Casa de Shakira e Phil Collins está na rota do furacão (Foto: Montagem R7/Reprodução/Instagram)
O furacão Irma já atingiu várias regiões do Atlântico e foi registrado como o furacão mais forte que passou pelo local. O desastre natural tem como trajeto neste fim de semana alguns lugares dos Estados Unidos, sendo o estado da Flórida o principal deles.
De acordo com o TMZ, na cidade de Miami, que faz parte desse estado, vários celebridades possuem mansões e correm o risco de sofrer o impacto do fenômeno. Algumas delas são o rapper Diddy, a cantora Shakira e o também músico Phil Collins.
Além deles, a estrela do reality The Real Housewives of Miami, Lea Black, a cantora Gloria Estefan e o jogador de basquete Dwayne Wade têm casas na região.
Com uma pergunta despretensiosa, Steven Tyler pode divagar por minutos e mais minutos a respeito de outras tantas coisas — e talvez jamais responder àquilo que lhe foi questionado em primeiro lugar.
E tudo bem. No caso daquela ligação com o vocalista do Aerosmith, o tema era a primeira turnê do Aerosmith no Brasil, em 1994, no momento no qual a banda, já veterana e com mais de 30 anos de estrada, se reergueu com o bem sucedido Get a Grip (1993).
Foi o primeiro disco deles a chegar ao topo das paradas de sucesso norte-americanas impulsionado pelas powerbalads Cryin’, Crazy e Amazing, canções certeiras para conquistar os jovens corações partidos que assistiam à MTV na época.
Em vez de falar sobre isso — ele o faria mais tarde, no mesmo papo telefônico —, Tyler preferiu lembrar de um voo que pegou durante a década 1970, quando percebeu que, sentados à sua frente, estavam Jimmy Page e Robert Plant, guitarra e voz do Led Zeppelin. E, a partir daí, derreteu-se com a capacidade da banda inglesa de absorver o blues norte-americano e transformá-lo em algo único.
Eles vão sair em turnê no ano que vem, não é? — diz.
O retorno do Zeppelin, a não ser que Tyler tenha uma fonte confiável, não está confirmado. Mas bandas mudam de ideia, não é? O mesmo pode ser dito do Aerosmith, por exemplo, que se apresentou em terras brasileiras no ano passado em tom de despedida. O grupo havia anunciado um “farewell tour”, uma “turnê de despedida” em tradução livre, e Joe Perry falava com desânimo a respeito do futuro da banda. Ao longo da entrevista, Perry deixava dicas de que a banda estava, mesmo, em vias de se aposentar. “Nunca podemos saber se determinado show será o último que fazemos naquele país”, disse. Ou também: “Não vou mentir ou fingir que isso não existe. Não posso ignorar o fato de que a banda não vai durar para sempre.” Ranzinza, o guitarrista dizia não querer “ser uma sombra do que já fui”. “O que quero dizer é que vamos tocar os shows como se fossem os últimos. Se for uma turnê de despedida, que seja. Estamos vivendo no limite há muito tempo”.
—A história da despedida do Aerosmith ficou para trás, garante Tyler. E a banda continuará, segundo seu vocalista, em frente por um tempo. Inclusive com uma nova viagem pelo Brasil. Serão quatro apresentações por aqui: em Belo Horizonte (Esplanada do Mineirão, dia 18), Rio de Janeiro (Rock in Rio, dia 21), São Paulo (no festival São Paulo Trip, no Allianz Parque, dia 24) e Curitiba (Pedreira Paulo Leminsky, dia 27).
— Estar no palco é o que mais gostamos de fazer. Estamos tentando nos tornar a última banda a permanecer em pé — brinca.
E há alguma razão nisso, mesmo. O Aerosmith segue junto a 47 anos, algo bastante invejável. — O fim nunca chegará ao Aerosmith. Assim que falamos da história da despedida, percebemos que estava errado. Enquanto aguentar estar cantar Dream On e Don’t Want to Miss a Thing, vou fazer isso.
Tyler é o oposto de Perry, disposto e ligado à conversa. O vocalista é uma máquina de contar histórias, mesmo que às vezes se perca e erre uma data ou nome — e, sempre que necessário, pede ajuda à uma assistente que fica ao seu lado enquanto dá entrevistas por telefone. É o que opõe Perry e Tyler, no modo de ver a vida, que já os colocou em conflito algumas ocasiões — após uma briga, em 1979, por exemplo, Perry deixou a banda e Tyler diz, em sua autobiografia, que demitiu o colega. Na entrevista, ele se derrete pelo amigo.
