Andrew Lincoln, o rick Grimes de 'The Walking Dead' (Foto: Divulgação)
O ator Andrew Lincoln, o protagonista de The Walking Dead, deixará a série. Segundo o site especializado Collider, o ator que interpreta o personagem Rick Grimes só estará em seis dos doze episódios da nona temporada. Norman Reedus, que representa Daryl, vai passar a ser o personagem principal do seriado.
Apesar de ser uma das séries mais bem-sucedidas dos Estados Unidos nos últimos anos, The Walking Dead foi perdendo audiência ao longo do tempo.
Segundo a revista Variety, o último episódio da oitava temporada do seriado foi o de menor audiência entre os capítulos finais do programa desde sua estreia.
Datena resolveu investir pesado na cobertura da greve dos caminhoneiros no domingo (27) durante o "Agora É com Datena", na Band. (Foto: Divulgação/Band)
Datena resolveu investir pesado na cobertura da greve dos caminhoneiros no domingo (27) durante o “Agora É com Datena”, na Band.
De acordo com o site Notícias da TV, ao dar menos tempo para a cantora Ludmilla e falar quase todo o programa sobre a paralisação, a audiência do programa disparou e registrou sua melhor média: 4,8 pontos na Grande São Paulo, com pico de 7,4.
O “Agora É com Datena” mobilizou o jornalismo da Band em diversos locais do país ao mostrar as situações das estradas bloqueadas pelos caminhoneiros e a falta de combustível nas bombas dos postos. Datena também entrevistou, em pleno domingo, o governador e o prefeito de São Paulo, Márcio França e Bruno Covas, respectivamente, e o ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun.
Ao voltar para o lado de entretenimento, com a funkeira Ludmilla no palco, a audiência caiu para 2,3 pontos.
Embora tenha participado, nos últimos anos, de debates como o das biografias não autorizadas, é raro o cantor manifestar opiniões políticas.(Foto: Divulgação)
“Às vezes os fins justificam os meios”, disse Roberto Carlos, na noite do último sábado (26), num show em São José do Rio Preto (SP), em apoio à greve dos caminhoneiros. Embora tenha participado, nos últimos anos, de debates como o das biografias não autorizadas, é raro o cantor manifestar opiniões políticas.
“Meu carinho e meu respeito por todos os caminhoneiros que estão fazendo todo esse movimento”, continuou o artista. “As causas que eles estão reivindicando com certeza não são causas só deles, são nossas causas. Meu abraço e meu carinho para esses nossos heróis caminhoneiros de todas as estradas”, concluiu antes de citar o nome e agradecer a caminhoneiros que trabalharam no show.
Como homenagem, Roberto cantou em seguida a canção “Caminhoneiro”, composta por ele e Erasmo Carlos nos anos 1980, que fala de um motorista de caminhão apaixonado. Com informações da Folhapress.
Dourados recebe neste final de semana o ERPA (Encontro Regional de Patrulhas). O evento reúne escoteiros de diversos municípios do Mato Grosso do Sul e prevê a participação de pelo menos 120 jovens e 50 adultos envolvidos no movimento escoteiro.
O ERPA é destinado a membros da União dos Escoteiros do Brasil que estejam vinculados a uma Unidade Escoteira Local e que estejam ativos no Movimento Escoteiro, com a obrigatoriedade do Registro Institucional correspondente ao ano de 2018.
O encontro será realizado amanhã (26) até domingo (27), no campus da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), rodovia Dourados/Itahum.
Eles dividirão o palco com o cantor Criolo, considerado o poeta do rap. (Foto: Divulgação)
O grupo Brô MCs se apresentará na 14ª edição do Festival América do Sul Pantanal, nesta sexta-feira, dia 25 de maio. Eles dividirão o palco com o cantor Criolo, considerado o poeta do rap. Formado pelos jovens indígenas Bruno Veron, Clemersom Batista e os irmãos, Kelvin e Charlie Peixoto, eles completam 10 anos de carreira em 2018.
