quinta-feira, 28 de agosto de 2025

OMS alerta sobre nova fase de covid-19 na Europa

O diretor executivo do Programa de Emergências de Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou que a batalha da Europa contra o novo coronavírus é uma “chamada de alerta” para o resto do mundo.

“É muito importante refletir sobre o exemplo da Europa, que representou mais da metade dos casos globais na semana passada, mas essa tendência pode mudar” disse Ryan. “Basta olhar para a curva epidemiológica da montanha-russa para saber que, quando se desce a montanha, geralmente se está prestes a subir outra”, acrescentou.

No início deste mês, o mundo ultrapassou 5 milhões de mortes desde o inicio da pandemia, marca que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, chamou de “novo limiar doloroso”.

A circulação do vírus não cessou, e o aumento registrado de novas infeções dentro do território europeu demonstra a tendência: há uma nova onda de covid-19 a propagar-se. Com a aproximação do inverno, estação propícia à disseminação do SARS-CoV-2, a vigilância dos novos casos está na agenda dos governos europeus. Vários países estão se preparando para retomar as medidas restritivas aplicadas antes do verão.

França

A Europa voltou a ser o epicentro” da circulação do vírus, disse o porta-voz do governo francês, Gabriel Attal. O presidente Emmanuel Macron determinou que seja dada a dose de reforço da vacina aos franceses, de acordo com a imprensa local.

Desde outubro, o país assinala um aumento das infecções, com taxa de incidência de 62 casos por 100 mil habitantes, acima do limite de alerta.

O Parlamento aprovou definitivamente, na sexta-feira, a prorrogação do passe sanitário até 31 de julho. O prolongamento da validade do passe de saúde dependerá da campanha de vacinação de reforço

Alemanha

A Alemanha é outro país europeu a registrar um aumento de novos casos da doença.

Em um esforço para conter a transmissão, o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, anunciou que todos os cidadãos no país serão elegíveis para a dose de reforço da vacina, logo que se passem seis meses da segunda dose.

“A quarta onda da covid-19 no país está agora em pleno vigor”, afirmou Spahn em entrevista

Nessa segunda-feira (8), a taxa de infecção diária de covid-19 na Alemanha subiu para 201,1 casos por 100 mil pessoas, a maior desde o início da pandemia.

Leste Europeu

A nova onda na Alemanha reflete um aumento de casos da variante Delta em toda a Europa, com a situação especialmente preocupante no leste do continente, onde a cobertura de vacinação é mais baixa.

A Romênia e a Bulgária vacinaram totalmente apenas 40% e 27% dos adultos, respectivamente. As novas infeções também atingem níveis recordes na Rússia, Ucrânia e Grécia.

Áustria

Na Áustria, foi anunciado na última sexta-feira 5) que as pessoas que não foram vacinadas contra a covid-19 serão impedidas de entrar em cafés, restaurantes e cabeleireiros. Qualquer evento com mais de 25 pessoas, a partir do final da próxima semana, passa a ser ilegal.

É a resposta das autoridades  ao aumento de novas infecções para o nível mais alto em 2021.

Dinamarca

A Dinamarca propôs restaurar o uso do “passe corona” digital. O documento deverá ser apresentado pelos dinamarqueses para entrar em bares e restaurantes. A medida está sendo retomada para conter a terceira fase da pandemia de covid-19 que atinge o país.

O número de infecções diárias aumentou de forma constante para 2.300 nos últimos dias, depois de, em setembro, registrar apenas cerca de 200 casos.

A Islândia também reintroduziu máscaras e regras de distanciamento social após o aumento de casos.

Reino Unido

Desde o final do verão que o Reino Unido tem resistido à implementação de medidas como uso de máscaras ou passes de vacinas, que se tornaram a tendência em toda a Europa, apesar do grande aumento de infecções por covid-19 no país.

