A produção da sexta temporada de House of Cards foi pausada por tempo indeterminado seguindo as acusações de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey, ator que vive o protagonista Frank Underwood. (Foto: Divulgação)
A produção da sexta temporada de House of Cards foi pausada por tempo indeterminado seguindo as acusações de abuso sexual envolvendo Kevin Spacey, ator que vive o protagonista Frank Underwood. A informação é do Deadline.
O anúncio foi feito pela produtora Media Rights Capital: “A MRC e a Netflix decidiram suspender a produção da sexta temporada de House of Cards até segunda ordem, para nos dar tempo de avaliar a situação atual e responder às preocupações do nosso elenco e equipe.”
Recentemente, o ator Kevin Spacey- intérprete do protagonista Frank Underwood – foi acusado de abusar de Anthony Rapp (Star Trek: Discovery), que tinha 14 anos de idade na época do ocorrido. Spacey se manifestou no Twitter, pedindo desculpas – saiba mais.
O caso fez com que Beau Willimon, criador de House of Cards, se manifestasse ao THR: “A história de Anthony Rapp é profundamente perturbadora. Durante o tempo em que trabalhei com Kevin Spacey em House of Cards, nunca testemunhei ou fiquei sabendo de qualquer comportamento inapropriado dentro do set ou fora dele. Dito isso, recebo com seriedade as informações desse comportamento e não há exceção. Eu sinto pelo senhor Rapp e apoio sua coragem”
Na última segunda-feira (30), a Media Rights Capital e a Netflix comentaram o ocorrido. “A Netflix e Media Rights Capital estão profundamente perturbadas pelas notícias recentes ao respeito de Kevin Spacey. Em resposta às revelações, executivos de ambas as empresas foram à Baltimore durante a tarde para uma reunião com o elenco e equipe, garantindo que eles continuem se sentindo seguros e apoiados. Como anteriormente previsto, Kavin Spacey não estará no set por hoje.”
Recentemente anunciada como a última, a sexta temporada de House of Cards não tem previsão para retomar suas gravações mas tem estreia prevista para 2018, sem data definida. Seja como for, a Netflix já está planejando derivados do seriado
Decoração de Halloween é vista na Casa Branca, nos Estados Unidos - 30/10/2017 (Foto: Carlos Barria/Reuters)
Nesta terça-feira é celebrado o Halloween, uma das principais datas comemorativas dos Estados Unidos, que está ganhando cada vez mais fama no Brasil. Na cultura americana, é comum as crianças se fantasiarem e pedirem doces para os vizinhos, enquanto as casas são enfeitadas com adereços de terror. A origem, no entanto, remete à celebrações dos celtas, civilização da Europa que começou a se estabelecer em 2000 a. C.
Historiadores apontam, desde o século 18, que o Halloween é baseado no Samhain, antigo festival pagão que começava no dia 31 e durava mais três dias, comemorando o final do verão no hemisfério norte. Uma das características da celebração era o final da colheita, em que havia alimentos em abundância.
A comemoração do Dia das Bruxas que relembrou esses costumes foi formada entre 1500 e 1800 no Reino Unido, mas foi só depois desse período, que a tradição como conhecemos passou a ser formada nos Estados Unidos. Foi em solo americano em que símbolos como o das abóboras entalhadas e dos espantalhos aterrorizadores em milharais começaram a fazer sucesso.
No Brasil, o Halloween está ganhando cada vez mais espaço e possibilita que crianças e adultos se divirtam ao usar fantasias de terror. Desde 2003, uma lei federal ainda instituiu o Dia do Saci na mesma data, em homenagem à figura do folclore brasileiro.
Chris Hemsworth, mais humor e menos cabelo para filme 'Thor: Ragnarok' (Foto: Marvel Studios/Divulgação)
Chris Hemsworth encarna pela quinta vez o personagem que o tornou famoso mundialmente em Thor: Ragnarok. Mas quem se acostumou com o super-herói dos filmes anteriores vai ter uma surpresa, começando pelos cabelos, agora curtos. “Ele está bem diferente”, disse o ator australiano de 34 anos a VEJA, em Los Angeles. “É mais moderno. Uma versão mais solta do que antes. Tem menos daquela atitude ‘estou nesta posição por direito de nascença e sou o rei do universo’. Isso fica de lado, e ele se vê numa situação e num planeta onde ninguém se importa com quem ele é ou de onde veio, não há vantagem. Nem fisicamente é tão capaz. E vai ter de enfrentar seres muito poderosos.” Por exemplo, Hela, a vilã vivida por Cate Blanchett.