Para comemorar a passagem, eles compartilharam experiências de suas vivências em Mato Grosso do Sul com um show especial na Alemanha. No início deste mês, Veron e Batista representaram o grupo em uma apresentação no museu de antropologia “Weltkulturen” e participam de seminários, workshops com escolas e com a Universidade de Frankfurt, naquele país.
“Para nós foi muito massa, nossas ideologias sendo mostradas em um lugar totalmente diferente. Além de trocar ideias com vários músicos”, afirmou Veron. Ele lembra que a trajetória deles foi marcada por grandes apresentações e que a batalha do Brô deve continuar. “Nosso objetivo é conseguir gravar o segundo álbum ainda neste ano”, completou.
Ano esse que será também de Copa do Mundo, o último clipe divulgado pelos rappers traz uma referência ao futebol. Em “Manga Ñembosarái” (jogo de bola com os pés), eles mostram a origem indígena do movimento. Ainda, recentemente, eles tiveram uma participação especial na faixa “O Índio Invisível”, da banda douradense Dagata & Os Aluízios.
Não só mostrando a realidade, como a luta pela terra e situações de violência, mas também a cultura indígena. O Brô também registra as formas positivas das Reservas Jaguapiru e Bororó. Na letra da música “Não Julgue pela Aparência”, por exemplo, espalham a mensagem que “coisas boas” eles também têm e muitos dons para mostrar, como a própria música, cantada em guarani, na tentativa de preservar a língua tradicional.
Contato
O contato com o grupo, para quem puder apoiá-los ou contratá-los para shows, pode ser realizado por meio do telefone (067) 99907-8157. Para quem quiser conferir mais informações, eles divulgam a página no Facebook: “Brô MCs Rap Indígena”.
A atriz Fernanda Montenegro (Foto: Ivan Pacheco/VEJA.com)
Aos 88 anos de idade, a atriz Fernanda Montenegro coleciona prêmios, homenagens e aplausos – alguns, vindos de figuras emblemáticas da história cultural do Brasil. Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector e dom Hélder Câmara estão entre os que já renderam louvores à estrela, considerada, quase unanimemente, um dos maiores ícones vivos da dramaturgia nacional. Estes e outros registros dos 75 anos de carreira de Fernanda, nome artístico de Arlette Pinheiro Esteves Torres, estão na fotobiografia que será lançada em julho, pela Editora SESC, trabalho que a atriz acompanhou de perto. De sua casa, no Rio de Janeiro, falou a VEJA sobre seu trabalho, suas memórias e inquietações com a política e o teatro brasileiro.
Sua vida e sua carreira são bem conhecidas. O que há de novo neste livro? Tudo o que estava nas minhas gavetas, malas, pastas e intramuros. Há cartas de Carlos Drummond de Andrade, comentários de Dom Helder Câmara, cartas do Jorge Andrade, muita coisa do Millôr Fernandes. Uma extensa documentação de prêmios, diplomas, cartazes e fotos que estavam guardadas e que o projeto me obrigou a revisitar. Recebi o convite do Danilo Miranda, diretor do Sesc São Paulo, há oito anos, e encarei como um trabalho de revirar o passado para trazer memórias no momento em que a idade vem chegando e uma geração inteira está indo embora.
Quem faz parte desta geração? Pense bem: num bloco de dez anos, foram o Paulo Autran, o Raul Cortez, Sérgio Britto, Ítalo Rossi… E Fernando Torres. A morte do Paulo Autran foi muito significativa para mim. Encarei como o início do fim de uma era, compreende? O livro traz a documentação de 75 anos de uma vida que não foi isolada.