O Reino Unido registrou mais 57 mortes em 28 dias e outros 32.322 novos casos de covid-19 , de acordo com os dados mais recentes do governo. Os dados representam queda nas infecções de 16,6% na semana passada, enquanto as mortes aumentaram 8,2%.

O Reino Unido está “muito longe” de pensar num confinamento de inverno, disse um assessor do governo de Boris Johnson. Ele alertou, no entanto, que é vital que qualquer pessoa elegível receba sua vacina de reforço.

Fonte: Agência Brasil

Eficácia da AstraZeneca é comprovada contra a variante Gama

A aplicação de duas doses da vacina AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), confere alta proteção contra a variante Gama do vírus Sars-CoV-2, causador da covid-19, em pessoas acima dos 60 anos. É o que revela um estudo publicado hoje (28) na revista científica Nature Communications.

A Gama surgiu em Manaus, no fim de 2020, e foi responsável pela segunda onda da doença no Brasil, de fevereiro até junho deste ano. Atualmente, a variante de prevalência no país é a Delta, surgida na Índia.

O levantamento foi feito em São Paulo e mediu a proteção que a vacina oferece contra morte por covid-19. A pesquisa mostrou que a segunda dose eleva em cerca de 30% a proteção em relação à aplicação da primeira, com efetividade de 93,6%.

O estudo envolveu 20 pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos e da Espanha e foi coordenado pelo médico infectologista Julio Croda, da Fiocruz Mato Grosso do Sul. Croda explica que a pesquisa buscou fornecer dados sobre a eficiência da vacina em pessoas mais velhas, já que o envelhecimento causa uma perda natural na imunidade.

“Sabemos que os idosos têm a questão da imunossenescência [alterações do sistema imunológico provocadas pelo envelhecimento], mas essa análise nos maiores de 60 anos mostra que, mesmo no contexto da circulação da Gama, o esquema vacinal completo garante uma boa proteção. Daí a necessidade de buscar os faltosos, encontrar todo mundo que não completou o esquema vacinal e garantir que tomem as duas doses”.

Ensaios clínicos

O estudo foi feito após ensaios clínicos em outros países indicarem uma queda na efetividade da primeira dose das vacinas contra as novas variantes. A pesquisa foi feita com 61.164 pessoas e mostrou que 28 dias após a primeira dose, a efetividade contra a covid-19 sintomática era de 33,4%, sendo de 55,1% contra hospitalização e de 61,8% contra a morte entre idosos.

A medição feita 14 dias após a segunda dose mostrou que a efetividade vai para 77,9% contra a doença sintomática, 87,6% contra a hospitalização e 93,6% contra o óbito. Na população em geral, a efetividade da vacina AstraZeneca/Fiocruz é de 76% com a primeira dose para prevenção de doença sintomática.

Variante Delta

Segundo Croda, para medir a efetividade da vacina contra a variante Delta, serão necessários mais “dois ou três meses de predomínio”. Mas, segundo ele, tudo indica que a proteção com as duas doses se mantém. “Se houvesse uma mudança, a gente ia verificar um aumento de casos e a aceleração dos óbitos. E não estamos observando isso até o momento. O Rio foi epicentro da Delta, e a tendência é redução de hospitalização e morte. Acredito que as vacinas continuam funcionando para a Gama e a Delta”, diz o pesquisador.

Fonte: Agência Brasil

Pfizer vai pedir para Anvisa liberar vacina para crianças de 5 a 11 anos

Em nota, farmacêutica Pfizer disse nesta quarta-feira (27) que entrará com um pedido de autorização na Anvisa para que a vacina contra a Covid-19 possa ser aplicada em crianças.

O pedido será feito ao longo do mês de novembro e irá atender crianças com idade entre 5 e 11 anos.

O anúncio foi feito um dia após o comitê consultivo independente da agência reguladora norte-americana (FDA, sigla em inglês) recomendar o uso da vacina produzida pela farmacêutica nesta faixa etária.