— Me mata ver como ele toca essas músicas no palco.
Tyler se tornou uma figura midiática. Em 2009, assumiu o posto de jurado do programa American Idol, um reality show musical de sucesso mundial. Foi a proximidade com um ambiente de mais cantores que ajudou a formar a ideia de lançar um disco solo depois de quatro décadas com o restante do Aerosmith ao seu lado. We’re All Somebody from Somewhere saiu no ano passado e tem uma clara mensagem política.
— Somos todos imigrantes, não é? — explica o músico cujo nome de nascimento é Steven Victor Tallarico, sobrenome que não esconde a ascendência italiana.
O disco, com roupagem country, foi criado na companhia de Jaren Johnston, um músico de southern rock de quase metade a idade de Tyler.
— Era divertido ficar no estúdio. Passávamos os dias tomando café e falando bobagens — lembra. — Cresci ouvindo os Everly Brothers e aquelas harmonias de banjo. E, no fundo, eu queria era saber se eu conseguiria fazer. Como músico, eu queria me testar. É como quando você vai jantar e pode decidir se quer comida italiana, japonesa, sabe? E, pense só, (a música) Cryin’ é um country.
No Instagram, Tyler deixa de ser o rock star inacessível e se aproxima dos fãs. Ele compartilha, com 1,3 milhão de seguidores, alguns momentos de bastidores, como quando ele aparece em uma foto dormindo sobre a asa de um avião ou quando faz um post (com letras maiúsculas) para homenagear o aniversário da filha Liv Tyler.
— É uma loucura esse mundo novo, né? — ele diz. — Está mudando a humanidade. Acho interessante, mas às vezes é um pouco invasivo, não é?”
Ao fim de 20 minutos de entrevista, Tyler foi e voltou no tempo e no espaço. Sobre a banda, entende que é preciso mantê-la no palco, afinal “é como estar em um casamento.”
— E é incrível estar ao lado desses outros caras com quem dividi a minha vida. Lembro de quando éramos jovens e fomos morar juntos, em Boston. Fazíamos tudo junto. Escrevíamos canções, usávamos drogas, transávamos com garotas juntos.
Por fim, o papo precisa ser encerrado.
— Sou italiano — ele se justifica pelo jorro de palavras por minuto. — Falo muito e alto —conclui, antes de se despedir com um alongado “see you laaaater.”
Katie Holmes e Jamie Foxx (Foto: Brad Barket e Frazer Harrison/Getty Images)
Tudo o que ronda Tom Cruise é envolto em névoa. Até mesmo a vida amorosa da ex-mulher. Desde que o ator foi deixado por Katie Holmes, que saiu de casa com a filha em 2012, enquanto ele viajava para rodar um filme, para evitar que ela fosse iniciada pelo pai na Cientologia, a misteriosa seita frequentada pelo astro, nada poderia ser divulgado sobre a vida pessoal de Katie por cinco anos.
A proibição constaria de um contrato assinado pelos dois. Mas a fila andou, e a imprensa americana já sabe disso desde 2013, quando ela teria começado a namorar o também ator Jamie Foxx. Agora, expirado o prazo do silêncio, Katie parece se sentir à vontade para circular com Foxx sem medo de ser vista. Os dois foram flagrados pelo jornal britânico Daily Mail, passeando de mãos dadas à beira do mar, um cenário romântico, em Malibu.
“Katie Holmes finalmente confirmou os rumores sobre seu romance. As estrelas foram fotografadas enquanto caminhavam na praia em Malibu”, diz a legenda da foto, publicada no Instagram do tabloide.
Show é inédito e comemorativo de 20 anos da banda mineira (Foto - Divulgação)
Acontece no dia 14 de outubro, comemorando 40 anos do Estado de Mato Grosso do Sul, um show acústico no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo (Palácio Popular da Cultura) às 20h30.
Esse show é inédito e comemorativo de 20 anos da banda mineira, lembrando que esse formato acústico é inédito no Estado, sendo a quarta cidade no país a receber esse show de celebração que teve na gravação as participações de Milton Nascimento, Marcelo Falcão (O Rappa), Liminha, entre outros convidados. E agora Mato Grosso do Sul receberá esse espetáculo.