Alguém muito especial ficou de fora? Do pessoal lá da pré-história, dos anos 1950 e 1960, muita coisa se perdeu. Mesmo porque, como eu e o Fernando também produzíamos, o melhor material que vinha a gente dava para a publicidade. Mas do que eu mais senti falta no livro foram os registros do meu amigo e irmão Ítalo Rossi, cuja família, não sei por que, não permitiu o uso das fotos. As três ou quatro publicadas só puderam sair porque eu também estou nelas. É uma grande falha dentro do livro. O Ítalo faz parte da minha história intrínseca. E quando eu digo intrínseca, é no que essa palavra tem de mais profundo.
A senhora sempre negou o papel de “gigante” do teatro. Por que? Esta entidade Fernanda Montenegro é uma esquizofrenia. Eu não sou isso na minha casa, não sou isso no meu convívio com as pessoas. Talvez a posição venha do volume de trabalho e dos personagens que eu fiz. Mas está nos personagens e não em mim, compreende? Ainda estou meio inteirinha, mas sei exatamente onde estão os meus limites. Sei que tive 1,66 metro e tenho 1,64. Estou diminuindo! Até onde posso me perceber, não sou uma ególatra. Como todo mundo, tenho momentos de “eu”, mas acho que não sou doente disso. Acho.
O convite para a senhora e sua filha, Fernanda Torres, fazerem uma campanha de Dia das Mães da loja Riachuelo não foi aceito. O motivo foi a possível candidatura do dono, Flávio Rocha, a presidente? Foi. Eu e minha filha não queremos estar a serviço de ninguém relacionado à política neste momento em que todo mundo se locupletou, com raríssimas exceções. Arruinaram o Brasil e eu não faço distinção. O problema não é ele ser dono de empresa. É ser candidato à presidência de um país por um modelo em que eu não acredito. Agradeço o convite, não estou sendo malcriada, não. Mas no meu entender, como acho que no da Fernanda, não há clareza no processo político. Fizeram de Brasília um condomínio particular e eu não quero me associar a quem quer que esteja lá.
O teatro vai mal no Brasil? Me preocupa que o país não tenha uma cultura teatral respeitada. Minha geração fez uma dramaturgia extraordinária, de diversos gêneros, com investimentos maiores ou menores, mas sempre de vida ou morte. Isso está acabando. Nosso teatro alternativo está nas catacumbas. Fica um mês, dois meses em cartaz. Como se precisássemos implorar por espaço. É claro que tem gente fazendo coisas muito boas. Mas ficam quase na clandestinidade. Estou falando do teatro batalhado, lutado. As peças importadas da Broadway também são um campo de trabalho e de emprego. Mas os musicais viraram os blockbusters do teatro, geralmente patrocinados por verbas de publicidade das estatais.
O escritor norte-americano Philip Roth (Foto: Reuters/Arquivo/Direitos Reservados)
Morreu hoje (23), aos 85 anos, o escritor norte-americano Philip Roth, informou o jornal The New York Times. Roth era considerado um dos maiores escritores dos Estados Unidos da segunda metade do século XIX, ao lado de John Updike e Saul Bellow.
Ele ficou conhecido após a publicação de Adeus Columbus, em 1959, e escreveu mais de 30 livros. Entre suas maiores obras estão Pastoral Americana, Complexo de Portnoy e Complô contra a América.
O escritor foi ganhador do Prêmio Pulitzer em 1998 e do Man Booker International Prize em 2011.
Pastor Hernandes Dias Lopes, que além da função pastoral é um renomado escritor e conferencista (Foto - Divulgação)
A família é um dos temas mais discutidos na atualidade, em quase todos os setores da sociedade. Alvo de críticas e ataques dos movimentos progressistas que visam relativizar os papeis atribuídos aos membros da família, como as funções paterna e materna, esse foi o tema do Congresso em Família, na Igreja Batista da Lagoinha, na semana passada.
Quem esteve para ministrar no evento no último dia 16 foi o Pastor Hernandes Dias Lopes, que além da função pastoral é um renomado escritor e conferencista, com mais de 130 obras publicadas. Na ocasião, o pastor contextualizou a história de Jó, descria na Bíblia, com a postura que muitos de nós temos diante da vida.