Na trama, Thor vai parar num planeta estranho liderado por Grande Mestre (Jeff Goldblum), levado por uma caçadora de recompensas (Tessa Thompson). Lá, reencontra Hulk (Mark Ruffalo) numa arena de gladiadores. Thor: Ragnarok também tem muito mais humor, graças ao diretor neozelandês Taika Waititi (O Que Fazemos nas Sombras), provando que o astro, além de tudo, tem talento para a comédia. Chris Hemsworth falou das mudanças, dos anos como Thor e da família. Confira abaixo:
Como encara essa nova fase do personagem? Eu estava meio cansado de mim mesmo e da minha interpretação do Thor. Assisti aos últimos filmes e pensei: “Que diabos estou fazendo?”. Me pareceu previsível. A culpa não era de ninguém, só minha. Senti que havia mais potencial no personagem que não tinha explorado ainda, então conversei com o Kevin Feige (presidente dos estúdios Marvel) sobre como reinventar o personagem. E Taika Waititi, nosso diretor, tinha uma visão tão única e um estilo tão diferente dos outros diretores. As mudanças se refletiram esteticamente: cortamos o cabelo, o figurino é diferente, tudo isso influenciou.
Como foi ter Cate Blanchett neste universo? Ela é incrível. É a pessoa mais pé no chão, disposta a trabalhar e com um grande senso de humor, não importa o que conquistou. Fiquei intimidado, claro, mas também empolgado.
E trabalhar só com o Mark Ruffalo, em vez de com todos os Vingadores? Pois é, Mark e eu nunca tivemos um diálogo nos outros filmes. Eu brinquei: “Será que a gente sabe o nome um do outro?”. Neste pudemos criar uma dinâmica entre os dois meio Butch Cassidy e Sundance Kid, de dois caras num filme de estrada. O Hulk também está diferente, então realmente foi possível fazer cenas de camaradagem.
Como descreveria esses sete anos vivendo Thor? Fantásticos! Eu me lembro de estar em Vancouver, atravessando uma rua, com meu agente no telefone, me explicando os detalhes do que estava me comprometendo a fazer, provavelmente três filmes como Thor e três outros dos Vingadores. E me lembro de dizer: “Será que vou ficar marcado pelo papel?”. Graças a Deus não fiquei com isso na cabeça, porque tive as melhores oportunidades por causa de Thor.
Vê uma data de validade para o Thor? Como você disse, já interpretou o personagem cinco vezes. Robert Downey Jr., por exemplo, que faz o Homem de Ferro, já disse que quer parar em breve. Certamente é possível que em dado momento o público não queira mais ver esses personagens. Mas aqui realmente demos novo vigor a esse mundo. Entendo que muitos atores comecem a se sentir cansados e mal podem esperar para se verem livres do contrato. Eu penso de maneira oposta. Tive muita sorte e oportunidades com o personagem. Espero que o público tenha apetite para mais.
mais jovens, muito tempo é dispendido em se analisar e pensar em si mesmo. Quando você tem filhos, tudo passa a ser para eles e sobre eles, não mais sobre você. E isso é bom. Continuo trabalhando duro, mas me divirto mais. Em alguns dos meus filmes, não foi tão divertido quando deveria. Percebi que, se vou passar tantas horas longe dos meus filhos, então é melhor que seja legal e tenha a sensação de estar fazendo algo especial que eles também possam curtir. Meus filhos agora conseguem assistir e entender filmes. E eles vão ser os jurados mais honestos, vão dizer quando um filme é uma droga.
Verdade que você insistiu que o filme fosse rodado na Austrália, agora que se mudou para lá? Não insisti, mas sugeri. Na verdade, achei que jamais topariam. Mas a Disney, que é dona da Marvel, tinha rodado Piratas do Caribe lá. Eles se comprometeram a estudar a possibilidade. E no fim aconteceu.
Foi mais fácil para sua família visitá-lo no set? Como foi para eles? Minha filha tem 5 anos, e os gêmeos, 3. Para um dos garotos, tudo é incrível. A menina e o outro menino não acham grande coisa (risos). Na verdade um dos gêmeos, Sasha, sempre fala para os outros sobre seu irmão: “É, o Tristan ama Thor. Eu não ligo”. Mas eles visitaram o set e tal. Falei com o Tristan ontem à noite, e ele me perguntou: “Papai, você está trabalhando, lutando contra os monstros?”. Respondi que sim. Não que jornalistas sejam monstros, claro (risos).
Então você é um ator/super-herói para eles. É. Acho que eles não entendem direito o que é real e o que é fantasia. Por isso tive uma certa resistência a mostrar os filmes. Mas num voo minha sogra viu o filme com um dos meninos, e ele saiu correndo, dizendo “Papai Thor, pou!” e socando tudo. Pensei: “Ai, que beleza”.
