Cena da série "3%" da Netflix (Foto: Netflix/Divulgação)
A Netflix divulgou na manhã desta segunda-feira que o seriado 3% ganhará uma terceira temporada. Depois da estreia da segunda temporada em abril deste ano, a primeira série original do serviço de streaming no Brasil receberá novos episódios em 2019.
No vídeo que anuncia a novidade, é possível ver três dos protagonistas reunidos: Michele (Bianca Comparato), Rafael (Rodolfo Valente) e Joana (Vaneza Oliveira). De acordo com o comunicado da plataforma, a nova temporada acompanhará os acontecimentos dos útimos episódios, em que o processo que escolhe apenas 3% da população para viver em um lugar paradisíaco está entrando em colapso, enquanto o grupo de rebeldes Causa fica com mais sede de vingança.
O hit ‘Havana’, de Camila Cabello, bateu um recorde no Spotify: com mais de 888 milhões de reproduções, o single se tornou o mais tocado na plataforma entre artistas mulheres. De acordo com a revista Billboard, a canção desbancou ‘Cheap Thrills’, de Sia.
Em entrevista recente à revista Rolling Stone, Camila Cabello relembra que a gravador não apostou inicialmente na música, que passou por diversas formulações antes do lançamento. “Ninguém queria lançá-lo em single. Eles disseram que o rádio nunca tocaria, que era muito lenta, muito fria”, conta.
O single, lançado em setembro do ano passado, chegou ao topo da parada norte-americana Billboard em janeiro.
Dezenas de artistas brasileiros se reuniram em um vídeo comemorativo aos 57 anos da Anistia Internacional no país. O clipe “Manifestação”, lançado no último dia 28 de maio, trouxe as vozes e imagens de nomes consagrados do cenário artístico em torno de uma canção-manifesto que fala de resistência nas causas mais emergentes da realidade nacional.
“E proclamamos que não se exclua ninguém, senão a exclusão”, diz o refrão da letra, cantada por Chico Buarque, Fernanda Montenegro, RussoPassapusso, Camila Pitanga, Criolo, Ana Cañas, Luedji Luna, Rael, Moska e muitos outros.
“’Manifestação’ vem para lembrar que quando os direitos humanos de uma pessoa é violado, os direitos de todas e todos nós estão em risco. A canção se apropria da linguagem universal da música para fazer vibrar nas mentes e corações mais diversos aquilo que nos torna humanidade: a solidariedade e empatia”, informa a Anistia Internacional em seu site, convocando os indignados com os mais de 61 mil homicídios cometidos por ano no Brasil a se manifestarem.
As participações dos artistas foram intercaladas com registros de movimentos de resistências e com cenas diversas de violência e intolerância registradas no país. A letra da música tema do vídeo, que tem duração de pouco mais de sete minutos, retrata a luta contra o machismo, a intolerância religiosa, a desigualdade social e a homofobia.
As mortes de Amarildo, Rafael e Marielle Franco também foram lembradas na letra, composta por Carlos Rennó, com música criada por Xuxa Levy, Russo Passapusso e Rincón Sapiência. O clipe produzido pela Querosene Filmes teve direção de João Wainer e Fabio Braga. Confira!
Neste domingo (3) apreciadores de música clássica poderão desfrutar gratuitamente de um show, Projeto Quinteto 5 – Brahms & Schumann, promovido pela Anoreg-MS (Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso do Sul) em parceria com a University of Georgia, Sothwestern Adventist University, UFMS, Movimento Concerto, Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado e Secretaria de Turismo do Estado.
O show será às 18 horas de domingo no auditório da Anoreg-MS ( Travessa Tabelião Nelson Pereira Seba, 50, Chácara Cachoeira).
Será uma noite repleta de musicalidade preparada especialmente para você, com músicas de Levon Ambartsumian, Shakhida Azimkhodjaeva, Rogério Nunes, David Starkweather, Eugeny Rivkin.
As vagas são limitadas e podem ser feitas no site da anoreg: www.anoregms.org.br e para maiores informações, ligue no (67)3326-7468
AULA NA UFMS
Os integrantes desse grupo musical vão ministrar uma aula sobre música na UFMS às 10h30 de domingo(3) no seguinte endereço: Rua Senador Filinto Muller, 1555. A entrada será franca para estudantes ouvintes.
