moreno; às 11h o tema “saúde do trabalhador indígena” vai ser abordado pela assistente social Estela Márcia Rondina Scandola; e às 12h, plenária final do encontro (problemáticas e desafios), com indicação de propostas e documento final.
O jornalista William Waack está afastado do Jornal da Globo (Foto - Divulgação/TV Globo)
A TV Globo anunciou o afastamento de William Waack na abertura do “Jornal da Globo“, telejornal diário apresentado pelo jornalista, na madrugada desta quinta-feira.
Renata Lo Prete, âncora da Globo News e substituta oficial de Waack no noticiário, leu o texto divulgado mais cedo pela emissora, que segue abaixo:
“A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida.
Nele, minutos antes de ir ao ar num vivo durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação.
William Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros, com um extenso currículo de serviços ao jornalismo. A Globo, a partir de amanhã, iniciará conversas com ele para decidir como se desenrolarão os próximos passos.”
Como explica a nota da emissora, o vídeo que se espalhou pelas redes sociais na quarta-feira mostra Waack pouco antes de entrar ao ar de Washington, capital dos Estados Unidos. Ao seu lado está o convidado Paulo Sotero, que falou sobre o caso à reportagem de VEJA. Ao fundo, a Casa Branca. O tema era a eleição do republicano Donald Trump.
Ao falar sobre o barulho de buzina, Waack aparentemente diz: “É preto. É coisa de preto”.
A reportagem de VEJA telefonou para o celular do jornalista duas vezes na quarta-feira. Na primeira, o interlocutor (não está claro se era Waack ou outra voz masculina) disse que o caso seria tratado pela comunicação da emissora. Na segunda vez, a ligação foi interrompida minutos depois.
Charlie Sheen e Corey Haim, em 1990 (Foto: The LIFE Picture Collection/Getty Images)
Charlie Sheen foi acusado de estuprar Corey Haim quando o ator mirim tinha 13 anos, na época da produção do filme A Inocência do Primeiro Amor (1986). Quem faz a acusação é o ex-ator Dominick Brascia, que disse ao site do tabloide Nationar Enquirer que Haim contou a ele sobre o abuso antes de morrer, em 2010, aos 38 anos.
“Haim me disse que fez sexo com Sheen quando eles filmaram A Inocência do Primeiro Amor”, disse Brascia. “Ele me disse que eles fumaram maconha e fizeram sexo. Ele disse que eles fizeram sexo anal. Haim disse que depois que aconteceu Sheen ficou frio e o rejeitou. Quando Corey quis sair de novo com ele, Charlie não estava mais interessado.” Na época em que o abuso teria acontecido, Sheen tinha 19 anos.
A história bate com uma outra contada no livro de memórias do também ex-ator mirim e amigo de Haim, Corey Feldman. Em Coreyography: A Memoir, Feldman conta que Haim havia lhe dito que um adulto o convencera de que era perfeitamente normal homens mais velhos e garotos fazerem sexo na indústria cinematográfica. Feldman, porém, não revelou o nome do abusador de Haim. Segundo o relato, Haim teria ido para uma área reclusa entre dois trailers no set de gravação e se “deixado sodomizar”.
O tabloide afirma que falou com dezenas de pessoas que confirmaram que Haim contou sobre o abuso de Charlie Sheen. Uma fonte diz que o ator mirim sofreu bullying de Sheen depois do abuso. Os advogados do ator negaram as acusações ao tabloide.
O aniversário de Angélica é só no dia 30 de novembro, mas os fãs da loira já estão em festa! Nesta terça-feira, 7/11, o fã-clube ‘Amigos Pra Valer’ organizou uma comemoração especial. Além de bolo, docinhos e muitos presentes, uma ação beneficente inspirada na temporada do Estrelas Solidárias deixou a apresentadora bem animada.
“É gratificante ver que o objetivo da festa não é só fazer uma selfie e sim ajudar a quem precisa”, vibrou Angélica.
Com o objetivo de arrecadar doações para o Projeto Gramachinhos, em Duque de Caxias, os fãs doaram mais de 350 latas de leite em pó. O presidente do fã-clube, Caco Menezes, reforçou que a meta é promover mais ações sociais.