O que acha que herdou do seu pai e da sua mãe? Meus pais dão muito valor ao trabalho e são muito humildes. Eu acredito ter herdado isso dos dois. E também acho que têm muito senso de humor e uma boa atitude frente aos obstáculos da vida. Uma coisa meio: “Bem, pelo menos tentei”.
Igor Cavalcante Medina (de pé vestindo roupa preta) em apresentação anterior da Cia. Municipal de Dança, de Caxias do Sul (Foto: Cia. Municipal de Dança/Divulgação)
Uma performance artística inspirada na brutalidade do cotidiano acabou com a internação do bailarino em um posto de saúde por suposto surto psiquiátrico. Em Caxias do Sul, na serra gaúcha, o bailarino Igor Cavalcante Medina, de 26 anos, apresentava sozinho o espetáculo “Fim” em uma praça no centro da cidade na manhã do último sábado quando guardas municipais e socorristas do Samu o abordaram.
O artista foi sedado e levado para o Pronto-Atendimento 24h, o Postão, conforme apuração de VEJA. O bailarino só foi liberado oito horas depois quando “acordou”, segundo um integrante da equipe enfermagem do Postão. A médica psiquiatra que atendeu o bailarino constatou que o artista não apresentava sinais de surto psicótico e o liberou.
“Cheguei no lugar (da apresentação) e a guarda municipal me abordou junto com o Samu. Foram invadindo sem me perguntar nada, já foram chegando. Eu falei que tinha autorização da prefeitura para estar ali, mas não quiseram me escutar. Disseram que eu tinha um surto psicótico. Me amarraram na maca e me colocaram na ambulância. Me deram uma injeção de tranquilizante e fiquei oito horas amarrados no Postão aguardando um psiquiatra atestar que eu estava lúcido”, disse Medina a VEJA.
“Falei que estava no meio de uma apresentação e não quiseram me escutar. Quando me abordaram eu estava declamando um poema. Se tivessem parado para me ouvir, isso não tinha acontecido. Eu não tinha como reagir porque eram cinco pessoas me segurando. Tentei conversar porque não dava conta de reagir. Na ambulância, um deles pressionou o punho cerrado no meu peito para eu ficar sem fôlego e parar de falar”, relatou o artista à reportagem.
Quando foi abordado, Medina fazia movimentos com o corpo e declamava uma poesia sobre questões de discriminação racial e social. “Mata, espanca, xinga , mutila, esquarteja, destrói, sangra, mas isso é só se for pobre, preto e sofredor”, dizia um trecho do texto decorado.
O bailarino é integrante da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul e apresentava performance da programação da 8ª edição do “Caxias em Movimento”, evento com dezenas de apresentações agendadas até o dia 5 de novembro. Procurada por VEJA, a prefeitura da cidade, responsável tanto pela Guarda Municipal, Cia. De Dança e Postão, disse por meio de nota que “está apurando as informações sobre a abordagem ao bailarino”. Os funcionários da prefeitura não estão mais autorizados a falar com a imprensa.
O diretor da Guarda Municipal disse ao Pioneiro, jornal de Caxias do Sul, que o departamento foi acionado para verificar o que estava acontecendo com o “homem parado” na praça. “O que chamou a atenção é que ele usava umas roupas da performance e tinha um arame farpado no pescoço. A equipe tentou falar com ele, mas o bailarino ficava mudo. Olhava para o céu, para cima e para baixo. De repente, começou a soltar frases filosóficas, citava a Somália a todo momento. Os guardas entenderam que poderia ter algum problema de saúde e acionaram o Samu”, disse ao jornal.
No material de divulgação do “Caxias em Movimento”, o espetáculo “Fim” é descrito como um “trabalho que aborda a violência e põe o corpo em evidência para trazer à tona as diversas formas de brutalidade do cotidiano, sejam elas físicas ou psicológicas. Os corpos vão sendo envenenados até a total desumanização. Será que já não somos nada mais além de um mero pedaço de carne incapaz de sentir, incapaz de resistir, incapaz de se rebelar?”.
A prefeitura disse ainda que “partir desta segunda-feira (30/10), a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Proteção Social (SMSPPS) começará a ouvir os relatos dos envolvidos para esclarecer a situação e dar os encaminhamentos necessários. Logo os fatos sejam esclarecidos, a prefeitura voltará a se manifestar oficialmente sobre o caso”.
Ninguém podia prever o fenômeno iniciado em 15 de julho de 2016.(Foto: Divulgação)
No princípio, Stranger Things era apenas uma série sobrenatural estrelada por Winona Ryder. Por mais que a Netflix esperasse um retorno positivo – o serviço de streaming requisitou antes da estreia que os irmãos Duffer planejassem um segundo ano – ninguém podia prever o fenômeno iniciado em 15 de julho de 2016. Oito episódios depois, em um fim de semana em frente à TV, a cultura pop ganhava novos personagens para amar e criar teorias mirabolantes em uma embalagem confortavelmente familiar – a quantidade de referências à década de 80 fez muita gente pensar que a série era o produto de um algoritmo da Netflix, reunindo os produtos favoritos dos seus assinantes.