Filme "Irmãos de Alma" aborda a questão do assedio sexual infantil (Foto: Reprodução/G1 MS)
O curta-metragem sul-mato-grossense “Irmãos de Alma”, que trata de assédio sexual infantil, foi liberado nesta mês de maio para exibição gratuita na internet, por meio do Youtube. Com direção e roteiro de Filipi Silveira, a produção foi exibida no Festival América do Sul Pantanal, promovido no fim de semana passado em Corumbá, onde sua temática provocou diversos debates.
O curta foi filmado em 2015, mas foi finalizado recentemente. O filme teve como locação o parque Itanhangá, em Campo Grande, espaço que acaba se tornando um personagem na trama que acompanha o drama de Thelma interpretada por Nadja Mitidiero e Rui interpretado por Filipi Silveira.
No enredo, os dois têm sua amizade estremecida após a revelação de um segredo de Thelma que acaba provocando grandes consequências e reabrindo cicatrizes de seu passado. Participam também do filme os atores Pedro Araújo, Fernanda Filiú e Tero Queiroz.
“Este curta-metragem eu considero um exercício, na época eu fui contemplado em um edital cultural para realizar um curta chamado “Vampiros”, senti que fazia um tempo que não dirigia desde “O Florista”, eu precisava me aquecer e usar este filme para começar a formar uma equipe que já estivesse aquecida para o filme, sendo assim escrevi uma trama que se passa em uma locação apenas e que se focasse na atuação dos atores, mas que trata de um tema que é necessário ser debatido e que são problemas e crimes que muitas mulheres e crianças sofrem que é o assédio sexual e estupro”, comenta Filipi Silveira.
O diretor disse que achou muito emblemático o fato do filme ser exibido justamente no mês conhecido como “Maio Laranja”, em que é reforçada a campanha de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, e que, por isso, resolveu disponibilizar o filme na internet, de modo que possa também servir como um aviso ou material de debates e reflexões.
Filipe Silveira ressalta que o filme não exibe o ato de violência, mas mostra como ela pode impactar na vida de uma pessoa e divide o público quando entra em cena outro crime que é da justiça com as próprias mãos.
“O filme é de 2015, mas certos temas infelizmente nunca envelhecem e a arte tem inúmeras funções é uma delas é denunciar”, finaliza o diretor.
Andrew Lincoln, o rick Grimes de 'The Walking Dead' (Foto: Divulgação)
O ator Andrew Lincoln, o protagonista de The Walking Dead, deixará a série. Segundo o site especializado Collider, o ator que interpreta o personagem Rick Grimes só estará em seis dos doze episódios da nona temporada. Norman Reedus, que representa Daryl, vai passar a ser o personagem principal do seriado.
Apesar de ser uma das séries mais bem-sucedidas dos Estados Unidos nos últimos anos, The Walking Dead foi perdendo audiência ao longo do tempo.
Segundo a revista Variety, o último episódio da oitava temporada do seriado foi o de menor audiência entre os capítulos finais do programa desde sua estreia.
Datena resolveu investir pesado na cobertura da greve dos caminhoneiros no domingo (27) durante o "Agora É com Datena", na Band. (Foto: Divulgação/Band)
Datena resolveu investir pesado na cobertura da greve dos caminhoneiros no domingo (27) durante o “Agora É com Datena”, na Band.
De acordo com o site Notícias da TV, ao dar menos tempo para a cantora Ludmilla e falar quase todo o programa sobre a paralisação, a audiência do programa disparou e registrou sua melhor média: 4,8 pontos na Grande São Paulo, com pico de 7,4.
O “Agora É com Datena” mobilizou o jornalismo da Band em diversos locais do país ao mostrar as situações das estradas bloqueadas pelos caminhoneiros e a falta de combustível nas bombas dos postos. Datena também entrevistou, em pleno domingo, o governador e o prefeito de São Paulo, Márcio França e Bruno Covas, respectivamente, e o ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun.
Ao voltar para o lado de entretenimento, com a funkeira Ludmilla no palco, a audiência caiu para 2,3 pontos.
Embora tenha participado, nos últimos anos, de debates como o das biografias não autorizadas, é raro o cantor manifestar opiniões políticas.(Foto: Divulgação)
“Às vezes os fins justificam os meios”, disse Roberto Carlos, na noite do último sábado (26), num show em São José do Rio Preto (SP), em apoio à greve dos caminhoneiros. Embora tenha participado, nos últimos anos, de debates como o das biografias não autorizadas, é raro o cantor manifestar opiniões políticas.
“Meu carinho e meu respeito por todos os caminhoneiros que estão fazendo todo esse movimento”, continuou o artista. “As causas que eles estão reivindicando com certeza não são causas só deles, são nossas causas. Meu abraço e meu carinho para esses nossos heróis caminhoneiros de todas as estradas”, concluiu antes de citar o nome e agradecer a caminhoneiros que trabalharam no show.
