sexta-feira, 29 de agosto de 2025

A cada 10 pessoas em MS, 3 foram completamente imunizadas

Líder em vacinação, Mato Grosso do Sul atingiu nesta quinta-feira (22) a marca de 30% da população com a 2ª dose ou vacina de aplicação única contra a Covid-19. São 842.858 sul-mato-grossenses completamente imunizados, 22.174 com a dose única e 620.684 com a chamada D2. Isso significa que a cada 10 sul-mato-grossenses, três já estão completamente imunizadas contra a Covid-19.

Considerando apenas a população vacinável (com 18 anos ou mais ou com comorbidades), 74,43% já receberam pelo menos uma dose dos imunizantes e 40,49% estão completamente imunizados.  Ao todo, Mato Grosso do Sul aplicou 2.170.122 doses nos 79 municípios. Os números são do Vacinômetro, disponível no Portal do Governo Estadual e no site da Secretaria de Saúde.

Para o governador Reinaldo Azambuja, o desempenho do Estado é resultado da sintonia das equipes. “Desde o início, dialogamos muito bem com os 79 municípios. A vacina chega a Campo Grande e em menos de 12 horas é distribuída às prefeituras. Criamos uma logística com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública, bombeiros e policiais que pegam as vacinas nas centrais e distribuem rapidamente e isso resulta no avanço da vacinação. O Estado detém a distribuição, mas ele não tem as equipes, quem aplica são os trabalhadores das unidades de saúde”, disse.

Mato Grosso do Sul também foi beneficiado com o estudo VEBRA COVID-19 (Vaccine Effectiveness in Brazil Against COVID-19) com a completa imunização dos 13 municípios que fazem fronteira com Paraguai e Bolívia. E as sobras das vacinas foram distribuídas aos outros 66 municípios.

Apesar do avanço na vacinação, a recomendação da Secretaria de Estado de Saúde é manter as medidas de prevenção, evitando aglomerações, usando máscaras de proteção e mantendo a higienização das mãos. Mato Grosso do Sul caminha a passos largos para ser a primeira Unidade da Federação a atingir a imunidade de rebanho, o que pode acontecer, na previsão dos gestores, no fim de agosto.

Foto: Portal do MS

PINHÃO: Delícia de época que invade cardápio do inverno

As baixas temperaturas chegam e junto delas a vontade de saborear alimentos típicos do inverno. Além de apresentar diversos benefícios, o pinhão é uma excelente alternativa para abusar da criatividade no preparo de pratos variados. A nutricionista do Fort Atacadista, Letícia Tizziani, destaca as vantagens dessa semente para a saúde e recomenda três receitas para os apaixonados pela gastronomia explorarem seus dotes culinários.

O pinhão é rico em potássio, fósforo, minerais e vitaminas do complexo B. Esses nutrientes são responsáveis, principalmente, pela saúde cardiovascular e cerebral. “Esse alimento ajuda no controle da pressão arterial e melhora a memória e o raciocínio. Seu consumo também é excelente para a visão – diminui os riscos de catarata – e contribui na prevenção do câncer e do envelhecimento precoce”, afirma a nutricionista.

As fibras presentes no pinhão também oferecem benefícios. Elas regulam o intestino, previnem a prisão de ventre, ajudam na retenção de líquidos, aumentam a sensação de saciedade e contribuem para a absorção dos nutrientes. “A semente também possui ferro, cobre e vitamina C. Por isso, o pinhão fortalece o organismo, prevenindo contra gripes e resfriados, e tem um importante papel no combate a anemia”, ressalta Tizziani.

Entre as dúvidas principais dos consumidores de pinhão é se a semente pode ocasionar sobrepeso. A nutricionista explica que o carboidrato em excesso pode ser responsável pelo aumento do peso. Entretanto, o consumo moderado é aliado de dietas, auxilia no emagrecimento saudável e favorece a prática de exercícios físicos. “O pinhão tem funções semelhantes às da batata-doce. As proteínas e fibras do alimento contribuem para o crescimento e fortalecimento dos músculos, que motiva a queima de calorias. Tudo é questão de equilíbrio. Uma alimentação balanceada permite o consumo de qualquer carboidrato”.

Apesar de indispensável o cuidado com a alimentação, Tizziani esclarece que receitas que fogem da dieta também podem ser preparadas eventualmente. “Sempre é bom sair da rotina. Podemos fazer refeições com condimentos especiais, que nem sempre são saudáveis. Nesse caso, é necessário avaliar a frequência em que esses pratos diferenciados são consumidos. Separei três receitas que podem ser alternativas para saborear o pinhão neste inverno, mas que devem ser ingeridas com moderação”, destaca a nutricionista.