“Pra gente é bem bacana comemorar 40 anos de Mato Grosso do Sul aí com vocês, vai ser lindo, vai épico!” afirma Rogério Flausino. Após passar os últimos anos viajando com os álbuns “Funky Funky Boom Boom” e “Pancadélico”, o Jota Quest vai trazer em Campo Grande seu mais novo espetáculo, totalmente desplugado.
Baseado no repertório do DVD “Jota Quest Acústico – Músicas Para Cantar Junto”, o grupo mineiro vai subir ao palco do Palácio Popular da Cultura para apresentar, pela primeira vez em quase 25 anos de estrada, os seu grandes hits em versão acústica, como “Dia Melhores”, “Amor Maior”, “Fácil”, “O Vento”, “Dentro de Um Abraço” e “Encontrar Alguém”.
Além dessas faixas e de outras mais, a banda também abrirá espaço no repertório para mostrar duas canções inéditas, criadas especialmente para esse projeto, “Morrer de Amor” e “Pra Quando Você se Lembrar de Mim”, que já está disponível nas plataformas de streaming e em execução nas rádios FM’s de todo o Brasil.
Sobre a banda
O Jota Quest, um dos ícones da música pop brasileira de todos os tempos, foi formado na primeira metade dos anos 90, em Belo Horizonte. Inicialmente como J. Quest, o grupo teve o seu nome inspirado no desenho animado Jonny Quest – ideia do baixista PJ (ainda que nenhum dos integrantes fosse fã do programa de TV) e o seu som inspirado na banda Jamiroquai.
Depois de alguns shows realizados pelo circuito mineiro, Rogério Flausino, PJ, Marco Túlio, Paulinho Fonseca e Márcio Buzelin entraram em estúdio, em 1995, para preparar o lançamento do seu primeiro disco. O auto-intitulado e independente “J. Quest” foi o passaporte para que a banda entrasse para o cast do extinto selo Caos, da Sony Music, já no ano seguinte. Com um visual dos anos 70 bastante marcante, o álbum foi impulsionado em todo o Brasil pelos hits “Dores do Mundo” e “Encontrar Alguém”, que tocaram muito nas rádios FM’s de norte a sul.
Já rebatizado como Jota Quest, o grupo mineiro retomou o seu trabalho de criação para lançar, em 1998, “De Volta ao Planeta”. O segundo álbum da banda foi um grande sucesso em todo o Brasil e teve algumas das músicas entre as mais executadas das rádios naquele ano, como “Fácil”, “Sempre Assim”, “O Vento” e “35”. “De Volta ao Planeta” vendeu mais de um milhão de cópias e precedeu o terceiro trabalho de estúdio do Jota, chamado “Oxigênio” e que chegou às lojas em 2000 com o hit “Dias Melhores”.
Com o seu nome em evidência em todo o território nacional e também nos demais países da América Latina, o Jota Quest foi convidado, em 2003, para participar do projeto e gravar o disco “MTV Ao Vivo”. O álbum, que chegou a ser indicado ao Grammy Latino, foi acompanhado por outros dois trabalhos de estúdio posteriores, “Até Onde Vai”, de 2005, e “La Plata”, de 2008. Os discos, acompanhados por longas turnês feitas em todo o Brasil, também levaram o Jota para se apresentar nos Estados Unidos e na Europa – por onde tocou, inclusive, no Rock in Rio Lisboa.
Comemorando 15 anos de estrada, o Jota Quest soltou em 2011 a coletânea “Quinze”, repleta de sucessos. O disco triplo, que venceu o Grammy Latino daquele ano na categoria de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro, também foi acompanhado pelo CD e DVD “Multishow ao Vivo: Folia & Caos”.
Antes de se dedicar ao seu primeiro registro acústico, a banda passou os últimos anos em turnê com dois álbuns que reaproximaram o Jota da sonoridade do seu debut, cheio de groove: “Funky Funky Boom Boom”, de 2013, e “Pancadélico”, que chegou às lojas em 2015 e teve a faixa “Blecaute” eleita a melhor composição do ano, em 2016, pelo Prêmio Multishow.
A transformista Rogéria está lançando sua biografia - 10/10/2016: (Foto: Marcus Leoni/Folhapress)
A atriz e cantora Rogéria morreu na noite desta segunda-feira, no Rio de Janeiro. Rogéria estava internada desde 8 de agosto no Hospital Unimed-Rio devido a um quadro de infecção urinária. O hospital confirmou a morte em decorrência de um choque séptico. A artista estava com a saúde debilitada desde julho, quando chegou a ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também com quadro de infecção urinária.