No caso dos Estados Unidos, a recomendação do comitê independente não é definitiva e nem obrigatória, mas a agência reguladora normalmente a segue à risca as indicações do grupo.

No Brasil, a Anvisa é quem decidirá se aprova ou não o usa da vacina em crianças a partir de cinco anos de idade. De acordo com a Pfizer, ainda não há data definida de quando o pedido será feito, apenas que acontecerá ao longo do mês de novembro.

Fonte: G1

Estudo sobre a Janssen na região de fronteira mostra eficácia de 50% da vacina

A Secretaria de Estado de Saúde, em parceria com o pesquisador da Fiocruz, Julio Croda, divulgou o pré-estudo sobre a eficácia da vacina Janssen contra a Covid-19.

Ao todo, foram analisados 11.817 testes de RT-PCR colhidos nos 13 municípios de fronteira do Estado contemplados com o imunizante enviado pelo Ministério da Saúde. Na preliminar, o estudo apontou que 28 dias após a aplicação da dose única da Janssen, a vacina se mostrou 50,9% eficaz na prevenção de dois sintomas de Covid-19.

O estudo ainda mostra que a vacina foi eficaz na proteção para hospitalização de 72.9% e responsável pela redução de óbito em 90.5%. A média de idade dos participantes foi de 37 anos e 2.308 (20%) dos indivíduos são maiores ou iguais a 50 anos e quase dois terços da população se denominou como da raça parda.

Para o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, o cinturão sanitário criado na região de fronteira foi fruto de empenho coletivo envolvendo o governador Reinaldo Azambuja, a ministra Tereza Cristina, a bancada federal composta por três senadores e oito deputados federais, Conass, Cosems e Conasems.

“Queremos agradecer o empenho de todos para que esse pleito fosse atendido. Diversos atores se envolveram para que Mato Grosso do Sul possa realizar a imunização em massa dos municípios de fronteira, servindo de exemplo para o País”, afirmou Resende.

Responsável pelo estudo, o pesquisador Julio Croda lembra que o objetivo era estimar a efetividade de um regime de uma dose da Janssen na redução de riscos de forma sintomáticas, graves e óbitos por Covid-19 no contexto das novas variantes. “Venho aqui agradecer novamente a todo o apoio que tivemos para realização desse projeto. Em especial ao secretário estadual de Saúde, Dr. Geraldo Resende, ao Governo do Estado, ao Conasems e aos 13 secretários municipais por acreditarem na ciência”.

O Estudo

Considerado o maior estudo de vacinação em massa do país, a Secretaria de Estado de Saúde informa que mais de 100 mil pessoas foram imunizadas com a vacina da Janssen, contra a Covid-19, nos 13 municípios da região de fronteira em Mato Grosso do Sul.

Os índices nestes municípios se elevaram a partir da aplicação da vacina da Janssen. Os municípios participantes foram Mundo Novo, Japorã, Sete Quedas, Paranhos, Coronel Sapucaia, Aral Moreira, Ponta Porã, Antônio João, Bela Vista, Caracol, Porto Murtinho, Corumbá e Ladário.

Fonte: Portal do MS

Mato Grosso do Sul recebe mais 62.010 doses da vacina da Pfizer nesta terça-feira

O Governo do Estado recebe nesta terça-feira (19.10) do Ministério da Saúde nova remessa com 62.010 doses de vacina contra a Covid-19. Mato Grosso do Sul já aplicou a primeira dose em 77,44% da população geral e imunizou 62,43% das pessoas.

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, pediu empenho aos municípios para que apliquem as doses de vacinas durante o feriado prolongado. “Apesar de estarmos com a vacinação em estágio avançado em mato Grosso do Sul, precisamos continuar a aplicar as doses naquelas pessoas que ainda não tomaram a primeira dose e completar o esquema vacinal daqueles que tomaram a segunda dose”, disse.

A Secretaria de Estado de Saúde recebe 62.010  doses da vacina da Pfizer as 13h35 no voo LA3271.