ENTREVERO 

A primeira receita é tradicional, prática e saborosa! Aprenda a fazer entrevero! Separe 400 gramas de alcatra em cubos; 400 gramas de lombo suíno; 400 gramas de bacon; dois dentes de alho amassados; duas cebolas; pimentão vermelho, amarelo e verde; 300 gramas de pinhão cozido; um tomate picado; sal, cebolinha e salsinha a gosto.  Em uma frigideira ou em um disco, frite o bacon. Acrescente os pimentões e deixe cozinhar. Em seguida, adicione a cebola e o alho. Espere fritar. Depois coloque a alcatra e a carne suína. Adicione o tomate, os pinhões e, por último, a salsinha e cebolinha. Seu entrevero está pronto para servir!

SEM CARNE! 

O vegetarianismo e o veganismo ganham cada vez mais força. Porém, para os que não consomem carne também existe uma variedade de pratos tradicionais e especiais. Confira como preparar hambúrguer vegetariano e strogonoff vegano!

O primeiro passo para fazer seu lanche é preparar o hambúrguer sem carne.  Separe uma xícara de lentilha crua; quatro xícaras de água; meia xícara de cebola picada; uma colher de azeite; meia xícara de farinha, meia xícara de aveia e temperinho verde, sal e cominho a gosto. Cozinhe a lentilha e adicione: alho, cebola, azeite, temperinho verde, sal e cominho. Acrescente o farelo de aveia e a farinha. Em seguida, corte a massa em partes iguais e modele os hambúrgueres. Reserve no freezer por uma hora. Depois frite ou se preferir asse.

“A primeira etapa está pronta. Para rechear basta usar a criatividade! Escolha o pão de sua preferência. Não se esqueça dos molhos! Sugiro maionese verde, guacamole, mostarda ou barbecue. Coloque o pinhão cozido, ovo, tomate e queijo. Adicione o hambúrguer de lentinha e finalize com salada. A rúcula e o agrião podem ser excelentes alternativas para harmonizar com os molhos agridoces. O próximo passo é colocar em uma forma e aquecer no forno somente o tempo necessário para derreter o queijo e saborear seu burguer quentinho!”, recomenda Tizziani.

O strogonoff vegano é ainda mais fácil de preparar. Confira os ingredientes: duas xícaras de pinhão cozido; uma cebola picada; um dente de alho; uma colher (sopa) de azeite; quatro colheres (sopa) de molho shoyu; uma xícara de ketchup e 250 gramas de creme de leite de soja e sal a gosto. “O preparo é simples. Basta adicionar um pouco de azeite na panela e refogar a cebola e o alho. Em seguida, acrescente o pinhão e deixe fritar. Quando o pinhão estiver dourado coloque o molho shoyu e o ketchup. Finalize com o creme de leite de soja. Agora, escolha sua receita favorita e aproveite mais uma delícia de inverno!”, afirma a nutricionista.

 

Assessoria

Média móvel de novos casos de Covid sobe e reforça alerta de cuidados

Mais 2.130 novos casos de Covid-19 foram confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (25), elevando para 1.333 a média de positividade diária nos últimos 7 dias. A ligeira elevação do indicador nas últimas 24 horas acende alerta para a manutenção das medidas preventivas por parte da população.

“Nós estamos tendo um aumento de ontem pra hoje com a média móvel de 1.333. Com 2.130 casos, realmente teremos médias móveis altas mesmo. A circulação viral ainda está grande em Mato Grosso do Sul” alertou a secretária adjunta da SES, Crhistinne Maymone.

Os cinco municípios que mais acumulam novos casos confirmados são: Campo Grande (+1.201), Dourados (+88), Três Lagoas (+54), Aquidauana (+47) e Ivinhema (+46).

Ainda assim, o indicador da taxa de contágio apresenta sinais de melhora, ao que o secretário de saúde, Geraldo Resende atribui as medidas restritivas.

“A nossa taxa de contágio começa a decrescer, pelo menos, com uma semana. Sinal que as medidas restritivas tão combatidas por alguns, deram certo. Poderíamos ter um decréscimo mais acentuado, mas tivemos esse decréscimo, mesmo de pequena monta significa tantas vidas que foram salvas. Hoje a taxa de contágio é de 1.03, ou seja, cada 100 contamina 103”, afirmou.

