Decreto publico nesta sexta autoriza a realização de concurso para oficiais e soldados da Polícia Militar (Foto: João Garrigó/Sejusp)
O governo de Mato Grosso do Sul vai promover um concurso público oferecendo 650 vagas para os cargos de oficiais e de soldados do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Os decretos autorizando a realização do certame foram publicados nesta sexta-feira (22), no Diário Oficial do estado.
A realização do concurso havia sido anunciada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) no dia 8 de dezembro deste ano,durante lançamento da operação de segurança pública “Boa Festas”, em Campo Grande.
Na época, ele disse que os números positivos da segurança pública no estado e a queda dos índices de criminalidade estimulavam o governo a fazer mais investimento. “Por isso que autorizei mais um concurso da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, para aumentarmos nosso efetivo e melhorarmos ainda mais nosso trabalho”, comentou Azambuja no início do mês.
Das 650 vagas, 450 são para a Polícia Militar. Elas estão distribuídas da seguinte forma:
Concurso Público para a PM em MS
Cargo
Número de vagas
Soldado
388
Oficial combatente
50
Oficial de saúde
12
Fonte: Governo de MS
Outras 200 são para o Corpo de Bombeiros. A distribuição é a seguinte:
Cargo
Número de vagas
Soldado
153
Oficial combatente
23
Oficial de saúde
12
Oficial especialista
12
Fonte: Governo de MS
Conforme os decretos, o certame será organizado pelas secretarias de Administração e Desburocratização e de Justiça e Segurança Pública em parceria com os Comandos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Os órgãos vão estabelecer as normas e procedimentos para o concurso.
Os decretos estipulam ainda que editais específicos vão definir as atribuições da Comissão de Organização, informará as fases do concurso, os requisitos para a aprovação, as modalidades das provas, os conteúdos que serão exigidos, a forma de avaliação e os requisitos legais para ingresso na carreira, bem como a validade do concurso. Para conferir a íntegra dos decretos clique aqui
Em Campo Grande, o dia amanheceu com céu parcialmente nublado e previsão é de chuva (Foto: Marina Pacheco)
O dia em Campo Grande amanheceu com céu parcialmente fechado e previsão é de muito calor com tempo nublado, pancadas de chuva e trovoadas isoladas no sudoeste e sul do Estado, onde deve chover forte à tarde.
Nas demais áreas, tempo parcialmente nublado com pancadas de chuvas e trovoadas isoladas, também no período da tarde. A temperatura máxima deve ficar na casa dos 41ºC em Mato Grosso do Sul, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).
Na Capital, o dia deve permanecer nublado com previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros devem alcançar os 37ºC com umidade relativa do ar entre 40% e 70%. Em Dourados, Ponta Porã e Sete Quedas, temperatura máxima de 36ºC, Corumbá, Três Lagoas , Sidrolândia, São Gabriel do Oeste, Paranaíba 39ºC, Porto Murtinho e Aquidauana 41ºC.
Ainda nem começou o verão e Campo Grande já registrou o dia mais quente do ano. Segundo o meteorologista da Uniderp, Natálio Abrão, na última terça-feira (17), os termômetros alcançaram 37,8ºC com sensação térmica de 41ºC.
Influenciado pelo desempenho ruim de dois setores (Agropecuária e Construção Civil), o resultado de agosto acabou negativo com o fechamento de 466 postos de trabalho.(Foto: Divulgação)
Dois dos principais setores da economia continuam a exibir resultados positivos na geração de empregos, o que reforça a tendência de recuperação econômica de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a indústria e serviços se destacam no relatório divulgado nessa quinta-feira (21.9) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, com a abertura de 1060 novas vagas de trabalho.
No acumulado do ano Mato Grosso do Sul apresenta saldo positivo de 1978 vagas. Influenciado pelo desempenho ruim de dois setores (Agropecuária e Construção Civil), o resultado de agosto acabou negativo com o fechamento de 466 postos de trabalho.
Porém, na análise da Coordenadoria de Economia e Estatística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), os números da Agropecuária (- 600 vagas) refletem comportamento sazonal com fim da colheita, quando ocorre a dispensa de trabalhadores. Porém, em novembro, com o início do plantio da próxima safra, haverá contratações e o setor se recupera.
O comportamento da Construção Civil (- 812 vagas em agosto) segue uma tendência nacional de queda registrada há vários meses devido às mudanças no sistema de financiamento para aquisição de imóveis novos. Trata-se, portanto, de ajustes pontuais do mercado que não traduzem a situação da economia em geral.
Dos 25 subsetores da economia, 16 mantém saldos positivos na geração de empregos no Estado, num comparativo entre janeiro e agosto do ano passado com o mesmo período desse ano.
O mapa geográfico do emprego leva aos municípios com presença de indústrias sucro-alcooleira e outras agroindústrias. No acumulado do ano, os dez municípios com melhores saldos positivos são: Costa Rica 627, Caarapó 553, Dourados 484, Nova Andradina 473, Maracaju 402, Ponta Porã 351, Sidrolândia 346, Chapadão do Sul 327, Sonora 320 e Aparecida do Taboado 317. O grupo Iaco, estabelecido na congruência dos municípios de Paraíso das Águas, Chapadão e Costa Rica, inaugurou no fim do primeiro semestre uma indústria de açúcar. Boa parte dos trabalhadores vêm de Costa Rica, o que pode explicar a liderança desse município na geração de empregos.
Enquanto isso, Campo Grande lidera a lista dos 10 municípios que apresentam mais demissões no ano, com o fechamento de 2139 vagas. Em seguida vêm Três Lagoas (- 1602), Angélica (- 319), Coxim (- 256), Selviria (- 227), Rio Brilhante (- 115), Mundo Novo (- 111), Ribas do Rio Pardo (- 107), Anaurilândia (- 53) e Nioaque (- 40).