Como homenagem, Roberto cantou em seguida a canção “Caminhoneiro”, composta por ele e Erasmo Carlos nos anos 1980, que fala de um motorista de caminhão apaixonado. Com informações da Folhapress.
Dourados recebe neste final de semana o ERPA (Encontro Regional de Patrulhas). O evento reúne escoteiros de diversos municípios do Mato Grosso do Sul e prevê a participação de pelo menos 120 jovens e 50 adultos envolvidos no movimento escoteiro.
O ERPA é destinado a membros da União dos Escoteiros do Brasil que estejam vinculados a uma Unidade Escoteira Local e que estejam ativos no Movimento Escoteiro, com a obrigatoriedade do Registro Institucional correspondente ao ano de 2018.
O encontro será realizado amanhã (26) até domingo (27), no campus da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), rodovia Dourados/Itahum.
Eles dividirão o palco com o cantor Criolo, considerado o poeta do rap. (Foto: Divulgação)
O grupo Brô MCs se apresentará na 14ª edição do Festival América do Sul Pantanal, nesta sexta-feira, dia 25 de maio. Eles dividirão o palco com o cantor Criolo, considerado o poeta do rap. Formado pelos jovens indígenas Bruno Veron, Clemersom Batista e os irmãos, Kelvin e Charlie Peixoto, eles completam 10 anos de carreira em 2018.
Para comemorar a passagem, eles compartilharam experiências de suas vivências em Mato Grosso do Sul com um show especial na Alemanha. No início deste mês, Veron e Batista representaram o grupo em uma apresentação no museu de antropologia “Weltkulturen” e participam de seminários, workshops com escolas e com a Universidade de Frankfurt, naquele país.
“Para nós foi muito massa, nossas ideologias sendo mostradas em um lugar totalmente diferente. Além de trocar ideias com vários músicos”, afirmou Veron. Ele lembra que a trajetória deles foi marcada por grandes apresentações e que a batalha do Brô deve continuar. “Nosso objetivo é conseguir gravar o segundo álbum ainda neste ano”, completou.
Ano esse que será também de Copa do Mundo, o último clipe divulgado pelos rappers traz uma referência ao futebol. Em “Manga Ñembosarái” (jogo de bola com os pés), eles mostram a origem indígena do movimento. Ainda, recentemente, eles tiveram uma participação especial na faixa “O Índio Invisível”, da banda douradense Dagata & Os Aluízios.
Não só mostrando a realidade, como a luta pela terra e situações de violência, mas também a cultura indígena. O Brô também registra as formas positivas das Reservas Jaguapiru e Bororó. Na letra da música “Não Julgue pela Aparência”, por exemplo, espalham a mensagem que “coisas boas” eles também têm e muitos dons para mostrar, como a própria música, cantada em guarani, na tentativa de preservar a língua tradicional.
Contato
O contato com o grupo, para quem puder apoiá-los ou contratá-los para shows, pode ser realizado por meio do telefone (067) 99907-8157. Para quem quiser conferir mais informações, eles divulgam a página no Facebook: “Brô MCs Rap Indígena”.
A atriz Fernanda Montenegro (Foto: Ivan Pacheco/VEJA.com)
Aos 88 anos de idade, a atriz Fernanda Montenegro coleciona prêmios, homenagens e aplausos – alguns, vindos de figuras emblemáticas da história cultural do Brasil. Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector e dom Hélder Câmara estão entre os que já renderam louvores à estrela, considerada, quase unanimemente, um dos maiores ícones vivos da dramaturgia nacional. Estes e outros registros dos 75 anos de carreira de Fernanda, nome artístico de Arlette Pinheiro Esteves Torres, estão na fotobiografia que será lançada em julho, pela Editora SESC, trabalho que a atriz acompanhou de perto. De sua casa, no Rio de Janeiro, falou a VEJA sobre seu trabalho, suas memórias e inquietações com a política e o teatro brasileiro.
Sua vida e sua carreira são bem conhecidas. O que há de novo neste livro? Tudo o que estava nas minhas gavetas, malas, pastas e intramuros. Há cartas de Carlos Drummond de Andrade, comentários de Dom Helder Câmara, cartas do Jorge Andrade, muita coisa do Millôr Fernandes. Uma extensa documentação de prêmios, diplomas, cartazes e fotos que estavam guardadas e que o projeto me obrigou a revisitar. Recebi o convite do Danilo Miranda, diretor do Sesc São Paulo, há oito anos, e encarei como um trabalho de revirar o passado para trazer memórias no momento em que a idade vem chegando e uma geração inteira está indo embora.