Dos 14.980 casos ativos em Mato Grosso do Sul, 13.968  estão em isolamento domiciliar. São 1.012 pacientes hospitalizados em leitos clínicos (476) e unidade de terapia intensiva (536).

As taxas de ocupação de leitos está abaixo dos 100% em todas as macrorregiões, ainda assim com índices elevados: Campo Grande (99%), Dourados (91%), Três Lagoas (95%) e Corumbá (96%).

Mais 41 mortes foram registradas em Mato Grosso do Sul. Os municípios de residência dos pacientes que tiveram o quadro agravado com evolução para óbito são: Campo Grande (+24), Ponta Porã (+4), Aquidauana (+2) e Dourados (+2). Aparecida do Taboado, Camapuã, Corumbá, Douradina, Maracaju, Nova Andradina, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas tiveram um óbito cada.

A média móvel indica que diariamente 39,3 pacientes não resistiram à doença na última semana. Do início da pandemia até esta sexta-feira foram 7.993 mortes registradas no Estado.

 

Fonte: Portal do MS

Vereadora Liandra acompanha prefeito Alan em Brasília e reforça pedidos para a Saúde

À convite do prefeito Alan Guedes (PP), a vereadora Liandra da Saúde (PTB) participa de agenda em Brasília com reuniões em diversos órgãos do Governo Federal.

Na manhã de ontem (23), ela acompanhou o chefe do Executivo juntamente com os secretários de Governo Henrique Sartori, de Obras Públicas Luis Gustavo Casarin, além da vereadora Daniella Hall (PSD), em um compromisso na Sudeco (Superintendência do Desenvolvimento do Centro Oeste). O líder do Governo Federal, deputado federal Ricardo Barros (PP), também participou do encontro.

A vereadora esteve ainda no Ministério da Saúde, em audiência com o ministro Marcelo Queiroga, a secretária especial de combate à Covid-19, Rosana Melo e a senadora Soraya Thronicke (PSL).

Em pauta, o prefeito Alan Guedes apresentou relatório técnico do resultado positivo das medidas restritivas aplicadas no município para enfrentamento a pandemia e também outras demandas e reinvindicações relacionadas à Saúde.

Liandra reforçou ao ministro Queiroga a importância da repactuação com programas do Ministério, visando oferecer o suporte necessário no atendimento aos pacientes dos 33 municípios que compõem a macrorregião de Dourados, principalmente na liberação para ativação de leitos de enfermaria nos hospitais da região.

A vereadora destacou ainda os apontamentos apresentados pelo prefeito Alan, na requalificação da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), demandas da Saúde Indígena, a necessidade da descentralização de recursos para duas obras no município e ainda a ampliação mais ágil do programa de imunização contra a Covid-19.

Para Liandra, a agenda com o ministro consolida as ações que estão sendo desenvolvidas na Saúde e coloca o município de Dourados como uma das referências no cenário nacional de enfrentamento ao coronavírus.

“Os dados técnico-científicos apresentados pelo prefeito Alan demonstram que as ações de combate à Covid são positivas, considerando a situação extrema que estávamos por conta da falta de vagas em UTI. Destacamos ainda a logística durante a vacinação no sistema drive thru, do Pavilhão de eventos e nas Unidades Básicas de Saúde”, ressaltou.

Nesta quinta-feira (24), a vereadora participa de mais uma agenda junto do prefeito e secretários municipais, desta vez na secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, do Ministério da Economia, onde será discutido o novo traçado da Ferroeste.

Fonte: Assessoria

Com todas as Doses 1 aplicadas, Dourados aguarda nova remessa de vacinas contra Covid

A prefeitura de Dourados, através da Sems (Secretária Municipal de Saúde), informa que aplicou todas as “doses 1” de vacina contra a Covid-19. Segundo o núcleo de imunização, devido ao pouco quantitativo de doses, a vacinação Dose1 continuou apenas no drive do pavilhão Dom Teordardo, na manhã desta quarta-feira (16). As 550 doses que restavam foram destinadas às pessoas com 48 anos ou mais.

No Centro de Convivência do Idoso André Chamorro ainda ocorre a aplicação da Dose 2 nas pessoas que ainda estão com o reforço da Coronavac em atraso, e também naqueles que tomaram a Dose 1 da AstraZeneca.

Nos últimos dois dias, mais de 1,5 mil pessoas foram vacinadas com Dose 1 no município. O período de intervalo entre a Dose 1 e a Dose 2 para quem tomou AstraZeneca e Pfizer é de 90 dias. Para quem tomou Coronavac, o intervalo é de 28 dias.