Rogéria nasceu em 25 de maio de 1943, no Cantagalo, no Rio, como Astolfo Barroso Pinto. Assumiu nova identidade ao vencer um concurso de fantasias de Carnaval, em 1964. O público ovacionava: “Rogéria!”. Na época, era maquiador e atendia por Rogério. Antes de se tornar Rogéria em definitivo, ouviu o conselho de Fernanda Montenegro, a quem costumava maquiar nos estúdios da TV Rio: “Arte independe de sexo. Se você tem talento, não custa nada tentar”.
Figura clássica do showbiz nacional, Rogéria conseguiu romper as fronteiras do gueto reservado aos chamados atores transformistas – antes de o LGBT ter sido inventado e sob a feroz repressão do governo militar – para brilhar no teatro, cinema e TV. Bem-humorada, se definia como a “travesti da família brasileira”.
Integrou o elenco de espetáculos como Alta Rotatividade e 7, O Musical. No cinema, fez filmes como O Homem que Comprou o Mundo (1968), de Eduardo Coutinho, O Gigante da América (1978), de Júlio Bressane, e Copacabana (2001), de Carla Camurati, em que interpretou ela mesma. Já na televisão, passou por novelas (Tieta, Paraíso Tropical e Duas Caras, entre outras) e séries (como Sai de Baixo, Brava Gente e Pé na Cova).
No ano passado, ganhou uma biografia, Rogéria – Uma Mulher e Mais um Pouco (Sextante), de Marcio Paschoal. Recentemente, ela participou do filme Divinas Divas, que apresenta a primeira geração de travestis do Brasil. O documentário foi dirigido por Leandra Leal e lançado em 22 de junho. Na TV, seus últimos trabalhos foram em 2015, no programa de humor Tá no Ar: A TV na TV e na novela Babilônia, em que interpretou a personagem Úrsula Andressa, ambos da Globo.
Neste mês de setembro o Cineclube exibirá cinco filmes (Foto - Divulgação)
Neste mês de setembro o Cineclube exibirá cinco filmes, sendo dois deles com foco na prova de vestibular da UFGD (“O menino e o mundo” e “Em nome da Lei”).
Na sessão do dia 09 será exibido o filme nacional “O menino e o mundo”, às 17 horas no cineauditório da Unidade I (Rua João Rosa Góes, 1761 – Vila Progresso). A sessão é aberta ao público.
Dirigido por Alê Abreu, “O menino e o mundo” retrata a história de Cuca, um menino que vive em um mundo distante, numa pequena aldeia no interior de seu mítico país. Sofrendo com a falta do pai, que parte em busca de trabalho na desconhecida capital, Cuca deixa sua aldeia e sai mundo afora a procura dele. Durante sua jornada, Cuca descobre uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas..
Na sessão do dia 16 será exibido o filme “Em nome da Lei”, obra cinematográfica exigida para candidatos no Processo Seletivo aos cursos de graduação no ano de 2017 (PSV).
INSCRIÇÕES
O prazo para inscrições com certificação encerrou-se no dia 1º de setembro, no entanto, todas as sessões do Cineclube UFGD são abertas ao público, que pode conferir qualquer dos filmes de seu interesse, sem precisar estar inscrito no projeto.
CINECLUBE NO CAMPUS (UNIDADE 2)
Por meio da parceria com o Grupo de Estudos InterArtes, os inscritos no Cineclube UFGD podem participar também das sessões realizadas às quintas-feiras, às 16h, na sala 07 da FACALE (Faculdade de Comunicação, Artes e Letras) e somar horas para o certificado de atividade de extensão.
Marcelo Rezende em novo vídeo publicado nas redes sociais (Foto: Reprodução/Instagram)
O jornalista Marcelo Rezende aparece mais magro e abatido em novo vídeo publicado em seu perfil no Instagram. De barba por fazer, Rezende, porém, se mostra otimista com a luta contra o câncer.
“Muita gente vive de boato e no meu caso eu até entendo, não é toda hora que tem informação. Mas nós não devemos esquecer, A doença que eu tenho, o câncer, tem altos e baixos. É como uma montanha russa. Mas eu estou firme. Estou firme aqui, onde a mente funciona”, diz no vídeo, apontando a cabeça.