“Angélica é uma pessoa que nos inspira. Por isso, queremos ajudar as pessoas e espalhar o amor em todo o Brasil”, explicou ele, que, junto com os outros Amigos Pra Valer, investiu cerca de R$ 17 mil na comemoração.
“Fazemos a festa para promover o encontro dos fãs com ela. São mais de 100 mil inscritos no grupo, que reúne fãs espalhados pelo mundo. Aqui na festa estão 40 amigos para celebrar este dia especial”, ressaltou Caco.
“Minha mãe estava me falando que não tem dinheiro que pague esse carinho, e não tem mesmo. Estou muito feliz”, afirmou Angélica, que deu o primeiro pedaço de bolo para…. Dona Angelina!
A atriz Giovanna Antonelli deve participar da novela que se passará na Bahia (Divulgação/TV Globo)
O Sindicato dos Artistas e Técnicos da Bahia (Sated-BA) publicou uma carta aberta na internet contra a escalação de atores para a próxima novela das 9 da Globo, De Volta pra Casa, trama de João Emanuel Carneiro (A Favorita, Avenida Brasil e A Regra do Jogo) que deve contar a história de um cantor de axé decadente, papel para o qual Emilio Dantas (o Rubinho de A Força do Querer) vem sendo cotado. A atriz Giovanna Antonelli, que atuou em A Regra do Jogo, também deve participar.
A novela se passará em Salvador, novela com grande população negra e com sotaque próprio. “O que queremos é uma participação maior de artistas da Bahia em novelas, inclusive para não haver o trabalho de se imitar o sotaque baiano”, diz a VEJA o presidente do Sated-BA, Fernando Marinho. “Tem gente até que faz isso de forma charmosa, mas é desnecessário, temos elenco para isso. Não queremos que os atores daqui se limitem à figuração.”
Leia abaixo a íntegra da carta aberta feita pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos da Bahia (Sated-BA):
“Carta Aberta à Rede Globo de Televisão:
Cara produção da novela “De volta para casa”, da Rede Globo de Televisão
Com muita alegria que nós, atores e atrizes da Bahia, recebemos a notícia que nossa terra será mais uma vez cenário de uma produção da emissora, desta vez do autor João Emanuel Carneiro e produção de elenco de Vanessa Veiga. Temos muito orgulho do grande potencial das nossas locações, com suas riquezas naturais e paisagens urbanísticas, do rico terreno em temáticas, do caldeirão cultural em constante ebulição e do berço histórico do nosso país. Mas, sobretudo, nos envaidecemos por nossa gente!
A Bahia é terra de povo guerreiro e trabalhador, de profissionais e mentes brilhantes, de onde brotam Jorges, Zélias, Betâneas Caetanos, Glaubers, Gils, Gals, Danielas e Ivetes. Mas não só da literatura e música se faz o nosso tabuleiro. Talentos ‘Made in Bahia’ em interpretação para o audiovisual também são nossa especialidade! Wagner Moura, Lázaro Ramos, Vladimir Brichta, Regina Dourado, João Miguel, Luís Miranda, Fábio Lago, Edvana Carvalho, Daniel Boaventura, Cyria Coentro, Fabrício Boliveira, Laila Garin e muitos. Da mesma plantação de onde vieram estes, ainda existem muitos outros com a mesma formação, qualidade técnica e artística e trajetórias profissionais parecidas (muitas vezes, até compartilhadas) com capacidade para assumir papéis importantes e de destaque em qualquer produção audiovisual no Brasil ou no exterior.
Através desta carta, todos nós do Movimento Respeito às Atrizes e Atores da Bahia junto ao Sated-BA informamos que estamos disponíveis e aptos a compor o elenco principal em sua produção, e não apenas papéis secundários, sem falas e pequenas participações. Temos consciência que lugar de elenco baiano não é na figuração especial.
As atrizes e os atores baianos ‘colocam a cara no sol’, não se recolhem à sombra e estão preparados para, junto com a sua produção, protagonizar essa história de sucesso que será esta novela com a cara e jeito da Bahia que, com certeza, não deixará de retratar com fidelidade este povo tão cativante e envolvente, do qual nós somos parte e representamos tão bem.