“Hoje eu quero tratar com vocês sobre a saga de uma família”, disse o Pastor, antes de fazer a leitura do capítulo 1 do livro de Jó, começando no verso 6. Hernandes exemplificou como Jó foi um homem rico, repleto de posses, mas que apesar da sua condição não se deixou dominar pela riqueza, permanecendo um homem íntegro e reto aos olhos de Deus.
“O problema é o amor ao dinheiro”, disse o Pastor, referindo-se a dificuldade que algumas pessoas possuem de servir ao Senhor independentemente da sua condição. A história de Jó, nesse caso, ilustra para todas às gerações como é possível se manter fiel a Deus, mesmo na pior das circunstâncias, uma vez reconhecida a soberania do Criador.
Hernandes destacou que a providência de Deus na vida de Jó, após tudo o que passou ao perder esposa, filhos e todos os seus bens, foi porque ele continuou adorando ao Senhor pelo que Ele É e não pelo que pode oferecer.
Neste sentido, o que parecia miséria para alguns, na verdade, foi o momento de maior crescimento espiritual de Jó, uma vez que ele só estava voltado para Deus. “Quanto mais perto de Deus, mais quebrantado e humilde” Jó ficava, ressaltou o pastor.
Assista a pregação completa de Hernandes Dias Lopes abaixo:
Eva Maria, mãe de Nara Almeida, acatou o pedido da filha. As duas córneas da modelo e influenciadora digital foram retiradas para doação. São os únicos órgãos possíveis, uma vez que os outros estavam comprometidos pelo câncer. Eva Maria morou os últimos três meses dentro do hospital, para acompanhar o tratamento da filha. Nara morreu na madrugada desta segunda-feira, no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. A modelo travou uma batalha pública contra um câncer de estômago, descoberto em meados de 2017. Ao compartilhar a sua luta pela vida pelo Instagram, hoje com 3,7 milhões de seguidores, ela ganhou força de fãs, amigos e celebridades. Adriane Galisteu, Lea T. e Tatá Werneck eram algumas das pessoas que trocavam mensagens com ela com frequência. Nara tinha 24 anos.
O jogador Alexandre Pato decidiu ajudar com um tratamento de imunoglobulina para ver se a doença seria debelada. Nara não postava nenhuma foto desde o dia 4 de maio. A doença avançou para outros órgãos, como fígado e pâncreas.
Ela foi internada há três meses. Desses, dois em um leito de UTI. Na última quarta, o quadro dela se agravou. Nara precisou ser sedada para conter as crises agudas de dor.
A menina nasceu em João Lisboa, cidade de 20.000 habitantes, localizada a 637 quilômetros de São Luís, no Maranhão. Sua mãe, Eva Maria, cabeleireira, vivia em Roraima. Eva abandonou sua vida (emprego, filhos e marido) para acompanhar o tratamento de Nara em São Paulo, onde dormiu nos últimos meses dentro do hospital.
Espetáculo no festival Boca de Cena. (Foto: Vaca Azul)
A companhia teatral Circo do Mato, em Campo Grande, está com inscrições abertas para oficinas gratuitas, ministradas pelos artistas Anderson Bosh e Anderson Lima. Interessados tem até quinta-feira (24) para realizar a inscrição.
As vagas são limitadas. A capacitação é voltada para pessoas interessadas em desenvolver habilidades de maquiagem artística, figurino, dramaturgia e o corpo do ator por meio de técnicas teatrais. Quem tiver interesse pode se inscrever em quantos módulos quiser, basta informar no ato da inscrição.
As oficinas fazem parte do projeto “Um Ciclo de Vida – Percursos e Percalços” que vem sendo realizado desde fevereiro e abrange intercâmbio, curtas-temporadas, montagem de espetáculo e oficina de formação. O projeto propõe ainda ações e oferece ao público sete diferentes espetáculos.
Para fazer a inscrição é necessário encaminhar um e-mail com nome completo, CPF, idade, telefone de contato e experiencias se houver.