Logo, a segunda temporada já começa muito diferente da primeira, com uma alta dose de expectativa para ser administrada pelos criadores, roteiristas e diretores, Matt e Ross Duffer, e pelo produtor-executivo e diretor Shawn Levy. A estratégia foi tratar o novo ano como uma continuação mais cinematográfica do que televisiva: Stranger Things 2 dizem os créditos de abertura. Ganchos são respondidos, mas o objetivo principal é ampliar o universo e os personagens em um grande filme de 9 horas (ou 8 horas e um longa derivado).
O plano dá certo. A temporada se divide como os três atos de um roteiro: os primeiros episódios reencontram personagens e estabelecem a ameaça (o Monstro das Sombras), a metade da temporada mostra as suas complicações e os dois últimos capítulos trabalham em torno da resolução. Elementos que parecem desimportantes em um momento ganham importância em outro e o grande mérito é como os Duffer amarram tudo ao final. A dupla sabe que não ganhou o coração do público só com mistérios e referências. A alma está nos personagens (e seu elenco perfeitamente escalado). Assim, ao mesmo tempo em que é um grande filme, Stranger Things sabe ser uma série de TV: há tempo para que todos os núcleos tenham a atenção merecida, há espaço para que todos tenham importância dentro da história.
Novas adições, como os irmãos Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery), encontram espaço para crescer em um arco criado para traçar um paralelo entre ameaças fantásticas de outras dimensões e o terror mundano, com efeitos igualmente devastadores em escalas diferentes. Bob Newby, o personagem de Sean Astin, também completa a trama, sendo usado tanto com uma peça para colocar a narrativa em movimento, como uma figura emocional (somado ao fato de ser easter egg afetivo dentro desse universo). Murray Bauman (Brett Gelman), o louco da teoria da conspiração, é outro usado com propósitos claros, mantendo o clima de paranoia da guerra fria.
As pontas soltas ficam com o laboratório de Hawkins. Dr. Owens (Paul Reiser), por exemplo, é inexplicavelmente bonzinho no mesmo ambiente em que antes reinava o Dr. Martin Brenner (Matthew Modine). Seu papel é limpar a bagunça deixada pelo vilão, mas seu o posicionamento ameno deixa muitas perguntas para a próxima temporada sobre o experimentos do Departamento de Energia. O mesmo vale para as revelações sobre o passado de Eleven (Millie Bobby Brown). Seu episódio solo – “A Irmã Perdida” -, que propositalmente destoa dos outros, inicia a sua autodescoberta, o seu amadurecimento, mas deixa novas evidências e velhos fantasmas para um outro momento.
Mesmo sem a amarra simples do primeiro ano – o desaparecimento de Will -, a série se mantém coesa. O foco são as novas relações entre os personagens, dividindo grupos para criar os conflitos que desenvolvam suas personalidades. O complemento são as referências – Caça-Fantasmas, Aliens – O Resgate, Gremlins, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, A Garota de Rosa-Shocking, O Ataque dos Vermes Malditos, O Exorcista, entre (muitas) outras do cinema, da TV , da música e dos games – que mexem com o imaginário do público, como se essa fosse uma grande brincadeira comunitária armada pelos Duffer. A série só peca quando tenta ser legal demais, quando a necessidade de inserir uma referência ou criar uma nova marca visual fica no caminho da lógica narrativa.
No todo, porém, Stranger Things 2 entende que não basta um orçamento maior para ser melhor e se mantém fiel às suas origens. A ameaça do Mundo Invertido cresceu, a série é mais ambiciosa visualmente, com belas tomadas abertas, bons efeitos visuais e uma montagem ágil, mas a conclusão permanece a mesma: é muito prazeroso assisti-la. Sai o impacto da surpresa da primeira temporada, fica a consistência para provar que esse não é um fenômeno vazio.
Evento vai contar com espetáculo de circo (Foto: Emcena Brasil/Divulgação)
Chegou a Caarapó, município no sul de Mato Grosso do Sul, a Caravana Abaré 20 Anos Emcena que oferece gratuitamente oficinas teatro, circo, cinema e outras modalidades neste sábado (28) e domingo (29).
De acordo com a organização do evento, o projeto levará teatro infantil e adulto, circo, cinema, mamulengo, oficinas pedagógicas, contação de histórias e muito mais na Praça Central, no Centro da cidade. A programação tem início às 15h e segue até 20h.