Quem faz parte desta geração? Pense bem: num bloco de dez anos, foram o Paulo Autran, o Raul Cortez, Sérgio Britto, Ítalo Rossi… E Fernando Torres. A morte do Paulo Autran foi muito significativa para mim. Encarei como o início do fim de uma era, compreende? O livro traz a documentação de 75 anos de uma vida que não foi isolada.
Alguém muito especial ficou de fora? Do pessoal lá da pré-história, dos anos 1950 e 1960, muita coisa se perdeu. Mesmo porque, como eu e o Fernando também produzíamos, o melhor material que vinha a gente dava para a publicidade. Mas do que eu mais senti falta no livro foram os registros do meu amigo e irmão Ítalo Rossi, cuja família, não sei por que, não permitiu o uso das fotos. As três ou quatro publicadas só puderam sair porque eu também estou nelas. É uma grande falha dentro do livro. O Ítalo faz parte da minha história intrínseca. E quando eu digo intrínseca, é no que essa palavra tem de mais profundo.
A senhora sempre negou o papel de “gigante” do teatro. Por que? Esta entidade Fernanda Montenegro é uma esquizofrenia. Eu não sou isso na minha casa, não sou isso no meu convívio com as pessoas. Talvez a posição venha do volume de trabalho e dos personagens que eu fiz. Mas está nos personagens e não em mim, compreende? Ainda estou meio inteirinha, mas sei exatamente onde estão os meus limites. Sei que tive 1,66 metro e tenho 1,64. Estou diminuindo! Até onde posso me perceber, não sou uma ególatra. Como todo mundo, tenho momentos de “eu”, mas acho que não sou doente disso. Acho.
O convite para a senhora e sua filha, Fernanda Torres, fazerem uma campanha de Dia das Mães da loja Riachuelo não foi aceito. O motivo foi a possível candidatura do dono, Flávio Rocha, a presidente? Foi. Eu e minha filha não queremos estar a serviço de ninguém relacionado à política neste momento em que todo mundo se locupletou, com raríssimas exceções. Arruinaram o Brasil e eu não faço distinção. O problema não é ele ser dono de empresa. É ser candidato à presidência de um país por um modelo em que eu não acredito. Agradeço o convite, não estou sendo malcriada, não. Mas no meu entender, como acho que no da Fernanda, não há clareza no processo político. Fizeram de Brasília um condomínio particular e eu não quero me associar a quem quer que esteja lá.
O teatro vai mal no Brasil? Me preocupa que o país não tenha uma cultura teatral respeitada. Minha geração fez uma dramaturgia extraordinária, de diversos gêneros, com investimentos maiores ou menores, mas sempre de vida ou morte. Isso está acabando. Nosso teatro alternativo está nas catacumbas. Fica um mês, dois meses em cartaz. Como se precisássemos implorar por espaço. É claro que tem gente fazendo coisas muito boas. Mas ficam quase na clandestinidade. Estou falando do teatro batalhado, lutado. As peças importadas da Broadway também são um campo de trabalho e de emprego. Mas os musicais viraram os blockbusters do teatro, geralmente patrocinados por verbas de publicidade das estatais.
O escritor norte-americano Philip Roth (Foto: Reuters/Arquivo/Direitos Reservados)
Morreu hoje (23), aos 85 anos, o escritor norte-americano Philip Roth, informou o jornal The New York Times. Roth era considerado um dos maiores escritores dos Estados Unidos da segunda metade do século XIX, ao lado de John Updike e Saul Bellow.
Ele ficou conhecido após a publicação de Adeus Columbus, em 1959, e escreveu mais de 30 livros. Entre suas maiores obras estão Pastoral Americana, Complexo de Portnoy e Complô contra a América.
O escritor foi ganhador do Prêmio Pulitzer em 1998 e do Man Booker International Prize em 2011.
Pastor Hernandes Dias Lopes, que além da função pastoral é um renomado escritor e conferencista (Foto - Divulgação)
A família é um dos temas mais discutidos na atualidade, em quase todos os setores da sociedade. Alvo de críticas e ataques dos movimentos progressistas que visam relativizar os papeis atribuídos aos membros da família, como as funções paterna e materna, esse foi o tema do Congresso em Família, na Igreja Batista da Lagoinha, na semana passada.