As oficinas serão realizadas na sede do Circo do Mato que fica na Rua Tonico de Carvalho, 263, Bairro Amambaí. Inscrições pelo e-mail: oficinacircodomato@gmail.com
Um acidente aéreo com o Dj Alok, um dos mais requisitados do mundo atualmente, vem repercutindo nas redes sociais. Ontem (20), ele iria sair do aeroporto em Juiz de Fora (MG), após ter se apresentado na noite anterior, mas a aeronave saiu da pista durante o procedimento de decolagem.
O DJ, natural de Goiânia (GO), tem 26 anos e tem se destacado no meio musical com a música Hear Me Now, Big Jet Plane, Me & You, dentre outras, que o tornaram um dos principais artistas na cena eletrônica mundial.
Fé
Alok Achkar Peres Petrillo expressou sua fé em outros momentos em que não havia passado por um susto tão grande. Um depoimento nas redes sociais em novembro de 2016 mostrou que o artista havia se convencido de que Deus existe.
“Já duvidei muitas vezes da existência de Deus. Porque ele abandonou a África? Porque permite que tantas pessoas morram de fome? Foi quando conheci a vovó Tessame de 98 anos (atestado no documento). Sua pele marcada testemunhavam os inúmeros sacrifícios já vividos. Porém, seu olhar profundo mostrava esperança e fé, e é exatamente isso que mantém ela tão forte!”, relatou o DJ, após uma visita a Moçambique.
“‘Os miseráveis? Éramos nós, claramente! E ela nos consolou silenciosamente, e nos convidou para sermos fortes e dignos da fé, assim como ela é!’ Deus nunca a abandonou. Quem abandonou o próximo fomos nós!”, acrescentou Alok, que agora dedica a renda da venda de um de seus CDs para um projeto social que atua no continente africano.
A princesa Diana definitivamente não foi esquecida no casamento de seu filho mais novo, Harry. Além do buquê da noiva, que continha Não-me-esqueças, as favoritas da princesa, para a recepção noturna no palácio Frogmore, Megan Markle usou uma joia do acervo pessoal de Diana: um anel azul de água-marinha.
O detalhe foi percebido pela imprensa inglesa quando Meghan acenou ao lado de Harry, a bordo do Jaguar, a caminho de Frogmore. A princesa Diana foi flagrada com o mesmo anel em duas ocasiões: durante uma visita à Sidney, na Austrália, em 1996 e em um leilão em 1997.Um porta-voz do palácio de Kensigton confirmou à Vogue que o anel no dedo de Megan é de fato aquele que pertencia à Diana
Especula-se que a joia tenha sido dada à Megan por Harry como presente de casamento. Vale lembrar que o anel de noivado de Meghan, já contém diamantes da coleção pessoal da princesa Diana.
A cantora diz estudar com afinco os temas que vocaliza. (Foto: Divulgação)
Elza Soares, 87, desliza pelas redes sociais em seu smartphone. Passa por um vídeo de Nina Simone e por uma foto na qual um homem branco senta sobre um negro. Ela procurava trechos de um documentário sobre mulheres que sofrem violência no campo. “Até chorei, é difícil se recompor”, diz enquanto mostra cenas à reportagem.
A cantora diz estudar com afinco os temas que vocaliza. O calvário e a força das mulheres já haviam sido o alicerce para seu trabalho mais recente, o aclamado “A Mulher do Fim do Mundo”, de 2015, e ressurgem em “Deus é Mulher”, que Elza lança nesta sexta (18).
O título é um verso da faixa “Deus Há de Ser”, composta por Pedro Luís, que arremata a seleção de 11 inéditas do álbum. Filha de uma lavadeira e de um operário, Elza lembra a infância em uma favela carioca e afirma: “Deus tem de ser mulher e mãe”.