 

Fonte: Assecom

Atenção primária realiza mais de 7,1 mil atendimentos durante lockdown em Dourados

A atenção primária de Saúde de Dourados realizou 7.128 atendimentos apenas nas UBS (Unidade Básica de Saúde) durante os primeiros 10 dias de lockdown. Já os atendimentos para casos de Covid-10, estão sendo direcionados para o PAM (Posto de Assistência Médica) e na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que atuam como retaguarda para o HV (Hospital da Vida).

A UPA atendeu no período de 10 dias cerca de 117 adultos e 36 crianças, dos quais 65 foram no setor Covid da unidade. Até ontem (8), 6 estavam na área vermelha e 16 na área amarela, em que 11 estavam positivos e 08 aguardando resultado para verificar a existência da doença.

Mas, ontem (9), quatro pacientes da área vermelha foram transferidos para São Bernardo do Campo, em São Paulo, em busca de um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) disponível.

Já no PAM, os atendimentos relativos à Covid foram registradas 831 consultas das quais foram colhidos 637 exames RT-PCR, o mais confiável na identificação da doença. Já no bloco verde, em que são realizados atendimentos clínicos, foram identificadas 192 consultas médicas.

O diretor-presidente da Funsaud (Fundação dos Serviços de Saúde de Dourados), Jairo José de Lima, explica que as unidades que estão voltadas para o atendimento de saúde acabam, por vezes, ainda realizando outros atendimentos.

“Nós temos buscado atender nesses pontos apenas casos de Covid-19, mas algumas pessoas acabam buscando assistência médica e nós recebemos e cuidamos deste paciente. Com o encerramento das atividades do drive dos Bombeiros, na realização de testes para Covid, houve um aumento desta demanda nos últimos dias”, aponta.

Já o Hospital da Vida, que mantém seus atendimentos em outras patologias, realizou o atendimento ambulatorial de 574 pacientes, 92 internações e 150 altas neste período. Já no setor Covid, foram registradas 14 internações e 12 altas médicas.

 

Fonte: assecom

Começa hoje vacinação contra influenza para todos grupos

A 23ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe entra em sua terceira fase a partir desta quarta-feira (9). Todos os grupos elencados pelo ministério da saúde podem receber a dose da influenza.

De hoje até o próximo dia 9 de julho, podem se vacinar: gestantes, mães com até 45 dias após o parto, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores, doentes crônicos, caminhoneiros, pessoas com deficiência permanente, membros das forças de segurança e salvamento e Forças Armadas, motoristas e cobradores de transporte coletivo e trabalhadores portuários.

Em Dourados a procura segue baixa, apenas 26.256 doses foram aplicadas, o público alvo é 104.896, deixando a cobertura vacinal em 24,9%. “Lembramos que quem é do grupo prioritário para as duas vacinas, Influenza e Covid-19, você deve tomar as duas, respeitando o intervalo de 14 dias entre elas”, explica o secretário municipal de Saúde, Edvan Marcelo Marques.

As unidades de saúde urbanas, que estão vacinando contra influenza, são: Novo Horizonte, Seleta, Cuiabazinho, Vila Hilda, Campo Dourado, Carisma, Piratininga, Chácara dos Caiuás, Maracanã, Cabeceira Alegre, Parque das Nações II, Jockei Clube, Guaicurus, Vila Vieira e no Bem Te Vi.

Segundo o secretário de saúde, com a pandemia da Covid-19, a imunização contra a gripe se tornou ainda mais importante. A vacina deixa o sistema imunológico 80% protegido contra cepas do vírus influenza.

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, podendo também causar pandemias. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de influenza podem variar de quadros leves a graves e podem levar ao óbito.

 

Fonte: Assecom

Covid -19 pode deixar herança maldita na vida de quem teve a doença

O Estado de Mato Grosso do Sul registrou, desde o início da Pandemia, mais de 263.613 pessoas que venceram a Covid 19. No entanto, e segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 10% dos pacientes que foram infectados pelo vírus apresentam algum tipo de sintoma permanente, mesmo após a cura.

Para uma parcela de acometidos, em especial os casos mais graves com internação, suporte em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ventilação mecânica apresentam maiores chances de eventuais consequências com possibilidade de persistirem.

Desde que surgiram os primeiros casos, em dezembro de 2019 na China, a literatura médica vem registrando sequelas que podem atingir diferentes partes do organismo. Até mesmo depois de meses do contágio e da alta médica, existe a chance de surgirem incidentes relacionados ao SARS-CoV-2.

De acordo com especialistas, pacientes que tiveram quadros graves que exigiram internação, suporte em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ventilação mecânica apresentam maiores chances de eventuais consequências com possibilidade de persistirem.