Em maio, depois de passar mal em casa e ser socorrido pelo amigo Geraldo Luís, o jornalista Marcelo Rezende revelou ter sido diagnosticado com câncer no pâncreas e no fígado. Pouco depois, ele decidiu abandonar o tratamento convencional em busca da cura espiritual.
Luan Santana cai de plataforma durante show, no Piauí (Foto:Reprodução)
O cantor Luan Santana avisou que está bem após ter caído de uma plataforma na madrugada do último sábado, 2.
No Instagram, o cantor agradeceu pelas mensagens e avisou que passa bem. “A queda foi feia, mas a bunda amorteceu”, brincou. Procurada, a assessoria de imprensa do cantor não respondeu até a publicação desta nota.
O acidente ocorreu durante um show na cidade de Picos, no Piauí. Luan descia de uma plataforma elevada por uma grua, quando se desequilibrou e caiu de costas. Ele se levantou com a ajuda de um bombeiro. O cantor levou a mão às costas e indicou que sentia dores no local. O show teve de ser interrompido e Luan não conseguiu concluir a apresentação.
A população de Dourados poderá conferir espetáculos infantis, dramas, comédias e clowns em diversos pontos da cidade como Teatro Municipal, Sucata Cultural, Feira Central, Parque dos Ipês, Parque Rego D’água e Shopping Avenida Center.(Foto: Divulgação)
A 8ª edição do FIT (Festival Internacional de Teatro de Dourados), realizado pela UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), já está com sua programação definida. De 14 a 30 de setembro, a cidade será palco de espetáculos oriundos de 7 estados brasileiros e um da Argentina.
A população de Dourados poderá conferir espetáculos infantis, dramas, comédias e clowns em diversos pontos da cidade como Teatro Municipal, Sucata Cultural, Feira Central, Parque dos Ipês, Parque Rego D’água e Shopping Avenida Center.
Serão cobrados ingressos para as apresentações noturnas do Teatro Municipal, no valor de R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia). Os demais espetáculos são todos gratuitos. A programação completa do FIT-Dourados e os postos de venda encontram-se no site do Festival: https://www.fitdourados.com/.
Novidades
Este ano, o FIT-Dourados traz algumas novidades. Para quem já quer ir entrando no clima, a partir do dia 07 de setembro tem início o Pré-FIT, que segue até o dia 10 com cortejos cênicos, apresentações de dança, música e contação de histórias, sempre gratuitos, na Praça Antônio João.
A outra novidade é um espaço temático para crianças, onde os pais poderão deixar os filhos, de 4 a 8 anos, enquanto assistem aos espetáculos noturnos no Teatro Municipal que tenham classificação etária. Com o tema “Descobrindo as letras e artes”, o espaço funcionará no dias 14 e de 22 a 30 de setembro, sempre meia hora antes e meia hora depois da duração do espetáculo. O espaço temático ficará localizado na Academia Douradense de Letras (Parque dos Ipês) e as crianças irão desenvolver diversas atividades lúdicas como jogos, desenhos e contação de histórias.
Além disso, o coletivo Casa dos Ventos será o ponto de encontro do Festival, onde acontecerão saraus, bate-papos, bar e palco aberto aos artistas que estiverem na cidade.
Por fim, o oitavo Festival irá acontecer em mais duas cidades do estado, Naviraí e Ivinhema. A programação nestas cidades ainda não está definida mas, em breve, será divulgada no Portal UFGD e no site oficial do FIT, bem como valor e local de inscrição para participar das oficinas.
O Festival
O Festival Internacional de Teatro de Dourados é realizado pela Coordenadoria de Cultura da UFGD. Tem como finalidade estimular a reflexão sobre o fazer artístico e sobre as condições de produção/percepção de signos e significados nas artes cênicas. Buscando inovação de linguagens e experimentações, atualizando e capacitando artistas e públicos, a programação do Festival sempre inclui, além de apresentações, oficinas, palestras e workshops.
Para mais informações, entre em contato com a Coordenadoria de Cultura pelo telefone 3410-2872 ou pelo e-mail cultura@ufgd.edu.br.
Espetáculo de teatro musical para crianças de todas as idades debate temas como adoção, aceitação de diferenças, amadurecimento e superação de traumas (Foto - Divulgação)
A peça infantil ‘Meu mano humano’, da Cia. Última Hora, vai ser reapresentada no Teatro Municipal de Dourados no dia 04 de setembro, às 14h30 e às 20h. O espetáculo é de teatro musical para crianças de todas as idades.