As 62.010 doses da vacina da Pfizer irão ficar armazenadas na Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica (Ceve) e serão distribuídas conforme solicitação dos municípios.

Mato Grosso do Sul está entre os Estados que mais vacinaram a população no País, com 77,44% da população geral tendo recebido pelo menos uma dose e 62,43% com o esquema vacinal completo. 95,54% da população adulta vacinável maior de 18 anos receberam a 1ª dose do imunizante e 81,01% foram imunizados com a segunda dose. Até o momento foram vacinados 75,86% dos adolescentes vacinados com a primeira dose da Pfizer e 27,35% já tomaram a segunda dose.

Mato Grosso do Sul aplicou até o momento 3.925.336 doses, sendo 1.940.600 com a primeira dose, 1.518.197 com a segunda dose e 235.029 com dose única. Mato Grosso do Sul aplicou 230.820 doses de reforço, representando 43,78% do publico alvo.

Fonte: Portal do MS

Dourados adota Campanha Nacional de Multivacinação em todos postos de saúde

Campanha Nacional de Multivacinação começou na última sexta-feira (1) em todo país. Em Dourados, a Prefeitura, através do núcleo de imunização, oferta 18 tipos de vacinas que protegem crianças e adolescentes de doenças como poliomielite, sarampo, catapora e caxumba.

A campanha, que segue até o dia 29 de outubro, tem como público-alvo crianças e adolescentes de até 15 anos e está disponível nas 36 unidades do município. Com a pandemia, houve uma queda na busca pelas vacinas ofertadas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e, segundo o secretário adjunto de saúde, Edvan Marcelo Marques, manter a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes em dia é um desafio e uma questão de saúde pública.

O Brasil, que registrava índices de vacinação acima de 90% por décadas, viu esse patamar se reduzir nos últimos anos, baixando para cerca de 60% de cobertura vacinal, levando preocupação às autoridades sanitárias.

Doenças que eram consideradas erradicadas no país, como sarampo, por exemplo, voltaram a ser registradas, o que tirou do Brasil a condição de país livre do sarampo pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Recomendações

Ainda segundo a Sems (Secretaria Municipal de Saúde), pessoas com suspeita de covid-19, ou confirmação da doença, não devem ir aos locais de vacinação. A recomendação é o adiamento da vacinação até a resolução do quadro e passado o período de 14 dias de isolamento.

“As restrições serão filtradas pela equipe de profissionais das unidades, é muito importante lembrar que, em relação a vacina da covid-19, não existe contraindicação. Dessa forma, está recomendado a administração simultânea desse imunizante com os demais”, pontua Marques.

Vacinas

Entre as vacinas que estarão disponíveis nos postos durante campanha estão: BCG, Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba), Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).

Estarão disponíveis para atualização da caderneta de adolescentes as vacinas HPV, dT (dupla adulto), contra febre amarela, Tríplice Viral, Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

 

Fonte: Assecom

Setembro apresenta queda de 56% nas internações por covid em MS

A última semana de setembro mostra uma redução de 56% no número de pacientes internados por covid, em relação ao mesmo período de agosto. No último boletim divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), na segunda-feira (27), apresenta 115 pessoas que precisaram ser hospitalizados devido a doença.

Deste grupo de pacientes internados, 69 estão em leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e 46 precisam apenas de leitos clínicos. Neste mesmo período do mês passado (27 de agosto) eram 266 hospitalizados, ou seja, mostra-se uma queda de 56%. Segundo os especialistas este cenário positivo é em função do aumento do processo de vacinação no Estado.

“A vacinação explica essa queda em um cenário de flexibilização das medidas não farmacológicas e circulação da variante delta”, descreveu a médica infectologista Mariana Croda, que desde o começo do ano destacou que a imunização assim que fosse ampliada traria resultados positivos no Estado.