Estamos ansiosas e ansiosos com a chegada da sua equipe. Com certeza, serão todos recebidos com a nossa famosa hospitalidade com gosto de dendê e braços abertos. Sem dúvidas, faremos todos se sentirem em casa e De Volta para Casa.
Produzido pela Plug Produções, Eu te amei essa noite, é o primeiro curta da produtora, que já tem em seu currículo as séries GUATEKA e NATASHA, todas produzidas em Dourados.(Foto: Divulgação)
Eu te amei essa noite é primeiro curta-metragem como diretora da produtora Ana Ostapenko que estreia dia 13 de novembro, próxima segunda-feira, às 19h no MIS – Museu da Imagem e do Som.
O curta, com cerca de 11 minutos, foi gravado em dois dias na cidade de Dourados- MS, em agosto, “Eu te amei essa noite conta a estória de Clara, que tem um relacionamento conturbado com Fernando, está passando alguns dias na sua cidade natal e após mais uma briga com o marido decide passear pela cidade em busca de um pouco de paz, quando encontra Marcos, um velho amigo, que também teve um dia difícil e resolve ir para um bar da cidade. Eles se encontram e dão início a uma noite de confissões e boas lembranças.
Produzido pela Plug Produções, Eu te amei essa noite, é o primeiro curta da produtora, que já tem em seu currículo as séries GUATEKA e NATASHA, todas produzidas em Dourados.
Segundo a diretora, Ana Ostapenko “o filme trata de relações relâmpago, como forma de se acumular boas lembranças e rever pessoas que fizeram parte da nossa vida, Clara é uma mulher forte, que não se abala por pouca coisa e durante o filme ela mostra isso ao público”.
Serviço
EU TE AMEI ESSA NOITE
Quando: 13 de novembro de 2017
Horário: 19 horas
Onde: MIS- Museu da Imagem e do Som, Av. Fernando Correa da Costa,0559, 3º Andar
Uma das novidades para este ano é que, na área vip da festa (camarotes / mesas) haverá mesa com frutas e frios. (Foto: Divulgação)
Acontece no dia 23 de dezembro, a partir das 23h, nas dependências do Batayporã Tênis Clube (BATEC), a 23ª edição do Baile do Hawaii de Batayporã, que, este ano, terá como atrações o “Grupo Sempre Tem” e o “Dj. Ailton”.
Além das atrações, o público vai conferir um ambiente decorado e preparado especialmente para receber um dos eventos mais tradicionais da região. Uma das novidades para este ano é que, na área vip da festa (camarotes / mesas) haverá mesa com frutas e frios.
No bar da festa, além de cervejas e refrigerantes, haverá drinks, mix de bebidas variadas e caipirinha de vodka. Marque na sua agenda, dia 23 de dezembro, a partir das 23h, acontece o 23º Baile do Hawaii de Batayporã.
Tanto os ingressos da área vip quanto da pista poderão ser parcelados em até três vezes no cartão!!! Convites a venda em Batayporã na Japão Conveniência e Tukinha Conveniência e, em Nova Andradina, na Dedé Fest. Informações via celular / Wthatsapp (67) 9 9994 -5664 e (44) 9 9927-0944.
Nina despeja no caderno seus pensamentos mais nobres e mais frívolos, além de desenhos, letras de música, poesias, e trata um retrato sincero de seus pais ausentes, de seus irmãos problemáticos, mas amorosos, de seus amigos e de outros personagens com quem convive. (Foto: Divulgação)
Manu Gavassi lançou nesta semana, nas melhores livrarias do país, seu livro de estreia intitulado “Olá, Caderno”.
A história é uma ficção adolescente escrita a partir de entradas de um diário, ou melhor, caderno.
A personagem principal é Nina, garota de 17 anos, que como tantos adolescentes sabe o que quer da vida, mas não tem muita certeza sobre quem é ou como se encaixa no mundo. E a partir de sua perspectiva ácida e bem-humorada, divide com o leitor suas experiências, paixões, alegrias, dúvidas e tristezas.