A Cia. Última Hora tem participação de alunos e professores do Curso de Artes Cênicas e atua desde 2014. Em 2016, a trupe recebeu o Prêmio Rubens Corrêa de Teatro, promovido pela Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul, e, com este investimento, montou o espetáculo musical para crianças “Meu Mano Humano”, na maior produção da companhia até então, com direção de Marcos Chaves.
O Espetáculo estreou no dia 02 de julho na cidade de Dourados, realizando cinco apresentações, todas com teatro lotado. Na semana seguinte o grupo se apresentou em Três Lagoas e Campo Grande.
A PEÇA
“MEU MANO HUMANO” é um espetáculo de teatro musical para crianças de todas as idades, debate temas como adoção, aceitação de diferenças, amadurecimento e superação de traumas em um universo fantástico onde Palomito, um gato carinhoso mas muito medroso, descobre que seus “pais humanos” terão um bebê; e ao lado de seus amigos, questiona sua própria natureza e decide fazer escolhas que mudarão para sempre sua vida. Com trilha sonora e dramaturgia original, a peça de cinquenta minutos de duração trata dos temas citados de maneira descontraída e direta, utilizando-se de referências populares intercaladas com momentos de expressiva performatividade contemporânea.
Sinopse: Palomito é o nome de um gato muito sonhador que descobre, certo dia, que seus pais humanos terão um filho. Mas o que parece uma boa notícia, enche o gatinho de preocupação: será que seus pais continuarão o amando mesmo depois de ter um “filho de verdade”? Ao lado de uma tartaruga, um cuco, um carangueijo, um grupo de gatos de rua e um cachorro bobo, Palomito irá descobrir muitas coisas sobre amizade, sobre coragem e sobre o amor.
O Grupo
A douradense Cia Última Hora nasceu da vontade dos artistas envolvidos de ampliar pesquisas artísticas pessoais e práticas em artes cênicas. No primeiro ano foram montadas as peças “A menina sem chapéu e o lobo que não era mau”, inspirada no clássico Chapeuzinho Vermelho e voltada para o público da infância e juventude, e “Tristão e Isolda” – como teatro de rua – a partir do conto medieval de mesmo nome; ambas as obras com direção de Marcos Chaves.
O espetáculo de rua recebeu o Prêmio Funarte Artes na Rua, e em 2015 circulou nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Neste ano a companhia também recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, o que possibilitou a montagem das ações cênico-performativas “Fragmentos de corpos urbanos – Parte I”, com direção artística de Ariane Guerra. Fragmentos estreou em 2016 e teve apresentações em Dourados e em Pelotas no Rio Grande do Sul.
Artista douradense apresentou a obra "Satilírico", recomendada para o vestibular da UFGD (Foto - Divulgação)
O Simted recebeu estudantes do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino de Dourados para duas belíssimas apresentações do poeta Emmanuel Marinho, autor do recém lançado “Satilírico”, obra que reúne poemas que foram recomendados para o Vestibular 2018 da UFGD.
Alunos, principalmente do terceiro ano que estão se preparando para o vestibular, lotaram o plenário do Simtes na noite de quarta-feira (30) e na manhã desta quinta-feira (31).
O poeta douradense contou, cantou e declamou estórias de Dourados, Mato Grosso do Sul e demais lugares por onde andou. Emmanuel Marinho também apresentou os poemas da obra “Satilírico”.
O espetáculo “Coma a palavra o poeta” foi bastante interativo, com o público dialogando com o artista, declamando poesias e cantando músicas.
Ao final das apresentações, Marinho sorteou dezenas de livros para as escolas participantes.
Emmanuel Marinho é natural de Dourados, membro da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras e contemplado com vários prêmios por seus trabalhos artísticos.
Os Corcundas será apresentado no BRAVA (Foto Larissa Pulchério)
“Os Corcundas”, espetáculo de teatro medieval, de Breno Moroni, será apresentado pelo Circo do Mato amanhã, dia 02, o palco desta vez será o BRAVA, um bar, mais incomum, como se autodenominam, uma plataforma colaborativa com o intuito de somar e unir profissionais regionais, trazendo para Campo Grande uma proposta criativa e inovadora.
Para promover um ambiente mais atrativo, o bar tem convidado atrações artísticas como música e teatro, assim, promovem momentos especiais e únicos.