Com uma estrutura composta por tendas, tela de cinema, iluminação e muitos assentos, o teatro móvel cheio de encantos já percorreu mais de 350 cidades em todo o território brasileiro, levando muita diversão e cultura para mais de 1,5 milhão de pessoas.
O evento vai ter um leque de opções de apresentações para curtir neste fim de semana com grupos renomados de teatro, circo e teatro de boneco em todo o Brasil. Os artistas já fizeram inúmeras apresentações e também ganharam vários prêmios nacionais da área, como também participaram de festivais no país e no exterior.
Em uma união entre a boa estrutura do palco móvel e o talento de mais de 30 artistas e técnicos, os moradores de Caarapó vão poder aproveitar um evento cheio de cultura, divertimento e que valoriza a cultura popular, garantindo um dia de lazer para toda a família.
Confira a programação completa do evento
Sábado
15h: Contação de histórias – A mala estampada
16h: Oficina de Dobradura
17h: Teatro para crianças – Faz de conta que tem…história
19h: Sessão de Cinema
20h: Espetáculo de Circo – Circo Le Chapeau
Domingo
15h: Teatro de Mamulengos e Ventríloquo – Boneco Tonho e o Furdunço no Casamento de Marieta
16h: Oficina pedagógica
17h: Teatro para crianças – O Reino Bruxólico da Bruxa Serafina Chinfrim
19: Convidado Local – Orquestra de Violões Guarani
Para conferir a presença do cantor Robson Almeida no “Domingo Show”, assistam neste domingo (29) pela TV Record a partir das 11h. (Foto: Divulgação)
Grande promessa da música sertaneja, o cantor Robson Almeida participa neste domingo (29) do programa “Domingo Show”, a atração que é comandada pelo apresentador Geraldo Luís vai ao ar a partir das 11h pela Rede Record de Televisão.
Durante sua participação ao vivo no programa, além de cantar seus sucessos, o cantor Goiano que já gravou com a dupla João Neto & Frederico e com o cantor Loubet, que está lançando agora seu novo trabalho, um CD com uma roupagem diferente, um projeto inovador para o meio sertanejo, também fará uma surpresa muito especial no palco.
“Fiquei muito feliz com o convite para estar no programa do meu amigo Geraldo Luís, vou agitar o domingo com muita música e também com uma grande surpresa. Vocês não podem perder!”, convida Robson Almeida.
Para conferir a presença do cantor Robson Almeida no “Domingo Show”, assistam neste domingo (29) pela TV Record a partir das 11h.
Da magia das histórias em quadrinhos ao vivo para a Praça Central do Shopping Campo Grande. Essa é a proposta do meeting com a Turma da Mônica que será realizado nos dias 4 e 5 de novembro, na Praça Central do Shopping Campo Grande, e promete encantar adultos e crianças de todas as idades.
Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão atenderão aos fãs e estarão disponíveis para fotos das 15h às 15h30, das 16h às 16h30, das 17h às 17h30 e das 18h às 18h30. As sessões, que terão duração de 30 minutos e intervalo de 30 minutos, serão por ordem de chegada, com reserva de lugares.
Mônica é a personagem mais conhecida de Mauricio de Sousa. É uma garotinha esperta e cheia de personalidade, que vive pra cima e pra baixo de vestidinho vermelho e agarrada ao seu coelho de pelúcia, o Sansão. Cebolinha é um garoto de cabelos espetados que, quando fala, troca o “R” pelo “L”. Inteligente e malandrinho, está sempre arquitetando planos infalíveis para derrotar a Mônica e se tornar o dono da rua.
O problema é que os planos sempre dão errado, o que resulta sempre em coelhadas no final da história. Cascão é um garotinho muito esperto que tem pavor de água e, por causa disso, nunca tomou banho. É o amigo inseparável do Cebolinha. Além disso, adora inventar seus próprios brinquedos usando todo tipo de sucata e muita imaginação. Magali é uma garota meiga e delicada, mas que tem um apetite absolutamente incontrolável. Ela devora qualquer tipo de comida que aparece na sua frente e, por incrível que pareça, continua sempre magra e esbelta! Ela é a melhor amiga da Mônica e tem como bichinho de estimação um gato branquinho chamado Mingau.
A Turma da Mônica é a turminha mais popular e amada do Brasil, criada por Mauricio de Sousa, e encanta gerações há mais de 50 anos. O encontro com os personagens é uma forma de transformar as histórias em quadrinhos em experiências ao vivo, de forma lúdica, educativa e cultural, e possibilitar que os fãs sintam-se parte dos moradores do bairro do Limoeiro.
Sobre o SuperAR
O SuperAR é um espaço temático interativo da Turma da Mônica, para crianças de até 12 anos. Divertidos obstáculos infláveis da Turminha criada pelo Mauricio de Sousa formam brinquedos, liderados por Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Jotalhão, Anjinho e Astronauta.