Entre as sequelas mais comuns estão tosse seca, cansaço, fraqueza muscular, dor de cabeça e perda de olfato e paladar. Os sintomas podem perdurar por algumas semanas.

Também há casos de problemas cardíacos, como miocardite (inflamação no músculo do coração) e pericardite (inflamação na membrana que reveste o órgão), que podem levar a sintomas como arritmias. Outra inflamação relatada por especialistas é a miosite, que acomete os músculos e provoca riscos de fraqueza aguda e generalizada.

O rol de infecções sérias desencadeadas pelo coronavírus envolve problemas pulmonares como a fibrose, um enrijecimento progressivo do pulmão capaz de ocasionar falta de ar e má circulação sanguínea. Além disso, podem ocorrer problemas neurológicos mais graves, como sequelas variáveis de AVC (acidente vascular cerebral).

A saúde mental também é afetada
Depois de cuidar dos dois filhos e do marido em 2020, todos com Covid 19, a profissional de saúde, Ana Flávia, 42 anos também se contaminou no início deste ano. Todos, felizmente, não tiveram complicações. Mas dois parentes não resistiram a doença. Há dois meses, Ana Flávia percebeu que estava se sentindo muito desanimada com a vida, uma tristeza frequente e choro fácil. Ao procurar um especialista, veio o diagnóstico inesperado: depressão. “Sempre fui muito forte nas adversidades, mas percebi que a Pandemia me deixou exausta emocionalmente”, revelou.

Na opinião da médica infectologista, integrante do COE/MS, Mariana Croda, que participa de um projeto de pesquisa sobre o assunto, as sequelas podem atingir inclusive pacientes com poucos sintomas ou assintomáticos. “A principal é a fadiga, esse cansaço, que pode durar alguns meses, mas é algo persistente. Vale ressaltar que ainda não temos um acompanhamento a longo prazo para definir qual o período que essas sequelas ficam, e se elas são permanentes, ou não”.

Segundo Mariana, há relatos de perda do olfato e paladar por mais de seis meses depois da doença e ainda sem a recuperação completa desses sintomas. “ O vírus causa manifestações neurológicas e isso pode se manifestar de várias formas: dores crônicas, dor de cabeça. Estamos vendo também outras doenças, como as de saúde mental, que também pode estar relacionado: depressivos, episódios de psicose, que também estão acompanhando a covid”.
Outra linha de estudo aponta para doenças de cunho autoimune, no pós-covid. “Quando seu corpo começa a produzir substancias não reconhecendo você como você mesma e ataca alguns locais e isso inclui as dores articulares, as artralgias, que são os problemas nas articulações, as artrites e algumas outras manifestações mais graves”.

Conforme a superintendente de Relações Institucionais, Eliana Dalla Nora, a maioria das sequelas atendidas pelo setor de reabilitação do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) são motora, seguida de problemas cardiológicos e oftalmológicos. Falta de visão, por exemplo, é um dos problemas detectados e necessita de reabilitação.

 

Fonte: Portal do MS

Sputnik tem eficácia de 78,6% com 1 dose em idosos, aponta estudo preliminar

A vacina Sputnik V apresentou 78,6% de eficácia para evitar novas infecções da Covid-19 após a aplicação de apenas 1 dose em idosos na província de Buenos Aires, aponta estudo preliminar divulgado nesta quarta-feira (2) pelo governo argentino.
O monitoramento acompanhou mais de 180 mil moradores da capital da Argentina e da região metropolitana entre dezembro de 2020 e março de 2021 – cerca de 40 mil foram vacinados. Os resultados, com a metodologia e dados completos ainda não foram publicados em revista científica.

“O estudo indica uma eficácia de 78,6% para evitar casos de Covid-19, de 84,7% para evitar as mortes e de 87,6% para reduzir hospitalizações em pessoas de 60 a 79 anos”, disse em nota o governo de Buenos Aires.

A aplicação de apenas a 1ª dose da vacina foi registrada pelo Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês) como Sputnik Light, uma forma de acelerar a imunização sem a necessidade de aplicar duas doses e garantir a eficácia da proteção.
O estudo argentino foi o primeiro realizado fora da Rússia que acompanhou este regime de aplicação de vacinas em um “cenário de mundo real”. Um levantamento anterior apontou 79,4% de eficácia neste formato de aplicação em pacientes russos, de acordo com o fundo.