O espetáculo “Os Corcundas” conta a história de amor entre dois “feios” através da pantomima, os atores usam o gromelô (idioma inventado), tornando-se assim acessível a todos os públicos, já foi atração em vários festivais nacionais e internacionais, como Colômbia, Bolívia e Argentina. “Pela linguagem utilizada, tanto corporal como verbal, a peça é muito bem aceita pelos vários públicos e nações” diz Laila Pulchério, diretora de produção do Circo do Mato.
Os Corcundas será apresentado no 8º FIT – Festival Internacional de Teatro de Dourados no dia 16 de setembro e aguarda apoio para compras de passagens, para levarem a obra para o Festival Ventana Internacional de Artes Escénicas a realizar-se em Mendoza na Argentina no início de outubro próximo.
Sinopse
Uma pantomima que conta a saga de dois corcundas errantes: ele, o Corcunda, simpático, feio e puro! Como um cão, tenta ser amigo, mas tem medo dos homens! Ela, a Corcunda, é feia e brincalhona. Esperta como um macaco, não percebe a opinião ou lógica das pessoas. Depois de caminharem pelo mundo, sem nada para vender ou comprar, são arrebatados por um amor sincero, avassalador, verdadeiro, engraçado e puro. Um espetáculo que diverte e emociona!
No elenco: Mauro Guimarães e Luciana Kreutzer
Produção executiva, operação de luz e som: Laila Pulchério
Fotografia: Larissa Pulchério e Laila Pulchério
Local: BRAVA – Av. Calógeras 3.100 – Esplanada Ferroviária
Estilista Ronaldo Fraga usa camiseta em protesto contra Michel Temer na SPFW (Foto: William Volcov/Getty Images)
No encerramento do seu desfile na São Paulo Fashion Week (SPFW), nesta quarta, Ronaldo Fraga apareceu na passarela com uma camiseta crítica às políticas do presidente Michel Temer que ameaçam a Amazônia. A blusa do estilista foi estampada com uma pomba morta e manchas de sangue sob o texto: “Mr. Presidente, se você não pensa no Brasil, pense nos netos de Michelzinho”. Nas costas, um desenho simulava um tiro com sangue escorrendo.
Inicialmente, a ideia do estilista mineiro foi criar uma peça só para que ele a usasse no final da apresentação, porém, a camiseta fez tanto sucesso nos corredores da Fundação Bienal que será vendida a partir da próxima semana no e-commerce da grife e na loja em Belo Horizonte. O valor da camiseta ainda não foi definido, porém o estilista afirmou que parte do valor arrecadado nas vendas será doado para caridade.
“Eu estava revoltado com a história da Amazônia, mas não acho que é só isso”, disse Ronaldo sobre o decreto que extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), que, diante da repercussão negativa, acabou sendo revogado na última segunda, 28. “São todas as questões. O Brasil está precisando de um olhar carinhoso como um todo.”
Após quase 17 anos lutando contra as sequelas de uma esclerose múltipla, doença autoimune sem cura, Claudia Rodrigues ganhou, recentemente, motivos para comemorar. Em junho deste ano, a humorista recebeu a notícia de que o resultado do transplante de células-tronco que realizou em 2015 deu positivo e que, finalmente, pode respirar aliviada.
Em entrevista ao R7, Claudia falou sobre as dificuldades que passou durante todo o tempo de tratamento e revelou o que mudou em sua vida desde que soube do sucesso da cirurgia.
— Houve uma época em que eu não podia ter contato com ninguém. Eu andava de máscara, porque a minha imunidade caiu muito. Uma vez, eu saí na rua e uma criancinha quis me abraçar, então, eu tirei a máscara. Acabei pegando uma bactéria no estômago. Agora, eu posso abraçar as pessoas, tocá-las, posso até mexer em cachorros! — disse, bem humorada. — Tudo em minha vida mudou. Antigamente, eu sentia uma fadiga muito forte, muito cansaço. Mas isso não existe mais. Estou voltando a ser o que eu era — celebrou.
“Voltar a ser o que era” inclui, também, retomar os trabalhos artísticos. A humorista está prestes a estrelar uma peça de teatro ao lado de Isa Hieatt, sua filha, e pensa em “migrar” para a internet.
— Tento fazer essa peça há quatro anos, e agora está correndo muito bem. Tenho planos de fazer um canal no YouTube, mas ainda não é concreto.