Quem esteve para ministrar no evento no último dia 16 foi o Pastor Hernandes Dias Lopes, que além da função pastoral é um renomado escritor e conferencista, com mais de 130 obras publicadas. Na ocasião, o pastor contextualizou a história de Jó, descria na Bíblia, com a postura que muitos de nós temos diante da vida.
“Hoje eu quero tratar com vocês sobre a saga de uma família”, disse o Pastor, antes de fazer a leitura do capítulo 1 do livro de Jó, começando no verso 6. Hernandes exemplificou como Jó foi um homem rico, repleto de posses, mas que apesar da sua condição não se deixou dominar pela riqueza, permanecendo um homem íntegro e reto aos olhos de Deus.
“O problema é o amor ao dinheiro”, disse o Pastor, referindo-se a dificuldade que algumas pessoas possuem de servir ao Senhor independentemente da sua condição. A história de Jó, nesse caso, ilustra para todas às gerações como é possível se manter fiel a Deus, mesmo na pior das circunstâncias, uma vez reconhecida a soberania do Criador.
Hernandes destacou que a providência de Deus na vida de Jó, após tudo o que passou ao perder esposa, filhos e todos os seus bens, foi porque ele continuou adorando ao Senhor pelo que Ele É e não pelo que pode oferecer.
Neste sentido, o que parecia miséria para alguns, na verdade, foi o momento de maior crescimento espiritual de Jó, uma vez que ele só estava voltado para Deus. “Quanto mais perto de Deus, mais quebrantado e humilde” Jó ficava, ressaltou o pastor.
Assista a pregação completa de Hernandes Dias Lopes abaixo:
Eva Maria, mãe de Nara Almeida, acatou o pedido da filha. As duas córneas da modelo e influenciadora digital foram retiradas para doação. São os únicos órgãos possíveis, uma vez que os outros estavam comprometidos pelo câncer. Eva Maria morou os últimos três meses dentro do hospital, para acompanhar o tratamento da filha. Nara morreu na madrugada desta segunda-feira, no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. A modelo travou uma batalha pública contra um câncer de estômago, descoberto em meados de 2017. Ao compartilhar a sua luta pela vida pelo Instagram, hoje com 3,7 milhões de seguidores, ela ganhou força de fãs, amigos e celebridades. Adriane Galisteu, Lea T. e Tatá Werneck eram algumas das pessoas que trocavam mensagens com ela com frequência. Nara tinha 24 anos.
O jogador Alexandre Pato decidiu ajudar com um tratamento de imunoglobulina para ver se a doença seria debelada. Nara não postava nenhuma foto desde o dia 4 de maio. A doença avançou para outros órgãos, como fígado e pâncreas.
Ela foi internada há três meses. Desses, dois em um leito de UTI. Na última quarta, o quadro dela se agravou. Nara precisou ser sedada para conter as crises agudas de dor.
A menina nasceu em João Lisboa, cidade de 20.000 habitantes, localizada a 637 quilômetros de São Luís, no Maranhão. Sua mãe, Eva Maria, cabeleireira, vivia em Roraima. Eva abandonou sua vida (emprego, filhos e marido) para acompanhar o tratamento de Nara em São Paulo, onde dormiu nos últimos meses dentro do hospital.
Espetáculo no festival Boca de Cena. (Foto: Vaca Azul)
A companhia teatral Circo do Mato, em Campo Grande, está com inscrições abertas para oficinas gratuitas, ministradas pelos artistas Anderson Bosh e Anderson Lima. Interessados tem até quinta-feira (24) para realizar a inscrição.
As vagas são limitadas. A capacitação é voltada para pessoas interessadas em desenvolver habilidades de maquiagem artística, figurino, dramaturgia e o corpo do ator por meio de técnicas teatrais. Quem tiver interesse pode se inscrever em quantos módulos quiser, basta informar no ato da inscrição.
As oficinas fazem parte do projeto “Um Ciclo de Vida – Percursos e Percalços” que vem sendo realizado desde fevereiro e abrange intercâmbio, curtas-temporadas, montagem de espetáculo e oficina de formação. O projeto propõe ainda ações e oferece ao público sete diferentes espetáculos.
Para fazer a inscrição é necessário encaminhar um e-mail com nome completo, CPF, idade, telefone de contato e experiencias se houver.
As oficinas serão realizadas na sede do Circo do Mato que fica na Rua Tonico de Carvalho, 263, Bairro Amambaí. Inscrições pelo e-mail: oficinacircodomato@gmail.com
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