Nina despeja no caderno seus pensamentos mais nobres e mais frívolos, além de desenhos, letras de música, poesias, e trata um retrato sincero de seus pais ausentes, de seus irmãos problemáticos, mas amorosos, de seus amigos e de outros personagens com quem convive.
“Olá, Caderno”, que tem ilustração de Nath Araújo, ilustradora e youtuber, na capa, está a venda em: Amazon; Americanas.com; Livraria Cultura; Livraria Curitiba; Livraria da Folha; Saraiva Online; e Submarino.
Artista da Universal Music, é hoje uma das cantoras de maior destaque de sua geração. A cantora já tem status de influenciadora digital, graças aos números alcançados no mundo virtual. São mais de 11 milhões de seguidores, sendo 4 milhões só no Instagram, e mais de 70 milhões de visualizações em seu canal no YouTube.
Agnes Varda é a homenageada na Semana do Documentário Francês, seu último trabalho "Os catadores e eu" será exibido na mostra. (Foto: Divulgação)
A mostra de documentário francês acontecerá de 6 a 9 de novembro, sempre às 19h, no Museu da Imagem e do Som (MIS) em parceria com a Aliança Francesa. A mostra faz parte do Festival Internacional Mois Du Doc. Este ano a homenageada será para a cineasta belga Agnès Varda com o filme “Os Catadores e eu”. Os filmes são legendados em português e a entrada é franca.
A diretora Agnès Varda anda pelo interior da França, afastada das cidades que concentram a riqueza e o luxo, acompanhando pessoas que sobrevivem de restos. Ela se mistura a catadores e coletores que vão até uma feira em busca de sobras de alimentos. Ao mesmo tempo, Agnès conversa com eles, que versam sobre os mais variados assuntos, de política internacional até tragédias pessoais.
A curadoria é da Aliança Francesa e conta com a ajuda do cinéfilo e cineclubista Thiago Andrade. Os temas estão presentes na agenda do mundo contemporâneo e os documentários são recentes. Pode-se esperar uma bela fotografia, crítica social e discussões muito atuais.
O primeiro filme “Em busca do sentido” foi exibido em setembro de 2017 com a presença da cineasta em Campo Grande. O título é muito sugestivo e narra os caminhos que o próprio Marc e o Nathanael percorreram em vários países do mundo para tentar responder a problemáticas contemporâneas do mundo capitalista. “Queimar o Mar” narra a Primavera Árabe dentro da perspectiva da Tunísia (gatilho). Já “Cineasta” traz a temática das mulheres como diretoras (de filmes).
PROGRAMAÇÃO
06/11 (segunda-feira) Em busca do sentido – En Quête de Sens (Marc De La Ménardière, Nathanaël Coste)
O documentário conta a história de dois amigos de infância, Marc e Nathanaël, que decidiram largar tudo para iniciar uma jornada em busca da solução dos questionamentos sobre os caminhos do mundo. A jornada dos jovens pelos continentes serve para que eles repensem sua relação com a natureza, com a felicidade e com o sentido da vida.
07/11 (terça-feira) Queimar o mar – Brûle la Mer (Nathalie Nambot, Berchache Maki)
Na sequência da revolução tunisina, após a queda de Ben Ali, 25 mil jovens Tunisianos foram para a Europa através de Lampedusa. Maki Berchache é um deles. De sua história, fragmentos de imagens, histórias, amigos que viajam ou se encontram em Paris.
Um filme é feito por uma mulher diferente de um filme feito por um homem? Por que há tão poucos filmes feitos por mulheres? Mais de 20 mulheres diretoras estão confiadas na sua profissão, no lugar das mulheres no cinema.
09/11 (quinta-feira) Os catadores e eu – Les Glaneurs et la Glaneuse (Agnès Varda)
Em toda a França, Agnès encontrou guindastes e recuperadores, coletores e buscadores. Por necessidade, chance ou escolha, eles estão em contato com os restos de outros. Seu universo é surpreendente. Estamos longe dos antigos que estavam colecionando as orelhas de trigo após a colheita. Batatas, maçãs e outros alimentos jogados, objetos sem mestre e pêndulo sem agulhas, esta é a realidade do nosso tempo.
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