Esta avaliação também reflete no número de pessoas isoladas, em suas residências, devido a doença. Agora são 1.020 nestas condições, enquanto que em agosto eram 2.386, o que mostra uma diminuição de 57%. Um dos fatores que explicam a queda é a taxa de contágio, que se mantem abaixo de 0,90 desde a segunda quinzena de julho.

Aumento da vacinação

A imunização no Mato Grosso do Sul e no restante do Brasil começou em janeiro, no entanto só representou queda no número de casos, mortes e internados por covid a partir de julho, quando as doses começaram a se expandir em diferentes faixas etárias da população.

Em 2021 a pandemia começou a piorar no mês de março, com a chegadas das variantes da covid-19. As mortes seguiram em crescimento em abril (1.400), tiveram uma leve queda em maio (1.130) e voltaram a crescer em junho (1.321), no entanto começaram a cair em julho (685), seguindo neste ritmo de queda em agosto (395) e setembro (133).

Mato Grosso do Sul é destaque nacional desde o início da imunização, liderando o ranking entre os estados na aplicação tanto da primeira como na segunda dose. A distribuição dos imunizantes teve papel importante, com a entrega das vacinas em menos de 12 horas aos 79 municípios do Estado.

O Estado já vacinou 76% da população geral ao menos com a primeira dose. Se levar em conta o público adulto este percentual chega a 94%. Ainda neste grupo (adulto) a imunização completa (segunda dose ou dose única) ultrapassou os 74%.

Fonte: Portal do MS

Dourados inicia aplicação da Dose 3 nesta terça-feira

A Prefeitura de Dourados, através do setor de Imunização, convoca a população de 80 anos ou mais para receber a Dose 3 do imunizante contra a Covid-19. Todos que tomaram as duas doses do imunizante até o dia 03 de março, independente do laboratório, deverão procurar pela terceira dose.

Nesta terça-feira (31), será realizado o drive-thru no Pavilhão de Eventos Dom Teodardo Leitz, com início às 14h e previsão de término às 19h. A Dose 3 tem intervalo de seis meses da aplicação da Dose 2 e vem para reforçar a imunização contra a doença, inicialmente, em idosos.
Para tomar a Dose 3 o idoso precisa estar com documento com foto, CPF e comprovante da Dose 2.

Recomendação do Ministério da Saúde

A dose de reforço anunciada pelo Ministério da Saúde na última quarta-feira (25). De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, a dose extra vale para quem tomou qualquer vacina usada na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 e será realizado, preferencialmente, com uma dose da Pfizer/BioNTech.

A nova etapa da vacinação foi definida após reunião entre o Ministério da Saúde, representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

 

Fonte: Assecom

MS inicia vacinação em idosos com dose de reforço e reserva doses para adolescentes

Com chegada de novas doses de vacina contra a Covid-19, Mato Grosso do Sul iniciou a vacinação com dose de reforço em idosos com 60 anos ou mais, residentes em instituições de longa permanência e em idosos com 80 anos ou mais, além de pessoas com alto grau de imunossupressão. Só pode tomar o imunizante quem já se vacinou com a segunda dose (D2) da vacina Coronavac há seis meses.

Além deste grupo, o Estado conta com a parceria dos municípios que realizam de forma simultânea, a busca ativa em pessoas acima de 18 anos ou mais, ou pessoas que ainda não se vacinaram, além de realizar a imunização em adolescentes de 17 a 12 anos de idade de forma gradual.

Para o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, Mato Grosso do Sul se tornou exemplo para o país pois concluiu o esquema vacinal atingindo 90% de vacinados com pelo menos uma dose, principalmente, em pessoas acima de 18 anos ou mais. “Estamos na vanguarda no país, pois graças a eficiência de nossas equipes, concluímos os esquemas vacinais atingindo 90% de vacinados com pelo menos uma dose aplicada. Por isso, iniciamos a vacinação da dose de reforço nos idosos por estamos avançados na imunização, infelizmente, não poderíamos aguardar 20 dias até o Ministério da Saúde iniciasse a vacinação com a dose reforço nos grupos dos idosos e imunossuprimidos”.

