quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
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Geraldo ameniza cortes do Governo, mas não garante início da 2ª fase da obra no Hospital Universitário

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Com cortes

 

O secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende amenizou os efeitos do corte de R$ 20 milhões, oriundos de emendas parlamentares destinados ao Hospital Universitário de Dourados. Em release distribuído à imprensa ele confirma o bloqueio das verbas federais executadas pelo governo Bolsonaro e qualifica o corte financeiro como ‘contingenciamento’.

 

Mais cortes

 

Na matéria, o secretário justifica que o ‘contingenciamento’ ocorre quando verificada a frustração na arrecadação da receita prevista ou o aumento das despesas obrigatórias que venham a comprometer o alcance das metas fiscais. “Com isso, torna-se necessária a adoção de mecanismos de ajuste entre receita e despesa”, citou.

 

Obra no HU

 

Com relação à construção da Unidade da Mulher e da Criança em andamento no terreno anexo ao Hospital Universitário, o secretário Geraldo Resende ressalta que o corte de R$ 20 milhões não afetou a conclusão da primeira etapa da obra, mas também não garantiu a execução da segunda fase, já que na mesma matéria, ele afirma somente “que os recursos já empenhados garantem a execução da primeira etapa em sua totalidade”.

 

Mais obra no HU

 

Por outro lado o secretário de Estado afirmou que “gestões políticas serão feitas em conjunto pelo Governo Estadual e a bancada federal de Mato Grosso do Sul com a Presidência da República, com vistas ao desbloqueio da emenda e posterior empenho do valor integral de R$ 20 milhões”. Então tá…

 

Ainda obra no HU

 

Na tarde de ontem (06) o Estado Notícias conversou com assessoria de imprensa do HU que confirmou que a emenda da bancada federal do MS, de fato garante somente a primeira etapa da construção da Unidade da Mulher e da Criança. No entanto, já para o início da segunda etapa não existe previsão de liberação da verba, segundo a assessoria.

 

Protestos

 

Durante todo o dia desta terça-feira, acontece protestos em Brasília contra os cortes no orçamento destinados as universidades e escolas federais no País. As manifestações são uma reação de reitores e representantes de mais de 60 instituições públicas federais que foram impactadas pela medida adota pelo MEC (Ministério da Educação).

 

UFPI

 

Para ter ideia dos efeitos dos cortes nas instituições públicas de ensino superior, na Universidade Federal do Piauí (UFPI), o bloqueio de mais de R$ 33 milhões de reais na instituição representa quase 50% do orçamento para o período entre maio e dezembro de 2019. Segundo o reitor Arimateia Dantas Lopes, caso seja mantido o bloqueio, a Universidade em Piaí pode fechar as portas até o mês de setembro.

 

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Universidade Federal da Grande Dourados foi alvo de bloqueio equivalente a 62% dos recursos federais (Foto - Divulgação)