O ARvorismo do Jotalhão é uma floresta com labirinto de árvores verdinhas, no qual se perder e se achar fazem parte de uma brincadeira saudável. Só não vale marcar o caminho. Para se sentir No AR, um pula-pula em formato de nuvens leva a garotada para experimentar uma nova aventura, com estrelas e o Anjinho mais famoso dos gibis. Finalizando, a nave do Astronauta pousou em MARte, planeta com solo cheio de crateras e habitado por engraçados seres, literalmente cabeças de vento, que estão plantados bem no meio do caminho. Tudo para dificultar a circulação e dar mais emoção à brincadeira.
A atração fica no Shopping Campo Grande até o dia 5 de novembro. Para brincar o valor é de R$ 15 para 15 minutos e R$ 1 para cada minuto adicional.
Ana Maria Braga e namorado, o publicitário Rui Gregolim (Foto: Wallace Barbosa/AgNews)
Ana Maria Braga assumiu que está em um relacionamento sério durante o Mais Você desta quinta-feira. A apresentadora comentava com Louro José sobre uma reportagem que abordava cláusulas de relacionamento estabelecidas antes de casamentos, quando afirmou: “Eu, particularmente, nunca tinha ouvido falar nessa história. E olha que namoro”.
A reação do assistente de palco foi imediata. “Ai, meu Deus. Volta para a pauta, Ana Maria”, brincou. Mas a apresentadora insistiu: “Eu tô dentro da pauta”, disse, reafirmando o relacionamento.
O espetáculo terá duas apresentações dentro do Festival e o grupo será acompanhado por Márcio Veiga, gestor de Produção Cultural(Foto: Larissa Pulchério)
O espetáculo “Os Corcundas” de Breno Moroni, com Circo do Mato, será uma das atrações do IV Festival Ventana Internacional de Teatro, em Mendoza, na Argentina, neste fim de semana. A Secretaria e a Fundação de Cultura de MS oferecem apoio com passagens, viabilizando a ida do grupo.
O espetáculo terá duas apresentações dentro do Festival e o grupo será acompanhado por Márcio Veiga, gestor de Produção Cultural, representando a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, que terá uma agenda na Secretaria de Cultura de Mendoza com objetivo de cooperação mútua entre os dois países.
“Os organizadores do Festival assistiram nossa apresentação em outro festival em Formosa, na Argentina em 2014, é o terceiro ano consecutivo que nos convidam. Finalmente tudo deu certo, estamos muito felizes, esses intercâmbios internacionais são muito importantes, valorizam e projetam o trabalho e o nome do Estado e País,” diz Laila Pulchério, produtora executiva do Circo do Mato.
Além da linguagem utilizada, a peça conta uma história de amor, que por si só, já é universal, isso facilita a compreensão em qualquer parte do mundo. Foi montada por seu criador, Breno Moroni, na Europa, em 2009, circulando por Portugal e Itália. Em 2011 foi montada pelo Circo do Mato e de lá para cá, foi apresentada em diversos festivais em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e ainda, Colômbia, Bolívia e Argentina.
“A pesquisa que realizo desde os anos 70, sobre o corpo do Ator, me levou a aprender e entender “LIBRAS”, língua brasileira de Sinais, minhas viagens por dezenas de países de línguas diferentes e ainda a pesquisa que realizei em cinco anos na Europa sobre Teatro Medieval, resultou no espetáculo Os Corcundas, uma pantomima circense medieval. A proposta de montagem foi realizar um espetáculo sem cenário, com significativos adereços, para qualquer tipo de público, crianças, adultos, estrangeiros, pessoas com as mais diversas deficiências …” conta Breno Moroni.
Sinopse – Uma pantomima que conta a saga de dois corcundas errantes: ele, o Corcunda, simpático, feio e puro! Como um cão, tenta ser amigo, mas, tem medo dos homens! Ela, a Corcunda, é feia e brincalhona. Esperta como um macaco, não percebe a opinião ou lógica das pessoas. Depois de caminharem pelo mundo, sem nada para vender ou comprar, são arrebatados por um amor sincero, avassalador, verdadeiro, engraçado e puro. Um espetáculo que diverte e emociona!
Ficha Técnica
Texto, dramaturgia e direção: Breno Moroni
Atuam: Luciana Kreutzer e Mauro Guimarães
Figurino e material Cênico: Circo do Mato
Produção executiva, operação de som e luz: Laila Pulchério
A Adhonep (Associação de Homens de Negócio do Evangelho Pleno), convida a todos para prestigiar jantar com inúmeros atrativos. Encontro está marcado para esta sexta-feira, 27 de outubro a partir das 20h, no Kikão Restaurante, no cruzamento das avenidas Nelson de Araújo com Weimar Gonçalves Torres.