A Secretaria de Estado de Saúde publica ainda nesta sexta-feira (27), no Diário Oficial do Estado, a Resolução Ad Referendum Nº 198/CIB/SES, que trata quanto a distribuição das 81.440 doses de vacinas que chegaram no Estado, sendo 37.440 doses de vacinas Pfizer e 44.000 doses de vacinas Coronavac. Os imunizantes já foram enviados para os municípios nesta manhã.

Veja como fica a distribuição dos imunizantes:

Pfizer

Do total das 37.440 doses de vacinas da Pfizer, 2.274 serão empregadas pelos 79 municípios, como terceira dose (D3) em idosos com 60 anos ou mais, residentes em instituições de longa permanência, que tomaram a segunda dose (D2) da vacina Coronavac há seis meses.

Já o quantitativo de 23.934 doses de vacinas Pfizer será empregado pelos 79 municípios, como terceira dose (D3), em idosos com 80 anos ou mais. E também em pessoas com alto grau de imunossupressão: Imunodeficiência primária grave, quimioterapia para câncer, transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) em uso de drogas imunossupressoras e pessoas vivendo com HIV/Aids com CD4, uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias, uso de drogas modificadoras da resposta imune, pacientes em hemodiálise, pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas (reumatológicas, auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias)), que tomaram a segunda dose (D2) da vacina Coronavac há seis meses.

O quantitativo de 11.232 doses de vacinas Pfizer foi reservado para que seja aplicado pelos 79 municípios, como primeira dose (D1), para a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos de idade, em ordem decrescente de idade, iniciando pelos que tenham 17 anos, e assim sucessivamente, até o limite de 12 anos de idade, com ou sem comorbidades.

Coronavac

Quanto as 44.000 doses de vacinas Coronavac, 18.800 doses de vacinas Coronavac serão empregados para a realização da segunda dose (D2) em indivíduos vacinados com a primeira dose (D1) distribuídas no dia 10 de agosto de 2021.

Já o quantitativo de 15.090 doses de vacinas Coronavac será empregado pelos municípios para realizar a aplicação da primeira dose (D1) em indivíduos de 18 anos ou mais que ainda não tomaram a dose.

E 10.110 doses de vacinas Coronavac de perda operacional permanecerá armazenado na Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica (CEVE), para ajustes operacionais, de acordo com as necessidades dos municípios.

 

Fonte: Portal do MS

Ministro diz que 3ª dose começará por idosos e profissionais de saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quarta-feira (18) que a terceira dose da vacina será aplicada, inicialmente, em idosos e profissionais da saúde. Entretanto, Queiroga não informou quando a dose de reforço começará no Brasil e que mais dados científicos são necessários.

“Estamos planejando para que, no momento que tivermos todos os dados científicos e tivermos o número de doses suficiente disponível, já orientar um reforço da vacina. Isso vale para todos os imunizantes. Mas para isso, nós precisamos de dados científicos, não vamos fazer isso baseado em opinião de especialista”, explicou o ministro.

“Sabemos que os idosos têm um sistema imunológico comprometido e por isso eles são mais vulneráveis. Pessoas que tomaram duas doses da vacina podem adoecer com a Covid, inclusive ter formas graves da doença. Mas se compararmos os que vacinaram com duas doses e aqueles que não vacinaram, o benefício da vacina é incontestável”, disse Queiroga.

Diminuição do intervalo da Pfizer

Queiroga também disse que o Ministério da Saúde considera diminuir o intervalo entre doses da vacina da Pfizer para 21 dias em setembro. Segundo estimativas do governo, todos os brasileiros irão receber a primeira dose da vacina até o próximo mês.

Atualmente, o ministério recomenda o espaçamento de 90 dias entre doses. Na bula da vacina, o período previsto é de 21 dias.