 Destaques do estudo

 186.581 pessoas com idades entre 60 e 79 anos foram acompanhadas pelas autoridades de saúde da região
idosos com mais idade não foram considerados por ser uma amostragem pequena
os pacientes foram vacinados entre 29 de dezembro de 2020 e 21 de março de 2021
pacientes que antes da vacina já se infectaram com o Sars-Cov-2 foram retirados do estudo
40.387 mil dos voluntários receberem a 1ª dose da vacina durante este período, 146.194 não foram imunizados – grupo usado para comparação

Sputnik V no Brasil

A Sputnik V vem sendo questionada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma das principais questões é que não deveria haver vírus capazes de se replicar em sua composição, e, segundo a Anvisa, os dados das pesquisas mostram que a Sputnik V tem isso.
A agência vetou pedidos de importação da vacina russa porque diz que não pode confiar na segurança, eficácia e qualidade do imunizante diante da ausência de informações que foram requisitadas.

Adenovírus replicante na vacina Sputnik V: entenda o que levou Anvisa a negar importação

Na próxima sexta-feira (4), a Anvisa deve apresentar o parecer sobre novos pedidos de importação do imunizante russo Sputnik V e do indiano Covaxin, ambos para o combate à Covid-19.

Fonte: G1

Prefeitura de Dourados convoca público alvo para vacinação contra Influenza

A Prefeitura de Dourados já aplicou mais de 19 mil doses do imunizante contra a Influenza, porém, esse montante representa apenas 18% da população do público alvo municipal contemplado pelo PNI (Programa Nacional de Imunização). A expectativa é vacinar até o fim da campanha cerca de 104.486 pessoas. A imunização teve início no dia 10 de abril e a procura está abaixo do esperado pelo município.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Imunização, Maura Barroso, um número maior de vacinados era esperado. “A procura nos postos tem estado abaixo do esperado e com a pandemia, a imunização contra a Influenza é ainda mais importante, já que a vacina deixa o sistema imunológico 80% protegido contra cepas do vírus influenza”, aponta.

Isso porque a vacina da gripe evita que o vírus influenza sobrecarregue o sistema respiratório, o que reduz o risco de contágio por coronavírus. O secretário municipal interino de Saúde, Edvan Marcelo Marques, aponta ainda que a vacinação é de extrema importância no momento devido a pandemia e caso seja contemplada a pessoa deve tomar os dois imunizantes.

“A população precisa buscar o posto mais próximo de sua casa que realize a vacinação. Muitos dos que estão sendo contemplados pela Influenza, também são contemplados pela vacina contra a Covid, mas nestes casos é importante cumprir o intervalo de 14 dias entre as doses”, destaca.

Nas três fases da campanha, a meta é aplicar 104.486 doses. A primeira fase, que teve como alvo as crianças (6 meses até menores de 6 anos), gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Quem está no grupo e não se vacinou, ainda pode procurar uma unidade de saúde para tomar a vacina.

Os grupos prioritários são definidos pelo Ministério da Saúde com base na vulnerabilidade de cada um. A próxima fase, que acontece entre 9 de junho e 9 de julho, abrangerá integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.

Onde encontrar a vacinação contra Influenza

As unidades de saúde urbanas, que estão vacinando contra influenza, são: Novo Horizonte, Seleta, Cuiabazinho, Vila Hilda, Campo Dourado, Carisma, Piratininga, Chácara dos Caiuás, Maracanã, Cabeceira Alegre, Parque das Nações II, Jockei Clube, Guaicurús e no Bem Te Vi.

Secretaria de Estado de Saúde orienta municípios sobre variante indiana da COVID-19

A Secretaria de Estado de Saúde, através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/MS), enviou aos municípios de Mato Grosso do Sul comunicação em relação ao monitoramento da variante Indiana do Covid-19, após confirmação de casos no País.  A SES reforça a necessidade da continuidade das ações de distanciamento social na prevenção ao Coronavírus.

Mato Grosso do Sul recebeu orientações da Rede do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do Ministério da Saúde em relação ao monitoramento da variante Indiana. A secretaria, através do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso do Sul, encaminhou aos municípios comunicado em relação à nova variante. O Estado mantém o sequenciamento genômico  das variantes do Covid-19.

Mato Grosso do Sul tem realizado o teste de antígeno nos municípios de fronteira para agilizar a detecção de pessoas com a COVID-19 e dar maior agilidade nas ações de prevenção e controle.

O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde divulgou comunicado  sobre a confirmação no Brasil da variante B.1.617.2, mutação do vírus da Covid-19 na Índia, e também na investigação de pacientes suspeitos de estarem com a nova variante.