Encontro para empresários, produtores, profissionais liberais, lideres sindicais, estudantes e outros, tem como objetivo principal, a troca de experiência entre os participantes. O presidente do Capitulo 212, empresário do agronegócio Elói Sperafico vive boas perspectivas com o sucesso do jantar. Ele juntamente com sua diretoria enaltece empenho dos voluntários na venda de convites e espera pela presença maciça da sociedade local, bem como de outros municípios circunvizinhos.
Palestra será com Estelio Pires de Almeida, empresário contábil, perito contador e pós graduado em auditoria e finanças. Para o público presente no Kikão Restaurante, o palestrante vai versar sobre sua experiência pessoal, além de orientar passo a passo sucesso de gestores.
Segundo ele, o maior investimento para vencer desafios está no equilíbrio financeiro, fidelidade no planejamento, escolha e treinamento de profissionais e outros meios criativos para vencer barreiras. “Independente de sua função, sua presença será de suma importância pois conhecimento nunca é demais e estar ladeado por pessoas alto astral faz toda diferença”, enumera Elói Sperafico.
Maiores informações pelos fones (67) 9 9972- 1223; 9 9971-4595, 9 8417-2030; 9 9832-3200.
O Pânico na Band deverá ser cancelado ainda neste ano, de acordo com o colunista Flávio Ricco. O programa, que foi exibido na Rede TV! entre 2003 e 2011 e depois passou para a Rede Bandeirantes, deverá sair do ar pelo baixo resultado que está apresentando no Ibope, provocado pelo desgaste.
O fim do programa ainda não foi anunciado oficialmente, mas a publicação garante que ele será transmitido apenas até dezembro deste ano. Os problemas com a produção ainda teriam se agravado por conta do atraso nos repasses de verba por parte da emissora.
Inspirado no formato do programa de mesmo nome da Rádio Jovem Pan, o Pânico na TV! estreou em setembro de 2003 na Rede TV!. Depois de um grande sucesso, o elenco migrou para a TV Bandeirantes, em que começaram a apresentar o Pânico na Band!. A estreia na nova emissora em abril de 2012 chegou a ficar em segundo lugar na audiência, com 11 pontos de média na Grande São Paulo. No último domingo, no entanto, o programa obteve apenas 5,2 pontos de média.
Obras estruturantes têm contribuído para melhorar as condições do município (Foto - Chico Leite)
Investimentos estratégicos estão sendo feitos pelo Governo do Estado para impulsionar o turismo em Bonito. Entre eles, destacam-se a parceria e os incentivos para viabilizar o transporte aéreo, além da recuperação do pavimento da entrada da cidade e de trechos que levam a atrações do ecoturismo reconhecidas internacionalmente.
Além da reestruturação do aeroporto, a administração estadual interveio na negociação junto às companhias aéreas e tem sido responsável pela operação. O resultado é que a partir de dezembro deste ano mais dois voos – totalizando seis, com os quatro que já operam atualmente – terão o local como destino.
Até dezembro, o aeroporto de Bonito terá seis voos (Foto - Edemir-Rodrigues)
Dois grandes projetos de pavimentação estão em execução no município. Conhecida como Passo do Curê, a MS-178 está sendo pavimentada em trecho de 17 quilômetros de extensão. O local é emblemático para toda a região e acesso a destinos turísticos e fazendas.
Já a MS-382, entre o centro de Bonito e a entrada da gruta do Lago Azul, está recebendo recuperação asfáltica. “Com essa obra poderemos receber melhor aqueles que nos visitam, é a porta de entrada da cidade e com a iluminação vamos dar mais segurança àqueles que chegam aqui”, destaca Reinaldo Azambuja, sobre os trabalhos.
Referência em ecoturismo, o município tem pontos reconhecidos internacionalmente, como a gruta do Lago Azul, Balneário Municipal, Aquário Natural Baía Bonita e cachoeiras dos rios do Peixe e Formoso.
Também está em andamento o processo para obras de remendos em 6795 metros quadrados de pavimentação de diversos bairros, mais 41 mil metros quadrados de recapeamento, beneficiando os 21483 habitantes – segundo estimativa do IBGE.
Mais do que obras de infraestrutura, Bonito tem recebido atenção do Governo nas áreas de cultura e lazer. Em sua 18ª edição, o Festival de Inverno deste ano reuniu público de 38 mil pessoas, contando com mais de 200 atrações de diversas manifestações culturais reunindo artistas locais e internacionais e com a participação efetiva da população local.