“O intervalo da Pfizer no bulário é de 21 dias. Para avançar no número de brasileiros vacinados com a primeira dose, resolveu-se ampliar o espaço para 90 dias. Agora que nós já vamos completar a D1 [primeira dose] em setembro, estudamos voltar o intervalo para 21 dias para que a gente possa acelerar a D2 [segunda dose]. Se fizermos isso, em outubro teremos mais de 75% da população vacinada com a D2”, disse o ministro.

Em julho, Queiroga já havia sinalizado que a diminuição do intervalo entre doses da Pfizer só ocorreria após a aplicação de 1ª dose em todos os adultos vacináveis.

 

Fonte: Portal G1

 

Período crítico de doações deixa os estoques do Hemosul em situação de alerta

Hemosul alerta sobre o baixo estoque de sangue e convoca a população para praticarem o ato de doar. Fatores como frio, índices baixos da umidade relativa do ar e a pandemia são considerados como os principais causadores da diminuição nas doações. A queda pode chegar até 70%.

Outro fator que afasta as pessoas da consição de doadores, a vacinas contra o coronavírus também desabilitam, temporariamente, os doadores de sangue. “Nós sentimos essa queda nas doações todos os anos nesses meses de temperaturas mais baixas. Com a pandemia ficou ainda mais crítico, pedimos o apoio de toda a população do estado para que procurem os bancos de coleta e faça sua doação. A cada bolsa doada podemos salvar até quatro vidas e precisamos da ajuda de vocês para continuarmos ajudando aqueles que precisam” apela a Coordenadora Geral da Rede Hemosul Marli Vavas.

Todas as tipagens sanguíneas são bem-vindas, principalmente:  O+ que está apenas com 39% do estoque estratégico; O – com apenas 29% ; B + com 30% do estoque.

Critérios para doação de sangue:

– Comparecer ao Hemosul, munido de documento oficial com foto

– Estar em boas condições de saúde, não estar gripado, doenças respiratórias ou com infecções

– Estar descansado, bem alimentado e hidratado

– Ter entre 16 e 69 anos (menores entre 16 e 17 anos podem doar com acompanhamento e autorização do responsável legal)

– Pesar no mínimo 55 quilos

– Homens podem doar até quatro vezes ao ano com um intervalo mínimo de dois meses. Mulheres podem doar até três vezes ao ano com um intervalo mínimo de três meses.

– Vacinas contra covid-19:

Coronavac – esperar 48h para doar
Pssenfizer, Astrazeneca e Jan – esperar 7 dias para doar

 

Fonte: Portal do MS

 

Em cerca de 20 dias, Dourados realiza 18 mil atendimentos na atenção básica de saúde

Em 22 dias, entre o dia 13 de julho e 2 de julho, a atenção básica de Dourados realizou 18.669 atendimentos nas UBS (Unidade Básica de Saúde), já no PAM (Posto de Assistência Médica) foram 592 consultas na área verde e 2.036 atendimentos na área vermelha.

Apenas nas unidades básicas, a média diária de atendimento foi de 849,9. O último levantamento, que corresponde ao período entre o dia 24 de junho e 11 de julho, registrou média diária de 816 atendimentos. Se comparado, houve um aumento percentual de 4% entre os períodos.

Atualmente, as unidades básicas prestam atendimento tanto a casos não respiratórios, quanto para Covid-19. A UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Dr. Afrânio Martins, no período de 22 dias, o pronto atendimento atendeu 2.532 mil adultos e 560 crianças. A área vermelha da UPA recebeu 14 pacientes e a área amarela, 122. Já o setor Covid, realizou 30 atendimentos de casos suspeitos da doença.

Neste período, o Hospital da Vida realizou no setor Covid, 4 internações e 3 altas. Já o atendimento de outras patologias, que continuam sendo feitas no hospital, foram 1.076 ambulatoriais, no qual foram registradas 250 internações e 268 altas.