A nova variante foi confirmada no Maranhão na amostra da tripulação do navio “MV SHANDONG DA ZHI, ancorado na área de fundeio, em alto mar, na costa de São Luís. No total, 15 tripulantes testaram positivo para Covid-19 e nove tiveram o diagnóstico negativo. Das seis amostras com maior carga viral para sequenciamento genômico enviadas ao IEC, todas apresentaram resultado positivo para B.1.617.2.

A Índia possui a segunda maior prevalência de casos confirmados de Covid-19 do mundo e uma incidência de casos nos últimos 14 dias de 410.89 por 100 mil habitantes. Na análise do nível de alerta em saúde aos viajantes, que se baseia na incidência de casos nos últimos 14 dias, a Índia está classificada como nível 4, muito alto (mais de 100 casos de Covid-19 por 100 mil habitantes), em que se deve evitar qualquer viagem para este destino, conforme recomendação da Centers for Disease Control and Prevention (CDC).

Casos novos de Covid disparam e média móvel atinge maior patamar da pandemia

O número de casos positivos para a Covid-19 voltou a disparar em Mato Grosso do Sul nos últimos dias. Com mais 1.175 casos positivos apresentados no boletim epidemiológico desta segunda-feira (24), a média móvel, que calcula os testes positivos dos últimos 7 dias e indica tendência de alta ou queda, bateu novo recorde.

De acordo com o indicador, o Estado confirmou 1.702 novos casos por dia na última semana. A título de comparação, no início do mês a média móvel estava em 874 no dia 5 de maio, mas voltou a aumentar gradativamente.

Os municípios com mais casos confirmados são: Campo Grande (520), Dourados (64), Corumbá (56), Três Lagoas (50) e Rio Brilhante (48). O total de sul-mato-grossenses infectados desde março do ano passado está em 278.052.

No momento Mato Grosso do Sul possui 17.054 casos ativos da doença. Sendo, 15.886 em isolamento domiciliar e 1.168 pacientes internados em leitos clínicos (677) e unidade de terapia intensiva (491).

A fila de espera por um leito está em 231 pacientes. Na central de regulação de Campo Grande são 171, na central de regulação de Dourados são 54, e na central de regulação do Estado (Core) são 6 pacientes aguardando uma vaga.

Enquanto isso, a taxa de ocupação de leitos por macrorregiões está da seguinte forma: Campo Grande (101%), Corumbá (100%), Dourados (96%) e Três Lagoas (89%).

O novo boletim registrou mais 31 óbitos em decorrência da doença. Com a atualização, o número total de mortes por Covid em Mato Grosso do Sul passa a 6.492. A média móvel indica 37,6 vidas perdidas por dia na última semana.

Os municípios de residência das novas vítimas da doença são: Campo Grande (+14), Ponta Porã (+3) e Naviraí (2). Amambai, Anastácio, Cassilândia, Fátima do Sul, Itaporã, Jaraguari, Miranda, Nioaque, Nova Andradina, Paranaíba, Rio Verde de Mato Grosso e Terenos registraram um óbito cada.

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (SES), Mato Grosso do Sul possui 1.409 amostras em análise no Lacen e laboratórios parceiros, e outros 8.163 casos sem encerramento pelos municípios.

Gestantes que tomaram primeira dose da Astrazeneca devem aguardar 45 dias após o parto para segunda dose

Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado de Saúde nesta quinta-feira (20.5) orienta que as gestantes e puérperas que tomaram a primeira dose da vacina Covid-19 da AstraZeneca aguardem o fim da gestação e do período puerpério (até 45 dias pós-parto) para completar o esquema vacinal com o mesmo imunizante.

A Secretaria de estado de Saúde recebeu orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI), após a suspensão temporária do uso do imunizante para esse público, por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Secretaria de estado de Saúde mantém suspensa a vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades. A vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades deverá prosseguir com a vacina da Pfizer ou Coronavac.

As gestantes e puérperas pertencentes a outros grupos prioritários (trabalhadoras da saúde ou de outros serviços essenciais, por exemplo), poderão ser vacinadas após avaliação individual de risco e benefício a ser realizada em conjunto com o seu médico.

Mato Grosso do Sul aplicou a primeira dose da vacina contra Covid em 6.777 gestantes e puérperas. 3.538 tomaram a D1 da vacina da Aztrazeneca, 3.131 a vacina da Pfizer e 108 a vacina da Coronavac.