Em Dourados foram registradas geadas na madrugada de hoje (Foto - Eliel Oliveira)
A madrugada desta terça-feira (24) foi a noite mais fria de 2016 em Mato Grosso do Sul, segundo informações do meteorologista Natálio Abraão. Na região sul do estado, Ponta Porã registrou mínima de 6,3°C e sensação térmica de -3°C no começo da manhã. A cidade na fronteira do Brasil com o Paraguai também teve geada leve.
A menor temperatura do estado foi registrada em Amambai, também no sul, onde a mínima chegou a 5,1°C com sensação de 3°C. O município teve geada leve e nevoeiro, segundo Abraão. O frio também foi mais intenso em Bela Vista (6,6°C), Juti (6,4°C) e Maracaju (6,9°C). Na capital, o frio foi menos intenso. Os termômetros chegaram a 11°C, mas sensação de frio foi de 2°C por conta do vento gelado.
As temperaturas também caíram nas regiões mais quentes do estado. Em Água Clara fez 8°C, em Três Lagoas foi registrado 10°C, Chapadão do Sul teve 11°C e Corumbá, no Pantanal, a mínima foi de 16°C com sensação de 14°C.
As noites e madrugadas continuarão frias, segundo a meteorologia, mas as temperaturas devem subir durante o dia, quando o sol predominar. Essa variação de temperatura é resultado de uma massa de ar seco e polar, que deixa o tempo seco, com sol, sem chuva e frio à noite.
A máxima pode chegar aos 18°C nesta terça-feira (24) em Ponta Porã e temperatura mais alta do estado deve ser registrada em Ribas do Rio Pardo. No estado, a umidade relativa do ar oscila entre 40% 95% e o vento permanece fraco ou moderado com rajadas na capital e no interior do estado.
Ainda segundo o Inmet, as temperaturas sobem no decorrer desta semana, mas outra frente fria passa pelo estado na sexta-feira (27) trazendo pancadas isoladas de chuva e queda nas temperaturas.
Advogado Ismael Ventura explica que alguns direitos trabalhistas “passam em branco” por falta de conhecimento (Foto - Rafael Henrique)
Ainda há muitos direitos trabalhistas que as pessoas desconhecem e esta falta de conhecimento faz com que os trabalhadores sejam prejudicados em suas relações de emprego. O advogado trabalhista e presidente da Comissão Trabalhista da 4° Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ismael
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Ventura Barbosa, orienta os trabalhadores a conhecer os direitos para não correr o risco de serem prejudicados.
De acordo com Barbosa, se um trabalhador for contratado e ficar apenas um dia na empresa, mesmo que não tenha tido a carteira assinada, já possui todos os direitos de um funcionário devidamente registrado. Segundo o advogado, este é um direito previsto na legislação, mas que é pouco conhecido entre funcionários e patrões.
“Se a empresa contratar uma pessoa e em um dia de trabalho perceber que o novo funcionário não vai se adaptar, o patrão poderá demitir, porém o funcionário contratado tem direitos para receber, não pode apenas ir embora. Neste exemplo, de um dia de trabalho o patrão teria que pagar ao funcionário 1/12 [um doze avos] de férias, 1/12 de 13° salário e 1/12 de FGTS com multa além do salário respectivo às horas trabalhadas”, explica Barbosa.
Outro ponto que causa confusão entre empregados e empregadores é a questão da “baixa” na carteira de trabalho. Caso uma empresa feche as portas sem demitir seus funcionários, seja por qualquer motivo, e o funcionário fique com o vínculo empregatício com a empresa em aberto, esta situação não irá atrapalhar o trabalhador de ser contratado novamente em outro emprego.
“O problema é que a falta de conhecimento de ambos os lados acaba prejudicando o trabalhador. Às vezes tem outra proposta de emprego, mas por ainda estar com a carteira assinada pela empresa anterior ele acaba sendo dispensado. Isto é ruim para a empresa também, pois pode está perdendo um bom funcionário”, acrescenta o advogado. Na opinião dele, situação desse tipo é comum de acontecer e na maioria das vezes acontece por falta de conhecimento.
RESCISÃO DE CONTRATO
Um dos motivos que pode acarretar na rescisão de contrato é o atraso de salário. Segundo a legislação, o empregado deve receber o salário até o quinto dia útil, porém se por algum problema alheio à vontade do empregador for necessário que se atrase o salário, isto poderá acontecer. O empregador precisará comunicar cada funcionário justificando os motivos que levaram ao atraso. Neste caso, o advogado alerta que o atraso de salário dentro do mês pode ocorrer por apenas por 10 dias.
“Mas, se simplesmente atrasou o salário e não comunicou, o empregador poderá ser penalizado. Este atraso pode ser de até 10 dias. Se o atraso se estender por mais de um mês, o trabalhador pode entrar com uma ação para pedir a antecipação de tutela para que a empresa reestabeleça os salários atrasados”, pondera.
O empregador pode ser penalizado com pagamento de multas diárias, com valores que podem variar de R$ 100 até R$ 1.000 por dia. Se o atraso ultrapassar um mês, pode configurar em rescisão indireta de contrato de trabalho.
“Da mesma forma que o funcionário, se cometer falta grave pode ser demitido por justa causa, o empregador também está sujeito a uma justa causa de forma inversa. Neste caso o empregador entra com uma ação para receber seus direitos como se fosse dispensado sem justa causa”, afirma Barbosa.
O advogado afirma que alguns direitos trabalhistas passam em branco por falta de conhecimento, tanto do empregador quanto do empregado. Portanto orienta as pessoas a buscarem conhecer os direitos que possuem para evitar problemas futuros.
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