Fonte: Assecom

Dourados tem mais de 85% da população adulta vacinada com Dose 1

Dourados já tem 85,58% da população adulta vacinada contra a Covid-19 com a Dose 1. Os dados são do E-vacine, o vacinômetro MS. Esta métrica leva em conta apenas a população com 18 anos ou mais, que podem receber todas as vacinas já aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ao todo, são 168.133 pessoas nesta categoria, das quais 130.485 já receberam ao menos a Dose 1.

O município já recebeu 208.986 doses, entre “Doses 1, 2 e Única”, e aplicou 196.930 doses. São 130.485 referentes a Dose 1, 53.042 referentes a Dose 2 e mais 13.403 referentes a Dose Única.

Segundo o secretário adjunto de Saúde e coordenador da Imunização, Edvan Marcelo Marques, os números refletem o empenho de Dourados em aplicar o mais rápido o possível todas as doses. “São dezenas de profissionais focados na missão de aplicar todas as doses no menor tempo possível. Importante ressaltar que além de aplicar as doses, há um trabalho importante de lançamento dos dados nas plataformas federal e estadual”, ressalta.

Para o prefeito Alan Guedes os dados mostram que os douradenses querem se vacinar. “Temos uma adesão muita boa em todas as faixas etárias e continuamos trabalhando para chamar o público jovem para a imunização. É com vacina no braço que iremos vencer este momento difícil”, disse.

Atualmente, Dourados tem a campanha de imunização voltada para a aplicação da Dose 2. Até sexta-feira (6), vários pontos estão aplicando a dose 2 para quem tomou a Dose 1 da AstraZeneca e Pfizer até o dia 22 de maio e Coronavac até o dia 07 de julho.

 

Fonte: Assecom

Gestantes, puérperas e lactantes podem se vacinar contra Covid-19 nesta quarta-feira em Dourados

A Prefeitura de Dourados, por meio da Sems (Secretaria Municipal de Saúde), segue com o calendário de imunização contra a Covid-19 para gestantes, puérperas e lactantes. O grupo pode procurar o CCI – André Chamorro (Centro de Convivência do Idoso) nesta quarta-feira (28), a partir das 13h. As doses são limitadas.

Lembrando que podem se vacinar gestantes acima de 18 anos, em qualquer período gestacional, desde que apresente uma recomendação médica com a autorização para receber o imunizante, e ainda, é preciso levar documento com foto e comprovante de residência.

Já as puérperas e lactantes com 18 anos ou mais, e com filhos de até 2 anos, devem levar documento com foto, CPF, comprovante de residência e certidão de nascimento da criança.

 

Fonte: Assecom

Saúde decide reduzir intervalo entre doses de vacina da Pfizer de 3 meses para 21 dias

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, afirmou nesta segunda-feira que o intervalo na aplicação das duas doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 vai diminuir de três meses para 21 dias, conforme previsto na bula do imunizante.

“A gente está só estudando qual é a melhor timing disso, mas que vai diminuir, vai. A gente está estudando junto com Conass e Conasems para, em tripartite, verificar qual a melhor data de reduzir o prazo de 3 meses para 21 dias, encurtando o prazo pontuado pela bula da Pfizer”, disse ele, em entrevista na porta do ministério, referindo-se a colegiados estaduais e municipais da área de saúde.

Desde que começou a ser usada no país, no mês de maio, a vacina da Pfizer sempre teve prazo de 90 dias entre as duas doses, com base em eficácia apontada em um estudo realizado no Reino Unido, mas contrariando a bula do imunizante e adotando um intervalo igual ao da vacina AstraZeneca no país.

O intervalo maior foi uma alternativa para ampliar a campanha de imunização mediante a escassez de doses, e o anúncio da redução agora ocorre em um momento de maior oferta de vacinas por parte da Pfizer e dos demais fornecedores.

Fonte: Infomoney