Gestantes e puérperas que já receberam a vacina da AstraZeneca devem procurar atendimento médico imediato se apresentarem, nos 4 a 28 dias seguintes a vacinação, algum desses sintomas: falta de ar; dor no peito; inchaço na perna; dor abdominal persistente; sintomas neurológicos, como dor de cabeça persistente e de forte intensidade, borrada, dificuldade na fala ou sonolência; ou pequenas manchas avermelhadas na pele além do local em que foi aplicada a vacina.

Os trabalhadores da saúde envolvidos na atenção pré-natal deverão estar atentos ao histórico vacinal das gestantes sob seu cuidado para fornecer as orientações adequadas. Ademais recomenda-se reforçar com as gestantes a necessidade de se manter as medidas de proteção não farmacológicas mesmo após a vacinação.

Fonte: Portal MS

Insumos para vacina CoronaVac chegam ao Brasil dia 26 de maio

Após o atraso e a paralisação da produção de vacina contra a covid-19 por falta de insumos, o Instituto Butantan informou hoje (17) que um carregamento de matéria-prima para a CoronaVac chegará ao Brasil no dia 26 de maio. Segundo o Butantan, está prevista a chegada de um lote com 4 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina.

“O Butantan recebeu nesta manhã, da China, a previsão do envio de nova remessa de insumos ao Brasil para produção da vacina do Butantan. A chegada do novo lote com 4 mil litros de insumos está prevista para o dia 26”, disse hoje o governador de São Paulo, João Doria.

Hoje, mais cedo, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, já havia confirmado que os insumos chegariam ainda este mês ao Brasil.

A produção de vacinas contra a covid-19, no Butantan, estão paralisadas desde a última sexta-feira (14) por falta de insumos. Segundo o instituto, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China.

Na semana passada, o instituto e o governo do estado disseram que a Sinovac, farmacêutica chinesa parceira na produção dessa vacina, já havia fabricado 10 mil litros de insumo para serem enviados ao Brasil. Mas o governo chinês não estava autorizando o envio por causa de questões diplomáticas.

Hoje, entretanto, o instituto recebeu a informação de que parte dessa produção chega ainda este mês. Os 6 mil litros restantes aguardam autorização de envio pelo governo chinês. Ainda não há previsão de chegada desses insumos ao Brasil.

Ontem, em Botucatu, no interior paulista, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, negou que problemas burocráticos estejam atrapalhando o envio de insumos ao país. Para ele, a dificuldade de envio da matéria-prima é um problema mundial, que não afeta somente o Brasil.

O Instituto Butantan tem dois contratos assinados com o Ministério da Saúde para o fornecimento de vacinas para a população brasileira por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O primeiro contrato, para fornecimento de 46 milhões de doses, já foi cumprido. Falta ainda um contrato de 54 milhões de doses, previsto para ser entregue em agosto. Até este momento, o Butantan entregou 47,2 milhões de doses de vacinas ao governo federal.

Campanha Vacine e Doe continua arrecadando alimentos em Dourados

A doação não é obrigatória e ocorre nos postos que vacinam contra a Covid-19

A Prefeitura de Dourados e a Sociedade de São Vicente de Paulo, conhecida como Vicentinos, realizam a ação “Vacine e Doe” no município, com o apoio do Ministério Público. A iniciativa convida o público-alvo da imunização contra a Covid-19 a doar um quilo de alimento não perecível a ser entregue nos pontos de vacinação. Importante ressaltar que a doação não é obrigatória para se vacinar. Trata-se de uma iniciativa de solidariedade.

De acordo com prefeito, Alan Guedes, essa é uma ação que reúne alimentos que serão encaminhados para famílias em estado de vulnerabilidade.

“Essa é uma ação de solidariedade, visto que muitas pessoas têm passado por necessidades, para contemplar famílias que perderam renda e tem tido dificuldade em se sustentar. Os Vicentinos já realizam esse trabalho de doção e estão recebendo uma maior demanda e com isso toda a comunidade pode ajudar um pouco”, conta.

Os Vicentinos ficarão responsáveis pelo recolhimento das doações. Os doadores devem se atentar à data de validade dos produtos. Além de alimentos, as pessoas podem doar também produtos de limpeza e de higiene pessoal. As doações serão recolhidas e distribuídas a famílias carentes e impactadas pela pandemia.

O secretário municipal interino de Saúde, Edvan Marques, explica que todas as unidades que estão realizando a vacinação contra Covid-19 recebe doações. “Fizemos isso para facilitar no momento da doação. Com isso, é só buscar procurar uma unidade de saúde e levar o alimento no momento da vacinação”, destaca.–
Prefeitura de Dourados
Assessoria de Comunicação Social