“Me assustava muito a vida de Cristo, aquele homem coitado, carregando aquela imensidão de gente, pedindo misericórdia, se arrastando. Me via quase como isso, me arrastando, carregando água, parindo filho quando menina, naquela pobreza, vendo minha mãe sofrendo com as trouxas de roupa na cabeça, negra, subindo ladeiras com latas.”
Ao contrário do álbum anterior, que chegou estruturado à cantora, neste ela atuou mais desde a concepção; Elza escolheu o repertório entre 60 faixas selecionadas pelo instrumentista e produtor Guilherme Kastrup.
O resultado será apresentado ao vivo nos dias 31 de maio, 1º, 2 e 3 de junho no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. A venda online de ingressos começa no dia 22 de maio, às 18h. “‘A Mulher do Fim do Mundo’ é muito forte, bonito, mas muito fechado, pesado, uma coisa dark. ‘Deus é Mulher’ vem mais aberto, mais solar, a gente precisa disso”, diz.
É por isso também que ela tem feito aparições de branco, como na sessão de fotos dessa reportagem, quando se esforçou para ficar de pé, apesar da mobilidade tolhida pelas três cirurgias na coluna depois que caiu do palco do Metropolitan, em 1999. O novo álbum também conta com mais mulheres nos bastidores, como instrumentistas ou como compositoras.
Contribuem para o álbum, por exemplo, a percussionista Mariá Portugal, a clarinetista Maria Beraldo e o grupo Ilú Obá de Min, responsável por percussão e vozes de “Dentro de Cada Um” e “Banho”, composição de Tulipa Ruiz.
O álbum aborda também temas que a cantora considera estarem sendo calados. Em “Exu nas Escolas”, de Kiko Dinucci e Edgar, Elza defende o ensino da cultura afrobrasileira nas salas de aula e menciona o esquema de fraudes envolvendo merendas escolares. Em “O Que se Cala”, a cantora clama pelo direito de se manifestar (“minha voz uso para dizer o que se cala/ o meu país é o meu lugar de fala”).
“Tive minha casa metralhada, fui expulsa, não quero mais sair daqui. Tenho receio, temos que ter cuidado para que não aconteça outra vez. É se libertando, gritando, falando. Você está no seu país, na sua terra, no seu chão”, diz, em alusão ao exílio com o marido Garrincha na Europa.
A história, que ela vê como uma lição de vida, será lembrados em musical e em livro neste ano. “É a dificuldade da negritude nesse país. Não acredito que tenha passado por tudo isso para chegar aqui e ser essa mulher que grita.”
Se nas canções vai direto ao ponto, em questões políticas ela evita fazer críticas específicas. “Falar o quê? Dessa repressão, desse movimento, dessa coisa que ninguém sabe o caminho? É uma encruzilhada. Fecharam as porteiras.”
Diz aguardar, mas não em silêncio. “Não me calo nunca e me arrependerei jamais. Me calar como? Sou a cara dessa nação, sou a cara desse país, por que vou me calar? Não tenho culpa de ter nascido aqui.”
Antes da estreia brasileira da nova temporada de Os Simpsons, o canal FOX vai brindar seus telespectadores com uma maratona de 28 horas dos episódios mais icônicos da série. A exibição começa às 18h de domingo, 20, e vai até as 22h da segunda-feira, 21.
Durante a maratona, fãs poderão enviar memes inspirados nos personagens e nas histórias da série americana. As criações compartilhadas poderão ser exibidas na tela do canal. Para participar, será necessário postar a imagem no Twitter, ou nos comentários de uma postagem da página da FOX no Facebook com a hashtag #ViradaAmarela.
Nos Estados-Unidos, a 29° temporada de Os Simpsons começou a ser transmitida em outubro de 2017. A estreia brasileira acontece na próxima segunda-feira, dia 21, às 22h, com a exibição dos dois primeiros episódios.