A equipe da VIP que acompanhou as fotos da grande campeã das 100+ de 2013 no Rio de Janeiro voltou para São Paulo um tanto impressionada e até um pouco sem palavras por ter presenciado um conjunto de coisas dando certo ao mesmo tempo, criando uma dessas situações em que no fim do dia, ainda meio extasiado, você se pergunta: “Foi assim mesmo?”.
Comecemos pelas coisas mais secundárias. Em primeiro lugar, pela praia em que o negócio aconteceu, a paradisíaca e curtíssima extensão do litoral carioca que se situa em frente ao hotel Sheraton, no Leblon. Em segundo, pelo clima, um dia ensolarado, sem nuvens, com raios oblíquos de sol realçando o brilho da areia fina.
(Alê de Souza/VIP)
E, finalmente, pela mulher, Paolla Oliveira, e por tudo o que isso significa: por ser a mais deslumbrante do mundo na (muito acertada) opinião dos leitores que votaram em massa nesta eleição; por ser perfeita de um jeito desconcertante, desde as linhas simétricas do rosto até o formato arredondado das unhas dos pés.
Por ser uma mulher que sabe exatamente o que quer – estamos num ensaio fotográfico, e ela tem sempre certeza do que gosta ou desgosta, da roupa que lhe cai bem ou mal, do ângulo em que sai melhor ou pior, e vai conduzindo isso de um jeito tão educado, com um sorriso tão doce, como se mais do que em qualquer outra pessoa do mundo nela pudessem coexistir doses idênticas de assertividade, meiguice, humildade e convicção.
(Alê de Souza/VIP)
Paolla é a 12ª mulher a ocupar o posto de mais sexy do mundo na eleição mais inebriante do país, que acaba de completar 15 anos e 16 disputadíssimas edições. Esta é a sua sétima participação na lista.
Temos mais estatísticas aqui: Paolla tem 326 pontos e está em 74º lugar na classificação geral que computa todas as 475 mulheres que já figuraram ao menos uma vez entre as 100 desde 1998. É uma das 28 paulistas e uma das 61 atrizes que foram eleitas este ano. Aos 31 anos, é a terceira mais velha ganhadora do título, atrás de Juliana Paes em 2012, com 33 anos, e de Deborah Secco em 2011, com 32.
Números e prêmios são importantes, mas Paolla é muito mais do que isso. Mesmo o título de “mais sexy” é pouco. Lisonjeada, ela vê a coisa toda como resultado de um ano muito produtivo, com bastante exposição e um gratificante reconhecimento profissional.
(Alê de Souza/VIP)
Mas nós vemos como a materialização de um sonho coletivo que há anos permeia a cabeça do brasileiro em geral e do leitor de VIP em particular e coloca Paolla lá em cima no ranking das mulheres mais desejadas do país e também no das mais pedidas para nossa capa.
A sensualidade, para Paolla, está ligada à energia e à potência da vida. Está ligada ao fato de interpretar uma garota pelo menos dez anos mais jovem (a Paloma, de Amor à Vida) que depois cresce e vira mãe de uma pré-adolescente. Ou seja, tem tudo a ver com a capacidade de abrigar tantas mulheres diferentes dentro de si, seja na pessoa jurídica (as personagens), seja na física (a atriz).
E é importante frisar: não conhecemos muitas atrizes que possuem o dom de misturar tão sutilmente essas pessoas como Paolla faz. Colocando, como ela diz, uma pitada de maldade nas suas mocinhas ou uma dosezinha de bom coração em sua única vilã. Ou ainda, na nossa visão, pondo algo de enlouquecedor em suas personagens mais sensuais, como na Paula do filme Entre Lençóis, de 2008.
Formada em fisioterapia, a atriz estreou na Globo na novela Belíssima. Difícil imaginar um começo melhor. Suas colegas de elenco eram Fernanda Montenegro, Glória Pires, Irene Ravache, Cláudia Abreu e Cláudia Raia. Paolla diz ter bebido em todas as fontes e aprendido muito com cada ator ou autor que já trabalhou até hoje.
(Alê de Souza/VIP)
Tem consciência da própria beleza e talento suficiente para não ser dependente dela. Suas principais referências são Meryl Streep e Kate Winslet, mulheres camaleoas que, na opinião de Paola, se impõem pelo poder de se transformar, e não pelo de polemizar. As polêmicas são, diz ela, o ônus da superexposição. Paolla considera isso natural, mas nada agradável, e admite fazer tudo para se resguardar.
Tanto que, após um ano profícuo como este – e ainda coroado pelo título de mulher mais estonteante do mundo –, apesar de amar o Brasil e ter um carinho muito acima da média pelo público (na praia com a VIP, ela atendeu a cada pedido de foto de fã de uma forma encantadora), quando acabar a novela e só conseguir pensar em férias, ela cogita viajar para fora do país. “Desde que não seja um lugar muito frio”, me conta.
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