Claudia Rodrigues foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2000, aos 30 anos. Já com a doença, ela estrelou o seriado A Diarista (2003-2007), na pele de Marinete, participou da novela Kubanacan (2003) e integrou humorísticos como Casseta & Planeta, Urgente! (2008) e Zorra Total (2010-2013).
Eventos promoveram diversas atividades artísticas e culturais em Dourados e Jardim (Foto: Divulgação)
Os campi Dourados e Jardim do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) encerraram no último final de semana suas edições do Festival de Arte e Cultura. Nos eventos foram promovidos concursos e apresentações culturais, entre outras atividades.
Em Dourados, o evento contou com festivais de música e dança, além de concursos de crônica narrativa, desenho e poesia. Foram registradas 62 inscrições. Cerca de mil pessoas acompanharam os dois dias do evento, realizado no Teatro Municipal na sexta-feira e sábado, 25 e 26.
A competição ocorreu nas categorias estudantil, para os alunos do IFMS, e livre, voltado ao público externo. A premiação incluiu medalhas e troféus, além da possibilidade de publicar a crônica narrativa, desenho ou poesia, e da gravação da faixa musical ou videoclipe para os concorrentes do festival de música.
“Verificamos um aumento no público presente com relação ao ano passado, o que é resultado do trabalho que estamos desenvolvendo e do reconhecimento por parte da comunidade, devido à atenção que temos dado à arte e à cultura”, afirmou o diretor-geral do Campus Dourados, Carlos Vinícius Figueiredo.
Ele destaca também a qualidade apresentada no festival de música, voltado às composições autorais dos participantes. “A intenção foi abrir espaço para a divulgação dos trabalhos autorais, estabelecendo um canal direto com um público maior, que serve para fortalecer a produção artística local”, finalizou.
Jardim – No município, o Festival foi realizado entre 22 e 26 de agosto, no campus do IFMS, Centro de Atendimento ao Turista e Centro de Convenções. Aproximadamente 1.100 pessoas acompanharam o evento ao longo da semana.
Foram promovidos concursos culturais nas categorias audiovisual, dança, pintura, desenho e fotografia, música e literatura (poemas, contos e crônicas), com 35 inscritos no total. Tanto a entrada quanto as inscrições foram abertas à comunidade.
Ocorreram ainda outras atividades como contação de histórias, exposições, oficinas, mesa-redonda, palestra, sarau cultural, além de apresentações de dança, música, poesia e teatro, feitas por artistas do Estado e estudantes do IFMS.
Entre as atrações do Festival estiveram as peças “Cantigas de um fazedô” e “Amizade é uma coisa, farinha é outra”, encenadas pelo grupo teatral do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGC), as apresentações “Ritmos regionais”, feita pelos dançarinos da Fundação Nelito Câmara, e “Com a palavra, o poeta”, do escritor Emanuel Marinho.
“Trabalhamos na organização do Festival desde dezembro do ano passado, de modo que pudéssemos contar com os artistas de Mato Grosso do Sul. O evento superou nossas expectativas, principalmente no que diz respeito à participação e ao público registrado nos cinco dias” comentou a coordenadora do Festival no Campus Jardim, professora Sirley Oliveira.
Os concursos constituíram um palco para os talentos regionais. “Por meio deles, os participantes, sejam eles do IFMS ou do público externo, puderam mostrar seus talentos e divulgar os trabalhos artísticos realizados no município para toda a comunidade, sendo que muitas vezes falta a eles o espaço para isso”, ressaltou.
Extensão – Em 2017, além de Dourados e Jardim, o Festival de Arte e Cultura do IFMS já ocorreu nos campi Naviraí, Campo Grande e Nova Andradina.
Em setembro será a vez de Aquidauana (1º a 5), Coxim (dias 21 e 22) e Ponta Porã (13 a 15). O Campus Corumbá também promoverá o Festival neste ano, em data a ser confirmada.
O evento é realizado com fomento do Programa Institucional de Incentivo ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Inovação do IFMS. O valor total foi de aproximadamente R$ 108 mil. O evento é organizado pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e promovido pelos campi da instituição.
Nas programações, estão previstas ações articuladas ao folclore, tradições culturais, cultura afro-brasileira e indígena, além de manifestações populares e eruditas, como música, literatura, artes visuais e dança.
Mais informações estão disponíveis no endereço www.ifms.edu.br/arteecultura/.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.