A municipalidade restaurou completamente a sede da Fazenda Bálsamo (Foto - Romeu Luz)
Conhecer o Patrimônio Cultural de Campo Grande andando de bicicleta é o objetivo do Pedal Cultural, encontro de ciclistas gratuito que ocorre no dia 19 de maio, sábado, com saída as 7h30 em frente à Escola Estadual José Barbosa Rodrigues, Rua Elesbão Murtinho, 856, bairro Universitário. A programação faz parte da 16ª Semana de Museus, em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio) e não precisa de inscrição, basta comparecer ao local da concentração.
O trajeto inclui pontos como a antiga Olaria de Manuel Secco Thomé, a Cerâmica Aparecida, no Jardim das Perdizes, com encerramento no Museu José Antônio Pereira, na Avenida Guaicurus. Além destes pontos, os ciclistas vão ter percepção da região em relação às necessidades de intervenções públicas como, por exemplo, implantação de ciclovias para oferecer mais segurança para quem opta por este tipo de transporte.
“Será um momento de lazer e reflexão sobre a história de Campo Grande, com destaque para o museu municipal. Também vamos explorar patrimônios desconhecidos, como a Cerâmica Aparecida, antiga olaria no Jardim das Perdizes onde existe uma chaminé cercada de significado para o desenvolvimento da cidade”, explica Eduardo Romero.
O evento é realizado pelo mandato do vereador Eduardo Romero, com apoio da prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur) e Museu José Antônio Pereira, com parcerias da Fundação Ueze Zahran, Centro Cultural e Tecnológico Manoel Secco Thomé, Grupo Escoteiro Lobo Guará e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
‘Considerando que nós estamos na 16ª Semana de Museus, esse evento vem para que possamos popularizar a cultura e unir com uma atividade esportiva sustentável é maravilhoso, usando a bicicleta como meio de locomoção para contemplar a natureza e conhecer ainda mais história de Campo Grande’, destaca a secretária da Sectur, Nilde Brum.
HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DE MS
No período de 1930 o construtor Manuel Secco Thomé construiu uma olaria na Rua José Domingos, região próxima ao Córrego Lageado, atualmente bairro Jardim das Perdizes e Recanto dos Rouxinóis. Telhas, tijolos, além de utensílios domésticos, tais como, moringas, vasos e bebedouros ali produzidos na Cerâmica Aparecida fazem parte da história do Complexo Industrial da família.
Contribuições também em obras públicas importantes como o monumento Obelisco, a Agência de Correios e Telégrafos na Rua Calógeras, o prédio atrás da sede da 30ª Circunscrição do Serviço Militar (atual SESC Cultura) e o complexo militar na Avenida Duque de Caxias, a Santa Casa de Misericórdia na Avenida Mato Grosso, a base do Relógio da 14, além de outras obras como o Hotel Colombo, os Cines Santa Helena, Alhambra e Rialto, Leprosário São Julião, Educandário Getúlio Vargas e diversos prédios no Estado de Mato Grosso, inclusive a primeira ponte de concreto feita no Estado, sobre o rio Taquari, em Coxim.
FUNDADORES DE CAMPO GRANDE
De acordo com a Sectur, o Museu José Antônio Pereira está instalado na Fazenda Bálsamo, terra doada pelo fundador da cidade a um dos seus filhos, Antônio Luiz Pereira. A pequena casa de pau-a-pique, o monjolo, o silêncio entre as antigas árvores e até mesmo em carro de boi nos remetem ainda à saga construída pelos pioneiros desbravadores do sertão.
Para festejar o centenário da emancipação administrativa de Campo Grande, a municipalidade restaurou completamente a sede da Fazenda Bálsamo, com seu monjolo e carro de boi, conjunto tombado como patrimônio Histórico e Cultural da Cidade. No local, o visitante pode apreciar uma escultura de sólida rocha criada pelo artista plástico Índio, um dos ícones da arte sul-mato-grossense, em homenagem ao fundador da futura Capital. A escultura representa a família de Antônio Luis Pereira, sua esposa Ana Luiza e sua filha Carlinda Pereira, antigos moradores do lugar que doaram o prédio à Prefeitura em 1966.
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